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Atualizado: 2 horas 6 minutos atrás

Segunda fase do projeto 'Xingu Conectado' é apresentado

qui, 22/06/2017 - 12:21
21/06/2017 - 12:15

"Xingu Conectado”, projeto da Empresa de Tecnologia da Comunicação e Informação do Estado do Pará (Prodepa), em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Ministério das Comunicações e a Telebras, aprovado pelo Comitê Gestor do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRS-X), chegou a fase 2. O presidente da Prodepa, Theo Pires e o gerente de Projetos de Cidadania, Tiago Cardoso, defenderam a segunda fase do projeto para aprovação e habilitação junto ao PDRS-X. O resultado oficial sai no início de julho.

O PDRS-X tem a finalidade de implementar políticas públicas e iniciativas que proporcionem o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida de mais de 400 mil pessoas que habitam os municípios de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Gurupá, Medicilândia, Pacajá, Placas, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Uruará, Vitória do Xingu e São Félix do Xingu.

Esse projeto também trará a oportunidade de aumentar a presença dos Governos Estadual e Federal na região com o auxílio da tecnologia e de promover a aproximação da sociedade às políticas públicas através de serviços eletrônicos de governo. Além disso, com a parceria da Telebras no projeto, será possível também chegar a iniciativa privada e ao cidadão, pois a Telebras tem como missão a implantação do PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) que objetiva levar ao cidadão internet banda larga a preços populares.

Pensando em projetos estruturantes, o PDRS-X voltou atenção para a internet, porque muitos outros projetos pediam conectividade. Então, lembraram que a Prodepa havia submetido projetos em 2013 e 2015, e a chamaram, junto com o Governo Federal, representado pelo Ministério das Comunicações e Telebras, para que apresentassem em conjunto um projeto para atender toda a região.

Assim, Telebras e Ministério das Comunicações, em consenso, decidiram que como a Prodepa já tinha os projetos, eles seriam revisados e submetidos à câmara técnica de infraestrutura do PDRS Xingu. Cada câmara técnica tem um limite orçamentário, e fazer um projeto em uma região grande como o Xingu não é barato, pelas dificuldades, pelas distâncias, etc. E o projeto para ligar todos os municípios extrapolava o limite orçamentário naquele ano. Por isso, com um limite próximo de 10 milhões, o projeto contemplou a maioria dos municípios, mas não todos.

A primeira fase começou a ser executada no início de 2017, atendendo nove municípios com a implantação da rede de fibra óptica. Altamira, Brasil Novo, Medicilândia, Vitória do Xingu, Uruará, Placas, Pacajá, Anapú e Senador José Porfírio, num total de 273,7 km de backbone em fibra óptica. Além do backbone¹ em fibra óptica, será implantado também uma infovia em rádios de alta capacidade com frequência licenciada para interligar as cidades de Vitória do Xingu e Senador José Porfírio. Ainda em julho, Brasil Novo e Vitória do Xingu estarão conectadas. E até dezembro deste ano, as outras sete cidades serão entregues, concluindo assim a primeira fase do projeto.

“O Xingu Conectado fase 2, vai ligar os municípios de Porto de Moz e Gurupá. As duas cidades serão ligadas via rádio a partir de Almerim, utilizando o linhão da Isolux, em parceria. O projeto está orçado em 3,5 milhões de reais. Para viabilizá-lo, o governo do Estado vai investir outros três milhões para iluminar a fibra da Isolux”, explica Tiago Cardoso.

Com a aprovação e implantação do projeto, o “Xingu Conectado” trará enormes benefícios tanto para a região como para o Estado como um todo. Entre eles: a integração regional, a redução de custos com comunicação de dados, a geração de mão de obra incluída digitalmente, o fomento para o desenvolvimento industrial e tecnológico do Pará, maior divulgação da cultura local, o fortalecimento do comércio da região com vendas via internet, o acesso aos serviços eletrônicos do Governo, melhora na qualidade do serviço público e a contribuição para o crescimento do PIB paraense.

O projeto será executado pelo Instituto Avaliação, gestor do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu com o acompanhamento técnico da Prodepa e da Telebras. Após a implantação, será firmado um acordo entre a Telebras e a Prodepa que cederá metade de toda infraestrutura construída para a Telebras.

¹ - No contexto de redes de computadores, o backbone designa o esquema de ligações centrais de um sistema mais amplo, tipicamente de elevado desempenho.

Tags: Xingu Conectado PDRS-X
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Ginástica encerra semestre de atividades de saúde laboral na Prodepa

qua, 14/06/2017 - 14:21
14/06/2017 - 14:15

Alongar o corpo, exercitar movimentos e a respiração podem melhorar o dia no ambiente de trabalho. É assim na Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Pará (Prodepa) que desde 2011 acredita nas boas práticas de saúde em programa realizado em parceria com a Universidade do Estado do Pará (UEPA).

No intuito de proporcionar um melhor condicionamento físico aos colaboradores da empresa, os exercícios físicos posturais são coordenados por alunos do 5º ano do curso  Fisioterapia com a Supervisão da Mestra Silene Couto (UEPA). As aulas de ginástica laboral são realizadas três vezes por semana em todas as áreas da empresa, além de palestras voltadas às orientações de saúde. 

Hoje a equipe esteve nas salas para encerrar o primeiro semestre coim muita energia e descontração. As atividades retornam em agosto.

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Internet de qualidade chega a cinco municípios da região Araguaia

sex, 09/06/2017 - 10:14
05/06/2017 - 10:15

Com R$ 5,2 bilhões de PIB, o que corresponde a 5,7% do Produto Interno Bruto paraense, a região do Araguaia é a maior produtora de bovino (38%) e de abacaxi (87%). Tem a segunda maior produção de soja (28%), além de ser a maior exportadora de carne bovina e maior produtora de leite, respondendo por 21% do PIB agropecuário do Pará. Nesta perspectiva, a Rede de Comunicação de Dados Corporativa do Estado precisava chegar a região, não apenas para acompanhar, mas também para promover o desenvolvimento dos seus 15 municípios.

Por isso, a meta do Plano Plurianual (PPA) 2016-2019 era conectar cinco cidades da região. A meta foi alcançada pela Prodepa no início deste ano, com a conexão dos seguintes municípios: Pau D'Arco, Redenção, Rio Maria, Sapucaia e Xinguara. Além de fornecer conectividade à administração pública nas diversas esferas (municipal, estadual, federal, judiciária), a Rede Corporativa do Estado também instala pontos de acesso livre (hotzones), garantindo o acesso da população à internet de qualidade e de forma gratuita. Com o sinal de comunicação digital instalado em praças e orlas, a população das cidades pode se conectar ao mundo globalizado através do sistema wi-fi.

Tendo a missão de encurtar distâncias e possibilitar o acesso a informação e comunicação aos cidadãos paraenses, a expansão desta rede pelo interior do estado vem contribuindo para o desenvolvimento das comunidades. “Sabemos que a Internet, hoje, é a principal ferramenta de comunicação dos jovens, adultos, adolescentes, do empresário, do estudante e de todas as camadas sociais, e oferecer internet de graça para a população, sem dúvida é uma grande conquista”, comemora Fredson Pereira, prefeito de Pau d'Arco, município que recebeu um ponto de acesso livre à internet na Praça Maria Conceição Corrêa.

