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Governo do Estado do Pará

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Sead e Prodepa facilitam acesso aos processos seletivos do Estado

Prodepa - 8 horas 4 minutos atrás
19/05/2017 - 11:15

A partir desta sexta-feira, 19, quem estiver interessado em participar de Processo Seletivo Simplificado (PSS) realizado por órgãos do Governo do Pará pode realizar seu cadastro no Sistema Integrado de Processos Seletivos Simplificados (Sipros) no endereço www.sipros.pa.gov.br. A ferramenta foi apresentada hoje, no auditório da Secretaria de Estado da Administração (Sead), para servidores das áreas de Recursos Humanos e Informática de 58 órgãos e entidades do Poder Executivo e irá concentrar todas as informações referentes aos PSSs.

A titular da Sead, Alice Viana, informou que o sistema desenvolvido em parceria com a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa), vai trazer maior dinamismo e segurança ao processo, além de ser mais prático para o usuário. “Usamos a tecnologia como aliada da administração pública. Ela nos auxilia a modernizar os procedimentos, diminuir custos e organizar as rotinas da gestão. Esse é um sistema de gestão. Com o Sipros criamos uma forma de auxiliar toda a administração na realização dos processos. Tanto servidores quanto usuários terão a possibilidade de usar um instrumento que traz maior agilidade e muitas facilidades para todos”, detalhou a secretária.

Alice Viana ressaltou ainda que os PSSs são uma forma de trazer igualdade, celeridade e transparência para as contratações de servidores temporários pelo estado e que não haverá a substituição dos concursos públicos. “Temos concursos em andamento, licitações para novos concursos em andamento, já nomeamos mais de 14 mil servidores por meio de concursos. Além do mais, não existe dentro da administração qualquer indicativo para que sejam extintos. Eles continuam de acordo com a real necessidade de cada órgão”, afirmou.

Segundo Manuelle Costa Santos, diretora de Planejamento e Seleção de Pessoas da Sead, o Sipros está de acordo com o decreto estadual nº. 1.741, de 19 de abril de 2017, que disciplina a metodologia de PSS no estado. “Somos responsáveis pela gestão do sistema, bem como pela análise de eventuais modificações e alimentação das informações de apoio. Todos os procedimentos referentes aos PSSs deverão ser realizados por meio dessa ferramenta. Já realizamos o treinamento de aproximadamente 30 servidores membros das comissões de processos cujos órgãos já possuam editais e buscamos continuamente a melhoria do processo juntamente com a Prodepa”, assegurou.

Anderson Goés, da Gerência de Engenharia de Sistemas da Prodepa, destacou que empresa implementa as regras, disponibiliza e mantém a infraestrutura e ainda realiza as necessárias correções e atualizações do sistema. “Será possível realizar desde a inscrição, enviar documentos comprobatórios, receber recursos, veicular todas as informações tais como, editais, comunicados e notas”, enumerou.

O primeiro órgão a ter um PSS todo realizado via Sipros será a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sespa), que a partir da próxima segunda-feira, 22, ofertará 140 vagas de níveis fundamental, médio técnico e superior para a capital e interior do estado.

Antônio Lima, do Departamento de Recursos Humanos da Sespa, foi um dos servidores que já receberam treinamento na Sead. “O sistema vem pra facilitar o trabalho e organização dos processos, bem como otimizar o nosso tempo. Vai ser muito mais tranquilo do que os outros já realizados”, disse.

As inscrições estarão abertas das 8h de segunda-feira, 22, até às 23h59 de quarta-feira, 24, no site www.sipros.pa.gov.br .

Os órgãos interessados em receber treinamento devem entrar em contato com Sead pelo fone (91) 3194 1027.

Agência Pará

Tags: Sistema Sipros
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Sectet em Ação #6 - Inauguração do Lab. do Leite

Sectet - seg, 22/05/2017 - 14:14

Em maio de 2017, o Governo do Pará inaugurou o Laboratório da Qualidade do Leite, o primeiro do gênero a entrar em operação na região Norte e o mais moderno do Brasil. Instalado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), o laboratório se configura em uma importante ferramenta para produtores e indústrias de laticínios paraenses, contribuindo no aumento dos índices de produtividade, ao melhorar a qualidade da matéria-prima e dos produtos derivados.
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Filmagem e Edição: Igor de Souza
Texto e Entrevistas: Fernanda Graim
Realização: Ascom Sectet
Apoio: Agência Pará de Notícias

vídeo: 
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Primeira dama e equipe do NAC visitam Parque do Guamá

Sectet - qua, 17/05/2017 - 15:01
17/05/2017

Na manhã desta quarta-feira, 17, a primeira dama do Estado, Ana Jatene; a diretora geral do Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC), Daniele Khayat; e equipe, visitaram o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (Pct Guamá). A visita foi orientada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), por meio do secretário, Alex Fiúza de Mello; da secretária adjunta, Maria Amélia Enríquez; além de diretores e coordenadores do órgão.

Na oportunidade, foram apresentadas as ações e atividades executadas pela Secretaria, em especial, aquelas que dizem respeito à coordenação dos Programas Inova Pará e Pará Profissional, amparados pelas Leis no. 8.426, que dispõe sobre incentivos à inovação, e no. 8.427, que cria o Programa de Educação Profissional e Tecnológica, instituídas em 16 de novembro de 2016.

A secretária adjunta ressaltou que os dois programas integram o planejamento estratégico do Governo Estadual, intitulado Pará 2030. “As cadeias produtivas definidas como estratégicas no planejamento precisam do suporte científico e tecnológico e, avançar em ciência, tecnologia e inovação, ajuda-nos a superar o modelo extrativista observado no Estado e faz alavancar o desenvolvimento”, observou.

Maria Amélia Enríquez lembrou que quem faz inovação são os empreendedores, mas um dos responsáveis por criar ambientes favoráveis a isso é o Estado. Os programas coordenados pela Sectet são exemplos desse empenho. De um lado o Inova Pará proporciona espaços inovadores em que o saber da academia se integra ao conhecimento popular com o objetivo de impulsionar as cadeias produtivas e melhorar a vida da população.

De forma complementar, o Pará Profissional qualifica essa população de acordo com as demandas de cada município, o que facilita a contratação da comunidade local, proporcionando renda a essas pessoas, o que traz benefícios à produção, ao comércio e à população como um todo, gerando um ciclo autosustentável.

Após a apresentação, os visitantes puderam conhecer três laboratórios instalados no Espaço Inovação do Pct Guamá: o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, Automação e Eletrônica (Lasse); o Laboratório de Óleos Vegetais e Derivados; e o Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia (Cvacba). A primeira dama se disse muito satisfeita com o que viu e prometeu voltar para conhecer outros espaços do Parque. “Eu fiquei impressionada de ver como nós avançamos muito na parte de ciência e tecnologia e espero que, junto com o NAC, nós possamos levar todo esse ganho mais próximo às comunidades”, afirmou Ana Jatene.

Parque de Ciência e Tecnologia Guamá - Construído em Belém, em uma área de 73ha cedida pela UFPA e pela UFRA, o PCT Guamá é o primeiro parque tecnológico a entrar em operação na Região Norte.  A construção e consolidação do espaço são de responsabilidade do Governo do Pará, por meio da Sectet. Além dos laboratórios visitados, o Espaço Inovação abriga outros laboratórios avançados de pesquisa e desenvolvimento que oferecem serviços variados para os setores público e privado, startups e empresas que tenham por essência o investimento em inovação.

