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Governo do Estado do Pará

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Projeto desenvolvido pela Prodepa para facilitar a vida de deficientes visuais

Prodepa - ter, 14/02/2017 - 10:58
14/02/2017 - 11:00

Acessibilidade na Web ganha destaque com projeto A1br.org 

Nos últimos anos a acessibilidade vem se tornando tema fundamental na concepção de projetos dos mais variados, do planejamento de cidades à arquitetura de prédios, até o desenvolvimento de sites e aplicativos digitais. A  Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa) vem se destacando no assunto com a iniciativa de um grupo de técnicos atentos às demandas emergentes da sociedade. Assim surge o projeto a1br.org - o primeiro portal de notícias acessíveis do Brasil, premiado em terceiro lugar na quarta edição do “Prêmio Nacional de Acessibilidade na Web - Todos@web”.
    
Ter acesso à produção de conteúdo e, portanto, de conhecimento é uma questão de autonomia. Hoje em dia os sites desenvolvidos são povoados de conteúdo visual, o que torna a experiência dificultosa para uma parcela considerável de cidadãos que têm as mesmas necessidades da maioria da população. Por outro lado, é crescente a disponibilidade de serviços de Governo pela web e por isso, são fundamentais projetos que busquem minimizar as diferenças para equilibrar privilégios e possibilidades. 

Quando se percebe que aproximadamente 24% da sociedade brasileira apresenta algum tipo de deficiência, segundo o Censo 2010 / IBGE, e que quase 19% tem alguma deficiência visual, é momento de planejar com mais atenção às necessidades do entorno, nas diversas áreas da sociedade. Segundo o diretor de Desenvolvimento de Sistemas da Prodepa, Lourenço Monteiro, “por uma iniciativa do técnico Edinamar Andrade, contando com nosso apoio, da diretoria e da gestão da empresa, algumas ações foram iniciadas para melhorar a questão da acessibilidade”. De uma dessas ações, se desenvolveu uma parceria com a Ufra - Universidade Federal Rural do Pará, prevendo a troca de informações entre pesquisadores especialistas nesse tema e os analistas, que compraram a ideia, fazendo com que o Governo do Estado também tornasse seus sites e conteúdos mais acessíveis”, explica o diretor.
 
Navegar pelo som

O analista de sistemas da Prodepa e idealizador do portal A1br.org, Edinamar Andrade, conta que vem trabalhando há dez anos com a ideia de acessibilizar os conteúdos na internet, ou seja, permitir que públicos com deficiência visual consigam ouvir os conteúdos de interesse. “A acessibilidade na web acaba facilitando a todos, mas sem dúvida nenhuma pessoas com deficiência visual e  idosas são as maiores beneficiadas no acesso aos conteúdos na Internet. O portal A1br é o que chamamos de acessibilidade na web ideal, cruzando informações no ambiente visivelmente mais simples e menos carregado de informações desnecessárias”. Edinamar esclarece que “as pessoas cegas utilizam programas de computadores, as chamadas tecnologias assistivas ou tecnologias de apoio. São tecnologias feitas para dar autonomia e independência para pessoas com deficiência. Assim como temos a bengala, o cão guia, temos no mundo virtual o leitor de tela, que realiza a leitura do conteúdo que aparece na tela”.
 
O problema dos leitores de tela é a falta de acessibilidade e  usabilidade dos sites, é que para cada página acessada, o software precisa ler todos os itens que existem até chegar nas informações de interesse. Ao visualizar um portal de notícias, percebe-se o percurso que o software precisa fazer até chegar no conteúdo de interesse do usuário, tornando a experiência dificultosa e demorada para o público com deficiência visual. “Tem pessoas cegas que já trabalham com computador que até conseguem acessar os conteúdos através de teclas de atalhos por exemplo, mesmo não possuindo acessibilidade. Mas a grande maioria das pessoas cegas não possui experiência no uso frequente do computador, logo quando desejam acessar os conteúdos, têm muita dificuldade para chegar na informação”, afirma Edinamar.
 
Nos dias de hoje, o computador e a internet trouxeram muita independência para as pessoas com deficiência visual. Antigamente só era possível obter notícias através do jornal impresso, logo dependiam exclusivamente de uma outra pessoa para ler. Hoje, é preciso apenas que as pessoas tenham a possibilidade de acessar os sites, escutar as informações e fazer suas próprias interpretações. “Quando você projeta uma cidade, um edifício ou um site, se você não perceber a diversidade do público no momento de projetar, vai sair muito caro depois para corrigir. Então, ou você inclui na arquitetura original de cada projeto, ou você ignora. E não dá para ignorar que aproximadamente 24% da população têm algum tipo de deficiência”, comenta o diretor Monteiro. “A tendência é que a gente consiga espalhar em todos os sites do Governo do Estado, e estimular que outros Estados, órgãos e outros poderes possam também se atualizar, para que a gente tenha esse percentual de sites acessíveis cada vez maior”, complementa.
 
Tecnologias contribuindo para um mundo melhor
 
Lourenço Monteiro acredita que “a tecnologia não tem esse poder de intervir na sociedade de forma contundente, mas tem uma grande contribuição a dar. E cada ação dessa é muito simbólica, e pensar que uma empresa está se preocupando com acessibilidade, em uma visão ampliada da sociedade, é um sinal, é um caminho que pode ser seguido por outras instituições”.
 
Em se tratando dos planos para o futuro, entende-se hoje o celular como o principal meio de acesso a conteúdos e execução de tarefas virtuais. A vantagem é que a maioria dos sistemas operacionais móveis já têm funções específicas, como o reconhecimento de comandos de voz, e a leitura de conteúdos. “Então os passos que a gente gostaria de atingir nas nossas ações caminham na direção de se apropriar desses recursos no desenvolvimento dos nossos projetos, para que os aplicativos e serviços públicos saiam com essa função nativamente ativada”, conclui o diretor.
 
A1br.org - o primeiro portal de notícias acessíveis do Brasil
 
Com o objetivo de contribuir para o acesso digital de usuários com deficiência, foi idealizado o projeto A1br.org que tem como objetivo acessibilizar os conteúdos disponíveis nos principais portais de notícias nacional. O Portal A1br.org possui um mecanismo que possibilita fazer uma varredura nos grandes portais de notícias e "capturar" os conteúdos principais tornando o portal limpo e acessível e facilitando assim a sua leitura principalmente por pessoas com deficiência visual e idosos.
 
Nesta primeira versão o acesso pode ser feito em diferentes plataformas tais como Windows, Linux, Mac OS e em diferentes navegadores tais como Internet Explorer, Mozilla, Chrome, Safari e etc. É possível também o acesso por meio de dispositivos de saída de dados como Notebook, Smartphone e Tablets. No caso específico das pessoas com deficiência visual, o sistema está preparado para ser utilizado por diferentes leitores de tela como NVDA, Jaws, Virtual Vision, Dosvox, entre outros.

Na primeira fase está sendo disponibilizado somente as notícias do portal G1 nas categorias, Últimas notícias, Mundo, Brasil, Pará, Entretenimento e Esportes; nas versões seguintes o usuário poderá escolher sua fonte de notícia (G1, UOL, IG, etc.) individualmente ou conjuntamente. O sistema tem a possibilidade de automaticamente reconhecer a região em que o usuário se encontra e carregar as notícias de seu interesse. “Desde 2012 eu venho com essa ideia de como fazer um site acessível, mas não foi possível pela falta de uma tecnologia. No ano passado, com a parceria importantíssima do analista de sistemas Luiz Guilherme Cruz, que pesquisou e desenvolveu  uma tecnologia capaz de filtrar os conteúdos de interesse dos portais de notícia, suprimindo banners, menus, imagens e outras informações, cruzando somente o que é de interesse em um portal simples, com alguns recursos para facilitar a experiência de usuários com deficiência visual”, explica o idealizador do A1br.org.

