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Projeto “Mapas Digitais” seleciona bolsistas neste sábado (29)

Sectet - qui, 27/02/2020 - 12:05
27/02/2020

Neste sábado (29), a partir das 8 horas, o campus da Universidade Federal do Pará (UFPA), em Ananindeua, receberá mais uma ação do Programa Território pela Paz (TerPaz) do Governo do Estado. Desta vez, o projeto Mapas Digitais, realizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceria com a Faculdade de Tecnologia em Geoprocessamento da UFPA, irá selecionar os bolsistas que ajudarão a desenvolver as atividades do projeto nos bairros atendidos pelo TerPaz.  

Serão 20 estudantes universitários escolhidos entre os próprios moradores dos bairros atendidos pelo TerPaz para trabalharem como bolsistas do projeto durante 12 meses, ajudando na elaboração dos mapas. Durante a seleção, todos os inscritos passarão por um curso de qualificação sobre georreferenciamento e elaboração de mapas e ainda receberão um certificado da UFPA. “Moradores que não forem selecionados para as bolsas poderão fazer o treinamento e participar do projeto como voluntários”, ressalta o coordenador do projeto, professor Paulo Melo.

Em cada um desses bairros serão elaborados dez mapas digitais, identificando a localização de pontos como: rede de escolas públicas e privadas; ruas sem pavimentação; praças e terrenos com potencial para implantação de projetos sociais e ambientais; quintais urbanos com potencial para a prestação de serviços ambientais; centros culturais e comunitários; hospitais e postos de saúde; linhas e paradas do transporte público; comércio e pequenas empresas. Dessa forma, o poder público consegue localizar os problemas dos territórios e providenciar soluções, assim como esses mapas servem de referência para a elaboração de políticas públicas eficientes nos bairros. 

Inscrição – Para participarem da seleção os universitários fizeram a inscrição para concorrer às bolsas do projeto após assistirem às apresentações do projeto Mapas Digitais, realizadas em seus respectivos bairros. Os inscritos no processo seletivo precisaram atender a alguns critérios como ser morador do bairro no qual atuará como bolsista; ser estudante de nível superior; ser aluno de baixa renda; além de não possuir vínculo empregatício ou ser bolsista em outro lugar. 

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Carnaval da Prodepa leva alegria aos funcionários da empresa

Prodepa - sex, 21/02/2020 - 17:05
21/02/2020 - 17:00

 

Na manhã desta sexta-feira, 21, a folia tomou conta das salas e corredores da Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa). O “Carnaval da Prodepa contou com a presença da Charanga Zona da Folia, que percorreu todas as salas da empresa e agitou a festa dos funcionários. Na ocasião, foram distribuídos 400 preservativos disponibilizados pela Secretaria Municipal de Saúde (Sespa).

O momento foi organizado pela Divisão de Desenvolvimento de Pessoas (DDP), com o objetivo de valorizar a qualidade de vida no trabalho. Segundo Rui Carvalho, gerente da DDP, “a ideia do momento foi animar o pessoal e instigar o espírito de carnaval para que este possa trabalhar mais feliz e alegre”. O gerente também conta que esta foi a primeira edição do Projeto e teve um ótimo resultado.

Solange Costa, gerente de pessoas da DDP, que ficou com a tarefa de distribuir preservativos em todas as salas da empresa na companhia da banda e dos foliões, chama atenção para o cuidado com a saúde durante o carnaval. “Neste carnaval é muito importante tratar da saúde. Devemos ser curtir com alegria e responsabilidade”, alerta.

Para Socorro Lemos, do setor de Benefício Social da Prodepa, o projeto é um momento de intereção entre os funcionários da empresa. “É uma comemoração da empresa com a qualidade de vida e onde integra todos os empregados num momento festivo”, diz em tom de folia.

Há 4 anos atuando na área artística de Belém, a Banda Chagara Zona da Folia busca resgatar a música tradicional de carnaval da Região. O instrumentista Adriano Aleixo, um dos integrantes da banda, ficou encantado com a receptividade dos funcionários da Prodepa. “O público da Prodepa é muito participativo. Muito legal isso da parte dos funcionários. E foi muito importante para que a brincadeira fluísse do jeito que fluiu, bem legal”, diz.

Dona Socorro, do protocolo, conta que a iniciativa do projeto é muito importante para esquecer um pouco os problemas pessoais. Para ela “a festa traz um bem estar e anima, nos faz esquecer um momento os problemas que temos”. Agradeço à presidência e aos organizadores pela iniciativa”, finaliza.

 

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“Meu Endereço” dá início ao trabalho de campo no Jurunas

Sectet - qui, 20/02/2020 - 15:02
20/02/2020

O aposentado Sabino Teixeira da Silva, 76 anos, mora no bairro do Jurunas, em Belém, há 43 anos. Com o crescimento da família, foi dividindo o terreno para abrigar filhos e netos. Hoje são quatro residências num lote de cinco metros de frente por 38 metros de fundo. Seu Sabino recebeu nesta quarta-feira a visita da equipe do projeto “Meu Endereço: lugar de paz e segurança social”, desenvolvido no programa Territórios Pela Paz (TerPaz) por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA).

Com as visitas técnicas já em andamento nos demais bairros do TerPaz, o “Meu Endereço” deu início nesta quarta à ida até as residências das 73 famílias cadastradas no Jurunas, último território a receber as atividades do projeto. A primeira visita foi na casa da família do seu Sabino, que mora no local com mais 23 pessoas. “A minha expectativa e de toda a família é dividir o terreno em quatro lotes iguais e cada um ter a sua moradia legalizada. É uma esperança enorme”, diz o carpinteiro, que veio do Marajó quando tinha 16 anos de idade.

A família espera ainda alcançar outros programas sociais para fazer melhorias nas casas e drenar o terreno, que sofre com alagamentos nesse tempo de chuvas.  O geógrafo Cleison Costa, que faz parte da equipe do projeto, explica que durante as visitas serão levantados os dados familiares e as medidas dos lotes e das moradias. “Os dados são coletados por supervisores e assistentes do projeto que residem nas comunidades, facilitando o diálogo social. O nosso planejamento é realizar quatro visitas familiares por dia até atender todas as demandas no território jurunense”, detalha.

O “Meu Endereço” oferece assistência técnica profissional e inovação tecnológica no processo de regularização fundiária, acesso a políticas públicas e auxílio na resolução de conflitos. “Sabemos que é comum haver conflitos entre vizinhos e até mesmo entre familiares na disputa por lotes urbanos. Promovendo o diálogo e buscando o consenso, procuramos resolver essas questões para que todos vivam num ambiente de paz”, enfatiza a coordenadora do projeto, Myriam Cardoso.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet) com a cololaboração de Kid Reis (Ascom CRF/UFPA)
Fotos: Kid Reis (Ascom CRF/UFPA)

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Sectet recebe agradecimento por apoio à Mostra de C&T realizada em Abaetetuba

Sectet - qua, 19/02/2020 - 14:31
19/02/2020

Na manhã desta quarta-feira (19), o titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Carlos Maneschy, recebeu a visita do presidente do Instituto Açaí – Ciência e Cidadania na Amazônia, Gilberto Silva, como forma de agradecimento ao apoio do Governo do Estado, por meio da Sectet, à realização da décima edição da Mostra de Ciência e Tecnologia da Escola Açaí (MCTEA), organizada pelo instituto.

A mostra é um evento anual e, em 2019, foi realizada entre os dias 2 e 6 de dezembro no município de Abaetetuba. A MCTEA já se tornou referência para os jovens cientistas que residem no estado e buscam espaço para expor trabalhos e pesquisas inovadores da educação básica ao ensino superior.

