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Governo do Estado do Pará

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Fapespa lança editais Interpará 2017, Guyamazon e de Iniciação Científica

Sectet - sex, 01/09/2017 - 10:03
01/09/2017

A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) lançou nesta quinta-feira (31), na II Reunião do Fórum Permanente de Prefeitos e Prefeitas do Programa Municípios Sustentáveis, no hangar Convenções e Feiras da Amazônia os Editais Interpará 2017, edital Guyamazon e edital de Iniciação Científica. A Fapespa, por meio do governo do Estado, está investindo o aporte financeiro no valor total de mais R$ 6 milhões nas chamadas 2017/2.

Os Editais Interpará 2017 representam uma estratégia criada para corroborar com as políticas públicas do governo do Estado, referentes às ações estratégicas do “Pará 2030”, voltadas para o desenvolvimento das regiões de integração, por meio da formação de redes de pesquisa, da qualificação de recursos humanos e da modernização de laboratórios de pesquisa científica. O aporte financeiro da Fapespa soma, ao todo, R$ 5 milhões aos editais Interpará 2017, contemplando as seguintes regiões de integração: Rio Caeté, Tocantins, Rio Capim, Guamá e Marajó.

Para o presidente da Fapespa, Eduardo Costa, o Interpará promove a quebra de paradigmas. “Estamos garantindo que recursos para fomento e amparo à pesquisa cheguem ao interior do estado. Isso é uma diretriz nova da Fundação, e que parte do pressuposto de que nós precisamos ampliar os grupos de excelência e apoiar pesquisas nas universidades que estão sediadas nas diversas regiões. Essa é uma estratégia que estamos adotando com o objetivo de apoiar também a geração de pesquisas que ajudem a consolidar a estratégia do Pará 2030, promovendo a verticalização da produção, agregando valor às atividades e gerando mais emprego no Pará”, disse.

O Guyamazon é o apoio resultante da cooperação internacional entre Brasil e França, que prevê a realização de pesquisas científicas relativas aos desafios da Amazônia e o intercâmbio de pesquisadores e estudantes entre ambas as nações. Além disso, apoia a execução de projetos de pesquisa conjuntos mediante a colaboração científica e tecnológica entre pesquisadores de instituições de ensino superior e de pesquisa do estado do Pará e da França, com foco em ações voltadas para a região.

Já o Edital de Iniciação Científica refere-se à concessão de bolsas para os Programas de Iniciação Científica das instituições de ensino superior e isntituições de pesquisa  do Pará com o objetivo de incentivar e desenvolver o pensamento e a prática científica de estudantes de graduação na iniciação à pesquisa em diferentes áreas do conhecimento.

Texto: Edson Oliveira (Ascom Fapespa)

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Acesso mais seguro

Prodepa - qui, 31/08/2017 - 09:59
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Oficinas

Sectet - qui, 31/08/2017 - 08:37
31/08/2017

Capitão Poço, Cachoeira do Piriá e Ourém recebem oficina do Pará Profissional

Nos dias 25 e 26 de agosto, sexta-feira e sábado, servidores da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) estiveram nos municípios de Capitão Poço (25), Cachoeira do Piriá (26) e Ourém (26) para a realização da oficina “Educação Profissional x Cadeia Produtiva: Demandas e Ofertas”. O objetivo do evento é a captação de demandas dos setores produtivos locais no sentido de planejar a oferta de cursos de qualificação profissional em cada município por meio do Programa Pará Profissional. Para tanto, a Sectet contou com a parceria das respectivas prefeituras municipais.

Capitão Poço

Cachoeira do Piriá

  

Ourém

                                                               

Em Capitão Poço, ocorreu ainda uma reunião técnica de nivelamento sobre os termos do Convênio de Cooperação Técnica a ser assinado entre Governo do Estado, por intermédio da Sectet, e prefeitura municipal, no sentido de realizar ações conjuntas para difusão de processos inovadores e de tecnologias visando combater os entraves socioeconômicos e ambientais que limitam o desenvolvimento local, além de qualificar e especializar recursos humanos para a realização das atividades produtivas no município.

O Programa - Amparado pela Lei no. 8.427, instituída em 16 de novembro de 2016, o Pará Profissional é um programa do Governo do Pará, coordenado pela Sectet, que visa combater a desigualdade interregional no Estado por meio de um modelo dinâmico de capacitação, a fim de atender as demandas efetivas do mercado e acompanhar o desempenho do profissional com mais agilidade e menos burocracia.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Feira de CT&I

Sectet - qui, 31/08/2017 - 07:54

Sectet realizará sua VIII Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação em outubro

No período de 24 a 26 de outubro deste ano, a Sectet realiza a VIII Feira Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, na Estação das Docas, em Belém. O evento integra a 14ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), promovida pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. O tema abordado, este ano, é "A matemática está em tudo”. A Feira vai oferecer diversas atividades gratuitas para demonstrar como a ciência pode ser divertida, envolvente e revolucionária. 

Data do Evento: terça-feira, Outubro 24, 2017 a quinta-feira, Outubro 26, 2017Local Evento: Estação das Docas
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Resolução que trata sobre Política Estadual de Tecnologias Sociais é publicada no DOE

Sectet - qua, 30/08/2017 - 15:11
30/08/2017

Produtos, técnicas ou metodologias reaplicáveis para o uso comunitário a fim de promover, principalmente, a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida das pessoas por meio da transferência de conhecimento tecnológico. Essa é a definição para Tecnologias Sociais (TS) adotada na Resolução no 03, de 25 de agosto de 2017, do Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Consectet), o qual presta assessoramento superior à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). O documento foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (30).

Além dos objetivos expostos na definição do termo, a resolução pretende também promover a integração das TS às políticas de desenvolvimento local, colaborando para sua sustentabilidade; contribuir para a interação entre saber acadêmico e conhecimento popular; promover a reaplicação das técnicas, produtos e tecnologias recebidas e seus bons resultados; assim como estimular o associativismo e a criatividade, a incubação e o fortalecimento de empreendimentos cooperativos e solidários capazes de gerar tecnologias sociais inovadoras. Para tanto, o documento define os instrumentos de operacionalização da Política como os acordos, convênios, termos de cooperação e outros voltados ao desenvolvimento e aplicação das tecnologias sociais, além da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) e do Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá.

 

À Sectet compete instituir os mecanismos de fomento a tais tecnologias no sentido de viabilizar habitats de desenvolvimento de TS; divulgar e popularizar as tecnologias sociais; apoiar o estabelecimento de marco jurídico para elas e o registro de patentes; articular e/ou promover ações de integração entre governos, sociedade civil, comunidade acadêmica e empresas com focos nessas tecnologias; efetivar estratégias de atração de investimento e ampliar a captação de recursos para desenvolvimento e reaplicação de tecnologias sociais; estabelecer políticas de fomento às TS nas cadeias produtivas estratégicas; além de fomentar estudos, projetos, programas, eventos e ações visando à promoção, potencialização e fortalecimento das tecnologias sociais.

O titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, considera a aprovação e publicação da resolução um grande avanço para a sociedade paraense e destacou as diretrizes da política como os principais objetivos a serem buscados pela  Secretaria. "Por meio de editais públicos, a Sectet estimulará as instituições de pesquisa, empresas e/ou indivíduos empreendedores e criativos a concorrer ao financiamento de projetos que visem a inovar ferramentas de baixo custo que contribuam à melhoria da qualidade de vida das populações de baixa renda, seu desenvolvimento econômico e social, com transferência e controle sustentável das tecnologias às próprias comunidades. Trata-se de um dos objetivos mais relevantes a ser perseguido e apoiado pela Secretaria", explicou.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Profissionais são selecionados para atuarem como bolsistas do Programa Pará Profissional

Sectet - seg, 28/08/2017 - 11:35
28/08/2017

Mais de 460 profissionais foram selecionados, por meio de edital público, para compor o banco de instrutores, coordenadores e pessoal de apoio às atividades administrativas em educação profissional e tecnológica no âmbito do Programa Pará Profissional, o qual é coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). O resultado do edital está dividido de acordo com os códigos das vagas previstas e pode ser consultado AQUI. 

Ao todo o edital recebeu mais de 1.800 inscrições e a avaliação da documentação apresentada contemplou a análise de currículo e a experiência profissional dos candidatos, sendo considerados como habilitados e credenciados os inscritos que atenderem plenamente às exigências do edital e obtiverem média mínima de cinco pontos. No caso dos instrutores, as vagas previstas no edital estavam atreladas aos seguintes eixos tecnológicos: Infraestrutura; Turismo, Hospitalidade e Lazer; Recursos Naturais; Controle e Processos Industriais; Ambiente, Saúde e Segurança; Serviços; Produção Cultural e Design; Produção Alimentícia; Informação e Comunicação.

Os credenciados poderão ser chamados a prestar serviços em todos os municípios do Pará de acordo com as demandas do Programa, o que não gera vínculo empregatício com o Governo do Estado. O credenciamento também não gera aos cadastrados direito de celebração do termo de concessão de bolsa, tendo o objetivo de criar um banco de credenciados. Quando convocados, os selecionados assinarão um termo de concessão de bolsa nos valores de R$ 60 por hora/aula (instrutores), R$ 65 por hora (coordenador) e R$ 20 por hora (pessoal de apoio).    

“O edital buscou selecionar profissionais que tivessem a experiência prática e docente na área de interesse. Com o banco formado, teremos muito mais dinamismo e flexibilidade para ofertar novos cursos de qualificação profissional, os quais estão sendo construídos a partir de demandas efetivas de cada região do Estado”, explica o diretor de educação profissional e tecnológica da Sectet, Luís Blasques. 

A vigência do credenciamento será de 24 meses a contar da publicação dos nomes dos profissionais no DOE, podendo a duração ser prorrogada por igual período, uma única vez. 

O Programa - O Pará Profissional foi instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, descrito como um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais. O Programa busca atender cidadãos de todas as regiões de integração do Pará. Entre os objetivos específicos estão a promoção de cursos profissionalizantes nas modalidades de ensino técnico subsequente e formação inicial e continuada; o estabelecimento de parcerias que potencializem, em termos técnicos e financeiros, as ações; a interiorização da educação profissional e tecnológica por meio de parcerias colaborativas com os municípios paraenses e demais atores locais e regionais; e o maior alcance de pessoas por meio do estabelecimento de um sistema eficaz de educação à distância. 

Texto: Igor de Souza - Ascom Sectet

 

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Estado avança com novo sistema de gestão dos recursos públicos

Prodepa - seg, 28/08/2017 - 10:08
25/08/2017 - 10:15

Um termo de cooperação assinado entre a Auditoria Geral do Estado do Pará (AGE) e a Controladoria e Ouvidoria Geral do Estado do Ceará, na tarde desta sexta-feira (25), no auditório da Casa Civil, vai disponibilizar a utilização de uma plataforma que permite maior transparência aos recursos que os órgãos do Estado liberam pra instituições do terceiro setor.

O “e-parcerias”, nome dado ao sistema, foi criado no Ceará e hoje é avaliado como a melhor plataforma da categoria utilizada no país. “Nosso objetivo é sempre buscar o melhor para o Estado, por isso fomos ao Ceará e anunciamos hoje a assinatura desse termo, que nos permitirá não só usar esse sistema em sua totalidade, mas também modificá-los de acordo com nossas necessidades, e o melhor, sem ônus para os cofres públicos”, explicou Roberto Amoras, auditor geral do Estado do Pará.

Hoje o Governo do Pará apoia iniciativas públicas do terceiro setor e faz transferências voluntárias de recursos para fundações, associações comunitárias, organizações não governamentais, entidades filantrópicas e outras, que são iniciativas privadas porém sem fins lucrativos, que atuam em prol do bem comum e da cidadania, em concordância com a Lei 13.019, de julho de 2017, que estabelece um regime jurídico entre a administração pública e as organizações da sociedade civil.

“Essa plataforma eletrônica fará uma melhor gestão dos recursos públicos e das transferências. Todas as secretarias terão o sistema implantado, o que facilitará a comunicação entre elas e a fiscalização transparente por parte do cidadão dos recursos aplicados - quanto foi investido e onde foi -, já que as informações serão todas disponibilizadas na internet, dando maior controle social e atendendo melhor a sociedade”, detalhou o auditor geral do Estado.

A presidente do Tribunal de Contas do Estado do Pará, Lourdes Lima, participou do evento e parabenizou o Governo do Pará pela iniciativa. “O que vemos é que o governo do Estado vem se preocupando em atender as demandas, por isso busca hoje o melhor sistema que existe no país. Isso é importante para a análise e fiscalização dos recursos aplicados, reduzindo os erros e melhorando a qualidade das prestações de conta, o que facilita a fiscalização e controle pelo TCE”, pontuou Loudes Lima.

Também estiveram presentes no evento o Dr. Flávio Jucá, controlador geral do Estado do Ceará; Sávio Brabo e Alexandre Couto, promotores do Ministério Público Estadual; Théo Pires, presidente da Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Pará (Prodepa); Danielle Khayat, do Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC) e Carmem do Carmo, sub-chefe da Casa Civil.

Agência Pará

Tags: AGE; Prodepa; Sistema de gestão
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Consultoria apoia expansão da rede de telecomunicações

Prodepa - seg, 28/08/2017 - 10:04
28/08/2017 - 10:00

Desde 2012, quando representantes da Agência dos Estados Unidos para o Comércio e o Desenvolvimento (US Trade and Development Agency - “USTDA”) estiveram reunidos com a Secretaria Especial de Infraestrutura e Logística para o Desenvolvimento Sustentável e a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa), com o objetivo de promover um intercâmbio de informação e tecnologia entre empresas americanas e o governo do Estado, a Prodepa e a USTDA vêm discutindo uma parceria.

A USTDA trabalha em conjunto com o Departamento de Comércio, o Banco de Exportações e Importações dos EUA (Ex-Im Bank), a Empresa de Investimentos Privados no Exterior (Opic), além de outras agências governamentais. O foco principal da entidade é o fornecimento de financiamentos, a fundo perdido, para estudos de viabilidade em projetos de infraestrutura, principalmente nos setores de transportes, energia e TIC (Tecnologia da Informação e Comunicações). A agência já custeou diversas atividades e estudos para a ampliação e modernização de data centers no Brasil.

