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Governo do Estado do Pará

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Governo realiza ação integrada para melhorar vida de comunidade no Acará

Sectet - sex, 31/03/2017 - 10:14
31/03/2017

Como aproveitar todo o potencial turístico, fruticultor, piscicultor e empreendedor de uma comunidade gerando renda e qualidade de vida às pessoas? Foi esse questionamento que norteou a visita de representantes de diversos órgãos do Governo do Pará, pesquisadores, empresários e voluntários à comunidade de Boa Vista do Acará nesta quinta-feira (30).

O momento foi marcado por uma reunião na Associação de Produtores Orgânicos do local, conhecida pela sigla APOBV. O encontro foi organizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) devido a uma solicitação da comunidade a partir de visitas anteriores realizadas pela equipe da diretoria de Ciência e Tecnologia do órgão.

Durante a reunião, associados, moradores e trabalhadores locais e de comunidades vizinhas explicitaram a realidade do lugar diante das visitas de turistas, pesquisadores, esportistas, investidores e empresários, quando são apresentadas as atividades que desenvolvem com ervas, artesanatos, cultivo de frutos como açaí, cupuaçu e cacau e produção de farinha. Além disso, a comunidade é fornecedora de plantas como priprioca, pataqueira e captiú que servem de matérias primas para uma grande empresa nacional de cosméticos.

Por isso, os moradores sentem a necessidade de se estruturar melhor, por meio da profissionalização dos serviços e apoio na área de gestão. Diante disso, a comitiva de representantes do Governo se comprometeu em elaborar um planejamento estratégico para organizar a atuação de cada órgão em Boa Vista do Acará para desenvolver ações em conjunto com os moradores a fim de dar firmeza e sustentabilidade às atividades do lugar.

Para a moradora de Boa Vista do Acará, Débora das Chagas, a ação integrada possibilitará uma conexão entre as atividades desenvolvidas pela comunidade. “Eu acho que só vai fluir quando conectar um serviço com o outro, quem vem passear quer saber como plantamos, quer ver o que produzimos, quer comer o que comemos, quer levar a farinha, a polpa, um produto, então como é que podemos fazer para melhorar isso? Deixar de uma forma mais apresentável? A partir do momento que nos organizarmos, conseguiremos abranger outras comunidades e ajudar, porque existem várias localidades que precisam dessa ajuda também”, afirmou.

A diretora de políticas para o turismo da Secretaria de Turismo (Setur), Fátima Gonçalves, destacou que a Comunidade de Boa Vista do Acará já é um destino bastante procurado, entretanto precisa-se trabalhar na instituição de uma rota turística bem definida para o local. Segundo ela, “todos juntos trabalharão em função do desenvolvimento”.

Além de Sectet e Setur, também estiveram na comunidade representantes  da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas); Companhia de Desenvolvimento Econômico (Codec); Companhia de Portos e Hidrovias (CPH); Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater-Pa); do Programa Credcidadão; Rede Namor; Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); Prefeitura de Acará; Associação Brasileira de Agência de Viagens do Pará (ABAV); Produtora Casa4; Juruá Cosméticos; Chamma da Amazônia; Amazon Star Turismo, pesquisadores e voluntários.

Integração - A comunidade de Boa Vista do Acará fica a 105 km da sede do município ao qual pertence, Acará. O acesso à comunidade pode ocorrer via terrestre por meio da Alça Viária, entretanto o contato mais rápido e fácil à capital Belém é de barco, com a viagem durando em média 30 minutos. Por isso, muitos moradores do local optam por estudar, trabalhar e até morar em Belém. Foi o que ocorreu com o consultor de vendas e produtor rural José Gomes. Nascido em uma família com dez filhos, ele resolveu buscar recursos com a venda de diversos produtos em Belém, com muita força de vontade e ajuda de amigos e até desconhecidos, ele se qualificou realizando cursos técnicos, foi quando conseguiu emprego com carteira assinada e passou a residir permanentemente na capital. Entretanto, a vida urbana sufocou o acaraense acostumado com a liberdade e ele voltou a comunidade onde cresceu.

Hoje, José Gomes é um dos associados da APOBV, de onde já exerceu mandato de presidente e vice, totalizando quatro anos. Para ele, a comunidade tem muito a crescer, principalmente com o apoio governamental, “nos sentimos mais fortes, começamos a perceber que podemos conseguir e eu acredito que vamos, porque se percebe que tudo é uma rede, por isso vínhamos insistindo em reunir com todos os órgãos para verem a nossa necessidade, porque às vezes discutimos com um e esse depende de outro que não está, agora vendo que eles estão agregados, juntos, a possibilidade de acontecer é muito maior”, comemorou.

Texto: Fernanda Graim - Ascom/Sectet

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Qualificação de jovens

Sectet - qui, 30/03/2017 - 11:31
30/03/2017

Sectet estuda parceria com ONG internacional para qualificar jovens paraenses

Na tarde desta quarta-feira, 29, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) recebeu uma comitiva da ONG Pró-Natura International, que lidera projetos sociais em mais de 42 países em desenvolvimento. A comitiva apresentou as ações da ONG aos técnicos da Sectet, com o objetivo de unir esforços para combater problemas sociais, econômicos e ambientais nas comunidades rurais paraenses.

A Pro-Natura tem como principal meta encontrar alternativas econômicas viáveis para as pessoas que lutam para viver em ambientes sob constante ameaça. Na ocasião da visita à Sectet, a ONG apresentou seu projeto “Espaço Nova Geração – Juventude construindo o desenvolvimento sustentável”, focado no desenvolvimento e transformação da mentalidade de jovens de 15 a 29 anos de comunidades rurais e urbanas. 

O projeto considera a tecnologia como a principal ferramenta de intercâmbio entre o urbano e o rural, e buscará o aprimoramento do acesso e conhecimentos em ferramentas tecnológicas disponíveis, como a internet. A sua execução visa o desenvolvimento profissional de jovens por meio de conteúdos como empreendedorismo e conhecimentos técnicos específicos de acordo com as demandas identificadas pelas próprias comunidades. 

Em 2012, dois pilotos do projeto foram executados, um na comunidade do Salgueiro, no Rio de Janeiro, e outro na cidade de Curralinho, na Ilha do Marajó. A ideia é dar continuidade à iniciativa no Marajó ainda este ano. “Esse projeto deve ser visto como um laboratório de aprendizagem, inovação e desenvolvimento humano nessa nova geração”, acrescentou o presidente da ONG no Brasil, Marcelo Andrade.

A Secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez, elogiou o projeto e afirmou que o Governo do Estado pode auxiliar por meio do Programa Pará Profissional, que possibilita promover a inclusão sócio produtiva, a melhoria de renda e a geração de oportunidades de trabalho e emprego por meio da oferta de cursos de qualificação profissional. 
“Açaí, palmito e queijo são algumas das cadeias produtivas estratégicas no Marajó. Saber quais são as necessidades científicas e tecnológicas necessárias para alavancar essas cadeias é o papel da Sectet dentro do planejamento estratégico Pará 2030. Aliar esse saber ao desenvolvimento profissional e humano dos jovens paraenses será, certamente, um caminho promissor para o Estado”, afirmou Maria Amélia Enriquez.  

A Sectet irá trabalhar em um acordo de cooperação técnica para dar apoio ao prosseguimento dos projetos da Pro-Natura no Pará, que inclui, inclusive, uma grande expedição científica para analisar pequenos ecossistemas no nordeste paraense e o papel deles no clima terrestre. 