Também fazem parte do complexo do Pct Guamá outros empreendimentos como o Centro Regional Amazônia do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CRA Inpe);  o Centro de Excelência em Eficiência Energética da Amazônia (Ceamazon); o Laboratório de Alta Tensão e o recém-inaugurado Laboratório da Qualidade do Leite.

Texto: Fernanda Graim - Ascom/Sectet

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Governo do Pará inaugura Laboratório da Qualidade do Leite

Sectet - seg, 15/05/2017 - 08:34
15/05/2017

O Governo do Pará inaugurou nesta sexta-feira, 12, o Laboratório da Qualidade do Leite, o primeiro do gênero a entrar em operação na região Norte e o mais moderno do Brasil. Instalado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), o laboratório se configura em uma importante ferramenta para produtores e indústrias de laticínios paraenses, contribuindo no aumento dos índices de produtividade, ao melhorar a qualidade da matéria-prima e dos produtos derivados.

O governador Simão Jatene lembrou que a implantação do espaço é uma demanda antiga de produtores locais que prezam pela qualidade da matéria-prima e dos derivados que utilizam. “Ele vem suprir uma lacuna que era o sonho de muitos. Com esse laboratório é possível ter uma análise segura do leite, e você passa a ter maior agregação de valor e com isso, melhor preço, melhor remuneração”, destacou o governador, ao citar que a iniciativa é mais um passo dentro do Plano Pará 2030, que visa o desenvolvimento econômico do estado com geração de emprego e renda, através da tríplice revolução pelo conhecimento, pela produção e por novas formas de gestão e governança.

“Aqui nós estamos experimentando na prática o Pará 2030, com exemplos concretos dos três pilares que considero fundamentais para a construção de uma nova Amazônia. O conhecimento sendo utilizado para que a gente possa ter um produto de qualidade que dê segurança alimentar para as pessoas, e que permita que a cadeia do leite alcance outro grau de competitividade. Isso só está sendo possível por esse esforço coletivo onde entram as Universidades Federal, Rural e Estadual do Pará, secretarias estaduais, instituições e profissionais que trabalhando juntos diminuem o custo e, ainda, melhoram a expertise e a qualidade do que ofertado”, reiterou o governador Simão Jatene.

O governo estadual, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), investiu mais de R$ 2,3 milhões na construção do laboratório. O governo federal, por meio do Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento (Mapa), foi responsável pela aquisição dos equipamentos de diagnóstico e a Fundação Amazônia Paraense de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) adquiriu os mobiliários. A coordenação da unidade é de responsabilidade do Programa de Ciência e Tecnologia de Alimentos, da Universidade Federal do Pará (UFPA).

O Laboratório da Qualidade do Leite é o primeiro laboratório da região Norte a ser certificador da qualidade do produto leiteiro e também dos seus derivados, como queijos e iogurtes. Antes os produtores locais precisavam analisar os produtos em estados como Goiás e Minas Gerais o que aumentava o custo final dos produtos, segundo informou o secretário da Sectec, Alex Fiúza. “O produto e a matéria prima do leite não pode chegar ao mercado sem certificação de qualidade. Até hoje toda certificação foi feita fora da região, com grande custo para os produtores. Hoje, além de reduzir o custo desses exames laboratoriais para os produtores, vamos oferecer uma contrapartida científico-tecnológica para inovação”, garantiu o titular da Sectet, ao destacar a oportunidade de verticalizar a cadeia produtiva do gado de leite dentro do próprio Estado, com a certificação de qualidade do produto antes que ele seja disponibilizado ao mercado consumidor.

O presidente da Associação de Produtores de Leite e Queijo do Marajó, Cláudio Penante, já vislumbra os novos mercados a serem atingidos com a certificação da cadeia produtiva. “Nossa expectativa é que nos ajude a levar os nossos produtos para vários lugares. Nós, marajoaras, temos o búfalo como o nosso símbolo e ele nos oferece carne, tração, couro e leite. Com esse laboratório nós teremos como analisar o nosso leite”, planeja Penante, ao explicar que os produtores marajoaras cuidam da sanidade do rebanho e das boas práticas de ordenha para garantir a qualidade do leite bubalino que é matéria prima do queijo do Marajó, um produto de referência na região.

Um leite de baixa qualidade causa grandes perdas econômicas ao setor, representa um risco à saúde pública, inviabiliza a conquista de mercados mais lucrativos e compromete a credibilidade da cadeia produtiva. Por isso, a criação de um centro destinado a melhorar a qualidade leiteira no Pará é vista com grande otimismo. Além de análises e diagnósticos, o Laboratório do Leite atuará no treinamento de produtores com o objetivo de eliminar alguns entraves à produção. Técnicos do Laboratório foram capacitados a prestar assessoramento em processos como higienização, ordenha, armazenamento e transporte.

Em curto prazo, será possível melhorar a base do processo a partir do controle zootécnico e da avaliação da qualidade microbiológica, físico-química e microscópica do leite paraense. Em médio prazo, isso possibilitará a criação de estratégias para agregar valor ao leite, contribuindo para a verticalização da cadeia e, dentro de alguns anos, o investimento em uma linha própria de produtos, passíveis de serem comercializados no mercado.

O laboratório está sendo certificado pelo Ministério da Agricultura. Uma vez certificado, a instituição vai poder receber material de toda a região e de estados vizinhos, colocando o Pará em posição de destaque na prestação de serviços de controle de qualidade dentro do setor.

O Laboratório da Qualidade do Leite, que tem capacidade de analisar 250 mostras por hora, também vai contar com uma unidade móvel que poderá ser levada para diversos municípios com a mesma sofisticação da sede no PCT Guamá. O projeto é levar o laboratório móvel para locais onde se tem uma maior concentração da bacia leiteira para que os produtores percebam a importância da análise, de ter e oferecer produto de qualidade no mercado.

Parque de Ciência e Tecnologia Guamá - Construído em Belém, em uma área de 73 hectares cedida pelas UFPA e pela UFRA, o PCT Guamá é o primeiro parque tecnológico a entrar em operação na Região Norte. A construção e consolidação do espaço são de responsabilidade do Governo do Pará, por meio da Sectet. Além do Laboratório da Qualidade do Leite, o parque tecnológico abriga outros empreendimentos, como o Centro Regional Amazônia do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CRA Inpe);  o Centro de Excelência em Eficiência Energética da Amazônia (Ceamazon); o Laboratório de Alta Tensão e o Espaço Inovação, prédio que abriga laboratórios avançados de pesquisa e desenvolvimento que oferecem serviços variados para os setores público e privado, startups e empresas que tenham por essência o investimento em inovação.

Texto: Dani Filgueiras - Agência Pará com informações de Ascom/Sectet e Ascom/Pct Guamá

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Diversidade

Sectet - qui, 11/05/2017 - 10:07
11/05/2017

Sectet apoia campanha do Governo do Estado de combate à LGBTfobia

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) apoia o Governo do Pará na campanha lançada em maio. O tema deste mês é “Diversidade. Eu respeito. E você?”. A ação visa ao combate à LGBTFobia e envolve, de forma direta e indireta, toda a estrutura do Estado, sob a coordenação da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Secretaria Extraordinária de Estado de Integração de Políticas Sociais (Seips), Secretaria de Comunicação (Secom), Fundação Pro Paz e Portal Cultura.