Os cinco novos municípios conectados à rede serão atendidos pelo Núcleo Regional de Marabá, otimizando a prestação de serviços técnicos e comerciais, como a instalação de programas, consultoria de serviços de internet e consultoria de segurança de rede, e ajudando na qualidade do serviço disponibilizado tanto para órgãos públicos quanto para a população.

Infraestrutura - Entre os principais produtos exportados pela região Araguaia estão: Ferro-ligas (Ourilândia 51%); Carne bovina congelada 18% (Xinguara, Água Azul do Norte, Santana do Araguaia, respectivamente, 10%, 5%, 3%) e soja, 9% (Conceição do Araguaia). Diante deste cenário, o grande projeto do governo do Estado para o desenvolvimento da região é a criação da primeira ferrovia estadual. Os investimentos privados previstos para o empreendimento seriam de U$ 4.5 bilhões. Quando ficar pronta, a Ferrovia Paraense (Fepasa) será uma alternativa mais barata para o escoamento da produção oriunda do sul e sudeste do Pará, além de promover a integração entre os modais rodoviário e fluvial, estabelecendo um circuito multimodal para o transporte de carga pesada. Uma solução ideal para a região amazônica, por ser menos agressiva ao meio ambiente e portanto, mais adequada ao desenvolvimento sustentável.

Já na fase de construção, cujo início está previsto para 2018, seriam 14 mil empregos e, durante a operação, somando os trabalhos na ferrovia, ramais, plataformas, superporto e condomínio industrial, a estimativa é de mais de 60 mil empregos diretos. Com 1,2 mil quilômetros de extensão, o traçado da Fepasa iniciaria em Santana do Araguaia - levando em consideração o meio ambiente e não cortando terras indígenas ou de populações tradicionais, como áreas quilombolas, nem áreas de preservação ambiental - e passaria por vários municípios da região, como Redenção e Xinguara.

Segundo informações do setor, a expectativa é que já no primeiro ano de funcionamento da ferrovia a demanda seria da ordem de quase 30 milhões de toneladas de produtos, como grãos e minérios. Em cinco anos, essa demanda cresceria para pelo menos 48 milhões de toneladas. As principais cidades a terem o escoamento da produção facilitado são: Santana do Araguaia, Conceição do Araguaia, Pau d’Arco, Redenção e Santa Maria das Barreiras.

Navegapará - Pontos de acesso livre à internet nos municípios da região Araguaia:

Pau d'Arco - Praça Maria Conceição Corrêa

Rio Maria - Praça Municipal - Setor Cascalheira

Sapucaia - Praça da Bíblia

Xinguara - Praça da Rodoviária

 

 

Tags: Navegapará Araguaia
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Sead e Prodepa facilitam acesso aos processos seletivos do Estado

ter, 23/05/2017 - 11:23
19/05/2017 - 11:15

A partir desta sexta-feira, 19, quem estiver interessado em participar de Processo Seletivo Simplificado (PSS) realizado por órgãos do Governo do Pará pode realizar seu cadastro no Sistema Integrado de Processos Seletivos Simplificados (Sipros) no endereço www.sipros.pa.gov.br. A ferramenta foi apresentada hoje, no auditório da Secretaria de Estado da Administração (Sead), para servidores das áreas de Recursos Humanos e Informática de 58 órgãos e entidades do Poder Executivo e irá concentrar todas as informações referentes aos PSSs.

A titular da Sead, Alice Viana, informou que o sistema desenvolvido em parceria com a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa), vai trazer maior dinamismo e segurança ao processo, além de ser mais prático para o usuário. “Usamos a tecnologia como aliada da administração pública. Ela nos auxilia a modernizar os procedimentos, diminuir custos e organizar as rotinas da gestão. Esse é um sistema de gestão. Com o Sipros criamos uma forma de auxiliar toda a administração na realização dos processos. Tanto servidores quanto usuários terão a possibilidade de usar um instrumento que traz maior agilidade e muitas facilidades para todos”, detalhou a secretária.

Alice Viana ressaltou ainda que os PSSs são uma forma de trazer igualdade, celeridade e transparência para as contratações de servidores temporários pelo estado e que não haverá a substituição dos concursos públicos. “Temos concursos em andamento, licitações para novos concursos em andamento, já nomeamos mais de 14 mil servidores por meio de concursos. Além do mais, não existe dentro da administração qualquer indicativo para que sejam extintos. Eles continuam de acordo com a real necessidade de cada órgão”, afirmou.

Segundo Manuelle Costa Santos, diretora de Planejamento e Seleção de Pessoas da Sead, o Sipros está de acordo com o decreto estadual nº. 1.741, de 19 de abril de 2017, que disciplina a metodologia de PSS no estado. “Somos responsáveis pela gestão do sistema, bem como pela análise de eventuais modificações e alimentação das informações de apoio. Todos os procedimentos referentes aos PSSs deverão ser realizados por meio dessa ferramenta. Já realizamos o treinamento de aproximadamente 30 servidores membros das comissões de processos cujos órgãos já possuam editais e buscamos continuamente a melhoria do processo juntamente com a Prodepa”, assegurou.

Anderson Goés, da Gerência de Engenharia de Sistemas da Prodepa, destacou que empresa implementa as regras, disponibiliza e mantém a infraestrutura e ainda realiza as necessárias correções e atualizações do sistema. “Será possível realizar desde a inscrição, enviar documentos comprobatórios, receber recursos, veicular todas as informações tais como, editais, comunicados e notas”, enumerou.

O primeiro órgão a ter um PSS todo realizado via Sipros será a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sespa), que a partir da próxima segunda-feira, 22, ofertará 140 vagas de níveis fundamental, médio técnico e superior para a capital e interior do estado.

Antônio Lima, do Departamento de Recursos Humanos da Sespa, foi um dos servidores que já receberam treinamento na Sead. “O sistema vem pra facilitar o trabalho e organização dos processos, bem como otimizar o nosso tempo. Vai ser muito mais tranquilo do que os outros já realizados”, disse.

As inscrições estarão abertas das 8h de segunda-feira, 22, até às 23h59 de quarta-feira, 24, no site www.sipros.pa.gov.br .

Os órgãos interessados em receber treinamento devem entrar em contato com Sead pelo fone (91) 3194 1027.

Agência Pará

Tags: Sistema Sipros
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Estado apoia implementação do Processo Judicial Eletrônico

ter, 18/04/2017 - 10:34
18/04/2017 - 10:30

A implementação do Processo Judicial Eletrônico (PJE) no Pará foi discutida em uma reunião realizada nesta segunda-feira (17), na sede do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT8), em Belém, com a participação do procurador-geral do Estado, Ophir Cavalcante Júnior.

O assunto reuniu ainda o desembargador Francisco Sérgio Silva Rocha, presidente da Comissão de Implantação do PJE no TRT8, e Théo Carlos Flexa Ribeiro Pires, presidente da Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Pará (Prodepa), além de representantes da Secretaria de Informática do Tribunal de Justiça do Estado (TJE/PA).

O encontro marcou o início da parceria entre as instituições para atuação conjunta, destinada a otimizar recursos e ampliar o atendimento à população da capital e do interior, a fim de levar o sistema de Processo Judicial Eletrônico a todos os 144 municípios paraenses. A ação integrada entre o Governo do Pará, TRT8 e TJE também visa garantir a ampliação da rede de internet em todo o Pará.

