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Governo do Estado do Pará

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Edital 005/2021

Sectet - seg, 14/06/2021 - 11:15
14/06/2021

Termina dia 18 o prazo para o credenciamento de novos parceiros do Forma Pará

Vai até a próxima sexta-feira (18) o prazo, já prorrogado, para o credenciamento de organizações da sociedade civil interessadas em celebrar parcerias na área de educação superior por meio da oferta de cursos de graduação nas diversas regiões paraenses. Os critérios para o credenciamento foram estabelecidos no edital de chamamento público no 05/2021, exposto no Diário Oficial do Estado (DOE) do dia 5 de maior pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica.

Na prática, o edital possibilita que as instituições de ensino superior (IES) privadas possam se credenciar para realizar ações de apoio ao Forma Pará. O Programa, gerido pela Sectet, visa à expansão do ensino por todo o estado com a oferta de cursos superiores em municípios que não possuem campi das universidades públicas ou que tenham demanda para determinado curso que não é ofertado ali.

O Forma Pará é um dos principais programas do órgão. Lançado em 2019, o programa já conta com a parceria de todas as IES públicas presentes no estado. Entretanto observou-se a necessidade de novas parcerias para que as demandas dos municípios fossem atendidas, tendo em vista que alguns municípios e regiões fogem ao alcance dos atuais parceiros para cursos extremamente demandados, como enfermagem, odontologia e direito.

O intuito é ampliar a oferta de cursos superiores no Pará com a finalidade de melhorar o tripé científico no estado, composto por ensino, pesquisa e extensão. As instituições interessadas, atendidos os requisitos legais descritos no edital, deverão apresentar requerimento de credenciamento acompanhado de toda a documentação detalhada exigida até às 23:59h do dia 18 de junho, por meio do e-mail ies.credenciamento@gmail.com

Serviço: O edital completo está disponível AQUI.

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Sectet seleciona organização social para gerir o programa Startup Pará

Sectet - seg, 14/06/2021 - 09:42
14/06/2021

Foi publicado, no Diário Oficial do Estado (DOE) desta segunda-feira (14), o edital de chamamento público no 006/2021 da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) que visa à contratação de entidade de direito privado sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social (OS) pelo estado do Pará, para a gestão de projetos e parte das atividades do programa Startup Pará - Estratégia Estadual para o Empreendedorismo de Base Tecnológica.

O programa é uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Sectet, juntamente com a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) e a Secretaria de Estado de Planejamento e Administração (Seplad). Ele tem como principal objetivo o apoio técnico e financeiro para propostas de ideias inovadoras ou empresas (startups) que provoquem mudanças significativas para o desenvolvimento sustentável do estado.

As Organizações Sociais, devidamente habilitadas e qualificadas no Pará, interessadas em gerir o programa deverão enviar correspondência, conforme modelo de requerimento constante no anexo V do edital, assinada por seu dirigente máximo, entregar na sede da Sectet e encaminhar via e-mail para startupsectet@gmail.com, até o dia 18 de junho de 2021.

O resultado final será divulgado no dia 30 de julho de 2021. A OS selecionada assinará contrato de gestão com o governo do Pará, sob coordenação e supervisão da Sectet, assegurando à contratada a responsabilidade pela gestão e operação de projetos definidos no referido edital, conforme especificações contidas no Termo de Referência constante no documento.

Serviço: O edital completo assim como seus anexos estão disponíveis no site da AQUI.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Equipe do Forma Pará se reúne com representantes do IFPA sobre a chamada 2021 do programa

Sectet - qui, 10/06/2021 - 15:21
10/06/2021

Na manhã desta quinta-feira (10), a adjunta da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) e gestora do Programa Forma Pará, Edilza Fontes, esteve na reitoria do Instituto Federal do Pará (IFPA), juntamente com dois integrantes da equipe do Programa, a fim de reunir com o reitor do Instituto, Cláudio Alex da Rocha, professores e coordenadores de cursos para detalhar as informações do programa e destacar a chamada 2021.

Lançado em 2019, o Forma Pará é uma ação do governo do estado, por meio da Sectet, que contribui para a melhoria dos baixos índices de acesso à educação superior no norte do Brasil, em particular no território paraense. O programa possibilita a união entre governo, Instituições de Ensino Superior (IES) públicas, prefeituras e associações municipais no intuito de expandir a oferta de vagas dos cursos de graduação (bacharelado, licenciatura e tecnológica) nos municípios que não possuem polos dessas instituições ou onde não exista a oferta de determinado curso mas haja demanda de acordo com a vocação econômica de cada região.

Para a coordenadora do curso de agronomia em Castanhal, Louise Rosal, a participação do IFPA no programa é uma maneira de dar mais oportunidades para uma educação pública, superior e de qualidade. “Vejo, neste momento, uma importante perspectiva de ampliar o horizonte de ressignificação da formação dos estudantes do estado”, pontuou.

Da mesma opinião comunga o coordenador institucional do programa pelo IFPA, Lair Menezes. “Falar do Forma Pará é falar de uma iniciativa que já nasceu grande”, disse destacando que o programa leva formação superior para pessoas que nunca teriam esse tipo de oportunidade.

Ampliação no número de vagas

A secretária Edilza Fontes agradeceu ao IFPA, que aderiu oficialmente ao programa em 2020, e destacou que o Instituto é um importante parceiro deste e de projetos futuros da Secretaria que também preveem a ampliação da oferta de vagas a nível técnico.

Ela ressaltou que a chamada 2021 do programa, que deve ser lançada no dia 28 de junho, vai oferecer quase o dobro de vagas do que já foi oferecido nos dois anos anteriores, desta vez serão 1.880 vagas ofertadas, distribuídas entre 38 turmas em 33 municípios ou distritos.

Ou seja, em três anos, o Programa já chega próximo à sua meta inicial que era a oferta de 4 mil vagas. Com a perspectiva da chamada 2022, agora a previsão é que se chegue a 5 mil vagas em quatro anos.

Em 2019, foram ofertadas 1000, distribuídas em 20 turmas, espalhadas em 15 municípios ou distritos paraenses. Já em 2020, cuja a prova do processo seletivo ocorre no dia 4 de julho de 2021 (devido a adiamentos provocados pela pandemia), a oferta se ampliou a 21 municípios ou  distritos, com 995 novas vagas distribuídas em 23 turmas.

Para o reitor do Instituto, Cláudio Alex da Rocha, este é um grande esforço do governo do estado em prol da educação superior e profissional no Pará. Ele comemorou a proximidade e o apoio que tem da Sectet com a ampliação de vagas de nível superior e técnico, assim como da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisa (Fapespa), órgão vinculado à Secretaria, pelo fomento a bolsas de pesquisas no estado.

No período da tarde, a equipe do Forma Pará se reuniu individualmente com os professores para explicar os detalhes dos trâmites administrativos para a realização dos cursos da chamada 2021 que serão executados pelo IFPA por meio do Programa. Para esta chamada estão previstos os cursos de agroecologia, em Bom Jesus do Tocantins e Cachoeira do Arari; engenharia de alimentos, em Santa Maria do Pará; engenharia de pesca, em Bonito; gestão ambiental, em Belém (Icoaraci); gestão hospitalar, em Salvaterra; e análise e desenvolvimento de sistema, em Almerim.

 

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

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Sectet realiza Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento 2021

Sectet - seg, 07/06/2021 - 14:44
07/06/2021

Nos dias 28, 29 e 30 de junho, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) promove a Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento (Sectid) 2021. Com o tema “As inovações pós-pandemia”, o evento ocorrerá nos três turnos (manhã, tarde e noite) de forma totalmente online e terá as mesas e palestras divididas em segmentos como: Edtech, Fintech, Health tech, Judiciário Conectado, Agrotech, Mineração, ICTs, Academias, Empreendedores, entre outros. Além disso, contará com apoio tecnológico da Inteceleri Google.

Para o CEO da empresa, Walter Júnior, a Sectdi 2021 é um evento de extrema importância já que os convidados terão a oportunidade de compartilhar com o mundo suas experiências e propostas tecnológicas para o pós-pandemia. “As tecnologias Google fazem parte deste momento de continuidade da sociedade durante a pandemia e certamente contribuem para o desenvolvimento após este período. É um prazer estar junto à Sectet em mais este grande e inovador evento", ressalta.

