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Governo do Estado do Pará

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Prodepa - ter, 07/06/2016 - 14:30
Categorias: Notícias

Seminário de Indicação Geográfica discute formas de agregar valor aos produtos paraenses

Sectet - seg, 16/05/2016 - 13:40
16/05/2016

Açaí, artesanato de miriti, pesca artesanal e a produção de queijo no Marajó são algumas das atividades e produtos tipicamente paraenses com grande potencial para adquirirem proteção legal e, assim, possuírem mais qualidade e maior valor agregado. Para fomentar essa discussão no Estado, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet), junto a outras instituições, realiza o Seminário de Indicação Geográfica, que ocorrerá no dia 25 deste mês no 4º piso do Boulevard Shopping, em Belém, com entrada franca. 

Indicação Geográfica (IG) é um tipo de propriedade industrial que visa distinguir a origem de um produto ou serviço, conferindo identidade própria a ele, pois o nome geográfico estabelece uma ligação entre as suas características e a sua procedência. Assim, a indicação geográfica atribui certa reputação e uma identidade própria ao produto ou serviço atribuindo distinção em relação aos demais produtos de igual natureza disponíveis no mercado, tornando-os mais valiosos. No Brasil, o órgão federal responsável pela concessão de IG é o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). 

O evento faz parte da programação do 14ª edição do Festival Gastronômico "Ver-o-Peso da Cozinha Paraense", que ocorre neste mês de maio. Além da Sectet, integram a realização do Seminário o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), a Secretaria de Estado de Turismo (Setur), o Serviço Brasileiro de Apoio as Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e a Secretaria Municipal de Cultura e Desporto de Bragança. 

“Durante as reuniões do nosso grupo de trabalho, identificamos a necessidade de realizar um evento para reunir as instituições e pessoas envolvidas com IG para trocar experiências e esclarecer sobre o estágio das IGs no Pará, além de discutir sobre as potencialidades da região e as estratégias para o processo de Indicação por meio do estreitamento das relações entre as associações de produtores e cooperativas com as Instituições de Ciência e Tecnologia (ICT), o poder público e o setor privado”, explica a coordenadora de ciência e tecnologia da Sectet, Alda Alves. 

Programação – A programação do Seminário contará com palestras e mesas redondas acerca do patrimônio gastronômico do Pará, do conceito e vantagens da IG, além de discussões de casos de sucesso de produtos nacionais com o selo de Indicação Geográfica. Um deles é o queijo da Serra da Canastra, um produto feito de leite cru típico de Minas Gerais. “A Indicação Geográfica auxiliou no trabalho de identificação de quais municípios produzem o queijo canastra, o que representou uma ferramenta crucial para reconhecimento e proteção contra falsificações”, relata o representante da Associação dos Produtores do Queijo Canastra, Paulo Henrique Almeida, um dos palestrantes do evento.  

“As associações locais, cooperativas, ONGs como nós, que visam fortalecer os produtores rurais, tem o papel de trabalhar junto com os produtores para que estes compreendam a Indicação Geográfica e batalhem por sua conquista. O desafio maior é que ONGs, cooperativas e outros grupos locais não têm recursos para realizar as atividades necessárias, como diagnósticos, mobilizações, capacitações ou outras questões relacionadas. Por isso, esse evento e fundamental”, afirma o diretor geral do Instituto Peabiru, João Meirelles, que participará da mesa redonda “A Indicação Geográfica e o Patrimônio Gastronômico do Estado do Pará”. 

A programação completa do Seminário pode ser conferida AQUI. Para participar, basta se inscrever no dia do evento, no local de sua realização.

