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Governo do Estado do Pará

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Tucuruí receberá mostra de ciência a partir desta quarta-feira (15)

Sectet - seg, 13/03/2017 - 11:11
13/03/2017

No período de 15 a 16 de março, a cidade de Tucuruí receberá a Mostra de Ciência e Cultura, evento organizado desde 2009 pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com diversas instituições paraenses de ensino e pesquisa. O objetivo é promover atividades dinâmicas e interativas que despertem o interesse da sociedade pelas diversas áreas científicas. A Mostra antecede as ações regionais da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que ocorre em outubro e é promovida anualmente pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Na manhã desta segunda-feira (13), uma comitiva de alunos e pesquisadores do Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG) e da Universidade do Estado do Pará (Uepa) partiram da capital em direção a Tucuruí, onde se unirão com outros colaboradores das Secretarias Estadual e Municipal de Educação e dos campi locais da Universidade Federal do Pará (Ufpa), da Uepa e do Instituto Federal do Pará (IFPA). Juntos, irão expor seus trabalhos e pesquisas, além de promover um diálogo lúdico, didático e dinâmico com o público atendido pela ação, em especial crianças e jovens, valorizando a criatividade, a atitude científica e a inovação. 

Programação – Oficinas, palestras e exposições interativas compõem a programação do evento. Todas as atividades são gratuitas. Dentre os destaques da programação desta edição da Mostra, estão a palestra sobre o desenvolvimento e aplicação de estratégias para o ensino de programação de computadores voltados a alunos com deficiência visual; a oficina de verificação e interpretação da pressão arterial e glicemia capilar nos processos de promoção de saúde; e exposições interativas de tecnologias e ferramentas que facilitam o ensino da matemática

O público visitante poderá conferir também sessões do Planetário Móvel, da Uepa, e do Programa Natureza, atividade voltada, principalmente, para alunos do Ensino Fundamental e Médio e desenvolvida pelo MPEG. “Essa é uma atividade desenvolvida há mais de 15 anos pelo Museu, que encontrou uma forma lúdica e atrativa para apresentar a fauna amazônica e discutir sobre a importância da preservação do meio ambiente”, explicou o coordenador do projeto, Alcemir Aires.  

Serviço – A Mostra será realizada nos dias 15 e 16 de março, das 8h às 17h na Escola Dep. Raimundo Ribeiro de Souza em Tucuruí. O evento é aberto ao público em geral. Confira a programação completa do evento aqui.

Texto: Igor de Souza – Ascom/Sectet

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Governo do Estado apresenta o Pará 2030 em municípios do nordeste paraense

Sectet - sex, 10/03/2017 - 12:37
10/03/2017

Representantes de nove secretarias de Estado, autarquias e demais órgãos estiveram na tarde dessa quarta-feira, 8, em São Miguel do Guamá, reunidos com prefeitos, vereadores e o setor produtivo da região para debater o planejamento estratégico Pará 2030 para a região de integração do Guama. Além do titular da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Adnan Demachki, dirigentes estaduais de nove órgãos públicos, como o secretário de Turismo, Adenauer Góes, o presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Estado do Pará (Codec), Olavo das Neves, o diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), Luciano Guedes, do presidente do Instituto de Terras do Pará (Iterpa), Daniel Lopes; mais representantes das secretarias de estado de Ciência, Tecnologia E Educação Profissional Tecnológica; de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca; e Meio Ambiente e Sustentabilidade; do Sebrae, Emater, Jucepa e políticos locais.

A casa de shows Cacau Show recebeu cerca de 300 pessoas para a palestra “Estratégias Para o Desenvolvimento Sustentável”. O encontro, organizado pela Sedeme, foi aberto pelo titular da pasta que ressaltou a presença em peso do Governo do Estado no local mostrando a disposição em interagir com os empreendedores paraenses formas e meios de investimentos. “Há uma presença maciça de representantes do governo aqui. Estamos aqui em São Miguel, por orientação do Governador Jatene, para mostrarmos a necessidade de um planejamento para que haja maior crescimento econômico e consequente geração de emprego e renda, comentou Demachki.

A troca de experiências e a interação com os presentes foi considerável, com perguntas, sugestões e reinvindicacoes sendo feitas aos gestores. “Nós estamos aqui para isso, inclusive para sermos cobrados. É assim que se faz uma gestão moderna”, afirmou o secretário de desenvolvimento econômico. “Nós somos funcionários públicos e é nosso dever estar aqui, cara a cara, recebendo sugestões e mostrando os caminhos do Governo”, completou Luciano Guedes.

Para a secretários de Indústria e Comércio de São Miguel do Guamá, Hevelin Lima, encontros como o desse dia 8 são de suma importância para os empreendedores do interior. “Existe uma dificuldade geral dos produtores em buscarem apoio e o Pará 2030 vem agregar as formas de buscarmos ajuda, não só aqui em São Miguel mas em todos os municípios da região”.

Os empresários Anderson José e Fátima Bill, que possuem um empreendimento de piscicultura, ressaltam que mesmo em momentos de dificuldades há a necessidade de se fazer investimento e gerar riquezas e empregos. “A crise faz com que o bom empreendedor tenha mais cautela, mas também mais firmeza”, disse Fátima. “Se todos pensarem apenas em crise ninguém sai do lugar. Temos que continuar em frente e momentos como esse aqui são importantes por causa dessa interação com secretários, dirigentes de órgãos e políticos”, completou Anderson.

Troca de ideias – Durante as explanações e o debate, os gestores puderam tirar dúvidas dos presentes. O Diretor da Sedap, Luís Pinto, quando perguntado sobre as exigências de regularização do produtor agrícola e da pecuária, salientou que as exigências de regularização não são entraves e sim facilitadores. “Os bancos só apoiam os empreendimentos devidamente regularizados, daí essa necessidade de seguimento das normas. Quem procura os órgãos do governo recebe orientações para estar dentro da legalidade”.

Titular da Sedeme, Adnan Demachki, ao apresentar o Programa Pará 2030, fez uma analogia ao que é feito dentro da família para explicar a política de Estado. “Cada família faz seu planejamento e uma empresa tem que fazer, também. O Governo do estado é uma empresa pública e tem que se planejar. É importante ter um plano de governo e o Pará 2030 foi elaborado para que, até 2030, o paraenses tenha pelo menos a mesma renda per capita média do brasileiro”.

Fonte: Ascom/Sedeme

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Mostra de Ciência e Cultura em Tucuruí

Sectet - qui, 09/03/2017 - 11:30

A tradicional Mostra de Ciência e Cultura, promovida pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), retoma suas atividades neste mês de março, levando palestras, oficinas e exposições científicas ao município de Tucuruí. Confira a programação gratuita e participe!  

Data do Evento: quarta-feira, Março 15, 2017 a quinta-feira, Março 16, 2017Local Evento: EEEM Dep. Raimundo Ribeiro de Souza, em Tucuruí
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Mulher

Sectet - qui, 09/03/2017 - 10:23
09/03/2017

Sectet apoia campanha de combate à violência contra a Mulher no mês de março

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica apoia a campanha do Governo do Pará, do mês de março, intitulada “Respeito às mulheres em suas diversidades”. A campanha foi lançada na terça-feira (7), véspera do Dia da Mulher, no Teatro Margarida Schivasappa, e é coordenada pelas secretarias de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e de Comunicação (Secom), juntamente com a Fundação Pro Paz. O que se pretende é incitar a reflexão sobre as diversas formas de violência cometidas contra a mulher. A ação coloca em prática o Plano Estadual de Políticas para as Mulheres, que foi coordenado e sistematizado pela Coordenadoria de Integração de Políticas para as Mulheres da Sejudh e atualizado de acordo com as propostas da V Conferência Estadual, que ocorreu em dezembro de 2015.

Confira mais informações sobre esse assunto em: http://www.agenciapara.com.br/

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Comitê CT&I

Sectet - seg, 06/03/2017 - 13:57
06/03/2017

Comitê gestor de CT&I realiza reunião do mês de março

O Comitê Gestor de Políticas Estaduais de Ciência, Tecnologia e Inovação realizou sua reunião ordinária do mês de março nesta segunda-feira (13), na sede da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológico (Sectet). Com o objetivo de atualizar informações sobre as ações na área, estiveram presentes titulares da Secretaria, da Fundação Amazônia de Amparo à Pesquisa e Estudos do Estado do Pará (Fapespa), da Universidade do Estado do Pará (Uepa), da Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa) e da Fundação Guamá (Gestora do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá). Dentre os assuntos em pauta estava a previsão para final de março do lançamento do edital do Programa Inovatec, cujo objetivo é selecionar empresas startups paraenses voltadas ao desenvolvimento de produtos e processos inovadores, em diversas áreas estratégicas de interesse do Estado. Além disso, o Comitê estuda a possibilidade de lançar uma chamada pública para que instituições de pesquisas articuladas a setores produtivos e poder público possam se habilitar a participarem do Programa Inova Pará, o qual busca incentivar a criação e o fortalecimento de ambientes de inovação nas Regiões de Integração a partir de um conceito de Sistema Regional de Inovação. Por fim, o titular da Prodepa, Theo Pires, apresentou os números de instalação de rede de fibra ótica no Estado desde 2015 que, somados ao que já está em andamento para 2017, somarão quase 1.500 km de fibra em todo o Pará. 