O diretor de ciência e tecnologia da Sectet e organizador do evento, Demethrius Lucena, destaca que a Sectid já é um grande espaço para encontro dos indicadores do estado. “Nossa intenção é promover a integração de ações de ciência e tecnologia e fazer a divulgação para estudantes, pesquisadores e empreendedores”, explica o diretor. Ele acrescenta que o objetivo maior é gerar interação, integração, conhecimento e soluções para o desenvolvimento econômico e social do estado. “Pretendemos iluminar as ações e pesquisas para que a sociedade conheça o que está sendo desenvolvido”, esclarece.

Segundo Demethrius Lucena, a Sectid 2020 foi um grande suporte de informações naquele momento de início da pandemia. Foram geradas dezenas de horas de informações que estão disponíveis no canal da semana estadual no YouTube. Ele destaca que a Sectid 2021 traz o desafio de apresentar à sociedade as ações, pesquisas e tendências neste momento de vacinação e retomada econômica e social. “Embora ainda estejamos em meio à pandemia de Covid-19, a Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento de 2021 será um símbolo de esperança, uma vez que apontará caminhos", destaca.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Eetepa Salvaterra entrega certificados a novos técnicos e medalhistas Mobfog

Sectet - sex, 04/06/2021 - 07:59
04/06/2021

A voz firme de Munireh Amaro não conseguiu esconder a emoção, explícita nas palavras trêmulas de Simone da Silva. As duas jovens foram as oradoras das cerimônias de entrega de certificados a concluintes de seis cursos ofertados pela Escola de Ensino Técnico do Estado do Pará (Eetepa) de Salvaterra, arquipélago do Marajó. Os eventos foram realizados nas últimas terça e quarta-feiras (1 e 2), na Câmara de Vereadores do município, com a presença de professores, autoridades locais e representante do governo do estado, respeitando todos os protocolos exigidos de prevenção à covid-19.

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), responsável pela gestão das Eetepas, foi representada pelo coordenador de Ensino Técnico e Tecnológico, José Neto. Ele destacou o trabalho realizado pela Eetepa Salvaterra e exaltou o empenho dos professores a quem considera os profissionais mais importantes de uma sociedade.

Dirigindo-se aos formandos, disse que são a inspiração para que o governo do estado, por meio da Sectet, siga motivado a trabalhar a cada dia mais pela educação profissional e tecnológica no estado.

“Vocês, mesmo diante de todas as dificuldades, em especial esta pandemia, foram resilientes, insistentes e comprometidos com seus próprios futuros. Em nome governador do estado, Helder Barbalho, e em nome do secretário Carlos Maneschy, parabenizo a todos e desejo muito sucesso”, disse o representante da Sectet.

José Neto ressaltou ainda a importância da capacitação e formação profissional para proporcionar, principalmente aos jovens, a oportunidade de entrar no mercado de trabalho e garantir dignidade para si e seus familiares. A representante da prefeitura de Salvaterra, Adeline Angelim, diretora de ensino da Secretaria Municipal de Educação, parabenizou a escola e os formandos, destacando o importante papel desempenhado pela Eetepa na região ao ofertar cursos que oportunizam o ingresso em uma nova vida profissional. "Aproveitem quando as oportunidades aparecerem. Se vocês chegaram até aqui é porque são profissionais de excelência”, frisou.

FAMÍLIAS
A diretora da Eetepa Salvaterra, Gisele Abdon, destacou as circunstâncias sanitárias que impediram a realização de uma grande festa de formatura e lembrou a importância de pais e familiares, que não puderam estar presentes.

“A todos vocês que venceram todas as barreiras e dificuldades, o que essa escola deseja é que esse diploma de fato consiga mudar a realidade de cada um e que possam transformá-lo em ganhos, porque essa escola tem o compromisso de formar profissionais de excelência”, destacou.

A gestora informou ainda que muitos dos formandos já estão no mercado de trabalho e outros conseguiram vagas em cursos de nível superior, demonstrando na prática a qualidade do ensino realizado na Eetepa.

GRATIDÃO
O tom das duas cerimônias foi de emoção e agradecimentos. Simone da Silva, oradora do primeiro dia, destacou as dificuldades que os estudantes enfrentaram para concluir seus cursos, muitos tendo que driblar obstáculos como o tempo de chuvas, a geografia da região e a distância entre suas casas e a escola, já que as turmas têm alunos que moram em outras cidades marajoaras, como a vizinha Soure.

“Muitos de nós pensaram em desistir, assim como eu. E hoje somos mais que vencedores concluindo esses cursos, sendo reconhecidos profissionalmente com os nossos diplomas em mãos. Isso é só o começo de grandes vitórias para cada um de nós”, disse a nova técnica em eventos, que agradeceu à instituição e aos professores e servidores da Eetepa, não contendo as lágrimas ao se dirigir à professora Keila Monteiro.

Munireh Amaro, oradora do segundo dia, ressaltou os anos de convivência com os colegas e a equipe da escola e destacou a amizade e o respeito construídos, mesmo com as diferenças e divergências de opinião.

“Um turbilhão de emoções nos toma conta nesse momento. Alívio e saudade, medo e coragem. Concluímos mais uma etapa, uma das muitas vitórias que virão porque temos força de vontade e persistência e foram elas que nos trouxeram até aqui”, enfatizou a técnica em administração.

A formanda também fez agradecimentos especiais aos professores, carinho audível nos aplausos entusiasmados a cada vez que o nome de um deles e uma delas era chamado pelo mestre de cerimônia. Fácil também de perceber a reciprocidade desse sentimento. O professor da Eetepa, Karlson Lamberg, que atuou como mestre de cerimônia dos dois dias, demonstrou o entrosamento e bom relacionamento entre a equipe da escola e seus estudantes, dando um toque descontraído e alegre aos eventos de formatura.

“Acompanhamos as histórias de vida desses alunos e os ajudamos em tudo que podemos. Vê-los recebendo seus diplomas e buscando seus próprios caminhos nos emociona e nos deixa extremamente felizes. E esse sentimento é compartilhado por todos nós, professores, e nossa equipe de apoio”, disse o professor.

FOGUETES
Nos dois dias de evento, receberam o certificado os concluintes dos cursos de Manutenção e Suporte, Eventos (duas turmas), Guia de Turismo, Informática e Administração. Além dos novos técnicos e técnicas, foi feita a entrega de medalhas e certificados aos alunos participantes do projeto inscrito na Mostra Brasileira de Foguetes (Mobfog), evento que acontece dentro da Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA).

O projeto Mobfog da Eetepa Salvaterra tem a coordenação do professor de Física, Alan Luis Figueiredo da Paz e vem sendo desenvolvido há três anos. Ele começou a incentivar os alunos a participarem do processo de experimentação com foguetes para despertar o interesse pela disciplina e desenvolver habilidades necessárias a suas formações.

Essa estratégia foi adotada pelo fato de normalmente a referida disciplina ser vista pelos estudantes como de difícil compreensão e nenhuma associação com o cotidiano. “Fazendo uma atividade prática, eles poderiam quebrar essa resistência e passar se interessar mais pela Física e entender a ação dela no dia a dia”, conta o professor.

Em 2019, os alunos foram classificados para participar da Jornada de Foguetes que acontece no Rio de Janeiro. O governo do estado disponibilizou as passagens aéreas para que o professor Alan e mais três alunos chegassem a Barra do Piraí (RJ).

Mobilizando professores e empresários da região, eles conseguiram a estadia. Voltaram de lá com medalhas de ouro, troféu e o título de Campeões da Jornada de Foguetes. A equipe alcançou a marca de 183 metros no lançamento obliquo com foguetes construídos com garrafas PET e uma base de lançamento confeccionada com cano de PVC.

Em 2020, a Mobfog foi realizada na escola Eetepa no mês de novembro, respeitando os protocolos de segurança e acompanhados por uma equipe de profissionais da saúde do próprio quadro de docentes da escola. Por razões restritivas geradas pela pandemia, a Jornada de Foguetes não aconteceu, porém a equipe obteve excelentes resultados nos alcances de foguetes, com metragem máxima alcançada de 183 metros. O resultado de cada equipe resultou na conquista de 11 medalhas, três das quais medalhas de ouros, cinco medalhas de prata e três medalhas de bronze, entregues na cerimônia desta quarta-feira, 2.