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet

 

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Sectet discute qualificação e inovação para a cadeia produtiva do cacau

Sectet - ter, 28/03/2017 - 16:25
28/03/2017

Qualificação e inovação tecnológica no intuito de fortalecer a cadeia produtiva do cacau no Pará foram os fatores que reuniram diversos órgãos estaduais, federais, produtores e chocolatiers, nesta terça-feira (28), no auditório do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT- Guamá). A reunião, convocada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), é a continuidade do trabalho que pretende integrar as ações voltadas a cadeia, identificada como uma das prioritárias para o estado dentro do Plano de Governo denominado Pará 2030.

Na oportunidade, o atual superintendente da Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira (Ceplac) no Estado, Fernando Mendes, destacou a alta taxa de crescimento anual da produção de cacau no Pará que é de 7%. Em 2016, por exemplo, foram produzidas aproximadamente 118 mil toneladas do fruto. A cadeia cacaueira gera 265 mil empregos, sendo 53 mil diretos e 212 mil indiretos.

Para o engenheiro químico Cesar de Mendes, diretor da empresa Chocolate De Mendes, “a cadeia produtiva do cacau está muito bem organizada, porém o que se precisa é comunicação entre os atores já que, às vezes, um está atrás de uma tecnologia que o outro já possui, mas um ponto a ser observado também seria o final da cadeia, precisa-se de um estímulo na área de comercialização”, enfatizou.

Dessa forma, a secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enríquez, destacou que “existem muitos componentes no aspecto da produção da cadeia, mas ainda há gargalos na industrialização e na comercialização, por isso a ideia da Secretaria é aprofundar o diálogo no sentindo de um trabalho conjunto.” Para tanto, Enríquez destacou os programas Inova Pará e Pará Profissional, pelos quais a Sectet pode atuar. O primeiro possibilita a criação e fortalecimento de ambientes de inovação para dar suporte à cadeia produtiva do cacau e o outro atuaria especificamente na qualificação da mão de obra.

A partir daí, os presentes se comprometeram em intensificar a discussão e integrar as ações no sentido de cada vez mais aproximar os principais atores da cadeia a fim de garantir resultados concretos para o Estado. Por fim, o professor da Universidade Federal do Pará (UFPA), Jesus Souza, apresentou a todos o Centro de Valorização Agroalimentar de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA), localizado no PCT-Guamá, onde se realizam pesquisas em torno do cacau.

Além dos representantes da Sectet, Ceplac, De Mendes e UFPA, também compareceram à reunião representantes da Casa Civil, das Secretarias de  Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia. (Sedeme), de Desenvolvimento Agropecuário e de Pesca (Sedap), Companhia de Desenvolvimento Econômico (Codec), Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Sitema OCB/Pará, Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e Gaudens Chocolates.

Texto: Fernanda Graim – Ascom/Sectet 

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Alunos de cinco turmas recebem certificados do Pará Profissional em Itaituba

Sectet - seg, 27/03/2017 - 13:33
27/03/2017

Na última sexta-feira (24), a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), por meio do seu diretor de Tecnologia e Educação profissional, Luís Blasques, realizou a entrega de certificados de qualificação para trabalhadores do distrito de Miritituba, em Itaituba, oeste do Pará. No total, cinco turmas foram agraciadas com o documento que registra a conclusão de cursos ofertados no âmbito do programa Pará Profissional.

O Programa tem a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica a fim de diminuir as desigualdades interregionais e fortalecer as cadeias produtivas prioritárias do Estado. Receberam os certificados os concluintes das turmas de Técnicas de aplicação de revestimento cerâmico e porcelanato; Técnicas de parametrização de inversor de frequência; Técnicas de leitura e interpretação de projetos da construção civil para mestre de obras; Técnicas de segurança na operação de trator de pneus; e Técnicas de segurança na operação de plataforma elevatória.

Durante o evento, ocorrido na Câmara de Vereadores de Itaituba, Blasques fez um resumo sobre as ações do Pará Profissional considerando o programa um grande avanço que visa suprir a ausência de escolas técnicas em diversos lugares, explicando que os cursos ofertados atenderam as necessidades imediatas das empresas instaladas em Miritituba. Diante do sucesso e dos elogios ao programa, destacou-se que já estão previstas novas turmas para a região.

O Pará Profissional é coordenado pela Sectet que, em Miritituba, realizou os cursos juntamente com a Hidrovias do Brasil em parceria com Amport  e SENAI de Santarém. A Secretaria também é a responsável em realizar, no Pará, o levantamento técnico das demandas para o Pronatec - setor produtivo e repassá-las ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que coordena essa área do Programa, o qual também tem o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica em todo o país.

Texto: Fernanda Graim – Ascom/Sectet (com informações do Blog Tribuna Tapajônica)

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Programa Pará Profissional qualifica 84 trabalhadores em Miritituba

Sectet - seg, 27/03/2017 - 11:18
Informações: 

Para vencer distância e desigualdades sociais no território paraense através da Lei n. 8.427, de 16 de novembro de 2016, o governador Simão Jatene criou o Programa de Educação Profissional e Tecnológica com o sugestivo nome de "Pará Profissional", sendo considerado um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais.

Na região oeste do Pará,  Miritituba,  distrito de Itaituba palco dos grandes investimentos como corredor de exportação de grãos já foi beneficiado pelo Programa que qualificou cerca de 84 trabalhadores.

Coordenado pela Secretaria de Estado de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica- SECTET, que tem como Secretário Alex Fiuza de Melo, promoveu desde outubro o cursos profissionalizantepromovido pela Hidrovias do Brasil em parceria  com Amport  e SENAI de Santarém cursos profissionalizantes contemplando 5 turmas.

Para efetuar a entrega dos certificados, Luis Blasquesrepresentando Alex Fiuza de Melo esteve em Itaituba participando da solenidade no plenário da Câmara de vereadores, na noite desta sexta feira dia 24.

A mesa foi composta pelo vereador Luiz Fernando Sadek,  o diretor da IFPA, Lucivaldo  Cruz, Erivaldo Benit ( Etepa) Marcos Vinolio, gerente da AMPORT, 

Bruno Rolim representando o prefeito Valmir Clímaco ,   Davi Salomão vereador representando presidente da Câmara, sub prefeito de Miritituba João Pádua, Peter Hugo Casera,  diretor do SENAI, Aníbal Mauricio , Hidrovias do Brasil  entre outros.

Os oradores elogiaram a iniciativa da SECTET pela ação que minimiza a carência de mão de obra local.   Luis Blasques fez um resumo sobre a atuação do governo do estado através do projeto considerando um grande avanço que visa suprir a ausência de escolas técnicas em diversos lugares.

Os cursos ofertados foram dentro das necessidade imediatas das empresas instaladas em Miritituba, e pelo sucesso que foi assegurado pela Hidrovias, Amport, Senai e demais parceiros  que nesse ano virão mais cursos para atender a demanda no processo de qualificação para as empresas portuárias e outras empresas já existentes em Itaituba, Miritituba e imediações.  

Como o aspecto foi positivo dentro da Logística Portuária, novos cursos virão para contemplar outras cadeias produtivas além de Miritituba.

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Agilidade de processos em TI é pauta de encontro na Uepa

Prodepa - sex, 24/03/2017 - 14:13
24/03/2017 - 14:00

A Universidade do Estado do Pará (Uepa) recebeu o 1º Encontro GUMA-PA 2017 no dia 23 de março, no auditório Paulo Freire, do Centro de Ciências Sociais e Educação, em Belém. O evento é uma das ações do Grupo de Usuários de Métodos Ágeis do Pará (Guma-PA), que reúne estudantes e profissionais de Tecnologia da Informação (TI).