Acessibilidade é lei
 
Em 2004 foi regulamentada a Lei da Acessibilidade nº 5296/2004, que obriga todos os sites governamentais a terem sistema de acessibilidade. No entanto, hoje, em 2017, nem 5% dos sites governamentais nas esferas municipais, estaduais e federais possuem a tecnologia adequada. No Estado do Pará, a Prodepa contribui com o índice de 36% de sites do Governo acessíveis. 

 

Gerência de Comunicação

Divisão de Marketing

 

 

Tags: cidadania
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Aedes aegypti

Sectet - ter, 14/02/2017 - 10:45
14/02/2017

Sectet apoia campanha do Governo do Pará de combate ao mosquito Aedes

Neste mês de fevereiro, o Governo do Estado inciou uma grande campanha de combate à dengue, chikungunya e zika, todas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Não existe um tipo de sangue que atraia o mosquito de uma forma mais intensa. Todas as pessoas, independente da tipagem sanguínea, correm o risco de serem contaminadas pelo Aedes aegypti. O mosquito precisa ser combatido tanto na forma adulta, quanto na forma de larva. Assim, deve se evitar acumular lixo e água parada. Ao entrar em locais como bosques e florestas é preciso se proteger com calças e blusas de mangas compridas. O uso de repelente é fundamental durante todo o dia e a reaplicação do produto deve ser feita a cada seis horas. Quem perceber a presença de focos do mosquito pode entrar em contato com número 4006-4857 e fazer a denúncia. Confira mais dicas abaixo:

           

                                              Confira mais informações sobre as doenças causadas pelo mosquito, os sintomas e as formas de tratamento no site: http://www.agenciapara.com.br/            
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Certificação dos cursos realizados no âmbito do Programa Pará Profissional e do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)

Sectet - ter, 14/02/2017 - 10:21

Dez turmas de Belém e uma de Ananindeua recebem, no próximo dia 17, a certificação dos cursos realizados no âmbito do Programa Pará Profissional e do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). A certificação se dará em dois momentos: pela manhã, no auditório da Unama BR, em Ananindeua e, à tarde, no auditório da Fiepa, em Belém. Os eventos são uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretária de Ciência, Tecnologia, Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Ministério da Educação (MEC) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/PA). O momento será uma grande oportunidade para que os empresários do Estado entendam melhor sobre o Pará Profissional e, assim, possam realizar, junto à Sectet, demandas de cursos para qualificação da mão de obra em suas empresas. Confira a programação AQUI

Data do Evento: sexta-feira, Fevereiro 17, 2017Local Evento: Ananindeua: Auditório da Universidade da Amazônia (Unama) | Belém: Auditório Albano Franco (Fiepa)
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Internet livre amplia inclusão digital: saiba como e onde acessar os hotzones ou Pontos de Acesso Livre

Prodepa - ter, 07/02/2017 - 16:29
07/02/2017 - 16:30

Ampliação do acesso rápido e confiável à internet e às políticas públicas disponibilizadas pelas esferas do Governo: são reflexos do Navegapará, ação hoje presente em 75 cidades, que contam com pelo menos um Ponto de Acesso Livre ao cidadão, promovendo inclusão social por meio da Inclusão Digital. São praças, orlas, aeroportos e pontos turísticos onde a população pode se reunir para utilizar a internet de forma temporária, a partir dos seus dispositivos móveis por meio de conexão wi-fi.

Os hotzones, como são chamados os pontos de acesso disponibilizados pela Prodepa, fazem parte do projeto Cidades Digitais, promovendo conectividade ao cidadão, onde o Estado chega com sua infraestrutura de modernização. A partir de fibra óptica ou rádios transmissores instalados, qualquer cidadão, dentro da zona de cobertura do rádio wi-fi, com seu dispositivo móvel como tablet, celular, smartphone, netbook ou notebook, pode se conectar à rede sem fio e usufruir de uma conexão em banda larga para acesso a navegação em sites e serviços on-line.

Os Pontos de Acesso Livre são alternativas criadas para que as comunidades dos municípios conectados possam acessar a internet em pontos importantes da cidade sempre que precisarem. O gerente de Redes e Telecomunicações da Prodepa, Rodrigo Ferreira, explica que “os hotzones não foram feitos para substituir os pacotes de internet próprios, e sim para que as pessoas em trânsito utilizem a internet gratuitamente de forma temporária para acesso aos serviços e informações locais. É um uso rotativo e coletivo”.

O acesso wi-fi apresenta algumas características que devem ser observadas, tais como a área de cobertura do serviço, geralmente limitada entre 50 e 300 metros a partir do equipamento, o que pode interferir na qualidade e até no funcionamento do serviço; e o  limite de banda para tráfego de dados. Rodrigo explica que “em todos os hotzones há limites de banda total de 5mb e para cada usuário até 1mb. Ou seja, se houver cinco usuários conectados em um mesmo AP (Access Point), será disponibilizado 1mb para cada usuário, e assim sucessivamente, serão compartilhados os MB disponíveis por quantos usuários estiverem conectados simultaneamente no AP”.

A empresa está investindo, juntamente com Governo e parceiros, na melhoria da rede. "Os equipamentos hoje, na maioria dos hotzones, suportam até 64 clientes. E em determinados lugares percebemos que isso não é suficiente. Estamos identificando estes hotzones de grande circulação de pessoas e prevendo a mudança para um hardware de maior capacidade e melhores condições de gerenciamento", relata o diretor de Tecnologia e Comunicação da Prodepa, Fernando Nunes.

Segurança no acesso 

Os serviços de utilização de internet oferecidos pela Prodepa já se encontram de acordo com o Marco Civil da Internet, que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. A Lei sancionada em abril de 2014 oferece maior segurança de acesso, tanto para a empresa, quanto para os seus usuários. “Todo mundo que fornece serviço gratuito, precisa saber quem está utilizando essa internet. A autenticação garante respaldo, inclusive jurídico”, explica Rodrigo. 

Segundo as determinações do Marco Civil da Internet a proteção dos dados pessoais e a privacidade dos usuários são garantias estabelecidas pela Lei. As informações de cada usuário e de sua usabilidade somente podem ser acessadas via pedidos judiciais. Seguindo as novas determinações, para acessar a internet oferecida pelo Navegapará o usuário precisa fazer um cadastro simples na primeira vez em que vai utilizar o serviço.

"O sistema de identificação e controle utiliza-se de um cadastro único para toda a rede de acesso livre do Estado. O usuário cadastra-se com e-mail, celular e, a partir dessa identificação, não precisará mais se cadastrar em outras ocasiões, apenas autenticar-se", afirma o diretor Nunes.

Via de regra as conexões ficam ativas por 30 minutos, após esse período o usuário será obrigado a reconectar-se. Toda e qualquer conexão inativa por  mais de 10 minutos, exigirá nova autenticação. O procedimento garante que usuários inativos não ocupem as portas de acesso, facilitando a rotatividade de usuários conectados. “O serviço disponibilizado de acesso à Internet é público e deve estar disponível a todos de forma equânime, por isso se fazem necessárias as regras de uso”, explica Rodrigo.

Na velocidade da luz

O objetivo da atual gestão é implantar 1.500km de fibra óptica no Pará até 2018. Nos últimos dois anos foram implantados 235 km de infovias em fibra óptica entre Santa Maria do Pará e Paragominas, Marabá e Eldorado do Carajás e Ponta de Pedras e Vila do Conde. Já estão em fase de execução 550 km de infovias de fibra óptica, compreendendo Santa Maria do Pará, Peixe-Boi, Capanema, Altamira, Vitória do Xingu, Brasil Novo, Medicilândia, Uruará, Placas, Pacajá e Anapu. "A fibra óptica possui muitas vantagens como imunidade a interferências eletromagnéticas e ruídos, capacidade de transmissão bastante grande, redução do número de ativos de rede (em relação a enlaces de rádio ponto-a-ponto), facilidade na manutenção, dentre outras. Os custos, que há alguns anos eram altos, estão acessíveis, facilitando o seu uso por governos, empresas e provedores”, contextualiza o técnico Rodrigo. 