Os foguetes são construídos a partir de materiais recicláveis, como garrafas pet, forro de PVC ou similar, e devem voar numa base que pode ser de madeira e tubo de PVC hidráulico ou conforme a criatividade do aluno e materiais disponíveis.

O professor explica que os foguetes são impulsionados pela reação química da mistura entre ácido acético (H4C2O2) – vinagre e bicabornato de sódio (NaHCO3), gerando o gás dióxido carbono (CO2) que pressuriza o interior do foguete (garrafa pet); em seguida um gatilho artesanal é acionado, liberando o foguete numa trajetória parabólica.

“Toda a fase de construção de foguete e base de lançamento, testagem e lançamentos oficiais são realizadas sob minha supervisão e ainda recebem acompanhamento pedagógico, principalmente com as equipes iniciantes”, explica o professor Alan.

Este ano, a Mobfog ocorreu no dia 27 de maio, com a participação de 16 alunos de diversos cursos da modalidade integrado. A metragem máxima alcançada pelos foguetes foi de 182 metros, superando, assim, a marca do ano passado de 163m. Os dados foram enviados para o Sistema da OBA, onde serão analisados e comparados com as demais escolas nacionais, para, assim, serem divulgados oficialmente em julho deste ano os medalhistas.

“Pelas experiências nas edições anteriores da Mobfog e com os resultados obtidos neste ano, provavelmente teremos novos medalhistas em nossa escola e se a condição pandêmica permitir, seremos convidados a participar da Jornada de Foguetes no Rio de Janeiro”, comemora o professor.

Texto e fotos: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)

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‘TerPaz Recomeçar’ certifica primeira turma de egressos dos Sistemas Penal e Socioeducativo

Sectet - sex, 28/05/2021 - 08:38
28/05/2021

Na manhã desta quinta-feira (27), 36 concluintes dos cursos de manutenção de motocicleta e manutenção de refrigeração foram certificados no auditório da Fábrica Esperança, em Belém. Essas são as primeiras turmas do Projeto TerPaz Recomeçar, do Governo do Estado. A ação é resultado da atuação integrada de cinco órgãos estaduais que, desde o ano passado, vem garantindo cursos profissionalizantes, sob a coordenação da Secretaria Estratégica de Articulação da Cidadania (Seac).

“O TerPaz Recomeçar é o combate à reincidência criminal, o Governador Helder Barbalho, ao convidar o secretário da Seac Ricardo Balestreri, para implantar os Territórios Pela Paz nos bairros da Região Metropolitana de grande degradação social, tinha como um dos principais objetivos combater os altos índices de reincidência criminal, prevalecentes do Brasil, na sua maioria de detentos que praticaram delitos de baixo potencial ofensivo e o que podemos constar é que o programa está sendo efetivo em seu desenvolvimento, como agora nessa importante cerimônia de certificação desses cidadãos que se profissionalizaram e estão recomeçando a vida”, contou Osvaldo Coelho, diretor das Redes Locais de Cidadania da Seac.

Reinaldo Bandeira, de 32 anos, é um dos concluintes do curso de Manutenção de refrigeração, para ele, que já cumpriu pena por cinco anos, receber o certificado significa vida nova.  mas por meio desse projeto do TerPaz pude ter uma nova chance, penso agora em ter uma vida melhor para mim e para minha família, montar um negócio e olhar agora para frente”, disse Reinaldo.

Participam desse esforço conjunto a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), a Fundação Amazônia de Desenvolvimento da Pesquisa (Fapespa), a Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa), o Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Banpará e a Fábrica Esperança.

Na abertura do evento, o diretor geral da Fábrica Esperança, Artur Jansen, falou sobre o acolhimento da instituição aos participantes do curso. “O projeto é mais um braço para o nosso trabalho de ressocialização que o Governo do Pará executa, só que dessa vez nós fizemos diferente, invés do egresso vir até a Fábrica Esperança, a Fábrica esperança foi até eles nos territórios do TerPaz, oferecendo essa ressocialização por meio de uma qualificação profissional para geração de emprego e renda”, disse.

O presidente da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa), Luis Celso da Silva, participou da cerimônia e parabenizou o projeto. “A importância de projetos como esse é a profissionalização, não é só deixar a pessoa custodiada e depois reinseri-la de qualquer maneira na sociedade, o papel da Fundação, por exemplo, é sim fazer com que ela cumpra a medida socioeducativa, mas que seja reinserida na sociedade se tornando um cidadão melhor, e aí é que a gente entra oferecendo e apoiando iniciativas como essa do TerPaz Recomeçar, porque quando essa pessoa tem um emprego e renda, a probabilidade é muito pequena de retornar para uma vida ociosa ou para futuros crimes”, explicou

Homenagem

As duas primeiras turmas tiveram como patrono, in memoriam, um dos idealizadores do TerPaz Recomeçar, o advogado Paulo Cordeiro. “O Dr Paulo Cordeiro desempenhou um papel fundamental para a inicialização desse sonho, um verdadeiro construtor da cidadania, que infelizmente nos deixou ano passado vítima da Covid-19, sempre lutou para a implementação de programas e políticas públicas para promover a cidadania de pessoas em situação de vulnerabilidade social, agora se eternizará por meio desse projeto”, saudou Julio Alejandro Quezada Jelvez, diretor geral do Núcleo de Relações Institucionais da Seac.

Como forma de marcar a homenagem póstuma, a família do Paulo Cordeira, por meio da esposa Ana Lucia Herculano de Oliveira, recebeu a Comenda de Mérito da Promoção de Justiça Social, entregue pelo diretor geral da Fábrica Esperança, Artur Jansen.

Formação

A Sectet ofertou os cursos, ministrados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). “É uma honra participar desse trabalho tão importante que tem como principal objetivo fortalecer a cultura de paz no Estado, possibilitando oportunidades, por meio da Sectet e seus parceiros, estamos promovendo diversos cursos no Estado, seja superior e técnico, para aumentar cada vez mais essa capacitação profissional”, comentou Ana Abreu, coordenadora de Formação Inicial da Sectet.

Para o diretor de Reinserção Social da Seap, Belchior Machado, a garantia de uma nova oportunidade é o principal ponto do projeto. "Os cursos profissionalizantes são fundamentais para a inserção dos egressos no mercado de trabalho, sobretudo os cursos que possibilitam o trabalho autônomo e empreendedor. Isso é segurança pública que previne a reincidência, diminui a violência e garante dignidade e uma chance de recomeçar para essas pessoas".

Saiba mais sobre o projeto

O TerPaz Recomeçar tem como objetivo realizar estudos Sócios Econômicos, de políticas públicas de ressocialização dos egressos do Sistema Penas e de medidas Socioeducativas do Estado, para diagnosticar a taxa de reincidência, bem como diagnosticar as motivações e as causas destas reincidências, com finalidade de propor políticas públicas e alternativas que superem esse problema social, em regime de mútua cooperação.

A meta é oferecer capacitação profissional para 500 pessoas. Após a qualificação, a Fábrica Esperança organiza os egressos que quiserem participar de cooperativas para que possam prestar serviço ao Estado. Também serão disponibilizados recursos por meio do CredCidadão para financiamento de equipamentos para quem quiser abrir seu próprio negócio.

Texto: Paulo Garcia (Ascom/Seac)

Fotos: Ascom/Seac

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Biotec-Amazônia

Sectet - qui, 27/05/2021 - 14:46
27/05/2021

Biotec-Amazônia e Sudam assinam protocolo de intenções

Frente aos desafios de uma região rica em biodiversidade, o protocolo prevê oportunidades de desenvolvimento que resultem em crescimento econômico, geração de renda e melhoria da qualidade de vida da população.

A Organização Social BioTec-Amazônia e a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), frente aos desafios da Amazônia, assinaram Protocolo de Intenções, documento publicado no Diário Oficial da União do último dia 21 de maio, com o objeto de realizar cooperação técnico-científica para viabilização de projetos de fortalecimento de cadeias produtivas estratégicas com foco na bioeconomia e transformação da biodiversidade amazônica e no desenvolvimento de atividades de interesse comum das instituições.