As iniciativas apresentadas na mostra costumam ganhar repercussão nacional e internacional, com a participação em feiras da área de ciência e tecnologia, como a Feira Brasileira de Ciência e Engenharia (Febrace), no mês de março em São Paulo; a Feira Brasileira de Iniciação Científica (Febic), em agosto, no estado de Santa Catarina; assim como a Expo Ciência Jovem, de Barcelona.

O presidente do Instituto destacou que dando oportunidade a esses jovens, eles mudam completamente de vida e começam a se transformar, inclusive, em empreendedores também, porque muitos dos projetos que desenvolvem já necessitam, por exemplo, de patente para inseri-los no mercado. Silva considera o apoio do governo estadual de suma importância para a realização da mostra. Ele destaca que a MCTEA não é um evento que dura só uma semana, pois muda vidas, ajudando na solução de processos e problemas.

“Quando conseguimos mudar a vida desse jovem, também conseguimos mudar a visão da família desse jovem, da comunidade desse jovem, porque percebe que o governo realmente está investindo nele de forma positiva, porque com o projeto que eles desenvolvem transformam não só a sua comunidade, como o seu município, às vezes, seu estado e seu país, dependendo da pesquisa”, conclui Gilberto Silva.

 

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

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Período de inscrição no programa Startup Pará inicia segunda-feira (24)

Sectet - qua, 19/02/2020 - 12:23
19/02/2020

O prazo para submissão de propostas ao programa Startup Pará – Estratégia Estadual para o Empreendedorismo de Base Tecnológica – terá início na próxima segunda-feira (24). O programa é desenvolvido pelo governo do estado por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) e da Secretaria de Estado de Planejamento e Administração (Seplad).

O Startup Pará irá selecionar dez propostas em cada uma das duas modalidades do programa. Os empreendedores selecionados receberão capacitação, treinamento, mentoria e apoio financeiro.  A modalidade “Novos Negócios” é voltada a projetos de processos ou produtos inovadores, com potencial para se transformar em empreendimentos que incorporem novas tecnologias. A modalidade “Aceleração” abrange propostas que já tenham um produto ou que já disponham de clientes, mas que necessitam alavancar as vendas e/ou acelerar seu negócio a partir de assistência técnica especializada.

Áreas temáticas - As propostas nas duas modalidades devem estar dentro das áreas temáticas do programa que são: educação; energia; mineração; saúde e qualidade de vida do cidadão; Govtech (Inovação na Administração Pública); Agrotech, com destaque para agroindústria e piscicultura; biotecnologia; Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC); inteligência artificial; e logística.

Todas as propostas inscritas participarão da primeira etapa do programa que é o “Enquadramento”, quando será avaliado se todos os pré-requisitos foram preenchidos. A partir daí será feita a “Seleção” que vai avaliar e classificar as propostas e 15 de cada modalidade passarão para a terceira fase que é a “Execução”. Nessa fase as pessoas envolvidas nos projetos receberão ações de assistência técnica como masterclass e workshops, sessões de mentoria e eventos de networking. No final da “Execução”, após cerca de três meses de atividades, será realizado o “Demo Day”, que reunirá potenciais investidores e clientes para as startups e quando será divulgado o resultado final da etapa.

Investimento – O desempenho dos empreendedores no “Demo Day” será avaliado pelo Comitê Gestor do Startup Pará, que elegerá as dez propostas de cada modalidade que receberão o investimento para iniciar seus projetos – no caso de “Novos Negócios” – ou alavancar suas startups – no caso da “Aceleração”.

Serão destinados recursos no valor global de aproximadamente R$ 3,5 milhões sendo investidos até R$ 2,8 milhões diretamente nas propostas. Para a modalidade “Aceleração”, as propostas devem ter valor de até R$ 200 mil e para a modalidade “Novos Negócios”, as propostas devem ter valor de até R$ 80 mil, perfazendo um total máximo de investimento de R$ 2,8 milhões. Os demais recursos financeiros serão utilizados no desenvolvimento do programa.

A coordenadora do Startup Pará, Maria Trindade, alerta para que os interessados “fiquem atentos para o modelo de negócio e o plano de negócio, na modalidade ‘Aceleração’ durante a inscrição, itens importantes também para o processo avaliativo”. O edital está disponível no site do Startup Pará (https://startuppara.fapespa.pa.gov.br/a/), onde as inscrições podem ser feitas até o dia 03 de abril.

Texto: Jeniffer Galvão

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Projeto “Ela Pode” vai atuar em territórios atendidos pelo TerPaz

Sectet - seg, 17/02/2020 - 15:51
17/02/2020

Na manhã desta segunda-feira (17), representantes da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) receberam a visita de Helen Gonçalves e Janaína Borghi, que são coordenadoras do Projeto “Ela Pode”, no Pará. A iniciativa utiliza metodologia realizada nacionalmente com parceria da Google, voltada para o empreendedorismo feminino a fim de garantir a independência financeira de mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica. O projeto é mais uma das parcerias fechadas pelo Governo do Pará, por meio da Sectet, para integrar as ações do programa Território pela Paz (TerPaz).

“O ‘Ela Pode’ trabalha de forma a ajudar tanto a mulher que é empreendedora com ferramentas que possam auxiliar no dia a dia do seu negócio, quanto aquelas mulheres que estão buscando a inserção no mercado formal de trabalho. Trabalhamos desde ferramentas digitais à parte de liderança, comunicação, negociação, conteúdos que proporcionam essa autonomia no processo de tomada de decisão, principalmente, em busca da autonomia financeira”, explicou Helen Gonçalves.

As coordenadoras destacaram que a capacitação é a primeira etapa de um processo que busca a instalação de políticas públicas efetivas que favoreçam o empreendedorismo feminino. A partir das capacitações e da promoção de uma rede de contatos e consumo dentro dos próprios territórios serão gerados indicadores e outros mapeamentos que ajudam no desenvolvimento dessas mulheres e na concretização de políticas públicas.

Elas ressaltaram ainda que, a partir da parceria com o Governo do Pará, o trabalho do “Ela Pode” será capaz de se multiplicar a fim de capacitar uma quantidade maior de mulheres, pois já existe todo um cenário e um processo de mobilização, de articulação, de parcerias, além de programas que podem fortalecer e retroalimentar o programa. A expectativa é de que, em cinco meses, duas mil mulheres, a partir de 16 anos, sejam capacitadas em cursos com carga horária de 16 horas que devem começar no mês de março.

Para Janaína Borghi, a mobilização já iniciada pelas ações no TerPaz nos bairros facilitará a comunicação com as mulheres a serem capacitadas. “Vamos atuar nos sete territórios, distribuídos em Belém, Marituba e Ananindeua. Faremos um processo de inserção a partir da mobilização que já foi iniciada pelo TerPaz, entendendo como a realidade de cada bairro se apresenta e como conseguimos seguir o melhor caminho de mobilização das mulheres. Sempre em um contato muito próximo com a comunidade, vamos entrar desenvolvendo um olhar sensível, trabalhando o material para que essa linguagem seja próxima às mulheres para que elas consigam de fato acessar e compreender”, detalhou.

 

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

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Equipes do Projeto Meu Endereço desenham plantas dos lotes dos territórios do Ter Paz

Sectet - seg, 17/02/2020 - 12:37
17/02/2020

Sistematizar o levantamento das informações socioeconômicas e consolidar os dados físicos territoriais coletados em visitas técnicas de campo perante as 498 famílias inscritas no Projeto Meu endereço: lugar de paz e segurança social. A soma destas duas ações marcaram, durante a primeira quinzena de fevereiro, uma nova etapa da parceria entre a Universidade Federal do Pará (UFPA) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional (Sectet) e implementa o trabalho dos estagiários de engenharia e  arquitetura na projeção das plantas de localização do imóvel, a planta de dimensão do lote e a confecção do memorial descritivo do lote, além de sistematizar o parecer das condições construtivas e de segurança estrutural de cada moradia. A informação é de Renato Neves, engenheiro pesquisador do Instituto de Tecnologia da UFPA e vice-coordenador do Projeto.