As infovias podem ser construídas por rádio transmissores ou por fibra óptica. Com a fibra óptica, o sinal é transformado em luz, sua velocidade é de 300 milhões de metros por segundo. A diferença é enorme se comparada aos cabos elétricos ou outros tipos de conexão. No entanto, para sua instalação é necessário a existência de infraestrutura como estradas e/ou cabeamentos elétricos. Para viabilizar a expansão desta infraestrutura pelo território paraense entrecortado por rios e florestas, a Prodepa tem apostado em parcerias com outros órgãos, de várias esferas.
    
Ao se comparar com os rádios transmissores que tem muitos detalhes técnicos e variáveis, a fibra garante maior estabilidade pela simplicidade de conexão, além de ser menos suscetível aos fatores climáticos e garantir uma banda de dados infinitamente maior. Por sua vez, o mercado de empresas de fibra óptica vem crescendo a cada ano, tornando o preço mais viável para sua implantação no Estado.

Acesse e conheça os pontos de acesso livre em todo o Estado.

Para denunciar vandalismo ou interrupções no acesso à internet livre entre em contato com nosso atendimento 0800 020 7575 ou faça o download do Governo Digital Mobile 

Gerência de Comunicação

Divisão de Marketing

 

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Servidores do Estado se especializam em gestão de ciência e tecnologia

Prodepa - ter, 07/02/2017 - 10:50
06/02/2017 - 10:45

Ocorreu nesta segunda-feira (6), na Escola de Governança Pública do Pará (EGPA), a aula inaugural da pós-graduação lato sensu em Gestão de Ciência e Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica, idealizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com a EGPA. O objetivo é aperfeiçoar as habilidades dos servidores públicos do Estado para que estejam aptos a elaborar projetos, fazer a gestão de programas específicos para o setor de ciência, tecnologia e inovação e de educação profissional e tecnológica.

Ao todo, 40 vagas foram abertas na primeira oferta do curso, com inscritos do quadro de servidores da Sectet e outros órgãos do governo que atuam em áreas afins, como a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação (Prodepa), as secretarias de Educação, Turismo e Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, entre outras.

“Queremos formar gestores públicos com conteúdo, pois é isso que o atual cenário do país exige na hora de analisar e formular projetos inovadores capazes de atrair investimentos para o setor de ciência, tecnologia e inovação”, disse o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, na abertura da aula inaugural, que também teve a presença do diretor geral da EGPA, Ruy Santos Filho, do presidente da Prodepa, Theo Pires, e da secretaria adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez.

Palestra – A aula inaugural teve a presença do professor da Universidade de Brasília (UnB) Elimar Nascimento, que ministrou a palestra "Ciência, Tecnologia & Inovação: desafios para um Brasil diferente”. “Estar ligado nas tendências do mundo é o primeiro passo para quem quer trabalhar com ciência, tecnologia e educação profissional. Além disso, o gestor público tem que estar aberto a mudanças e ao trabalho em equipe, hábitos essenciais para o desenvolvimento de políticas públicas coerentes com mudanças tecnológicas atuais”, disse.

As disciplinas serão ofertadas em três módulos, que juntos somarão 360 horas de aula. Os módulos I e II serão comuns a todos os servidores; o terceiro é o momento de eleger a área pretendida para o instrumental. “O curso é totalmente direcionado ao trabalho que desenvolvemos na gestão do fomento à pesquisa, e dialoga perfeitamente com o meu anseio de melhor atender as necessidades do nosso publico, que são os pesquisadores paraenses”, afirmou a servidora da Fapespa Fernanda dos Santos. As próximas aulas serão na Sectet, com previsão de término em julho de 2018.

Tags: gestão tecnologia informação
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Sectet e EGPA realizam aula inaugural da Especialização em Gestão de Ciência e Tecnologia

Sectet - seg, 06/02/2017 - 16:31
06/02/2017

Ocorreu nesta segunda-feira (06), na sede da Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA), a aula inaugural da pós-graduação lato sensu em Gestão de Ciência e Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica, idealizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com a EGPA. O objetivo do curso é aperfeiçoar as habilidades dos servidores públicos do Estado para que eles possam estar aptos a elaborar projetos, realizar a gestão de programas específicos para o setor de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I) de Educação Profissional e Tecnológica (EPT).

Ao todo, 40 vagas foram disponibilizadas na primeira oferta do curso, com inscritos pertencentes ao quadro de servidores da Sectet e outros órgãos do governo que atuam em áreas afins ao curso, como a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação (Prodepa), as secretarias estaduais de Educação, de Turismo, de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, entre outras. 

“Queremos formar gestores públicos com conteúdo, pois é isso que o atual cenário do país exige na hora de analisar e formular projetos inovadores capazes de atrair investimentos para o setor de C,T&I”, disse o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, na abertura da aula inaugural, que também contou com a presença do diretor geral da EGPA, Ruy Santos Filho, do presidente da Prodepa, Theo Pires, e da secretaria adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez. 

Palestra – A aula inaugural contou com a presença do professor da UnB, Dr. Elimar Nascimento, que ministrou a palestra "Ciência, Tecnologia & Inovação: desafios para um Brasil diferente”. “Estar ligado nas tendências do mundo é o primeiro passo para quem quer trabalhar com Ciência, Tecnologia e Educação Profissional. Além disso, o gestor público tem que estar aberto a mudanças e ao trabalho em equipe, hábitos essenciais para o desenvolvimento de políticas públicas coerentes com mudanças tecnológicas atuais”, pontuou o professor.  

As disciplinas serão ofertadas em três módulos, que juntos somarão 360 horas/aula. Os módulos I e II serão comuns a todos os servidores, já o terceiro é o momento de o servidor eleger qual é a área em que pretende realizar o instrumental: ou em CT&I e EPT. “O curso é totalmente direcionado ao trabalho que desenvolvemos na gestão do fomento à pesquisa, e dialoga perfeitamente com o meu anseio de melhor atender as necessidades do nosso publico, que são os pesquisadores paraenses”, afirmou a servidora da Fapespa, Fernanda dos Santos.  

As próximas aulas do curso continuarão na sede da Sectet, com previsão de término em julho de 2018.

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet    

 

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Prodepa amplia capacidade da rede de comunicação de dados na região do Guajará

Prodepa - seg, 06/02/2017 - 13:59
04/02/2017 - 14:00

A Região de Integração do Guajará congrega, além da capital, Belém, os municípios de Ananindeua, Benevides, Marituba e Santa Bárbara do Pará, que junto a outros três compõem a Região Metropolitana de Belém. Junto, os cinco concentram 26% da população e 29% do Produto Interno Bruto (PIB) paraense. Destacam-se na economia com a indústria de transformação (madeireira, alimentícia, naval, etc.) e a construção civil, além da pecuária e da produção pesqueira.

Neste cenário, a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa) trabalha na expansão da Rede de Comunicação de Dados Corporativa para prover a administração pública com conectividade, ampliando a mobilidade e acessibilidade no interior do estado. As infovias também fazem parte das ações do “Pará 2030”, programa instituído por decreto governamental em junho do ano passado e estabelece metas para o crescimento sustentável da economia regional.

Com o objetivo de interligar órgãos públicos em rede de alta capacidade e disponibilidade; reduzir custos da administração pública com circuitos de comunicação e acelerar a modernização da gestão pública, a Prodepa garantiu, no último ano, uma expansão de 5% das infovia em fibra ótica, aumentando a disponibilidade da rede e conectando 20 novos órgãos/entidades na região do Guajará. “Essa melhoria no desempenho da rede corporativa garante maior autonomia, ajudando a promover a inclusão social por meio do acesso digital, possibilitando a implantação de programas de governo eletrônicos e facilitando o acesso do cidadão à informação, além de fortalecer economicamente os municípios atendidos”, esclarece Leila Daher, diretora de Projetos Especiais da Prodepa.

