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Centro de Piscicultura incrementará economia regional em R$ 4 milhões ao ano

Sectet - ter, 21/02/2017 - 11:05
21/02/2017

Um grande passo foi dado nesta segunda-feira (20), em Bragança, no nordeste do Estado, para que a região possa em breve deter e disseminar tecnologia que poderá representar a criação de 510 mil novos alevinos (filhotes) de surubim e piaus geneticamente melhorados com a ajuda de laboratórios, ao ano.

O impacto imediato disso será um acréscimo de 150 toneladas na produção anual de surubins, além de outras 300 toneladas a mais na produção de piaus, em toda a região bragantina – o que significa uma previsão de R$ 4 milhões a mais injetados na economia da piscicultura e aquicultura da região a cada vez que esse ciclo produtivo possa ser repetido.

Esse é o resultado inicial estimado pela assinatura do convênio 3/2017, celebrado na manhã desta segunda entre o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (Fapespa) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet).

O convênio, assinado no campus de Bragança do IFPA, garantirá apoio do Governo do Estado às atividades do Centro de Piscicultura do IFPA (Cepis), que fortalece o Polo Científico e Tecnológico de Bragança. O acordo é parte integrante do Protocolo de Intenções do Polo de Pesca e Aquicultura do Pará.

Os investimentos somam R$ 1,8 milhão para a implantação do Centro de Piscicultura do IFPA (Cepis) em Bragança. O centro favorecerá a geração de conhecimento e a transferência de tecnologia relacionados à aquicultura na região e também promoverá formação de profissionais na área.

Desse total, R$ 900 mil é a contrapartida do IFPA no convênio, que inclui na sua agenda a construção do Laboratório de Biologia Molecular da instituição, além da instalação de 12 mil metros cúbicos de lâmina d’água em viveiros para alevinos. As etapas da implantação do Cepis também incluem a aquisição de um aparelho sequenciador genético. Além disso, o acordo firmado resultará em mais R$ 1,5 milhão destinado pela Fapespa em novos editais ao fomento à pesquisa dirigidos especificamente ao Polo Científico e Tecnológico de Bragança.

Quando essa estrutura estiver instalada, serão produzidos 400 mil alevinos de piau ao ano, além de outros 110 mil alevinos de surubim, com garantia de melhoria da qualidade genética do pescado produzido na região. Estima-se ainda que, após a assinatura desse convênio entre IFPA, Fapespa e Sectet, até R$ 1,4 milhão poderá ser movimentado na economia local bragantina nos próximos quatro anos.

Caminho

O convênio assinado esta segunda pela Fapespa e Sectec com o IFPA complementa outro, já assinado em janeiro passado, com a Universidade Federal do Pará (UFPA), pelo programa Inova Pará. Nele, R$ 3,4 milhões foram destinados à implantação do Centro de Pesquisas em Aquicultura (Ceanpa) de Bragança, beneficiando também a formação de profissionais pelos cursos de Engenharia da Pesca e as pós-graduações em Biologia Ambiental e em Aquicultura e Pesca.

A aquicultura e a pesca estão entre as 12 cadeias produtivas consideradas estratégicas para o programa Pará 2030, que fomenta a verticalização da produção e a geração de renda no Estado. Em Bragança, são 17 os piscicultores e aquicultores cadastrados pelo município, além de outros 50 mapeados na região. “Serão quase R$ 7 milhões investidos na região do Caeté. Isso mudará a feição da pesquisa e inovação na região”, avaliou, durante a assinatura do convênio em Bragança, Eduardo Costa, presidente da Fapespa.

A apresentação do convênio no IFPA contou ainda com a participação do prefeito em exercício de Bragança, Mário Ribeiro; de Maria Amélia Rodrigues da Silva Enriquez, secretária adjunta da Sectec; do reitor do IFPA, professor doutor Cláudio Alex Rocha; e do professor e mestre Danilo Cunha, diretor geral do Campus do IFPA em Bragança; além do professor doutor Mauro Damasceno de Melo, coordenador de pesquisa e pós-graduação do IFPA; e do professor e mestre Cassio Eduardo Flexa, coordenador do convênio firmado.

“Este é um projeto que impactará não apenas a região de Bragança, mas todo o Pará. Nosso desafio é vencer o paradoxo de nossa economia: bons indicadores, mas ainda com grande parte da população em vulnerabilidade social. Esse é o objetivo do Pará 2030. Verticalizar a economia e investir em ciência e tecnologia é crucial”, ressaltou Eduardo Costa, citando ainda a descentralização dos investimentos rumo ao interior priorizada nos últimos anos pela Fapespa - com aplicação de editais regionalizados e incentivos ao fortalecimento das redes de pesquisa nas regiões de integração. “Hoje é essa pesquisa que apoiamos: a que debate o desenvolvimento social de nossa população”.

O volume de recursos aplicados também dobrou. Em 2015, foram R$ 10 milhões investidos pela Fapespa em editais de fomento à pesquisa. Em 2016, foram R$ 18 milhões, com 1.300 bolsas de doutorado e mestrado beneficiadas. Em 2017, mais de R$ 20 milhões estão previstos em novos editais de fomento.

Polo piscicultor

“Esse convênio beneficiará na verdade todos os cursos ligados à cadeia produtiva em todo o Pará. Resultará em capacitação para alunos e produtores, tendo o Governo do Pará como grande parceiro”, afirmou Cassio Eduardo Flexa, coordenador do convênio, citando pesquisas em melhorias genéticas e a inclusão de novas espécies para o mercado regional como alguns dos desdobramentos.

Já Mauro André Damasceno de Melo, coordenador de pesquisa e pós-graduação do IFPA, explica o impacto dessa produção com material genético melhorado: “O uso de sequenciador para melhoria genética de espécies no Laboratório de Biologia Molecular é a atual fronteira tecnológica. Até sequenciamento de genomas será possível”, comemora. Com isso, identificação de genes de interesse permitirão que espécies sejam produzidas com maior controle de características, como o peso. “São trabalhos e mais trabalhos de dissertação possíveis. Isso tudo vai muito além do que se possa imaginar”, garante Melo.

“Isso será uma contribuição significativa para a economia da região e do Estado. Esse projeto é um pulso à nossa cadeia de produtores, enxertando espécimes de peixes de qualidade e fortalecendo a cadeia da piscicultura na região”, ressaltou Danilo Silveira da Cunha, diretor-geral do campus do IFPA em Bragança.

Piscicultores começarão a produção com um milhão de alevinos em fazenda

“Estamos prontos para finalmente começar”, suspiram, em tom pragmático, o casal formado pelo produtor Yuri Morais, 44, e pela doutora em veterinária Rita Sampaio, 46. Há 30 anos a família dos piscicultores mantém a fazenda Tataueira, em Igarapé-Açu, acessada pelo ramal do igarapé Urubuquara.

Yuri e Rita estão instalados a 75 quilômetros da sede do campus, onde foi assinado o novo convênio entre IFPA, Fapespa e Sectet, em Bragança. Há quatro anos eles decidiram apostar na piscicultura, completando um ciclo de 10 anos de preparo próprio e interação com outros produtores da região e com pesquisadores.

Dois anos foram necessários só para ajustes de manejo de tanques e peixes, para aplicarem a tecnologia de reprodução do tambaqui. Outros passos ainda serão necessários para o manejo do pirarucu. Em uma área equivalente a sete campos de futebol apenas para as lâminas d’água formadas por uma nascente, além dos tanques construídos para manejo e reprodução, eles já lidam com um potencial de produção inicial de um milhão de alevinos comercializados por ano. Imaginam que podem chegar ao dobro disso em alguns anos. 

É o resumo da história de um caminho longo, vivido por muitos outros produtores, mas que pode ser encurtado ainda mais com o esforço iniciado agora pelo Pará, após a assinatura do convênio entre Fapespa, IFPA e Sectet, em Bragança. “Não há como o produtor viver sem pesquisa, assim como não há como o pesquisador fazer algo que não esteja ligado ao que precisa o produtor”, assevera a veterinária Rita Sampaio.

“Pesquisa é fundamental para alavancar o Pará na economia da piscicultura. O Estado hoje não entra nem no ranking da produção nacional, embora tenha maior número de produtores. Ainda é um panorama de baixa produção e atividade predominantemente amadora”, diz Yuri Morais.

“Com esse convênio assinado, damos um passo gigantesco, embora muitos passos importantes já tenham sido dados lá atrás para isso. Sem tecnologia não vamos a lugar algum. Precisamos aproximar cada vez mais pesquisadores e produtores. Isso é fundamental”, pondera o piscicultor.

Mudanças

“É muito importante essa união de esforços institucionais em tempos difíceis. Isso é hoje fundamental para o desenvolvimento do nosso polo tecnológico, da pesquisa e da produção da região”, avaliou o reitor do IFPA, Cláudio Alex Rocha, durante a assinatura do convênio desta segunda-feira.

“Apesar dos caminhos desses estudos serem complexos, a finalidade desses avanços é muito simples: melhorar as condições de vida da população de Bragança e da região. Além disso, esses estudos beneficiarão também cursos em nossos 18 campi, com know how que pode espalhar benefícios por todo o Estado”, resumiu o reitor do IFPA.

Para Maria Amélia Rodrigues, secretária-adjunta da Sectet, Bragança é um terreno muito fértil para políticas públicas voltadas para a região. “É um resgate histórico para com essa região que contribuiu tanto para o crescimento do Pará no passado. A inovação é um elemento estruturante do desenvolvimento e isso não se faz sem investimento em educação e geração de conhecimento”.

Por Lázaro Magalhães/Agência Pará

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Certificação Belém/Ananindeua/Castanhal

Sectet - seg, 20/02/2017 - 10:55

O caminho para o desenvolvimento por meio da disseminação do conhecimento e da qualificação profissional norteou os dois eventos ocorridos no dia 17 de fevereiro de 2017, na Região Metropolitana de Belém, nos quais foram entregues certificados de conclusão de cursos profissionalizantes para alunos de 11 turmas dos municípios de Ananindeua, Belém e Castanhal no âmbito do Programa Pará Profissional e Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) - Setor Produtivo.