O Projeto Meu endereço: lugar de paz e segurança social foi lançado no segundo semestre do ano passado e oferece a assistência técnica profissional e inovação tecnológica em direito à cidade, além de trabalhar para promover, por meio do Programa TerPaz, a inclusão social visando reduzir os conflitos socioambientais urbanos por meio de ações de segurança pública e de cidadania nas áreas de habitação, educação, saúde, cultura, esporte e lazer nos bairros do Icuí-Guajará, em Ananindeua; bairro Nova União, em Marituba; Cabanagem, Benguí, Guamá, Jurunas e Terra Firme, em Belém.

Aprendizado por meio da realidade urbana - Para Flávio Roberto Bentes, estudante do 8º semestre de engenharia civil no Instituto de Tecnologia da UFPA e estagiário do Projeto, no bairro da Terra Firme, o aprendizado durante o trabalho de campo estimula uma reflexão crítica sobre as disparidades entre a teoria ministrada em sala de aula, a realidade dos bairros mais estruturados urbanisticamente da cidade e as casas construídas nas áreas periféricas dos sete territórios.

“O foco imediato da comunidade é o título para garantir o direito social à moradia e o cheque moradia para a melhoria da edificação. No entanto, nas casas que coletei as informações para projetar a planta do lote não tinha saneamento básico e a iluminação pública é inadequada, além dos riscos de desabamento da moradia e das perdas de móveis pelos alagamentos. Esta realidade me ensina ser um profissional mais consciente e compreender a função social da engenharia, assim como revela a ausência do poder público e dos investimentos privados em áreas carentes da cidade”, enfatiza Flávio.  

Por sua vez, a universitária Mariane Cristina Queiroz, do 4º período de curso de Serviço Social no Centro Universitário Leonardo Da Vinci (Uniasselvi), a experiência do primeiro estágio é gratificante. “A teoria na prática é diferente. A lei na prática é incompleta e é precisamos debater estes direitos constitucionais com as comunidades. O Serviço Social é uma ponte para compartilhar estes conhecimentos. É uma prática permanentemente de aprender e de ensinar nas relações comunitárias no bairro do Guamá” assinala Mariane.

Kit Meu endereço - Segundo Myrian Cardoso, professora da Faculdade de Engenharia Sanitária e Ambiental e coordenadora do Projeto Meu Endereço, os dados resultantes da somatória das informações socioeconômicas com as informações coletadas nas visitas técnicas são estratégicos para a elaboração do Kit Meu endereço, que  é composto pela planta de localização georreferenciada do imóvel, planta das dimensões do lote e memorial descritivo, parecer das condições construtivas e segurança estrutural, parecer de avaliação imobiliária com o valor do imóvel e recomendação à programas sociais do governo do Estado do Pará, ou às demais instituições que aderirem à Central de Atendimento Multiprofissional. A meta é entregar os primeiros kits durante a Feira do Saber & Conviver, a ser realizada neste semestre.

Andreia da Silva é moradora do bairro Nova União, em Marituba, e mãe de três filhos. Ela vive em união estável e a moradia possui uma cozinha, dois quartos, uma sala, um alpendre e uma baiuca, em construção na frente da casa, para gerar renda familiar com o artesanato. “A minha expectativa no kit é conseguir acesso ao cheque moradia ou a outra linha de financiamento para melhorar a casa para a minha família. Quando venta, o teto estala, balança e parece que vai cair em cima dos meus filhos. Quando chove, a casa alaga, a vala da rua transborda e o asfalto sonrisal vai desaparecendo. É um desafio viver assim. Quero realizar o sonho da minha família”, sinaliza.

Texto e fotos: Kid Reis - Ascom CRF/UFPA

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Sectet apresenta Programa Forma Pará para colégio de dirigentes do IFPA

Sectet - qua, 12/02/2020 - 15:10
12/02/2020

“Estamos nos sentindo honrados com a visita do Secretário e a possibilidade de participar desta ação tão importante, não para o Instituto ou para a Secretaria, mas principalmente para o desenvolvimento do estado na medida em que leva a educação superior pelos nossos municípios”. Avaliou o reitor do Instituto Federal do Pará (IFPA), Cláudio Alex Jorge da Rocha, após a reunião que ocorreu na manhã desta quarta-feira (12), na reitoria do Instituto, a respeito do Projeto Forma Pará, ação do Governo do Pará, realizada por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), com a parceria de Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e prefeituras municipais.

Estiveram presentes no encontro o titular e a adjunta da Sectet, Carlos Maneschy e Edilza Fontes, além de diretores gerais dos campi e pró-reitores do IFPA. Na oportunidade, o secretário esclareceu sobre o projeto, destacando que este tem como principal objetivo diminuir o déficit de formação superior e tecnológica nos municípios paraenses. Para tanto, busca-se dar oportunidade de acesso ao ensino superior a pessoas que residem em municípios onde não existem campi universitários ou onde os polos das instituições públicas não oferecem o curso demandado pela população.

Maneschy ressaltou que o Forma Pará funciona diante de três eixos: as demandas dos municípios que chegam até a Secretaria; a disponibilidade das IES; e a disponibilidade orçamentária da Sectet. Nesse sentido, o titular da secretaria revelou que, em 2019, foram investidos R$ 5 milhões no projeto, o que possibilitou a abertura de 20 turmas, com 50 alunos cada, em 15 municípios.

Investimento - A previsão é que, até 2022, seja investido um total de R$ 20 milhões, o que corresponde a quatro mil vagas, sendo 1.000 por ano. “Pode parecer pouco diante da demanda deste estado, que é tão grande, mas é muito mais, por exemplo, do que todas as universidades públicas juntas poderiam oferecer de novas vagas nos próximos anos”, enfatizou o secretário.

O titular da Sectet comemorou ainda o fato de que o orçamento na área de ciência e tecnologia tem aumentado no estado. Ele destacou que, de 2019 para 2020, por exemplo, o orçamento disponibilizado pelo Governo do Pará à Fapespa mais do que duplicou.

Além disso, no último dia 3 de fevereiro, o governador Helder Barbalho assinou projeto de lei, encaminhado à Assembleia Legislativa, que destina 20% dos recursos da Contribuição Financeira da Exploração Mineral (CFEM) para investimentos em ciência, tecnologia e inovação do estado do Pará.

Oferta de vagas - Durante a reunião, foram alinhadas ainda as ofertas de vagas, por meio do IFPA, assim como foram esclarecidas as dúvidas dos presentes a respeito da execução do projeto e realização dos cursos nos municípios. Diante dos questionamentos e exposições das dificuldades de cada região, o secretário Carlos Maneschy sugeriu que as instituições também manifestassem suas ideias e que todos façam esforços no sentido de inovar para que os cursos não deixem de ser ofertados. “Precisamos sair da zona de conforto, porque se nos apegarmos a ela não iremos a lugar algum”, estimulou.

Para que ocorra a oferta de cursos em determinados municípios, é necessário que a prefeitura de cada lugar acione a Sectet, expondo as demandas locais de acordo com as vocações produtivas de cada região. Diante disso, serão analisados os indicadores, as necessidades e as prioridades de cada município.

As IES públicas que ofertam os cursos demandados e possuem campi próximos às sedes dos municípios demandantes são, então, acionadas para a oferta das turmas que poderão ocorrer de forma intensiva ou regular modular. Os processos seletivos para preenchimento das vagas ocorrem por meio da própria IES parceira.