“Temos condições de montar uma base operacional utilizando tecnologia de fibra óptica, viabilizar o uso compartilhado das estruturas dos órgãos públicos e chegar aos municípios do interior. A meta do governo do Estado é atuar institucionalmente com a finalidade de atender a população dos 144 municípios”, informou Théo Pires.

O desembargador Sérgio Rocha propôs a celebração de um convênio entre as instituições para viabilizar e operacionalizar as fases do projeto de efetivação do processo judicial eletrônico e os demais serviços relacionados à internet banda larga.

Redução de gastos - “O objetivo do governo do Estado é atuar de forma integrada com outras instituições do Sistema de Justiça, a fim de possibilitar maior agilidade aos processos judiciais, diminuir custos, modernizar e tornar menos burocráticas as etapas dos atos processuais. As peças, como petições, certidões e despachos, serão digitalizadas, para visualização por meio eletrônico, o que evita a utilização de papel. Outro aspecto importante do processo judicial eletrônico é a racionalização de gastos, permitindo o emprego de valores financeiros e de servidores em atividades mais dirigidas à atividade-fim das instituições”, destacou Ophir Cavalcante Jr.

Segundo o procurador-geral, “a ação compartilhada e a concentração de esforços de várias esferas do poder público fortalecerão o Sistema de Justiça e, o mais importante, vão levar e despertar cidadania à população do interior paraense, por meio da oferta de serviços e de internet gratuita. É preciso integrar cada vez mais as diversas regiões paraenses, e essa questão envolve, de forma fundamental, os recursos e ferramentas digitais”.

Por Lene Alves

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Prodepa expande rede no Marajó e implanta Cidade Digital de Breves

seg, 10/04/2017 - 09:57
07/04/2017 - 10:00

Com dezesseis municípios e uma população de 525.347 habitantes, o arquipélago do Marajó tem a maior taxa de analfabetismo (21%) na faixa acima de 15 anos e o maior índice de pobreza do Pará (57%). Apesar de se destacar na produção de palmito e de açaí, respondendo por 55% e 30% respectivamente da extração no Pará; os índices econômicos muito baixos e a população geograficamente dispersa e sem recursos são fatores que justificam o desinteresse da iniciativa privada em investir na região. Por isso, da infraestrutura de rede em fibra óptica que o governo do Estado está implantando, a do Marajó é a que pode ter maior representatividade em termos de benefícios para a população.

A Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa), em parceria com a Celpa e usando um cabo subaquático, implantou uma estrutura de fibra ótica, responsável pela transmissão de dados, interligando a ilha do Marajó à rede pública de internet. São 24 pares de fibra com 10,7mm de diâmetro total. Isso representa o transporte de dados em alta velocidade, proporcionando o alcance de taxas de transmissão da ordem de 40 Gbps.

O primeiro município do arquipélago a receber internet via fibra ótica foi Ponta de Pedras. Lá, o Navegapará já está disponível para a população em um ponto de acesso livre na praça da cidade e outro no terminal hidroviário, com internet gratuita via wi-fi. Também já foram interligados e estão em pleno funcionamento outros 20 pontos, entre eles: escritório da Adepará, duas escolas estaduais, Polícia Militar, CRAS, unidades da Seduc, Semed e Emater, melhorando a conectividade e o acesso aos serviços públicos no município.

Para o presidente da Prodepa, Theo Pires, a disponibilização da rede de fibra óptica por meio da parceria com a Celpa representa aquilo de mais importante que o governo do Estado pode oferecer, hoje, em nível de tecnologia, à população do Marajó: a sua integração com o resto do mundo por meio da internet. “Não só pelo acesso à internet, mas, também, aos diversos meios de comunicação disponíveis, como telefonia fixa e móvel. Através de um único link em fibra óptica é possível oferecer um serviço melhor, e é isso que o Estado vai buscar agora”, declara Theo.

Já existe o projeto para expandir essa rede, a partir de Ponta de Pedras, para alguns municípios. A Prodepa está trabalhando na busca do recurso financeiro. E em consonância com o Programa Pará 2030 - que visa melhorar a renda média do paraense, fazendo com que o Produto Interno Bruto (PIB) per capita cresça – está sendo instalada uma estrutura de posteamento de energia elétrica em Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari, e a expectativa é que a fibra óptica acompanhe o mesmo cronograma.

A meta do Plano Plurianual (PPA) 2016-2019 para a região era conectar Breves, cidade polo da ilha. No início de 2017 esse objetivo foi alcançado e, agora, o município é a mais nova Cidade Digital do arquipélago, junto com Ponta de Pedras, Salvaterra e Soure que já contavam com a internet do Navegapará desde 2012.

O link que chega a Breves, via rádio de alta capacidade, já atende a população. Além disso, já foi implantada uma rede em fibra óptica dentro do município. Foi construído um pequeno anel óptico, partindo da entrada do link da Prodepa na UFPA até o Hospital Regional, com aproximadamente 4,5 quilômetros de extensão. A partir desse ponto sai a radial GPON (tecnologia de que permite uma transmissão e recebimento de dados mais rápida através de uma única fibra), que hoje interliga o comando Regional da Polícia Militar; a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefa) e o hotzone (ponto de acesso livre à internet) da Praça do Operário, além do Hospital e da UFPA. As próximas instituições a serem conectadas são a Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Por se tratar de uma cidade polo no arquipélago, a maioria dos órgãos têm sede regional em Breves. No município, foram mapeados mais de 20 pontos que podem ser beneficiados com a conexão em banda larga. “Tem órgão, por exemplo, que paga mais de dez mil reais por mês por um link via satélite de menos de um mega de banda. E a Prodepa oferece, de início, dois megas de fibra”, conta o gerente de Projetos de Cidadania da Prodepa, Tiago Cardoso.

Dentro do Programa Pará 2030, há a Rota Turística do Queijo do Marajó, criada para incrementar o fluxo turístico na região a partir de novos roteiros e produtos de turismo gastronômico em Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari. Neste contexto, ainda em 2017, a Prodepa deve iniciar nova ligação a partir de Ponta de Pedras, chegando até Soure.

A finalidade é transportar o sinal das operadoras de telefonia e dos provedores de internet que atuam no Marajó para melhorar a capacidade de uso dessa infraestrutura de rádio, que é a única existente na região. “A fibra óptica traz melhoria na qualidade desse transporte e, consequentemente, do serviço oferecido. É a forma que o governo tem de levar à população da ilha os avanços da tecnologia da informação e comunicação”, conclui o presidente.

A Rota Turística do Queijo do Marajó pretende ser uma alternativa de renda para os produtores locais, uma vez que o fluxo de pessoas ao longo da rota dinamiza a economia e possibilita a valorização dos atrativos naturais, culturais e históricos da localidade. A conectividade dos municípios da rota contribui para a comercialização dos insumos, fortalecendo a base produtiva da agricultura familiar. O programa visa agregar valor aos produtos agrícolas locais e beneficiar pequenos produtores rurais das comunidades envolvidas, a fim de gerar negócios, emprego e renda.

Pontos de acesso livre à internet no Marajó:

Breves – Praça do Operário
Ponta de Pedras – Praça da Cidade e Terminal Hidroviário
Salvaterra – Praça Magalhães Barata
Soure – Praça da Orla

Tags: Marajófibra ópticaredeBreves
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Agilidade de processos em TI é pauta de encontro na Uepa

sex, 24/03/2017 - 14:13
24/03/2017 - 14:00

A Universidade do Estado do Pará (Uepa) recebeu o 1º Encontro GUMA-PA 2017 no dia 23 de março, no auditório Paulo Freire, do Centro de Ciências Sociais e Educação, em Belém. O evento é uma das ações do Grupo de Usuários de Métodos Ágeis do Pará (Guma-PA), que reúne estudantes e profissionais de Tecnologia da Informação (TI).