Em junho de 2016, o governador do Estado, Simão Jatene, assinou Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o Governo do Pará, por meio da Prodepa, e a USTDA. O acordo firma um projeto de modernização e expansão da rede de telecomunicações no Estado. Após a assinatura deste acordo, a USDA abriu uma concorrência pública nos Estados Unidos com as empresas interessadas em realizar um estudo detalhado da rede de comunicações no Pará. A equipe da Astro Systems, vencedora da concorrência, já está em Belém para dar início aos trabalhos. A previsão é em torno de seis a oito meses de estudos, em cooperação com os técnicos da Prodepa.

Nesta primeira visita, os consultores devem conhecer um pouco mais sobre a Prodepa e seus serviços. O mais importante é a identificação dos principais desafios para levar banda larga às comunidades mais afastadas. “O objetivo da consultoria é analisar primeiro o macro, a rede, se é confiável, a importância que ela tem para o Estado, como ela pode auxiliar no desenvolvimento. E principalmente, resolver questões técnicas, a consultoria foi focada em como expandir a rede da melhor forma possível, de forma eficiente. Isso vai implicar em melhorias e adaptações”, explica Tiago Cardoso, gerente de Projetos de Cidadania da Prodepa.

Para o consultor Reinaldo Camargo, a importância do trabalho que a Prodepa realiza para o Estado, e a necessidade de se agregar valor a esse trabalho, são algumas áreas importantes da tecnologia da informação e comunicação, que une as partes de telecomunicação e TI. “Acredito que podemos ajudar a trazer ideias, no sentido de evoluir todo esse trabalho feito aqui. É um trabalho em conjunto, temos que dividir ideias de inovação, a Prodepa tem equipe que já trabalha bem ativamente na questão da inovação, e com a experiência da equipe da Astro em outros países, vamos poder agregar essas ideias, muitas delas foram inovadoras aqui mesmo, e outras ideias de outras localidades que talvez agregue mais no sentido de como viabilizar, como implantar da melhor forma”, afirma o consultor.

Agência Pará

Tags: Prodepa; USTDA telecomonicação rede
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Resultados do Pará Profissional e do Inova Pará são apresentados ao Consectet

Sectet - sex, 25/08/2017 - 14:24
25/08/2017

Na manhã desta sexta-feira (25), foi realizada a segunda reunião ordinária de 2017, conforme versa a lei, do Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Consectet), o qual presta assessoramento superior à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). Estiveram presentes os representantes dos seguintes órgãos e instituições: secretarias de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), de Turismo (Setur); Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa); Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa); Museu Paraense Emílio Goeldi; Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa); Universidade do Estado do Pará (Uepa); Centro de Ensino Superior do Pará (Cesupa); Instituto Federal do Pará (IFPA); Instituto Evandro Chagas; Instituto Tecnológico Vale; Banco da Amazônia; Embrapa; Sebrae; Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá); e Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober).

Na oportunidade, os conselheiros votaram favoravelmente aos textos de duas resoluções. A primeira trata da política estadual de tecnologias sociais e a outra traça as prioridades da política de inovação tecnológica a serem adotadas pelo Decreto que regulamenta o art. 25 da Lei no 8.426, de 16 de novembro de 2016, que dispõe sobre a concessão de subvenção econômica para a inovação das empresas. O texto do decreto também foi aprovado pelos membros do Conselho na mesma reunião.

A resolução que trata sobre a política de tecnologias sociais, define-as como produtos, técnicas ou metodologias reaplicáveis para o uso comunitário no sentido de promover, principalmente, a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida das pessoas por meio da transferência de conhecimento tecnológico.  Para tanto, o documento define os instrumentos de operacionalização da Política – como acordos, convênios, termos de cooperação e outros, além da Fapespa e do PCT Guamá – e destaca os mecanismos de fomento às tecnologias sociais atribuídos à Sectet.

Quanto à segunda resolução, traça as prioridades da política de inovação tecnológica com base no Plano Diretor de Ciência e Tecnologia, no Plano “Pará Sustentável” e no Programa “Biopará”. Dessa forma, ela baseia o decreto que regulamenta a concessão de apoio financeiro do estado do Pará, por meio de subvenção econômica, a empresas nacionais, públicas ou privadas, voltadas às atividades de inovação tecnológica. Com a subvenção econômica pretende-se promover um aumento significativo dessas atividades, ampliar o desenvolvimento de produtos e processos inovadores, assim como incrementar a competitividade das empresas e da economia do conhecimento no Estado. O Decreto, agora aprovado pelo Consectet, aguarda parecer final da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e posterior sanção do Governador.

Pará Profissional e Inova Pará

Durante a reunião, houve ainda as apresentações dos primeiros resultados dos Programas Pará Profissional e Inova Pará. Amparados pelas Leis no. 8.426, que dispõe sobre incentivos à inovação, e no. 8.427, que cria o Programa de Educação Profissional e Tecnológica, instituídas em 16 de novembro de 2016, os dois programas, coordenados pela Sectet, são instrumentos de combate à desigualdade interregional no Estado.

De um lado o Inova Pará proporciona espaços inovadores em que o saber da academia se integra ao conhecimento popular com o objetivo de impulsionar as cadeias produtivas e melhorar a vida da população. De forma complementar, o Pará Profissional qualifica essa população de acordo com as demandas de cada município, o que facilita a contratação da comunidade local, proporcionando renda à população, o que traz benefícios à produção, ao comércio e à região como um todo, gerando um ciclo autosustentável.

Na oportunidade, o diretor de educação profissional e tecnológica da Secretaria, Luís Blasques, destacou que a meta do Pará Profissional, até o final deste ano e início de 2018, é um investimento de R$ 2,7 milhões, com aproximadamente cinco mil pessoas atendidas em 51 municípios nas 12 regiões de integração do Estado. Ele ressaltou ainda que, em 2016, quando o programa teve início, mais de 1000 pessoas foram qualificadas.

Nesse sentido, porém, o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, acrescentou que a principal preocupação do trabalho desenvolvido pela Secretaria, neste momento, é consolidar o Programa para que ele se prolongue no tempo, “estamos preocupados em consolidar as condições instrumentais, organizacionais, pois temos lei, teremos plataforma digital, um ambiente de oferta e controle de resultados, se não tivermos essa consolidação não vale a pena investir em mais vagas”, concluiu.

Dessa forma, a adjunta da Sectet, Maria Amélia Enríquez, também destacou as ações de consolidação do Programa Inova, aprovado pelo Consectet durante a primeira reunião do ano, em 15 de fevereiro. A adjunta destacou que das cinco etapas da metodologia adotada pelo programa, a primeira, que diz respeito à identificação qualificada das demandas regionais, é a principal. “É fundamental o diálogo local para a implantação de parcerias, a partir disso, criamos inclusive uma empatia local pelo projeto”, relatou. As outras etapas são a concepção do ambiente de inovação a ser implantado; a implantação de fato; a gestão desses ambiente; e o acompanhamento e avaliação dos resultados.