Nós temos inteligência de ponta na região e a gente precisa de instituições trabalhando em parceria. Existe vida inteligência na Amazônia”, reforçou o diretor-presidente da Organização Social BioTec-Amazônia, Professor José Seixas Lourenço. Já a Superintendente da Sudam, Louise Caroline Löw, destacou que mais de 23 milhões de pessoas ocupam a região amazônica e, por isso, a necessidade do fortalecimento dessas conexões institucionais. “A Sudam é um órgão de articulação. Então a gente tá retomando o protagonismo, estreitando os laços e fazendo uma articulação mais próxima com os interlocutores que querem uma Amazônia melhor para todos que vivem aqui”, explicou a Superintendente da Sudam, Louise Caroline Löw.

Acordos – Como parte do trabalho da Organização Social BioTec-Amazônia, consta a articulação com lideranças empresariais, acadêmicas e de governo, voltadas para o aumento da inovação em setores econômicos, por meio de arranjos institucionais inovadores. Com isso, a BioTec-Amazônia estabelece parcerias para viabilização de cooperação técnico científica. Nesses últimos três anos foram 10 protocolos em 2019, bem como a assinatura de 11 acordos de cooperação técnica, em 2018, entre a BioTec-Amazônia e Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação e Secretarias de Estado. Os acordos buscam desenvolver atividades de interesses em comum das instituições partícipes e a execução de projetos, estudos e pesquisas com foco nas áreas de biodiversidade, biotecnologia e bionegócios.

Além da Sudam, são parceiras a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA); Secretaria de Estado de Turismo (SETUR); e o Sistema FIEPA. “A BioTec-Amazônia tem por finalidade promover o uso sustentável da biodiversidade amazônica, em especial do estado do Pará, para fins de desenvolvimento econômico e social, além de iniciativas associadas a cadeias produtivas já instaladas ou em fase de instalação para a promoção de planos de negócios, visando à produção e comercialização de fitoterápicos, o investimentos em P&D de novos medicamentos fitoterápicos, fitocosmésticos e fármacos em geral, além do apoio aos arranjos produtivos locais e cadeias produtivas nas áreas de plantas medicinais, imunobiológicos e fitoterápicos, visando fornecer os necessários insumos para a produção de medicamento e fortalecimento e profissionalização dos núcleos e centros tecnológicos de inovação”, destacou, no encontro, o diretor-presidente Professor José Seixas Lourenço.

O objetivo estratégico do Protocolo de Intenções está em estimular o fomento à agregação de valor e a diversificação econômica em cadeias produtivas estratégicas para o desenvolvimento regional, observados critérios de geração de renda e sustentabilidade em consonância com o que dispõe o PNDR. Para a Superintendente da Sudam, Louise Caroline Löw, é preciso avançar com atuação na parceria e diante dos projetos. “Tirar do papel aquilo que é economicamente viável e ambientalmente sustentável. E, essa linha de atuação, com foco nas pessoas que a BioTec-Amazônia tem em relação aos projetos está muito alinhada com a nossa atuação com a Sudam. A Sudam pensa em desenvolvimento includente e sustentável para melhorar a qualidade de vida das pessoas”, destacou a Superintendente.

A Superintendente da Sudam esteve na sede da Organização Social em uma visita de trabalho para estreitar a cooperação. “Parabenizar a Organização Social BioTec-Amazônia por toda a atuação, e que pensa, não apenas no Estado do Pará, mas pensa na região amazônica como um todo. Fiquei extremamente feliz. Não fiquei surpresa porque eu já conhecia a BioTec-Amazônia e sei da capacidade e de toda a qualidade técnica então isso não me surpreendeu. Só foi mais uma confirmação de todo potencial que a gente tem para incentivar tanto ciência, como tecnologia e inovação, como tirar os bons projetos do papel. Eu acho que o direcionamento que a gente tem com essa gestão e iniciativa da Organização Social BioTec-Amazônia de colocar para a população projetos que vão de fato fazer a diferença para quem mais precisa isso é fundamental”.

OS – No mês de novembro de 2020, a Organização Social BioTec-Amazônia teve o contrato de gestão prorrogado pelo Governo do Estado do Pará, por intermédio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). O contrato de gestão com a Associação BioTec-Amazônia, selecionada, por meio do edital de chamamento público em 2017, é a consolidação de um modelo de desenvolvimento sustentável, ancorado pelo conhecimento, pela produção e por novas formas de gestão e governança.

A própria iniciativa de qualificar uma Organização Social a fim de promover o desenvolvimento regional a partir do uso sustentável da biodiversidade amazônica já é um marco de inovação no estado do Pará. Um dos grandes problemas da gestão pública é a falta de continuidade das ações e o modelo de governança inovadora da OS permite dar sequência a ações mesmo com as mudanças de governo, possibilitando a conclusão das metas estabelecidas nos eixos estratégicos que norteiam as ações da BioTec-Amazônia”, explicou o Diretor-Presidente, José Seixas Lourenço.

Texto: Sílvia Leão (Ascom/Biotec-Amazônia)

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Carretas da Paz

Sectet - qui, 27/05/2021 - 14:41
27/05/2021

Cinco carretas serão doadas para contribuir no desenvolvimento social do Estado

Na manhã desta quarta-feira (26), representantes da Secretaria Estratégica de Articulação da Cidadania (Seac) e da empresa Alcoa, se reuniram para alinhar o andamento do projeto "Carretas da Paz". A mineradora de alumínio – sediada no Pará, no município de Juruti - doará cinco carretas para a criação de pontos itinerantes de acesso à formação profissional tecnológica, visando a qualificação de jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social para o mercado de trabalho e posterior geração de renda.

"Nós, como Secretaria, estamos muito felizes com o alinhamento obtido hoje com a empresa Alcoa, que é uma entidade parceira do Governo do Estado e que vai estar fazendo a doação de um equipamento público muito importante para o desenvolvimento social. Ação essa, decidida a partir de um alinhamento do Governador com a empresa, que doará cinco carretas profissionalizantes, que vão contribuir no desenvolvimento social do nosso Estado e do programa Territórios Pela Paz’’, afirmou o Secretário-Adjunto da Seac, Raimundo Santos Junior.

O projeto tem uma parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), que ficará responsável pela capacitação e a certificação dos alunos.  O Secretário Adjunto da Seac, ressaltou também quais serviços que serão ofertados e quando essas carretas serão entregues."As carretas vão oferecer cursos de: manutenção de refrigeração, de construção civil, para pedreiro e eletricista, de informática, cursos na área da saúde e na área da gastronomia, ou seja, são cursos profissionalizantes itinerantes. É o Governo do Estado, levando para a porta de quem mais precisa, o desenvolvimento, a capacitação e a profissionalização. A previsão é de que as carretas comecem a ser entregues a partir do segundo semestre deste ano’’, ressaltou o secretário-adjunto da Seac.
Entenda o projeto - A iniciativa, foi anunciada no dia 22 de julho de 2020, durante reunião de representantes da empresa com o governador Helder Barbalho. Está alinhada às premissas de atuação social da empresa, por meio do Instituto Alcoa, que trabalha para promover mudanças nas regiões onde a empresa está presente, investindo em projetos de educação e geração de trabalho e renda. O objetivo é trabalhar em parceria com o Governo do Estado de forma transparente, e construir uma sólida relação, capaz de promover grandes transformações sociais. O Gerente de Relações Governamentais da Alcoa, Emerson Rocha, ressaltou a importância dessa parceria.

"A Alcoa tem como valor principal cuidar das pessoas, e enxergar através dessas parcerias com o Governo do Estado do Pará, uma grande oportunidade de apoiar a sociedade paraense. Desde o começo da pandemia a Alcoa, tem garantido todos os esforços para mitigar o impacto da covid na nossa região. Nós investimos mais de 4 milhões e meio de reais em hospitais, profissionais de saúde, insumos, equipamentos médicos, e com o arrefecimento da pandemia agora, nós avançamos para implementar o projeto "Carretas da Paz’’ do programa TerPaz, trazendo salas de aulas de ensino técnico itinerantes para a região e contribuindo mais uma vez assim, com a sociedade paraense’’, afirmou o Gerente de Relações Governamentais da Alcoa.

Texto: Elizabeth Teixeira (Ascom/Seac)

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Alunos de cursos técnicos começam a ter aulas de forma semipresencial em Ulianópolis

Sectet - qua, 26/05/2021 - 08:13
26/05/2021

Na última segunda-feira (24), os alunos dos cursos técnicos em química e em açúcar e álcool participaram das primeiras aulas do curso de forma semipresencial em Ulianópolis. Oferecidos pelo governo do estado, por meio da Secretaria de Estado de Ciência Tecnologia e Educação Superior Profissional e Tecnológica (Sectet), os cursos são executados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e contam com a parceria da empresa Pará Pastoril e Agrícola S/A  (Pagrisa).