O lançamento ocorreu no dia 9 de maio no teatro Margarida Schivasappa e contou com a apresentação das peças da campanha, lançamento da Cartilha de Cidadania LGBT do Pará, debate sobre o papel da comunicação no combate ao preconceito e, para encerrar, pocket show com a cantora Lia Sophia, que fez a locução do vídeo da campanha e preparou um repertório especial para o evento.  A escolha do mês de maio para realizar a campanha se deve ao Dia Internacional de Combate à Homofobia, comemorado no dia 17.

As informações detalhadas sobre a campanha podem ser encontradas em http://pa.gov.br/diversidade/

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Inauguração do primeiro Laboratório da Qualidade do Leite da Região Norte

Sectet - qua, 10/05/2017 - 11:04

No próximo dia 12 de maio, o Governo do Pará inaugura, no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), o Laboratório da Qualidade do Leite, o primeiro do gênero a entrar em operação na Região Norte. O espaço é uma demanda antiga de produtores locais que prezam pela qualidade de sua matéria-prima e derivados. O governo estadual, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), investiu mais de R$ 2,3 milhões na construção do laboratório. O Governo Federal, por meio do Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento (Mapa), foi responsável pela aquisição dos equipamentos de diagnóstico e a Fundação Amazônia Paraense de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) adquiriu os mobiliários.  A coordenação é de responsabilidade do Programa de Ciência e Tecnologia de Alimentos, da Universidade Federal do Pará (UFPA).

O Laboratório irá rastrear a produção leiteira paraense, conferindo-lhe controle e selo de qualidade. O objetivo é auxiliar os produtores de leite e as indústrias de laticínios paraenses a alcançar melhores índices de produtividade, melhorar a qualidade da matéria-prima e dos produtos derivados. Além de análises e diagnósticos, o Laboratório do Leite atuará no treinamento de produtores para que problemas básicos que causam entraves à produção possam ser superados. Técnicos do Laboratório estarão preparados para prestar assessoramento em processos como higienização, ordenha, armazenamento e transporte, os quais feitos de forma correta podem resolver problemas complexos e aumentar a produtividade do produtor.

Data do Evento: sexta-feira, Maio 12, 2017Local Evento: Pct Guamá
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Sectet em Ação #5 - Sectet na XIII Feira da Indústria do Pará

Sectet - qua, 10/05/2017 - 10:53

Realizada no período de 3 a 6 de maio de 2017, a XIII Feira da Indústria do Pará contou com a participação da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), que aproveitou a programação do evento para lançar, oficialmente, o Programa Inova Pará. O Programa estimula a inovação, o conhecimento tecnológico e a pesquisa mais apropriada para investimentos no Estado.

Além do lançamento, a Sectet realizou na Feira a entrega do 1º Prêmio Estadual de Inovação na Indústria Mineral, idealizado em parceria com o Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral). O Prêmio teve o objetivo de reconhecer o mérito de projetos de mineração, no âmbito do Pará, que se destacam por promover a melhoria desta indústria, contribuindo para criação, disseminação e difusão de práticas inovadoras em seus amplos segmentos.
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Filmagem e Edição: Igor de Souza
Texto e Entrevistas: Igor de Souza e Agência Pará de Notícias
Realização: Ascom Sectet

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Fapespa investe no Polo de Ciência e Tecnologia de Salinas

Sectet - ter, 09/05/2017 - 13:11
09/05/2017

O projeto do novo Polo de Ciência e Tecnologia de Mar e Petróleo foi apresentado nesta segunda-feira (8) no campus da Universidade Federal do Pará (UFPA) de Salinópolis, no nordeste do Estado. Membros da comunidade acadêmica, empresários, autoridades, servidores, representantes do poder público municipal e de órgãos ligados à ciência, tecnologia e meio ambiente conheceram mais sobre o espaço, que recebe investimentos do Estado da ordem de R$ 5,5 milhões. O objetivo é promover o desenvolvimento local a partir da geração de conhecimento e formação de recursos humanos.

O campus da UFPA em Salinópolis, que atualmente está em área provisória cedida pela prefeitura, vai funcionar em um terreno de 12.282 metros quadrados – cerca de 30 hectares – na Rodovia PA-444, no bairro Atalaia. Fazem parte dele o Instituto de Ciência e Tecnologia de Mar e Petróleo e a Casa da Cultura Fonte do Caranã, espaços que vão promover o ensino, pesquisa e extensão e a relação da instituição com a comunidade. O Estado vai destinar R$ 4 milhões para a implantação da Casa da Cultura. Além disso, R$ 1,5 milhão já foi repassado pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa). O recurso subsidiou a operacionalização do campus hoje em funcionamento.

O recurso destinado pelo governo ao campus da UFPA em Salinópolis faz parte da diretriz de descentralização dos investimentos em pesquisa, ciência e tecnologia feitos pela Fapespa em todo o Estado. Somente no ano passado a fundação destinou R$ 5 milhões em editais públicos para seis diferentes regiões, incluindo Araguaia, Xingu, Baixo Amazonas e Tapajós. “Este ano, por exemplo, R$ 1,5 milhão vai para a Região do Caeté, para subsidiar projetos de pesquisa em rede que dialoguem com as necessidades coletivas e de formação de conhecimento. O intuito é promover o desenvolvimento e a verticalização de forma sustentável, dentro das diretrizes do Programa Pará 2030”, explicou o presidente da Fapespa, Eduardo Costa.

O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica, Alex Fiúza de Melo, destacou que o projeto é a concretização de um polo de conhecimento em petróleo e gás e engenharia costeira, expertise da qual o Pará necessita. "Temos responsabildade histórica, enquanto governo do Estado, de apoiar uma iniciativa como essa. A abertura do campus produz conhecimento, mas também produzirá riqueza, gerando a redução da desigualdade e da pobreza", analisou.

Parcerias – O apoio do Estado na implantação do campus da UFPA de Salinópolis é reconhecido pelos membros da comunidade acadêmica e pelo corpo diretor da instituição. O reitor da universidade, Emmanuel Tourinho, destacou ainda o empenho da prefeitura, que conseguiu os espaços onde hoje está o campus e para onde ele irá. “Precisamos da união de todos. A Prefeitura de Salinópolis, sem dúvida, é uma das responsáveis pelo sucesso dessa empreitada, assim como o governo do Estado. Criar uma rede de universidades no interior é algo extraordinário, levando em consideração as dificuldades e falta de recursos. Queremos que o Polo de Ciência e Tecnologia de Mar e Petróleo seja polo forte de pesquisa e pós-graduação”, afirmou.

O Instituto de Ciência e Tecnologia em Salinópolis terá como missão qualificar uma mão de obra que ainda é escassa na região. Para isso, serão abertas mil vagas, nas graduações de Engenharia Costeira e Oceânica, Engenharia de Petróleo e Engenharia de Computação e Ciências Básicas (que incluem os cursos de Engenharia de Computação Científica e licenciaturas em Matemática e Física). “Muitos alunos virão de fora, sem dúvida, mas queremos que mais jovens que concluem o ensino médio no município ingressem, em breve, na universidade”, pontuou o coordenador do campus, Adilson Oliveira.

Comunidade – A Casa da Cultura Fonte do Caranã, que vai funcionar no Espaço Fonte do Caranã, será o local de diálogo entre a UFPA e a sociedade local. O espaço, que vai também contar a história da cidade, terá capacidade de promover eventos para até 500 pessoas, funcionando como uma espécie de centro de convenção. Uma biblioteca com obras sobre Salinas e a região estará disponível à população, assim como um espaço multiuso com auditório para 300 pessoas destinado para apresentações diversas e um mirante. O arquiteto João Castro Filho, autor do projeto arquitetônico, detalhou como será espaço, ilustrado também em uma maquete.