O grupo faz parte da Associação dos Usuários de Informática e Telecomunicações, seção Pará (Sucesu-PA), da qual a Uepa também é vinculada. O Guma-PA busca integrar pessoas, incentivar a troca de experiência e apoiar a adoção de métodos ágeis pelas organizações de tecnologia na região.

O encontro na Uepa trouxe, especificamente, a metodologia DevOps, considerada a chave para a mudança de paradigma da forma tradicional de trabalho da área de TI. O termo é originário da combinação das áreas desenvolvimento e operações. Objetiva promover exatamente a integração entre desenvolvedores de software e profissionais de infraestrutura, que utilizam linguagens e ferramentas distintas e trabalham em etapas específicas de uma demanda.

A palestra de abertura foi ministrada pelo gerente de projetos do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Rafael Soto, direto de Brasília, por videoconferência, que apresentou como a metodologia é aplicada no Projeto Estaleiros, pioneiro no país. “Antes o nosso processo envolvia 14 áreas dentro do setor de operação, tínhamos problemas no tempo de implantação, por conta da passagem de bastão entre as equipes, e o baixo nível de automação, ou seja, as atividades eram feitas de forma manual”, lembra.

O nome do projeto faz referência à característica dos estaleiros de concentrar em um só lugar todos os meios humanos, materiais e técnicos, necessários para a execução de uma obra. A partir da metodologia DevOps, eles criaram um grupo multitarefa, com representantes das áreas, para a inclusão de ferramentas que acelerassem o processo sem perder a qualidade do serviço.

Com a experiência do Serpro em Brasília, a unidade da instituição no Pará será a primeira a receber capacitação para integrar o projeto a partir de abril. “Recebemos o material de estudo prévio e nos dias dos treinamentos colocaremos os conhecimentos em prática em projetos já existentes”, explica Artur Tupiassu, gerente de desenvolvimento do Serpro em Belém, que também integra o Guma-PA.

“Pelo modelo tradicional, a área de infraestrutura é responsável pela parte física e também pela configuração dos servidores, e assim garantir estabilidade dos sistemas. Com a mudança, essa configuração, que era feita a partir da execução de scripts por um profissional, será possível de forma automatizada. Em vez de esperar dois meses por um ambiente de produção, agora a espera pode durar apenas seis segundos”, continuou Tupiassu.

Além da aceleração do tempo, o DevOps auxilia também na redução de custos operacionais, principalmente quanto ao pagamento de servidores a partir do da implantação e uso dos softwares. Sistemas como o e-Social (funcionalidade para empregadores domésticos) e o da Declaração de Imposto de Renda da Receita Federal, que requerem um uso somente em um determinado período do mês ou do ano, sairão mais em conta para o país.

Para o diretor de Serviços de Processamento de Dados da Uepa e membro do Guma-PA, Ítalo Di Paolo, ter contato com essas experiências inovadoras são importantes. “Trazer experiências de agilidade para a universidade é uma forma de capacitar a equipe técnica e conhecer exemplos que estão dando certo”, afirmou. A recente implantação do Sistema de Processo Eletrônico (PAE) na Uepa é um exemplo de automação com base em metodologias ágeis. Em parceria com a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa), a mudança iniciada em 2017 está em fase de treinamento e conscientização quanto ao uso da ferramenta.

Evandro Paes, gerente de Engenharia de Sistemas da Prodepa, participou dessa implantação junto à DSPD/Uepa, ressalta que as mudanças são fruto do olhar atento ao que outras organizações aplicam sempre com foco no resultado e na satisfação dos clientes. “Buscamos estar atentos ao comportamento do mercado, como as empresas de software estão trabalhando fora para melhorar nossos processos internos”, explica ele, que também é membro do Guma-PA.

O Guma-PA recebe não apenas profissionais e estudantes das área de TI, como também entusiastas da tecnologia. Assim como a palestra na Uepa, eles costumam realizar outras formas de encontro inovadoras, até mesmo em bares, para disseminar o conhecimento e estimular o relacionamento entre pessoas e organizações, sempre com foco na agilidade. Para entrar em contato com o grupo e saber como participar da rede, basta acessar a página deles no Facebook.

Texto: Dayane Baía

Tags: Agilidade processos TI
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Sectet apresenta programas de governo e entrega certificados em Santarém

Sectet - sex, 24/03/2017 - 12:50
24/03/2017

Representantes da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) estiveram em Santarém nesta quinta-feira (23) para a cerimônia de entrega de certificados de conclusão de cursos profissionalizantes aos alunos do Programa Pará Profissional, coordenado pelo órgão.

Atualmente, o programa é um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais, por meio da oferta de educação profissional e tecnológica a jovens e adultos de todo o Estado a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento definidos no Plano “Pará 2030”. Receberam os certificados os concluintes das turmas de Técnicas de Aplicação de Revestimento Cerâmico e Porcelanato e Técnicas de Parametrização de Inversor de Frequência.

A Secretaria também é a responsável em realizar, no Pará, o levantamento técnico das demandas para o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) - setor produtivo e repassá-las ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que coordena essa área do Programa, o qual também tem o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica em todo o país.

Desta forma, a adjunta da Secretaria, Maria Amélia Enríquez, e o Diretor de Educação Profissional e Tecnológica do órgão, Luís Blasques, participaram também da reunião mensal do Grupo de Gestão Integrada para o Desenvolvimento Regional Ambiental de Belterra, Moji dos Campos e Santarém (GGI) a fim de detalhar as ações do Pará Profissional e captar as demandas da região tanto para o programa estadual como o federal.

Além disso, os presentes puderam conhecer melhor outro programa coordenado pela Sectet, o Inova Pará, o qual busca incentivar a criação e o fortalecimento de ambientes de inovação pelas diversas Regiões de Integração do Estado, por meio do conceito de Sistema Regional de Inovação. O desafio é transformar empresários, pesquisadores, entre outros, em empreendedores inovadores que trabalhem conjuntamente e em sinergia, gerando assim um potencial competitivo. Realizando ações nesse sentido, a Sectet acredita que pode transformar os investimentos na área de ciência, tecnologia e qualificação profissional em retorno concreto a fim de promover o bem estar da população do Estado.

Texto: Fernanda Graim - Ascom/Sectet

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Sectet discute oferta de cursos de qualificação para cadeia do cacau

Sectet - sex, 24/03/2017 - 11:53
Informações: 

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) fez na sexta-feira (3) reunião com representantes da cadeia produtiva do cacau no Pará. O objetivo foi discutir ações para melhorar e impulsionar o setor no Estado, que se destaca como o segundo maior produtor de cacau do país, segundo a Federação da Agricultura e Pecuária (Faepa).

Além de representantes da Faepa, esteve presente na reunião o engenheiro químico Cesar de Mendes, diretor da empresa Chocolate De Mendes, que faz expedições em busca de cacau nativo e outras especiarias da floresta amazônica que tenham uso tradicional, a partir de indicativos de comunidades de populações tradicionais. No encontro foram expostas as atividades desenvolvidas e as demandas do setor.

“O Pará tem o melhor cenário do mundo para alavancar a cadeia produtiva do cacau. O que falta é uma formação adequada de mão de obra nesse setor”, disse Cesar de Mendes. O representante do Faepa, Fabricio de Paula, ressaltou a importância de expandir o mercado no Estado. “Precisamos enxergar o chocolate não somente como mera sobremesa, mas como alimento. Uma vez feito isso, novos mercados se abrirão para expandir a economia paraense”, frisou.