Dentre as iniciativas implementadas destacadas pela secretária adjunta, estão o PCT Guamá, apontado como o locus de inovação no Estado; o Centro de pesca e Piscicultura do estado do Pará, localizado em Bragança; a estruturação tecnológica na comunidade de Boa Vista do Acará e o início da “Rota do Perfume”; o Polo Científico-Tecnológico do Mar e Petróleo em Salinópolis; e a implantação de uma incubadora com atuação na região do Xingu. Maria Amélia Enríquez ainda apontou como iniciativas em fase de implementação o Centro de Excelência em Bubalinocultura no Marajó; o Parque Tecnológico do Lago de Tucuruí (Tecnolago); e o Museu de Ciências da Amazônia em Belterra.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Marituba

Sectet - qua, 23/08/2017 - 11:44
23/08/2017

Município de Marituba recebe oficina do Programa Pará Profissional

Na última terça-feira (22), foi realizada uma oficina sobre educação profissional e cadeias produtivas no município de Marituba, visando captar sugestões e anseios da população local sobre os futuros cursos da Escola Municipal de Qualificação Profissional, no intuito de melhor atender às necessidades do mercado maritubense. O evento marca o início da execução do convênio celebrado entre Prefeitura Municipal de Marituba, por meio de sua Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Trabalho, Emprego e Renda (Sedeter), e Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), visando a implantação do programa Pará Profissional, que promoverá a qualificação de jovens e adultos para o mercado de trabalho. A participação da sociedade foi enorme para prestigiar a palestra da assessora técnica da Secretaria Estadual, Sônia Mendes. Amparado pela Lei no. 8.427, instituída em 16 de novembro de 2016, o Pará Profissional  é um programa do Governo do Pará, coordenado pela Sectet que visa combater a desigualdade interregional no Estado  por meio de um modelo dinâmico de capacitação, a fim de atender as demandas efetivas do mercado e acompanhar o desempenho do profissional com mais agilidade e menos burocracia.

Público durante realização da Oficina

Texto: Joana Santos – Ascom/Sedeter

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Viseu

Sectet - qua, 23/08/2017 - 11:42
23/08/2017

Sectet realiza oficina do Pará Profissional no município de Viseu

No último sábado (19), foi realizada a oficina “Educação Profissional x Cadeia Produtiva: Demandas e Ofertas” no município de Viseu. O objetivo do evento, organizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceria com a prefeitura municipal, foi captar as demandas dos setores produtivos locais no sentido de planejar a oferta de cursos de qualificação profissional no município por meio do Programa Pará Profissional. Amparado pela Lei no. 8.427, instituída em 16 de novembro de 2016, o Pará Profissional é um programa do Governo do Pará, coordenado pela Sectet, que visa combater a desigualdade interregional no Estado  por meio de um modelo dinâmico de capacitação, a fim de atender as demandas efetivas do mercado e acompanhar o desempenho do profissional com mais agilidade e menos burocracia.

Na foto, representante das Secretarias Municipais de Agricultura e de Assistência; do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Viseu; da Associação Comercial e Industrial de Viseu (ACIAV) e da empresa EDECONSIL.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Startups: Pará é reduto do empreendedorismo criativo

Sectet - ter, 22/08/2017 - 11:56
22/08/2017

Uma ideia inovadora, determinação e arrojo. Junte a isso criatividade e um bom plano de negócios e você pode iniciar a sua própria startup. Não imagina o que seja isso? Pois saiba que você provavelmente já usou algum serviço oferecido por esse tipo de negócio, que se torna cada vez mais comum na economia brasileira. Aquele aplicativo que ajuda a pedir a pizza do fim de semana, o site que compara rapidamente preços de um mesmo produto e um sistema para organizar as finanças de uma empresa são cases de sucesso desse nicho.

O Pará é um dos poucos estados brasileiros a criar um ambiente favorável ao surgimento de startups. No Espaço Inovação, que fica no Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá, os donos dos negócios fazem coworking, isto é, trabalham compartilhando o mesmo espaço e recursos do escritório. A convivência ajuda no surgimento de ideias e cria um ambiente propício à criação. As divisórias da velha repartição deixam de existir. No lugar delas, surgem paredes com adesivos que dizem “Aqui existe inspiração”. É a arquitetura da criatividade.

O apoio governamental no surgimento do empreendedorismo criativo ganhará força com a regulamentação da Lei Estadual de Inovação, aprovada em outubro do ano passado pela Assembleia Legislativa, cuja minuta está em fase de preparação pela Procuradoria Geral do Estado (PGE). Depois de regulamentada, a legislação permitirá ao Estado financiar, por subvenção econômica, startups. O suporte será essencial para que muitos negócios deslanchem.

“Além de tudo isso, vamos firmar convênio com a Rede Namor para fortalecer os Núcleos de Inovação Tecnológica das instituições de ensino superior do Pará, já que a maioria das startups surge no meio acadêmico”, diz o titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Alex Fiúza de Mello. Outro investimento é a abertura, até dezembro, do segundo prédio do Espaço Inovação, no PCT Guamá, dedicado exclusivamente às startups.

Solução

A preparação desse ambiente que favorece a gênese de startups tem o apoio de parceiros do governo do Estado. Um deles é o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Pará (Sebrae), que, até o fim do ano, vai abrir o Sebrae Lab, espaço de coworking onde os empreendedores criativos poderão se reunir, fazer negócios e receber orientações. Hoje o Sebrae já oferece consultoria a esse empreendedor e mantém na internet o site Sebrae Like a Boss, com conteúdos exclusivos e especializados para esse tipo de empresa.

As startups de destaque são aquelas que oferecem uma solução inovadora para o mercado e resolvem um problema que, em geral, aflige muita gente. Elas nascem de empreendedores que tiveram sacadas inusitadas e vislumbraram oportunidades em mercados pouco explorados. A maioria começa pequena, mas a possibilidade de crescer se torna grande. É tudo uma questão de ser criativo, persistir e planejar. O aplicativo americano Uber, que começou como startup, hoje é uma empresa avaliada em US$ 68 bilhões.

“Qualquer pessoa pode abrir uma startup. Basta ter uma ideia inovadora e simples, que solucione um problema coletivo, e não ter medo de sair da zona de conforto. Além disso, esse tipo de negócio precisa ser escalável, ou seja, manter níveis de crescimento, e repetível, isto é, oferecer sempre o produto ou serviço que propôs originalmente”, explica o gerente de Soluções e Inovação do Sebrae Pará, Péricles Diniz. Também é importante ter um investidor e um mentor, que podem garantir o sucesso do negócio com aporte financeiro.

As empresas iniciantes, como também são conhecidas as startups, ainda são um tipo de negócio novo no Brasil, mas, promissor e crescente, sobretudo em um momento de crise econômica, quando se usa mais a criatividade. Segundo a ABStartups, entidade que promove o ecossistema brasileiro de empresas em estágio inicial desde 2011, existem cerca de cinco mil em todo o país, nos mais diversos segmentos econômicos. "Esse empreendedor em geral é jovem, determinado e um ferrenho defensor de ideias. É alguém que vivenciou uma dificuldade e pensou numa maneira de superá-la", diz o gerente.