 
Texto: Igor de Souza (Ascom Sectet)

 

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Bolsas

Sectet - seg, 09/05/2016 - 10:17
09/05/2016

Fundação Guamá e Apex Brasil selecionam bolsistas para Extensão Industrial 

A Fundação Guamá, entidade gestora do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), seleciona bolsistas para o Projeto Extensão Industrial Exportadora (PEIEx). Serão disponibilizadas quatro vagas divididas em duas categorias: monitor e técnico extensionista, com bolsas no valor de R$ 6.000,00 e R$ 5.800,00, respectivamente. As inscrições prosseguem até às 17h do dia 12 de maio de 2016.

A chamada tem o objetivo de implementar o Projeto Extensão Industrial Exportadora (PEIEX) com a utilização de técnicas e métodos voltados à modernização e capacitação empresarial, por meio de inovações técnicas, gerenciais e tecnológicas, bem como incrementar a competitividade das empresas; disseminar a cultura exportadora; ampliar o acesso a produtos e serviços de apoio disponíveis nas instituições de governo e setor privado; introduzir melhorias técnico-gerenciais e tecnológicas; contribuir para a elevação dos níveis de emprego e renda; promover a capacitação técnico‐gerencial para a inovação; e promover a interação e a cooperação entre as empresas e instituições de apoio.

Para a categoria monitor extensionista, procura-se um profissional graduado em Administração de Empresas com habilitação em Comércio Exterior, com no mínimo 10 anos de formação e pós-graduação lato sensu em Gestão de Empresas. Será oferecida uma vaga, com bolsa de R$ 6.000,00.

Para a categoria técnico extensionista, os candidatos deverão ser graduados em Administração de Empresas com habilitação em Comércio Exterior, Design, Contabilidade e/ou Engenharia de Produção e ter se formado há no mínimo cinco anos. Serão oferecidas três vagas, com bolsa no valor de R$ 5.800,00.

Os interessados devem enviar a documentação listada no item 5.2 do edital para o e-mail coaf@fundacaoguama.org.br até às 17h do dia 12/05/2016. A íntegra do edital está disponível no link.

Sobre o PEIEx - O Projeto Extensão Industrial Exportadora (PEIEx) é um sistema de resolução de problemas técnico-gerenciais e tecnológicos que visa incrementar a competitividade e promover a cultura exportadora empresarial e estrutural em Arranjos Produtivos Locais (APLs) selecionados. A coordenação geral é exercida pelo MDIC, através da Secretaria do Desenvolvimento da Produção, pelo Departamento de Micro, Pequenas e Médias Empresas, além do SEBRAE e APEX Brasil. No Pará, a execução local é de responsabilidade da Fundação de Ciência e Tecnologia Guamá, OS gestora do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá.

Mais informações: Fundação Guamá (91) 3321-8900 | www.pctguama.org.br

Texto: Ascom PCT Guamá

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Abertas as inscrições para a 9ª edição do Concurso Servidor Nota 10, promovido pela EGPA

Sectet - seg, 09/05/2016 - 10:12
09/05/2016

A excelência no desempenho do trabalho no Estado, bem como o reconhecimento pelo mérito profissional são os aspectos enaltecidos no prêmio Servidor Nota 10, cujas inscrições estão abertas e irão até o dia 29 de julho deste ano. 

O objetivo desta ação é premiar o servidor como referência de qualidade do serviço público do Estado, incentivando a meritocracia e, consequentemente, estimulando a eficácia nos serviços prestados à comunidade. O prêmio é uma iniciativa da Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA). 

A primeira edição ocorreu em 2003, sendo suspenso em 2006 e retomado em 2012. O evento ocorre sempre no mês de outubro, como parte das comemorações pelo Dia do Servidor Público, celebrado em 28/10.

MAIORES INFORMAÇÕES PELO E-MAIL: servidornota10.egpa@gmail.com

Ficha de Inscrição AQUI.

Regulamento AQUI. 