Novas Tecnologias - Sempre buscando ampliar o acesso com o melhor custo-benefício possível, em 2016 a Prodepa implantou novas infovias utilizando equipamentos de ponta, softwares mais modernos e ajustes refinados de configuração que possibilitaram alcançar maior qualidade nos enlace dessa rede. “Atualmente, trabalhamos dentro das limitações de largura de banda e de faixa de espectro permitidas pela Anatel, e com um único enlace ‘1+0’ conseguimos alcançar 248 megabits por segundo (Mbps) em ambos os sentidos de transmissão (full-duplex). Já trabalhando com a configuração ‘2+0’ atingimos 500 Mbps em ambos os sentidos de transmissão”, explica Leila Daher.

De acordo com o titular da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico e Mineração e Energia (Sedeme) e principal articulador do programa “Pará 2030”, Adnan Demachki, desde 2015, o Pará vem investindo maciçamente na melhoria da infraestrutura modal, seja na malha rodoviária ou em vias alternativas, como o projeto de uma ferrovia. Também vem investindo em capacitação, educação e comunicação, o que, segundo ele, só será possível com o estado integrado.

“É preciso um esforço enorme para se conectar um estado como o Pará, que tem as dimensões de um país, de maneira a garantir que todas as ações sejam mais céleres, transparentes e tenham maior eficiência. Melhorar as condições da logística no Pará representa para o Estado uma oportunidade de se tornar mais competitivo, e as infovias estão inseridas nesse contexto, contempladas entre as 14 medidas do Pará 2030”, destaca.

Pará 2030 - As estratégias serão colocadas em prática ao longo dos próximos anos e contemplam todas as regiões paraenses. Para isso foram diagnosticadas vinte e três oportunidades e eleitas doze cadeias produtivas prioritárias, entre elas as do açaí, cacau, exploração mineral, turismo e gastronomia, logística, pesca e aquicultura, atividade florestal, agricultura e pecuária sustentável, entre outros. A síntese do projeto é quebrar os entraves para que os níveis de produção do Pará possam crescer.

Um dos principais mecanismos do planejamento é o incentivo à verticalização das cadeias produtivas. O plano se desdobra em 70 iniciativas, 280 ações e 1.400 marcos de implementação. Com o projeto, o governo pretende dinamizar a economia e melhorar os indicadores socioeconômicos nas diversas regiões paraenses, elevando a renda per capita (PIB) do estado em 5,3%, a cada ano, até 2030.

Uma das resoluções visa conceder incentivos para os empreendimentos que investirem em projetos de pesquisa científica, tecnológica e inovação. Também haverá repasse de recursos do Estado para investimentos em pesquisas direcionadas às cadeias econômicas do Pará. O governo assume o compromisso de repassar R$ 11 milhões à Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) para a implantação de três programas estruturantes nas áreas da ciência, tecnologia e inovação.

Confira as ações que serão implementadas pelo programa Pará 2030 na região do Guajará:

Ananindeua

Programa de Competitividade do Distrito Industrial de Ananindeua. Lançado pela Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), o Programa de Competitividade visa oferecer melhorias estruturais e segurança jurídica, tanto aos investidores já instalados nos polos, quanto aos novos empreendedores, por meio da reorganização fundiária, melhorias na sinalização, pavimentação e segurança nas áreas distritais.

Belém (Icoaraci)

O Programa de Competitividade do Distrito Industrial de Icoaraci é essencial para a atração de novos investimentos ao Estado e tem por objetivo dar condições mais favoráveis aos investidores, possibilitando a expansão dos investimentos e, consequentemente, a geração de emprego e renda.

Marituba

O município de Marituba, na região metropolitana de Belém, vai ganhar um parque industrial e um parque ambiental. O parque industrial de Marituba será construído em uma área de 136 hectares, localizada próximo à Alça Viária. Mais de 60 empresas entregaram cartas de intenção para se instalar no complexo, que será dividido por setores de confecção, logística, movelaria e produtos naturais. O governo do Estado garantiu apoio à implantação do parque industrial, cujas obras deverão ser iniciadas nos próximos meses.

Santa Bárbara

No município de Santa Bárbara, a 38 quilômetros do centro de Belém, será criado um parque temático, na PA-391, em uma área de 400 hectares, totalizando 4 milhões de metros quadrados que englobarão um múltiplo complexo turístico aquático com avançados equipamentos e estrutura imobiliária. O investimento é de R$ 100 milhões, com previsão de 400 a 2000 empregos diretos na fase de obras. Com todo o empreendimento implantado a previsão é gerar até 10 mil empregos diretos. O Estado prevê incentivos em várias frentes, da promoção de divulgação do investimento à capacitação de mão de obra local para atuação no turismo de Santa Bárbara.

Tags: Guajará comunicação dados
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Dirigentes da SEDAP e do SENAR visitam instalações do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá

Sectet - sex, 03/02/2017 - 15:32
03/02/2017

O titular da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (SEDAP), Giovanni Queiroz, assim como o presidente e o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) no Pará, Carlos Xavier e Walter Cardoso respectivamente, visitaram, na manhã desta sexta-feira (3), o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá). A visita foi acompanhada pelo Secretário de Ciência, Tecnologia, Educação Profissional e Tecnológica, Alex Fiúza de Mello, e pelo presidente da Fundação Guamá, gestora do Parque, Antônio Abelém. 

Fiúza de Mello explicou que o espaço foi construído pelo Governo do Estado do Pará por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), com financiamento do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ele é o primeiro parque tecnológico da Amazônia e busca proporcionar um ambiente de pesquisa, inovação tecnológica e experimentação para empresas e sociedade em geral. O titular da Sectet destacou que o papel da Secretaria é implantar e divulgar os prédios e laboratórios que integram o complexo do Parque, assim como supervisionar a gestão realizada pela Fundação Guamá. Entretanto, o objetivo da visita foi justamente mostrar que as demais Secretarias e instituições, bem como a sociedade, possuem o papel fundamental de pautar os trabalhos, repassar as demandas e disseminar o que é desenvolvido no PCT Guamá.

Os visitantes puderam conhecer o Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia, onde, dentre outras, são realizadas pesquisas para melhoramento do cacau e açaí produzidos na região. Eles estiveram ainda no Laboratório de Óleos Vegetais e Derivados e no Laboratório de Sensores e Sistemas Embarcados, nos quais encontraram pesquisas e tecnologias fundamentais para o desenvolvimento da agricultura paraense. 

Por fim, eles tiveram a oportunidade de conhecer o Laboratório da Qualidade do Leite. O espaço, que tem previsão de inauguração para março deste ano, é um esforço conjunto em que o governo estadual, por meio da Sectet, investiu cerca de R$ 2,3 milhões na construção. O Governo Federal, por meio do Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento (Mapa), foi o responsável pela aquisição dos equipamentos de diagnóstico e a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (FAPESPA) adquiriu os mobiliários. A coordenação é de responsabilidade do Programa de Ciência e Tecnologia de Alimentos, da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Diante disso, o secretário Giovanni Queiroz se mostrou bastante impressionado e entusiasmado com o que conheceu. “Tivemos a feliz oportunidade de conhecer um centro tecnológico avançado, que produz inovações tecnológicas capazes de ajudar em muito o setor produtivo rural. Nós estamos convencidos de que o estado do Pará está no caminho no sentido de dar oportunidade ao nosso produtor de ter contato com tecnologias que vão assegurar maior produtividade e melhor qualidade, seja na produção e beneficiamento do cacau e do açaí, seja em outras áreas. De igual forma, visitamos o Laboratório de Qualidade do Leite, que é extremamente importante para que nós possamos evoluir não só na produção do leite como na de seus derivados. Um laboratório que atenderá não apenas o Pará, mas também toda a região Norte do país. É uma satisfação saber que o Pará está caminhando a passos largos no sentido de dar mais qualidade à produção rural em nosso Estado”, ressaltou.