O grupo faz parte da Associação dos Usuários de Informática e Telecomunicações, seção Pará (Sucesu-PA), da qual a Uepa também é vinculada. O Guma-PA busca integrar pessoas, incentivar a troca de experiência e apoiar a adoção de métodos ágeis pelas organizações de tecnologia na região.

O encontro na Uepa trouxe, especificamente, a metodologia DevOps, considerada a chave para a mudança de paradigma da forma tradicional de trabalho da área de TI. O termo é originário da combinação das áreas desenvolvimento e operações. Objetiva promover exatamente a integração entre desenvolvedores de software e profissionais de infraestrutura, que utilizam linguagens e ferramentas distintas e trabalham em etapas específicas de uma demanda.

A palestra de abertura foi ministrada pelo gerente de projetos do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Rafael Soto, direto de Brasília, por videoconferência, que apresentou como a metodologia é aplicada no Projeto Estaleiros, pioneiro no país. “Antes o nosso processo envolvia 14 áreas dentro do setor de operação, tínhamos problemas no tempo de implantação, por conta da passagem de bastão entre as equipes, e o baixo nível de automação, ou seja, as atividades eram feitas de forma manual”, lembra.

O nome do projeto faz referência à característica dos estaleiros de concentrar em um só lugar todos os meios humanos, materiais e técnicos, necessários para a execução de uma obra. A partir da metodologia DevOps, eles criaram um grupo multitarefa, com representantes das áreas, para a inclusão de ferramentas que acelerassem o processo sem perder a qualidade do serviço.

Com a experiência do Serpro em Brasília, a unidade da instituição no Pará será a primeira a receber capacitação para integrar o projeto a partir de abril. “Recebemos o material de estudo prévio e nos dias dos treinamentos colocaremos os conhecimentos em prática em projetos já existentes”, explica Artur Tupiassu, gerente de desenvolvimento do Serpro em Belém, que também integra o Guma-PA.

“Pelo modelo tradicional, a área de infraestrutura é responsável pela parte física e também pela configuração dos servidores, e assim garantir estabilidade dos sistemas. Com a mudança, essa configuração, que era feita a partir da execução de scripts por um profissional, será possível de forma automatizada. Em vez de esperar dois meses por um ambiente de produção, agora a espera pode durar apenas seis segundos”, continuou Tupiassu.

Além da aceleração do tempo, o DevOps auxilia também na redução de custos operacionais, principalmente quanto ao pagamento de servidores a partir do da implantação e uso dos softwares. Sistemas como o e-Social (funcionalidade para empregadores domésticos) e o da Declaração de Imposto de Renda da Receita Federal, que requerem um uso somente em um determinado período do mês ou do ano, sairão mais em conta para o país.

Para o diretor de Serviços de Processamento de Dados da Uepa e membro do Guma-PA, Ítalo Di Paolo, ter contato com essas experiências inovadoras são importantes. “Trazer experiências de agilidade para a universidade é uma forma de capacitar a equipe técnica e conhecer exemplos que estão dando certo”, afirmou. A recente implantação do Sistema de Processo Eletrônico (PAE) na Uepa é um exemplo de automação com base em metodologias ágeis. Em parceria com a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa), a mudança iniciada em 2017 está em fase de treinamento e conscientização quanto ao uso da ferramenta.

Evandro Paes, gerente de Engenharia de Sistemas da Prodepa, participou dessa implantação junto à DSPD/Uepa, ressalta que as mudanças são fruto do olhar atento ao que outras organizações aplicam sempre com foco no resultado e na satisfação dos clientes. “Buscamos estar atentos ao comportamento do mercado, como as empresas de software estão trabalhando fora para melhorar nossos processos internos”, explica ele, que também é membro do Guma-PA.

O Guma-PA recebe não apenas profissionais e estudantes das área de TI, como também entusiastas da tecnologia. Assim como a palestra na Uepa, eles costumam realizar outras formas de encontro inovadoras, até mesmo em bares, para disseminar o conhecimento e estimular o relacionamento entre pessoas e organizações, sempre com foco na agilidade. Para entrar em contato com o grupo e saber como participar da rede, basta acessar a página deles no Facebook.

Texto: Dayane Baía

Tags: Agilidade processos TI
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Prodepa apoia evento sobre DevOps

qua, 22/03/2017 - 09:39
21/03/2017 - 09:30

Os profissionais e estudantes de Tecnologia da Informação (TI) já tem agenda para esta quinta-feira, 23. A Universidade do Estado do Pará (Uepa) recebe o primeiro evento do Grupo de Usuários de Métodos Ágeis do Pará (Guma-PA) 2017, que abordará durante a tarde o tema DevOps. As inscrições já estão abertas e são gratuitas para todos os interessados na área.

“O DevOps é o alinhamento do time de desenvolvimento com o time de infraestrutura, em relação à processos, ferramentas e responsabilidades, visando acelerar as entregas em produção com um elevado grau de qualidade. É uma nova forma de encarar a gestão de TI em organizações”, explica o titular da Diretoria de Serviços de Processamento de Dados (DSPD) da Uepa e um dos organizadores do evento, o professor Ítalo Di Paolo. O encontro é de interesse de todas as pessoas que trabalham em equipes de TI.

Enquanto o desenvolvimento ágil aproximou as equipes de desenvolvimento de software do negócio, reduzindo os gaps entre essas áreas, o DevOps traz agilidade para a própria área de TI, reduzindo os gaps entre a área de desenvolvimento de software e infraestrutura computacional. O evento ocorrerá no auditório Paulo Freire, das 16h às 18h20, e abordará os temas “DevOps e o projeto Estaleiro do SERPRO”, via webconferência com SERPRO-Brasília; “De desenvolvedor para desenvolvedor: uma experiência de DevOps na CINBESA”; e “Jenkins, o CI ao seu dispor”.

Por ter a presença de profissionais do TI de diversas instituições, o evento se torna uma boa oportunidade para atualização, network e trocas de ideias para crescimento profissional e institucional. Para a organização, o Guma contou com o apoio da Uepa, do Serviço Federal de processamento de Dados (Serpro), da Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa), da Sociedade dos Usuários de Informática e Telecomunicações, seção Pará (Sucesu-PA), e da comunidade Tá Safo.

Mais informações sobre o evento constam no site www.palestrascoletivas.com.br/events/1o-evento-guma-pa-2017-devops.

Texto: Fernanda Martins

Foto: Nailana Thiely

Tags: DevOps UEPA palestra
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Protocolo Eletrônico reduz impactos custos e tempo no atendimento ao cidadão

ter, 21/03/2017 - 16:10
17/03/2017 - 16:00

Além de levar internet a milhares de paraenses, transformando realidades e promovendo a cidadania, a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa) ainda desenvolve soluções que facilitam o acesso da população à rede de serviços públicos. Isso ocorre por meio de sistemas de informação criados a partir das necessidades de cada órgão e sua relação com o público.