Texto: Fernanda Graim - Ascom/Sectet

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Sectet discute oferta de cursos de qualificação profissional para a cadeia produtiva do Cacau

Sectet - sex, 03/03/2017 - 16:57
03/03/2017

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) promoveu na tarde desta sexta-feira, 03, um diálogo inicial com atores estratégicos da cadeia produtiva do cacau no Pará. O objetivo da reunião foi o de discutir ações para melhorar e impulsionar o setor no Estado, que se destaca como o segundo maior produtor de cacau do país, de acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa).

Além de representantes da Faepa, esteve presente na reunião o engenheiro químico Cesar de Mendes, diretor da empresa Chocolate De Mendes, que realiza expedições em busca de cacau nativo e outras especiarias da floresta amazônica que tenham uso tradicional, a partir de indicativos de comunidades de populações tradicionais. Os atores dialogaram com a Sectet e expuseram as atividades desenvolvidas e as demandas do setor em debate.

“O estado do Pará possui o melhor cenário do mundo para alavancar a cadeia produtiva do Cacau. O que falta é uma formação adequada de mão de obra nesse setor”, pontuou Cesar De Mendes. Já o representante do Faepa, Fabricio De Paula, ressaltou a importância de expandir o mercado no Estado. “Precisamos enxergar o chocolate não somente como uma mera sobremesa, mas como alimento. Uma vez feito isso, novos mercados se abrirão para expandir a economia paraense”, frisou De Paula.

Nesse sentido, a secretaria adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez, apresentou o Programa Pará Profissional e o Inova Pará, os quais são executados em conjunto para atender às metas presentes no Programa Pará 2030, planejamento estratégico para o desenvolvimento econômico e social do estado que tem como base a sustentabilidade.

“Após levantar as demandas, a etapa seguinte de trabalho é aumentar a produtividade da cadeia a partir de uma mão de obra qualificada, e isso podemos fazer por meio da oferta de cursos no âmbito do Pará Profissional, como cursos técnicos para formar chocolatiers, ou cursos de formação inicial nos municípios onde a cadeia está mais presente, como as cidades de Medicilândia e Tucumã. Outra etapa é aprimorar o aproveitamento integral do cacau por meio de pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias de manipulação do fruto”, explicou a secretária adjunta.

Outra reunião já está agendada para o dia 13 de março, e reunirá diversos representantes governamentais e do setor produtivo paraense ligados à cadeia do cacau, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), o Departamento da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e a empresa paraense Cacauway. A ideia é alinhar as propostas e futuras parcerias para viabilizar a oferta de cursos ainda no 1º semestre deste ano.  

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet

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A nova Conecta já está on-line! Acesse e conheça mais sobre a conectividade na região do Guamá. 

Prodepa - sex, 24/02/2017 - 15:15
24/02/2017 - 15:15

A pesca é uma atividade característica da Região do Guamá. Formada por 18 municípios, tem mais de 13 mil pequenos proprietários ribeirinhos, mais de 15 mil batedores artesanais, agroindústrias locais e exportadoras, entre outros elementos ativos da cadeia produtiva que movimentam a vida econômica e social da região. É nesse cenário que a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação (Prodepa) avança com parcerias para a expansão da rede de fibra óptica.

Os projetos da empresa fazem parte do Plano Plurianual (PPA) 2016-2019, do Governo do Estado, que traça metas para o desenvolvimento paraense nas mais diversas áreas. A Prodepa superou essas metas de inclusão digital para esta Região de Integração, implantando mais de 90 km dos 71 km de fibra óptica previstos para a interligação de cidades do Guamá. Nesta edição vamos conhecer as Cidades Digitais e suas dinâmicas, além de projetos de expansão para esses municípios.

O uso da tecnologia por crianças e adolescentes também é pauta nesta edição, pois é preciso atenção à formação e contribuições que as TICs podem trazer a essas novas gerações. 

Acesse aqui e confira!

 

Yvana Crizanto

Editora Executiva

Gerência de Comunicação

 

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Sectet em Ação #1 - Certificação Pará Profissional/Pronatec

Sectet - qua, 22/02/2017 - 14:57

O caminho para o desenvolvimento por meio da disseminação do conhecimento e da qualificação profissional norteou os dois eventos ocorridos no dia 17 de fevereiro de 2017, na Região Metropolitana de Belém, nos quais foram entregues certificados de conclusão de cursos profissionalizantes para alunos de 11 turmas dos municípios de Ananindeua, Belém e Castanhal no âmbito do Programa Pará Profissional e Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) - Setor Produtivo.
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Filmagem e Edição: Igor de Souza
Texto e Entrevistas: Fernanda Graim
Realização: Ascom Sectet

vídeo: 
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Centro de Piscicultura incrementará economia regional em R$ 4 milhões ao ano

Sectet - ter, 21/02/2017 - 11:05
21/02/2017

Um grande passo foi dado nesta segunda-feira (20), em Bragança, no nordeste do Estado, para que a região possa em breve deter e disseminar tecnologia que poderá representar a criação de 510 mil novos alevinos (filhotes) de surubim e piaus geneticamente melhorados com a ajuda de laboratórios, ao ano.

O impacto imediato disso será um acréscimo de 150 toneladas na produção anual de surubins, além de outras 300 toneladas a mais na produção de piaus, em toda a região bragantina – o que significa uma previsão de R$ 4 milhões a mais injetados na economia da piscicultura e aquicultura da região a cada vez que esse ciclo produtivo possa ser repetido.

Esse é o resultado inicial estimado pela assinatura do convênio 3/2017, celebrado na manhã desta segunda entre o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (Fapespa) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet).

O convênio, assinado no campus de Bragança do IFPA, garantirá apoio do Governo do Estado às atividades do Centro de Piscicultura do IFPA (Cepis), que fortalece o Polo Científico e Tecnológico de Bragança. O acordo é parte integrante do Protocolo de Intenções do Polo de Pesca e Aquicultura do Pará.

Os investimentos somam R$ 1,8 milhão para a implantação do Centro de Piscicultura do IFPA (Cepis) em Bragança. O centro favorecerá a geração de conhecimento e a transferência de tecnologia relacionados à aquicultura na região e também promoverá formação de profissionais na área.

Desse total, R$ 900 mil é a contrapartida do IFPA no convênio, que inclui na sua agenda a construção do Laboratório de Biologia Molecular da instituição, além da instalação de 12 mil metros cúbicos de lâmina d’água em viveiros para alevinos. As etapas da implantação do Cepis também incluem a aquisição de um aparelho sequenciador genético. Além disso, o acordo firmado resultará em mais R$ 1,5 milhão destinado pela Fapespa em novos editais ao fomento à pesquisa dirigidos especificamente ao Polo Científico e Tecnológico de Bragança.

Quando essa estrutura estiver instalada, serão produzidos 400 mil alevinos de piau ao ano, além de outros 110 mil alevinos de surubim, com garantia de melhoria da qualidade genética do pescado produzido na região. Estima-se ainda que, após a assinatura desse convênio entre IFPA, Fapespa e Sectet, até R$ 1,4 milhão poderá ser movimentado na economia local bragantina nos próximos quatro anos.

Caminho

O convênio assinado esta segunda pela Fapespa e Sectec com o IFPA complementa outro, já assinado em janeiro passado, com a Universidade Federal do Pará (UFPA), pelo programa Inova Pará. Nele, R$ 3,4 milhões foram destinados à implantação do Centro de Pesquisas em Aquicultura (Ceanpa) de Bragança, beneficiando também a formação de profissionais pelos cursos de Engenharia da Pesca e as pós-graduações em Biologia Ambiental e em Aquicultura e Pesca.

A aquicultura e a pesca estão entre as 12 cadeias produtivas consideradas estratégicas para o programa Pará 2030, que fomenta a verticalização da produção e a geração de renda no Estado. Em Bragança, são 17 os piscicultores e aquicultores cadastrados pelo município, além de outros 50 mapeados na região. “Serão quase R$ 7 milhões investidos na região do Caeté. Isso mudará a feição da pesquisa e inovação na região”, avaliou, durante a assinatura do convênio em Bragança, Eduardo Costa, presidente da Fapespa.