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Seminários apontam qualificação profissional como caminho para o desenvolvimento

Sectet - sab, 18/02/2017 - 19:01
18/02/2017

O caminho para o desenvolvimento por meio da disseminação do conhecimento e da qualificação profissional foi o eixo norteador dos dois eventos ocorridos nesta sexta-feira (17), na Região Metropolitana de Belém, que culminaram com a entrega dos certificados de conclusão de cursos profissionalizantes para alunos de 11 onze turmas de Ananindeua, Belém e Castanhal no âmbito do Programa Pará Profissional e Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) - setor produtivo, coordenados pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Esses órgãos organizaram de forma duplicada – pela manhã, em Ananindeua e, à tarde, em Belém – um seminário para trabalhadores e entidades empresariais conhecerem melhor as políticas de qualificação que os governos estadual e federal oferecem.

O coordenador do Pronatec-Setor Produtivo no MDIC, Luís Gustavo Montes, apresentou a nova plataforma digital do Programa, a ser lançada em março, chamada de Supertec. O Pronatec é um programa governamental que tem o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica no país. No viés do setor produtivo, o programa tem como função alinhar a oferta de cursos profissionalizantes à demanda dos setores produtivos em função da sua distribuição O novo ambiente digital facilitará a comunicação de demandas das empresas, assim como possibilitará o monitoramento da permanência dos alunos nos cursos e os resultados para a vida de cada egresso. A iniciativa conta com o apoio do Ministério da Educação (MEC).

Montes ainda celebrou a parceria com a Sectet que, desde 2015, assinou Acordo de Cooperação Técnica com o MDIC e passou a ser a articuladora do Pronatec, no Estado, realizando o levantamento técnico das demandas do setor e repassando ao Ministério. Em 2016, o Pará foi o quarto Estado que mais recebeu vagas do Programa Federal. “O caso do Pará é um dos grandes exemplos para outros como exemplo de sucesso na articulação de qualificação técnica e profissional, que é um dos gargalos do desenvolvimento do país, por isso este é um momento de trabalharmos políticas de médio e longo prazo”, ressaltou o coordenador.

Já o secretário titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, explanou sobre o Pará Profissional que foi instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, sob coordenação da Secretaria, descrito como um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais, com a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica nas diversas modalidades a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento no Estado. Ele ainda destacou que a nova plataforma digital do Pronatec virá ao encontro do que é realizado no Estado e será um “grande salto para o futuro”. A Secretária Adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez, finalizou apontando ainda as formas como os programas de qualificação ajudam a atingir um dos grandes objetivos do Governo do Estado que é reduzir a pobreza e as desigualdades, centrando suas ações voltadas às cadeias produtivas estratégicas do Pará.

Para o coordenador do Núcleo de Automecânica do Pará, Massilon Alves, que assistiu ao seminário em Ananindeua, o grande avanço dos Programas apresentados é voltar a oferta dos cursos às demandas do mercado e permitir às entidades empresariais, assim como os produtores rurais, por exemplo, participarem da formatação dos cursos, “isso vai nos auxiliar a ter acesso às novas tecnologias de capacitação profissional muito mais rápido, vamos sair da inércia”, explicitou.

Certificação - Receberam os certificados, no âmbito do programa estadual, os alunos dos cursos de Técnicas de Parametrização de Inversor de Frequência; Técnicas em Automação Predial; Boas Práticas na Manipulação Higiênico-sanitária de Carnes Frescas e Temperadas; Inspetor de Solda Nível 1 e Técnicas de Gestão de Resíduos Sólidos para o Setor Industrial. Já no âmbito do Pronatec-setor produtivo, foram certificados os alunos de seis cursos, sendo três turmas, em diferentes níveis, de Pedreiro de Revestimento de Argamassa e três outras de Instalador Hidráulico Residencial.

Para o aluno de um desses cursos, que é egresso do sistema penal, Arnaldo Fiver, poder se qualificar foi a oportunidade que possibilitará grandes mudanças para sua vida, “a importância é que posso me atualizar para o mercado de trabalho, porque hoje o conhecimento é tudo e creio que daqui em diante vai mudar muita coisa, estarei mais inserido no mercado, assim vou me desenvolver mais e mais”, concluiu.

Também participaram dos eventos, nos dois municípios, representantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no Pará (Senai-Pa), principal ofertante dos cursos no Estado. O seminário em Ananindeua ainda contou com a parceria e presença de representantes da prefeitura local.

(Texto: Fernanda Graim – Ascom/Sectet)

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Pará Profissional e Pronatec certificam alunos de 11 turmas de Belém, Ananindeua e Castanhal

Sectet - qui, 16/02/2017 - 10:41
16/02/2017

Em tempos em que o desemprego voltou a ser uma realidade para muitos brasileiros, as pessoas buscam na qualificação profissional um diferencial para conseguir uma nova vaga ou se manter no mercado de trabalho. Nesse intuito, no Pará, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) coordena o Pará Profissional e é articuladora, no Estado, por meio de Acordo de Cooperação Técnica com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) - setor produtivo. Os dois programas proporcionam, por meio de parcerias, cursos aos trabalhadores de diversas áreas. Na próxima sexta-feira (17), alunos de Belém, Castanhal e Ananindeua receberão os certificados de conclusão de 11 desses cursos.

O momento também será de esclarecimento à sociedade sobre os dois programas, por isso a Sectet, juntamente com o MDIC, em parceria também com o Ministério da Educação (MEC) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no Pará (Senai-Pa), que ofertou os cursos, organizaram um seminário para trabalhadores e empresários. De acordo com o coordenador do Pronatec-Setor Produtivo no MDIC, Luís Gustavo Montes, o “objetivo principal do evento é mobilizar o setor produtivo do Pará sobre a importância da qualificação profissional dos trabalhadores e as políticas que o governo federal e o governo estadual possuem para apoiá-los”. O MDIC será representado pelo diretor de Tecnologias Inovadoras da Secretaria de Inovação e Novos Negócios do Ministério, Rafael Moreira, que fará o pré-lançamento da nova plataforma do Pronatec, a qual recebeu o nome de Supertec. Além disso, estarão presentes o secretário titular e a adjunta da Sectet, Alex Fiúza de Mello e Maria Amélia Enriquez, que falarão sobre o Programa Pará Profissional e sobre as cadeias produtivas no Estado, respectivamente.

Luís Gustavo Montes explica que a escolha do Pará para o pré-lançamento foi “por ser atualmente um dos estados que mais crescem economicamente no país, possui uma grande concentração de grandes investimentos e para garantir a sustentabilidade desse crescimento, é necessário qualificar os trabalhadores. Além disso, há uma boa relação entre o governo federal, via MDIC, com o governo estadual, via Sectet, para garantir o sucesso das políticas de qualificação”. Ele destaca que o Pronatec tem um grande sucesso no Estado e agora o Pará Profissional também é uma política fundamental para o aumento da produtividade do trabalhador paraense.

Programas - O programa Pará Profissional foi instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, descrito como um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais, com a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica nas diversas modalidades a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento no Estado. A coordenação do programa foi determinada à Sectet, que incorporou a Educação Profissional, a partir da publicação da Lei no 8.404 que alterou a Lei de criação da Sectet, concedendo ao órgão a designação de Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica.

No dia 17 de fevereiro, receberão os certificados, no âmbito do programa estadual, os alunos dos cursos de Técnicas de Parametrização de Inversor de Frequência; Técnicas em Automação Predial; Boas Práticas na Manipulação Higiênico-sanitária de Carnes Frescas e Temperadas; Inspetor de Solda Nível 1 e Técnicas de Gestão de Resíduos Sólidos para o Setor Industrial.

Já no âmbito do Pronatec-setor produtivo, serão certificados os alunos de seis cursos, sendo três turmas, em diferentes níveis, de Pedreiro de Revestimento de Argamassa e três outras de Instalador Hidráulico Residencial. O Pronatec é um programa governamental que tem o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica no país. No viés do setor produtivo, o programa tem como função alinhar a oferta de cursos profissionalizantes à demanda dos setores produtivos em função da sua distribuição. Em 2015, a Sectet assinou Acordo de Cooperação Técnica com o MDIC e passou a ser a articuladora do Programa, no Estado, realizando o levantamento técnico das demandas do setor e repassando ao Ministério. Atualmente, o Pará é o 3º estado que mais recebe vagas do Programa.

Com a nova plataforma do Pronatec todos os processos serão automatizados. As empresas também poderão registrar suas demandas por qualificação de trabalhadores na plataforma, acompanhar a aprovação e o registro da escola ofertante em tempo real. Os alunos também contarão com mais informações dos cursos, atividades desempenhadas pela ocupação, habilidades necessárias e perspectivas de salário, além de se inscreverem nos cursos diretamente na plataforma. Em um momento posterior, a plataforma também irá monitorar os egressos, se foram empregados ou não.

Serviço: A certificação e o Seminário ocorrerão de forma duplicada no mesmo dia 17 de fevereiro. Pela manhã, entre 9h e 12h, será realizado em Ananindeua, no auditório da Unama BR. Pela tarde, entre 15 e 18h, ocorrerá em Belém, no auditório da Fiepa. Confira programação completa no site: www.sectet.pa.gov.br.

Texto: Fernanda Graim – Ascom/Sectet

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Programa que apoia criação de Ambientes de Inovação é aprovado pelo Consectet

Sectet - qua, 15/02/2017 - 16:37
15/02/2017

O Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Consectet), que presta assessoramento superior à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet), realizou, nesta quarta-feira (15), a primeira reunião do ano. O Consectet é formado por secretarias de Estado, universidades, instituições de pesquisa e outros órgãos afins. Durante a reunião ocorreu a aprovação do Programa “INOVA PARÁ”, coordenado pela Sectet, que conta com a parceria dos órgãos governamentais que compõem o Sistema Estadual de Inovação: Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (FAPESPA), Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (PRODEPA) e Universidade do Estado do Pará (UEPA). 

Na oportunidade, o titular da Secretaria, Alex Fiúza de Mello, explicou os motivos que levaram o órgão a somar esforços para a implantação do programa no Pará. Ele ressaltou que a Sectet, por meio de reuniões, cursos e audiências públicas, observou que muitas pesquisas sobre arranjos produtivos locais realizadas em determinados municípios por instituições diferentes eram coincidentes, porém trabalhavam paralelamente sem comunicação entre elas e os atores locais potenciais beneficiários. Por isso, o programa objetiva promover a conexão entre os envolvidos no processo a fim de gerar o desenvolvimento do Estado. 