Durante a apresentação do projeto, a professora Suzana Vinzon, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), falou sobre o curso de Engenharia Costeira e Oceânica, que será aberto em 2018. Para ela, é fundamental trazer para a região amazônica essa graduação, pela vocação natural da região para o tema. O objetivo será formar engenheiros atendendo os setores de óleo e gás, navegação e desenvolvimento costeiro (com o turismo associado), dentro de um contexto de sustentabilidade ambiental, social e econômica. “O curso em Salinópolis pode ajudar a equilibrar um desnível que hoje existe, já que a maioria desses cursos se concentra no Sul e Sudeste do Brasil”, explicou.

Após a apresentação dos projetos, o presidente da Fapespa, Eduardo Costa, acompanhado do professor José Geraldo das Virgens Alves, da UFPA, conheceu os dois espaços que vão abrigar as futuras instalações da universidade. A primeira visita técnica foi à Fonte do Caranã, onde ficará a Casa da Cultura. Em seguida, a comitiva seguiu para o terreno de 30 hectares doado pelo empresário Felício Júnior para abrigar o Instituto de Ciência e Tecnologia. “Salinas vai se consolidar como polo estudantil. Isso vai movimentar a economia, pois muita gente virá morar para cá. Dessa forma, o governo do Estado contribui para o desenvolvimento investindo na potencialidade dessa região, em parceria com a UFPA”, concluiu Eduardo Costa.

Texto: Luiz Carlos Santos - Agência Pará

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Lançamento Oficial do Programa Inova Pará

Sectet - seg, 08/05/2017 - 10:53

Não dá para pensar em verticalizar a produção, no Pará, sem a retaguarda da Ciência. A afirmação é do titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Alex Fiúza de Mello, que participou do lançamento oficial do programa Inova Pará, coordenado pela Secretaria, durante a programação do dia 3 de maio da XIII FIPA, realizada pela Fiepa no Hangar - Centro de Convenções.

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Vídeo produzido pela TV Agência (Agência Pará)

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Projetos inovadores da indústria mineral paraense são reconhecidos em premiação na Fipa 2017

Sectet - sex, 05/05/2017 - 15:03
05/05/2017

Quatro projetos inovadores de empresas ligadas ao setor da indústria mineral no Pará foram premiados na noite desta quinta-feira, 4, durante a cerimônia de entrega do 1º Prêmio Estadual de Inovação na Indústria Mineral, uma iniciativa da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral). A cerimônia foi realizada durante a XIII Feira da Indústria do Pará (Fipa), promovida pela Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), no Hangar.

Ao todo, a premiação recebeu 32 inscrições, sendo 21 para a categoria de “Inovação de Processos”, sete para a categoria “Inovação de Produtos”, duas para a categoria “Inovação em Tecnologias Socioambientais, com ênfase em Responsabilidade Social Corporativa” e duas para a categoria especial de “Gestão de Inovação”, voltada para projetos que fortaleçam um ambiente propício à inovação. “Os vencedores em todas as categorias possuem práticas inovadoras em seus projetos que podem se tornar exemplos mundiais em atitudes sustentáveis com respeito às comunidades tradicionais”, ressaltou o presidente do Simineral, José Fernando Gomes Júnior.

A iniciativa contou com a parceria da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) e da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa).

Premiados - A mineradora multinacional Vale S/A conquistou o primeiro lugar em duas categorias, com os projetos “Desenvolvimento de placas inteiriças para substituição dos revestimentos intermediários e externos da tampa de alimentação do Moinho SAG” (Inovação de Produtos) e “Inovação no processo de gestão tecnológica de uma barragem de mineração” (Inovação de Processos). Este último abrangeu o desenvolvimento e implantação de sistema integrado de automatização de todo o processo de coleta e envio de dados da instrumentação de segurança da barragem, em tempo real, para uma Central de Controle e Comunicação, o que facilita o sistema de sirenes de alerta de emergências e evacuação de área afetada pela onda de inundação induzida pela hipotética ruptura do barramento.

A empresa vencedora na categoria de “Inovações em tecnologias socioambientais” foi a Mineração Rio do Norte (MRN), com o projeto “Territórios Sustentáveis”, iniciado em 2015 e que busca colocar o desenvolvimento regional como objetivo compartilhado entre a iniciativa privada, o poder público e a sociedade civil. “É uma iniciativa projetada para 15 anos, que envolve os municípios de Oriximiná, Terra Santa, Faro e Óbidos. O principal objetivo é promover ações estruturadas em quatro pilares: gestão pública, desenvolvimento econômico, capital social e gestão ambiental, sendo tudo trabalhado em respeito à tradição do estilo de vida de cada região”, explicou o gerente de Gestão, Segurança, Meio Ambiente, Licenciamento e Relações Comunitárias na MRN, Paulo Ayres.

A Vale S/A também recebeu o prêmio da categoria especial de “Gestão de Inovação”, com o artigo técnico “Como acontece a inovação na Vale”, enfatizando as estratégias das equipes internas em projetos e pesquisas desenvolvidos pela empresa. “Essa premiação, para a Vale, é de grande importância, pois faz com que nossos colaboradores se esforcem a cada dia para pensar diferente”, declarou a gerente da área de planejamento da Vale, Lucia Oliveira.

Os principais trabalhos e pesquisas submetidos ao Prêmio serão expostos em fóruns científicos e congressos, e se tornarão pauta em revistas especializadas, como a “Brasil Mineral”. “Esperamos que esse tipo de premiação se reproduza em diversos setores, pois inovar significa aumentar a qualidade e a diversidade de produtos e serviços à sociedade”, pontuou o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello.

Texto: Igor de Souza (Ascom Sectet)

 

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Governo lança Manual do Investidor e Programa Inova Pará

Sectet - qui, 04/05/2017 - 10:46
04/05/2017

Tecnologia, inovação e ambiente empreendedor criativo, foi no clima da XIII Feira da Indústria do Pará (Fipa), realizada pela Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), que o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Adnan Demachki, representando o governador do Pará, Simão Jatene, lançou mais duas ações do Programa Pará 2030 para um público diverso ligado à indústria paraense, o Manual do Investidor e o Programa Inova Pará.

No evento aberto na noite desta quarta-feira, 3, no Hangar Centro de Convenções da Amazônia, o Estado ainda celebrou um protocolo de intenções com a empresa privada RVC e Empreendimentos e Participações Ltda, controladora do Grupo Citróleo, para a instalação de uma planta industrial de liofilização (processo de desidratação usado para preservar alimentos perecíveis) de frutas regionais, a exemplo do açaí.

“Hoje, o investidor interessado no Pará tem muitos caminhos institucionais e isso o confunde. O Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), disponibiliza agora o Manual Executivo do Investidor no Estado do Pará, que orienta o empresário em sua chegada, prevendo todo o processo para a simplificação da instalação de sua empresa, num estímulo à atração, consolidação e ampliação de investimentos produtivos em nosso território", destacou Demachki.

"O Manual é simples e mostra as regras para se investir no Pará, apresentando a Codec como a única porta de entrada, justamente por ela ser a agência de prospecção de investimentos e ter expertise para um atendimento especializado'', frisou o presidente da Codec, Olavo das Neves. O Manual do Investidor completo pode ser acessado pela internet nos sites da Codec (http://www.codec.pa.gov.br), da Sedeme (http://sedeme.com.br/investpara/) e no do Pará 2030 (http://para2030.com.br/).