Da mesma maneira, Carlos Xavier destacou que o trabalho desenvolvido no Parque, em especial, o que será feito no Laboratório de Qualidade do Leite, vem ao encontro das necessidades do Senar e, principalmente, dos produtores rurais, como pesquisas em relação ao queijo do Marajó. O Superintendente do órgão, Walter Cardoso, aproveitou para parabenizar a iniciativa e, prometeu, por meio do Senar, difundir as ideias desenvolvidas no PCT Guamá e estreitar ainda mais a relação com o Governo do Estado.

Nessa linha, a Sectet busca constantemente apresentar o complexo do PCT Guamá ao poder público e instituições de forma que a sociedade possa se apropriar do espaço. “Estamos inaugurando uma nova era para o Pará, com uma retaguarda científica e tecnológica, a ideia é que não seja um espaço de Governo ou de Estado, mas sim da sociedade”, frisou o titular da Secretaria. 

Texto: Fernanda Graim - Ascom Sectet / (Colaboração: Simone Romero – Ascom/Sedap) 

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Aula Inaugural

Sectet - sex, 03/02/2017 - 15:25
03/02/2017

Curso de Especialização em Gestão de Ciência e Tecnologia inicia na próxima segunda-feira (06)

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) estabeleceu parceria com a Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA) para ofertar, pela primeira vez no Estado, a pós-graduação lato sensu em Gestão de Ciência e Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica. O curso de especialização terá a sua aula inaugural no auditório da EGPA na próxima segunda-feira, 06, às 8h30, e contará com a presença do professor da Universidade de Brasília (UnB), Dr. Elimar Nascimento.

O professor da UnB, que possui doutorado pela Université Paris Descartes, ministrará a palestra "Ciência, Tecnologia & Inovação: desafios para um Brasil diferente", e falará sobre a sua larga experiência em pesquisas sobre políticas públicas em CT&I, conflitos sociais e ambientais, desenvolvimento sustentável, interdisciplinaridade e turismo.

O curso é destinado aos servidores públicos graduados em nível superior pertencentes ao quadro de servidores da Sectet e outros órgãos do governo que atuam em áreas afins, como a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação (Prodepa), as secretarias estaduais de Educação, de Turismo, entre outras. Ao todo, 40 vagas foram disponibilizadas nesta primeira oferta.

Na manhã desta sexta-feira, 03, o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, reuniu com os servidores inscritos da Sectet para ressaltar a importância do curso na vida profissional de cada um, assim como na qualidade do trabalho desenvolvido pelo órgão à sociedade. "O objetivo do curso é um investimento nas pessoas, porque tudo começa nelas, inclusive o desenvolvimento e o subdesenvolvimento. A qualificação do servidor público é uma questão de responsabilidade pública, pois a falta de percepção e entendimento sobre determinado assunto pode provocar, inclusive, a falta de investimento", afirmou o secretário.

A palestra da aula inaugural é aberta para qualquer interessado na temática. As próximas aulas do curso continuarão na sede da Sectet, com previsão de término em julho de 2018.

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet

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Sectet assina convênio de apoio ao Polo Científico e Tecnológico de Pesca e Aquicultura em Bragança

Sectet - ter, 31/01/2017 - 17:12
31/01/2017

A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica do Pará (SECTET) e a Universidade Federal do Estado do Pará (UFPA), realizou na última segunda-feira, 30, no auditório do Instituto Santa Terezinha, em Bragança, a cerimônia de Assinatura do Convênio 001/2017 de Apoio à Implantação e Operacionalização do Polo Cientifico e Tecnológico de Pesca e Aquicultura do Nordeste Paraense, em Bragança, com investimento no valor total de R$ 3,4 milhões. 

O objetivo do convênio é a implantação e operacionalização do centro de pesquisas em aquicultura, o Ceanpa, que permitirá o fortalecimento de pesquisas da área, favorecendo a geração e transferência de tecnologia e conhecimento. Além disso, a parceria beneficiará a formação de profissionais do curso de Engenharia de Pesca, pós-graduação em Biologia Ambiental e em Aquicultura e Pesca, estimulando o desenvolvimento sustentável do setor no Nordeste paraense.

De acordo com o presidente da Fapespa, Eduardo Costa, “Esse convênio é um marco para a história de Bragança. Ele tem o valor de R$ 1,3 milhão com a UFPA e já há sinalização de um outro convênio de R$ 1 milhão com o IFPA, além do lançamento de um edital para pesquisa de R$ 1,5 milhão. Estamos fomentando a pesquisa e a implantação de um polo de Pesca e Aquicultura em Bragança de modo que a região possa se constituir como referência na produção de conhecimento, melhoramento genético, produção dos peixes típicos da Amazônia. A superação da nossa condição de subdesenvolvimento e a construção de uma nova trajetória de desenvolvimento do estado requer investimento em ciência, tecnologia, pesquisa, mas, também, a criação de núcleos de excelência em pesquisa no interior do estado”, disse.

Segundo a professora Dra. Zélia Pimentel Nunes, coordenadora do convênio, uma das premissas do polo é combater a ausência de treinamento de técnicos que atuam no setor, bem como de cursos de atualização aos piscicultores da região. “Criar um polo de aquicultura e pesca para gerar, compartilhar, disseminar tecnologias e promover o desenvolvimento sustentável da aquicultura com geração de trabalho e renda no nordeste paraense, esse é o nosso objetivo”, declarou.

O Secretário da SECTET, Alex Fiúza de Melo, afirma que a criação do polo gera negócios importantes na área do pescado. “Estamos transformando um conhecimento científico e técnicas apropriadas pela universidade em negócios para os empreendedores que vão trabalhar diretamente com Aquicultura e Pesca. Isso tudo já é o resultado de todo o investimento que foi feito na criação de um polo universitário aqui, no qual agora se expressa em conhecimento aplicado a negócios típicos da região”, disse.

Para o pró-reitor de pesquisa e pós-graduação da UFPA, Rômulo Simões Angélica, a assinatura trará a implantação de recursos humanos que irão gerar massa crítica de conhecimento que poderá retornar para cadeia produtiva para um setor que é tão importante para a região. “Aí está a chave do sucesso. Não é simplesmente a venda do peixe, mas a agregação de valor. É incremento na cadeia que gera mais desenvolvimento, mais prestação de serviço, mais emprego e renda”, afirmou.

Quem compartilha da mesma opinião é o professor Dr. Pedro Oliva, diretor geral do Instituto de Estudos Costeiros (IECOS). “Para o IECOS, representa o aporte do conhecimento para esse grande centro de pesquisa por meio da contribuição dos seus grandes pesquisadores, que vão permitir o conhecimento e desenvolvimento da região”, concluiu.

Texto e foto: Ascom Fapespa

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Cadeia produtiva do açaí no Pará é tema de debate em reunião na Sectet

Sectet - sex, 27/01/2017 - 16:44
27/01/2017

Diversos representantes governamentais e do setor produtivo do Pará se reuniram hoje, 27, com o objetivo de discutir ações para o melhoramento da cadeia produtiva do açaí. O encontro foi promovido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), tendo em vista as metas presentes Programa Pará 2030, planejamento estratégico para o desenvolvimento econômico e social do estado que tem como base a sustentabilidade.

Estiveram presentes na reunião representantes do Sebrae, do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio), da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), da Universidade Federal do Pará (UFPA), das secretarias estaduais de Educação, de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, dentre outros órgãos, que expuseram as atividades desenvolvidas e as demandas do setor em debate. 

“Queremos atualizar os atores que desenvolvem atividades na cadeia do açaí no Pará sobre as ações desenvolvidas por cada órgão e, com isso, promover as sinergias tão necessárias ao fortalecimento deste segmento, tudo de forma coordenada e colaborativa”, explicou a secretária adjunta da Sectet, Maria Enriquez, sobre a importância da reunião.