No último domingo (9), por exemplo, a Universidade do Estado do Pará (Uepa) realizou o processo seletivo especial para o preenchimento de 50 vagas do curso de Enfermagem, em Curuçá e 50 do curso de Licenciatura em Ciências - Habilitação em Química, em Bagre. Em Curuçá, 977 estudantes disputaram as vagas, uma demanda de 19,54 candidatos por vaga. Já em Bagre, inscreveram-se 429 pessoas, uma concorrência de 8,54 pessoas por vaga.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

Fotos: Erlon Modesto (estagiário de publicidade e propaganda da Ascom/Sectet)

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Prova do Forma Pará será neste domingo em Bagre e Curuçá

Sectet - sex, 07/02/2020 - 17:04
07/02/2020

O próximo domingo (9) será movimentado em Curuçá, no nordeste paraense, e em Bagre, no arquipélago do Marajó. Será realizada nesses municípios a prova objetiva do Processo Seletivo Especial do projeto Forma Pará, desenvolvido pelo governo do estado por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceria com instituições públicas de ensino superior do estado e prefeituras municipais.

O primeiro edital do Forma Pará este ano oferece 50 vagas no curso de Enfermagem, que será realizado em Curuçá e 50 vagas no curso de Licenciatura em Ciências - Habilitação em Química, em Bagre. Os cursos serão ministrados pela Universidade do Estado do Pará (Uepa).

Em Curuçá, 977 estudantes disputam as vagas, uma demanda de 19,54 candidatos por vaga. Já em Bagre, inscreveram-se 429 pessoas, uma concorrência de 8,54 por vaga. O processo seletivo é realizado pela Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp), de 8h às 12h, simultaneamente, nos dois municípios.

Seleção - Os candidatos farão prova com 35 questões objetivas, sendo cinco questões de Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Física, Química e Biologia. Cada questão correta valerá um ponto, totalizando 35 pontos. Para não ser eliminado, o candidato deve acertar pelo menos 20% das questões, o que corresponde a sete pontos.

O edital do PSE prevê bônus de 10% sobre a pontuação da prova objetiva dos candidatos que tenham cursado pelo menos um dos anos, ou estejam cursando o último ano do ensino médio no município em que o curso está sendo ofertado. A secretária adjunta da Sectet e gestora do projeto, Edilza Fontes, esclarece que o bônus é uma forma de possibilitar que estudantes que moram nos municípios ou em locais próximos tenham acesso às vagas. “O principal objetivo do projeto que é levar o curso superior às pessoas que não têm condições de sair de seus municípios para estudar nos grandes centros urbanos”, esclarece a secretária.

Em Curuçá, a prova será realizada na escola estadual Maria de Nazaré Guimarães Macedo. Em Bagre, os estudantes farão a prova na escola municipal Rui Antônio Farias Lobato Filho. Os candidatos devem comparecer ao local designado com antecedência mínima de uma hora, munidos de caneta esferográfica de tinta preta ou azul (corpo transparente), portando o comprovante de inscrição e o documento de identidade original. 

“Esta, certamente, é uma grande oportunidade para todos aqueles que desejam ingressar no ensino superior e dessa forma transformar suas vidas para melhor. Desejo a todos uma excelente prova no domingo”, diz o secretário da Sectet, Carlos Maneschy. 

O resultado do PSE está previsto para ser divulgado até o dia 28 de fevereiro/2020.

Texto: Jeniffer Galvão
Foto: Divulgação do Projeto Forma Pará

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“Quinta da Cidadania” é realizada com moradores do Jurunas

Sectet - qui, 06/02/2020 - 17:42
06/02/2020

Histórias de problemas com a moradia e convivência com os vizinhos formam o enredo das músicas usadas na manhã desta quinta-feira (6) para aproximar o diálogo com os moradores que foram até a sede da Comunidade de Base do Jurunas (Cobajur) para obter informações sobre o projeto “Meu Endereço: lugar de paz e segurança social”. 
O projeto é desenvolvido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA) e faz parte das ações do Programa Territórios Pela Paz (TerPaz), do governo do estado.

A cada música cantada pela coordenadora do projeto, Myrian Cardoso, os moradores manifestavam familiaridade com a história das protagonistas das canções, a maioria mulheres, como a plateia presente. Foi assim que cerca de 60 pessoas tomaram conhecimento sobre os serviços que podem acessar pelo “Meu Endereço”. 

Esta foi a segunda “Quinta da Cidadania” realizada no bairro. A terceira será na próxima semana, quando as famílias interessadas devem levar a documentação para fazer o cadastro preliminar. A coordenadora informa que na primeira ação houve pouca participação por causa do acesso ao local.

Funcionamento – Myrian explicou que o projeto tem, em linhas gerais, três fases. A primeira é identificar a localização do endereço, o número da casa, nome da rua e a qual bairro pertence. Depois vem a fase da medição do terreno e da casa, quando se faz a planta do imóvel. Em seguida é feito um parecer sobre as condições da moradia.

Os moradores concordaram que há situações em que as informações do endereço são confusas, situações até com o mesmo endereço em dois bairros, quando são limítrofes. Também já viveram ou souberam de conflitos com vizinhos causados pela indefinição dos limites dos lotes de cada um. E, na maioria das vezes, têm necessidade de um parecer sobre as moradias para poder acessar os programas sociais de auxílio para reformas e reconstruções.

“É nessas situações que o Meu Endereço vem ao auxílio de vocês. Vamos fazer os levantamentos necessários para que tenham as plantas técnicas e pareceres necessários para conseguirem a titulação dos imóveis e direcionamento para acesso aos programas sociais”, informou a coordenadora. Ela deixou claro que o projeto auxilia no processo de regularização ao disponibilizar documentos necessários à titulação, mas não tem atribuição legal de conceder títulos. Também encaminha aos programas de auxílio social, pois não disponibiliza de recursos para reformar ou construir.

Expectativas – Eliana Moraes é moradora do Jurunas e estava atenta às informações. Ficou entusiasmada com o projeto e a forma como as informações foram repassadas. “Gostei muito das músicas e quero usar nas minhas ações sociais”, disse. Ela é professora e desenvolve atividades com 20 crianças do bairro em sua própria casa. Como já fez o cadastro no programa “Cheque Moradia”, da Companhia de Habitação do Pará (Cohab), Eliana vai se cadastrar no projeto para tentar agilizar o processo. “Acredito que por aqui poderemos ter mais segurança em ter uma resposta, pois o contato é mais direto”, anima-se.

Márcia Bastos faz parte da diretoria da Cobajur e também estava animada com a chegada do “Meu Endereço”. Ela tomou conhecimento por meio de outras ações do TerPaz e conversou com os outros membros da diretoria da entidade para que a Cobajur fosse a base do projeto no Jurunas. “A expectativa é que as pessoas alcancem seus objetivos, seja regularização, seja melhoria na moradia. Trazer para cá é muito importante, pois muitos têm dificuldades de sair do bairro para acessar serviços nos locais mais centrais da cidade”.

Serviço - A próxima “Quinta da Cidadania” do Jurunas será no dia 13/02, de 9h às 12h, na Cobajur, na Rua São Silvestre, 17. Os moradores devem levar cópia do documento de identidade, CPF, comprovante de residência e comprovante de ocupação (se houver).

Texto: Jeniffer galvão (Ascom Sectet)
Fotos: Priscila Castro (Ascom Sectet)

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Governo do Pará aumenta investimento em ciência, tecnologia e inovação

Sectet - seg, 03/02/2020 - 16:19
03/02/2020

Nesta segunda-feira (3), no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas, foi realizado o lançamento do Edital de Seleção do Programa Startup Pará, iniciativa que irá fomentar o empreendedorismo paraense para projetos inovadores. Na cerimônia também foi feita a assinatura do Projeto de Lei que irá destinar 20% dos recursos da Contribuição Financeira da Exploração Mineral (CFEM) para investimentos em ciência, tecnologia e inovação do estado do Pará.