O Inova Pará foi idealizado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceria com a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisa do Pará (Fapespa). O Programa estimula a inovação, o conhecimento tecnológico, a pesquisa mais apropriada para investimentos no Estado. Ele prioriza as 14 cadeias econômicas produtivas prioritárias do Pará 2030,  tais como o agronegócio, agricultura familiar, pesca e aquicultura, atividade florestal, biodiversidade, mineração, serviços ambientais, logística, energia, turismo e gastronomia.

Presidente da Fiepa, José Conrado recordou que em março deste ano o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou o Pará como o único Estado entre as 14 unidades federativas avaliadas pelo Boletim da Indústria com saldo positivo em 2016, com o acumulado do ano, 9,5% maior do que o apresentado em 2015. Ele saudou a parceria do Governo do Pará e agradeceu a presença de Adnan Demachki.

“A indústria brasileira é responsável por 10,5 milhões de empregos e por 22% do PIB brasileiro. Nosso objetivo nesta Fipa é fortalecer a cadeia da economia criativa, seja por meio de incentivo às experiências em andamento ou fomento às novas práticas. Teremos uma vasta programação com consultorias técnicas, palestras, capacitações e rodadas de negócios. Agradecemos a presença nesta feira dos setores de bebidas, alimentos, construção naval, energia, entre outros, com destaque para a mineração, uma indústria forte no Estado, representada aqui pela Hydro, Mineração Rio do Norte, Belo Sun Mineração e Imerys, entre outras.

Feira da Indústria

Realizada há 24 anos, a Fipa reúne mais de 60 expositores e um amplo público visitante, entre empresários, industriais, dirigentes e gerentes de grupos organizacionais, representantes de entidades de classe, sindicatos e do poder público, além da academia e cidadãos interessados na força da economia paraense.

Na noite desta quarta-feira, 3, entre as autoridades, estavam também presentes os secretários estaduais de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Alex Fiúza; de Turismo (Setur), Adenauer Góes, e o presidente da Codec, Olavo das Neves. E ainda os presidentes da Associação Comercial do Pará, Lúcio Fábio Costa, o diretor-geral do Sebrae Pará, Fabrízio Guaglianone, entre muitas personalidades públicas.

Serviço:
XIII Feira da Indústria do Pará, de 3 a 6 de maio, das 17h às 22h, no Hangar. Ingressos a R$ 10, meia entrada para estudantes. Para as palestras não é necessário inscrição antecipada e nem cobrança de ingresso, apenas para acessar a Feira. A Fipa é uma realização da Fiepa com patrocínio do Governo do Estado, Banco do Brasil e da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Texto: Valéria Nascimento - Ascom/Sedeme

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Programa Inova Pará

Sectet - qua, 03/05/2017 - 15:35
03/05/2017

Programa Inova Pará é apresentado a órgãos ligados ao setor produtivo no Estado

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), a partir de um convite da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), apresentou, na tarde desta terça-feira, 02, o Programa Inova Pará a diversos representantes de órgãos estaduais ligados ao setor produtivo no Pará. O Programa, coordenado pela Sectet, dispõe sobre incentivos à inovação, à pesquisa científica e tecnológica e à engenharia não rotineira, além da política estadual de incentivos fiscais.

O Inova Pará será lançado oficialmente nesta quarta-feira, 4, durante a programação da XIII Feira da Indústria do Pará (Fipa) que ocorrerá no Hangar. O Programa parte da premissa que para romper com o modelo extrativista, presente na economia paraense, é indispensável que o Estado apoie a criação de Sistemas Regionais de Inovação (SRI) a fim de que propiciem suporte necessário à agregação de valor das cadeias produtivas estratégicas.

“A equipe ligada ao setor produtivo do Governo do Estado deve conhecer previamente o Programa, pois a definição da agenda para atender as necessidades dos arranjos produtivos da região precisa ser articulada em conjunto com as instituições e projetos afins a partir de uma estratégia sistêmica”, pontuou o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello. Dentre as instituições presentes, participaram representantes da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), do Banpará, das secretarias de estado de Turismo, de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia e de Planejamento.  

A Sectet vem dialogando com os atores regionais das principais cadeias produtivas do Estado, como a cadeia do cacau e do açaí, para levantar as demandas e projetos desenvolvidos nos setores. “Essa é a primeira fase do Programa. A segunda fase diz respeito à concepção do sistema a ser implantado para alavancar as cadeias produtivas, e, para isso, o Estado deve contribuir para a criação de Sistemas Regionais de Inovação, que envolve a academia, o setor produtivo e a comunidade local trabalhando de forma integrada”, explicou a secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez. 

Além do Inova Pará, outra iniciativa da Sectet bastante discutida durante a reunião foi o Programa Pará Profissional, voltado para a promoção de cursos de qualificação profissional em diversas modalidades. “Os programas do Governo do Estado, executados por meio da Sectet, são uma quebra de paradigma no Pará. Na nossa discussão com os investidores no Estado, precisamos saber vender isso, por isso essa apresentação de hoje foi esclarecedora. Vamos, certamente, ajudar no desenvolvimento do Inova Pará”, afirmou o presidente da Codec, Olavo das Neves. 

Parcerias - Além do setor governamental, o Inova Pará tem sido apresentado para diversas empresas como forma de buscar parcerias para a operacionalização do Programa. Uma delas é a Citróleo - Indústria e Comércio Óleos Essenciais Ltda., que esteve presente na Sectet na tarde desta quarta-feira, 3. A empresa possui grande interesse em integrar as ações voltadas ao aprimoramento dos setores de cosméticos e perfumaria no Pará, a partir de políticas de sustentabilidade e com foco no desenvolvimento de produtos naturais. 

Um dos assuntos discutidos foi a implantação de um Centro de Pesquisa e Produção no Espaço Inovação, localizado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), com o objetivo de desenvolver novos processos e produtos para beneficiamento. Uma nova reunião será agendada e contará com a participação de pesquisadores dos laboratórios do Espaço Inovação para discutir a implantação do Centro. 

Texto: Igor de Souza (Ascom Sectet)

 

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Entrega de Prêmio

Sectet - ter, 02/05/2017 - 11:37
02/05/2017

Vencedores do Prêmio de Inovação na Indústria Mineral serão conhecidos dia 4 

Reconhecer o mérito de iniciativas, atividades e projetos que promovam melhoria da Indústria Mineral no Pará, contribuindo para criação, disseminação e difusão de práticas inovadoras em seus amplos segmentos. Esse é o grande objetivo do 1º Prêmio Estadual de Inovação na Indústria Mineral, uma iniciativa do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral), com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Fiepa e Fundação Amazônia Paraense.

A solenidade de premiação ocorre no próximo dia 4 de maio, dentro da programação da XIII Feira da Indústria do Pará. Na solenidade de premiação, serão anunciadas todas as iniciativas finalistas e as vencedoras de cada categoria. As iniciativas finalistas e os resultados estarão disponíveis no site da Sectet: http://www.sectet.pa.gov.br/

“Nossa meta com esse Prêmio é mostrar à sociedade paraense as boas práticas existentes no setor mineral, executadas tanto pelas grandes mineradoras quanto pelas micro e pequenas empresas”, ressaltou o presidente do Simineral, José Fernando Gomes Júnior. 