Um dos destaques da reunião foi a apresentação do pesquisador Hervé Rogez, que coordena o Centro de Valorização Agroalimentar de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA), localizado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá). O Centro oferece serviços que possibilitam o controle de qualidade em produtos de origem vegetal nas áreas de alimentos, farmacêutica, química, cosmetologia e outras. Também desenvolve conhecimento tecnológico no setor de ingredientes nutricionais e bioativos.

“Atualmente estamos trabalhando para atualizar o Padrão de Qualidade do Açaí, com o objetivo de comprovar a origem do fruto e diagnosticar rapidamente a presença de bactérias e de parasitas, como o Trypanosoma cruzi, responsável pela doença de Chagas. São mecanismos e tecnologias que precisam de apoio governamental para chegar ao campo e, assim, gerar produtos mais confiáveis ao consumidor”, afirmou o pesquisador Hervé Rogez.

Dentre os outros assuntos discutidos, destacam-se o da disponibilização de linhas de crédito para produtores locais e o desenvolvimento de estratégias de difusão de informações junto sobre práticas sustentáveis no manejo do fruto. Para trabalhar essas questões, outra reunião será realizada em fevereiro, com a presença de outras instituições, como a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), a Secretaria de Comunicação e o Banco do Estado do Pará (Banpará). A intenção é que o encontro seja feito dentro do PCT Guamá, para que os parceiros possam conhecer o espaço e seus serviços.  

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet

 

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Sectet implanta Fórum Permanente de Educação Profissional e Tecnológica (FPEP)

Sectet - sex, 27/01/2017 - 15:54
27/01/2017

Promover ações articuladas e complementares de fomento à educação profissional em todo o Estado, em consonância às vocações regionais de cada município. Esse é o objetivo do Fórum Permanente de Educação Profissional e Tecnológica (FPEP), implantado hoje, 27, durante uma reunião realizada no auditório da Fiepa. O Fórum integra as ações desenvolvidas dentro do Programa Pará Profissional, uma inciativa coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e pelo Comitê Intersecretarial de Educação Profissional e Tecnológica do Estado do Pará (CGIEP). 

Diversos representantes governamentais, do setor produtivo e da sociedade civil organizada estiveram presentes na reunião para se informarem sobre as diretrizes do Fórum. “Será um espaço de governança intersetorial para discutir ações complementares e reforçar ações que envolvam a qualificação técnica e profissional no Pará”, afirmou o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello.
 

O Programa - O Pará Profissional pretende atender cidadãos de todas as regiões de integração do Pará, permitindo que, após os cursos, os egressos tenham maiores possibilidades de acesso ao emprego ou de criação do próprio negócio. Entre os objetivos específicos do programa, estão a promoção de cursos profissionalizantes nas modalidades de ensino técnico subsequente e formação inicial e continuada; o estabelecimento de parcerias que potencializem, em termos técnicos e financeiros, as ações do programa; a interiorização da educação profissional e tecnológica por meio de parcerias colaborativas com os municípios paraenses e demais atores locais e regionais; e o maior alcance de pessoas por meio do estabelecimento de um sistema eficaz de educação a distância.

“O setor privado tem pressa e, considerando as experiências já em curso do Pará Profissional, podemos perceber que ele consegue acompanhar as demandas das empresas para viabilizar mão-de-obra local e qualificada”, opinou a representante da empresa Hidrovias do Brasil S.A., Leandra Arguelo. Já o produtor rural de Cametá, Benedito Barros, expressou o seu contentamento com as características do Programa: “estou satisfeito com as soluções do Pará Profissional, pois ele mapeia e valoriza as vocações produtivas de cada município”. 

Após a apresentação do Pará Profissional, a programação da reunião prosseguiu com a exposição das diretrizes do Fórum e o estabelecimento de grupos de trabalho que discutirão, de forma colegiada, temas de interesse de cada ente vinculado à educação profissional. “A ideia é que os entes envolvidos façam parte de pequenos fóruns regionais e comitês municipais, os quais serão responsáveis por pautar e dar legitimidade às demandas dos cursos a serem ofertados”, explicou o diretor de educação profissional e tecnológica da Sectet, Luis Blasques. 

Atualmente, a Sectet está trabalhando no edital público para credenciamento de profissionais especializados para prestação de serviços de instrutória para atender as demandas dos cursos no âmbito do Pará Profissional. A previsão é que o edital seja publicado em fevereiro deste ano.

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet

 

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Adepará realiza visita técnica ao Laboratório da Qualidade do Leite do PCT Guamá

Sectet - qui, 26/01/2017 - 18:51
26/01/2017

Representantes da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) realizaram hoje, 26, uma visita técnica ao Laboratório da Qualidade do Leite, empreendimento ainda em fase de finalização, financiado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), e que integra o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá). O objetivo da visita foi o de apresentar o laboratório e seus serviços à Adepará, para que seus representantes possam conhecer o seu potencial para o melhoramento e a verticalização da cadeia leiteira no Estado.   

O Laboratório da Qualidade do Leite é uma demanda antiga por parte dos produtores paraenses de leite e resulta de um esforço conjunto. O governo estadual, por meio da Sectet, investiu cerca de R$ 2,3 milhões na construção do espaço. O Governo Federal, por meio do Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento (Mapa), foi o responsável pela aquisição dos equipamentos de diagnóstico e a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) adquiriu os mobiliários. A coordenação é de responsabilidade do Programa de Ciência e Tecnologia de Alimentos, da Universidade Federal do Pará (UFPA).

O empreendimento irá rastrear a produção leiteira paraense, conferindo-lhe controle e selo de qualidade. O objetivo é auxiliar os produtores de leite e as indústrias de laticínios paraenses a alcançar melhores índices de produtividade, melhorar a qualidade da matéria-prima e dos produtos derivados. “O Laboratório era o que nós precisávamos, pois dará respaldo a uma fiscalização mais precisa e adequada da cadeia produtiva do leite no Estado, gerando, assim produtos mais confiáveis ao consumir paraense”, opinou o diretor geral da Adepará, Luciano Guedes. 

Qualidade do leite – Os serviços do Laboratório serão pautados a partir de amostras de leite cru (aproximadamente 50mL), que serão coletadas na propriedade, seguindo as recomendações adequadas para os procedimentos de coleta e transporte. Os recipientes, de material plástico e com tampas de pressão, serão fornecidos já esterilizados e com conservante pelo laboratório. 

“O controle da qualidade perpassará a determinação dos seus componentes, a contagem de células somáticas e de bactérias, além de análises laboratoriais de produtos derivados do leite, como queijos, coalhadas etc. São serviços que poderão ser prestados para todos os estados da região Norte, com o objetivo de dar apoio às indústrias de laticínios no desenvolvimento de novos produtos oriundos do leite”, explica a pesquisadora da UFPA e coordenadora do Laboratório, Luiza Miller. 

Inauguração – Atualmente o laboratório finaliza os tramites legais para seu ingresso à Rede Brasileira de Laboratórios de Controle da Qualidade do Leite (RBQL), do Mapa, e espera a instalação dos últimos equipamentos e finalização da parte elétrica do prédio para entrar em pleno funcionamento. A previsão é que a inauguração seja em março deste ano. 

“Nossa principal agenda antes da inauguração é a de aproximar os atores estratégicos aos serviços oferecidos pelo Laboratório. Nesse sentido, a Adepará é uma ponte estratégica para contatar os principais usuários do laboratório, que são os produtores de leite, para que todos os testes de controle de qualidade sejam realizados dentro do nosso próprio Estado, dinamizando, assim, a cadeia leiteira paraense”, afirmou o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello. 