 

 

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Conselho de Ciência e Tecnologia aprova programa de incentivo ao uso sustentável da biodiversidade

Sectet - dom, 08/05/2016 - 23:06
08/05/2016

Uma ferramenta para nortear a elaboração de políticas públicas que possibilitem a agregação de valor às cadeias produtivas voltadas ao aproveitamento da biodiversidade estadual é o objetivo do Programa Paraense de Incentivo ao Uso Sustentável da Biodiversidade (Biopará), aprovado pelo Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Consectet) na manhã desta sexta-feira (06).

O Programa é uma estratégia política da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet) para desenvolver uma economia que traga mais valor agregado aos produtos e processos oriundos da biodiversidade paraense. “O Biopará focará investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação naquilo que temos de maior riqueza em nosso meio, que é a biodiversidade. Neste caso, será buscada uma maior interlocução entre empreendedores privados e academia, em vista da geração de uma economia do conhecimento que leve o Pará a avançar na consolidação de bioindústrias de pequeno, médio e grande porte”, explicou o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello.

Diversos representantes governamentais, da sociedade civil, do setor produtivo e das instituições de ensino e pesquisa do Estado compareceram à reunião e aprovaram a iniciativa da Sectet. “O Programa representa um aproveitamento sistemático da biodiversidade do Pará”, afirmou Eduardo Lima, diretor de Planejamento da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa).

Sobre os próximos encaminhamentos, Maria Amélia Enriquez, secretária-adjunta da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), disse que “precisamos entender o mercado interno e externo das cadeias produtivas paraenses e trabalhar as suas equações financeiras, para deixá-las operacionais no Programa”.

Metas - Para sua materialização e consolidação, o Biopará será desenvolvido, inicialmente, com metas oriundas dos Planos Diretores da Sectet e orçamentos correspondentes, ganhando reforço dos recursos disponíveis da Fapespa e de outras agências de fomento locais, nacionais e internacionais.

Outras metas serão trabalhadas a partir do surgimento de parcerias público-privadas, cabendo à Secretaria fazer as interlocuções institucionais necessárias ao desenvolvimento das ações planejadas em cada conjuntura, assim como o estabelecimento dos acordos de cooperação técnica e financeiros nos diversos contextos.

Ao término da reunião foi sugerido que uma Organização Social, de natureza privada, sem fins lucrativos e com liberdade jurídica, é a instituição ideal para dialogar com os setores interessados e gerenciar o Biopará. A sugestão será encaminhada, para avaliação, ao governador Simão Jatene.

Texto: Igor de Souza (Ascom Sectet)

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Primeiras empresas são selecionadas para residirem no Espaço Inovação do PCT Guamá

Sectet - seg, 02/05/2016 - 12:11
02/05/2016

Duas empresas foram selecionadas para residirem no Espaço Inovação, prédio pertencente ao Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá). A seleção foi validada na última quarta-feira, 27, pela Comissão de Avaliação para Residentes do Espaço Inovação, composta por representantes da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet), do Sebrae Pará e da Fundação de Ciência e Tecnologia Guamá, os quais avaliam as candidaturas das empresas interessadas em se instalarem nos módulos do prédio por meio de edital lançado em março deste ano.   

As empresas Inteceleri Soluções Ltda, que desenvolve atividades no campo da TI e é focada em educação digital, e Idee Amazônia, atuante no mercado de comunicação sustentável e eventos técnico-científicos, serão as primeiras a terem uma base no Espaço Inovação, o qual possui oito mil metros quadrados de área e investimentos de cerca de R$ 30 milhões oriundos do Governo do Estado, por meio da Sectet. “O Espaço Inovação é uma aposta do Governo do Pará numa nova economia, baseada no uso do conhecimento científico e tecnológico", ressalta o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello. 

Participar de um ambiente que estimula o empreendedorismo inovador, por meio da interface entre laboratórios de pesquisa e desenvolvimento, universidades, instituições e setor produtivo, foi um dos fatores decisivos para as empresas participarem do processo de seleção. “A oportunidade de fazer parte de um ecossistema que será formado por instituições públicas e privadas com base tecnológica e que possibilitará o crescimento dos negócios da nossa empresa no âmbito nacional e internacional foi o que nos chamou atenção”, relatou o sócio da empresa Inteceleri Soluções Ltda, Walter Jr.