Nesse sentido, o Inova Pará incentiva a criação e o fortalecimento de ambientes de inovação nas Regiões de Integração a partir de um conceito de Sistema Regional de Inovação, enquanto espaços privilegiados, convencionais e não-convencionais, destinados a dar o suporte científico-tecnológico necessário às cadeias produtivas consideradas estratégicas definidas pelo Plano de Governo “Pará 2030”. O desafio é transformar empresários, pesquisadores, entre outros, em empreendedores inovadores que trabalhem conjuntamente e em sinergia, gerando assim um potencial competitivo.

A secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enríquez, ressaltou que o Programa envolve cinco etapas já definidas: Identificação de demandas; Concepção; Implantação; Gestão dos Sistemas Regionais de Inovação; e Acompanhamento e Avaliação de Resultados. Na primeira, haverá debates qualificados com agentes dos setores produtivos locais, governo e instituições de ciência e tecnologia. A partir daí, será feita a avaliação, em cada Região de Integração, da estrutura necessária para implantação do Sistema de Inovação adequado à realidade local. No terceiro momento, serão elaborados os editais seletivos, chamadas públicas, celebração de convênios para efetiva implantação dos ambientes de inovação. Na quarta etapa, está prevista a qualificação profissional, inclusive de gestores, por meio de intenso programa de treinamentos. Por fim, serão realizadas visitas periódicas em cada Sistema e haverá o estabelecimento de uma relação permanente com empresas parceiras para avaliação dos impactos das atividades inovadoras desenvolvidas em sua área de atuação.

A Secretária Adjunta destacou, ainda, cinco potenciais Sistemas Regionais de Inovação: o já existente Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá; a Incubadora de Empresas do Xingu; o Polo Avançado de Pesca e Aquicultura de Bragança; e o PCT Tapajós. Após a detalhada explanação, os membros do Conselho aprovaram, por unanimidade, o Inova Pará. A reitora da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Raimunda Monteiro, parabenizou a iniciativa, ressaltando a importância de otimizar o investimento, “um dos pontos que acho positivo é a precisão dos investimentos nos gargalos, nas partes mais frágeis”. Ela considera que se chega a um “ponto ótimo” com a exploração dos Parques de Ciência e Tecnologia e uso de metodologias que privilegiam as leituras regionais.

Editais - Na sequência da reunião, o diretor-presidente da Fapespa, Eduardo Costa, realizou o lançamento dos três primeiros editais da Fundação para este ano, que envolvem bolsas de iniciação científica, de mestrado e de doutorado. Costa também aproveitou para explicitar o trabalho do órgão nos últimos anos, destacando que, em 2016, a Fapespa investiu quase 19 milhões de reais em bolsas de pesquisa e, para 2017, já estão previstos 20 milhões. Também foram pautas da reunião a aprovação da Resolução do Plano Diretor da SECTET 2015-2019 e a apresentação do Programa Inovatec Pará (Programa de Inovação Tecnológica para fomento de start ups).

Além de Sectet, Fapespa e Ufopa, estiveram presentes na reunião os representantes dos seguintes órgãos: secretarias de Estado de Turismo (Setur), de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme); Museu Paraense Emílio Goeldi; Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA); Centro de Ensino Superior do Pará (Cesupa); Instituto Evandro Chagas; Instituto Tecnológico Vale; Banco da Amazônia; Embrapa; Sebrae, Federação do Comércio; Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa) e Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá).

Texto: Fernanda Graim - Ascom Sectet

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Programa que apoia criação de Ambientes de Inovação é aprovado pelo Consectet

Prodepa - qua, 15/02/2017 - 16:33
15/02/2017 - 16:30

O Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Consectet), que presta assessoramento superior à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet), realizou, nesta quarta-feira (15), a primeira reunião do ano. O Consectet é formado por secretarias de Estado, universidades, instituições de pesquisa e outros órgãos afins. Durante a reunião ocorreu a aprovação do Programa “INOVA PARÁ”, coordenado pela Sectet, que conta com a parceria dos órgãos governamentais que compõem o Sistema Estadual de Inovação: Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (FAPESPA), Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (PRODEPA) e Universidade do Estado do Pará (UEPA). 

Na oportunidade, o titular da Secretaria, Alex Fiúza de Mello, explicou os motivos que levaram o órgão a somar esforços para a implantação do programa no Pará. Ele ressaltou que a Sectet, por meio de reuniões, cursos e audiências públicas, observou que muitas pesquisas sobre arranjos produtivos locais realizadas em determinados municípios por instituições diferentes eram coincidentes, porém trabalhavam paralelamente sem comunicação entre elas e os atores locais potenciais beneficiários. Por isso, o programa objetiva promover a conexão entre os envolvidos no processo a fim de gerar o desenvolvimento do Estado. 

Nesse sentido, o Inova Pará incentiva a criação e o fortalecimento de ambientes de inovação nas Regiões de Integração a partir de um conceito de Sistema Regional de Inovação, enquanto espaços privilegiados, convencionais e não-convencionais, destinados a dar o suporte científico-tecnológico necessário às cadeias produtivas consideradas estratégicas definidas pelo Plano de Governo “Pará 2030”. O desafio é transformar empresários, pesquisadores, entre outros, em empreendedores inovadores que trabalhem conjuntamente e em sinergia, gerando assim um potencial competitivo.

A secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enríquez, ressaltou que o Programa envolve cinco etapas já definidas: Identificação de demandas; Concepção; Implantação; Gestão dos Sistemas Regionais de Inovação; e Acompanhamento e Avaliação de Resultados. Na primeira, haverá debates qualificados com agentes dos setores produtivos locais, governo e instituições de ciência e tecnologia. A partir daí, será feita a avaliação, em cada Região de Integração, da estrutura necessária para implantação do Sistema de Inovação adequado à realidade local. No terceiro momento, serão elaborados os editais seletivos, chamadas públicas, celebração de convênios para efetiva implantação dos ambientes de inovação. Na quarta etapa, está prevista a qualificação profissional, inclusive de gestores, por meio de intenso programa de treinamentos. Por fim, serão realizadas visitas periódicas em cada Sistema e haverá o estabelecimento de uma relação permanente com empresas parceiras para avaliação dos impactos das atividades inovadoras desenvolvidas em sua área de atuação.

A Secretária Adjunta destacou, ainda, cinco potenciais Sistemas Regionais de Inovação: o já existente Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá; a Incubadora de Empresas do Xingu; o Polo Avançado de Pesca e Aquicultura de Bragança; e o PCT Tapajós. Após a detalhada explanação, os membros do Conselho aprovaram, por unanimidade, o Inova Pará. A reitora da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Raimunda Monteiro, parabenizou a iniciativa, ressaltando a importância de otimizar o investimento, “um dos pontos que acho positivo é a precisão dos investimentos nos gargalos, nas partes mais frágeis”. Ela considera que se chega a um “ponto ótimo” com a exploração dos Parques de Ciência e Tecnologia e uso de metodologias que privilegiam as leituras regionais.

Editais - Na sequência da reunião, o diretor-presidente da Fapespa, Eduardo Costa, realizou o lançamento dos três primeiros editais da Fundação para este ano, que envolvem bolsas de iniciação científica, de mestrado e de doutorado. Costa também aproveitou para explicitar o trabalho do órgão nos últimos anos, destacando que, em 2016, a Fapespa investiu quase 19 milhões de reais em bolsas de pesquisa e, para 2017, já estão previstos 20 milhões. Também foram pautas da reunião a aprovação da Resolução do Plano Diretor da SECTET 2015-2019 e a apresentação do Programa Inovatec Pará (Programa de Inovação Tecnológica para fomento de start ups).

Além de Sectet, Fapespa e Ufopa, estiveram presentes na reunião os representantes dos seguintes órgãos: secretarias de Estado de Turismo (Setur), de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme); Museu Paraense Emílio Goeldi; Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA); Centro de Ensino Superior do Pará (Cesupa); Instituto Evandro Chagas; Instituto Tecnológico Vale; Banco da Amazônia; Embrapa; Sebrae, Federação do Comércio; Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa) e Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá).

Fonte: Asscom Sectet

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Dirigentes estaduais debatem o "Pará 2030" e firmam parcerias com municípios do nordeste paraense

Sectet - qua, 15/02/2017 - 14:35
15/02/2017

Prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, secretários municipais, empresários, comerciantes, dirigentes de entidades de classe do setor produtivo do nordeste paraense lotaram o auditório Frei Leônidas Vavassori, na praça matriz de Capanema, para debater o planejamento estratégico Pará 2030 para a região e celebrar acordos com o Programa conduzido pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), nesta terça-feira, 14. Três Termos de Compromissos foram assinados para validar ações já em curso no Executivo estadual.

Além do titular da Sedeme, Adnan Demachki, dirigentes estaduais de sete órgãos públicos, como os secretários de Ciência, Tecnologia e Inovação (Sectet) e de Turismo, respectivamente, Alex Fiúza de Melo e Adenauer Góes, participaram das discussões junto às lideranças da área econômica da região do Caeté, que reúne 4.100 empresas. Desse total, 1.800 têm cadastro regular na Junta Comercial do Pará (Jucepa) e 2.200 são micro e pequenos estabelecimentos, segundo informações do vice-presidente da Jucepa, Mauro dos Santos Leônidas, presente ao evento. 

"É importante haver essa integração, essa busca de aproximação para trabalharmos na mesma direção. O Pará 2030 é o norte da economia e a partir dele nós estamos buscando parceiros para que possamos caminhar em direção ao desenvolvimento. A síntese é crescer e verticalizar parte desta produção, gerando os empregos e a renda à altura do Pará que queremos'', destacou Adnan Demachki.

"Estou horando e feliz com a presença da comitiva do Estado em nossa cidade. Capanema é parceira do Pará 2030 e estamos de portas abertas para crescer juntos'', afirmou Chico Neto, prefeito de Capanema.

Políticas Públicas - O Pará 2030 avança e já apresenta resultados concretos. Alex Fiúza, por exemplo, apresentou duas políticas públicas que já estão em andamento para dar praticidade às iniciativas do programa: o ''Pará Profissional'' e o ''Inova Pará''. Como exemplo, Fiúza citou a unica fábrica de açúcar e álcool que funciona em Ulianópolis, sudeste paraense, cuja cidade não tinha um técnico formado com perfil para trabalhar na empresa. O Pará Profissional está formando técnicos locais para a contratação imediata na fábrica. Alguns já são até contratados pelo grupo, mas não tinham a formação profissional necessária para ocupar as vagas ofertadas.