A apresentação do convênio no IFPA contou ainda com a participação do prefeito em exercício de Bragança, Mário Ribeiro; de Maria Amélia Rodrigues da Silva Enriquez, secretária adjunta da Sectec; do reitor do IFPA, professor doutor Cláudio Alex Rocha; e do professor e mestre Danilo Cunha, diretor geral do Campus do IFPA em Bragança; além do professor doutor Mauro Damasceno de Melo, coordenador de pesquisa e pós-graduação do IFPA; e do professor e mestre Cassio Eduardo Flexa, coordenador do convênio firmado.

“Este é um projeto que impactará não apenas a região de Bragança, mas todo o Pará. Nosso desafio é vencer o paradoxo de nossa economia: bons indicadores, mas ainda com grande parte da população em vulnerabilidade social. Esse é o objetivo do Pará 2030. Verticalizar a economia e investir em ciência e tecnologia é crucial”, ressaltou Eduardo Costa, citando ainda a descentralização dos investimentos rumo ao interior priorizada nos últimos anos pela Fapespa - com aplicação de editais regionalizados e incentivos ao fortalecimento das redes de pesquisa nas regiões de integração. “Hoje é essa pesquisa que apoiamos: a que debate o desenvolvimento social de nossa população”.

O volume de recursos aplicados também dobrou. Em 2015, foram R$ 10 milhões investidos pela Fapespa em editais de fomento à pesquisa. Em 2016, foram R$ 18 milhões, com 1.300 bolsas de doutorado e mestrado beneficiadas. Em 2017, mais de R$ 20 milhões estão previstos em novos editais de fomento.

Polo piscicultor

“Esse convênio beneficiará na verdade todos os cursos ligados à cadeia produtiva em todo o Pará. Resultará em capacitação para alunos e produtores, tendo o Governo do Pará como grande parceiro”, afirmou Cassio Eduardo Flexa, coordenador do convênio, citando pesquisas em melhorias genéticas e a inclusão de novas espécies para o mercado regional como alguns dos desdobramentos.

Já Mauro André Damasceno de Melo, coordenador de pesquisa e pós-graduação do IFPA, explica o impacto dessa produção com material genético melhorado: “O uso de sequenciador para melhoria genética de espécies no Laboratório de Biologia Molecular é a atual fronteira tecnológica. Até sequenciamento de genomas será possível”, comemora. Com isso, identificação de genes de interesse permitirão que espécies sejam produzidas com maior controle de características, como o peso. “São trabalhos e mais trabalhos de dissertação possíveis. Isso tudo vai muito além do que se possa imaginar”, garante Melo.

“Isso será uma contribuição significativa para a economia da região e do Estado. Esse projeto é um pulso à nossa cadeia de produtores, enxertando espécimes de peixes de qualidade e fortalecendo a cadeia da piscicultura na região”, ressaltou Danilo Silveira da Cunha, diretor-geral do campus do IFPA em Bragança.

Piscicultores começarão a produção com um milhão de alevinos em fazenda

“Estamos prontos para finalmente começar”, suspiram, em tom pragmático, o casal formado pelo produtor Yuri Morais, 44, e pela doutora em veterinária Rita Sampaio, 46. Há 30 anos a família dos piscicultores mantém a fazenda Tataueira, em Igarapé-Açu, acessada pelo ramal do igarapé Urubuquara.

Yuri e Rita estão instalados a 75 quilômetros da sede do campus, onde foi assinado o novo convênio entre IFPA, Fapespa e Sectet, em Bragança. Há quatro anos eles decidiram apostar na piscicultura, completando um ciclo de 10 anos de preparo próprio e interação com outros produtores da região e com pesquisadores.

Dois anos foram necessários só para ajustes de manejo de tanques e peixes, para aplicarem a tecnologia de reprodução do tambaqui. Outros passos ainda serão necessários para o manejo do pirarucu. Em uma área equivalente a sete campos de futebol apenas para as lâminas d’água formadas por uma nascente, além dos tanques construídos para manejo e reprodução, eles já lidam com um potencial de produção inicial de um milhão de alevinos comercializados por ano. Imaginam que podem chegar ao dobro disso em alguns anos. 

É o resumo da história de um caminho longo, vivido por muitos outros produtores, mas que pode ser encurtado ainda mais com o esforço iniciado agora pelo Pará, após a assinatura do convênio entre Fapespa, IFPA e Sectet, em Bragança. “Não há como o produtor viver sem pesquisa, assim como não há como o pesquisador fazer algo que não esteja ligado ao que precisa o produtor”, assevera a veterinária Rita Sampaio.

“Pesquisa é fundamental para alavancar o Pará na economia da piscicultura. O Estado hoje não entra nem no ranking da produção nacional, embora tenha maior número de produtores. Ainda é um panorama de baixa produção e atividade predominantemente amadora”, diz Yuri Morais.

“Com esse convênio assinado, damos um passo gigantesco, embora muitos passos importantes já tenham sido dados lá atrás para isso. Sem tecnologia não vamos a lugar algum. Precisamos aproximar cada vez mais pesquisadores e produtores. Isso é fundamental”, pondera o piscicultor.

Mudanças

“É muito importante essa união de esforços institucionais em tempos difíceis. Isso é hoje fundamental para o desenvolvimento do nosso polo tecnológico, da pesquisa e da produção da região”, avaliou o reitor do IFPA, Cláudio Alex Rocha, durante a assinatura do convênio desta segunda-feira.

“Apesar dos caminhos desses estudos serem complexos, a finalidade desses avanços é muito simples: melhorar as condições de vida da população de Bragança e da região. Além disso, esses estudos beneficiarão também cursos em nossos 18 campi, com know how que pode espalhar benefícios por todo o Estado”, resumiu o reitor do IFPA.

Para Maria Amélia Rodrigues, secretária-adjunta da Sectet, Bragança é um terreno muito fértil para políticas públicas voltadas para a região. “É um resgate histórico para com essa região que contribuiu tanto para o crescimento do Pará no passado. A inovação é um elemento estruturante do desenvolvimento e isso não se faz sem investimento em educação e geração de conhecimento”.

Por Lázaro Magalhães/Agência Pará

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Certificação Belém/Ananindeua/Castanhal

Sectet - seg, 20/02/2017 - 10:55

O caminho para o desenvolvimento por meio da disseminação do conhecimento e da qualificação profissional norteou os dois eventos ocorridos no dia 17 de fevereiro de 2017, na Região Metropolitana de Belém, nos quais foram entregues certificados de conclusão de cursos profissionalizantes para alunos de 11 turmas dos municípios de Ananindeua, Belém e Castanhal no âmbito do Programa Pará Profissional e Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) - Setor Produtivo.

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Seminários apontam qualificação profissional como caminho para o desenvolvimento

Sectet - sab, 18/02/2017 - 19:01
18/02/2017

O caminho para o desenvolvimento por meio da disseminação do conhecimento e da qualificação profissional foi o eixo norteador dos dois eventos ocorridos nesta sexta-feira (17), na Região Metropolitana de Belém, que culminaram com a entrega dos certificados de conclusão de cursos profissionalizantes para alunos de 11 onze turmas de Ananindeua, Belém e Castanhal no âmbito do Programa Pará Profissional e Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) - setor produtivo, coordenados pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Esses órgãos organizaram de forma duplicada – pela manhã, em Ananindeua e, à tarde, em Belém – um seminário para trabalhadores e entidades empresariais conhecerem melhor as políticas de qualificação que os governos estadual e federal oferecem.

O coordenador do Pronatec-Setor Produtivo no MDIC, Luís Gustavo Montes, apresentou a nova plataforma digital do Programa, a ser lançada em março, chamada de Supertec. O Pronatec é um programa governamental que tem o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica no país. No viés do setor produtivo, o programa tem como função alinhar a oferta de cursos profissionalizantes à demanda dos setores produtivos em função da sua distribuição O novo ambiente digital facilitará a comunicação de demandas das empresas, assim como possibilitará o monitoramento da permanência dos alunos nos cursos e os resultados para a vida de cada egresso. A iniciativa conta com o apoio do Ministério da Educação (MEC).

Montes ainda celebrou a parceria com a Sectet que, desde 2015, assinou Acordo de Cooperação Técnica com o MDIC e passou a ser a articuladora do Pronatec, no Estado, realizando o levantamento técnico das demandas do setor e repassando ao Ministério. Em 2016, o Pará foi o quarto Estado que mais recebeu vagas do Programa Federal. “O caso do Pará é um dos grandes exemplos para outros como exemplo de sucesso na articulação de qualificação técnica e profissional, que é um dos gargalos do desenvolvimento do país, por isso este é um momento de trabalharmos políticas de médio e longo prazo”, ressaltou o coordenador.