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet

 

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Projeto de Telefonia Celular Comunitária apoiado pela Sectet é destaque na Suiça

Sectet - qua, 25/01/2017 - 09:54
25/01/2017

O projeto Telefonia Celular Comunitária (Celcom), desenvolvido pela Faculdade de Engenharia da Computação da UFPA, por meio do seu Laboratório de Processamento Digital de Sinais (LAPS), ganhou destaque internacional na União Internacional de Telecomunicações (UIT-D) da ONU, na Suíça, neste mês de janeiro.

O Celcom foi apresentado e discutido no grupo de estudos sobre tecnologia da informação e comunicação (TIC) para áreas rurais e remotas, tendo em vista o seu objetivo, que é o de tentar incluir digitalmente e socialmente populações que vivem distantes dos centros urbanos, como as colônias agrícolas, as de pescadores e as comunidades quilombolas, as quais não possuem serviços de telecomunicações por operadoras comerciais. A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) atua como parceira do Celcom para a implantação de dois testes pilotos do projeto em comunidades isoladas e carentes no Estado.

A apresentação do Celcom foi realizada pela bolsista do Laboratório de Sensores e Sistemas Embarcados da UFPA (Lasse) e voluntária no Celcom, Brenda Vilas Boas, que destacou a importância e as dificuldades em conectar a Amazônia. “Há três grandes desafios para a inclusão digital no mundo, que são o de melhor conhecer e localizar de forma georeferenciada as comunidades isoladas, o de fabricar equipamentos adequados às comunidades rurais isoladas e pobres e o de adequar as regulamentações em cada país. A visibilidade que o UIT promove ajuda nos três desafios”, explica a estudante.

A UIT, como agência especializada da ONU, promove a cooperação internacional e a solidariedade na prestação de assistência técnica e criação no âmbito do setor de desenvolvimento de telecomunicações. A agência tem como objetivo desenvolver e melhorar os equipamentos de redes de telecomunicações nos países em desenvolvimento.

“Há muita movimentação da comunidade internacional para melhorar os serviços de TIC na África. Mas, muito pouco se tem discutido sobre a Amazônia, que possui especificidades na propagação do sinal devido à densidade e altura da vegetação, por exemplo. Por isso é importante que sejam feitos grandes esforços para apresentar os cenários da Amazônia e suas particularidades, a fim de influenciar não só as recomendações internacionais, mas, também, os legisladores nacionais na busca por soluções na oferta de serviços básicos de telecomunicações”, afirma o professor e coordenador do projeto, Aldebaro Klautau Junior.

Parceria – O Celcom já possui um projeto piloto em Boa Vista do Acará, em parceria com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), de São José dos Campos. Este ano a Sectet e Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa) apoiarão mais dois projetos-pilotos, um em Itabocal (Irituia) e outro em Caxiuanã (Melgaço).

Os testes pilotos do Celcom utilizarão rádio frequência como qualquer outro celular, por isso a UFPA solicitou uma licença experimental para a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), chamada Licença Especial para Fins Científicos e Experimentais (SEFCE), que possui validade de dois anos, passível de ser prorrogada por igual período. A expectativa é a de que, após o período experimental, as comunidades absorvam a gestão e a manutenção da rede, tornando-a tecnicamente e economicamente sustentável.

Texto: Igor de Souza - Ascom Sectet

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Celcom

Sectet - sex, 20/01/2017 - 11:48
20/01/2017

Projeto de Celular Comunitário apoiado pela Sectet é destaque internacional

O projeto Telefonia Celular Comunitária (Celcom), que viabiliza um sistema alternativo de telefonia celular, vencedor do  prêmio nacional Vale-Capes, ganhou destaque na União Internacional de Telecomunicações (UIT-D) da ONU, na Suíça. A apresentação foi feita ao "grupo de estudo 1" do UIT-D, durante discussão da "questão 5" sobre tecnologia da informação e comunicação (TIC) para áreas rurais e remotas.

A UIT é uma agência especializada da ONU, que promove a cooperação internacional e a solidariedade na prestação de assistência técnica e criação, no âmbito do setor de desenvolvimento de telecomunicações. A agência tem como objetivo desenvolver e melhorar os equipamentos de redes de telecomunicações nos países em desenvolvimento. A apresentação do projeto Celcom visou destacar a importância e as dificuldades em conectar a Amazônia paraense.

Segundo Brenda Vilas Boas, estudante de Engenharia Elétrica, bolsista no Laboratório de Sensores e Sistemas Embarcados (Lasse) e voluntária no Celcom, o que levou o projeto à Suíça foi a sua diversidade. “As recomendações do UIT influenciam, entre outros, fabricantes de equipamentos e agencias reguladoras. Neste sentido, conectar a Amazônia paraense apresenta particularidades técnicas, que consideramos importantes a serem consideradas durante a edição dessas recomendações internacionais”, explica.

Além disso, Brenda destaca, também, a excelente recepção do projeto durante a apresentação.  “Já conseguimos a inclusão da contribuição ao relatório final do grupo de estudo relacionado à questão da TIC para áreas rurais e isoladas, que deve ser publicado ainda este ano.”

Articulação e apresentação - O incentivo principal para fazer a contribuição ao grupo de estudo do UIT-D veio da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em meados de outubro de 2016, quando o professor Aldebaro Klautau Junior participou de uma reunião com o órgão, em Brasília.

A contribuição submetida ainda em 2016 foi proferida por Brenda Vilas Boas que, atualmente, está participando de intercâmbio na Escola Técnica Superior de Engenharia de Telecomunicações da Universidade Politécnica de Madrid (ETSIT-UPM), Espanha, favorecendo o deslocamento à Genebra, Suíça.

Próximos passos - Além do projeto piloto em Boa Vista do Acará, já em execução, o Celcom está trabalhando em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) para implantar dois pilotos, um em Itabocal (Irituia) e outro em Caxiuanã (Melgaço). O objetivo é que, em alguns meses, o projeto já possa ter mais experiências para compartilhar com os órgãos internacionais. 

Texto: Caio Maia – Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Divulgação

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Sectet e Simineral lançam 1º Prêmio Estadual de Inovação na Indústria Mineral

Sectet - sex, 20/01/2017 - 11:34
20/01/2017

Reconhecer o mérito de iniciativas, atividades e projetos que promovam melhoria da Indústria Mineral no Pará, contribuindo para criação, disseminação e difusão de práticas inovadoras em seus amplos segmentos. Esse é o grande objetivo do 1º Prêmio Estadual de Inovação na Indústria Mineral, uma iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral), lançada na noite de ontem, 19, durante a festa de comemoração dos 10 anos do Sindicato.  

“Nossa meta com esse Prêmio, elaborado em parceria com a Sectet, é mostrar à sociedade paraense as boas práticas existentes no setor mineral, executadas tanto pelas grandes mineradoras quanto pelas micro e pequenas empresas”, ressaltou o presidente do Simineral, José Fernando Gomes Júnior, durante a comemoração, que reuniu diversos representantes do Governo e do setor produtivo. 

O titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, comentou sobre a relação entre o Governo do Estado e o setor produtivo no Pará. “A Sectet vem estreitando relações com as instituições representantes da classe empreendedora paraense, tendo em vista as nossas ações em ciência, tecnologia e educação profissional que tocam diretamente o interesse dos produtores do Estado. Esse Prêmio, então, já é um resultado dessa aproximação e uma iniciativa simbólica que pode se estender a outros setores da economia paraense”, afirmou o secretário. 

Categorias – As empresas interessadas em participar da premiação poderão submeter projetos em quatro categorias: Gestão de Inovação, voltada para projetos que fortaleçam um ambiente propício à inovação; Inovação de Processos; Inovação de Produtos, que diz respeito aos bens e serviços necessários à operação da planta industrial; e Inovação em Tecnologias Socioambientais, com ênfase em Responsabilidade Social Corporativa, ou seja, projetos que envolva ações com comunidades em vista da geração de emprego e renda. 