A secretaria adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez, apresentou o Programa Pará Profissional e o Inova Pará, executados em conjunto para atender às metas presentes no Programa Pará 2030, planejamento estratégico para o desenvolvimento econômico e social do estado que tem como base a sustentabilidade.

“Após levantar as demandas, a etapa seguinte de trabalho é aumentar a produtividade da cadeia a partir de uma mão de obra qualificada, e isso podemos fazer por meio da oferta de cursos no âmbito do Pará Profissional, como cursos técnicos para formar chocolatiers, ou cursos de formação inicial nos municípios onde a cadeia está mais presente, como as cidades de Medicilândia e Tucumã. Outra etapa é aprimorar o aproveitamento integral do cacau por meio de pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias de manipulação do fruto”, explicou a secretária adjunta.

Outra reunião já está agendada para o dia 13 de março, com representantes governamentais e do setor produtivo paraense ligados à cadeia do cacau, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e a empresa paraense Cacauway. A ideia é alinhar as propostas e futuras parcerias para viabilizar a oferta de cursos ainda no primeiro semestre deste ano.

Por Igor de Souza - Ascom/Sectet

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Centro de Piscicultura incrementará economia regional em R$ 4 milhões ao ano

Sectet - sex, 24/03/2017 - 11:00
Informações: 

Um grande passo foi dado nesta segunda-feira (20), em Bragança, no nordeste do Estado, para que a região possa em breve deter e disseminar tecnologia que poderá representar a criação de 510 mil novos alevinos (filhotes) de surubim e piaus geneticamente melhorados com a ajuda de laboratórios, ao ano.

O impacto imediato disso será um acréscimo de 150 toneladas na produção anual de surubins, além de outras 300 toneladas a mais na produção de piaus, em toda a região bragantina – o que significa uma previsão de R$ 4 milhões a mais injetados na economia da piscicultura e aquicultura da região a cada vez que esse ciclo produtivo possa ser repetido.

Esse é o resultado inicial estimado pela assinatura do convênio 3/2017, celebrado na manhã desta segunda entre o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (Fapespa) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica do Pará (Sectet).

O convênio, assinado no campus de Bragança do IFPA, garantirá apoio do Governo do Estado às atividades do Centro de Piscicultura do IFPA (Cepis), que fortalece o Polo Científico e Tecnológico de Bragança. O acordo é parte integrante do Protocolo de Intenções do Polo de Pesca e Aquicultura do Pará.

Os investimentos somam R$ 1,8 milhão para a implantação do Centro de Piscicultura do IFPA (Cepis) em Bragança. O centro favorecerá a geração de conhecimento e a transferência de tecnologia relacionados à aquicultura na região e também promoverá formação de profissionais na área.

Desse total, R$ 900 mil é a contrapartida do IFPA no convênio, que inclui na sua agenda a construção do Laboratório de Biologia Molecular da instituição, além da instalação de 12 mil metros cúbicos de lâmina d’água em viveiros para alevinos. As etapas da implantação do Cepis também incluem a aquisição de um aparelho sequenciador genético. Além disso, o acordo firmado resultará em mais R$ 1,5 milhão destinado pela Fapespa em novos editais ao fomento à pesquisa dirigidos especificamente ao Polo Científico e Tecnológico de Bragança.

Quando essa estrutura estiver instalada, serão produzidos 400 mil alevinos de piau ao ano, além de outros 110 mil alevinos de surubim, com garantia de melhoria da qualidade genética do pescado produzido na região. Estima-se ainda que, após a assinatura desse convênio entre IFPA, Fapespa e Sectet, até R$ 1,4 milhão poderá ser movimentado na economia local bragantina nos próximos quatro anos.

Caminho

O convênio assinado esta segunda pela Fapespa e Sectec com o IFPA complementa outro, já assinado em janeiro passado, com a Universidade Federal do Pará (UFPA), pelo programa Inova Pará. Nele, R$ 3,4 milhões foram destinados à implantação do Centro de Pesquisas em Aquicultura (Ceanpa) de Bragança, beneficiando também a formação de profissionais pelos cursos de Engenharia da Pesca e as pós-graduações em Biologia Ambiental e em Aquicultura e Pesca.

A aquicultura e a pesca estão entre as 12 cadeias produtivas consideradas estratégicas para o programa Pará 2030, que fomenta a verticalização da produção e a geração de renda no Estado. Em Bragança, são 17 os piscicultores e aquicultores cadastrados pelo município, além de outros 50 mapeados na região. “Serão quase R$ 7 milhões investidos na região do Caeté. Isso mudará a feição da pesquisa e inovação na região”, avaliou, durante a assinatura do convênio em Bragança, Eduardo Costa, presidente da Fapespa.

A apresentação do convênio no IFPA contou ainda com a participação do prefeito em exercício de Bragança, Mário Ribeiro; de Maria Amélia Rodrigues da Silva Enriquez, secretária adjunta da Sectec; do reitor do IFPA, professor doutor Cláudio Alex Rocha; e do professor e mestre Danilo Cunha, diretor geral do Campus do IFPA em Bragança; além do professor doutor Mauro Damasceno de Melo, coordenador de pesquisa e pós-graduação do IFPA; e do professor e mestre Cassio Eduardo Flexa, coordenador do convênio firmado.

“Este é um projeto que impactará não apenas a região de Bragança, mas todo o Pará. Nosso desafio é vencer o paradoxo de nossa economia: bons indicadores, mas ainda com grande parte da população em vulnerabilidade social. Esse é o objetivo do Pará 2030. Verticalizar a economia e investir em ciência e tecnologia é crucial”, ressaltou Eduardo Costa, citando ainda a descentralização dos investimentos rumo ao interior priorizada nos últimos anos pela Fapespa - com aplicação de editais regionalizados e incentivos ao fortalecimento das redes de pesquisa nas regiões de integração. “Hoje é essa pesquisa que apoiamos: a que debate o desenvolvimento social de nossa população”.

O volume de recursos aplicados também dobrou. Em 2015, foram R$ 10 milhões investidos pela Fapespa em editais de fomento à pesquisa. Em 2016, foram R$ 18 milhões, com 1.300 bolsas de doutorado e mestrado beneficiadas. Em 2017, mais de R$ 20 milhões estão previstos em novos editais de fomento.

Polo piscicultor

“Esse convênio beneficiará na verdade todos os cursos ligados à cadeia produtiva em todo o Pará. Resultará em capacitação para alunos e produtores, tendo o Governo do Pará como grande parceiro”, afirmou Cassio Eduardo Flexa, coordenador do convênio, citando pesquisas em melhorias genéticas e a inclusão de novas espécies para o mercado regional como alguns dos desdobramentos.

Já Mauro André Damasceno de Melo, coordenador de pesquisa e pós-graduação do IFPA, explica o impacto dessa produção com material genético melhorado: “O uso de sequenciador para melhoria genética de espécies no Laboratório de Biologia Molecular é a atual fronteira tecnológica. Até sequenciamento de genomas será possível”, comemora. Com isso, identificação de genes de interesse permitirão que espécies sejam produzidas com maior controle de características, como o peso. “São trabalhos e mais trabalhos de dissertação possíveis. Isso tudo vai muito além do que se possa imaginar”, garante Melo.

“Isso será uma contribuição significativa para a economia da região e do Estado. Esse projeto é um pulso à nossa cadeia de produtores, enxertando espécimes de peixes de qualidade e fortalecendo a cadeia da piscicultura na região”, ressaltou Danilo Silveira da Cunha, diretor-geral do campus do IFPA em Bragança.