Entre os mercados mais explorados pelas startups brasileiras, os aplicativos são campeões, com 216 empreendimentos. Em segundo lugar está o segmento de educação, seguido pelas áreas de mídia, comércio eletrônico e entretenimento. Segundo a ABStartups, a maioria das empresas aposta em oferecer produtos e serviços para outras empresas.

Moradia

No Espaço Inovação o empreendedor José Arninton Batista, 43 anos, desenvolve um projeto que pode ser a solução para o problema das cheias de rios como Amazonas e Tocantins, que anualmente desalojam – e colocam em risco – milhares de pessoas no Pará. A ideia é simples: ele imaginou uma casa que flutue sempre que uma enchente ocorra. Um intrincado sistema faz o imóvel subir junto com o leito do rio. Resultado: as famílias que vivem em áreas sujeitas a esse fenômeno da natureza nunca mais seriam atingidas.

A Casa Várzea, como foi batizada a ideia, tem outras vantagens: será construída com madeira biossintética, fabricada a partir de garrafas pet – e com a capacidade de suportar até cinco toneladas por metro quadrado –, terá microssistemas de tratamento de água e esgoto e usará energia solar. Será dotada ainda de sensores que vão mensurar o PH (potencial hidrogênico) da água e medir, em tempo real, o nível de cheia do rio. E mais: as casas vizinhas estarão interligadas por um sinal de internet. Apesar de tanta tecnologia envolvida, o inventor garante que o projeto é altamente viável, pois cada unidade teria o custo de R$ 75 mil.

“Essa casa é um projeto de alto impacto, que vai mudar a vida das populações que hoje sofrem com as cheias dos rios no Pará”, diz José Arninton, dono da startup Várzea Engenharia. Natural de Juruti, no oeste paraense, o empreendedor cresceu com o problema. “Eu estudava seis meses e ficava outros seis parado porque a escola ia para o fundo”, lembra. Já adulto e morando em Belém, ele começou a trabalhar como cinegrafista. Um dia decidiu mudar radicalmente. Fez vestibular para Engenharia Civil, passou e começou a desenvolver o projeto que será tema do seu trabalho de conclusão de curso.

“O Espaço Inovação me dá todo o suporte necessário para que eu desenvolva meu projeto. Faço pesquisas constantes para aprimorá-lo e torná-lo viável. Aqui tenho toda a estrutura, de internet banda larga ao cafezinho, da consultoria ao ambiente criativo, de laboratórios ao networking qualificado. Sem dúvida, sem esse suporte, a Casa Várzea seria apenas uma ideia na cabeça”, reconhece José Arninton, que pretende construir o protótipo do imóvel no canal Tucunduba, em frente à Universidade Federal do Pará (UFPA).

Serviço:
O Espaço Inovação foi inaugurado pelo governo em junho de 2016. É um ambiente de estímulo ao empreendedorismo inovador, que aproxima pesquisadores, acadêmicos e empresários de diferentes setores. A ocupação dos módulos se dá por edital. Podem participar pessoas jurídicas, regularmente constituídas há no mínimo dois anos, e pessoas físicas que apresentem projetos de startups. A íntegra do edital e dos anexos está disponível no site do parque tecnológico (www.pctguama.org.br). Mais informações pelo telefone (91) 3321-8900.

Texto: Luiz Carlos Santos (Agência Pará)

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Governo do Estado oferece acesso a serviços para deficientes visuais

Prodepa - seg, 21/08/2017 - 09:44
21/08/2017 - 09:45

A acessibilidade é necessária para que as pessoas com deficiência possam viver de forma independente e possam participar plenamente de todos os processos da vida em igualdade de oportunidades com as demais. No caso específico dos deficientes visuais, o Governo do Pará tem avançado em serviços como a construção de sites preparados para atender este público, com a ampliação da Seção Braille da Biblioteca Pública Arthur Vianna e na concessão de benefícios para aquisição de veículos, por exemplo.

O estado do Pará é reconhecido como um dos estados brasileiros que mais possui sites acessíveis no Brasil. Enquanto a média nacional é de apenas 2% de páginas com este perfil, hoje cerca de 30% das páginas institucionais garantem total acessibilidade ao internauta no estado.

Os sites desenvolvidos pela Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa) oferecem diferenciais como o aumento do tamanho do texto, tabulação de um ponto a outro na tela e um layout com quatro cores diferentes. Estes recursos facilitam o acesso aos deficientes visuais.

O analista de sistema da Prodepa, Ednamar Corrêa, ressalta que desde 2006 vem construindo e implementando nos websites governamentais a acessibilidade. “Quando desenvolvemos um site é para que todas as pessoas possam ter acesso aos conteúdos e serviços disponíveis. Quanto mais pessoas tiverem acesso a estas informações é melhor para todos”, comenta.

Direito

Acessibilidade é o caminho pelo qual acontece o processo de inclusão social. A lei brasileira é bem clara quando define que acessibilidade é a condição para utilização dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida.

A estudante de jornalismo Lorena Oliveira, 26 anos, é estagiária da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom). Para a realização de seu trabalho, Lorena usa a internet com muita frequência. Ela explica que uma pessoa cega ou que tenha dificuldade de enxergar para usar o computador e navegar na web precisa da ajuda dos Leitores de Tela desenvolvidos para que tenha autonomia durante a navegação pela internet.

"Como não posso ver o cursor do mouse, utilizo bastante as teclas Tab e as setas do teclado para navegar pelos links das páginas. Com o leitor de telas é possível fazer quase tudo, exceto identificar imagens: a não ser que haja legenda ou descrição”, explica.

A Lei da Acessibilidade no Brasil (Decreto-lei 5296 de 2 de dezembro de 2004) rege que as ferramentas de tecnologia da Informação não devem possuir qualquer entrave ou obstáculo que dificulte ou impossibilite a expressão ou o recebimento de mensagens por intermédio dos dispositivos, meios ou sistemas de comunicação.

Para isso, a acessibilidade na Web deve garantir que os sites e aplicativos devem ser desenvolvidos de forma que as pessoas possam navegar e interagir e devem contar com tecnologias especialmente criadas para pessoas com deficiência, permitindo assim o acesso à Internet.

“Eu utilizo todos os sites do governo sem nenhuma dificuldade. No topo da página tem o campo de pesquisa de todo o site, além das notícias em destaque e as publicações mais recentes. Os textos ficam bem centralizados e assim posso lê-los sem nenhuma dificuldade, com o apoio do leitor de tela que encontra-se ativado na máquina”, ressalta Lorena.

A estudante também comenta que muitas empresas ainda não adotaram os padrões internacionais de acessibilidade. “É muito importante que os desenvolvedores de sites comecem a pensar em um serviço para todos, afinal só no Brasil somos seis milhões de pessoas com deficiência visual e destas, 500 mil são cegas. Então, se é possível tornar um site acessível, por que não fazê-lo?”, comenta a estudante de jornalismo.