No total, foram ofertadas 40 vagas para cada um dos cursos que se enquadram na modalidade técnico subsequente e terão duração de 18 meses. As aulas iniciaram de forma remota no dia 26 de abril a fim de manter a segurança dos alunos e professores. Com a mudança de bandeiramento da região, entretanto, foi possível começar as aulas de forma semipresencial no dia 24, relatou o diretor do Senai – CEP Paragominas, Antonilson Conceição.

Ele explica que as aulas ocorrem em dois turnos. O curso de técnico em química pela tarde e o técnico em açúcar e álcool no período noturno. Cada turma foi dividida em duas, portanto 20 alunos ficam em uma sala com o professor e os outros 20 podem ficar em outra sala com equipamentos que possibilitam a transmissão simultânea, assim como podem assistir pela plataforma digital de forma remota se preferirem.

Para o diretor do Senai, essa parceria com o governo do Pará e a Pagrisa possibilita que os alunos, assim como as demais personagens envolvidas no contexto local, tenham uma nova perspectiva de vida.  “É muito gratificante ver que a educação e a capacitação profissional estão mudando o cenário desses alunos e dando oportunidades de novas chances no mercado de trabalho”, avalia.

Segundo o coordenador de ensino técnico e tecnológico da Sectet, José Neto, quando a Secretaria faz as articulações para a oferta de um curso é justamente nisso que se pensa. “É importante sempre avaliarmos de que forma será possível mudar a perspectiva e qualidade de vida da população local aproveitando a vocação econômica daquela região e as demandas do mercado”, explica o coordenador. 

A estudante, Ayane Gomes, de 20 anos, que morava em Marabá e soube da oferta do curso por intermédio de familiares, mudou-se para Ulianópolis por causa do curso técnico em química e considera a oportunidade única.  “Estou adorando as aulas. As expectativas são muito grandes, porque vamos fazer a parte prática no laboratório da empresa, onde vamos complementar o nosso conhecimento. Temos que agarrar esse tipo de oportunidade e agradecer porque um curso gratuito assim não é fácil encontrar, por isso vou me dedicar ao máximo”, promete a estudante.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Gastronomia, em Icoaraci, é o curso mais concorrido da etapa 2020 do Forma Pará

Sectet - seg, 24/05/2021 - 15:04
24/05/2021

Com 19,52 candidatos por vaga, o curso de Gastronomia ofertado pela Universidade do Estado do Pará (Uepa) em Icoaraci, distrito de Belém, é o mais concorrido entre as 20 turmas ofertadas na etapa 2020 do Programa Forma Pará, desenvolvido pelo governo do estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceria com municípios e Instituições de Ensino Superior Públicas (IES). A prova de seleção da etapa será realizada no dia 4 de julho próximo.

O segundo curso com maior demanda é Psicologia, ofertado pela Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) em Jacundá, município da região sudeste paraense. São 14,46 candidatos por vaga. O curso de História, ofertado pelo Instituto Federal do Pará (IFPA) em Marituba, Região Metropolitana de Belém (RMB), é o terceiro mais procurado, com 11,74 inscritos por vaga e o quarto mais concorrido é Medicina Veterinária, ofertado pela Unifesspa em Piçarra, na região sudeste do Pará, que registrou demanda de 10,10 candidatos por vaga.

“Nessa etapa do Forma Pará temos como parceiras, além da Uepa, todas as IES federais, exceto a UFPA, que nos informou, por meio de ofício assinado pelo reitor, a decisão de voltar a participar do programa apenas em 2022, quando as aulas voltarem a ser realizadas de forma presencial”, explica a secretária adjunta da Sectet, Edilza Fontes, gestora do Forma Pará. Ela ressalta ainda que a Universidade Federal do Pará participou da primeira etapa do Programa, em 2019.

A demanda dos cursos que terão prova em julho foi divulgada pela Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp), responsável pelo processo de seleção para os cursos ofertados pelo Forma Pará. São 945 vagas disputadas com a realização de prova específica a ser aplicada ao mesmo tempo em 20 municípios das várias regiões do estado. 

A etapa 2020 do Programa oferta ainda 50 vagas para o curso de Licenciatura em Computação da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) em Mosqueiro, que terá a seleção por meio da nota do Enem de 2019. Para esse curso a demanda ficou em 2,08 candidatos por vaga. O resultado da seleção para todos os cursos está previsto para ser divulgado no dia 6 de agosto.

Confira no quadro a demanda dos cursos que terão prova no dia 4 de julho.

FORMA-PARÁ: demanda dos cursos - etapa 2020

IES

Curso

Localidade

Vagas

Inscritos

Demanda

UEPA

Gastronomia

Icoaraci

50

976

19,52

Salinas

50

157

3,14

IFPA

Agronomia

Cachoeira do Piriá

40

189

4,73

Ciências Biológicas

Nosso Repartimento

50

131

2,62

Física

Muaná

50

159

3,18

História

Marituba

50

587

11,74

Rede de Computadores

Dom Eliseu

50

123

2,46

UFOPA

Agronomia

Rurópolis

40

333

8,33

Engenharia Sanitária e Ambiental

Novo Progresso

50

241

4,82

UFRA

Agronomia

Goianésia

50

299

5,98

Mocajuba

50

439

8,78

Ourém

50

193

3,86

Ulianópolis

50

265

5,30

UNIFESSPA

Administração

Abel Figueiredo

50

125

2,50

Ciências Contábeis

Bom Jesus do Tocantins

50

82

1,64

Engenharia Florestal

Tailândia

50

224

4,48

Medicina Veterinária

Piçarra

40

404

10,10

Pedagogia

Itupiranga

50

120

2,40

Psicologia

Jacundá

35

506

14,46

Zootecnia

Ourilândia

40

145

3,63

TOTAL

14

20

945

5.698

6,02

 

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)

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Casa de Cultura Fonte do Caranã é entregue em Salinópolis

Sectet - sab, 22/05/2021 - 18:53
22/05/2021

O Governo do Pará inaugurou, na tarde desta sexta-feira (21), a Casa da Cultura Fonte do Caranã em Salinópolis, no nordeste paraense. O lugar reúne ciência, cultura, história, lazer e turismo em um ponto já conhecido do município, o Espaço Fonte do Caranã. A obra, que custou cerca de R$ 7 milhões, foi totalmente financiada pelo Estado, por intermédio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) e da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), em terreno cedido pela prefeitura municipal e será gerenciada pela Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio de convênio entre a instituição e o governo.

Ressaltando a beleza arquitetônica do espaço, o governador do Pará, Helder Barbalho, comemorou o resultado da parceria entre governo, prefeitura e universidade, prevendo um futuro que considera extraordinário para Salinópolis, enfatizando as atividades de pesca e turismo realizadas no município, mas sobretudo previu o lugar como um grande polo econômico do estado diante da exploração do petróleo.

“Salinas pode ter um horizonte mais extraordinário devido à grandeza da exploração do petróleo que a transformará em um polo econômico extraordinário. Entretanto precisamos planejar como teremos acesso a esse novo tempo para que a população local seja protagonista desse futuro, por isso a importância da Universidade Federal do Pará e da Casa de Cultura, e de trabalharmos todos juntos por uma Salinas mais forte”,  convocou.

O titular da Sectet e diretor-presidente da Fapespa, Carlos Maneschy, explicou que a Casa da Cultura é um equipamento público que congrega várias áreas sociais e vai possibilitar à sociedade aproveitar o que é produzido na academia. “O Governo do Pará se associou desde o primeiro momento, ainda no projeto de implantação do campus da UFPA em Salinópolis, e também custeou toda a construção da Casa de Cultura para que, de fato, isso seja aproveitado da forma mais agregadora, a fim de que a população local veja neste ambiente uma forma de produzir e se apropriar de bens culturais, turísticos e científicos”, ressaltou Maneschy. 