O governador do estado, Helder Barbalho, celebrou o lançamento do edital do Startup Pará, bem como a assinatura do Projeto de Lei. “Hoje, nós definitivamente sinalizamos à sociedade paraense uma escolha de Estado, e não de governo, quando enviamos à Assembleia Legislativa um projeto de lei que permitirá a vinculação de 20% dos recursos oriundos da CFEM, particularmente em nosso estado drenado pela força do minério, para a a pauta da ciência, tecnologia e do conhecimento".

Segundo o governador, estima-se que serão destinados em torno de 60 a 70 milhões de reais para a área da ciência e tecnologia. "O que nós estamos fazendo hoje aqui é dizendo: ‘vamos aproveitar a nossa riqueza finita para plantar e semear o conhecimento que é a maior riqueza infinita que uma sociedade pode ter’”, afirmou.

O secretário de ciência e tecnologia, Carlos Maneschy, afirmou que esta iniciativa visa construir um novo futuro, destinando recursos da exploração mineral naquilo que é fundamental para a economia e para sociedade: o conhecimento. “O governo faz aqui uma aposta definitiva no conhecimento como transformador da sociedade. É o conhecimento que nos tira do conforto da mesmice para nos lançar no confronto das mudanças. É o conhecimento que muda o caráter da economia nos dias de hoje”, declarou Maneschy.

Startup - O programa Startup Pará foi lançado no dia 19 de dezembro no Teatro Estação Gasômetro. Nesta segunda (30), o edital foi oficialmente publicado.  “Este momento representa, verdadeiramente, um grande passo em direção ao futuro”, afirmou o secretário Carlos Maneschy. “Nesse programa reside a expectativa do fato de que nós podemos mudar o modelo de exploração econômica, a visibilidade e a repercussão deste estado".

O programa possui duas modalidades: a primeira é a “Novos Negócios”, voltada para estímulo às ideias de empreendedores que esperam uma oportunidade de fazer com que suas ideias possam se transformar em negócios. Nesta modalidade, serão selecionados inicialmente 15 projetos, que receberão formação e capacitação. Em seguida, passarão por um processo de avaliação em que serão escolhidas 10 propostas que poderão receber até 80 mil reais para desenvolver suas ideias e transformá-las em novos negócios.

A segunda modalidade é de “Aceleração”, sue estimulará empresas de base tecnológica já estabelecidas e que usam a inovação como insumo de sua produção. Nesta modalidade também serão selecionados 15 projetos que receberão formação e capacitação, dos quais 10 receberão suporte de até 200 mil reais para continuar seus negócios.

“No dia de lançamento do programa nós tínhamos a clareza que o objetivo era estimular a criação, implantação e consolidação de novos negócios que tenham a inovação e o espírito empreendedor como fundamento da sua própria essência. O que nós queremos é a possibilidade de colocar o conhecimento como um agente transformador sócio econômico no Pará”, explicou Carlos Maneschy.

Participaram da cerimônia autoridades estaduais, reitores das instituições de ensino superior públicas e privadas, empreendedores e comunidade acadêmica em geral, lotando o espaço do teatro Maria Sylvia Nunes.

Edital Startup Pará: https://startuppara.fapespa.pa.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Edital_FAPESPA_Startup_PA_02_2020-2.pdf

 

 

Texto: Matheus Luz (estagiário de jornalismo da Ascom/Sectet)

Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

 
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Trabalho de campo marca nova etapa do Projeto Meu Endereço no programa TerPaz

Sectet - dom, 02/02/2020 - 21:18
02/02/2020

Nesta segunda-feira (3), equipes do projeto “Meu Endereço – lugar de paz e segurança social” iniciam o levantamento dos dados socioeconômicos e a identificação das estruturas das moradias de 498 famílias dos sete bairros beneficiados pelo programa Territórios Pela Paz (TerPaz), do governo do estado. O projeto é desenvolvido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional (Sectet) em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA).

A coordenadora do projeto, Myrian Cardoso, explica que essa é uma nova fase do “Meu Endereço”. Desde o lançamento do Programa TerPaz, em julho de 2019, o projeto foi apresentado nos bairros, onde foram realizadas as “Quintas da Cidadania”, para inscrição das famílias. Em seguida, foi debatido o direito à cidade, coletadas as demandas e realizadas visitas técnicas preparatórias dos supervisores e assistentes de cadastramento.

Agora as equipes estão treinadas e capacitadas a fazer os levantamentos dos dados. “Serão sistematizados os dados coletados em campo sobre as demandas relacionadas com a assistência técnica, resolução de conflitos socioambientais, suporte tecnológico ao endereço certo, regularização fundiária e os encaminhamentos aos programas sociais do governo”, esclarece a coordenadora

Equipes interdisciplinares - As equipes são compostas por historiador, engenheiro, educador físico, sociólogo, geógrafo, sanitarista e assistente social, entre outras profissões. Todos foram selecionados nos bairros atendidos pelo projeto, o que facilita a interação social e a confiança no relacionamento durante a coleta de dados na comunidade.

Durante os meses de fevereiro e março serão realizadas as visitas técnicas nos bairros do Icuí, em Ananindeua; Nova União, em Marituba; Cabanagem, Terra Firme, Benguí, Guamá e Jurunas, em Belém. As equipes visitarão as famílias às terças, quartas e quintas-feiras. Às segundas e sextas-feiras, haverá reunião das equipes na sede da Comissão de Regularização Fundiária da Universidade Federal do Pará (CRF-UFPA), localizada no campus do Guamá, onde serão processados os dados de campo.

“As equipes serão monitoradas por um gestor do projeto, que terá a responsabilidade de analisar a prática da coleta dos dados territoriais, assim como as interações humanas com as famílias nos territórios”, informa Myrian Cardoso.

Nos sete meses de trabalho, segundo a coordenadora, as equipes foram selecionadas e treinadas para trabalhar com diversas peças técnicas e ferramentas tecnológicas a serem utilizadas no trabalho de campo.  Foram debatidos, também, os conceitos sobre fluxo de processos e a importância do laudo e do parecer técnico profissional das edificações, além de uma ampla análise sobre a segurança, habitabilidade e sustentabilidade das moradias e as relações humanas nas comunidades.

Demandas – Neste período, segundo Cleison Costa, geógrafo do projeto e morador do território da Cabanagem, foram sistematizadas 498 demandas comunitárias, sendo 173 melhorias habitacionais, 239 reivindicações de direitos para garantir o acesso à cidade, 77 solicitações de acesso a recursos públicos, benefícios urbanos e a regularização administrativa do endereço. Foram apontadas 11 mediações de conflitos nos territórios.

O geógrafo enfatiza, ainda, que as equipes aprimoraram os seus conhecimentos sobre a necessidade de uma política pública para organizar o uso e a ocupação do solo nas periferias, além da importância da democratização da participação da comunidade no desenvolvimento urbano.

“Com o trabalho das equipes em campo, solidificamos mais um passo construtivo de uma política pública de assistência técnica em engenharia e arquitetura para reduzir os índices de violência urbana decorrentes dos conflitos socioambientais, fundiários e vicinais nos bairros, além de implementar o direito social à moradia previsto na Constituição brasileira”, enfatiza.

Tecnologia – Rogério Rocha, estudante de Ciências da Computação na UFPA e estagiário do projeto, afirma que aprimora os seus conhecimentos teóricos e práticos sobre a importância das múltiplas linguagens da computação para desenvolver dispositivos tecnológicos móveis que possam ser utilizados pelas equipes para coletar dados em campo, além de substituir os formulários de papel.