Já o secretário titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, explanou sobre o Pará Profissional que foi instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, sob coordenação da Secretaria, descrito como um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais, com a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica nas diversas modalidades a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento no Estado. Ele ainda destacou que a nova plataforma digital do Pronatec virá ao encontro do que é realizado no Estado e será um “grande salto para o futuro”. A Secretária Adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez, finalizou apontando ainda as formas como os programas de qualificação ajudam a atingir um dos grandes objetivos do Governo do Estado que é reduzir a pobreza e as desigualdades, centrando suas ações voltadas às cadeias produtivas estratégicas do Pará.

Para o coordenador do Núcleo de Automecânica do Pará, Massilon Alves, que assistiu ao seminário em Ananindeua, o grande avanço dos Programas apresentados é voltar a oferta dos cursos às demandas do mercado e permitir às entidades empresariais, assim como os produtores rurais, por exemplo, participarem da formatação dos cursos, “isso vai nos auxiliar a ter acesso às novas tecnologias de capacitação profissional muito mais rápido, vamos sair da inércia”, explicitou.

Certificação - Receberam os certificados, no âmbito do programa estadual, os alunos dos cursos de Técnicas de Parametrização de Inversor de Frequência; Técnicas em Automação Predial; Boas Práticas na Manipulação Higiênico-sanitária de Carnes Frescas e Temperadas; Inspetor de Solda Nível 1 e Técnicas de Gestão de Resíduos Sólidos para o Setor Industrial. Já no âmbito do Pronatec-setor produtivo, foram certificados os alunos de seis cursos, sendo três turmas, em diferentes níveis, de Pedreiro de Revestimento de Argamassa e três outras de Instalador Hidráulico Residencial.

Para o aluno de um desses cursos, que é egresso do sistema penal, Arnaldo Fiver, poder se qualificar foi a oportunidade que possibilitará grandes mudanças para sua vida, “a importância é que posso me atualizar para o mercado de trabalho, porque hoje o conhecimento é tudo e creio que daqui em diante vai mudar muita coisa, estarei mais inserido no mercado, assim vou me desenvolver mais e mais”, concluiu.

Também participaram dos eventos, nos dois municípios, representantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no Pará (Senai-Pa), principal ofertante dos cursos no Estado. O seminário em Ananindeua ainda contou com a parceria e presença de representantes da prefeitura local.

(Texto: Fernanda Graim – Ascom/Sectet)

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Pará Profissional e Pronatec certificam alunos de 11 turmas de Belém, Ananindeua e Castanhal

Sectet - qui, 16/02/2017 - 10:41
16/02/2017

Em tempos em que o desemprego voltou a ser uma realidade para muitos brasileiros, as pessoas buscam na qualificação profissional um diferencial para conseguir uma nova vaga ou se manter no mercado de trabalho. Nesse intuito, no Pará, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) coordena o Pará Profissional e é articuladora, no Estado, por meio de Acordo de Cooperação Técnica com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) - setor produtivo. Os dois programas proporcionam, por meio de parcerias, cursos aos trabalhadores de diversas áreas. Na próxima sexta-feira (17), alunos de Belém, Castanhal e Ananindeua receberão os certificados de conclusão de 11 desses cursos.

O momento também será de esclarecimento à sociedade sobre os dois programas, por isso a Sectet, juntamente com o MDIC, em parceria também com o Ministério da Educação (MEC) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no Pará (Senai-Pa), que ofertou os cursos, organizaram um seminário para trabalhadores e empresários. De acordo com o coordenador do Pronatec-Setor Produtivo no MDIC, Luís Gustavo Montes, o “objetivo principal do evento é mobilizar o setor produtivo do Pará sobre a importância da qualificação profissional dos trabalhadores e as políticas que o governo federal e o governo estadual possuem para apoiá-los”. O MDIC será representado pelo diretor de Tecnologias Inovadoras da Secretaria de Inovação e Novos Negócios do Ministério, Rafael Moreira, que fará o pré-lançamento da nova plataforma do Pronatec, a qual recebeu o nome de Supertec. Além disso, estarão presentes o secretário titular e a adjunta da Sectet, Alex Fiúza de Mello e Maria Amélia Enriquez, que falarão sobre o Programa Pará Profissional e sobre as cadeias produtivas no Estado, respectivamente.

Luís Gustavo Montes explica que a escolha do Pará para o pré-lançamento foi “por ser atualmente um dos estados que mais crescem economicamente no país, possui uma grande concentração de grandes investimentos e para garantir a sustentabilidade desse crescimento, é necessário qualificar os trabalhadores. Além disso, há uma boa relação entre o governo federal, via MDIC, com o governo estadual, via Sectet, para garantir o sucesso das políticas de qualificação”. Ele destaca que o Pronatec tem um grande sucesso no Estado e agora o Pará Profissional também é uma política fundamental para o aumento da produtividade do trabalhador paraense.

Programas - O programa Pará Profissional foi instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, descrito como um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais, com a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica nas diversas modalidades a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento no Estado. A coordenação do programa foi determinada à Sectet, que incorporou a Educação Profissional, a partir da publicação da Lei no 8.404 que alterou a Lei de criação da Sectet, concedendo ao órgão a designação de Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica.

No dia 17 de fevereiro, receberão os certificados, no âmbito do programa estadual, os alunos dos cursos de Técnicas de Parametrização de Inversor de Frequência; Técnicas em Automação Predial; Boas Práticas na Manipulação Higiênico-sanitária de Carnes Frescas e Temperadas; Inspetor de Solda Nível 1 e Técnicas de Gestão de Resíduos Sólidos para o Setor Industrial.

Já no âmbito do Pronatec-setor produtivo, serão certificados os alunos de seis cursos, sendo três turmas, em diferentes níveis, de Pedreiro de Revestimento de Argamassa e três outras de Instalador Hidráulico Residencial. O Pronatec é um programa governamental que tem o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica no país. No viés do setor produtivo, o programa tem como função alinhar a oferta de cursos profissionalizantes à demanda dos setores produtivos em função da sua distribuição. Em 2015, a Sectet assinou Acordo de Cooperação Técnica com o MDIC e passou a ser a articuladora do Programa, no Estado, realizando o levantamento técnico das demandas do setor e repassando ao Ministério. Atualmente, o Pará é o 3º estado que mais recebe vagas do Programa.

Com a nova plataforma do Pronatec todos os processos serão automatizados. As empresas também poderão registrar suas demandas por qualificação de trabalhadores na plataforma, acompanhar a aprovação e o registro da escola ofertante em tempo real. Os alunos também contarão com mais informações dos cursos, atividades desempenhadas pela ocupação, habilidades necessárias e perspectivas de salário, além de se inscreverem nos cursos diretamente na plataforma. Em um momento posterior, a plataforma também irá monitorar os egressos, se foram empregados ou não.

Serviço: A certificação e o Seminário ocorrerão de forma duplicada no mesmo dia 17 de fevereiro. Pela manhã, entre 9h e 12h, será realizado em Ananindeua, no auditório da Unama BR. Pela tarde, entre 15 e 18h, ocorrerá em Belém, no auditório da Fiepa. Confira programação completa no site: www.sectet.pa.gov.br.

Texto: Fernanda Graim – Ascom/Sectet

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Programa que apoia criação de Ambientes de Inovação é aprovado pelo Consectet

Sectet - qua, 15/02/2017 - 16:37
15/02/2017

O Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Consectet), que presta assessoramento superior à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet), realizou, nesta quarta-feira (15), a primeira reunião do ano. O Consectet é formado por secretarias de Estado, universidades, instituições de pesquisa e outros órgãos afins. Durante a reunião ocorreu a aprovação do Programa “INOVA PARÁ”, coordenado pela Sectet, que conta com a parceria dos órgãos governamentais que compõem o Sistema Estadual de Inovação: Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (FAPESPA), Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (PRODEPA) e Universidade do Estado do Pará (UEPA). 

Na oportunidade, o titular da Secretaria, Alex Fiúza de Mello, explicou os motivos que levaram o órgão a somar esforços para a implantação do programa no Pará. Ele ressaltou que a Sectet, por meio de reuniões, cursos e audiências públicas, observou que muitas pesquisas sobre arranjos produtivos locais realizadas em determinados municípios por instituições diferentes eram coincidentes, porém trabalhavam paralelamente sem comunicação entre elas e os atores locais potenciais beneficiários. Por isso, o programa objetiva promover a conexão entre os envolvidos no processo a fim de gerar o desenvolvimento do Estado. 