Piscicultores começarão a produção com um milhão de alevinos em fazenda

“Estamos prontos para finalmente começar”, suspiram, em tom pragmático, o casal formado pelo produtor Yuri Morais, 44, e pela doutora em veterinária Rita Sampaio, 46. Há 30 anos a família dos piscicultores mantém a fazenda Tataueira, em Igarapé-Açu, acessada pelo ramal do igarapé Urubuquara.

Yuri e Rita estão instalados a 75 quilômetros da sede do campus, onde foi assinado o novo convênio entre IFPA, Fapespa e Sectet, em Bragança. Há quatro anos eles decidiram apostar na piscicultura, completando um ciclo de 10 anos de preparo próprio e interação com outros produtores da região e com pesquisadores.

Dois anos foram necessários só para ajustes de manejo de tanques e peixes, para aplicarem a tecnologia de reprodução do tambaqui. Outros passos ainda serão necessários para o manejo do pirarucu. Em uma área equivalente a sete campos de futebol apenas para as lâminas d’água formadas por uma nascente, além dos tanques construídos para manejo e reprodução, eles já lidam com um potencial de produção inicial de um milhão de alevinos comercializados por ano. Imaginam que podem chegar ao dobro disso em alguns anos. 

É o resumo da história de um caminho longo, vivido por muitos outros produtores, mas que pode ser encurtado ainda mais com o esforço iniciado agora pelo Pará, após a assinatura do convênio entre Fapespa, IFPA e Sectet, em Bragança. “Não há como o produtor viver sem pesquisa, assim como não há como o pesquisador fazer algo que não esteja ligado ao que precisa o produtor”, assevera a veterinária Rita Sampaio.

“Pesquisa é fundamental para alavancar o Pará na economia da piscicultura. O Estado hoje não entra nem no ranking da produção nacional, embora tenha maior número de produtores. Ainda é um panorama de baixa produção e atividade predominantemente amadora”, diz Yuri Morais.

“Com esse convênio assinado, damos um passo gigantesco, embora muitos passos importantes já tenham sido dados lá atrás para isso. Sem tecnologia não vamos a lugar algum. Precisamos aproximar cada vez mais pesquisadores e produtores. Isso é fundamental”, pondera o piscicultor.

Mudanças

“É muito importante essa união de esforços institucionais em tempos difíceis. Isso é hoje fundamental para o desenvolvimento do nosso polo tecnológico, da pesquisa e da produção da região”, avaliou o reitor do IFPA, Cláudio Alex Rocha, durante a assinatura do convênio desta segunda-feira.

“Apesar dos caminhos desses estudos serem complexos, a finalidade desses avanços é muito simples: melhorar as condições de vida da população de Bragança e da região. Além disso, esses estudos beneficiarão também cursos em nossos 18 campi, com know how que pode espalhar benefícios por todo o Estado”, resumiu o reitor do IFPA.

Para Maria Amélia Rodrigues, secretária-adjunta da Sectet, Bragança é um terreno muito fértil para políticas públicas voltadas para a região. “É um resgate histórico para com essa região que contribuiu tanto para o crescimento do Pará no passado. A inovação é um elemento estruturante do desenvolvimento e isso não se faz sem investimento em educação e geração de conhecimento”.

Por Lázaro Magalhães - Agência Pará

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Sectet em Ação #3 - Mostra de Ciência e Cultura

Sectet - qui, 23/03/2017 - 12:48

Desenvolver o interesse do público estudantil pela ciência e explorar todas as possibilidades que ela oferece de descobrir o mundo ao redor. Essa é a premissa da Mostra de Ciência e Cultura, projeto itinerante da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), que ocorreu nos dias 15 e 16 de março de 2017, na cidade de Tucuruí. O evento antecede as ações regionais da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida anualmente pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.
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Filmagem e Edição: Igor de Souza
Texto e Entrevistas: Igor de Souza
Realização: Ascom Sectet

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Workshops gratuitos

Sectet - qui, 23/03/2017 - 09:41
23/03/2017

PCT Guamá promove workshops gratuitos no Espaço Inovação

Lei de Informática e Interatividade, Conectividade e Mobilização Social são os temas dos workshops que serão ministrados nos próximos dias 27 e 28, respectivamente, no prédio Espaço Inovação, do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá). As ações são gratuitas e têm o objetivo de estimular o desenvolvimento do empreendedorismo inovador na região. As inscrições podem ser feitas na internet.

No dia 27, das 18h30 às 20h45, o workshop Lei de Informática, promovido em parceria com a empresa Inove Amazônia e a Associação das Empresas Paraenses de Software e TIC (ParaTIC), aborda conhecimentos sobre a Lei nº 8248/ 91, que concede incentivos fiscais para empresas do setor de tecnologia (áreas de hardware e automação) que tenham por prática investir em pesquisa e desenvolvimento.

Os aspectos gerais da lei serão apresentados pela advogada especialista em Gestão da Inovação e Propriedade Intelectual Thais Haber. Também serão registrados o posicionamento das empresas paraenses, representadas pela ParaTIC, e a visão de pesquisadores que trabalham na área. A ação é voltada para empresários do setor de tecnologia da informação e comunicação e tem o objetivo de nivelar os conhecimentos e mostrar os incentivos fiscais.

“A lei em questão é federal, mas abre o debate para os incentivos praticados no Estado. Essa é a primeira de uma série de atividades voltadas para o fortalecimento da articulação do arranjo produtivo local de software, que tem o PCT Guamá como ponto focal. Ao longo do ano vamos promover workshops com outras temáticas relevantes aos empresários do setor”, informa o coordenador de Atração e Consolidação de Empreendimentos do PCT Guamá, Milksom Campelo.

No dia 28, das 15h às 18h, o Espaço Inovação recebe o workshop Interatividade, Conectividade e Mobilização Social, em parceria com a Natura. Na programação será apresentado o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Local da empresa, desenvolvido em Benevides, Marituba, Santa Izabel do Pará, Santa Bárbara do Pará e Mosqueiro.

O objetivo é aproximar empresas ou grupos de desenvolvedores da Natura e do parque tecnológico, a fim de estimular ideias sobre softwares de conexão que resolvam problemas locais, principalmente por meio do desenvolvimento de aplicativos e estratégias de gamificação, metodologia que usa elementos de jogos para engajar pessoas para atingir um objetivo. O workshop é voltado para desenvolvedores, professores e estudantes de ciências da computação e áreas correlatas.

O diretor presidente do PCT Guamá, Antônio Abelém, ressalta que ações desta natureza estimulam o fortalecimento da inovação no Estado. “Os eventos têm o objetivo de integrar os diferentes públicos que trabalham com empreendedorismo inovador, fortalecendo o networking qualificado. Ao longo do ano desenvolveremos outras ações para incentivar cada vez mais a participação da sociedade nos espaços do parque tecnológico”, informa.

Serviço:

Workshop Lei de Informática. 
Dia 27, das 18h30 às 20h45
Local: auditório do prédio Espaço Inovação.
Inscrições gratuitas aqui.

Workshop Interatividade, Conectividade e Mobilização Social. 
Dia 28, das 15h às 18h,
Inscrições gratuitas aqui.

O Espaço Inovação fica no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (Avenida Perimetral, km 1, s/n). Mais informações: (91) 3321-8900.