"As duas políticas são flexíveis, como nos exige o mundo atual, e estão disponíveis para toda a região do Caeté, para que trabalhemos de acordo com a vocação e necessidade dos municípios'', afirmou Alex Fiúza de Melo, explicando que o Inova Pará organiza o que pode se chamar de polo regional de inovação, unindo o conhecimento que está disponível, mas não está sendo usado pelo setor produtivo. 

Fiúza informou que há duas semanas o Inova Pará celebrou em Bragança, nos campi da Universidade Federal do Pará (Ufpa) e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), na região do Caeté, um polo de geração de quase 10 espécies de alevinos (peixes recém saídos do ovo), com alta capacidade científica. "Bragança tem 60 doutores e PHDs, com formação em engenharia de pesca e biologia ambiental, produzindo em laboratórios de ponta, escrevendo artigos para revistas internacionais sem gerar um negócio na região em aquicultura'', observou o secretário da Sectet.

O Inova Pará reuniu as duas instituições, vai completar os laboratórios com tanques e já está repassando os recursos para que o novo negócio em aquicultura aconteça na prática, tornando-se referência em tecnologia e inovação para o nordeste paraense e todo o Pará.

"Nós já estamos seguindo a linha do Pará 2030 em Bragança, nosso planejamento estratégico municipal está pautado no Programa. O Estado tem sido nosso parceiro e queremos avançar ainda mais'', informou Mário Júnior, vice-prefeito de Bragança. 

Outras Iniciativas - Um por um, os secretários e dirigentes estaduais apresentaram o que suas pastas vêm fazendo dentro do Pará 2030, cuja estratégia se fundamenta no trabalho integrado do setor produtivo do Executivo estadual, voltado para a vocação natural das economias locais por região, a partir de uma atuação desburocratizada da máquina pública, com foco no conhecimento da realidade local e das demandas da população. 

O secretário adjunto da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Ronaldo Lima, falou sobre o licenciamento ambiental simplificado integrado na Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim). Este licenciamento consiste na concessão das Licenças Prévia (LP), de Instalação (LI), de Operação (LO) e da Licença de Atividade Rural (LAR), em um único momento ou isoladamente, para empresas e/ou atividades classificadas como de baixo impacto ambiental. 

O vice-presidente da Jucepa, Mauro dos Santos Leônidas, reafirmou o esforço que a entidade realiza para também simplificar os procedimentos de registro de empresa, com foco a tornar o ato cada vez mais fácil e rápido para o empreendedor. 

As apresentações do Pará 2030 são importantes porque os interessados participam ativamente, são informados sobre o que está em execução no âmbito do programa e discutem com clareza de opiniões a respeito. Na tarde desta terça-feira, não foi diferente em Capanema. Empresários e lideranças políticas buscaram informações, expuseram seus pontos de vista e esclareceram dúvidas a respeito das ações propostas.

O programa não é estático, frisou Adnan Demachki, ele foi construído com a sociedade local e segue em construção coletiva. O secretário informou o site institucional do planejamento estratégico, que já está à disposição do público no endereço eletrônico: www.para2030.com.br.

Após três horas e meia de conversas e explanações, o evento se encerrou com a assinatura de três termos de compromissos para dinamizar as economias municipais, a exemplo da integração de Capanema à Rede Sim, para facilitar a abertura e formalização de empresas junto à Jucepa e o Sebrae Pará, grandes parceiros do Pará 2030.

Termos de Compromisso - Outro documento foi assinado reforçando a participação dos municípios e de Capanema no programa da Setur, "Rota Turística'', e um terceiro termo de compromisso foi firmado junto ao Instituto de Terras do Pará (Iterpa), que estreará um projeto piloto em breve em Capanema, para agilizar o processo de regularização fundiária no município, por meio do Cadastro Rural Fundiário (Carf).

"Na semana passada foi divulgada a produção industrial do Brasil, que teve um decréscimo de 6.6%, e o Pará foi o único Estado da Federação com crescimento positivo de 9.5%, isso é um indicador de que estamos no caminho certo'', finalizou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Adnan Demachki.

"Sem planejamento não se chega a lugar nenhum, é isso o que o Pará 2030 nos ensina e estamos felizes de saber que o Estado tem disposição de trabalhar conosco em parceria'', afirmou Renata Sousa, prefeita de Primavera.

Participaram também do encontro vereadores e secretários municipais de Santarém Novo, Augusto Corrêa, São João de Pirabas, Capitão Poço, Cachoeira do Piriá, Viseu, Vigia, Capanema e Bragança. Na comitiva estadual, profissionais da Sedeme, Sectet, Setur, Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), Secretarias de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) e de Planejamento (Seplan), Emater, Iterpa, bem como os dirigentes do Sebrae Pará, o diretor superintendente Fabrízio Guaglianone e o presidente da Associação Comercial do Pará, Fábio Lúcio Costa, entre outras personalidades.

Texto: Valéria Nascimento (Ascom Sedeme)

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Projeto desenvolvido pela Prodepa para facilitar a vida de deficientes visuais

Prodepa - ter, 14/02/2017 - 10:58
14/02/2017 - 11:00

Acessibilidade na Web ganha destaque com projeto A1br.org 

Nos últimos anos a acessibilidade vem se tornando tema fundamental na concepção de projetos dos mais variados, do planejamento de cidades à arquitetura de prédios, até o desenvolvimento de sites e aplicativos digitais. A  Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa) vem se destacando no assunto com a iniciativa de um grupo de técnicos atentos às demandas emergentes da sociedade. Assim surge o projeto a1br.org - o primeiro portal de notícias acessíveis do Brasil, premiado em terceiro lugar na quarta edição do “Prêmio Nacional de Acessibilidade na Web - Todos@web”.
    
Ter acesso à produção de conteúdo e, portanto, de conhecimento é uma questão de autonomia. Hoje em dia os sites desenvolvidos são povoados de conteúdo visual, o que torna a experiência dificultosa para uma parcela considerável de cidadãos que têm as mesmas necessidades da maioria da população. Por outro lado, é crescente a disponibilidade de serviços de Governo pela web e por isso, são fundamentais projetos que busquem minimizar as diferenças para equilibrar privilégios e possibilidades. 

Quando se percebe que aproximadamente 24% da sociedade brasileira apresenta algum tipo de deficiência, segundo o Censo 2010 / IBGE, e que quase 19% tem alguma deficiência visual, é momento de planejar com mais atenção às necessidades do entorno, nas diversas áreas da sociedade. Segundo o diretor de Desenvolvimento de Sistemas da Prodepa, Lourenço Monteiro, “por uma iniciativa do técnico Edinamar Andrade, contando com nosso apoio, da diretoria e da gestão da empresa, algumas ações foram iniciadas para melhorar a questão da acessibilidade”. De uma dessas ações, se desenvolveu uma parceria com a Ufra - Universidade Federal Rural do Pará, prevendo a troca de informações entre pesquisadores especialistas nesse tema e os analistas, que compraram a ideia, fazendo com que o Governo do Estado também tornasse seus sites e conteúdos mais acessíveis”, explica o diretor.
 
Navegar pelo som

O analista de sistemas da Prodepa e idealizador do portal A1br.org, Edinamar Andrade, conta que vem trabalhando há dez anos com a ideia de acessibilizar os conteúdos na internet, ou seja, permitir que públicos com deficiência visual consigam ouvir os conteúdos de interesse. “A acessibilidade na web acaba facilitando a todos, mas sem dúvida nenhuma pessoas com deficiência visual e  idosas são as maiores beneficiadas no acesso aos conteúdos na Internet. O portal A1br é o que chamamos de acessibilidade na web ideal, cruzando informações no ambiente visivelmente mais simples e menos carregado de informações desnecessárias”. Edinamar esclarece que “as pessoas cegas utilizam programas de computadores, as chamadas tecnologias assistivas ou tecnologias de apoio. São tecnologias feitas para dar autonomia e independência para pessoas com deficiência. Assim como temos a bengala, o cão guia, temos no mundo virtual o leitor de tela, que realiza a leitura do conteúdo que aparece na tela”.
 
O problema dos leitores de tela é a falta de acessibilidade e  usabilidade dos sites, é que para cada página acessada, o software precisa ler todos os itens que existem até chegar nas informações de interesse. Ao visualizar um portal de notícias, percebe-se o percurso que o software precisa fazer até chegar no conteúdo de interesse do usuário, tornando a experiência dificultosa e demorada para o público com deficiência visual. “Tem pessoas cegas que já trabalham com computador que até conseguem acessar os conteúdos através de teclas de atalhos por exemplo, mesmo não possuindo acessibilidade. Mas a grande maioria das pessoas cegas não possui experiência no uso frequente do computador, logo quando desejam acessar os conteúdos, têm muita dificuldade para chegar na informação”, afirma Edinamar.
 
Nos dias de hoje, o computador e a internet trouxeram muita independência para as pessoas com deficiência visual. Antigamente só era possível obter notícias através do jornal impresso, logo dependiam exclusivamente de uma outra pessoa para ler. Hoje, é preciso apenas que as pessoas tenham a possibilidade de acessar os sites, escutar as informações e fazer suas próprias interpretações. “Quando você projeta uma cidade, um edifício ou um site, se você não perceber a diversidade do público no momento de projetar, vai sair muito caro depois para corrigir. Então, ou você inclui na arquitetura original de cada projeto, ou você ignora. E não dá para ignorar que aproximadamente 24% da população têm algum tipo de deficiência”, comenta o diretor Monteiro. “A tendência é que a gente consiga espalhar em todos os sites do Governo do Estado, e estimular que outros Estados, órgãos e outros poderes possam também se atualizar, para que a gente tenha esse percentual de sites acessíveis cada vez maior”, complementa.
 
Tecnologias contribuindo para um mundo melhor
 
Lourenço Monteiro acredita que “a tecnologia não tem esse poder de intervir na sociedade de forma contundente, mas tem uma grande contribuição a dar. E cada ação dessa é muito simbólica, e pensar que uma empresa está se preocupando com acessibilidade, em uma visão ampliada da sociedade, é um sinal, é um caminho que pode ser seguido por outras instituições”.
 