Nesse sentido, o Inova Pará incentiva a criação e o fortalecimento de ambientes de inovação nas Regiões de Integração a partir de um conceito de Sistema Regional de Inovação, enquanto espaços privilegiados, convencionais e não-convencionais, destinados a dar o suporte científico-tecnológico necessário às cadeias produtivas consideradas estratégicas definidas pelo Plano de Governo “Pará 2030”. O desafio é transformar empresários, pesquisadores, entre outros, em empreendedores inovadores que trabalhem conjuntamente e em sinergia, gerando assim um potencial competitivo.

A secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enríquez, ressaltou que o Programa envolve cinco etapas já definidas: Identificação de demandas; Concepção; Implantação; Gestão dos Sistemas Regionais de Inovação; e Acompanhamento e Avaliação de Resultados. Na primeira, haverá debates qualificados com agentes dos setores produtivos locais, governo e instituições de ciência e tecnologia. A partir daí, será feita a avaliação, em cada Região de Integração, da estrutura necessária para implantação do Sistema de Inovação adequado à realidade local. No terceiro momento, serão elaborados os editais seletivos, chamadas públicas, celebração de convênios para efetiva implantação dos ambientes de inovação. Na quarta etapa, está prevista a qualificação profissional, inclusive de gestores, por meio de intenso programa de treinamentos. Por fim, serão realizadas visitas periódicas em cada Sistema e haverá o estabelecimento de uma relação permanente com empresas parceiras para avaliação dos impactos das atividades inovadoras desenvolvidas em sua área de atuação.

A Secretária Adjunta destacou, ainda, cinco potenciais Sistemas Regionais de Inovação: o já existente Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá; a Incubadora de Empresas do Xingu; o Polo Avançado de Pesca e Aquicultura de Bragança; e o PCT Tapajós. Após a detalhada explanação, os membros do Conselho aprovaram, por unanimidade, o Inova Pará. A reitora da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Raimunda Monteiro, parabenizou a iniciativa, ressaltando a importância de otimizar o investimento, “um dos pontos que acho positivo é a precisão dos investimentos nos gargalos, nas partes mais frágeis”. Ela considera que se chega a um “ponto ótimo” com a exploração dos Parques de Ciência e Tecnologia e uso de metodologias que privilegiam as leituras regionais.

Editais - Na sequência da reunião, o diretor-presidente da Fapespa, Eduardo Costa, realizou o lançamento dos três primeiros editais da Fundação para este ano, que envolvem bolsas de iniciação científica, de mestrado e de doutorado. Costa também aproveitou para explicitar o trabalho do órgão nos últimos anos, destacando que, em 2016, a Fapespa investiu quase 19 milhões de reais em bolsas de pesquisa e, para 2017, já estão previstos 20 milhões. Também foram pautas da reunião a aprovação da Resolução do Plano Diretor da SECTET 2015-2019 e a apresentação do Programa Inovatec Pará (Programa de Inovação Tecnológica para fomento de start ups).

Além de Sectet, Fapespa e Ufopa, estiveram presentes na reunião os representantes dos seguintes órgãos: secretarias de Estado de Turismo (Setur), de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme); Museu Paraense Emílio Goeldi; Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA); Centro de Ensino Superior do Pará (Cesupa); Instituto Evandro Chagas; Instituto Tecnológico Vale; Banco da Amazônia; Embrapa; Sebrae, Federação do Comércio; Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa) e Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá).

Texto: Fernanda Graim - Ascom Sectet

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Programa que apoia criação de Ambientes de Inovação é aprovado pelo Consectet

Prodepa - qua, 15/02/2017 - 16:33
15/02/2017 - 16:30

O Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Consectet), que presta assessoramento superior à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet), realizou, nesta quarta-feira (15), a primeira reunião do ano. O Consectet é formado por secretarias de Estado, universidades, instituições de pesquisa e outros órgãos afins. Durante a reunião ocorreu a aprovação do Programa “INOVA PARÁ”, coordenado pela Sectet, que conta com a parceria dos órgãos governamentais que compõem o Sistema Estadual de Inovação: Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (FAPESPA), Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (PRODEPA) e Universidade do Estado do Pará (UEPA). 

Na oportunidade, o titular da Secretaria, Alex Fiúza de Mello, explicou os motivos que levaram o órgão a somar esforços para a implantação do programa no Pará. Ele ressaltou que a Sectet, por meio de reuniões, cursos e audiências públicas, observou que muitas pesquisas sobre arranjos produtivos locais realizadas em determinados municípios por instituições diferentes eram coincidentes, porém trabalhavam paralelamente sem comunicação entre elas e os atores locais potenciais beneficiários. Por isso, o programa objetiva promover a conexão entre os envolvidos no processo a fim de gerar o desenvolvimento do Estado. 

Nesse sentido, o Inova Pará incentiva a criação e o fortalecimento de ambientes de inovação nas Regiões de Integração a partir de um conceito de Sistema Regional de Inovação, enquanto espaços privilegiados, convencionais e não-convencionais, destinados a dar o suporte científico-tecnológico necessário às cadeias produtivas consideradas estratégicas definidas pelo Plano de Governo “Pará 2030”. O desafio é transformar empresários, pesquisadores, entre outros, em empreendedores inovadores que trabalhem conjuntamente e em sinergia, gerando assim um potencial competitivo.

A secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enríquez, ressaltou que o Programa envolve cinco etapas já definidas: Identificação de demandas; Concepção; Implantação; Gestão dos Sistemas Regionais de Inovação; e Acompanhamento e Avaliação de Resultados. Na primeira, haverá debates qualificados com agentes dos setores produtivos locais, governo e instituições de ciência e tecnologia. A partir daí, será feita a avaliação, em cada Região de Integração, da estrutura necessária para implantação do Sistema de Inovação adequado à realidade local. No terceiro momento, serão elaborados os editais seletivos, chamadas públicas, celebração de convênios para efetiva implantação dos ambientes de inovação. Na quarta etapa, está prevista a qualificação profissional, inclusive de gestores, por meio de intenso programa de treinamentos. Por fim, serão realizadas visitas periódicas em cada Sistema e haverá o estabelecimento de uma relação permanente com empresas parceiras para avaliação dos impactos das atividades inovadoras desenvolvidas em sua área de atuação.

A Secretária Adjunta destacou, ainda, cinco potenciais Sistemas Regionais de Inovação: o já existente Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá; a Incubadora de Empresas do Xingu; o Polo Avançado de Pesca e Aquicultura de Bragança; e o PCT Tapajós. Após a detalhada explanação, os membros do Conselho aprovaram, por unanimidade, o Inova Pará. A reitora da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Raimunda Monteiro, parabenizou a iniciativa, ressaltando a importância de otimizar o investimento, “um dos pontos que acho positivo é a precisão dos investimentos nos gargalos, nas partes mais frágeis”. Ela considera que se chega a um “ponto ótimo” com a exploração dos Parques de Ciência e Tecnologia e uso de metodologias que privilegiam as leituras regionais.

Editais - Na sequência da reunião, o diretor-presidente da Fapespa, Eduardo Costa, realizou o lançamento dos três primeiros editais da Fundação para este ano, que envolvem bolsas de iniciação científica, de mestrado e de doutorado. Costa também aproveitou para explicitar o trabalho do órgão nos últimos anos, destacando que, em 2016, a Fapespa investiu quase 19 milhões de reais em bolsas de pesquisa e, para 2017, já estão previstos 20 milhões. Também foram pautas da reunião a aprovação da Resolução do Plano Diretor da SECTET 2015-2019 e a apresentação do Programa Inovatec Pará (Programa de Inovação Tecnológica para fomento de start ups).

Além de Sectet, Fapespa e Ufopa, estiveram presentes na reunião os representantes dos seguintes órgãos: secretarias de Estado de Turismo (Setur), de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme); Museu Paraense Emílio Goeldi; Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA); Centro de Ensino Superior do Pará (Cesupa); Instituto Evandro Chagas; Instituto Tecnológico Vale; Banco da Amazônia; Embrapa; Sebrae, Federação do Comércio; Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa) e Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá).

Fonte: Asscom Sectet

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Dirigentes estaduais debatem o "Pará 2030" e firmam parcerias com municípios do nordeste paraense

Sectet - qua, 15/02/2017 - 14:35
15/02/2017

Prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, secretários municipais, empresários, comerciantes, dirigentes de entidades de classe do setor produtivo do nordeste paraense lotaram o auditório Frei Leônidas Vavassori, na praça matriz de Capanema, para debater o planejamento estratégico Pará 2030 para a região e celebrar acordos com o Programa conduzido pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), nesta terça-feira, 14. Três Termos de Compromissos foram assinados para validar ações já em curso no Executivo estadual.