Por Juliane Frazão - Ascom/PCT-Guamá

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Prodepa apoia evento sobre DevOps

Prodepa - qua, 22/03/2017 - 09:39
21/03/2017 - 09:30

Os profissionais e estudantes de Tecnologia da Informação (TI) já tem agenda para esta quinta-feira, 23. A Universidade do Estado do Pará (Uepa) recebe o primeiro evento do Grupo de Usuários de Métodos Ágeis do Pará (Guma-PA) 2017, que abordará durante a tarde o tema DevOps. As inscrições já estão abertas e são gratuitas para todos os interessados na área.

“O DevOps é o alinhamento do time de desenvolvimento com o time de infraestrutura, em relação à processos, ferramentas e responsabilidades, visando acelerar as entregas em produção com um elevado grau de qualidade. É uma nova forma de encarar a gestão de TI em organizações”, explica o titular da Diretoria de Serviços de Processamento de Dados (DSPD) da Uepa e um dos organizadores do evento, o professor Ítalo Di Paolo. O encontro é de interesse de todas as pessoas que trabalham em equipes de TI.

Enquanto o desenvolvimento ágil aproximou as equipes de desenvolvimento de software do negócio, reduzindo os gaps entre essas áreas, o DevOps traz agilidade para a própria área de TI, reduzindo os gaps entre a área de desenvolvimento de software e infraestrutura computacional. O evento ocorrerá no auditório Paulo Freire, das 16h às 18h20, e abordará os temas “DevOps e o projeto Estaleiro do SERPRO”, via webconferência com SERPRO-Brasília; “De desenvolvedor para desenvolvedor: uma experiência de DevOps na CINBESA”; e “Jenkins, o CI ao seu dispor”.

Por ter a presença de profissionais do TI de diversas instituições, o evento se torna uma boa oportunidade para atualização, network e trocas de ideias para crescimento profissional e institucional. Para a organização, o Guma contou com o apoio da Uepa, do Serviço Federal de processamento de Dados (Serpro), da Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa), da Sociedade dos Usuários de Informática e Telecomunicações, seção Pará (Sucesu-PA), e da comunidade Tá Safo.

Mais informações sobre o evento constam no site www.palestrascoletivas.com.br/events/1o-evento-guma-pa-2017-devops.

Texto: Fernanda Martins

Foto: Nailana Thiely

Tags: DevOps UEPA palestra
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Protocolo Eletrônico reduz impactos custos e tempo no atendimento ao cidadão

Prodepa - ter, 21/03/2017 - 16:10
17/03/2017 - 16:00

Além de levar internet a milhares de paraenses, transformando realidades e promovendo a cidadania, a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa) ainda desenvolve soluções que facilitam o acesso da população à rede de serviços públicos. Isso ocorre por meio de sistemas de informação criados a partir das necessidades de cada órgão e sua relação com o público.

Uma dessas soluções é o Processo Administrativo Eletrônico (PAE), lançado oficialmente em maio de 2016. O sistema tem como objetivo eliminar o uso de documentos impressos pelo Estado, interligando todos os órgãos estaduais de maneira a permitir que os trâmites, emissões e protocolos de documentos possam ser feitos de forma totalmente digital. “No início de 2011, nós percebemos que o Estado não tinha nenhuma ferramenta de gestão de informação eletrônica. Existia o e-protocolo, que já rodava há bastante tempo com sucesso. Mas apesar de permitir ao usuário acompanhar e fazer o rastreamento do processo, ele não dispensava a existência o processo físico em si”, conta Lourenço Monteiro, diretor de Desenvolvimento de Sistemas da Prodepa.

O PAE é um sistema desenvolvido pela Prodepa com o apoio da Secretaria de Estado de Administração (Sead), que prestou todos os requisitos e trouxe as regras de negócios. No que diz respeito à questão legal, às normas administrativas, o desenvolvimento do projeto foi acompanhado desde o início pela Auditoria Geral do Estado (AGE). Com a necessidade de normatização dos procedimentos, a Sead repassou os requisitos à Prodepa, que desenvolveu uma ferramenta de gestão eletrônica de processos, onde não há necessidade da tramitação física de documentos.

É uma ferramenta segura do ponto de vista da privacidade da informação, que requer login e senha mediante cadastro presencial, mas funciona também com token (dispositivo eletrônico gerador de senhas). O PAE tem uma gama de funcionalidades que foram elaboradas a partir do mesmo sistema de e-protocolo, ou seja, do processo físico. “Criamos um sistema o mais próximo possível do que já existia para que as pessoas, principalmente os servidores mais antigos, não tivessem dificuldade nessa tramitação do universo físico para o eletrônico. Seguimos o mesmo modelo, com as mesmas etapas, para não criar nenhum tipo de embaraço ou dificuldade”, explica o presidente da Prodepa, Theo Pires.

Em tempos de crise econômica e redução de gastos, o sistema se apresenta como uma importante ferramenta para agilizar processos que antes requeriam mais tempo e investimento. Por isso, em maio de 2016, o governo do Estado publicou a Instrução Normativa nº 1, que define "a comunicação inter e intra órgãos e entidades do Poder Executivo do Estado do Pará, por meio de ofícios e memorandos, mediante tramitação pelo Processo Administrativo Eletrônico - PAE."

A instrução determina ainda que o envio de ofícios e memorandos por meio eletrônico será adotado como padrão de comunicação. De acordo com a Sead, desde a implantação do PAE, o Governo do Pará economizou mais de R$ 2,4 milhões em recursos públicos. Todos os órgãos do Estado e mais de 1700 servidores já receberam o treinamento para utilização da ferramenta.

O sistema já passou por melhorias e ajustes. Hoje, atende plenamente a criação, o despacho e o acompanhamento de processos eletrônicos na íntegra. Não existe nenhum procedimento físico que não tenha um equivalente eletrônico. Para a Prodepa, o PAE não é somente um sistema finalístico, e, sim, uma plataforma de tramitação eletrônica de informações do governo do Estado.

Embora tenha nascido como um sistema de processo eletrônico, o PAE deverá incorporar outros serviços. Um deles já existe: é a Intenção de Registro de Preço (IRP), onde a Sead anuncia para todos os órgãos, via processo eletrônico, que deseja comprar alguma coisa para saber quais deles têm intenção de participar do processo. “Esse levantamento, que antes demorava de 30 a 60 dias, hoje a Sead faz em menos de uma semana. A Secretaria lança, os órgãos respondem de forma eletrônica e as informações já vão para a Ata de Registro de Preços, incorporada ao Compras Pará”, explica Lourenço.

Com o PAE, o uso do papel caminha para a extinção definitiva, produzindo um impacto positivo direto na preservação do meio ambiente e no corte de gastos do governo, além de garantir agilidade à gestão pública. Os documentos impressos em papel precisam ser tramitados de forma física, seja por meio dos Correios ou de transporte privado do Estado. Já com o sistema digital esses custos são eliminados. “Hoje tudo é feito de forma eletrônica, sem a necessidade de qualquer outro meio de comunicação”, comemora Evandro Paes, gerente de Engenharia de Sistemas da Prodepa.

Tags: PAE processo eletrônico
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Sectet em Ação #2 - Programa Inova Pará

Sectet - sex, 17/03/2017 - 10:13

Um programa para incentivar a criação e o fortalecimento de ambientes de inovação pela diversas Regiões de Integração do Estado. Esse é o Inova Pará, que trabalha a partir de um conceito de Sistema Regional de Inovação. A Sectet pretende, dessa forma, otimizar os investimentos na área de Ciência e Tecnologia no Estado, com um retorno concreto à população.