Para Mariluz Coelho, diretora de desenvolvimento de negócios da Idee Amazônia, a instalação no parque tecnológico reforça o compromisso da empresa com a busca pela inovação. “Encontramos no PCT Guamá uma oportunidade nesse sentido. A empresa busca apoio para desenvolver projetos sustentáveis e o Parque nos oferece esse apoio técnico-científico”, afirma a diretora. 

Espaço Inovação – Previsto para ser inaugurado no primeiro semestre deste ano, o prédio do Espaço Inovação conta com seis laboratórios de pesquisa e desenvolvimento das áreas de biotecnologia e tecnologia da informação e comunicação vinculados à Universidade Federal do Pará (UFPA) e à Embrapa Amazônia Oriental. Com o lançamento do edital de fluxo contínuo, estão sendo disponibilizados 30 módulos para locação no prédio, com metragens que variam entre 72m² e 150m², para empreendimentos de pequeno, médio e grande porte.
As empresas e startups interessadas em participar podem conferir a íntegra do edital e seus anexos no site: http://pctguama.org.br/index.php/530.

Parque de Ciência e Tecnologia Guamá - Construído em Belém, em uma área de 73 ha cedida pela UFPA e pela UFRA, o PCT Guamá é o primeiro parque tecnológico a entrar em operação na Amazônia.  A construção e consolidação do espaço são de responsabilidade do Governo do Pará, por meio da Sectet. Além do Espaço Inovação, o parque tecnológico abriga outros empreendimentos em operação, como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe); Centro de Excelência em Eficiência Energética da Amazônia (Ceamazon) e Laboratório de Alta Tensão.

Texto: Igor de Souza (Ascom Sectet), com informações de Juliane Frazão (Ascom PCT Guamá)

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Governo do Estado do Pará investe R$ 18 milhões no fomento e amparo à pesquisa

Sectet - seg, 18/04/2016 - 10:19
18/04/2016

O Governo do Estado do Pará, por meio da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (Fapespa), vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet), vai investir R$ 18 milhões na área de pesquisa e inovações tecnológicas. Na manhã desta sexta-feira, 15, foi lançado um conjunto de editais em apoio a redes de pesquisa regionalizadas, a eventos científicos, além de bolsas de auxílio à pesquisa. Durante a cerimônia, realizada no Palácio do Governo, também foi assinado um acordo de cooperação técnica e financeira com a Universidade do Estado do Pará (Uepa), no valor de R$ 1 milhão, com o objetivo de dar apoio financeiro ao desenvolvimento de insumos de inovação em projetos de pesquisa e de atividades de pós-graduação.

Os editais 2016 buscam fortalecer o potencial científico das instituições de ensino e pesquisa no Pará, bem como o aprimoramento de estudos e pesquisas a partir do trabalho contínuo de qualificação de profissionais, além do estimulo à prática científica. Para o governador Simão Jatene, é importante estabelecer estratégias que garantam o desenvolvimento econômico e social do estado para as futuras gerações.

“Sempre digo que sem ciência, tecnologia e inovação nós não seremos capazes de superar os grandes desafios que nos foram postos. A única forma de criarmos riqueza na Amazônia é agregar valor aos nossos produtos, e para isso é fundamental que tenhamos o suporte desse tripé. Além disso, é imperativo que coloquemos o conhecimento humano à serviço da construção de uma sociedade melhor, mais justa e mais fraterna”, avaliou o governador.

“A crise nacional nos impõe urgências e emergências, mas sabemos que ela não será eterna. Por isso temos que nos preparar sempre para que, passado esse período difícil, estejamos em uma condição melhor do que aquela que nos levou à própria crise. É esse o esforço que o Pará tem feito para sobreviver a esse momento crítico que vem atingindo todos os setores deste País”, reiterou Simão Jatene.

O presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), Sergio Gargioni, destacou que diante de um cenário de incertezas na economia brasileira, o investimento em pesquisa científica muitas vezes se torna secundário e parabenizou a iniciativa do Estado do Pará. “Não é comum encontrar um dirigente com essa visão estratégica e que resolve apostar, de forma acertada na minha opinião, nesta que é a única área capaz de possibilitar a recuperação econômica e gerar riqueza para a população, especialmente numa época tão delicada.”

Gargioni disse ainda que o investimento na inovação, em novos negócios e em conhecimento científico é o que vai transformar a economia brasileira e do estado. “É uma causa importante e acertada. A participação dos estados vem se tornando cada vez mais imprescindível nesse setor, dada a fragilidade do investimento que a União faz e sempre fez. Hoje, eles é que têm de dar conta dessa responsabilidade. A vantagem é que, assim, além de ter instrumentos próprios, o estado poderá trabalhar naquilo que interessa a sua população”, detalhou.

Para o presidente da Fapespa, Eduardo Costa, esse investimento é fundamental para o progresso não só da Ciência, Tecnologia e Inovação, como, também, para o progresso social e econômico paraense, ao levar em consideração as especificidades de cada região. “Em 2015 nós fizemos uma série de visitas a municípios do interior do estado, dialogamos com a comunidade acadêmica, consultamos as demandas de cada Região de Integração do Pará. Após essas oitivas, nós elaboramos os novos editais da Fapespa com foco na geração de conhecimento em diversas linhas de pesquisa que agreguem o desenvolvimento de cadeias produtivas estratégicas para o Pará”, explicou Costa.

Este, inclusive, é o foco de um dos editais lançados, o chamado Interpará, que tem a finalidade de fomentar redes de pesquisa e consolidar cadeias produtivas nas Regiões de Integração do Estado, promovendo Redes de Pesquisa nos polos do Baixo Amazonas, Carajás e Araguaia, Tapajós, Xingu e Lago de Tucuruí, totalizando R$ 5 milhões em investimento.

“Buscamos agir de forma integrada para que aquilo que seja investido em ciência retorne à sociedade na forma de novos serviços, novos empreendimentos, verticalização de cadeias produtivas que gerem mais emprego e renda no Estado”, defendeu o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, que anunciou, ainda para este ano, o lançamento do edital do Programa Inovatec Pará, cujo objetivo é selecionar empresas startups paraenses voltadas ao desenvolvimento de produtos e processos inovadores, em diversas áreas estratégicas de interesse do estado.

Editais Fapespa 2016

Edital de Apoio ao Desenvolvimento de Redes de Pesquisa nas Regiões de Integração do Baixo Amazonas, Xingu/Tapajós, Carajás/Araguaia e Lago de Tucuruí – 4 Editais INTERPARÁ
Valor Total: R$ 5 milhões
Inscrições: 15/04 a 30/05

Edital de Auxílio à Pesquisa e Concessão de Bolsas de Mestrado Acadêmico
Valor Total: R$ 4,4 milhões
Inscrições: 15/04 a 30/05

Edital de Auxílio à Pesquisa e Concessão de Bolsas de Doutorado Acadêmico
Valor Total: R$ 5,6 milhões
Inscrições: 15/04 a 30/05

Edital de Concessão de Bolsas de Iniciação Científica
Valor Total: R$ 1,2 milhão
Inscrições: 15/04 a 30/05

Edital de Apoio à Realização de Eventos Científicos, Tecnológicos e de Inovação
Valor Total: R$ 1,2 milhão
Inscrições: 30/04 a 16/08

Para mais informações acesse www.fapespa.pa.gov.br 

Texto: Agência Pará de Notícias (Com colaboração de Helen Barata - Ascom Fapespa)

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Comitiva francesa conhece oportunidades de investimento no Estado do Pará