Os dados coletados em campo, segundo ele, serão sistematizados e ficarão à disposição numa Central de Inovação e Assistência Técnica de Regularização Fundiária e Resolução de Conflitos Socioambientais Urbanos da UFPA. A Central subsidiará a formulação de políticas públicas nos territórios e poderá ser compartilhada com outros parceiros na região. “É um aprendizado acadêmico, humano, profissional, sustentável e revelador de que a tecnologia tem a sua função social e muito calor humano”, destaca.

Caio Bruno de Carvalho é historiador, supervisor de cadastramento e morador do bairro do Jurunas, em Belém. Para ele, o projeto permite uma leitura sobre a evolução histórica das cidades, mostra as suas contradições urbanas e lança desafios para as equipes que colocarão em prática os treinamentos adquiridos na CRF-UFPA. “Veremos a eficiência dos conceitos apreendidos na medida em que consolidarmos a efetivação das demandas das comunidades dentro do projeto”, finaliza Caio Bruno.

Texto e fotos: Kid Reis- Ascom-CRF-UFPA

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Governo assina PL que destina recursos para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no estado

Sectet - sex, 31/01/2020 - 15:04
31/01/2020

Dia: 03/02/2020
Hora: 10h
Local: Teatro Maria Sylvia Nunes

O governo do Pará irá enviar à Assembleia Legislativa um Projeto de Lei que prevê a destinação de 20% da Contribuição Financeira de Exploração Mineral (CFEM) para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no estado. A assinatura do PL será feita no dia 03 de fevereiro (segunda-feira), às 10h, no teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas. No evento também será feito o lançamento do edital de seleção do programa Startup Pará.

O anúncio sobre a destinação dos recursos para fortalecer as políticas de ciência e inovação no estado foi feito pelo governador no dia 19 de dezembro, na cerimônia de lançamento do Programa Startup Pará. O Programa irá investir cerca de R$ 3,5 milhões em projetos de novos empreendimentos e atividades já com resultados no mercado.

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Grupo integrado pela Prodepa vence premiação internacional na área de inovação no setor público

Prodepa - qui, 30/01/2020 - 16:51
30/01/2020 - 16:45

 

O Grupo de Trabalho Transformação Digital dos Estados e do Distrito Federal (GTD.Gov), do qual a Prodepa participa, foi o vencedor do prêmio Global Public Service - Team of The Year, promovido pela Apolitical, do Reino Unido. O grupo venceu como Time do Ano na categoria Digitalização de Serviços Públicos

A Apolitical é uma das maiores instituições de apoio a governos no mundo. A premiação é mais importante para equipes que trabalham com inovação no setor público.

O GT foi uma das nove iniciativas escolhida em vários países que estavam na disputa, cuja votação foi popular e era o único da América Latina a concorrer à premiação. O grupo é nacional e foi formado em maio desse ano, idealizado pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP) e pelo Conselho Nacional de Secretários de Estado de Administração (CONSAD).

Reúne técnicos e gestores de 20 governos estaduais e distrital, formado por 44 colaboradores entre especialistas em tecnologia dos governos estaduais e os seus integrantes que estudam, compartilham conhecimentos e desenvolvem soluções inovadoras para o processo de Transformação Digital pelo qual a administração pública do país vem passando.

Trabalhando de forma voluntária o GTD.Gov busca, com o apoio dos Estados e do governo federal a desenvolverem seus projetos a partir de uma lógica de transformação digital dos serviços públicos disponíveis em suas plataformas, ampliando o acesso do serviço ao cidadão, com redução de custos para governos e para o cidadão.

O GTD.Gov debate várias iniciativas de transformação digital existentes hoje nos países mais desenvolvidos do mundo, tendo como meta o desenvolvimento sustentável. Uma das metas da atual administração é reduzir gradativamente a utilização e papel nos processos a nível estadual.

“Para tanto estamos investindo maciçamente no Processo Administrativo Eletrônico (PAE), sistema desenvolvido pela Prodepa com o apoio da Secretaria de Estado de Administração (Sead), diz Gustavo Costa, diretor de Desenvolvimento de Sistemas da Prodepa e representante da empresa paraense no grupo.

Ele diz que a iniciativa, que passou pelo crivo de jurados em nível internacional da Apolitical, concorreu com centenas de outros projetos do mundo todo. “O prêmio reconhece o trabalho de equipes que têm feito a diferença, por meio de soluções inovadoras, no serviço público”, destaca.

 

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UFPA e Sectet constroem política pública de suporte tecnológico ao projeto Meu Endereço

Sectet - qua, 29/01/2020 - 08:35
29/01/2020

A Universidade Federal do Pará (UFPA) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional (Sectet) iniciam na quarta, 29 de janeiro, a partir das 8h, na sede da Comissão de Regularização Fundiária da UFPA, a realização do Módulo IV do Curso de Agente de Cadastramento do Projeto Meu endereço: lugar de paz e segurança social.

O evento de capacitação de supervisores e assistentes de cadastramento tem o objetivo de trabalhar a sistematização de relatórios de campo e do croqui do lote, por meio das peças técnicas, e terminará em 31 de janeiro, representando mais um passo na construção de uma política pública de suporte tecnológico, assistência técnica e inclusão social para reduzir os índices de conflitos socioambientais urbanos nos sete territórios que integram o Programa TerPaz, do governo do estado do Pará.

Os participantes do treinamento atuarão nos territórios do Icuí-Guajará, em Ananindeua; bairro Nova União, em Marituba; Cabanagem, Terra Firme, Guamá e Jurunas, em Belém, e receberão informações teóricas e práticas de como desenhar o fluxo operacional para realizar a coleta da medida do lote, da edificação, dos recuos frontais e laterais das casas, o nome da rua, o número da porta do lote e o número da casa do vizinho, entre outras referências do endereço.  

Entre novembro de 2019 e janeiro deste ano, os supervisores e assistentes trabalharam informações em diversos sobre os temas cadastro, funcionalidade, estrutura e coleta de dados em campo. Depois realizaram a prática do preenchimento de fichas de campo e a elaboração do croqui do lote. Em seguida, os treinamentos envolveram a análise das condições de habitabilidade, segurança estrutural e avaliação imobiliária.

Neste contexto, as equipes tiveram acesso, também, aos conhecimentos detalhados sobre as demandas territoriais, que envolvem 173 melhorias habitacionais, 239   reivindicações de direitos para garantir o acesso à cidade, 77 solicitações de acesso a recursos, benefícios urbanos e a regularização administrativa do endereço certo, além das 11 mediações de conflitos nos territórios, que totalizam aproximadamente 500 demandas comunitárias.

Fotografia - Foram compartilhados, ainda, conhecimentos para avaliação de riscos e conflitos nos bairros e nas moradias, por meio de análise fotográfica, além de debater os conceitos teóricos e práticos de laudo e parecer técnico profissional das edificações. “De forma coletiva, a UFPA e a Sectet trabalham uma ampla análise sobre a segurança, habitabilidade e sustentabilidade das moradias e as relações humanas nas comunidades do território do TerPaz, além de analisar as políticas públicas disponibilizadas à sociedade para combater as desigualdades sociais e os conflitos socioambientais”, assinala Myrian Cardoso, coordenadora do projeto .

Segundo ela, para avaliar a compreensão dos conteúdos ministrados durantes os módulos, os participantes construíram uma proposta de fluxograma para sistematizar as diversas etapas, processos e propostas de acolhimento de demandas comunitárias até a entrega do Kit Meu Endereço para a família beneficiada. O Kit é composto de uma planta de localização do imóvel, planta de limite de lote, laudo de condições socioambiental da moradia, laudo de avaliação do imóvel e uma guia de encaminhamento para o Governo do Estado do Pará, responsável pela resolução da demanda comunitária.