Categorias – As categorias premiadas serão: Gestão de Inovação, voltada para projetos que fortaleçam um ambiente propício à inovação; Inovação de Processos; Inovação de Produtos, que diz respeito aos bens e serviços necessários à operação da planta industrial; e Inovação em Tecnologias Socioambientais, com ênfase em Responsabilidade Social Corporativa, ou seja, projetos que envolvam ações com comunidades em vista da geração de emprego e renda. 

Texto: Rosana Pinto – Ascom/Simineral

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Cooperativas visitam o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá

Sectet - sex, 28/04/2017 - 13:50
28/04/2017

Entender como a tecnologia pode ser utilizada para melhorar produtos regionais e alavancar negócios. Este foi o principal objetivo da visita realizada na tarde desta quinta-feira, 27, por representantes de cooperativas do estado do Pará ao Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, em Belém. A visita integrou a programação do Seminário do Cooperativismo Agropecuário do Pará, organizado pelo Sistema OCB-Sescoop/PA e teve a intermediação da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet).

Cerca de 30 representantes de cooperativas dos municípios de Tomé Açú, Irituia, Benevides, Vigia, Santarém, Curralinho, dentre outros, conheceram as políticas públicas do Estado para o fortalecimento de diferentes cadeias produtivas, apresentadas pela secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez; o modelo de governança do parque tecnológico, apresentado pelo diretor presidente do PCT Guamá, Antônio Abelém; e a estrutura do Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia (Cvacba), do Laboratório de Óleos Vegetais e Derivados e do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, Automação e Eletrônica (Lasse), laboratórios de P&D instalados no prédio Espaço Inovação.

Segundo a secretária adjunta, “as cooperativas têm potenciais enormes e desde o Estado consiga alinhar conteúdos de ciência e tecnologia, elas têm tudo para crescer e ser elemento fundamental, uma âncora para a alavancagem dessas cadeias produtivas". Maria Amélia Enriquez destaca ainda que “normalmente quando se fala em parque tecnológico, a sociedade em geral tem uma ideia equivocada, que é um espaço elitista, voltado só para alta tecnologia. Na verdade, quando o Estado está lançando um plano de desenvolvimento e que envolve cadeias produtivas que estão relacionadas à economia tradicional, a tecnologia tem que atender a essa base da economia tradicional - agricultura familiar, cadeia do cacau, do açaí, da piscicultura, da biodiversidade, da floresta”.

E é neste contexto que o PCT Guamá atua na aproximação da academia com o mercado e na democratização do acesso à tecnologia, estimulando o empreendedorismo inovador local, conforme destaca Antônio Abelém. “O parque tecnológico consegue atender a uma gama variada de negócios, com análises físico-químicas de produtos, consultorias especializas e também oferecendo espaço físico de instalação e a oportunidade de associação e prestação de serviços de inteligência competitiva”, informa.

Para o diretor presidente da Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (C.A.M.T.A.), Michinori Konagano, a visita foi pertinente ao proposto pelo seminário. “Sempre tive muita vontade de visitar o parque – a empresa já fez algumas análises técnicas em laboratórios instalados - esta visita valeu muito a pena para nos aproximarmos da universidade. Queremos expandir cada vez mais a parceria”, avaliou.

Texto: Juliane Frazão - Ascom/PCT Guamá

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Sectet realiza oficina sobre educação profissional em seis municípios paraenses

Sectet - qui, 27/04/2017 - 10:48
27/04/2017

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) esteve em seis municípios paraenses entre os dias 24 e 26 de abril. O motivo foi a realização da oficina “Educação Profissional x Cadeias Produtivas: Demandas e Ofertas”, no intuito de esclarecer os participantes a respeito do programa estadual de qualificação profissional, o Pará Profissional, coordenado pela Secretaria, e captar as demandas para oferta de cursos em tais municípios.

   Alunos certificados em Bonito

  Alunos certificados em Bragança

 Alunos certificados em Augusto Correa

No dia 24, em Castanhal e Bonito; dia 25, em Bragança e Augusto Correa e, dia 26, em Tracauteua, a assessora da Sectet, Sônia Mendes, e a técnica Clarice Novaes, realizaram o evento. Na oportunidade, alunos de Bonito, Bragança e Augusto Correa, já contemplados pelo Programa, receberam os certificados de conclusão de cursos classificados na modalidade “Aperfeiçoamento Profissional”. Os cursos ofertados foram Técnicas de confecção de sacolas em tecido (ecobag n1 e ecobag n2); Técnicas em programação de CLP e Técnicas de lubrificação de máquinas industriais. No dia 26 também, o diretor de Educação Profissional da Sectet, Luís Blasques, e o assessor, Evandro Diniz, realizaram a oficina em Marabá.

 Apresentação em Marabá                                  

O Programa - O Pará Profissional foi instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, sob coordenação da Sectet, descrito como um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais, com a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica nas diversas modalidades a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento no Estado. O Programa busca atender cidadãos de todas as regiões de integração do Pará, permitindo que, após os cursos, os egressos tenham maiores possibilidades de acesso ao emprego ou de criação do próprio negócio. Entre os objetivos específicos estão a promoção de cursos profissionalizantes nas modalidades de ensino técnico subsequente e formação inicial e continuada; o estabelecimento de parcerias que potencializem, em termos técnicos e financeiros, as ações; a interiorização da educação profissional e tecnológica por meio de parcerias colaborativas com os municípios paraenses e demais atores locais e regionais; e o maior alcance de pessoas por meio do estabelecimento de um sistema eficaz de educação a distância.

Texto: Fernanda Graim - Ascom/Sectet

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Minicurso

Sectet - qua, 26/04/2017 - 14:42
26/04/2017

Laboratório do Leite promove minicurso sobre processamento de queijo e requeijão

Nos dias 15 a 17 de maio de 2017, o Laboratório da Qualidade do Leite, ligado à Universidade Federal do Pará (UFPA) e instalado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), promove o minicurso “Processamento de queijo e requeijão – da prática à teoria”, com carga horária de 20h. A ação é voltada para profissionais de nível técnico ou superior da área de laticínios, pequenos produtores ou outros interessados. O investimento é de R$ 350,00 e as pré-inscrições já estão abertas e podem ser realizadas no link.

O minicurso tem o objetivo de contribuir com a formação de profissionais que buscam conhecimento acerca da tecnologia de fabricação de queijo e requeijão por meio da exposição teórica dos conceitos fundamentais e execução das etapas de processamento. Os ministrantes vão apresentar de forma teórico-prática os fundamentos do processo de fabricação de diferentes tipos de queijo e requeijão, apresentando inovações na área e contribuindo desta forma com a formação profissional dos participantes.

O minicurso será ministrado por Luiza Helena Meller da Silva, Prof. Dra. da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Federal do Pará (FEA-UFPA); Renan Campos Chisté, Prof. Dr. da FEA-UFPA; e Drª Heloisa Helena Medeiros, do Programa de Pós Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos da UFPA.

A pré-inscrição está aberta e pode ser realizada no link, a vaga será garantida após depósito bancário na conta da Fundação Guamá, OS que gerencia o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá. A turma será fechada apenas se as inscrições atingirem o número mínimo de 15 participantes. Ao todo, serão oferecidas 20 vagas.