Além do titular da Sedeme, Adnan Demachki, dirigentes estaduais de sete órgãos públicos, como os secretários de Ciência, Tecnologia e Inovação (Sectet) e de Turismo, respectivamente, Alex Fiúza de Melo e Adenauer Góes, participaram das discussões junto às lideranças da área econômica da região do Caeté, que reúne 4.100 empresas. Desse total, 1.800 têm cadastro regular na Junta Comercial do Pará (Jucepa) e 2.200 são micro e pequenos estabelecimentos, segundo informações do vice-presidente da Jucepa, Mauro dos Santos Leônidas, presente ao evento. 

"É importante haver essa integração, essa busca de aproximação para trabalharmos na mesma direção. O Pará 2030 é o norte da economia e a partir dele nós estamos buscando parceiros para que possamos caminhar em direção ao desenvolvimento. A síntese é crescer e verticalizar parte desta produção, gerando os empregos e a renda à altura do Pará que queremos'', destacou Adnan Demachki.

"Estou horando e feliz com a presença da comitiva do Estado em nossa cidade. Capanema é parceira do Pará 2030 e estamos de portas abertas para crescer juntos'', afirmou Chico Neto, prefeito de Capanema.

Políticas Públicas - O Pará 2030 avança e já apresenta resultados concretos. Alex Fiúza, por exemplo, apresentou duas políticas públicas que já estão em andamento para dar praticidade às iniciativas do programa: o ''Pará Profissional'' e o ''Inova Pará''. Como exemplo, Fiúza citou a unica fábrica de açúcar e álcool que funciona em Ulianópolis, sudeste paraense, cuja cidade não tinha um técnico formado com perfil para trabalhar na empresa. O Pará Profissional está formando técnicos locais para a contratação imediata na fábrica. Alguns já são até contratados pelo grupo, mas não tinham a formação profissional necessária para ocupar as vagas ofertadas.

"As duas políticas são flexíveis, como nos exige o mundo atual, e estão disponíveis para toda a região do Caeté, para que trabalhemos de acordo com a vocação e necessidade dos municípios'', afirmou Alex Fiúza de Melo, explicando que o Inova Pará organiza o que pode se chamar de polo regional de inovação, unindo o conhecimento que está disponível, mas não está sendo usado pelo setor produtivo. 

Fiúza informou que há duas semanas o Inova Pará celebrou em Bragança, nos campi da Universidade Federal do Pará (Ufpa) e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), na região do Caeté, um polo de geração de quase 10 espécies de alevinos (peixes recém saídos do ovo), com alta capacidade científica. "Bragança tem 60 doutores e PHDs, com formação em engenharia de pesca e biologia ambiental, produzindo em laboratórios de ponta, escrevendo artigos para revistas internacionais sem gerar um negócio na região em aquicultura'', observou o secretário da Sectet.

O Inova Pará reuniu as duas instituições, vai completar os laboratórios com tanques e já está repassando os recursos para que o novo negócio em aquicultura aconteça na prática, tornando-se referência em tecnologia e inovação para o nordeste paraense e todo o Pará.

"Nós já estamos seguindo a linha do Pará 2030 em Bragança, nosso planejamento estratégico municipal está pautado no Programa. O Estado tem sido nosso parceiro e queremos avançar ainda mais'', informou Mário Júnior, vice-prefeito de Bragança. 

Outras Iniciativas - Um por um, os secretários e dirigentes estaduais apresentaram o que suas pastas vêm fazendo dentro do Pará 2030, cuja estratégia se fundamenta no trabalho integrado do setor produtivo do Executivo estadual, voltado para a vocação natural das economias locais por região, a partir de uma atuação desburocratizada da máquina pública, com foco no conhecimento da realidade local e das demandas da população. 

O secretário adjunto da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Ronaldo Lima, falou sobre o licenciamento ambiental simplificado integrado na Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim). Este licenciamento consiste na concessão das Licenças Prévia (LP), de Instalação (LI), de Operação (LO) e da Licença de Atividade Rural (LAR), em um único momento ou isoladamente, para empresas e/ou atividades classificadas como de baixo impacto ambiental. 

O vice-presidente da Jucepa, Mauro dos Santos Leônidas, reafirmou o esforço que a entidade realiza para também simplificar os procedimentos de registro de empresa, com foco a tornar o ato cada vez mais fácil e rápido para o empreendedor. 

As apresentações do Pará 2030 são importantes porque os interessados participam ativamente, são informados sobre o que está em execução no âmbito do programa e discutem com clareza de opiniões a respeito. Na tarde desta terça-feira, não foi diferente em Capanema. Empresários e lideranças políticas buscaram informações, expuseram seus pontos de vista e esclareceram dúvidas a respeito das ações propostas.

O programa não é estático, frisou Adnan Demachki, ele foi construído com a sociedade local e segue em construção coletiva. O secretário informou o site institucional do planejamento estratégico, que já está à disposição do público no endereço eletrônico: www.para2030.com.br.

Após três horas e meia de conversas e explanações, o evento se encerrou com a assinatura de três termos de compromissos para dinamizar as economias municipais, a exemplo da integração de Capanema à Rede Sim, para facilitar a abertura e formalização de empresas junto à Jucepa e o Sebrae Pará, grandes parceiros do Pará 2030.

Termos de Compromisso - Outro documento foi assinado reforçando a participação dos municípios e de Capanema no programa da Setur, "Rota Turística'', e um terceiro termo de compromisso foi firmado junto ao Instituto de Terras do Pará (Iterpa), que estreará um projeto piloto em breve em Capanema, para agilizar o processo de regularização fundiária no município, por meio do Cadastro Rural Fundiário (Carf).

"Na semana passada foi divulgada a produção industrial do Brasil, que teve um decréscimo de 6.6%, e o Pará foi o único Estado da Federação com crescimento positivo de 9.5%, isso é um indicador de que estamos no caminho certo'', finalizou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Adnan Demachki.

"Sem planejamento não se chega a lugar nenhum, é isso o que o Pará 2030 nos ensina e estamos felizes de saber que o Estado tem disposição de trabalhar conosco em parceria'', afirmou Renata Sousa, prefeita de Primavera.

Participaram também do encontro vereadores e secretários municipais de Santarém Novo, Augusto Corrêa, São João de Pirabas, Capitão Poço, Cachoeira do Piriá, Viseu, Vigia, Capanema e Bragança. Na comitiva estadual, profissionais da Sedeme, Sectet, Setur, Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), Secretarias de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) e de Planejamento (Seplan), Emater, Iterpa, bem como os dirigentes do Sebrae Pará, o diretor superintendente Fabrízio Guaglianone e o presidente da Associação Comercial do Pará, Fábio Lúcio Costa, entre outras personalidades.

Texto: Valéria Nascimento (Ascom Sedeme)

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Projeto desenvolvido pela Prodepa para facilitar a vida de deficientes visuais

Prodepa - ter, 14/02/2017 - 10:58
14/02/2017 - 11:00

Acessibilidade na Web ganha destaque com projeto A1br.org 

Nos últimos anos a acessibilidade vem se tornando tema fundamental na concepção de projetos dos mais variados, do planejamento de cidades à arquitetura de prédios, até o desenvolvimento de sites e aplicativos digitais. A  Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa) vem se destacando no assunto com a iniciativa de um grupo de técnicos atentos às demandas emergentes da sociedade. Assim surge o projeto a1br.org - o primeiro portal de notícias acessíveis do Brasil, premiado em terceiro lugar na quarta edição do “Prêmio Nacional de Acessibilidade na Web - Todos@web”.
    
Ter acesso à produção de conteúdo e, portanto, de conhecimento é uma questão de autonomia. Hoje em dia os sites desenvolvidos são povoados de conteúdo visual, o que torna a experiência dificultosa para uma parcela considerável de cidadãos que têm as mesmas necessidades da maioria da população. Por outro lado, é crescente a disponibilidade de serviços de Governo pela web e por isso, são fundamentais projetos que busquem minimizar as diferenças para equilibrar privilégios e possibilidades. 

Quando se percebe que aproximadamente 24% da sociedade brasileira apresenta algum tipo de deficiência, segundo o Censo 2010 / IBGE, e que quase 19% tem alguma deficiência visual, é momento de planejar com mais atenção às necessidades do entorno, nas diversas áreas da sociedade. Segundo o diretor de Desenvolvimento de Sistemas da Prodepa, Lourenço Monteiro, “por uma iniciativa do técnico Edinamar Andrade, contando com nosso apoio, da diretoria e da gestão da empresa, algumas ações foram iniciadas para melhorar a questão da acessibilidade”. De uma dessas ações, se desenvolveu uma parceria com a Ufra - Universidade Federal Rural do Pará, prevendo a troca de informações entre pesquisadores especialistas nesse tema e os analistas, que compraram a ideia, fazendo com que o Governo do Estado também tornasse seus sites e conteúdos mais acessíveis”, explica o diretor.
 