O reitor da UFPA, Emmanuel Tourinho, concorda e complementa destacando que o novo espaço possibilitará desenvolver um conjunto adicional de atividades, além daquelas já realizadas no campus local, de valorização da cultura paraense e de formação científica para toda a população, não só para os estudantes. “A colaboração do governo é fundamental, sobretudo no momento atual de grandes restrições orçamentárias, apoiando financeiramente para que possamos executar projetos que favoreçam o desenvolvimento social e econômico de todo o estado”, pontuou o reitor.

O projeto - Construída em uma área de 1.800 m2, que permite eventos para até mil pessoas, a Casa da Cultura de Salinópolis possui quatro andares, contando com o térreo, que seria o primeiro andar, onde se optou por deixar um vão livre para apresentações culturais e exposições. Já no segundo andar, existe um auditório com capacidade para 150 pessoas e salas de pesquisa. No terceiro andar, fica a biblioteca que já conta com 5 mil livros doados dos acervos do Dr. Mártires Coelho e do geofísico salinopolitano, Carlos Dias, um dos grandes incentivadores do espaço, falecido há alguns meses.

No quarto andar, encontra-se o espaço multiuso com capacidade para 300 pessoas e a varanda com uma privilegiada visão para a praia e outra para a cidade. Por fim, uma estrutura metálica em forma de pássaro foi instalada em cima do prédio. “A estrutura é uma homenagem aos ancestrais Tupinambás que chamavam o município de Uirandeua que significa ‘lugar de muitos pássaros’”, explica o arquiteto do projeto João Castro Filho.

Ele conta também que o projeto aproveitou a água da Fonte do Caranã, que é mineral e antes era desperdiçada, para formar um lago natural em volta do prédio com 12 espécies de peixes, com destaque para o pirarucu. A água da fonte também abastecerá a cisterna do prédio. Sobre o formato da obra, o arquiteto conta que se inspirou nos peixes e nos barcos, tão característicos da região. “A Casa da Cultura tem forma de barco e peixe e é como se estivesse passando pelo lago, mas isso é algo instintivo, quem conclui é o espectador”, avalia João.

Além do governador do estado, do titular da Sectet, do reitor da UFPA e do arquiteto da obra, também compareceram à cerimônia a vice-prefeita de de Salinópolis, Denise Monteiro; os deputados estaduais Luth Rebelo, Victor Dias, Paula Sampaio e Nilse Ribeiro; o titular da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), André Dias; além de vereadores municipais e autoridades locais. O evento foi realizado de acordo com os protocolos de segurança de combate à Covid-19. 

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet) com informações de Bruno Magno
Fotos: Marco Santos (Agência Pará)

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Sectet e Unifesspa definem etapa 2021 do Forma Pará

Sectet - qui, 20/05/2021 - 13:20
20/05/2021

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) e a Universidade Federal dos Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) definem, em reunião nesta sexta-feira (21), os procedimentos para a formalização da oferta de cursos por meio do Programa Forma Pará, etapa 2021.

Está prevista a oferta de 480 vagas em dez municípios da região. “Iremos a Marabá para acertar os detalhes dos convênios que serão assinados com as prefeituras e a universidade e definir os recursos que serão investidos pelo governo do estado para ofertar vagas em nove cursos que atendem à demanda dos municípios”, explica a secretária adjunta da Sectet, Edilza Fontes, gestora do Forma Pará.

Estão previstos para ser ofertados pela Unifesspa nesta etapa do Forma Pará os cursos: Zootecnia (40 vagas), em Piçarra; Medicina Veterinária (40 vagas), em Tucumã; Engenharia Civil (50 vagas), em Rio Maria; Engenharia Mecânica (50 vagas), em Tailândia; Direito da Terra (50 vagas), em Itupiranga; Licenciatura Plena em Educação do Campo (50 vagas), em Bom Jesus do Tocantins (Terra indígena Mãe Maria); Geologia (50 vagas), em Ourilândia; Matemática (50 vagas), em Santa Maria das Barreiras; Matemática (50 vagas), em Abel Figueiredo; e Engenharia Civil (50 vagas), em Eldorado do Carajás.

A etapa 2021 do programa também terá oferta de cursos por outras Instituições de Ensino Superior (IES) públicas em outras regiões do estado. O Forma Pará foi lançado em 2019 e oferta cursos de nível superior em municípios onde não há campi de IES públicas ou onde o curso demandado não é ofertado.

Texto: Jeniffer Galvão

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Prova do Forma Pará será realizada no dia 4 de julho de 2021

Sectet - ter, 18/05/2021 - 13:28
18/05/2021

A nova data para a realização da prova do projeto Forma Pará referente ao processo seletivo de 2020 é dia 4 de julho de 2021. Para definir o novo dia da seleção, a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) consultou as Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e prefeituras envolvidas no processo. Nesta segunda-feira (17), a coordenação do Forma Pará recebeu a confirmação de todos os 18 municípios/distritos e cinco universidades que concordaram com a proposta de data feita pela Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp), responsável pela seleção. 

“A prova do processo seletivo 2020 do Forma Pará teve que ser adiada por duas vezes por causa da pandemia. Com a redução do número de casos da Covid no estado e mudança do bandeiramento de vermelho para amarelo e laranja, podemos realizar a seleção com maior segurança, seguindo todas as orientações das autoridades sanitárias”, explica a secretária adjunta da Sectet, Edilza Fontes, gestora do Forma Pará.

A Fadesp, junto com as universidades e prefeituras, vai definir os locais e as condições para a realização da prova. Edilza Fontes reforça que todas as pessoas inscritas no processo estão aptas a participar da seleção, que terá a prova realizada ao mesmo tempo em todos os municípios e distritos previstos no edital. São 995 vagas em 15 cursos.
Inicialmente a prova estava prevista para dezembro de 2020, mas teve que ser adiada para abril deste ano, porém com o aumento de casos de Covid-19 em todo o estado, optou-se por suspender a prova a fim de preservar a saúde dos candidatos. O resultado do processo está previsto para ser divulgado no dia 6 de agosto de 2021.

O Forma Pará foi lançado em 2019 e oferta cursos de nível superior em municípios onde não há campi de IES públicas ou onde o curso demandado não é ofertado. A meta é oferecer, em quatro anos, quatro mil vagas em todas as regiões de integração do Estado. Ainda em 2021, a Sectet lançará novo edital com a oferta de vagas de novos cursos em diversos municípios paraenses.

Texto: Jeniffer Galvão

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Sectet participa de palestra promovida pela Abajica

Sectet - qui, 13/05/2021 - 13:30
13/05/2021

A Associação de Bolsistas da Amazônia Jica (Abajica) realiza no próximo sábado (15) a palestra “A Ciência e a Tecnologia no Enfrentamento da Covid19”. Para falar do tema a Associação convidou representantes da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) e da FioCruz Amazônia. O evento online é realizado em parceria com a Associação dos Ex-bolsistas do Japão na Amazônia Ocidental (Ameojapão) e conta com o apoio da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica).

A palestra é dividia em dois subtemas. O representante da Sectet, o diretor de ciência e tecnologia Demethrius Lucena, vai falar sobre “O Poder da Conexão”, discorrendo sobre os benefícios da conectividade para o avanço econômico e social no período da pandemia. “Epidemiologia COVID19 em Manaus” é o tema da participação do representante da FioCruz Amazônia, Pritesh Lalwani, pesquisador em Saúde Pública.

A palestra será realizada às 17h pelos canais da Abajica no Facebook e no YouTube.

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Tecnologias respaldam metodologias para coleta de dados do 'Meu Endereço'

Sectet - qui, 13/05/2021 - 09:39
13/05/2021

As dificuldades impostas pela pandemia trouxeram à tona uma palavra: adaptação.  Planos e metodologias precisaram ser revistos e adequados aos protocolos de segurança. Foi assim também com o projeto “Meu Endereço: lugar de paz e segurança social”, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceria com pela Comissão de Regularização da Universidade Federal do Pará (CRF-UFPA), dentro das ações do programa Territórios pela Paz (TerPaz), do governo do estado.

A equipe interdisciplinar do Meu Endereço criou o Sistema de Apoio à Regularização Fundiária e Conformidade Socioambiental Urbana (Sarfcon), um aplicativo que opera em um tablet e funciona como uma plataforma inovadora de processos, procedimentos, capacitação e assistência técnica em regularização fundiária. “A tecnologia coleta e sistematiza dados socioambientais, de forma on-line e off-line, em áreas urbanas e rurais. Estes dados coletados ficarão hospedadas em uma Central e vão subsidiar o governo na elaboração de políticas públicas para o melhor ordenamento urbano dos territórios do TerPaz, assim como para consolidar o endereço certo das famílias”, explica a coordenadora do Projeto,  Myrian Cardoso.