Fluxogramas - Para Renato das Neves, engenheiro pesquisador do Instituto de Tecnologia da  Universidade Federal do Pará e vice-coordenador do Projeto Meu Endereço,  os trabalhos de fluxogramas apresentados pelos supervisores e assistentes de cadastramento demonstraram um olhar profissional equilibrado e embasado no caráter técnico da metodologia estudada nos  diversos módulos e os seus reflexos no campo social, arquitetônico, urbanístico, jurídico e, principalmente, uma leitura humana e social sobre a gestão da cidade, do bairro, da moradia e das famílias.

A partir de fevereiro, segundo ele, os supervisores e assistentes de cadastramento passam a atuar diretamente nos sete territórios para coletar os dados das medidas dos lotes, das edificações, os nomes das ruas, os números das portas dos lotes e os números das casas dos vizinhos. “Continuaremos no monitoramento dos trabalhos para garantir a eficiência da coleta dos dados, pois o nosso trabalho é de assistência técnica em engenharia e arquitetura visando o fornecimento das peças técnicas que subsidiam o acesso ao atendimento das demandas da comunidade e a superação dos conflitos”, enfatiza Renato.

Para Gabriela Santos, discente do curso de Engenharia da Faculdade Estácio, moradora e supervisora do território da Terra Firme, o Projeto Meu Endereço é um espaço de intercâmbio de conhecimentos sobre o funcionamento do bairro, da cidade, da sociedade e contribui para a sua formação profissional e de cidadã. “Além dos conhecimentos em sala de aula, o Meu Endereço estimula um olhar mais social e técnico sobre a cidade e as suas relações com a arquitetura urbana e as classes sociais. O Projeto Meu Endereço trabalha com um olhar social sobre a arquitetura periférica e constrói soluções inclusivas com a participação da comunidade”, finaliza a discente.

 

 

Texto e fotos: Kid Reis -  Ascom-CRF/UFPA

 
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Sectet entrega certificados de cursos de qualificação profissional realizados por meio do TerPaz

Sectet - ter, 28/01/2020 - 16:19
28/01/2020

Vestida a caráter, Polliane Machado dos Santos expressou a satisfação em ter feito o curso de Garçom/Garçonete, ofertado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), por meio do Programa Territórios Pela Paz (TerPaz), do governo do estado. “Vim a caráter para demonstrar que o curso abriu oportunidade de trabalhar. Por essa oportunidade eu agradeço a todos os envolvidos em nome da nossa turma”, disse Polliane, que fez o curso no bairro da Terra Firme, em Belém.

O discurso rápido e emocionado foi feito durante a cerimônia de entrega dos certificados, realizada nesta terça-feira (28), no Teatro Waldemar Henrique, onde estavam reunidos todos os que fizeram os curso de Formação Inicial e Continuada para Jovens e Adultos nos territórios atendidos pelo TerPaz em 2019.

O titular da Sectet, Carlos Maneschy, destacou o protagonismo das pessoas, a maioria jovens, que estavam recebendo a certificação. “Vocês são as estrelas dessa manhã. Tenho a certeza de que essa será a primeira etapa de uma vida de sonhos realizados. Desejo sucesso a todos vocês”, disse ao incentivar que todos deem continuidade à formação, à qualificação profissional.

Oportunidade para todos - O secretário ressaltou a capacidade visionária do governador Helder Barbalho ao idealizar e implementar o TerPaz, com ações integradas dos órgãos de segurança pública e demais instituições do governo. Carlos Maneschy ressaltou que as ações de segurança “são o primeiro passo para a redução dos índices de violência urbana, como os dados têm demonstrado. O segundo passo, estratégico e decisivo para manter um ambiente de paz, é dar oportunidade para todos”, enfatizou referindo-se à oferta de cursos de qualificação profissional e outras ações sociais levadas aos sete bairros atendidos pelo TerPaz.

Os cursos realizados pela Sectet são ministrados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A gerente do Centro de Educação Profissional do Senac em Belém, Brenda Fortes, agradeceu a parceria que possibilita ter mais profissionais habilitados ao mercado de trabalho. “Além do perfil técnico, trabalhamos o aspecto humano e crítico para que possam influenciar positivamente o mercado”, destacou.

Compromisso – A coordenadora do TerPaz na Cabanagem, em Belém, Marisa Lima, falou em nome das demais coordenadoras dos territórios. Ela agradeceu o compromisso da Sectet em promover a qualificação profissional por meio do Programa. “É a garantia do direito de inserção no mercado de trabalho. Éramos abandonados e agora temos a presença do estado”, declarou.

A secretária adjunta da Sectet, Edilza Fontes, ressaltou que não se pode resolver os problemas sociais sem dar oportunidade para que as pessoas possam garantir a sua própria sobrevivência e de suas famílias. “A construção da paz é uma ação conjunta de toda a sociedade, que precisa estar motivada. O TerPaz traz essa motivação e juntos, governo, diretores de escolas, lideranças comunitárias e moradores, vamos trabalhar para tornar realidade o sonho de uma sociedade mais justa e igualitária”.

Inclusão – Stephanye Brito Ricardo, deficiente auditiva, foi a representante da turma do curso de Design de Sobrancelhas e Embelezamento de Cílios, realizado no bairro do Benguí, em Belém. Ela foi ao palco acompanhada da tia dela, Keiciany Ricardo Moreira, que fez a tradução da Linguagem Brasileira de Sinais (Libras). Stephanye falou da alegria em ser aceita no curso e poder ter uma qualificação profissional. Ela agradeceu a oportunidade.

Keiciany relatou a dificuldade em encontrar cursos para a sobrinha, pois não há tradutor de Libras e não a aceitavam na sala de aula para fazer a tradução. “Quando fomos tentar a inscrição no curso, eu fui aceita na turma para fazer a tradução das aulas para a Stephanye. Agradecemos muito a oportunidade”.

Em nome da turma de “Atendente de Farmácia”, em Marituba, Jamile Travassos, destacou que o curso “resgatou sonhos e principalmente valores. Esperamos que a cada dia os índices de violência caiam e as oportunidades para a população cresçam”.

Receberam os certificados cerca de 250 pessoas que participaram de dez cursos realizados nos sete bairros atendidos pelo TerPaz: Bengui, Cabanagem, Guamá, Jurunas e Terra Firme, em Belém; Icuí, em Ananindeua; e Nova União, em Marituba.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)
Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

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Curso de “Cuidador de Idoso” tem início no Jurunas

Sectet - seg, 27/01/2020 - 16:32
27/01/2020

Como os demais alunos, Márcio Brito e Viviane Cardoso estavam atentos às explicações sobre os detalhes do funcionamento do curso “Cuidador de Idoso” que começaram a fazer nesta segunda-feira (27) na escola estadual Camilo Salgado, no Jurunas. O curso é realizado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e faz parte das atividades desenvolvidas pelo Programa Territórios Pela Paz (TerPaz), do governo do estado.

“Eu agradeço a oportunidade de poder aumentar meus conhecimentos na profissão e melhorar a minha colocação no mercado de trabalho, cada vez mais competitivo”, diz Márcio, que já atua na área de cuidados com idosos. Viviane também já trabalha como cuidadora e se inscreveu no curso para acrescentar à sua prática conhecimentos mais aprofundados, principalmente em relação à saúde dos mais velhos.

Rubens Sanches, representante da Sectet, recepcionou a turma em nome da secretaria e do governo. Ele enfatizou a importância de todos aproveitarem ao máximo o curso, evitando faltar às aulas, que serão realizadas de segunda a sexta, das 8h às 12h. “Aproveitem essa oportunidade que o governo do estado traz para vocês. Oportunidade de ter uma formação de qualidade que vai abrir as portas do mercado nessa área que tem crescido muito”, frisou Rubens.