Em se tratando dos planos para o futuro, entende-se hoje o celular como o principal meio de acesso a conteúdos e execução de tarefas virtuais. A vantagem é que a maioria dos sistemas operacionais móveis já têm funções específicas, como o reconhecimento de comandos de voz, e a leitura de conteúdos. “Então os passos que a gente gostaria de atingir nas nossas ações caminham na direção de se apropriar desses recursos no desenvolvimento dos nossos projetos, para que os aplicativos e serviços públicos saiam com essa função nativamente ativada”, conclui o diretor.
 
A1br.org - o primeiro portal de notícias acessíveis do Brasil
 
Com o objetivo de contribuir para o acesso digital de usuários com deficiência, foi idealizado o projeto A1br.org que tem como objetivo acessibilizar os conteúdos disponíveis nos principais portais de notícias nacional. O Portal A1br.org possui um mecanismo que possibilita fazer uma varredura nos grandes portais de notícias e "capturar" os conteúdos principais tornando o portal limpo e acessível e facilitando assim a sua leitura principalmente por pessoas com deficiência visual e idosos.
 
Nesta primeira versão o acesso pode ser feito em diferentes plataformas tais como Windows, Linux, Mac OS e em diferentes navegadores tais como Internet Explorer, Mozilla, Chrome, Safari e etc. É possível também o acesso por meio de dispositivos de saída de dados como Notebook, Smartphone e Tablets. No caso específico das pessoas com deficiência visual, o sistema está preparado para ser utilizado por diferentes leitores de tela como NVDA, Jaws, Virtual Vision, Dosvox, entre outros.

Na primeira fase está sendo disponibilizado somente as notícias do portal G1 nas categorias, Últimas notícias, Mundo, Brasil, Pará, Entretenimento e Esportes; nas versões seguintes o usuário poderá escolher sua fonte de notícia (G1, UOL, IG, etc.) individualmente ou conjuntamente. O sistema tem a possibilidade de automaticamente reconhecer a região em que o usuário se encontra e carregar as notícias de seu interesse. “Desde 2012 eu venho com essa ideia de como fazer um site acessível, mas não foi possível pela falta de uma tecnologia. No ano passado, com a parceria importantíssima do analista de sistemas Luiz Guilherme Cruz, que pesquisou e desenvolveu  uma tecnologia capaz de filtrar os conteúdos de interesse dos portais de notícia, suprimindo banners, menus, imagens e outras informações, cruzando somente o que é de interesse em um portal simples, com alguns recursos para facilitar a experiência de usuários com deficiência visual”, explica o idealizador do A1br.org.

Acessibilidade é lei
 
Em 2004 foi regulamentada a Lei da Acessibilidade nº 5296/2004, que obriga todos os sites governamentais a terem sistema de acessibilidade. No entanto, hoje, em 2017, nem 5% dos sites governamentais nas esferas municipais, estaduais e federais possuem a tecnologia adequada. No Estado do Pará, a Prodepa contribui com o índice de 36% de sites do Governo acessíveis. 

 

Gerência de Comunicação

Divisão de Marketing

 

 

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Aedes aegypti

Sectet - ter, 14/02/2017 - 10:45
14/02/2017

Sectet apoia campanha do Governo do Pará de combate ao mosquito Aedes

Neste mês de fevereiro, o Governo do Estado inciou uma grande campanha de combate à dengue, chikungunya e zika, todas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Não existe um tipo de sangue que atraia o mosquito de uma forma mais intensa. Todas as pessoas, independente da tipagem sanguínea, correm o risco de serem contaminadas pelo Aedes aegypti. O mosquito precisa ser combatido tanto na forma adulta, quanto na forma de larva. Assim, deve se evitar acumular lixo e água parada. Ao entrar em locais como bosques e florestas é preciso se proteger com calças e blusas de mangas compridas. O uso de repelente é fundamental durante todo o dia e a reaplicação do produto deve ser feita a cada seis horas. Quem perceber a presença de focos do mosquito pode entrar em contato com número 4006-4857 e fazer a denúncia. Confira mais dicas abaixo:

           

                                              Confira mais informações sobre as doenças causadas pelo mosquito, os sintomas e as formas de tratamento no site: http://www.agenciapara.com.br/            
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Certificação dos cursos realizados no âmbito do Programa Pará Profissional e do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)

Sectet - ter, 14/02/2017 - 10:21

Dez turmas de Belém e uma de Ananindeua recebem, no próximo dia 17, a certificação dos cursos realizados no âmbito do Programa Pará Profissional e do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). A certificação se dará em dois momentos: pela manhã, no auditório da Unama BR, em Ananindeua e, à tarde, no auditório da Fiepa, em Belém. Os eventos são uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretária de Ciência, Tecnologia, Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Ministério da Educação (MEC) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/PA). O momento será uma grande oportunidade para que os empresários do Estado entendam melhor sobre o Pará Profissional e, assim, possam realizar, junto à Sectet, demandas de cursos para qualificação da mão de obra em suas empresas. Confira a programação AQUI

Data do Evento: sexta-feira, Fevereiro 17, 2017Local Evento: Ananindeua: Auditório da Universidade da Amazônia (Unama) | Belém: Auditório Albano Franco (Fiepa)
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Internet livre amplia inclusão digital: saiba como e onde acessar os hotzones ou Pontos de Acesso Livre

Prodepa - ter, 07/02/2017 - 16:29
07/02/2017 - 16:30

Ampliação do acesso rápido e confiável à internet e às políticas públicas disponibilizadas pelas esferas do Governo: são reflexos do Navegapará, ação hoje presente em 75 cidades, que contam com pelo menos um Ponto de Acesso Livre ao cidadão, promovendo inclusão social por meio da Inclusão Digital. São praças, orlas, aeroportos e pontos turísticos onde a população pode se reunir para utilizar a internet de forma temporária, a partir dos seus dispositivos móveis por meio de conexão wi-fi.

Os hotzones, como são chamados os pontos de acesso disponibilizados pela Prodepa, fazem parte do projeto Cidades Digitais, promovendo conectividade ao cidadão, onde o Estado chega com sua infraestrutura de modernização. A partir de fibra óptica ou rádios transmissores instalados, qualquer cidadão, dentro da zona de cobertura do rádio wi-fi, com seu dispositivo móvel como tablet, celular, smartphone, netbook ou notebook, pode se conectar à rede sem fio e usufruir de uma conexão em banda larga para acesso a navegação em sites e serviços on-line.

Os Pontos de Acesso Livre são alternativas criadas para que as comunidades dos municípios conectados possam acessar a internet em pontos importantes da cidade sempre que precisarem. O gerente de Redes e Telecomunicações da Prodepa, Rodrigo Ferreira, explica que “os hotzones não foram feitos para substituir os pacotes de internet próprios, e sim para que as pessoas em trânsito utilizem a internet gratuitamente de forma temporária para acesso aos serviços e informações locais. É um uso rotativo e coletivo”.

O acesso wi-fi apresenta algumas características que devem ser observadas, tais como a área de cobertura do serviço, geralmente limitada entre 50 e 300 metros a partir do equipamento, o que pode interferir na qualidade e até no funcionamento do serviço; e o  limite de banda para tráfego de dados. Rodrigo explica que “em todos os hotzones há limites de banda total de 5mb e para cada usuário até 1mb. Ou seja, se houver cinco usuários conectados em um mesmo AP (Access Point), será disponibilizado 1mb para cada usuário, e assim sucessivamente, serão compartilhados os MB disponíveis por quantos usuários estiverem conectados simultaneamente no AP”.

A empresa está investindo, juntamente com Governo e parceiros, na melhoria da rede. "Os equipamentos hoje, na maioria dos hotzones, suportam até 64 clientes. E em determinados lugares percebemos que isso não é suficiente. Estamos identificando estes hotzones de grande circulação de pessoas e prevendo a mudança para um hardware de maior capacidade e melhores condições de gerenciamento", relata o diretor de Tecnologia e Comunicação da Prodepa, Fernando Nunes.

Segurança no acesso 

Os serviços de utilização de internet oferecidos pela Prodepa já se encontram de acordo com o Marco Civil da Internet, que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. A Lei sancionada em abril de 2014 oferece maior segurança de acesso, tanto para a empresa, quanto para os seus usuários. “Todo mundo que fornece serviço gratuito, precisa saber quem está utilizando essa internet. A autenticação garante respaldo, inclusive jurídico”, explica Rodrigo. 

Segundo as determinações do Marco Civil da Internet a proteção dos dados pessoais e a privacidade dos usuários são garantias estabelecidas pela Lei. As informações de cada usuário e de sua usabilidade somente podem ser acessadas via pedidos judiciais. Seguindo as novas determinações, para acessar a internet oferecida pelo Navegapará o usuário precisa fazer um cadastro simples na primeira vez em que vai utilizar o serviço.

"O sistema de identificação e controle utiliza-se de um cadastro único para toda a rede de acesso livre do Estado. O usuário cadastra-se com e-mail, celular e, a partir dessa identificação, não precisará mais se cadastrar em outras ocasiões, apenas autenticar-se", afirma o diretor Nunes.

Via de regra as conexões ficam ativas por 30 minutos, após esse período o usuário será obrigado a reconectar-se. Toda e qualquer conexão inativa por  mais de 10 minutos, exigirá nova autenticação. O procedimento garante que usuários inativos não ocupem as portas de acesso, facilitando a rotatividade de usuários conectados. “O serviço disponibilizado de acesso à Internet é público e deve estar disponível a todos de forma equânime, por isso se fazem necessárias as regras de uso”, explica Rodrigo.

Na velocidade da luz

O objetivo da atual gestão é implantar 1.500km de fibra óptica no Pará até 2018. Nos últimos dois anos foram implantados 235 km de infovias em fibra óptica entre Santa Maria do Pará e Paragominas, Marabá e Eldorado do Carajás e Ponta de Pedras e Vila do Conde. Já estão em fase de execução 550 km de infovias de fibra óptica, compreendendo Santa Maria do Pará, Peixe-Boi, Capanema, Altamira, Vitória do Xingu, Brasil Novo, Medicilândia, Uruará, Placas, Pacajá e Anapu. "A fibra óptica possui muitas vantagens como imunidade a interferências eletromagnéticas e ruídos, capacidade de transmissão bastante grande, redução do número de ativos de rede (em relação a enlaces de rádio ponto-a-ponto), facilidade na manutenção, dentre outras. Os custos, que há alguns anos eram altos, estão acessíveis, facilitando o seu uso por governos, empresas e provedores”, contextualiza o técnico Rodrigo. 