Uma dessas soluções é o Processo Administrativo Eletrônico (PAE), lançado oficialmente em maio de 2016. O sistema tem como objetivo eliminar o uso de documentos impressos pelo Estado, interligando todos os órgãos estaduais de maneira a permitir que os trâmites, emissões e protocolos de documentos possam ser feitos de forma totalmente digital. “No início de 2011, nós percebemos que o Estado não tinha nenhuma ferramenta de gestão de informação eletrônica. Existia o e-protocolo, que já rodava há bastante tempo com sucesso. Mas apesar de permitir ao usuário acompanhar e fazer o rastreamento do processo, ele não dispensava a existência o processo físico em si”, conta Lourenço Monteiro, diretor de Desenvolvimento de Sistemas da Prodepa.

O PAE é um sistema desenvolvido pela Prodepa com o apoio da Secretaria de Estado de Administração (Sead), que prestou todos os requisitos e trouxe as regras de negócios. No que diz respeito à questão legal, às normas administrativas, o desenvolvimento do projeto foi acompanhado desde o início pela Auditoria Geral do Estado (AGE). Com a necessidade de normatização dos procedimentos, a Sead repassou os requisitos à Prodepa, que desenvolveu uma ferramenta de gestão eletrônica de processos, onde não há necessidade da tramitação física de documentos.

É uma ferramenta segura do ponto de vista da privacidade da informação, que requer login e senha mediante cadastro presencial, mas funciona também com token (dispositivo eletrônico gerador de senhas). O PAE tem uma gama de funcionalidades que foram elaboradas a partir do mesmo sistema de e-protocolo, ou seja, do processo físico. “Criamos um sistema o mais próximo possível do que já existia para que as pessoas, principalmente os servidores mais antigos, não tivessem dificuldade nessa tramitação do universo físico para o eletrônico. Seguimos o mesmo modelo, com as mesmas etapas, para não criar nenhum tipo de embaraço ou dificuldade”, explica o presidente da Prodepa, Theo Pires.

Em tempos de crise econômica e redução de gastos, o sistema se apresenta como uma importante ferramenta para agilizar processos que antes requeriam mais tempo e investimento. Por isso, em maio de 2016, o governo do Estado publicou a Instrução Normativa nº 1, que define "a comunicação inter e intra órgãos e entidades do Poder Executivo do Estado do Pará, por meio de ofícios e memorandos, mediante tramitação pelo Processo Administrativo Eletrônico - PAE."

A instrução determina ainda que o envio de ofícios e memorandos por meio eletrônico será adotado como padrão de comunicação. De acordo com a Sead, desde a implantação do PAE, o Governo do Pará economizou mais de R$ 2,4 milhões em recursos públicos. Todos os órgãos do Estado e mais de 1700 servidores já receberam o treinamento para utilização da ferramenta.

O sistema já passou por melhorias e ajustes. Hoje, atende plenamente a criação, o despacho e o acompanhamento de processos eletrônicos na íntegra. Não existe nenhum procedimento físico que não tenha um equivalente eletrônico. Para a Prodepa, o PAE não é somente um sistema finalístico, e, sim, uma plataforma de tramitação eletrônica de informações do governo do Estado.

Embora tenha nascido como um sistema de processo eletrônico, o PAE deverá incorporar outros serviços. Um deles já existe: é a Intenção de Registro de Preço (IRP), onde a Sead anuncia para todos os órgãos, via processo eletrônico, que deseja comprar alguma coisa para saber quais deles têm intenção de participar do processo. “Esse levantamento, que antes demorava de 30 a 60 dias, hoje a Sead faz em menos de uma semana. A Secretaria lança, os órgãos respondem de forma eletrônica e as informações já vão para a Ata de Registro de Preços, incorporada ao Compras Pará”, explica Lourenço.

Com o PAE, o uso do papel caminha para a extinção definitiva, produzindo um impacto positivo direto na preservação do meio ambiente e no corte de gastos do governo, além de garantir agilidade à gestão pública. Os documentos impressos em papel precisam ser tramitados de forma física, seja por meio dos Correios ou de transporte privado do Estado. Já com o sistema digital esses custos são eliminados. “Hoje tudo é feito de forma eletrônica, sem a necessidade de qualquer outro meio de comunicação”, comemora Evandro Paes, gerente de Engenharia de Sistemas da Prodepa.

Tags: PAE processo eletrônico
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Xingu Conectado tem reunião para prestação de contas em Brasília

qua, 15/03/2017 - 18:31
15/03/2017 - 18:15

O projeto Xingu Conectado, que garante acesso à internet em seis municípios paraenses, com a implantação da rede de fibra óptica, foi tema de reunião nesta quarta-feira (15) no Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação, em Brasília. Na ocasião a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado (Prodepa) apresentou balanço sobre o trabalho aos ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão e das Comunicações, além da Telebrás, parceiros no projeto.

O encontro teve a presença do presidente da Prodepa, Theo Pires, e de representantes dos ministérios. Prefeitos dos seis municípios atendidos também participaram da reunião. Brasil Novo, Medicilândia, Vitória do Xingu, Placas, Anapu e Senador José Porfírio receberão o total de 273,7 quilômetros rede de fibra óptica. Mais de 400 mil pessoas serão beneficiadas.

Aprovado pelo comitê gestor do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu, o projeto traz a oportunidade de aumentar a presença dos governos estadual e federal na região com o auxílio da tecnologia e de promover a aproximação da sociedade às políticas públicas por meio de serviços eletrônicos. Além disso, com a parceria da Telebrás, será possível também chegar à iniciativa privada e ao cidadão, pois a empresa tem como missão a implantação do Plano Nacional de Banda Larga, que objetiva levar o serviço ao cidadão a preços populares.

O diretor de Inclusão Digital do Ministério da Ciência e Tecnologia, Américo Bernardes, disse que o Xingu conectado é um projeto estratégico para os governos federal e estadual, além das prefeituras, mas é “ainda mais importante para a população do Pará”. A internet hoje, segundo ele, “é fator crucial para o desenvolvimento do país, e a população não pode ficar à margem dessa tecnologia”. O diretor disse ainda que ficou muito satisfeito com os resultados apresentados pelo Governo do Pará sobre a implantação do projeto.

O presidente da Telebrás, Antônio Loss, disse que a fibra implantada no Pará tem a “mesma boa qualidade da usada no restante do Brasil, mais rápida, com melhor conexão”. Para ele, “é muito bom ver prefeitos reunidos, interessados no mesmo projeto e informando suas necessidades, para que ele possa ser adequado, respeitando as peculiaridades de cada cidade”.

Para o presidente da Prodepa, Theo Pires, “o Xingu Conectado é um projeto construído a oito mãos, mas com o condão de respeitar as necessidades e peculiaridades paraenses. É internet que chega com links de altíssima velocidade”, afirmou. “Leva, além da presença do governo à região do Xingu, melhoria de vida, com a diminuição das desigualdades”, concluiu. Até o início do ano que vem, o Xingu Conectado deverá estar ativo nos seis municípios atendidos.

Por Pascoal Gemaque

Tags: Xingu Conectado
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Governo já economizou mais de 2,4 mi com o Processo Administrativo Eletrônico

seg, 13/03/2017 - 16:32
13/03/2017 - 16:30

Desde a implantação do sistema de Processo Administrativo Eletrônico (PAE), ferramenta que permite a tramitação de documentos e processos administrativos em formato digital, entre os órgãos da administração estadual, o Governo do Estado do Pará economizou mais de R$ 2,4 milhões em recursos públicos.