Acesso à informação e convivência

Segundo dados do Censo Demográfico de 2010 do IBGE, 23,9% da população brasileira, cerca de 45 milhões de pessoas, possuem algum tipo de deficiência (visual, auditiva, intelectual, física ou múltipla). Deste total, uma parcela expressiva é excluída do acesso ao livro e à leitura.

As bibliotecas públicas, neste contexto, têm um papel fundamental na garantia do direito de acesso aos livros, à cultura, à comunicação e à informação. Neste sentido, há mais de 45 anos, a Biblioteca Pública Arthur Vianna, da Fundação Cultural do Pará, conta com a Seção Braille, que a partir de setembro estará em um novo espaço.

“O serviço público tem por obrigação prover condições para que o usuário que tem a limitação da visão ou qualquer outra limitação, tenha acesso. É nosso dever oferecer um serviço de qualidade que atenda ao público”, destaca a diretora de Leitura e Informação, Giselle Arouck.  

A partir da mudança para o novo espaço, a Seção Braille será integrada ao espaço geral da Arthur Vianna e às demais seções no segundo andar no prédio que após 30 anos de utilização está passando por uma grande reforma. “O espaço contará com toda a infraestrutura necessária para o usuário, como o piso tátil, elevador com ascensorista e um espaço moderno e maior com um atendimento ainda melhor”, esclarece a diretora. 

Entre os serviços que são ofertados ao usuário estão mais de dois mil títulos em Braille, além da digitalização de textos com acesso por meio de computadores (disponíveis em cabines) adaptados com o sistema Dosvox, que permite, através de um sintetizador de voz, que o usuário ouça o que está escrito na tela.

A seção também oferece impressão em Braille, envio de textos digitalizados para o email do usuário, leitura oral, empréstimos de livros, revistas e CDs, consulta local do acervo bibliográfico e multimídia, computadores com acesso à internet e jogos eletrônicos através do Sistema Dosvox, máquina Perkins Braille e lupa eletrônica.

Um dos aspectos mais importantes do espaço é a possibilidade de convivência entre os usuários. A seção recebe por dia uma frequência de 30 a 40 leitores. Um deles é o administrador Raimundo Sales, 45 anos. Há mais de cinco anos ele frequenta a seção quase que diariamente. “Aqui é um espaço de convivência com recursos que permitem o acesso com autonomia. Aqui nós encontramos os amigos, fazemos reuniões, participamos de cursos gratuitos, conhecemos muitos amigos e trocamos muitas ideias”, explicou Raimundo.

A estudante de jornalismo Lorena Oliveira também é uma das usuárias da secção Braille e encontra os amigos no espaço. “Aqui, além dos livros em Braille, dá para traduzir livros e materiais didáticos que tenho necessidade na faculdade. Algumas apostilas em PDF são lidas como imagem e mesmo com o auxílio de aplicativos não consigo ler, então aqui na seção Braille eu posso escanear e, em um ou dois dias, é enviado para o meu e-mail”, comenta.

Acesso à compra do veículo

De janeiro a junho deste ano, a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) já deferiu 262 pedidos de isenção de Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) para a aquisição de veículos por parte de portadores de deficiências.

Quando o assunto é a isenção do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), a Sefa já deferiu 366 isenções. Até o final deste ano, as isenções devem ultrapassar o número concedido no ano passado, que foi de 262 isenções de ICMS e 433 isenções de IPVA.

Segundo a diretora de Tributação da Sefa, Roseli Novaes, o grande número de pedidos deve-se às facilidades com que os beneficiários contam na hora de solicitar o benefício, que pode ser feito pelo portal da Sefa. “Quem solicita só precisa vir uma única vez à sede da Sefa para ativar sua senha. Até os documentos podem ser anexados pelo portal”, explica a diretora.

A diretora também informa que a isenção do ICMS é concedida durante a aquisição do veículo e a cada dois anos ele pode solicitar uma nova isenção para a troca do automóvel. Já para o IPVA, a solicitação deve ser feita a cada ano. A diretora esclarece que o direito a isenção tributária pode reduzir até 20,04% o valor total do veículo.

Ela comenta que o benefício tem como objetivo permitir o princípio de igualdade aos portadores de deficiência, principalmente aos que têm dificuldade de locomoção. “A única exigência é que o veículo esteja no nome do portador, mesmo que o veículo seja conduzido por uma outra pessoa”, ressalta.

Ela também comenta que o portador de necessidade especial pode solicitar outro benefício na isenção de impostos federais junto à Receita Federal, como o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI). “Como a média da carga tributária no Brasil é de 35,7%, isso pode reduzir ainda mais o valor final do veículo”, comenta.

Serviço:

Isenção para pessoas com deficiência - É a solicitação de isenção do ICMS e/ou IPVA, incidente na aquisição ou propriedade de veículo automotor, concedida pela Secretaria de Estado da Fazenda, realizada por meio da internet, no Portal de Serviços da Secretaria.

Isenção do ICMS - Na aquisição de veículo automotor novo, o pleito poderá ser formalizado por pessoa com deficiência, condutora ou não do veículo, que poderá ser dirigido por terceiro devidamente autorizado.

Isenção do IPVA - Incidente na propriedade de veículo, o pleito somente poderá ser formalizado por pessoa com deficiência, condutora do veículo.

Pré-requisito para realização do serviço - O usuário deverá ser cadastrado na área de "Serviço", no endereço eletrônico  https://app.sefa.pa.gov.br/cadastre-se,

Local para apresentação da solicitação - após cadastramento e ativação da senha de acesso no Portal de Serviços da Sefa, acesse o seguinte endereço: https://app.sefa.pa.gov.br/beneficio-fiscal

Quem pode solicitar - Pessoa física com deficiência ou representante legal.

Seção Braille da Biblioteca Pública Arthur Vianna

Funciona no horário de 8h às 17h, no subsolo da sede da Fundação Cultural do Pará, na avenida Gentil Bittencourt, número 650, bairro de Batista Campos. Informações pelo 3202-4310.

Agência Pará

Tags: Acessibilidade web
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Membros do Confap conhecem instalações e projetos do PCT Guamá

Sectet - seg, 21/08/2017 - 08:15
18/08/2017

Na manhã desta sexta-feira (18) o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), em Belém, recebeu a visita de membros do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), dentro da programação do Fórum Nacional Confap, realizado na capital paraense entre os dias 16 e 18 deste mês.

No parque tecnológico, a comitiva foi recepcionada por Alex Fiúza de Mello, titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), e Antônio Abelém, diretor presidente da Fundação Guamá, organização social que administra o PCT Guamá.

O grupo conheceu as instalações e os principais projetos desenvolvidos no Laboratório de Óleos Vegetais e Derivados, no Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA) e no Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, Automação e Eletrônica (Lasse), iniciativas ligadas à Universidade Federal do Pará (UFPA), instaladas no prédio Espaço Inovação.

Papel estratégico - Para a presidente do Confap, Maria Zaira Turchi, o parque tecnológico possui um papel dinâmico e estratégico para o fortalecimento da economia regional. “Quero cumprimentar o Governo do Estado do Pará por conseguir realizar e construir laboratórios com equipamentos de ponta para a pesquisa tecnológica e de inovação, estabelecendo aqui um ambiente em que as empresas podem apresentar sua demanda, além de se instalarem e conviverem com professores, estudantes e profissionais de diferentes universidades e instituições. É isso que efetivamente vai mudar a cultura dessa relação pesquisa científica e pesquisa tecnológica para, de fato, a indústria, e alcançar a inovação”, avaliou Maria Zaira Turchi.