Atenção à saúde - Por aproximadamente dois meses – até o dia 25/03 – os 25 selecionados para fazer o curso assistirão às aulas das técnicas do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), as enfermeiras Celice Xavier e Cristiane Santos. Celice explicou aos alunos como o curso funciona, qual o conteúdo programático e as formas de avaliação da turma.

Os alunos terão aulas de como estimular a independência e a autonomia dos idosos para que tenham melhor qualidade de vida e como fazer o acompanhamento das atividades diárias deles, inclusive com noções de atendimento básico à saúde, como verificar a pressão arterial, por exemplo. “E não apenas ver se a pressão está alta ou baixa, mas entender o que isso significa e como agir, saber o que fazer nessas situações”, ressaltou Celice.

Karoline Lima, gerente da Coordenação de Formação Inicial e Continuada da Sectet, ressalta que outros cursos serão ofertados pela secretaria este ano nos territórios atendidos pelo TerPaz. “Nosso objetivo é levar oportunidade de formação profissional para as pessoas em seus próprios bairros, ambiente onde já convivem e têm familiaridade”, destaca Karoline.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)
Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

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Certificação cursos TerPaz

Sectet - sex, 24/01/2020 - 15:37
24/01/2020

Dia: 28/01/2020 
Hora: 9h
Local: Teatro Waldemar Henrique

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) realiza na próxima terça-feira (28), a cerimônia de entrega dos certificados dos cursos ofertados por meio do Programa Territórios Pela Paz (TerPaz) em 2019. Todas as pessoas que concluíram os cursos do projeto “Formação Inicial e Continuada para Jovens e Adultos” receberão a certificação do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), instituição que ministrou os treinamentos. A cerimônia será no Teatro Waldemar Henrique (Av. Presidente Vargas, 645), às 9h.

Foram concluídos 10 cursos nos sete bairros que recebem as ações do TerPaz: Benguí, Cabanagem, Guamá, Jurunas e Terra Firme, em Belém; Icuí, em Ananindeua; e Nova União, em Marituba. “Receberão os certificados cerca de 250 moradores dos territórios. Pessoas que receberam formação que lhes permite melhorar sua empregabilidade ou mesmo criar seus pequenos negócios”, destaca Karoline Lima, gerente de Coordenação de Formação Inicial e Continuada (CFIC), da Sectet.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)

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GT sobre Identificação Geográfica traça plano de ação para 2020

Sectet - qui, 23/01/2020 - 15:47
23/01/2020

O Grupo de Trabalho responsável pela identificação de novos produtos paraenses que têm potencial para requerer o registro de Indicação Geográfica (IG) realizou a primeira reunião do ano de 2020 nesta quarta-feira (22), no auditório da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Sectet). O GT integra o Fórum Técnico Estadual de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas do Estado do Pará, composto por 31 instituições públicas e privadas.

O fórum foi criado em 2016 pelas Secretarias de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) e de Turismo (Setur) para manter em permanente discussão a indicação geográfica dos produtos paraenses. No ano passado o Fórum criou quatro grupos de trabalho para dinamizar as ações do órgão. A Sectet compõe o GT “Identificações de novos processos por meio da definição de metodologia a partir das recomendações do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI)”.

Além da Sectet, Sedap e Setur, fazem parte do GT o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), a Universidade Federal do Pará (UFPA), a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Pará (Sebrae-PA) e a FMB Advocacia.

O diretor de Ciência e Tecnologia da Sectet, Demethrius Lucena, recebeu os representantes das instituições, que juntas definiram o plano de ação do GT para o ano de 2020. O diretor reafirmou o apoio da Sectet às ações do Fórum e sugeriu a realização de um evento sobre Indicação Geográfica dentro da Semana de Ciência e Tecnologia e da Feira Estadual de Ciência e Tecnologia, realizadas anualmente pela secretaria.

IG - O registro de Indicação Geográfica (IG) é conferido a produtos ou serviços que são característicos do seu local de origem, o que lhes atribui reputação, valor intrínseco e identidade própria, além de distingui-los de similares disponíveis no mercado.

A Associação Cultural e Fomento Agrícola de Tomé-Açu (ACTA) foi a primeira a receber uma IG no estado do Pará, sendo reconhecida pelo cacau produzido no município. Estão em processo de registro de denominação o queijo de leite de búfala, da Ilha de Marajó, e a farinha de Bragança.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom Sectet) com informações da DCT/Sectet
Fotos: DCT/Sectet

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Agentes do projeto “Meu Endereço” participam do terceiro módulo de formação

Sectet - qua, 22/01/2020 - 17:32
22/01/2020

O projeto “Meu Endereço, lugar de paz e segurança social” realiza esta semana o terceiro módulo do curso “Formação de Agentes de Cadastramento”, direcionado às pessoas selecionadas para participar do projeto. O “Meu Endereço” é um projeto desenvolvido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA) e faz parte das ações do programa Territórios Pela Paz (TerPaz), do governo do estado.

O terceiro módulo foi iniciado nesta segunda (20) e será encerrado na sexta (24), com as aulas teóricas sendo realizadas na Seccional do Guamá. Participam os 21 moradores selecionados no ano passado. São três pessoas por cada bairro: Benguí, Cabanagem, Guamá, Jurunas e Terra Firme, em Belém; Icuí, em Ananindeua; e Nova União, em Marituba.

As aulas teóricas são realizadas em dias alternados com o treinamento prático, que acontece durante as visitas técnicas às famílias. “Neste módulo estamos vendo como elaborar o parecer técnico sobre as questões de habitabilidade, condições da estrutura física da residência e segurança geral do imóvel”, explica a coordenadora do projeto, Myrian Cardoso.

Percepção – Nesta quarta-feira (22), depois de assistir à apresentação da coordenadora do “Meu Endereço”, os participantes foram divididos em quatro equipes, que passaram a avaliar fotografias de uma das residências das famílias que são atendidas pelo projeto. Em seguida, cada grupo apresentou o que conseguiu identificar nas condições dos imóveis.

Caio Tavares, do bairro do Jurunas, foi um dos porta-vozes da equipe dele. O primeiro aspecto levantado pelo grupo foi a fiação elétrica exposta, pendurada na parede de madeira. “A fiação está exposta, próxima a sacos plásticos colocados nos vãos da madeira. É um risco muito grande de incêndios, que infelizmente são comuns na nossa cidade”, identificou Caio e sua equipe.

Gabriela Santos, da Terra Firme, chamou atenção para as frestas entre as tábuas, destacando que a água da chuva pode contribuir para que haja curtos-circuitos. As equipes também destacaram a inexistência de acessibilidade, já que a moradora apresentava dificuldade de locomoção, pois usava uma muleta. Clemilton Nogueira Júnior, do Jurunas, mostrou que a equipe dele também detectou o risco de doenças, já que ratos e animais peçonhentos poderiam entrar facilmente no local.

Módulos – Em 2019 foram realizados dois módulos do curso de agente de cadastramento. O primeiro foi sobre as noções gerais de cidadania e direito à cidade. No segundo, os participantes aprenderam como fazer o levantamento de informações físico sociais das residências. Depois do módulo que está sendo realizado esta semana, os agentes de cadastramento voltarão às aulas teóricas no período de 29 a 31/01, para aprender como se faz a sistematização das informações levantadas.

Myrian ressalta que as etapas são realizadas sempre de forma correlacionadas. “Vamos realizando a formação teórica ao mesmo tempo em que realizamos as visitas às famílias. Desta forma, os agentes vão aprimorando a teoria com a prática e vice-versa”. Ela informa que serão realizadas visitas em pelo menos 500 famílias cadastradas pelo projeto nos territórios. “As famílias que apresentarem condições mais urgentes terão prioridade no auxílio técnico e tecnológico oferecido pelo projeto”, destaca a coordenadora.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)
Fotos: Erlon Modesto (estagiário de publicidade Ascom/Sectet)

 

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