Todos os órgãos do Estado e mais de 1700 servidores já receberam o treinamento para utilização da ferramenta. “O sistema já está implantado em todos os órgãos, com isso ganhamos tempo na localização e acompanhamento de documentos e processos, eliminamos perdas, e gerou-se economia no gasto com combustível usado no deslocamento de servidores entre os órgãos para fazer o protocolo de documentos físicos; além da economia com papéis e toner”, explicou o servidor Roberto Galúcio, da Secretaria de Estado de Administração (Sead), que fez o treinamento dos servidores nas secretarias e agora faz as visitas de acompanhamento.

De junho a dezembro de 2016 foram criados e tramitados mais processos eletrônicos do que nos dois primeiros anos de utilização do sistema. Isso se deu em função da necessidade de racionalizar e maximizar recursos públicos, sobretudo com combustível e papel, já que os processos físicos são transportados, na maioria das vezes, por veículos oficiais, enquanto que os processos eletrônicos tramitam instantaneamente, via sistema.

"A utilização de ferramentas da tecnologia da informação possibilita uma gestão mais cérele e eficiente, poupando recursos administrativos, reduzindo os prazos de atendimento às demandas da sociedade e encurtando as distâncias", explicou Alice Viana, secretária de Estado de Administração.

"Além da economia e da celeridade na tramitação, deve ser destacada a dupla contribuição do Sistema de Processo Administrativo Eletrônico para preservação do meio ambiente, com a redução do consumo de papel e na emissão de CO2 na atmosfera, pela diminuição do uso de combustível", afirmou Thiago Matos, da Diretoria de Gestão da Cadeia Logística do Estado.

Para Denilse Lima, coordenadora de Protocolo e Arquivo da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), a ferramenta otimizou os processos. "Desde agosto de 2016 estamos com a redução do gasto de papel e a celeridade para encaminhamentos de processos, o que facilitou muito o nosso trabalho. A economia com combustível na tramitação de processo entre os órgãos também é um fator positivo em tempos de gestão de gasto público consciente", explicou.

O PAE pode ser acessado através do Link https://www.sistemas.pa.gov.br/governodigital com utilização de um login e senha, que é diretamente solicitado ao gestor do sistema no órgão.

Por Luciana Benicio - Secom

Tags: digitalticverde
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A nova Conecta já está on-line! Acesse e conheça mais sobre a conectividade na região do Guamá. 

sex, 24/02/2017 - 15:15
24/02/2017 - 15:15

A pesca é uma atividade característica da Região do Guamá. Formada por 18 municípios, tem mais de 13 mil pequenos proprietários ribeirinhos, mais de 15 mil batedores artesanais, agroindústrias locais e exportadoras, entre outros elementos ativos da cadeia produtiva que movimentam a vida econômica e social da região. É nesse cenário que a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação (Prodepa) avança com parcerias para a expansão da rede de fibra óptica.

Os projetos da empresa fazem parte do Plano Plurianual (PPA) 2016-2019, do Governo do Estado, que traça metas para o desenvolvimento paraense nas mais diversas áreas. A Prodepa superou essas metas de inclusão digital para esta Região de Integração, implantando mais de 90 km dos 71 km de fibra óptica previstos para a interligação de cidades do Guamá. Nesta edição vamos conhecer as Cidades Digitais e suas dinâmicas, além de projetos de expansão para esses municípios.

O uso da tecnologia por crianças e adolescentes também é pauta nesta edição, pois é preciso atenção à formação e contribuições que as TICs podem trazer a essas novas gerações. 

Acesse aqui e confira!

 

Yvana Crizanto

Editora Executiva

Gerência de Comunicação

 

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Programa que apoia criação de Ambientes de Inovação é aprovado pelo Consectet

qua, 15/02/2017 - 16:33
15/02/2017 - 16:30

O Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Consectet), que presta assessoramento superior à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet), realizou, nesta quarta-feira (15), a primeira reunião do ano. O Consectet é formado por secretarias de Estado, universidades, instituições de pesquisa e outros órgãos afins. Durante a reunião ocorreu a aprovação do Programa “INOVA PARÁ”, coordenado pela Sectet, que conta com a parceria dos órgãos governamentais que compõem o Sistema Estadual de Inovação: Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (FAPESPA), Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (PRODEPA) e Universidade do Estado do Pará (UEPA). 

Na oportunidade, o titular da Secretaria, Alex Fiúza de Mello, explicou os motivos que levaram o órgão a somar esforços para a implantação do programa no Pará. Ele ressaltou que a Sectet, por meio de reuniões, cursos e audiências públicas, observou que muitas pesquisas sobre arranjos produtivos locais realizadas em determinados municípios por instituições diferentes eram coincidentes, porém trabalhavam paralelamente sem comunicação entre elas e os atores locais potenciais beneficiários. Por isso, o programa objetiva promover a conexão entre os envolvidos no processo a fim de gerar o desenvolvimento do Estado. 

Nesse sentido, o Inova Pará incentiva a criação e o fortalecimento de ambientes de inovação nas Regiões de Integração a partir de um conceito de Sistema Regional de Inovação, enquanto espaços privilegiados, convencionais e não-convencionais, destinados a dar o suporte científico-tecnológico necessário às cadeias produtivas consideradas estratégicas definidas pelo Plano de Governo “Pará 2030”. O desafio é transformar empresários, pesquisadores, entre outros, em empreendedores inovadores que trabalhem conjuntamente e em sinergia, gerando assim um potencial competitivo.

A secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enríquez, ressaltou que o Programa envolve cinco etapas já definidas: Identificação de demandas; Concepção; Implantação; Gestão dos Sistemas Regionais de Inovação; e Acompanhamento e Avaliação de Resultados. Na primeira, haverá debates qualificados com agentes dos setores produtivos locais, governo e instituições de ciência e tecnologia. A partir daí, será feita a avaliação, em cada Região de Integração, da estrutura necessária para implantação do Sistema de Inovação adequado à realidade local. No terceiro momento, serão elaborados os editais seletivos, chamadas públicas, celebração de convênios para efetiva implantação dos ambientes de inovação. Na quarta etapa, está prevista a qualificação profissional, inclusive de gestores, por meio de intenso programa de treinamentos. Por fim, serão realizadas visitas periódicas em cada Sistema e haverá o estabelecimento de uma relação permanente com empresas parceiras para avaliação dos impactos das atividades inovadoras desenvolvidas em sua área de atuação.

A Secretária Adjunta destacou, ainda, cinco potenciais Sistemas Regionais de Inovação: o já existente Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá; a Incubadora de Empresas do Xingu; o Polo Avançado de Pesca e Aquicultura de Bragança; e o PCT Tapajós. Após a detalhada explanação, os membros do Conselho aprovaram, por unanimidade, o Inova Pará. A reitora da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Raimunda Monteiro, parabenizou a iniciativa, ressaltando a importância de otimizar o investimento, “um dos pontos que acho positivo é a precisão dos investimentos nos gargalos, nas partes mais frágeis”. Ela considera que se chega a um “ponto ótimo” com a exploração dos Parques de Ciência e Tecnologia e uso de metodologias que privilegiam as leituras regionais.