Navegar pelo som

O analista de sistemas da Prodepa e idealizador do portal A1br.org, Edinamar Andrade, conta que vem trabalhando há dez anos com a ideia de acessibilizar os conteúdos na internet, ou seja, permitir que públicos com deficiência visual consigam ouvir os conteúdos de interesse. “A acessibilidade na web acaba facilitando a todos, mas sem dúvida nenhuma pessoas com deficiência visual e  idosas são as maiores beneficiadas no acesso aos conteúdos na Internet. O portal A1br é o que chamamos de acessibilidade na web ideal, cruzando informações no ambiente visivelmente mais simples e menos carregado de informações desnecessárias”. Edinamar esclarece que “as pessoas cegas utilizam programas de computadores, as chamadas tecnologias assistivas ou tecnologias de apoio. São tecnologias feitas para dar autonomia e independência para pessoas com deficiência. Assim como temos a bengala, o cão guia, temos no mundo virtual o leitor de tela, que realiza a leitura do conteúdo que aparece na tela”.
 
O problema dos leitores de tela é a falta de acessibilidade e  usabilidade dos sites, é que para cada página acessada, o software precisa ler todos os itens que existem até chegar nas informações de interesse. Ao visualizar um portal de notícias, percebe-se o percurso que o software precisa fazer até chegar no conteúdo de interesse do usuário, tornando a experiência dificultosa e demorada para o público com deficiência visual. “Tem pessoas cegas que já trabalham com computador que até conseguem acessar os conteúdos através de teclas de atalhos por exemplo, mesmo não possuindo acessibilidade. Mas a grande maioria das pessoas cegas não possui experiência no uso frequente do computador, logo quando desejam acessar os conteúdos, têm muita dificuldade para chegar na informação”, afirma Edinamar.
 
Nos dias de hoje, o computador e a internet trouxeram muita independência para as pessoas com deficiência visual. Antigamente só era possível obter notícias através do jornal impresso, logo dependiam exclusivamente de uma outra pessoa para ler. Hoje, é preciso apenas que as pessoas tenham a possibilidade de acessar os sites, escutar as informações e fazer suas próprias interpretações. “Quando você projeta uma cidade, um edifício ou um site, se você não perceber a diversidade do público no momento de projetar, vai sair muito caro depois para corrigir. Então, ou você inclui na arquitetura original de cada projeto, ou você ignora. E não dá para ignorar que aproximadamente 24% da população têm algum tipo de deficiência”, comenta o diretor Monteiro. “A tendência é que a gente consiga espalhar em todos os sites do Governo do Estado, e estimular que outros Estados, órgãos e outros poderes possam também se atualizar, para que a gente tenha esse percentual de sites acessíveis cada vez maior”, complementa.
 
Tecnologias contribuindo para um mundo melhor
 
Lourenço Monteiro acredita que “a tecnologia não tem esse poder de intervir na sociedade de forma contundente, mas tem uma grande contribuição a dar. E cada ação dessa é muito simbólica, e pensar que uma empresa está se preocupando com acessibilidade, em uma visão ampliada da sociedade, é um sinal, é um caminho que pode ser seguido por outras instituições”.
 
Em se tratando dos planos para o futuro, entende-se hoje o celular como o principal meio de acesso a conteúdos e execução de tarefas virtuais. A vantagem é que a maioria dos sistemas operacionais móveis já têm funções específicas, como o reconhecimento de comandos de voz, e a leitura de conteúdos. “Então os passos que a gente gostaria de atingir nas nossas ações caminham na direção de se apropriar desses recursos no desenvolvimento dos nossos projetos, para que os aplicativos e serviços públicos saiam com essa função nativamente ativada”, conclui o diretor.
 
A1br.org - o primeiro portal de notícias acessíveis do Brasil
 
Com o objetivo de contribuir para o acesso digital de usuários com deficiência, foi idealizado o projeto A1br.org que tem como objetivo acessibilizar os conteúdos disponíveis nos principais portais de notícias nacional. O Portal A1br.org possui um mecanismo que possibilita fazer uma varredura nos grandes portais de notícias e "capturar" os conteúdos principais tornando o portal limpo e acessível e facilitando assim a sua leitura principalmente por pessoas com deficiência visual e idosos.
 
Nesta primeira versão o acesso pode ser feito em diferentes plataformas tais como Windows, Linux, Mac OS e em diferentes navegadores tais como Internet Explorer, Mozilla, Chrome, Safari e etc. É possível também o acesso por meio de dispositivos de saída de dados como Notebook, Smartphone e Tablets. No caso específico das pessoas com deficiência visual, o sistema está preparado para ser utilizado por diferentes leitores de tela como NVDA, Jaws, Virtual Vision, Dosvox, entre outros.

Na primeira fase está sendo disponibilizado somente as notícias do portal G1 nas categorias, Últimas notícias, Mundo, Brasil, Pará, Entretenimento e Esportes; nas versões seguintes o usuário poderá escolher sua fonte de notícia (G1, UOL, IG, etc.) individualmente ou conjuntamente. O sistema tem a possibilidade de automaticamente reconhecer a região em que o usuário se encontra e carregar as notícias de seu interesse. “Desde 2012 eu venho com essa ideia de como fazer um site acessível, mas não foi possível pela falta de uma tecnologia. No ano passado, com a parceria importantíssima do analista de sistemas Luiz Guilherme Cruz, que pesquisou e desenvolveu  uma tecnologia capaz de filtrar os conteúdos de interesse dos portais de notícia, suprimindo banners, menus, imagens e outras informações, cruzando somente o que é de interesse em um portal simples, com alguns recursos para facilitar a experiência de usuários com deficiência visual”, explica o idealizador do A1br.org.

Acessibilidade é lei
 
Em 2004 foi regulamentada a Lei da Acessibilidade nº 5296/2004, que obriga todos os sites governamentais a terem sistema de acessibilidade. No entanto, hoje, em 2017, nem 5% dos sites governamentais nas esferas municipais, estaduais e federais possuem a tecnologia adequada. No Estado do Pará, a Prodepa contribui com o índice de 36% de sites do Governo acessíveis. 

 

Gerência de Comunicação

Divisão de Marketing

 

 

Tags: cidadania
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Aedes aegypti

Sectet - ter, 14/02/2017 - 10:45
14/02/2017

Sectet apoia campanha do Governo do Pará de combate ao mosquito Aedes

Neste mês de fevereiro, o Governo do Estado inciou uma grande campanha de combate à dengue, chikungunya e zika, todas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Não existe um tipo de sangue que atraia o mosquito de uma forma mais intensa. Todas as pessoas, independente da tipagem sanguínea, correm o risco de serem contaminadas pelo Aedes aegypti. O mosquito precisa ser combatido tanto na forma adulta, quanto na forma de larva. Assim, deve se evitar acumular lixo e água parada. Ao entrar em locais como bosques e florestas é preciso se proteger com calças e blusas de mangas compridas. O uso de repelente é fundamental durante todo o dia e a reaplicação do produto deve ser feita a cada seis horas. Quem perceber a presença de focos do mosquito pode entrar em contato com número 4006-4857 e fazer a denúncia. Confira mais dicas abaixo:

           

                                              Confira mais informações sobre as doenças causadas pelo mosquito, os sintomas e as formas de tratamento no site: http://www.agenciapara.com.br/            
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Certificação dos cursos realizados no âmbito do Programa Pará Profissional e do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)

Sectet - ter, 14/02/2017 - 10:21

Dez turmas de Belém e uma de Ananindeua recebem, no próximo dia 17, a certificação dos cursos realizados no âmbito do Programa Pará Profissional e do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). A certificação se dará em dois momentos: pela manhã, no auditório da Unama BR, em Ananindeua e, à tarde, no auditório da Fiepa, em Belém. Os eventos são uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretária de Ciência, Tecnologia, Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Ministério da Educação (MEC) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/PA). O momento será uma grande oportunidade para que os empresários do Estado entendam melhor sobre o Pará Profissional e, assim, possam realizar, junto à Sectet, demandas de cursos para qualificação da mão de obra em suas empresas. Confira a programação AQUI

Data do Evento: sexta-feira, Fevereiro 17, 2017Local Evento: Ananindeua: Auditório da Universidade da Amazônia (Unama) | Belém: Auditório Albano Franco (Fiepa)
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Internet livre amplia inclusão digital: saiba como e onde acessar os hotzones ou Pontos de Acesso Livre

Prodepa - ter, 07/02/2017 - 16:29
07/02/2017 - 16:30

Ampliação do acesso rápido e confiável à internet e às políticas públicas disponibilizadas pelas esferas do Governo: são reflexos do Navegapará, ação hoje presente em 75 cidades, que contam com pelo menos um Ponto de Acesso Livre ao cidadão, promovendo inclusão social por meio da Inclusão Digital. São praças, orlas, aeroportos e pontos turísticos onde a população pode se reunir para utilizar a internet de forma temporária, a partir dos seus dispositivos móveis por meio de conexão wi-fi.