As infovias podem ser construídas por rádio transmissores ou por fibra óptica. Com a fibra óptica, o sinal é transformado em luz, sua velocidade é de 300 milhões de metros por segundo. A diferença é enorme se comparada aos cabos elétricos ou outros tipos de conexão. No entanto, para sua instalação é necessário a existência de infraestrutura como estradas e/ou cabeamentos elétricos. Para viabilizar a expansão desta infraestrutura pelo território paraense entrecortado por rios e florestas, a Prodepa tem apostado em parcerias com outros órgãos, de várias esferas.
    
Ao se comparar com os rádios transmissores que tem muitos detalhes técnicos e variáveis, a fibra garante maior estabilidade pela simplicidade de conexão, além de ser menos suscetível aos fatores climáticos e garantir uma banda de dados infinitamente maior. Por sua vez, o mercado de empresas de fibra óptica vem crescendo a cada ano, tornando o preço mais viável para sua implantação no Estado.

Acesse e conheça os pontos de acesso livre em todo o Estado.

Para denunciar vandalismo ou interrupções no acesso à internet livre entre em contato com nosso atendimento 0800 020 7575 ou faça o download do Governo Digital Mobile 

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Servidores do Estado se especializam em gestão de ciência e tecnologia

Prodepa - ter, 07/02/2017 - 10:50
06/02/2017 - 10:45

Ocorreu nesta segunda-feira (6), na Escola de Governança Pública do Pará (EGPA), a aula inaugural da pós-graduação lato sensu em Gestão de Ciência e Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica, idealizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com a EGPA. O objetivo é aperfeiçoar as habilidades dos servidores públicos do Estado para que estejam aptos a elaborar projetos, fazer a gestão de programas específicos para o setor de ciência, tecnologia e inovação e de educação profissional e tecnológica.

Ao todo, 40 vagas foram abertas na primeira oferta do curso, com inscritos do quadro de servidores da Sectet e outros órgãos do governo que atuam em áreas afins, como a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação (Prodepa), as secretarias de Educação, Turismo e Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, entre outras.

“Queremos formar gestores públicos com conteúdo, pois é isso que o atual cenário do país exige na hora de analisar e formular projetos inovadores capazes de atrair investimentos para o setor de ciência, tecnologia e inovação”, disse o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, na abertura da aula inaugural, que também teve a presença do diretor geral da EGPA, Ruy Santos Filho, do presidente da Prodepa, Theo Pires, e da secretaria adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez.

Palestra – A aula inaugural teve a presença do professor da Universidade de Brasília (UnB) Elimar Nascimento, que ministrou a palestra "Ciência, Tecnologia & Inovação: desafios para um Brasil diferente”. “Estar ligado nas tendências do mundo é o primeiro passo para quem quer trabalhar com ciência, tecnologia e educação profissional. Além disso, o gestor público tem que estar aberto a mudanças e ao trabalho em equipe, hábitos essenciais para o desenvolvimento de políticas públicas coerentes com mudanças tecnológicas atuais”, disse.

As disciplinas serão ofertadas em três módulos, que juntos somarão 360 horas de aula. Os módulos I e II serão comuns a todos os servidores; o terceiro é o momento de eleger a área pretendida para o instrumental. “O curso é totalmente direcionado ao trabalho que desenvolvemos na gestão do fomento à pesquisa, e dialoga perfeitamente com o meu anseio de melhor atender as necessidades do nosso publico, que são os pesquisadores paraenses”, afirmou a servidora da Fapespa Fernanda dos Santos. As próximas aulas serão na Sectet, com previsão de término em julho de 2018.

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Sectet e EGPA realizam aula inaugural da Especialização em Gestão de Ciência e Tecnologia

Sectet - seg, 06/02/2017 - 16:31
06/02/2017

Ocorreu nesta segunda-feira (06), na sede da Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA), a aula inaugural da pós-graduação lato sensu em Gestão de Ciência e Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica, idealizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com a EGPA. O objetivo do curso é aperfeiçoar as habilidades dos servidores públicos do Estado para que eles possam estar aptos a elaborar projetos, realizar a gestão de programas específicos para o setor de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I) de Educação Profissional e Tecnológica (EPT).

Ao todo, 40 vagas foram disponibilizadas na primeira oferta do curso, com inscritos pertencentes ao quadro de servidores da Sectet e outros órgãos do governo que atuam em áreas afins ao curso, como a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação (Prodepa), as secretarias estaduais de Educação, de Turismo, de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, entre outras. 

“Queremos formar gestores públicos com conteúdo, pois é isso que o atual cenário do país exige na hora de analisar e formular projetos inovadores capazes de atrair investimentos para o setor de C,T&I”, disse o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, na abertura da aula inaugural, que também contou com a presença do diretor geral da EGPA, Ruy Santos Filho, do presidente da Prodepa, Theo Pires, e da secretaria adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez. 

Palestra – A aula inaugural contou com a presença do professor da UnB, Dr. Elimar Nascimento, que ministrou a palestra "Ciência, Tecnologia & Inovação: desafios para um Brasil diferente”. “Estar ligado nas tendências do mundo é o primeiro passo para quem quer trabalhar com Ciência, Tecnologia e Educação Profissional. Além disso, o gestor público tem que estar aberto a mudanças e ao trabalho em equipe, hábitos essenciais para o desenvolvimento de políticas públicas coerentes com mudanças tecnológicas atuais”, pontuou o professor.  

As disciplinas serão ofertadas em três módulos, que juntos somarão 360 horas/aula. Os módulos I e II serão comuns a todos os servidores, já o terceiro é o momento de o servidor eleger qual é a área em que pretende realizar o instrumental: ou em CT&I e EPT. “O curso é totalmente direcionado ao trabalho que desenvolvemos na gestão do fomento à pesquisa, e dialoga perfeitamente com o meu anseio de melhor atender as necessidades do nosso publico, que são os pesquisadores paraenses”, afirmou a servidora da Fapespa, Fernanda dos Santos.  

As próximas aulas do curso continuarão na sede da Sectet, com previsão de término em julho de 2018.

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet    

 

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Prodepa amplia capacidade da rede de comunicação de dados na região do Guajará

Prodepa - seg, 06/02/2017 - 13:59
04/02/2017 - 14:00

A Região de Integração do Guajará congrega, além da capital, Belém, os municípios de Ananindeua, Benevides, Marituba e Santa Bárbara do Pará, que junto a outros três compõem a Região Metropolitana de Belém. Junto, os cinco concentram 26% da população e 29% do Produto Interno Bruto (PIB) paraense. Destacam-se na economia com a indústria de transformação (madeireira, alimentícia, naval, etc.) e a construção civil, além da pecuária e da produção pesqueira.

Neste cenário, a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa) trabalha na expansão da Rede de Comunicação de Dados Corporativa para prover a administração pública com conectividade, ampliando a mobilidade e acessibilidade no interior do estado. As infovias também fazem parte das ações do “Pará 2030”, programa instituído por decreto governamental em junho do ano passado e estabelece metas para o crescimento sustentável da economia regional.

Com o objetivo de interligar órgãos públicos em rede de alta capacidade e disponibilidade; reduzir custos da administração pública com circuitos de comunicação e acelerar a modernização da gestão pública, a Prodepa garantiu, no último ano, uma expansão de 5% das infovia em fibra ótica, aumentando a disponibilidade da rede e conectando 20 novos órgãos/entidades na região do Guajará. “Essa melhoria no desempenho da rede corporativa garante maior autonomia, ajudando a promover a inclusão social por meio do acesso digital, possibilitando a implantação de programas de governo eletrônicos e facilitando o acesso do cidadão à informação, além de fortalecer economicamente os municípios atendidos”, esclarece Leila Daher, diretora de Projetos Especiais da Prodepa.

Novas Tecnologias - Sempre buscando ampliar o acesso com o melhor custo-benefício possível, em 2016 a Prodepa implantou novas infovias utilizando equipamentos de ponta, softwares mais modernos e ajustes refinados de configuração que possibilitaram alcançar maior qualidade nos enlace dessa rede. “Atualmente, trabalhamos dentro das limitações de largura de banda e de faixa de espectro permitidas pela Anatel, e com um único enlace ‘1+0’ conseguimos alcançar 248 megabits por segundo (Mbps) em ambos os sentidos de transmissão (full-duplex). Já trabalhando com a configuração ‘2+0’ atingimos 500 Mbps em ambos os sentidos de transmissão”, explica Leila Daher.

De acordo com o titular da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico e Mineração e Energia (Sedeme) e principal articulador do programa “Pará 2030”, Adnan Demachki, desde 2015, o Pará vem investindo maciçamente na melhoria da infraestrutura modal, seja na malha rodoviária ou em vias alternativas, como o projeto de uma ferrovia. Também vem investindo em capacitação, educação e comunicação, o que, segundo ele, só será possível com o estado integrado.

“É preciso um esforço enorme para se conectar um estado como o Pará, que tem as dimensões de um país, de maneira a garantir que todas as ações sejam mais céleres, transparentes e tenham maior eficiência. Melhorar as condições da logística no Pará representa para o Estado uma oportunidade de se tornar mais competitivo, e as infovias estão inseridas nesse contexto, contempladas entre as 14 medidas do Pará 2030”, destaca.

Pará 2030 - As estratégias serão colocadas em prática ao longo dos próximos anos e contemplam todas as regiões paraenses. Para isso foram diagnosticadas vinte e três oportunidades e eleitas doze cadeias produtivas prioritárias, entre elas as do açaí, cacau, exploração mineral, turismo e gastronomia, logística, pesca e aquicultura, atividade florestal, agricultura e pecuária sustentável, entre outros. A síntese do projeto é quebrar os entraves para que os níveis de produção do Pará possam crescer.

Um dos principais mecanismos do planejamento é o incentivo à verticalização das cadeias produtivas. O plano se desdobra em 70 iniciativas, 280 ações e 1.400 marcos de implementação. Com o projeto, o governo pretende dinamizar a economia e melhorar os indicadores socioeconômicos nas diversas regiões paraenses, elevando a renda per capita (PIB) do estado em 5,3%, a cada ano, até 2030.