Editais - Na sequência da reunião, o diretor-presidente da Fapespa, Eduardo Costa, realizou o lançamento dos três primeiros editais da Fundação para este ano, que envolvem bolsas de iniciação científica, de mestrado e de doutorado. Costa também aproveitou para explicitar o trabalho do órgão nos últimos anos, destacando que, em 2016, a Fapespa investiu quase 19 milhões de reais em bolsas de pesquisa e, para 2017, já estão previstos 20 milhões. Também foram pautas da reunião a aprovação da Resolução do Plano Diretor da SECTET 2015-2019 e a apresentação do Programa Inovatec Pará (Programa de Inovação Tecnológica para fomento de start ups).

Além de Sectet, Fapespa e Ufopa, estiveram presentes na reunião os representantes dos seguintes órgãos: secretarias de Estado de Turismo (Setur), de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme); Museu Paraense Emílio Goeldi; Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA); Centro de Ensino Superior do Pará (Cesupa); Instituto Evandro Chagas; Instituto Tecnológico Vale; Banco da Amazônia; Embrapa; Sebrae, Federação do Comércio; Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa) e Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá).

Fonte: Asscom Sectet

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Projeto desenvolvido pela Prodepa para facilitar a vida de deficientes visuais

ter, 14/02/2017 - 10:58
14/02/2017 - 11:00

Acessibilidade na Web ganha destaque com projeto A1br.org 

Nos últimos anos a acessibilidade vem se tornando tema fundamental na concepção de projetos dos mais variados, do planejamento de cidades à arquitetura de prédios, até o desenvolvimento de sites e aplicativos digitais. A  Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa) vem se destacando no assunto com a iniciativa de um grupo de técnicos atentos às demandas emergentes da sociedade. Assim surge o projeto a1br.org - o primeiro portal de notícias acessíveis do Brasil, premiado em terceiro lugar na quarta edição do “Prêmio Nacional de Acessibilidade na Web - Todos@web”.
    
Ter acesso à produção de conteúdo e, portanto, de conhecimento é uma questão de autonomia. Hoje em dia os sites desenvolvidos são povoados de conteúdo visual, o que torna a experiência dificultosa para uma parcela considerável de cidadãos que têm as mesmas necessidades da maioria da população. Por outro lado, é crescente a disponibilidade de serviços de Governo pela web e por isso, são fundamentais projetos que busquem minimizar as diferenças para equilibrar privilégios e possibilidades. 

Quando se percebe que aproximadamente 24% da sociedade brasileira apresenta algum tipo de deficiência, segundo o Censo 2010 / IBGE, e que quase 19% tem alguma deficiência visual, é momento de planejar com mais atenção às necessidades do entorno, nas diversas áreas da sociedade. Segundo o diretor de Desenvolvimento de Sistemas da Prodepa, Lourenço Monteiro, “por uma iniciativa do técnico Edinamar Andrade, contando com nosso apoio, da diretoria e da gestão da empresa, algumas ações foram iniciadas para melhorar a questão da acessibilidade”. De uma dessas ações, se desenvolveu uma parceria com a Ufra - Universidade Federal Rural do Pará, prevendo a troca de informações entre pesquisadores especialistas nesse tema e os analistas, que compraram a ideia, fazendo com que o Governo do Estado também tornasse seus sites e conteúdos mais acessíveis”, explica o diretor.
 
Navegar pelo som

O analista de sistemas da Prodepa e idealizador do portal A1br.org, Edinamar Andrade, conta que vem trabalhando há dez anos com a ideia de acessibilizar os conteúdos na internet, ou seja, permitir que públicos com deficiência visual consigam ouvir os conteúdos de interesse. “A acessibilidade na web acaba facilitando a todos, mas sem dúvida nenhuma pessoas com deficiência visual e  idosas são as maiores beneficiadas no acesso aos conteúdos na Internet. O portal A1br é o que chamamos de acessibilidade na web ideal, cruzando informações no ambiente visivelmente mais simples e menos carregado de informações desnecessárias”. Edinamar esclarece que “as pessoas cegas utilizam programas de computadores, as chamadas tecnologias assistivas ou tecnologias de apoio. São tecnologias feitas para dar autonomia e independência para pessoas com deficiência. Assim como temos a bengala, o cão guia, temos no mundo virtual o leitor de tela, que realiza a leitura do conteúdo que aparece na tela”.
 
O problema dos leitores de tela é a falta de acessibilidade e  usabilidade dos sites, é que para cada página acessada, o software precisa ler todos os itens que existem até chegar nas informações de interesse. Ao visualizar um portal de notícias, percebe-se o percurso que o software precisa fazer até chegar no conteúdo de interesse do usuário, tornando a experiência dificultosa e demorada para o público com deficiência visual. “Tem pessoas cegas que já trabalham com computador que até conseguem acessar os conteúdos através de teclas de atalhos por exemplo, mesmo não possuindo acessibilidade. Mas a grande maioria das pessoas cegas não possui experiência no uso frequente do computador, logo quando desejam acessar os conteúdos, têm muita dificuldade para chegar na informação”, afirma Edinamar.
 
Nos dias de hoje, o computador e a internet trouxeram muita independência para as pessoas com deficiência visual. Antigamente só era possível obter notícias através do jornal impresso, logo dependiam exclusivamente de uma outra pessoa para ler. Hoje, é preciso apenas que as pessoas tenham a possibilidade de acessar os sites, escutar as informações e fazer suas próprias interpretações. “Quando você projeta uma cidade, um edifício ou um site, se você não perceber a diversidade do público no momento de projetar, vai sair muito caro depois para corrigir. Então, ou você inclui na arquitetura original de cada projeto, ou você ignora. E não dá para ignorar que aproximadamente 24% da população têm algum tipo de deficiência”, comenta o diretor Monteiro. “A tendência é que a gente consiga espalhar em todos os sites do Governo do Estado, e estimular que outros Estados, órgãos e outros poderes possam também se atualizar, para que a gente tenha esse percentual de sites acessíveis cada vez maior”, complementa.
 
Tecnologias contribuindo para um mundo melhor
 
Lourenço Monteiro acredita que “a tecnologia não tem esse poder de intervir na sociedade de forma contundente, mas tem uma grande contribuição a dar. E cada ação dessa é muito simbólica, e pensar que uma empresa está se preocupando com acessibilidade, em uma visão ampliada da sociedade, é um sinal, é um caminho que pode ser seguido por outras instituições”.
 
Em se tratando dos planos para o futuro, entende-se hoje o celular como o principal meio de acesso a conteúdos e execução de tarefas virtuais. A vantagem é que a maioria dos sistemas operacionais móveis já têm funções específicas, como o reconhecimento de comandos de voz, e a leitura de conteúdos. “Então os passos que a gente gostaria de atingir nas nossas ações caminham na direção de se apropriar desses recursos no desenvolvimento dos nossos projetos, para que os aplicativos e serviços públicos saiam com essa função nativamente ativada”, conclui o diretor.
 
A1br.org - o primeiro portal de notícias acessíveis do Brasil
 
Com o objetivo de contribuir para o acesso digital de usuários com deficiência, foi idealizado o projeto A1br.org que tem como objetivo acessibilizar os conteúdos disponíveis nos principais portais de notícias nacional. O Portal A1br.org possui um mecanismo que possibilita fazer uma varredura nos grandes portais de notícias e "capturar" os conteúdos principais tornando o portal limpo e acessível e facilitando assim a sua leitura principalmente por pessoas com deficiência visual e idosos.
 