Sectet - sex, 15/04/2016 - 15:07
15/04/2016

O Pará está na rota de instituições francesas interessadas em oportunidades na área da pesquisa, educação e tecnologia. No início da tarde desta quinta-feira (14) ocorreu, no hotel Radisson, em Belém, a primeira parte do Ciclo Nacional de Formação 2015-2016, Espaços da Ciência, Territórios e Sociedades, promovido pela embaixada francesa e o Institut des Hautes Etudes pour la Science et la Technologie (Ihest). O Governo do Pará apresentou as oportunidades e ações governamentais que estão sendo desenvolvidas na região.

Na abertura da programação o conselheiro científico da embaixada da França no Brasil, Philippe Martineau, disse que se surpreendeu quando veio ao Pará pela primeira vez, diante do que denominou de “clichê francês”, por acreditar que o Brasil se resume às cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. “Quando ouvia falar em Belém eu pensava em uma cidadizinha no meio da floresta. Qual não foi minha surpresa ao me deparar com essa cidade enorme e cheia de oportunidades”, avaliou Martineaur, que visita a capital paraense pela quarta vez.

A diretora  do Intituto dos Altos Estudos para a Ciência e Tecnologia, Marie-Françoise Chevallier-Le Guyader, disse que o momento é de trocar experiencias e adquirir conhecimentos sobre o Pará. “Temos um bom potencial para desenvolver cooperação com o Estado em diversos setores. Uma das coisas mais importantes dessa missão é mostrar o que o Pará é realmente e como podemos potencializar novas parcerias”, reiterou, informando que a delegação formada por mais de 40 representantes de diversas empresas e organizações terá uma semana no Pará, para ter acesso a várias informações e poder observar in loco as oportunidades para o futuro.

Vantagens - O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, Adnan Demachki, fez a apresentação das potencialidades econômicas, estruturais e ambientais do Pará, destacando que o Estado tem localização geográfica privilegiada, estando mais perto dos portos da Europa, Estados Unidos e Ásia. O Pará, que também detém 25 mil quilometros de rios navegaveis, 62% do estoque de água doce da Amazônia e 25% do potencial energético do país é, na opinião do secretário, uma terra de oportunidades.

“Somo um Estado que tem muito a oferecer, em diversas áreas. Com a França já temos um histórico de cooperação tecnológica e científica e, mais intensamente, uma grande cooperação econômica, por meio de três empresas francesas que estão investindo no Pará na área de energia, agronegócios e fertilizantes. Hoje apresentamos números e projetos para que possamos melhorar a cooperação cientifica e tecnológioca e aumentar a cooperação para mais investimentos que gerem emprego e renda para a população”, destacou Demachki.

Na ocasião, o titular da Sedeme informou que 70% do território paraense são florestas intocadas que devem permanecer intactas mesmo com os projetos estruturantes planejados para a região. “As florestas vão continuar sendo florestas”, garantiu Adnan Dechki, ao destacar que o Estado criou o programa Municípios Verdes como ferramenta para assegurar a manutenção da floresta. A expectativa do Estado é promover o desenvolvimento da produção por meio da qualidade do uso dos 30% de áreas que foram abertas no passado.

O potencial mineral do subsolo paraense, rico em minérios como alumínio, caulim, ferro e manganês, também foi apresentado, bem como a  vocação do Estado para fruticultura, que tem como destaque o açaí e o cacau. “O Pará é o maior produtor de açaí e estamos investido para que a produção seja verticalizada aqui mesmo. No próximo ano seremos também o maior produtor de cacau do país e já começamos o processo de beneficiamento para a produção de chocolate”, reiterou Adnan, que também destacou a cultura de palma para a produção de óleo vegetal.