De acordo com Eduardo Costa, presidente da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), a visita do conselho a Belém enriquece o debate sobre a melhor distribuição dos investimentos em ciência, tecnologia e inovação. “Apresentar uma experiência concreta como o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá ajuda a mostrar para o restante do Brasil que aqui se faz pesquisa com qualidade, e que temos uma massa científica já capacitada. Portanto, isso nos ajuda a construir um caminho efetivo para atrair mais investimentos para a região, que apesar de ocupar 60% do território nacional e concentrar 8% do PIB (Produto Interno Bruto), continua recebendo menos de 1% dos investimentos nacionais em ciência, tecnologia e inovação”, informou.

O Confap agrega fundações de 25 Estados, mais o Distrito Federal, e participa de todos os conselhos deliberativos ligados à política de ciência e tecnologia no Brasil, possuindo uma rede de parcerias importantes, firmadas com agências federais e organismos internacionais. Todos os anos o conselho realiza quatro fóruns de competência nacional, nos quais reúne os presidentes de todas as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, presidentes e representantes de agências nacionais de fomento, como a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoas de Nível Superior (Capes), o Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq) e a Fundação de Estudos e Projetos (Finep).

Texto: Juliane Frazão (Ascom/PCT Guamá)

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Ampliação de cooperações e parcerias são discutidas no Fórum do Confap em Belém

Sectet - seg, 21/08/2017 - 08:13
18/08/2017

A pauta do segundo dia do Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) foi marcada por debates e deliberações acordadas com parceiros federais e organismos internacionais. Estiveram presentes nas mesas e discussões, com os presidentes e diretores das FAPs, representantes do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Delegação da União Europeia no Brasil e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica do Pará.

Antecedendo as discussões, foi apresentada a 1ª edição do Boletim da Ciência do Estado do Pará. Em seguida, a primeira mesa de debates foi pautada pelo tema “O Papel da Ciência e Tecnologia no Desenvolvimento da Amazônia”. A matéria foi moderada pelo presidente da Fundação Amazônia de Amparo à Pesquisa (Fapespa), Eduardo Costa, e debatida pelo secretário do MCTIC, Jailson de Andrade, pelo presidente da SBPC, Ildeu de Castro e pelo secretário Alex Fiúza. Acrescentando à pauta, o Ministério anunciou novos editais voltados aos biomas brasileiros, incluindo a Amazônia, e a expectativa de uma nova chamada voltada para um possível novo bioma situado sob a foz do Rio Amazonas e que tem, segundo ele, grande potencialidade de exploração.

Na sequência, foram debatidos acordos e convênios com parceiros das agências federais, como CNPq, Capes e Finep, e organismos internacionais, como a União Europeia. A mesa foi coordenada pela presidente do Confap, Maria Zaira Turchi, e contou com a participação do diretor de Cooperação Institucional do CNPq, José Ricardo Santana, do diretor da Finep, Wanderley de Souza, do coordenador de Programas Estratégicos da Capes, Tarcísio Teixeira, e do chefe de Ciência, Tecnologia e Inovação da Delegação da União Europeia no Brasil, Alejandro Zurita. A pauta trouxe uma revisão dos acordos já existentes e perspectivas para novas chamadas.

Na parte da tarde, foi apresentado um resumo de um novo projeto a ser desenvolvido em parceria com a Finep. Trata-se do Projeto Centelha, apresentado na reunião por Marcelo Camargo, do Departamento de Programas Descentralizados da Finep. A proposta, ainda em estudo pelas FAPs, trata do empreendedorismo inovador para ideias de negócios. Durante as discussões foram pontuadas ações prévias de fomento à inovação nos Estados, sobretudo no Espírito Santo, onde recentemente foi lançado a primeira edição do Sinapse da Inovação, com sucesso absoluto de público, conforme esclareceu o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), Jose Antonio Bof Buffon.

Ao final do dia, foram apresentados resultados das parcerias internacionais por meio de editais lançados pelo Confap, no conjunto de suas Fundações. Nessa pauta estão incluídos, além da União Europeia, as cooperações bilaterais com o Reino Unido, França e Itália.

 Texto: Comunicação Confap

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Pará Profissional

Sectet - sex, 18/08/2017 - 12:07
18/08/2017

Sectet articula novos cursos do Pará Profissional em mais seis municípios 

Captar demandas para a realização de cursos de qualificação profissional de acordo com as especificidades das cadeias produtivas de cada município. Esse é o objetivo das oficinas intituladas “Educação Profissional x Cadeia Produtiva: Demandas e Ofertas”, organizadas pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com as prefeituras municipais. Nos próximos dias, representantes do órgão estarão em seis municípios paraenses para ouvir empresários, gestores, associações, produtores e trabalhadores de cada lugar.

A realização das oficinas faz parte das ações do Programa Pará Profissional, coordenado pela Secretaria. Amparado pela Lei no. 8.427, instituída em 16 de novembro de 2016, o Pará Profissional é um dos instrumentos de combate à desigualdade interregional no Estado  por meio da qualificação profissional da mão de obra local. Ele promove um novo modelo dinâmico de capacitação a fim de atender as demandas efetivas do mercado e acompanhar o desempenho do profissional com mais agilidade e menos burocracia.

Os municípios a serem visitados, até o final de agosto, são: Viseu (dia 19), Marituba (dia 22), Capitão Poço ( dia 25), Ourém e Cachoeira do Piriá (os dois, no dia 26), além de Santa Bárbara (dia 31). A Sectet aproveita a ida a esses municípios para também captar as demandas a serem atendidas pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) - setor produtivo, coordenado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e articulado pela Secretaria no Estado. 

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Governo do Pará investiu R$ 80 milhões em bolsas científicas nos últimos 10 anos

Sectet - qui, 17/08/2017 - 10:53
17/08/2017

O Palácio dos Despachos, na capital paraense, foi o palco da abertura do Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), na noite desta quarta-feira, 16. A união de esforços, conhecimento e experiências a fim de buscar um orçamento satisfatório para as pesquisas no Brasil foi a tônica da cerimônia. O Fórum Confap, organizado pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), segue até esta sexta-feira, 18.

O evento reúne os presidentes de todas as fundações estaduais de amparo à pesquisa; presidentes e representantes de agência federais de fomento (CNPq, Capes e Finep); representantes de instituições de pesquisa; reitores de universidades; parceiros nacionais e internacionais; diretores da área de CT&I; pesquisadores; além de representantes da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Durante a cerimônia de abertura, a presidente do Confap, Maria Zaira Turchi, destacou que, durante os três dias de evento, a ciência do Brasil encontra-se concentrada em Belém e, mais amplamente, na Amazônia, por isso enfatizou a importância da integração entre os participantes do evento. “O Brasil está aqui, a ciência brasileira está representada neste fórum. Precisamos estar unidos para mostrar a relevância de ciência, tecnologia e inovação para o avanço do país”, pontuou.