Ementa do Curso

1. Introdução à Tecnologia de leite e derivados
1.1 Composição e classificação do leite
1.2 Obtenção do leite de qualidade
1.3 A indústria de laticínios na atualidade
2. Processamento de queijo
2.1 Conceito e classificação dos queijos
2.2 Fluxograma da elaboração de diferentes tipos de queijo e descrição de suas etapas
2.3 Ingredientes opcionais e obrigatórios
3. Processamento de requeijão
3.1 Conceito e classificação de requeijão
3.2 Fluxograma da elaboração de requeijão e descrição de suas etapas
3.3 Importância dos ingredientes usados na formulação básica
4. Legislação
5. Práticas
5.1 Elaboração de queijo tipo minas frescal com adição de condimentos
5.2 Elaboração de requeijão cremoso saborizado
5.3 Degustação dos produtos elaborados

Sobre os ministrantes

 Profª Drª. Luiza Helena Meller da Silva (FEA-UFPA);

Graduada em Química Industrial pela Universidade do Sul de Santa Catarina (1991), mestrado (1994) e doutorado (2000) em Engenharia de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas. É professora da Universidade Federal do Pará e tem experiência na área de Ciência e Tecnologia de Alimentos, com ênfase em processos de extração, Tecnologia de Óleos e Gorduras, principalmente na identificação e caracterização de vitaminas (A e E) e ácidos graxos, estabilidade oxidativa e controle de qualidade, propriedades termofísicas, desenvolvimento de processos e produtos. É coordenadora adjunta do mestrado profissional na área de Ciências de Alimentos na CAPES.

Prof. Dr. Renan Campos Chisté (FEA-UFPA)

Graduado em Tecnologia Agroindustrial com ênfase na Tecnologia de Alimentos pela Universidade do Estado do Pará (2007), mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Universidade Federal do Pará (2008) e doutorado em Ciência de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (2011). Possui experiência na área de processamento tecnológico de matérias-primas vegetais, assim como análises físico-químicas e fitoquímicas em produtos de origem vegetal. Atualmente desenvolve funções como membro do Conselho Editorial da Journal of Food Composition and Analysis e Food Research International (Elsevier).

Drª. Heloisa Helena Medeiros (PPGCTA-UFPA)

Graduada em Engenharia de Alimentos pela Universidade Federal do Pará (2006), mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela UFPA (2009), doutorado em Engenharia Química pela Universidade Estadual de Campinas (2014). É pós-doutoranda no Programa de Pós Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos na Universidade Federal do Pará. Tem experiência na área de Engenharia de Alimentos, atuando principalmente nos seguintes temas: adsorção, evaporação, secagem, compostos biologicamente ativos de matérias-primas de origem vegetal.

Serviço

“Processamento de queijo e requeijão – da prática à teoria”
- 15 e 16/05: 8h às 12h e 14h às 18h
- 17/05: 8h às 12h
Local: Laboratório de Ciência, Tecnologia e Engenharia de Alimentos – LCTEA (Universidade Federal do Pará – UFPA, Campus Profissional. Rua Augusto Corrêa, 01 – Bairro: Guamá – CEP: 66075-110, Belém – PA)
Número de participantes: 20
Investimento: R$350,00
Pré-inscrições: http://bit.ly/2o9e530
Dados para depósito bancário:
Banco do Brasil
Agência: 3702-8
Conta Corrente: 35174-1
Fundação de Ciência e Tecnologia Guamá
CNPJ: 11.024.200/0001-09

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Estado apoia implementação do Processo Judicial Eletrônico

Prodepa - ter, 18/04/2017 - 10:34
18/04/2017 - 10:30

A implementação do Processo Judicial Eletrônico (PJE) no Pará foi discutida em uma reunião realizada nesta segunda-feira (17), na sede do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT8), em Belém, com a participação do procurador-geral do Estado, Ophir Cavalcante Júnior.

O assunto reuniu ainda o desembargador Francisco Sérgio Silva Rocha, presidente da Comissão de Implantação do PJE no TRT8, e Théo Carlos Flexa Ribeiro Pires, presidente da Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Pará (Prodepa), além de representantes da Secretaria de Informática do Tribunal de Justiça do Estado (TJE/PA).

O encontro marcou o início da parceria entre as instituições para atuação conjunta, destinada a otimizar recursos e ampliar o atendimento à população da capital e do interior, a fim de levar o sistema de Processo Judicial Eletrônico a todos os 144 municípios paraenses. A ação integrada entre o Governo do Pará, TRT8 e TJE também visa garantir a ampliação da rede de internet em todo o Pará.

“Temos condições de montar uma base operacional utilizando tecnologia de fibra óptica, viabilizar o uso compartilhado das estruturas dos órgãos públicos e chegar aos municípios do interior. A meta do governo do Estado é atuar institucionalmente com a finalidade de atender a população dos 144 municípios”, informou Théo Pires.

O desembargador Sérgio Rocha propôs a celebração de um convênio entre as instituições para viabilizar e operacionalizar as fases do projeto de efetivação do processo judicial eletrônico e os demais serviços relacionados à internet banda larga.

Redução de gastos - “O objetivo do governo do Estado é atuar de forma integrada com outras instituições do Sistema de Justiça, a fim de possibilitar maior agilidade aos processos judiciais, diminuir custos, modernizar e tornar menos burocráticas as etapas dos atos processuais. As peças, como petições, certidões e despachos, serão digitalizadas, para visualização por meio eletrônico, o que evita a utilização de papel. Outro aspecto importante do processo judicial eletrônico é a racionalização de gastos, permitindo o emprego de valores financeiros e de servidores em atividades mais dirigidas à atividade-fim das instituições”, destacou Ophir Cavalcante Jr.

Segundo o procurador-geral, “a ação compartilhada e a concentração de esforços de várias esferas do poder público fortalecerão o Sistema de Justiça e, o mais importante, vão levar e despertar cidadania à população do interior paraense, por meio da oferta de serviços e de internet gratuita. É preciso integrar cada vez mais as diversas regiões paraenses, e essa questão envolve, de forma fundamental, os recursos e ferramentas digitais”.

Por Lene Alves

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Apoio

Sectet - ter, 18/04/2017 - 09:17
18/04/2017

Sectet e Sebrae-Pa alinham ações de apoio a produtores e cooperativas locais

Na manhã desta segunda-feira (17), representantes da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e do Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas no Pará (Sebrae-Pa) se reuniram para alinhar ações de apoio a produtores e cooperativas locais a fim de otimizar a produção paraense e alavancar os negócios ligados às cadeias produtivas consideradas prioritárias no Plano de Governo Pará 2030.

Na oportunidade, a adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez, destacou as ações de dois dos programas de governo coordenados pela secretaria, o Pará Profissional e o Inova Pará, que incentivam, em todo o Estado, a qualificação profissional e a criação de ambientes de inovação, respectivamente. “O principal desafio da Sectet é diminuir a distância que existe entre ciência e tecnologia e as comunidades locais, é fazer as pessoas entenderem que as pesquisas, os estudos, podem ser aplicados no cotidiano”, explicou a adjunta.

Para a execução dos programas, a Secretaria conta com parceiros como o Sebrae, por isso as reuniões  de alinhamento são necessárias a fim de que não haja sobreposição de ações. “A reunião foi bastante produtiva e assertiva, vamos caminhar juntos para melhorar os produtos das comunidades, melhorar a cadeia produtiva de insumos amazônicos, vamos trabalhar as capacitações, as consultorias, o acesso ao mercado dessas comunidades gerando negócios para eles”, ressaltou a gestora do projeto de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC) do Sebrae-Pa, Georgiane Titan.

Uma das principais pautas abordadas foi o apoio à cadeia da biodiversidade, em especial a área de biocosméticos, e o incentivo à participação dos atores envolvidos em feiras nacionais e internacionais ligadas ao setor. Além disso, também houve a proposta da criação de um Fórum de Empreendedorismo composto por várias instituições. Essas e outras ideias serão alinhadas nas próximas reuniões. Dessa forma, acordou-se realizar encontros quinzenais a fim de abordar as uma cadeia produtiva diferente a cada um deles no intuito de discutir a fundo suas peculiaridades.