Tecnologia - O secretário Alex Fiúza de Mello, da Secretaria de Estado de Ciência de Tecnologia (Sectet), mostrou os investimentos que o Estado tem feito na área de pesquisa e para os avanços na promoção de mão de obra qualificada. O Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá, que é um polo para fomentar o conhecimento sobre a biodiversidade amazônica, e o Programa Bio Pará, que busca associar empresas que financiem pesquisas para intendificação de potências produtivas foram algumas das iniciatrivas apresentadas.

A implantação de 1,5 mil km de fibra ótica, que vão dotar o Estado de internet de alta qualidade, também foi apresentada como investimento estadual em infraestrutura, para viabilizar a implantação de novas empresas no Pará. O presidente da Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Pará (Prodepa), Theo Pires, mostrou o mapa de implementação da rede e as empresas parceiras que estão cooperando para o desenvolvimento do projeto. “Além das empresas dividirem o custo de implantação, também são divididos os gastos de manutenção do serviço. A fibra ótica significa mais desenvolvimento, mas ela significa especialmente a redução da desigualdade”.

O titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Luiz Fernandes, apresentou os avanços na  redução do desmatamento no estado e na recomposição das áreas degradadas. A comitiva francesa terá um novo encontro com o secretário para uma apresentação detalhada dos programas desenvolvidos pela secretaria, em especial, sobre o plano estratégico para alcançar o desmatamento líquido zero. O evento também teve apresentação dos potenciais turísticos gastronômicos da cidade de Belém, feita pelo presidente do Comitê Organizador dos 400 anos de Belém, Eduardo Klautau.

Texto: Dani Filgueiras - Agência Pará de Notícias 

Foto: Antonio Silva - Agência Pará de Notícias 

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decreto 1.1513

Prodepa - sex, 15/04/2016 - 10:27
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decreto 1.513

Prodepa - sex, 15/04/2016 - 10:26
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Sectet realiza “Roda de Conversa” sobre Curso a Distância e Arranjos Produtivos Locais

Sectet - ter, 12/04/2016 - 11:54
12/04/2016

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet), por meio da Diretoria de Educação Técnica e Tecnológica (Dett), realizou, na última quinta-feira (7), uma “Roda de conversa” acerca do curso de Educação a Distância “Desenvolvimento e Integração Regional: Arranjos e Cadeias Produtivas no estado do Pará”, realizado pela Sectet e finalizado em fevereiro deste ano. 

Na ocasião, a coordenadora de Educação a Distância da Dett/Sectet, Selma Leite, apresentou o Relatório Final de Avaliação dos Cursistas. Participantes dos municípios de Belém, Ananindeua, Curralinho, Acará e Barcarena manifestaram satisfação com a iniciativa inovadora da Sectet em implementar a política de Educação a Distância nas ações formativas do Governo do Estado do Pará, oportunizando atualização de conhecimentos sobre o tema. De acordo com a Coordenação de Educação a Distância, a capilaridade da EaD possibilita que  as pessoas dispersas geograficamente no território paraense tenham a oportunidade de estudar por meio de redes conectadas, sem precisar sair de seu domicilio ou do seu contexto de trabalho.

Dentre os assuntos em destaques na “Roda de Conversa”, evidenciou-se a possibilidade de estabelecer uma relação maior entre os concluintes do curso (38 cursistas de 14 municípios com representatividades em oito regiões de integração) com o Núcleo de APL do Estado do Pará, e também a realização de um seminário, a ser realizado em Belém, para socialização dos trabalhos dos cursistas com a comunidade local.

O evento também foi composto pela exposição temática sobre “O papel das Cadeias e Arranjos Produtivos no Desenvolvimento Sustentável no Pará e suas possibilidades!”,  proferida pela Diretora Executiva do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), Rosa Neves, que relatou a experiência de criação do APL de moda e design fundamentada nos pilares da sustentabilidade e cultura local, para continuidade do diálogo estabelecido na formação.

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Prodepa desenvolve novo site da JUCEPA

Prodepa - qua, 06/04/2016 - 16:13
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