No processo de coleta dos dados que abastecem a Central de Suporte de Assistência Tecnológica à Regularização Fundiária e Pacificação de Conflitos Socioambientais Urbanos do Estado do Pará, a equipe precisou se adaptar e utilizar tecnologias e inovações para garantir a continuidade das atividades durante a pandemia.

O engenheiro sanitarista, Daniel Mesquita, e o especialista em Geotecnologias e Sensoriamento Remoto, Enivaldo Brito, ambos da CRF-UFPA, destacam a utilização de novas tecnologias como drone, softwares ArcGis e Qgis no mapeamento territorial.  Historicamente, segundo eles, os levantamentos topográficos usavam e usam ainda equipamentos conhecidos por teodolito, estação total, mira, estaca, trena, baliza topográfica e os sistemas de navegação por satélite, entre outros.

Drone - Neste contexto evolutivo, e em tempo de crise sanitária, o uso do drone assume a função de uma tecnologia social em defesa da vida. “O drone proporciona mais precisão na captação dos dados, aperfeiçoa o trabalho em campo e reduz custos operacionais, além de garantir uma maior qualidade das imagens para elaborar uma cartografia e as peças técnicas que serão inseridas nos softwares de regularização e de prevenção dos conflitos socioambientais”, assinalam os dois integrantes da Comissão.

Já no aspecto jurídico, diz José Luiz Caldas, estagiário do Curso Direito na CRF-UFPA, a tecnologia permite o acesso imediato às novas jurisprudências sobre as legislações, como a Lei 13.465/2017, que introduziu o direito real de laje no ordenamento jurídico brasileiro. O direito de laje consiste na possibilidade de coexistência de unidades imobiliárias autônomas de titularidades distintas situadas em uma mesma área, de maneira a permitir que o proprietário ceda a parte superior de sua construção para que  outro morador edifique a sua habitação distinta da construída sobre o solo. “Assim, por meio do diálogo, é possível construir um parecer jurídico multidisciplinar para superar os conflitos habitacionais, fundiários, urbanísticos e ambientais para garantir uma coexistência pacífica e cidadã nas comunidades”, informa Caldas.

Por sua vez, Renato Neves, vice-coordenador do Projeto e engenheiro pesquisador do Instituto de Tecnologia da UFPA, relata que é necessário diferenciar o olhar sobre a função social da tecnologia. O celular, por exemplo, segundo ele, é uma mercadoria vendida no mercado para atender as necessidades convencionais da empresa que o produziu e alimentar o consumo e ter mais lucro. “Quando eu o uso para complementar os dados, por meio do telecadastro visando sistematizar dados para promover melhorias habitacionais, sanitárias e socioambientais nas comunidades, eu estou agregando um valor social e metodológico à tecnologia para um bem coletivo, como ocorre no Projeto Meu endereço”, assevera.

Telecadastro - Na avaliação da assistente social Lourdes Barradas, integrante do Grupo de Trabalho de Capacitação do Projeto, ao destacar a prática metodológica do telecadastro socioeconômico comunitário que está sendo construída pelas equipes interdisciplinares do Meu Endereço, o uso das novas tecnologias é fundamental.   “Em tempo de pandemia da Covid-19 e a necessidade de isolamento social para cumprir os protocolos de segurança em defesa da saúde pública nas comunidades, o uso das novas tecnologias da informação e comunicação é fundamental para coletar os dados complementares sobre o levantamento socioeconômico das comunidades e dar continuidade em home office aos trabalhos do Meu Endereço”, ressalta.

Com o uso desta tecnologia social em consolidação, segundo Lourdes, foi possível confirmar dados e constatar que do total das famílias inscritas no Projeto Meu Endereço, no bairro da Cabanagem, por exemplo, desde a realização das “Quintas da Cidadania”, 81% são mulheres e 19% são homens, evidenciando o papel da mulher na busca das melhorias habitacionais e socioambientais. Dessas mulheres, 65% são mães solo, ou seja, são inteiramente responsáveis pela criação dos filhos e 33% têm uma renda inferior a um salário mínimo, enquanto 38% têm rendimento de um salário mínimo.

Para ela, a conferência e a complementação dos dados por meio da nova metodologia, via ligação de celular ou telefone fixo, reforçam a defesa da saúde pública na comunidade e para os profissionais da Comissão, além de promover a celeridade e a eficiência da gestão dos dados nos processos fundiários e as melhorias socioambientais para as comunidades nos territórios. “É uma renovação diária do aprendizado”, detalha a assistente social.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet com informações Kid Reis – Ascom/ CRF-UFPA)

     
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Edital de Chamamento 001/2021

Sectet - qui, 06/05/2021 - 14:28
06/05/2021

Termo de Anulação

Foi publicado nesta quinta-feira (6) no Diário Oficial do Estado (DOE) o Termo de Anulação do Edital de Chamamento Público n° 001/2021. A anulação foi necessária devido o processo ferir o princípio da isonomia e apresentar insegurança jurídica. A decisão foi tomada pela Comissão de Avaliação que se baseou em parecer emitido pelo Núcleo Jurídico da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet).

O Termo de Anulação garante prazo de dez dias úteis para recursos à decisão tomada. Confira o Termo AQUI .

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Sectet abre edital para ampliar parcerias do Forma Pará

Sectet - qua, 05/05/2021 - 08:01
05/05/2021

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) publicou nesta quarta-feira (5), no Diário Oficial do Estado (DOE), o edital de chamamento público no 05/2021 que busca selecionar organizações da sociedade civil interessadas em celebrar parcerias na área de educação superior por meio da oferta de cursos de graduação nas diversas regiões paraenses.

Na prática, o edital possibilita que as instituições de ensino superior (IES) privadas possam se credenciar para realizar ações de apoio ao Forma Pará. O Programa, gerido pela Sectet, visa à expansão do ensino por todo o estado com a oferta de cursos superiores em municípios que não possuem campi das universidades públicas ou que tenham demanda para determinado curso que não é ofertado ali.

A secretária adjunta da Sectet, Edilza Fontes, destaca que o Forma Pará é um dos principais programas do órgão. Lançado em 2019, ele está presente em todo o estado, entretanto se observou a necessidade de novas parcerias para que as demandas dos municípios fossem atendidas. “Verificamos que não conseguiríamos atender a demandas de cursos como direito, odontologia e enfermagem, pois as IES públicas que oferecem esses cursos não teriam condições logísticas de atender determinadas regiões, por isso consultamos a Procuradoria Geral do Estado que nos autorizou a abrir o edital”, explica.

O intuito é ampliar a oferta de cursos superiores no Pará com a finalidade de melhorar o tripé científico no estado, composto por ensino, pesquisa e extensão. As instituições interessadas, atendidos os requisitos legais descritos no edital, deverão apresentar requerimento de credenciamento acompanhado de toda a documentação detalhada exigida entre a 00:00h do dia 13 de maio e às 23:59h do dia 14 de maio, por meio do e-mail ies.credenciamento@gmail.com

Serviço: O edital completo está disponível na área “Editais” do site AQUI.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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No terceiro dia, webinário debate práticas e autonomia da mulher

Sectet - seg, 03/05/2021 - 10:44
03/05/2021

O Webinário “Percursos para uma governança participativa: Experiências e Práticas do TerPaz” debateu na noite desta quinta-feira (29) os temas Mídia e TerPaz: Estabelecendo Relações com o Território e Mulheres Empreendedoras. Realizado pela Secretaria Estratégica de Articulação e Cidadania (Seac), o evento chegou ao terceiro dia com duas mesas-redondas.

A primeira abordou as iniciativas que ampliam a cobertura e o debate público na periferia, e os esforços da Rede Local de Cidadania da Terra Firme (um dos bairros atendidos pelo Programa Territórios pela Paz- TerPaz) no desenvolvimento de estratégias que alcancem o público-alvo dessa política social e de segurança pública.