Uma das resoluções visa conceder incentivos para os empreendimentos que investirem em projetos de pesquisa científica, tecnológica e inovação. Também haverá repasse de recursos do Estado para investimentos em pesquisas direcionadas às cadeias econômicas do Pará. O governo assume o compromisso de repassar R$ 11 milhões à Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) para a implantação de três programas estruturantes nas áreas da ciência, tecnologia e inovação.

Confira as ações que serão implementadas pelo programa Pará 2030 na região do Guajará:

Ananindeua

Programa de Competitividade do Distrito Industrial de Ananindeua. Lançado pela Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), o Programa de Competitividade visa oferecer melhorias estruturais e segurança jurídica, tanto aos investidores já instalados nos polos, quanto aos novos empreendedores, por meio da reorganização fundiária, melhorias na sinalização, pavimentação e segurança nas áreas distritais.

Belém (Icoaraci)

O Programa de Competitividade do Distrito Industrial de Icoaraci é essencial para a atração de novos investimentos ao Estado e tem por objetivo dar condições mais favoráveis aos investidores, possibilitando a expansão dos investimentos e, consequentemente, a geração de emprego e renda.

Marituba

O município de Marituba, na região metropolitana de Belém, vai ganhar um parque industrial e um parque ambiental. O parque industrial de Marituba será construído em uma área de 136 hectares, localizada próximo à Alça Viária. Mais de 60 empresas entregaram cartas de intenção para se instalar no complexo, que será dividido por setores de confecção, logística, movelaria e produtos naturais. O governo do Estado garantiu apoio à implantação do parque industrial, cujas obras deverão ser iniciadas nos próximos meses.

Santa Bárbara

No município de Santa Bárbara, a 38 quilômetros do centro de Belém, será criado um parque temático, na PA-391, em uma área de 400 hectares, totalizando 4 milhões de metros quadrados que englobarão um múltiplo complexo turístico aquático com avançados equipamentos e estrutura imobiliária. O investimento é de R$ 100 milhões, com previsão de 400 a 2000 empregos diretos na fase de obras. Com todo o empreendimento implantado a previsão é gerar até 10 mil empregos diretos. O Estado prevê incentivos em várias frentes, da promoção de divulgação do investimento à capacitação de mão de obra local para atuação no turismo de Santa Bárbara.

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Dirigentes da SEDAP e do SENAR visitam instalações do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá

Sectet - sex, 03/02/2017 - 15:32
03/02/2017

O titular da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (SEDAP), Giovanni Queiroz, assim como o presidente e o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) no Pará, Carlos Xavier e Walter Cardoso respectivamente, visitaram, na manhã desta sexta-feira (3), o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá). A visita foi acompanhada pelo Secretário de Ciência, Tecnologia, Educação Profissional e Tecnológica, Alex Fiúza de Mello, e pelo presidente da Fundação Guamá, gestora do Parque, Antônio Abelém. 

Fiúza de Mello explicou que o espaço foi construído pelo Governo do Estado do Pará por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), com financiamento do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ele é o primeiro parque tecnológico da Amazônia e busca proporcionar um ambiente de pesquisa, inovação tecnológica e experimentação para empresas e sociedade em geral. O titular da Sectet destacou que o papel da Secretaria é implantar e divulgar os prédios e laboratórios que integram o complexo do Parque, assim como supervisionar a gestão realizada pela Fundação Guamá. Entretanto, o objetivo da visita foi justamente mostrar que as demais Secretarias e instituições, bem como a sociedade, possuem o papel fundamental de pautar os trabalhos, repassar as demandas e disseminar o que é desenvolvido no PCT Guamá.

Os visitantes puderam conhecer o Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia, onde, dentre outras, são realizadas pesquisas para melhoramento do cacau e açaí produzidos na região. Eles estiveram ainda no Laboratório de Óleos Vegetais e Derivados e no Laboratório de Sensores e Sistemas Embarcados, nos quais encontraram pesquisas e tecnologias fundamentais para o desenvolvimento da agricultura paraense. 

Por fim, eles tiveram a oportunidade de conhecer o Laboratório da Qualidade do Leite. O espaço, que tem previsão de inauguração para março deste ano, é um esforço conjunto em que o governo estadual, por meio da Sectet, investiu cerca de R$ 2,3 milhões na construção. O Governo Federal, por meio do Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento (Mapa), foi o responsável pela aquisição dos equipamentos de diagnóstico e a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (FAPESPA) adquiriu os mobiliários. A coordenação é de responsabilidade do Programa de Ciência e Tecnologia de Alimentos, da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Diante disso, o secretário Giovanni Queiroz se mostrou bastante impressionado e entusiasmado com o que conheceu. “Tivemos a feliz oportunidade de conhecer um centro tecnológico avançado, que produz inovações tecnológicas capazes de ajudar em muito o setor produtivo rural. Nós estamos convencidos de que o estado do Pará está no caminho no sentido de dar oportunidade ao nosso produtor de ter contato com tecnologias que vão assegurar maior produtividade e melhor qualidade, seja na produção e beneficiamento do cacau e do açaí, seja em outras áreas. De igual forma, visitamos o Laboratório de Qualidade do Leite, que é extremamente importante para que nós possamos evoluir não só na produção do leite como na de seus derivados. Um laboratório que atenderá não apenas o Pará, mas também toda a região Norte do país. É uma satisfação saber que o Pará está caminhando a passos largos no sentido de dar mais qualidade à produção rural em nosso Estado”, ressaltou.

Da mesma maneira, Carlos Xavier destacou que o trabalho desenvolvido no Parque, em especial, o que será feito no Laboratório de Qualidade do Leite, vem ao encontro das necessidades do Senar e, principalmente, dos produtores rurais, como pesquisas em relação ao queijo do Marajó. O Superintendente do órgão, Walter Cardoso, aproveitou para parabenizar a iniciativa e, prometeu, por meio do Senar, difundir as ideias desenvolvidas no PCT Guamá e estreitar ainda mais a relação com o Governo do Estado.

Nessa linha, a Sectet busca constantemente apresentar o complexo do PCT Guamá ao poder público e instituições de forma que a sociedade possa se apropriar do espaço. “Estamos inaugurando uma nova era para o Pará, com uma retaguarda científica e tecnológica, a ideia é que não seja um espaço de Governo ou de Estado, mas sim da sociedade”, frisou o titular da Secretaria. 

Texto: Fernanda Graim - Ascom Sectet / (Colaboração: Simone Romero – Ascom/Sedap) 

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Aula Inaugural

Sectet - sex, 03/02/2017 - 15:25
03/02/2017

Curso de Especialização em Gestão de Ciência e Tecnologia inicia na próxima segunda-feira (06)

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) estabeleceu parceria com a Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA) para ofertar, pela primeira vez no Estado, a pós-graduação lato sensu em Gestão de Ciência e Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica. O curso de especialização terá a sua aula inaugural no auditório da EGPA na próxima segunda-feira, 06, às 8h30, e contará com a presença do professor da Universidade de Brasília (UnB), Dr. Elimar Nascimento.

O professor da UnB, que possui doutorado pela Université Paris Descartes, ministrará a palestra "Ciência, Tecnologia & Inovação: desafios para um Brasil diferente", e falará sobre a sua larga experiência em pesquisas sobre políticas públicas em CT&I, conflitos sociais e ambientais, desenvolvimento sustentável, interdisciplinaridade e turismo.

O curso é destinado aos servidores públicos graduados em nível superior pertencentes ao quadro de servidores da Sectet e outros órgãos do governo que atuam em áreas afins, como a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação (Prodepa), as secretarias estaduais de Educação, de Turismo, entre outras. Ao todo, 40 vagas foram disponibilizadas nesta primeira oferta.

Na manhã desta sexta-feira, 03, o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, reuniu com os servidores inscritos da Sectet para ressaltar a importância do curso na vida profissional de cada um, assim como na qualidade do trabalho desenvolvido pelo órgão à sociedade. "O objetivo do curso é um investimento nas pessoas, porque tudo começa nelas, inclusive o desenvolvimento e o subdesenvolvimento. A qualificação do servidor público é uma questão de responsabilidade pública, pois a falta de percepção e entendimento sobre determinado assunto pode provocar, inclusive, a falta de investimento", afirmou o secretário.

A palestra da aula inaugural é aberta para qualquer interessado na temática. As próximas aulas do curso continuarão na sede da Sectet, com previsão de término em julho de 2018.

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet

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Sectet assina convênio de apoio ao Polo Científico e Tecnológico de Pesca e Aquicultura em Bragança

Sectet - ter, 31/01/2017 - 17:12
31/01/2017

A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica do Pará (SECTET) e a Universidade Federal do Estado do Pará (UFPA), realizou na última segunda-feira, 30, no auditório do Instituto Santa Terezinha, em Bragança, a cerimônia de Assinatura do Convênio 001/2017 de Apoio à Implantação e Operacionalização do Polo Cientifico e Tecnológico de Pesca e Aquicultura do Nordeste Paraense, em Bragança, com investimento no valor total de R$ 3,4 milhões. 

O objetivo do convênio é a implantação e operacionalização do centro de pesquisas em aquicultura, o Ceanpa, que permitirá o fortalecimento de pesquisas da área, favorecendo a geração e transferência de tecnologia e conhecimento. Além disso, a parceria beneficiará a formação de profissionais do curso de Engenharia de Pesca, pós-graduação em Biologia Ambiental e em Aquicultura e Pesca, estimulando o desenvolvimento sustentável do setor no Nordeste paraense.

De acordo com o presidente da Fapespa, Eduardo Costa, “Esse convênio é um marco para a história de Bragança. Ele tem o valor de R$ 1,3 milhão com a UFPA e já há sinalização de um outro convênio de R$ 1 milhão com o IFPA, além do lançamento de um edital para pesquisa de R$ 1,5 milhão. Estamos fomentando a pesquisa e a implantação de um polo de Pesca e Aquicultura em Bragança de modo que a região possa se constituir como referência na produção de conhecimento, melhoramento genético, produção dos peixes típicos da Amazônia. A superação da nossa condição de subdesenvolvimento e a construção de uma nova trajetória de desenvolvimento do estado requer investimento em ciência, tecnologia, pesquisa, mas, também, a criação de núcleos de excelência em pesquisa no interior do estado”, disse.