As inscrições são gratuitas e poderão ser efetuadas até o dia 20 de março deste ano, por meio do envio da ficha de inscrição devidamente preenchida para o e-mail: premioinovamineralpa@gmail.com. A premiação dos vencedores das quatro categorias será feita por meio de entrega de troféus em cerimonia a ser realizada no dia 4 de maio deste ano. Para mais informações, confira o edital completo aqui

Texto e Foto: Igor de Souza – Ascom Sectet

 

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Edital da 1ª Edição do Prêmio Estadual de Inovação na Indústria Mineral

Sectet - sex, 20/01/2017 - 09:43
Data do Edital: 20/01/2017

O objeto deste Edital é a 1ª Edição do Prêmio Estadual de Inovação na Indústria Mineral. Tem por finalidade reconhecer o mérito de iniciativas, atividades e projetos de mineração, no âmbito do Estado do Pará, que se destacam por promover a melhoria desta indústria, contribuindo para criação, disseminação e difusão de práticas inovadoras em seus amplos segmentos. As inscrições são gratuitas e deverão ser realizadas no período de 20 de janeiro de 2017 a 20 de março de 2017, por meio do preenchimento e envio da Ficha de Inscrição para o e-mail: premioinovamineralpa@gmail.com

AnexoTamanho Edital Completo578.33 KB Formulário de Inscrição626.71 KB
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Sectet discute políticas públicas de Ciência, Tecnologia e Inovação com diversas instituições

Sectet - qui, 19/01/2017 - 16:34
19/01/2017

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) vem realizando uma série de visitas às instituições públicas e privadas do Pará com o objetivo de reforçar parcerias para impulsionar políticas públicas de Ciência, Tecnologia e Inovação no Estado. As primeiras instituições visitadas foram a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Banco da Amazônia, além de um diálogo com a REDES – Inovação e Sustentabilidade Econômica, que é uma iniciativa do Sistema FIEPA pioneira na disseminação dos negócios de impacto e internalização das riquezas do Pará. 

Na reunião com a Embrapa, realizada nesta terça, 17, o principal tema discutido foi estreitamento da política de cooperação entre a instituição e o Governo do Estado, por intermédio de várias ações que estão sendo realizadas em parceria. Uma delas é a presença de um laboratório da Embrapa, da área de biotecnologia, no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT-Guamá). O laboratório da Embrapa se soma aos outros seis laboratórios do PCT Guamá, os quais garantem a multiplicidade de parcerias estratégias e dão densidade científico-institucional para que o Parque possa, cada vez mais, oferecer produtos e serviços que são de enorme valor para o fortalecimento da economia do Pará.

Já na reunião com o Banco da Amazônia, realizada nesta quarta, 18, o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, e a secretaria adjunta, Maria Amélia Enriquez, falaram sobre a importância social e econômica da ampliação das redes de fibra ótica no Estado e convidou o Banco para fazer parte do consórcio de instituições que, juntamente com a Prodepa, estão avançando nessa área. Um exemplo de sucesso é o caso do Banpará que, um ano após sua participação no consórcio, teve uma economia de R$ 300 milhões por ano, gerando benefícios sociais que possibilitou a melhoria da conexão no entorno de suas agências.

Além disso, o Secretario apresentou, também, os programas “Pará Profissional” e o “Inova Pará”, projetos que possibilitam ganhos de produtividade ao segmento empresarial e vão ao encontro das metas do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Estado do Pará – Pará 2030. “Esses programas irão interagir na medida em que nós fizermos a programação, seja do Sistema Regional de Inovação ou dos cursos que serão dados por meio do Pará Profissional, de acordo com aquilo que o comitê da cadeia produtiva do Pará 2030 disser que é prioritário”, explicou o secretário aos dirigentes do Banco. 

Inovação – No dia 17, a Sectet também dialogou com representante da REDES, do Sistema Fiepa, que demonstrou muito interesse na aproximação com o PCT Guamá tendo em vista as iniciativas da REDES que focam a inovação e a sustentabilidade econômica no ambiente de negócios industriais. A secretária adjunta, Maria Amélia Enriquez, convidou os mantenedores da REDES para realizar uma visita técnica ao Parque com o objetivo de conhecer suas instalações e projetos. 

Texto: Igor de Souza

 

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Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais oferece capacitação em monitoramento de florestas

Sectet - ter, 03/01/2017 - 16:14
03/01/2017

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Centro Regional da Amazônia (Inpe/CRA), instalado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), vai realizar entre os dias 9 e 12 de janeiro de 2017 a capacitação “Monitoramento de florestas por satélite utilizando o sistema TerraAmazon para projetos PRODES e TERRACLASS”. O curso é gratuito e voltado para profissionais graduados ou em último ano de graduação.

O candidato deve ter graduação finalizada ou estar cursando o último ano de Engenharia Cartográfica, Engenharia Florestal, Ecologia, Geologia, Biologia, Engenharia Ambiental, Agronomia ou áreas afins. É extremamente desejável experiência em sensoriamento remoto e geoprocessamento. Os interessados devem enviar o currículo lattes para os e-mails julio.delgado@funcate.org.br e rodrigo.santos@inpe.br, até às 10h da próxima sexta-feira, 6. Serão ofertadas 24 vagas.

O curso será ministrado por Luis Waldyr Rodrigues Sadeck e Carlos da Costa Mesia, geógrafos e consultores do projeto de Capacitação em Monitoramento de Florestas por Satélite (Capacitree), iniciativa que já qualificou desde 2010 mais de 450 técnicos de países da América Latina, Ásia e África, a partir das tecnologias de mapeamento e monitoramento com o Sistema TerraAmazon, software desenvolvido pela Divisão de Processamento de Imagens (DPI/INPE) em parceria com a Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais (Funcate).

O Capacitree também gera material didático em forma de vídeo-aulas, disponibilizado em português, inglês, francês e espanhol, que pode ser utilizado gratuitamente em salas de aula de graduações e pós-graduações, facilitando a divulgação de ferramentas e repassando capacitação de forma didática.

“Estamos cumprindo as nossas missões, que são o monitoramento da Amazônia por satélite e a capacitação, caminhando para ser um centro de referência. Desenvolvemos tudo, porém nosso trabalho é contínuo. A diferença está no que vamos evoluir agora. Ao longo de seis anos de instalação no PCT Guamá, o CRA usufrui de toda uma infraestrutura inovadora que atende às demandas atuais e futuras na área de geotecnologias e tecnologias espaciais”, diz a chefe do CRA/INPE, Alessandra Gomes.

Serviço - Curso “Monitoramento de florestas por satélite utilizando o sistema TerraAmazon para projetos PRODES e TERRACLASS”, de 9 a 12/1/2017, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30, com carga horária total de 32h. Na sede do Inpe/CRA, no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá – Av. Perimetral, 2561. Pré-seleção através do envio do currículo lattes para os e-mails julio.delgado@funcate.org.br e rodrigo.santos@inpe.br, até às 10h do dia 6 de janeiro de 2017.

Texto: Juliane Frazão (Ascom PCT Guamá) (Com informações da Assessoria de Comunicação do Inpe/CRA)

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O e-protocolo evoluiu. Agora é Processo Administrativo Eletrônico.

Prodepa - seg, 19/12/2016 - 11:52
19/12/2016 - 11:30

O e-Protocolo, sistema de gerenciamento de protocolo, que atende os órgãos do Governo do Estado do Pará agora faz parte do PAE - Processo Administrativo Eletrônico. Para acessá-lo basta clicar no ícone PAE na página do Governo Digital. Lá dentro, na barra de menu na lateral esquerda, está o e-protocolo, com todas as suas funcionalidades.

O PAE é a nova ferramenta de criação, gerenciamento e tramitação de documentos eletrônicos que atende os órgãos do governo do Estado do Pará. Este sistema foi totalmente pensado em harmonia com o futuro, sem a necessidade de utilização de papel ou outros insumos. Todos os seus processos funcionam de forma digital, segura, rápida e eficiente.

Tags: PAE processo eletrônico
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