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Filmagem e Edição: Igor de Souza
Texto e Entrevistas: Fernanda Graim/Igor de Souza
Realização: Ascom Sectet

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Reuniões tratam da melhoria de renda do produtor por meio do apoio a ciência e qualificação

Sectet - qui, 16/03/2017 - 15:38
16/03/2017

Melhorar a renda do produtor rural, agregando conhecimento e tecnologia, por meio dos Programas Pará Profissional e Inova Pará. Esse foi o objetivo que norteou as duas reuniões ocorridas, na manhã desta quinta-feira (16), na sede da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). Os dois encontros foram conduzidos pela secretária adjunta, Maria Amélia Enríquez, que destacou a forma como cada um dos programas, coordenado pela Sectet, podem contribuir para o desenvolvimento das cadeias produtivas no Estado.

O programa Pará Profissional tem a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica, contribuindo para a qualificação de mão de obra de acordo com a necessidade de cada setor produtivo, assim como o Inova Pará busca incentivar a criação e o fortalecimento de ambientes de inovação pela diversas Regiões de Integração, a partir de um conceito de Sistema Regional de Inovação (SRI), enquanto espaços privilegiados, convencionais e não-convencionais, destinados a dar o suporte científico-tecnológico necessário às cadeias produtivas consideradas estratégicas definidas pelo Plano de Governo “Pará 2030”.

Nesse sentido, o padre Nelson Magalhães, que realiza trabalho junto a produtores de óleos vegetais no município de Bragança destacou a necessidade da qualificação das pessoas que fazem o manejo desses produtos, assim como de um selo de qualidade dos óleos para expansão do mercado consumidor. Dessa forma, os diretores de Ciência e Tecnologia e de Educação Profissional e Tecnológica da Sectet, Sérgio Oliveira e Luís Blasques, respectivamente, além da coordenadora de apoio ao empreendedorismo e inovação da Secretaria, Edilaine Menezes e do coordenador do Laboratório de Óleos Vegetais e Derivados do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT-Guamá), Luís Adriano Santos, presentes nessa primeira reunião, prometeram apoio à realização de ações que solucionem tais questões, no âmbito dos dois programas mencionados.

Já, a segunda reunião foi realizada com o diretor e pesquisador do Polo da Proteção da Biodiversidade e Uso Sustentável dos Recursos Naturais (Poloprobio), Francisco Samonek, e a artesã e coordenadora do projeto, Zélia Damasceno, com a presença da coordenadora de qualificação profissional da Sectet, Priscila Christie. Os representantes do Poloprobio destacaram a necessidade de melhorar a qualidade do produto para atingir maior produtividade, acesso a recursos e inovação tecnológica, além da importância de certificação nos cursos de extração e manejo sustentável da borracha que realizam com metodologia própria em comunidades extrativistas por todo o Estado. Por isso, Samonek comemorou a renovação da parceria antiga com a Secretaria, “todo o trabalho que é feito pela nossa instituição vai melhorar porque muitos pontos que estamos precisando serão corrigidos e aperfeiçoados, essa parceria com a Sectet vai qualificar melhor a nossa equipe e dar um impulso muito grande no empreendimento da borracha no Pará, isso dá um novo ânimo para que a gente possa continuar produzindo e com qualidade”, concluiu.

Texto: Fernanda Graim – Ascom/Sectet

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Xingu Conectado tem reunião para prestação de contas em Brasília

Prodepa - qua, 15/03/2017 - 18:31
15/03/2017 - 18:15

O projeto Xingu Conectado, que garante acesso à internet em seis municípios paraenses, com a implantação da rede de fibra óptica, foi tema de reunião nesta quarta-feira (15) no Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação, em Brasília. Na ocasião a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado (Prodepa) apresentou balanço sobre o trabalho aos ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão e das Comunicações, além da Telebrás, parceiros no projeto.

O encontro teve a presença do presidente da Prodepa, Theo Pires, e de representantes dos ministérios. Prefeitos dos seis municípios atendidos também participaram da reunião. Brasil Novo, Medicilândia, Vitória do Xingu, Placas, Anapu e Senador José Porfírio receberão o total de 273,7 quilômetros rede de fibra óptica. Mais de 400 mil pessoas serão beneficiadas.

Aprovado pelo comitê gestor do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu, o projeto traz a oportunidade de aumentar a presença dos governos estadual e federal na região com o auxílio da tecnologia e de promover a aproximação da sociedade às políticas públicas por meio de serviços eletrônicos. Além disso, com a parceria da Telebrás, será possível também chegar à iniciativa privada e ao cidadão, pois a empresa tem como missão a implantação do Plano Nacional de Banda Larga, que objetiva levar o serviço ao cidadão a preços populares.

O diretor de Inclusão Digital do Ministério da Ciência e Tecnologia, Américo Bernardes, disse que o Xingu conectado é um projeto estratégico para os governos federal e estadual, além das prefeituras, mas é “ainda mais importante para a população do Pará”. A internet hoje, segundo ele, “é fator crucial para o desenvolvimento do país, e a população não pode ficar à margem dessa tecnologia”. O diretor disse ainda que ficou muito satisfeito com os resultados apresentados pelo Governo do Pará sobre a implantação do projeto.

O presidente da Telebrás, Antônio Loss, disse que a fibra implantada no Pará tem a “mesma boa qualidade da usada no restante do Brasil, mais rápida, com melhor conexão”. Para ele, “é muito bom ver prefeitos reunidos, interessados no mesmo projeto e informando suas necessidades, para que ele possa ser adequado, respeitando as peculiaridades de cada cidade”.

Para o presidente da Prodepa, Theo Pires, “o Xingu Conectado é um projeto construído a oito mãos, mas com o condão de respeitar as necessidades e peculiaridades paraenses. É internet que chega com links de altíssima velocidade”, afirmou. “Leva, além da presença do governo à região do Xingu, melhoria de vida, com a diminuição das desigualdades”, concluiu. Até o início do ano que vem, o Xingu Conectado deverá estar ativo nos seis municípios atendidos.

Por Pascoal Gemaque

Tags: Xingu Conectado
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Evento itinerante da Sectet amplia visão sobre Ciência em Tucuruí

Sectet - qua, 15/03/2017 - 14:50
15/03/2017

Desenvolver o interesse do público estudantil pela ciência e explorar todas as possibilidades que ela oferece de descobrir o mundo ao redor. Essa é a premissa da Mostra de Ciência e Cultura, projeto itinerante da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), que ocorre nestas quarta e quinta-feiras, 15 e 16, na cidade de Tucuruí. O evento é gratuito e reúne atividades como palestras, oficinas, programas de auditório e exposições lúdicas e interativas sobre diversas áreas científicas.

“Esse tipo de evento desperta a nossa curiosidade e faz com que nós procuremos mais sobre os assuntos abordados. Com certeza é um diferencial no nosso aprendizado”, ressaltou a aluna Raíza Souza, de 19 anos, ao visitar os estandes da Mostra, evento que antecede as ações regionais da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida anualmente pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Em Tucuruí, as atividades da Mostra são realizadas na Escola Deputado Raimundo Ribeiro de Souza, e contam com a parceria de diversas instituições de ensino e pesquisa do Estado, como o Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG), a Universidade do Estado do Pará (Uepa), Secretaria de Educação (Seduc), a Universidade Federal do Pará (UFPA) e o Instituto Federal do Pará (IFPA).

Programação - Uma das atrações da Mostra é a “Sala de sensações”, na qual os estudantes entram com os olhos vendados e são estimulados a exercitarem os seus sentidos por meio de toques em objetos, degustação de substâncias e audição de sons diversos, por exemplo. “A intenção é deixar de lado o sentido da visão para perceber o ambiente e o seu corpo de outra forma, explicando, também, as características do sistema nervoso humano”, explica a coordenadora do projeto e professora da Uepa, Nazaré Nascimento.