Segundo a professora Dra. Zélia Pimentel Nunes, coordenadora do convênio, uma das premissas do polo é combater a ausência de treinamento de técnicos que atuam no setor, bem como de cursos de atualização aos piscicultores da região. “Criar um polo de aquicultura e pesca para gerar, compartilhar, disseminar tecnologias e promover o desenvolvimento sustentável da aquicultura com geração de trabalho e renda no nordeste paraense, esse é o nosso objetivo”, declarou.

O Secretário da SECTET, Alex Fiúza de Melo, afirma que a criação do polo gera negócios importantes na área do pescado. “Estamos transformando um conhecimento científico e técnicas apropriadas pela universidade em negócios para os empreendedores que vão trabalhar diretamente com Aquicultura e Pesca. Isso tudo já é o resultado de todo o investimento que foi feito na criação de um polo universitário aqui, no qual agora se expressa em conhecimento aplicado a negócios típicos da região”, disse.

Para o pró-reitor de pesquisa e pós-graduação da UFPA, Rômulo Simões Angélica, a assinatura trará a implantação de recursos humanos que irão gerar massa crítica de conhecimento que poderá retornar para cadeia produtiva para um setor que é tão importante para a região. “Aí está a chave do sucesso. Não é simplesmente a venda do peixe, mas a agregação de valor. É incremento na cadeia que gera mais desenvolvimento, mais prestação de serviço, mais emprego e renda”, afirmou.

Quem compartilha da mesma opinião é o professor Dr. Pedro Oliva, diretor geral do Instituto de Estudos Costeiros (IECOS). “Para o IECOS, representa o aporte do conhecimento para esse grande centro de pesquisa por meio da contribuição dos seus grandes pesquisadores, que vão permitir o conhecimento e desenvolvimento da região”, concluiu.

Texto e foto: Ascom Fapespa

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Cadeia produtiva do açaí no Pará é tema de debate em reunião na Sectet

Sectet - sex, 27/01/2017 - 16:44
27/01/2017

Diversos representantes governamentais e do setor produtivo do Pará se reuniram hoje, 27, com o objetivo de discutir ações para o melhoramento da cadeia produtiva do açaí. O encontro foi promovido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), tendo em vista as metas presentes Programa Pará 2030, planejamento estratégico para o desenvolvimento econômico e social do estado que tem como base a sustentabilidade.

Estiveram presentes na reunião representantes do Sebrae, do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio), da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), da Universidade Federal do Pará (UFPA), das secretarias estaduais de Educação, de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, dentre outros órgãos, que expuseram as atividades desenvolvidas e as demandas do setor em debate. 

“Queremos atualizar os atores que desenvolvem atividades na cadeia do açaí no Pará sobre as ações desenvolvidas por cada órgão e, com isso, promover as sinergias tão necessárias ao fortalecimento deste segmento, tudo de forma coordenada e colaborativa”, explicou a secretária adjunta da Sectet, Maria Enriquez, sobre a importância da reunião.

Um dos destaques da reunião foi a apresentação do pesquisador Hervé Rogez, que coordena o Centro de Valorização Agroalimentar de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA), localizado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá). O Centro oferece serviços que possibilitam o controle de qualidade em produtos de origem vegetal nas áreas de alimentos, farmacêutica, química, cosmetologia e outras. Também desenvolve conhecimento tecnológico no setor de ingredientes nutricionais e bioativos.

“Atualmente estamos trabalhando para atualizar o Padrão de Qualidade do Açaí, com o objetivo de comprovar a origem do fruto e diagnosticar rapidamente a presença de bactérias e de parasitas, como o Trypanosoma cruzi, responsável pela doença de Chagas. São mecanismos e tecnologias que precisam de apoio governamental para chegar ao campo e, assim, gerar produtos mais confiáveis ao consumidor”, afirmou o pesquisador Hervé Rogez.

Dentre os outros assuntos discutidos, destacam-se o da disponibilização de linhas de crédito para produtores locais e o desenvolvimento de estratégias de difusão de informações junto sobre práticas sustentáveis no manejo do fruto. Para trabalhar essas questões, outra reunião será realizada em fevereiro, com a presença de outras instituições, como a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), a Secretaria de Comunicação e o Banco do Estado do Pará (Banpará). A intenção é que o encontro seja feito dentro do PCT Guamá, para que os parceiros possam conhecer o espaço e seus serviços.  

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet

 

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Sectet implanta Fórum Permanente de Educação Profissional e Tecnológica (FPEP)

Sectet - sex, 27/01/2017 - 15:54
27/01/2017

Promover ações articuladas e complementares de fomento à educação profissional em todo o Estado, em consonância às vocações regionais de cada município. Esse é o objetivo do Fórum Permanente de Educação Profissional e Tecnológica (FPEP), implantado hoje, 27, durante uma reunião realizada no auditório da Fiepa. O Fórum integra as ações desenvolvidas dentro do Programa Pará Profissional, uma inciativa coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e pelo Comitê Intersecretarial de Educação Profissional e Tecnológica do Estado do Pará (CGIEP). 

Diversos representantes governamentais, do setor produtivo e da sociedade civil organizada estiveram presentes na reunião para se informarem sobre as diretrizes do Fórum. “Será um espaço de governança intersetorial para discutir ações complementares e reforçar ações que envolvam a qualificação técnica e profissional no Pará”, afirmou o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello.
 

O Programa - O Pará Profissional pretende atender cidadãos de todas as regiões de integração do Pará, permitindo que, após os cursos, os egressos tenham maiores possibilidades de acesso ao emprego ou de criação do próprio negócio. Entre os objetivos específicos do programa, estão a promoção de cursos profissionalizantes nas modalidades de ensino técnico subsequente e formação inicial e continuada; o estabelecimento de parcerias que potencializem, em termos técnicos e financeiros, as ações do programa; a interiorização da educação profissional e tecnológica por meio de parcerias colaborativas com os municípios paraenses e demais atores locais e regionais; e o maior alcance de pessoas por meio do estabelecimento de um sistema eficaz de educação a distância.

“O setor privado tem pressa e, considerando as experiências já em curso do Pará Profissional, podemos perceber que ele consegue acompanhar as demandas das empresas para viabilizar mão-de-obra local e qualificada”, opinou a representante da empresa Hidrovias do Brasil S.A., Leandra Arguelo. Já o produtor rural de Cametá, Benedito Barros, expressou o seu contentamento com as características do Programa: “estou satisfeito com as soluções do Pará Profissional, pois ele mapeia e valoriza as vocações produtivas de cada município”. 

Após a apresentação do Pará Profissional, a programação da reunião prosseguiu com a exposição das diretrizes do Fórum e o estabelecimento de grupos de trabalho que discutirão, de forma colegiada, temas de interesse de cada ente vinculado à educação profissional. “A ideia é que os entes envolvidos façam parte de pequenos fóruns regionais e comitês municipais, os quais serão responsáveis por pautar e dar legitimidade às demandas dos cursos a serem ofertados”, explicou o diretor de educação profissional e tecnológica da Sectet, Luis Blasques. 

Atualmente, a Sectet está trabalhando no edital público para credenciamento de profissionais especializados para prestação de serviços de instrutória para atender as demandas dos cursos no âmbito do Pará Profissional. A previsão é que o edital seja publicado em fevereiro deste ano.

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet

 

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Adepará realiza visita técnica ao Laboratório da Qualidade do Leite do PCT Guamá

Sectet - qui, 26/01/2017 - 18:51
26/01/2017

Representantes da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) realizaram hoje, 26, uma visita técnica ao Laboratório da Qualidade do Leite, empreendimento ainda em fase de finalização, financiado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), e que integra o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá). O objetivo da visita foi o de apresentar o laboratório e seus serviços à Adepará, para que seus representantes possam conhecer o seu potencial para o melhoramento e a verticalização da cadeia leiteira no Estado.   

O Laboratório da Qualidade do Leite é uma demanda antiga por parte dos produtores paraenses de leite e resulta de um esforço conjunto. O governo estadual, por meio da Sectet, investiu cerca de R$ 2,3 milhões na construção do espaço. O Governo Federal, por meio do Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento (Mapa), foi o responsável pela aquisição dos equipamentos de diagnóstico e a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) adquiriu os mobiliários. A coordenação é de responsabilidade do Programa de Ciência e Tecnologia de Alimentos, da Universidade Federal do Pará (UFPA).

O empreendimento irá rastrear a produção leiteira paraense, conferindo-lhe controle e selo de qualidade. O objetivo é auxiliar os produtores de leite e as indústrias de laticínios paraenses a alcançar melhores índices de produtividade, melhorar a qualidade da matéria-prima e dos produtos derivados. “O Laboratório era o que nós precisávamos, pois dará respaldo a uma fiscalização mais precisa e adequada da cadeia produtiva do leite no Estado, gerando, assim produtos mais confiáveis ao consumir paraense”, opinou o diretor geral da Adepará, Luciano Guedes. 

Qualidade do leite – Os serviços do Laboratório serão pautados a partir de amostras de leite cru (aproximadamente 50mL), que serão coletadas na propriedade, seguindo as recomendações adequadas para os procedimentos de coleta e transporte. Os recipientes, de material plástico e com tampas de pressão, serão fornecidos já esterilizados e com conservante pelo laboratório. 

“O controle da qualidade perpassará a determinação dos seus componentes, a contagem de células somáticas e de bactérias, além de análises laboratoriais de produtos derivados do leite, como queijos, coalhadas etc. São serviços que poderão ser prestados para todos os estados da região Norte, com o objetivo de dar apoio às indústrias de laticínios no desenvolvimento de novos produtos oriundos do leite”, explica a pesquisadora da UFPA e coordenadora do Laboratório, Luiza Miller. 

Inauguração – Atualmente o laboratório finaliza os tramites legais para seu ingresso à Rede Brasileira de Laboratórios de Controle da Qualidade do Leite (RBQL), do Mapa, e espera a instalação dos últimos equipamentos e finalização da parte elétrica do prédio para entrar em pleno funcionamento. A previsão é que a inauguração seja em março deste ano. 

“Nossa principal agenda antes da inauguração é a de aproximar os atores estratégicos aos serviços oferecidos pelo Laboratório. Nesse sentido, a Adepará é uma ponte estratégica para contatar os principais usuários do laboratório, que são os produtores de leite, para que todos os testes de controle de qualidade sejam realizados dentro do nosso próprio Estado, dinamizando, assim, a cadeia leiteira paraense”, afirmou o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello. 

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet

 

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