Também estiveram presentes na reunião o analista da unidade de projetos estratégicos do Sebrae-Pa, Marcus Tadeu, e, pela Sectet, o diretor de educação profissional e tecnológica, Luís Blasques; o diretor de ciência e tecnologia, Sérgio Oliveira; a coordenadora de apoio ao empreendedorismo e à inovação, Edilaine Menezes; e o gerente dessa coordenadoria, Wander Oliveira.

Texto: Fernanda Graim - Ascom/Sectet

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Leitura

Sectet - qua, 12/04/2017 - 09:35
12/04/2017

Sectet apoia campanha do Governo do Estado de incentivo a leitura e doação de livros

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica apoia a campanha do mês de abril do Governo do Pará, lançada nesta terça-feira (11) no Teatro Margarida Schivasappa. Desta vez, a leitura é o foco da iniciativa com o tema “Ler pode mudar a sua história. Compartilhe livros”. Ao longo do mês em que se comemora o Dia Nacional do Livro Infantil (18), em homenagem ao nascimento do escritor Monteiro Lobato, várias atividades relacionadas ao incentivo à leitura estão programadas, resultado de um trabalho conjunto envolvendo toda a estrutura do governo e coordenado pelas Secretarias de Estado de Educação (Seduc), de Cultura (Secult), de Comunicação (Secom), juntamente com o NAC, Fundação Cultural do Pará (FCP) e IOE.

As informações detalhadas sobre as atividades e outras ações podem ser encontradas em http://www.agenciapara.com.br/

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Prodepa expande rede no Marajó e implanta Cidade Digital de Breves

Prodepa - seg, 10/04/2017 - 09:57
07/04/2017 - 10:00

Com dezesseis municípios e uma população de 525.347 habitantes, o arquipélago do Marajó tem a maior taxa de analfabetismo (21%) na faixa acima de 15 anos e o maior índice de pobreza do Pará (57%). Apesar de se destacar na produção de palmito e de açaí, respondendo por 55% e 30% respectivamente da extração no Pará; os índices econômicos muito baixos e a população geograficamente dispersa e sem recursos são fatores que justificam o desinteresse da iniciativa privada em investir na região. Por isso, da infraestrutura de rede em fibra óptica que o governo do Estado está implantando, a do Marajó é a que pode ter maior representatividade em termos de benefícios para a população.

A Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa), em parceria com a Celpa e usando um cabo subaquático, implantou uma estrutura de fibra ótica, responsável pela transmissão de dados, interligando a ilha do Marajó à rede pública de internet. São 24 pares de fibra com 10,7mm de diâmetro total. Isso representa o transporte de dados em alta velocidade, proporcionando o alcance de taxas de transmissão da ordem de 40 Gbps.

O primeiro município do arquipélago a receber internet via fibra ótica foi Ponta de Pedras. Lá, o Navegapará já está disponível para a população em um ponto de acesso livre na praça da cidade e outro no terminal hidroviário, com internet gratuita via wi-fi. Também já foram interligados e estão em pleno funcionamento outros 20 pontos, entre eles: escritório da Adepará, duas escolas estaduais, Polícia Militar, CRAS, unidades da Seduc, Semed e Emater, melhorando a conectividade e o acesso aos serviços públicos no município.

Para o presidente da Prodepa, Theo Pires, a disponibilização da rede de fibra óptica por meio da parceria com a Celpa representa aquilo de mais importante que o governo do Estado pode oferecer, hoje, em nível de tecnologia, à população do Marajó: a sua integração com o resto do mundo por meio da internet. “Não só pelo acesso à internet, mas, também, aos diversos meios de comunicação disponíveis, como telefonia fixa e móvel. Através de um único link em fibra óptica é possível oferecer um serviço melhor, e é isso que o Estado vai buscar agora”, declara Theo.

Já existe o projeto para expandir essa rede, a partir de Ponta de Pedras, para alguns municípios. A Prodepa está trabalhando na busca do recurso financeiro. E em consonância com o Programa Pará 2030 - que visa melhorar a renda média do paraense, fazendo com que o Produto Interno Bruto (PIB) per capita cresça – está sendo instalada uma estrutura de posteamento de energia elétrica em Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari, e a expectativa é que a fibra óptica acompanhe o mesmo cronograma.

A meta do Plano Plurianual (PPA) 2016-2019 para a região era conectar Breves, cidade polo da ilha. No início de 2017 esse objetivo foi alcançado e, agora, o município é a mais nova Cidade Digital do arquipélago, junto com Ponta de Pedras, Salvaterra e Soure que já contavam com a internet do Navegapará desde 2012.

O link que chega a Breves, via rádio de alta capacidade, já atende a população. Além disso, já foi implantada uma rede em fibra óptica dentro do município. Foi construído um pequeno anel óptico, partindo da entrada do link da Prodepa na UFPA até o Hospital Regional, com aproximadamente 4,5 quilômetros de extensão. A partir desse ponto sai a radial GPON (tecnologia de que permite uma transmissão e recebimento de dados mais rápida através de uma única fibra), que hoje interliga o comando Regional da Polícia Militar; a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefa) e o hotzone (ponto de acesso livre à internet) da Praça do Operário, além do Hospital e da UFPA. As próximas instituições a serem conectadas são a Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Por se tratar de uma cidade polo no arquipélago, a maioria dos órgãos têm sede regional em Breves. No município, foram mapeados mais de 20 pontos que podem ser beneficiados com a conexão em banda larga. “Tem órgão, por exemplo, que paga mais de dez mil reais por mês por um link via satélite de menos de um mega de banda. E a Prodepa oferece, de início, dois megas de fibra”, conta o gerente de Projetos de Cidadania da Prodepa, Tiago Cardoso.

Dentro do Programa Pará 2030, há a Rota Turística do Queijo do Marajó, criada para incrementar o fluxo turístico na região a partir de novos roteiros e produtos de turismo gastronômico em Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari. Neste contexto, ainda em 2017, a Prodepa deve iniciar nova ligação a partir de Ponta de Pedras, chegando até Soure.

A finalidade é transportar o sinal das operadoras de telefonia e dos provedores de internet que atuam no Marajó para melhorar a capacidade de uso dessa infraestrutura de rádio, que é a única existente na região. “A fibra óptica traz melhoria na qualidade desse transporte e, consequentemente, do serviço oferecido. É a forma que o governo tem de levar à população da ilha os avanços da tecnologia da informação e comunicação”, conclui o presidente.

A Rota Turística do Queijo do Marajó pretende ser uma alternativa de renda para os produtores locais, uma vez que o fluxo de pessoas ao longo da rota dinamiza a economia e possibilita a valorização dos atrativos naturais, culturais e históricos da localidade. A conectividade dos municípios da rota contribui para a comercialização dos insumos, fortalecendo a base produtiva da agricultura familiar. O programa visa agregar valor aos produtos agrícolas locais e beneficiar pequenos produtores rurais das comunidades envolvidas, a fim de gerar negócios, emprego e renda.

Pontos de acesso livre à internet no Marajó:

Breves – Praça do Operário
Ponta de Pedras – Praça da Cidade e Terminal Hidroviário
Salvaterra – Praça Magalhães Barata
Soure – Praça da Orla

Tags: Marajófibra ópticaredeBreves
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