Os hotzones, como são chamados os pontos de acesso disponibilizados pela Prodepa, fazem parte do projeto Cidades Digitais, promovendo conectividade ao cidadão, onde o Estado chega com sua infraestrutura de modernização. A partir de fibra óptica ou rádios transmissores instalados, qualquer cidadão, dentro da zona de cobertura do rádio wi-fi, com seu dispositivo móvel como tablet, celular, smartphone, netbook ou notebook, pode se conectar à rede sem fio e usufruir de uma conexão em banda larga para acesso a navegação em sites e serviços on-line.

Os Pontos de Acesso Livre são alternativas criadas para que as comunidades dos municípios conectados possam acessar a internet em pontos importantes da cidade sempre que precisarem. O gerente de Redes e Telecomunicações da Prodepa, Rodrigo Ferreira, explica que “os hotzones não foram feitos para substituir os pacotes de internet próprios, e sim para que as pessoas em trânsito utilizem a internet gratuitamente de forma temporária para acesso aos serviços e informações locais. É um uso rotativo e coletivo”.

O acesso wi-fi apresenta algumas características que devem ser observadas, tais como a área de cobertura do serviço, geralmente limitada entre 50 e 300 metros a partir do equipamento, o que pode interferir na qualidade e até no funcionamento do serviço; e o  limite de banda para tráfego de dados. Rodrigo explica que “em todos os hotzones há limites de banda total de 5mb e para cada usuário até 1mb. Ou seja, se houver cinco usuários conectados em um mesmo AP (Access Point), será disponibilizado 1mb para cada usuário, e assim sucessivamente, serão compartilhados os MB disponíveis por quantos usuários estiverem conectados simultaneamente no AP”.

A empresa está investindo, juntamente com Governo e parceiros, na melhoria da rede. "Os equipamentos hoje, na maioria dos hotzones, suportam até 64 clientes. E em determinados lugares percebemos que isso não é suficiente. Estamos identificando estes hotzones de grande circulação de pessoas e prevendo a mudança para um hardware de maior capacidade e melhores condições de gerenciamento", relata o diretor de Tecnologia e Comunicação da Prodepa, Fernando Nunes.

Segurança no acesso 

Os serviços de utilização de internet oferecidos pela Prodepa já se encontram de acordo com o Marco Civil da Internet, que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. A Lei sancionada em abril de 2014 oferece maior segurança de acesso, tanto para a empresa, quanto para os seus usuários. “Todo mundo que fornece serviço gratuito, precisa saber quem está utilizando essa internet. A autenticação garante respaldo, inclusive jurídico”, explica Rodrigo. 

Segundo as determinações do Marco Civil da Internet a proteção dos dados pessoais e a privacidade dos usuários são garantias estabelecidas pela Lei. As informações de cada usuário e de sua usabilidade somente podem ser acessadas via pedidos judiciais. Seguindo as novas determinações, para acessar a internet oferecida pelo Navegapará o usuário precisa fazer um cadastro simples na primeira vez em que vai utilizar o serviço.

"O sistema de identificação e controle utiliza-se de um cadastro único para toda a rede de acesso livre do Estado. O usuário cadastra-se com e-mail, celular e, a partir dessa identificação, não precisará mais se cadastrar em outras ocasiões, apenas autenticar-se", afirma o diretor Nunes.

Via de regra as conexões ficam ativas por 30 minutos, após esse período o usuário será obrigado a reconectar-se. Toda e qualquer conexão inativa por  mais de 10 minutos, exigirá nova autenticação. O procedimento garante que usuários inativos não ocupem as portas de acesso, facilitando a rotatividade de usuários conectados. “O serviço disponibilizado de acesso à Internet é público e deve estar disponível a todos de forma equânime, por isso se fazem necessárias as regras de uso”, explica Rodrigo.

Na velocidade da luz

O objetivo da atual gestão é implantar 1.500km de fibra óptica no Pará até 2018. Nos últimos dois anos foram implantados 235 km de infovias em fibra óptica entre Santa Maria do Pará e Paragominas, Marabá e Eldorado do Carajás e Ponta de Pedras e Vila do Conde. Já estão em fase de execução 550 km de infovias de fibra óptica, compreendendo Santa Maria do Pará, Peixe-Boi, Capanema, Altamira, Vitória do Xingu, Brasil Novo, Medicilândia, Uruará, Placas, Pacajá e Anapu. "A fibra óptica possui muitas vantagens como imunidade a interferências eletromagnéticas e ruídos, capacidade de transmissão bastante grande, redução do número de ativos de rede (em relação a enlaces de rádio ponto-a-ponto), facilidade na manutenção, dentre outras. Os custos, que há alguns anos eram altos, estão acessíveis, facilitando o seu uso por governos, empresas e provedores”, contextualiza o técnico Rodrigo. 

As infovias podem ser construídas por rádio transmissores ou por fibra óptica. Com a fibra óptica, o sinal é transformado em luz, sua velocidade é de 300 milhões de metros por segundo. A diferença é enorme se comparada aos cabos elétricos ou outros tipos de conexão. No entanto, para sua instalação é necessário a existência de infraestrutura como estradas e/ou cabeamentos elétricos. Para viabilizar a expansão desta infraestrutura pelo território paraense entrecortado por rios e florestas, a Prodepa tem apostado em parcerias com outros órgãos, de várias esferas.
    
Ao se comparar com os rádios transmissores que tem muitos detalhes técnicos e variáveis, a fibra garante maior estabilidade pela simplicidade de conexão, além de ser menos suscetível aos fatores climáticos e garantir uma banda de dados infinitamente maior. Por sua vez, o mercado de empresas de fibra óptica vem crescendo a cada ano, tornando o preço mais viável para sua implantação no Estado.

Acesse e conheça os pontos de acesso livre em todo o Estado.

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Servidores do Estado se especializam em gestão de ciência e tecnologia

Prodepa - ter, 07/02/2017 - 10:50
06/02/2017 - 10:45

Ocorreu nesta segunda-feira (6), na Escola de Governança Pública do Pará (EGPA), a aula inaugural da pós-graduação lato sensu em Gestão de Ciência e Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica, idealizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com a EGPA. O objetivo é aperfeiçoar as habilidades dos servidores públicos do Estado para que estejam aptos a elaborar projetos, fazer a gestão de programas específicos para o setor de ciência, tecnologia e inovação e de educação profissional e tecnológica.

Ao todo, 40 vagas foram abertas na primeira oferta do curso, com inscritos do quadro de servidores da Sectet e outros órgãos do governo que atuam em áreas afins, como a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação (Prodepa), as secretarias de Educação, Turismo e Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, entre outras.

“Queremos formar gestores públicos com conteúdo, pois é isso que o atual cenário do país exige na hora de analisar e formular projetos inovadores capazes de atrair investimentos para o setor de ciência, tecnologia e inovação”, disse o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, na abertura da aula inaugural, que também teve a presença do diretor geral da EGPA, Ruy Santos Filho, do presidente da Prodepa, Theo Pires, e da secretaria adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez.

Palestra – A aula inaugural teve a presença do professor da Universidade de Brasília (UnB) Elimar Nascimento, que ministrou a palestra "Ciência, Tecnologia & Inovação: desafios para um Brasil diferente”. “Estar ligado nas tendências do mundo é o primeiro passo para quem quer trabalhar com ciência, tecnologia e educação profissional. Além disso, o gestor público tem que estar aberto a mudanças e ao trabalho em equipe, hábitos essenciais para o desenvolvimento de políticas públicas coerentes com mudanças tecnológicas atuais”, disse.

As disciplinas serão ofertadas em três módulos, que juntos somarão 360 horas de aula. Os módulos I e II serão comuns a todos os servidores; o terceiro é o momento de eleger a área pretendida para o instrumental. “O curso é totalmente direcionado ao trabalho que desenvolvemos na gestão do fomento à pesquisa, e dialoga perfeitamente com o meu anseio de melhor atender as necessidades do nosso publico, que são os pesquisadores paraenses”, afirmou a servidora da Fapespa Fernanda dos Santos. As próximas aulas serão na Sectet, com previsão de término em julho de 2018.

Tags: gestão tecnologia informação
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