O diretor de políticas e programas de desenvolvimento do ministério, Jailson Bitencourt de Andrade, partiu da mesma premissa para destacar que é necessário o uso intensivo de CT&I para garantir o desenvolvimento social. Ele lembrou que a diferença entre os países desenvolvidos e aqueles em desenvolvimento é que os primeiros consideram os dispêndios em ciência, tecnologia e inovação como investimentos.

Também presente ao evento, o chefe de Ciência, Tecnologia e Inovação da delegação da União Europeia no Brasil, Alejandro Zurita, demonstrou total apoio ao país, para tanto, ele ressaltou que é necessário identificar as prioridades, a fim de que possa ocorrer a cooperação. “A Europa acredita que o crescimento pleno precisa de um aumento do orçamento na área de CT&I”, explicou.

Fapespa: 10 anos

O presidente da Fapespa, Eduardo Costa, ressaltou que os investimentos na área científica se refletem em novos produtos, novas empresas, verticalização da produção e, consequentemente, em uma economia mais dinâmica. Costa propôs, ainda, que, ao final dos três dias de Fórum, os participantes possam apresentar uma “Carta de Belém”, em que reúnam alternativas para a garantia de investimentos em CT&I e pesquisa no país.

A noite foi ainda de comemoração pelos 10 anos da Fapespa. Durante essa década, a Fundação ofertou 6.558 bolsas (total de R$ 80 milhões investidos), contratou 985 projetos de pesquisa e apoiou 244 eventos. O presidente Eduardo Costa ainda destacou ações recentes, como a gestão do Programa Tecnova, as parcerias no polo científico-tecnológico de Salinópolis e no Laboratório da Qualidade do Leite, o apoio técnico-cientìfico ao polo de pesca e aquicultura em Bragança e o convênio com a Santa Casa do Pará.

Costa também anunciou o lançamento, até o final do mês de agosto, de um novo edital de iniciação científica, totalizando R$ 1 milhão. Além de quatro editais do Programa InterPará para as regiões do Marajó, Tocantins, Caeté, Capim e Guamá. O presidente disse, ainda, que os paraenses precisam se apropriar da Fundação para garantir o amparo à pesquisa no Estado. “A superação da condição de subdesenvolvimento da Amazônia passa, fundamentalmente, por investimentos em CT&I, por isso a Fapespa deve ser apropriada pela população, que precisa entender a importância do amparo à pesquisa”, concluiu.

O desafio nacional

O primeiro dia de fórum foi marcado também pela palestra do titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, que destacou a Amazônia como o “maior desafio nacional do século XXI”. Ele observou que os brasileiros costumam enxergar a Amazônia como uma questão local, entretanto é necessário unir esforços para superar os desafios impostos e, assim, segundo o secretário, “sobreviver” diante do atual cenário.

Fiúza de Mello pontuou que é necessário encontrar um meio de gerar o desenvolvimento de forma a garantir também a preservação ambiental, porém não há exemplos a serem seguidos nesse sentido, é necessário inventar. Para o secretário, os recursos naturais guardados pela Amazônia podem ser a salvação do Brasil, pois “o desenvolvimento humano sempre depende de dois fatores: recursos naturais disponíveis e conhecimento aplicado”, concluiu.

O Fórum Confap continua nesta quinta-feira, 17, com duas mesas redondas pela parte da manhã e, à tarde, os participantes realizam reunião fechada. Na sexta-feira, 18, eles visitam o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Saúde do Homem

Sectet - qui, 10/08/2017 - 11:34
10/08/2017

Sectet apoia campanha do Governo sobre cuidados à saúde do homem

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) apoia o Governo do Pará na campanha preventiva “Saúde do Homem”, lançada no dia 8 de agosto no teatro Margarida Schivasappa. Esta é a quinta campanha promovida este ano pelo Governo do Pará. As edições anteriores tiveram como temas o “Combate à violência contra a mulher”, “Incentivo à Leitura”, “Combate à LGBTFobia” e de educação no trânsito “Todos pela Vida. Faça sua Parte”, com o envolvimento de praticamente toda a estrutura do Governo do Estado, direta ou indiretamente. Nesta edição, a coordenação ficou a cargo das Secretarias de Estado de Saúde Pública (Sespa) e de Comunicação (Secom).

Antes da abertura da campanha, no Centro de Eventos “Ismael Nery”, do Centur, foram oferecidas, gratuitamente, vacinas contra influenza, tétano e febre amarela, exames rápidos de hepatites B e C e sífilis, além da aferição de pressão arterial, avaliação nutricional e distribuição de camisinhas. O lançamento foi marcado pela palestra do repórter Clayton Conservani, do programa Planeta Extremo, que falou sobre os “Limites não tão extremos: quebrando preconceitos pela saúde do homem”.

As informações detalhadas sobre a campanha podem ser encontradas em http://www.agenciapara.com.br/

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Ciência, tecnologia e inovação são debatidas em Brasília

Sectet - qui, 10/08/2017 - 11:02

Os avanços do Pará na área de Ciência, Tecnologia e Inovação foram apresentados em reunião do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em Brasília, no dia 3 de agosto.

vídeo: 
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Alunos do Programa Pará Profissional são habilitados pelo Credcidadão

Sectet - qua, 09/08/2017 - 14:42
09/08/2017

Na última terça-feira (8), parte dos concluintes do curso “Boas Práticas na Manipulação Higiênico-Sanitária de Alimentos – Açaí (Branqueamento)”  foi habilitada pelo Núcleo de Gerenciamento de Microcrédito (Credcidadão) a receber crédito para investimento em equipamentos que possibilitem a prática do que foi ensinado durante as aulas.

O curso, que terminou em julho deste ano, foi promovido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), dentro do Programa Pará Profissional, e contou com a parceria da Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Economia (Secon), e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

No total, 27 batedores de açaí da Região Metropolitana de Belém foram capacitados, porém muitos não possuíam a máquina de branqueamento do açaí, a qual possibilita a eliminação de microorganismos que podem causar problemas de saúde, em especial a doença de Chagas. Para tentar viabilizar essa necessidade tecnológica, a Sectet articulou uma reunião, ocorrida no dia 1o de agosto, entre os batedores e o Núcleo de Gerenciamento de Microcrédito (Credcidadão) para apresentar as linhas de crédito disponíveis a fim de que os concluintes do curso pudessem adquirir o equipamento e garantir a qualidade do produto à sociedade paraense.

Dessa forma, parte da turma concluinte já esteve na sede do Credcidadão para ter acesso ao benefício. Na sexta-feira (11), outra parte dos alunos é aguardada no órgão. Por meio de articulações como esta, a Sectet pretende não só possibilitar a qualificação profissional como orientar os egressos a fim de que o conhecimento adquirido no curso seja transformador para a vida de cada um deles.

Pará Profissional - O programa Pará Profissional foi instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, descrito como um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais, com a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica nas diversas modalidades a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento no Estado. A coordenação do programa foi determinada à Sectet.

Texto: Fernanda Graim – Ascom/Sectet

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