Um dos participantes foi a gestora do Território da Terra Firme, Gabriella Oliveira, que falou sobre os desafios e as mudanças obtidas desde o início das ações de governo. “A comunicação se deu desde o início do programa. Utilizamos as redes sociais, que foi um ponto muito importante, e também a conversa presencial através de reuniões. Agora, durante a pandemia, a utilização dos meios digitais foi fundamental. Já tivemos muitas melhorias, mas o processo ainda está em andamento. Continuamos lapidando todas as formas de comunicação de gestão dentro do Território, para que melhorem sempre os resultados do TerPaz no bairro da Terra Firme”, informou a gestora.

Outro palestrante foi o jornalista e coordenador do Projeto Periferia em Foco, Wellingnton Frazão, que abordou o trabalho desenvolvido no bairro da Cabanagem. “A chegada do TerPaz ao bairro acabou se materializando em tudo aquilo que estávamos divulgando ao longo desses quase cinco anos de trabalho, ou seja, as coisas boas da periferia, potencializando o bairro da Cabanagem. O Programa Territórios pela Paz deu qualidade de vida para os moradores, que há muitos anos se sentiam renegados com a ausência do poder público”, enfatizou.

Para o mediador Paulo Garcia, coordenador do Núcleo de Comunicação da Seac, “é sempre um prazer falar sobre comunicação, principalmente sobre comunicação comunitária, e como ela se configura como ferramenta para se conectar com a população. Nesta mesa falamos sobre algumas iniciativas que ampliam a cobertura e o debate para o público dentro das periferias, assim como trocamos experiências e os esforços que a rede local da cidadania do governo do Estado desenvolve como estratégias de linguagens para alcançar o público do Programa Territórios pela Paz”.

Empreendedorismo - Na segunda mesa-redonda foram abordadas iniciativas no âmbito do TerPaz e como o empreendedorismo pode contribuir para a emancipação das mulheres e a interrupção de violências cotidianas. Participaram a gestora do Território do Benguí, Juliana Chaves, que reforçou a importância de políticas públicas voltadas ao público feminino.

“Acredito que todos os outros gestores encontraram alguma dificuldade inicial ao chegar ao Território. Felizmente, superamos essa fase, e hoje temos uma ocupação territorial do Bengui, onde conseguimos rodar as ações do TerPaz e atender às demandas da população de forma muito tranquila. Hoje fiz parte da mesa-redonda sobre empreendedorismo feminino, que é um dos grandes objetivos do Programa, já que as mulheres são parte do nosso público-alvo. O Território do Bengui foi escolhido para esse debate justamente por termos nos destacado em ações ligadas às mulheres, como foi o caso dos projetos Máscara para Todos e Ela Pode, que discutimos hoje”, contou.

A pesquisadora e assistente de Projetos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), Amanda Pimentel, destacou em sua palestra os desafios enfrentados pela mulher. “Nesse período pandêmico nós vimos um aumento no número de casos de violência contra a mulher, principalmente depois que a quarentena foi decretada no Brasil, na segunda quinzena de março do ano passado. O que levou, inclusive, importantes organizações internacionais, como a ONU Mulheres, que é o escritório das Nações Unidas especializado em questão de direitos das mulheres, a afirmar que logo no início da pandemia estávamos vivendo uma dupla pandemia: primeiro a da Covid-19, e ao mesmo tem uma de violência contra a mulher. Nesse contexto, no Fórum trabalho assessorando uma série de projetos da instituição, em especial aqueles voltados ao tema da violência de gênero. Coletamos dados e informações junto aos órgãos estaduais e federais, além de lançarmos reflexões e propostas para o enfrentamento às diversas formas de violência, buscando também influenciar o debate público e a formação da opinião pública sobre esses temas”, disse a pesquisadora.

Autonomia financeira - O Projeto Ela Pode é uma parceria do governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), com a Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp), nas ações do TerPaz. A metodologia é do Instituto Rede Mulher Empreendedora, braço social da Rede Mulher Empreendedora, maior rede de apoio ao empreendedorismo feminino do Brasil, que visa capacitar duas mil mulheres nos sete bairros do TerPaz. “O ‘Ela Pode’ é um projeto voltado ao estímulo da autonomia financeira e socioemocional de mulheres pela perspectiva do empreendedorismo feminino, entendendo que é muito importante que a mulher construa sua autonomia financeira e socioemocional para que seja protagonista das suas escolhas”, explicou a coordenadora do “Ela Pode”, Jana Boghi.

Para a mediadora Carol Sales, “no Pará nunca houve um programa que trabalhasse de fato essa política de participação comunitária junto da gestão pública. Construir isso é um processo muito rico. Hoje, com quase dois anos nos Territórios, nós podemos entender um pouco melhor como funciona cada recorte e traçar um plano pra trabalhar isso junto dos nossos parceiros. No Bengui, por exemplo, existe uma representatividade feminina muito grande. É o único Território pela Paz que tem uma sede do Grupo de Mulheres Brasileiras. Já conseguimos desenhar quais os serviços que irão atender a mulher que também é mãe, empreendedora, dona de casa, servidora”.

Texto: Elizabeth Teixeira (Ascom/Seac)

Fotos: Divulgação

 

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Webnário aborda o tema Mulheres Empreendedoras

Sectet - qua, 28/04/2021 - 12:07
28/04/2021

O tema “Mulheres Empreendedoras” será abordado na noite desta quinta-feira (19) dentro da programação do webnário “Percursos para uma Governança Participativa - Experiências e Práticas do TerPaz”, organizado pela Secretaria Estratégica de Articulação da Cidadania (Seac).

A mesa, que se inicia às 19h50, contará com a exposição da experiência do projeto Ela Pode, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) em colaboração com a Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp), dentro das ações do Programa Territórios pela Paz (TerPaz) do Governo do Estado.

Iniciativa do Instituto Rede Mulher Empreendedora, maior Rede de empreendedorismo Feminino do Brasil, com o apoio da Google, o Ela Pode visa capacitar as moradoras dos sete bairros que compõem o TerPaz nas cidades de Belém, Ananindeua e Marituba.

No webnário, o projeto será representado por uma das coordenadoras do Ela Pode, Jana Boghi. Ela ressalta que ‘’o Ela Pode é um projeto voltado para o estímulo da autonomia financeira e socioemocional de mulheres pela perspectiva do empreendedorismo feminino, entendendo que é muito importante que a mulher construa sua autonomia financeira que seja protagonista das suas escolhas’’.

O webnário teve início no dia 27 de abril e vai até esta sexta-feira (30) com o objetivo de intercambiar experiências e práticas de gestão participativa no âmbito das políticas públicas. Além disso, visa sistematizar as boas práticas em torno TerPaz, socializar as atividades e resultados das Redes Locais de Cidadania do programa e intensificar a divulgação dos resultados e tecnologias sociais obtidos a partir de experiências e práticas, bem como, conhecer e compartilhar experiências de governança local.

Serviço: O evento é aberto ao público em geral e transmitido pela página da Seac no Facebook. Para participar é só acessar AQUI.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet, com informações da Ascom/Seac)

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Forma Pará

Sectet - sex, 16/04/2021 - 13:27
16/04/2021

Vestibular do Programa Forma Pará permanece suspenso devido à pandemia

Na tarde desta quinta-feira (15), estiveram reunidos representantes da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), das Instituições de Ensino Superior, prefeituras envolvidas e da Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp) para definir sobre a possível nova data das provas para o processo seletivo do Programa Forma Pará. Entretanto devido ao bandeiramento vermelho da maioria dos municípios em questão diante do atual cenário de pandemia ainda não foi possível marcar uma nova data.

O processo diz respeito à chamada 2020 do programa que abriu 995 vagas de 15 cursos em 18 municípios e 2 distritos paraenses. Inicialmente a prova estava prevista para dezembro de 2020, mas teve que ser adiada para abril deste ano, porém com o aumento de casos de Covid-19 em todo o estado, optou-se por suspender a prova a fim de preservar a saúde dos candidatos. A coordenação do Programa Forma Pará reforça que as inscrições realizadas continuam válidas.

O Forma Pará foi lançado em 2019 e oferta cursos de nível superior em municípios onde não há campi de IES públicas ou onde o curso demandado não é ofertado. A meta é oferecer, em quatro anos, quatro mil vagas em todas as regiões de integração do Estado. Ainda em 2021, a Sectet lançará novo edital com a oferta de vagas de novos cursos em diversos municípios paraenses.

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