A Mostra é uma grande oportunidade para dar visibilidade aos projetos que são desenvolvidos dentro das escolas e universidades do Estado. “É comum associar ciência e tecnologia aos cursos de nível superior, mas, a ciência está em todos os lugares, desde o ensino infantil à universidade, e um evento como esse vem para tornar visível esse fato à população”, acrescenta a diretora da 16ª Unidade Regional de Ensino, Sônia Rosa dos Santos.

Outro projeto exposto na Mostra é o da Escola Estadual Rui Barbosa, intitulado “Briquete de casca de mandioca”, uma massa cilíndrica compactada que pode substituir o carvão natural. “No nosso projeto, arrecadamos as cascas de mandioca, reaproveitando-as para fazer os briquetes, que são mais duráveis e menos poluentes que o carvão natural. Assim, evitamos o desperdício, o acúmulo de lixo e ainda contribuímos para a preservação do meio ambiente”, ressalta a aluna integrante do projeto, Amanda Beatriz, de 17 anos.

O público visitante poderá conferir, também, maquetes de sistemas de tratamento individual de esgotos, sessões do Planetário Móvel, da Uepa, e do Programa Natureza, programa de auditório desenvolvido pelo MPEG. Em atividades mais práticas, os visitantes poderão participar de oficinas de verificação da pressão arterial e glicemia e de produção e argumentação textual.

A Mostra ocorre até amanhã, 16, das 8h às 17h e é aberta ao público em geral. Confira a programação completa do evento aqui.

Texto: Igor de Souza - Ascom/Sectet

 

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Sectet participa de oficina sobre Rota do Mel nesta terça-feira (14)

Sectet - ter, 14/03/2017 - 16:28
14/03/2017

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), por meio de sua secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enríquez, participou, nesta terça-feira (14), da abertura da Oficina de Planejamento da Rota do Mel, organizado pela Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), em uma iniciativa do Programa Rotas de Integração Nacional, do Ministério de Integração Nacional (MI).

Entre os presentes estavam técnicos da Sudam, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Governo do Pará, da Confederação Nacional da Apicultura (CNA), além de produtores, representantes de órgãos de desenvolvimento regional e de pesquisa, ligados à apicultura, na região Norte.

Na oportunidade, a Maria Amélia Enríquez destacou a importância de políticas públicas voltadas a fortalecer os produtores do setor. De forma que a Secretaria possui uma política centrada em dois pilares: o da qualificação profissional, por meio do programa Pará Profissional, e o da ciência e tecnologia, por meio do Inova Pará. Dessa forma, a secretária adjunta colocou a Sectet à disposição para futuras parcerias.

Serviço: A Oficina de Planejamento da Rota do Mel ocorre até esta quinta-feira 916) no auditório da Sudam em Belém.

Texto: Fernanda Graim – Ascom/Sectet (com informações da Ascom/Sudam)

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Acará

Sectet - ter, 14/03/2017 - 12:11
14/03/2017

Sectet se prepara para captar demandas da comunidade de Boa Vista do Acará

Na tarde da última segunda-feira (13), representantes de órgãos estaduais, empresas privadas e voluntários reuniram-se na sede da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) a fim de tratar sobre visita que será realizada à comunidade de Boa Vista do Acará, localizada no município de Acará, distante 20 minutos de barco da capital paraense. A ação é organizada pela Secretaria, por meio da Coordenadoria de Apoio ao Empreendedorismo e Inovação.  

A secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enríquez, explicou que a intenção é captar as demandas da comunidade, composta por cerca de 150 famílias, a fim de que cada um possa avaliar como o órgão ou empresa que representa pode contribuir para o desenvolvimento do lugar, assim como melhorar a qualidade de vida dos moradores. “A meta é beneficiar o máximo possível à comunidade, pois na medida em que possuírem a organização dos insumos bem trabalhados, bem dimensionados, eles podem progredir, é um trabalho de longo prazo. Nós queremos uma comunidade ativa, autônoma, que agregue valor a ela”, detalhou a adjunta.

Para a voluntária Paula Moreira, que conhece bem o local e participou da organização de evento internacional realizado na comunidade em 2016, o trabalho da Sectet vai ajudar muito, pois os moradores ficam perdidos com tantas visitas de turistas, pesquisadores ou outros interessados que lhes sobrecarregam de demandas e perguntas. A visita está marcada para o dia 29 de março e os participantes da reunião confirmaram presença.

Estiveram na reunião preparatória representantes das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e de Turismo (Setur); da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater-Pa); do Programa Credcidadão; da Associação Brasileira de Agência de Viagens do Pará (ABAV) e de uma produtora independente local.

Texto: Fernanda Graim - Ascom/Sectet

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Governo já economizou mais de 2,4 mi com o Processo Administrativo Eletrônico

Prodepa - seg, 13/03/2017 - 16:32
13/03/2017 - 16:30

Desde a implantação do sistema de Processo Administrativo Eletrônico (PAE), ferramenta que permite a tramitação de documentos e processos administrativos em formato digital, entre os órgãos da administração estadual, o Governo do Estado do Pará economizou mais de R$ 2,4 milhões em recursos públicos.

Todos os órgãos do Estado e mais de 1700 servidores já receberam o treinamento para utilização da ferramenta. “O sistema já está implantado em todos os órgãos, com isso ganhamos tempo na localização e acompanhamento de documentos e processos, eliminamos perdas, e gerou-se economia no gasto com combustível usado no deslocamento de servidores entre os órgãos para fazer o protocolo de documentos físicos; além da economia com papéis e toner”, explicou o servidor Roberto Galúcio, da Secretaria de Estado de Administração (Sead), que fez o treinamento dos servidores nas secretarias e agora faz as visitas de acompanhamento.

De junho a dezembro de 2016 foram criados e tramitados mais processos eletrônicos do que nos dois primeiros anos de utilização do sistema. Isso se deu em função da necessidade de racionalizar e maximizar recursos públicos, sobretudo com combustível e papel, já que os processos físicos são transportados, na maioria das vezes, por veículos oficiais, enquanto que os processos eletrônicos tramitam instantaneamente, via sistema.

"A utilização de ferramentas da tecnologia da informação possibilita uma gestão mais cérele e eficiente, poupando recursos administrativos, reduzindo os prazos de atendimento às demandas da sociedade e encurtando as distâncias", explicou Alice Viana, secretária de Estado de Administração.

"Além da economia e da celeridade na tramitação, deve ser destacada a dupla contribuição do Sistema de Processo Administrativo Eletrônico para preservação do meio ambiente, com a redução do consumo de papel e na emissão de CO2 na atmosfera, pela diminuição do uso de combustível", afirmou Thiago Matos, da Diretoria de Gestão da Cadeia Logística do Estado.

Para Denilse Lima, coordenadora de Protocolo e Arquivo da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), a ferramenta otimizou os processos. "Desde agosto de 2016 estamos com a redução do gasto de papel e a celeridade para encaminhamentos de processos, o que facilitou muito o nosso trabalho. A economia com combustível na tramitação de processo entre os órgãos também é um fator positivo em tempos de gestão de gasto público consciente", explicou.

O PAE pode ser acessado através do Link https://www.sistemas.pa.gov.br/governodigital com utilização de um login e senha, que é diretamente solicitado ao gestor do sistema no órgão.

Por Luciana Benicio - Secom

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