Nesta primeira versão o acesso pode ser feito em diferentes plataformas tais como Windows, Linux, Mac OS e em diferentes navegadores tais como Internet Explorer, Mozilla, Chrome, Safari e etc. É possível também o acesso por meio de dispositivos de saída de dados como Notebook, Smartphone e Tablets. No caso específico das pessoas com deficiência visual, o sistema está preparado para ser utilizado por diferentes leitores de tela como NVDA, Jaws, Virtual Vision, Dosvox, entre outros.

Na primeira fase está sendo disponibilizado somente as notícias do portal G1 nas categorias, Últimas notícias, Mundo, Brasil, Pará, Entretenimento e Esportes; nas versões seguintes o usuário poderá escolher sua fonte de notícia (G1, UOL, IG, etc.) individualmente ou conjuntamente. O sistema tem a possibilidade de automaticamente reconhecer a região em que o usuário se encontra e carregar as notícias de seu interesse. “Desde 2012 eu venho com essa ideia de como fazer um site acessível, mas não foi possível pela falta de uma tecnologia. No ano passado, com a parceria importantíssima do analista de sistemas Luiz Guilherme Cruz, que pesquisou e desenvolveu  uma tecnologia capaz de filtrar os conteúdos de interesse dos portais de notícia, suprimindo banners, menus, imagens e outras informações, cruzando somente o que é de interesse em um portal simples, com alguns recursos para facilitar a experiência de usuários com deficiência visual”, explica o idealizador do A1br.org.

Acessibilidade é lei
 
Em 2004 foi regulamentada a Lei da Acessibilidade nº 5296/2004, que obriga todos os sites governamentais a terem sistema de acessibilidade. No entanto, hoje, em 2017, nem 5% dos sites governamentais nas esferas municipais, estaduais e federais possuem a tecnologia adequada. No Estado do Pará, a Prodepa contribui com o índice de 36% de sites do Governo acessíveis. 

 

Gerência de Comunicação

Divisão de Marketing

 

 

Tags: cidadania
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Internet livre amplia inclusão digital: saiba como e onde acessar os hotzones ou Pontos de Acesso Livre

ter, 07/02/2017 - 16:29
07/02/2017 - 16:30

Ampliação do acesso rápido e confiável à internet e às políticas públicas disponibilizadas pelas esferas do Governo: são reflexos do Navegapará, ação hoje presente em 75 cidades, que contam com pelo menos um Ponto de Acesso Livre ao cidadão, promovendo inclusão social por meio da Inclusão Digital. São praças, orlas, aeroportos e pontos turísticos onde a população pode se reunir para utilizar a internet de forma temporária, a partir dos seus dispositivos móveis por meio de conexão wi-fi.

Os hotzones, como são chamados os pontos de acesso disponibilizados pela Prodepa, fazem parte do projeto Cidades Digitais, promovendo conectividade ao cidadão, onde o Estado chega com sua infraestrutura de modernização. A partir de fibra óptica ou rádios transmissores instalados, qualquer cidadão, dentro da zona de cobertura do rádio wi-fi, com seu dispositivo móvel como tablet, celular, smartphone, netbook ou notebook, pode se conectar à rede sem fio e usufruir de uma conexão em banda larga para acesso a navegação em sites e serviços on-line.

Os Pontos de Acesso Livre são alternativas criadas para que as comunidades dos municípios conectados possam acessar a internet em pontos importantes da cidade sempre que precisarem. O gerente de Redes e Telecomunicações da Prodepa, Rodrigo Ferreira, explica que “os hotzones não foram feitos para substituir os pacotes de internet próprios, e sim para que as pessoas em trânsito utilizem a internet gratuitamente de forma temporária para acesso aos serviços e informações locais. É um uso rotativo e coletivo”.

O acesso wi-fi apresenta algumas características que devem ser observadas, tais como a área de cobertura do serviço, geralmente limitada entre 50 e 300 metros a partir do equipamento, o que pode interferir na qualidade e até no funcionamento do serviço; e o  limite de banda para tráfego de dados. Rodrigo explica que “em todos os hotzones há limites de banda total de 5mb e para cada usuário até 1mb. Ou seja, se houver cinco usuários conectados em um mesmo AP (Access Point), será disponibilizado 1mb para cada usuário, e assim sucessivamente, serão compartilhados os MB disponíveis por quantos usuários estiverem conectados simultaneamente no AP”.

A empresa está investindo, juntamente com Governo e parceiros, na melhoria da rede. "Os equipamentos hoje, na maioria dos hotzones, suportam até 64 clientes. E em determinados lugares percebemos que isso não é suficiente. Estamos identificando estes hotzones de grande circulação de pessoas e prevendo a mudança para um hardware de maior capacidade e melhores condições de gerenciamento", relata o diretor de Tecnologia e Comunicação da Prodepa, Fernando Nunes.

Segurança no acesso 

Os serviços de utilização de internet oferecidos pela Prodepa já se encontram de acordo com o Marco Civil da Internet, que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. A Lei sancionada em abril de 2014 oferece maior segurança de acesso, tanto para a empresa, quanto para os seus usuários. “Todo mundo que fornece serviço gratuito, precisa saber quem está utilizando essa internet. A autenticação garante respaldo, inclusive jurídico”, explica Rodrigo. 

Segundo as determinações do Marco Civil da Internet a proteção dos dados pessoais e a privacidade dos usuários são garantias estabelecidas pela Lei. As informações de cada usuário e de sua usabilidade somente podem ser acessadas via pedidos judiciais. Seguindo as novas determinações, para acessar a internet oferecida pelo Navegapará o usuário precisa fazer um cadastro simples na primeira vez em que vai utilizar o serviço.

"O sistema de identificação e controle utiliza-se de um cadastro único para toda a rede de acesso livre do Estado. O usuário cadastra-se com e-mail, celular e, a partir dessa identificação, não precisará mais se cadastrar em outras ocasiões, apenas autenticar-se", afirma o diretor Nunes.

Via de regra as conexões ficam ativas por 30 minutos, após esse período o usuário será obrigado a reconectar-se. Toda e qualquer conexão inativa por  mais de 10 minutos, exigirá nova autenticação. O procedimento garante que usuários inativos não ocupem as portas de acesso, facilitando a rotatividade de usuários conectados. “O serviço disponibilizado de acesso à Internet é público e deve estar disponível a todos de forma equânime, por isso se fazem necessárias as regras de uso”, explica Rodrigo.

Na velocidade da luz

O objetivo da atual gestão é implantar 1.500km de fibra óptica no Pará até 2018. Nos últimos dois anos foram implantados 235 km de infovias em fibra óptica entre Santa Maria do Pará e Paragominas, Marabá e Eldorado do Carajás e Ponta de Pedras e Vila do Conde. Já estão em fase de execução 550 km de infovias de fibra óptica, compreendendo Santa Maria do Pará, Peixe-Boi, Capanema, Altamira, Vitória do Xingu, Brasil Novo, Medicilândia, Uruará, Placas, Pacajá e Anapu. "A fibra óptica possui muitas vantagens como imunidade a interferências eletromagnéticas e ruídos, capacidade de transmissão bastante grande, redução do número de ativos de rede (em relação a enlaces de rádio ponto-a-ponto), facilidade na manutenção, dentre outras. Os custos, que há alguns anos eram altos, estão acessíveis, facilitando o seu uso por governos, empresas e provedores”, contextualiza o técnico Rodrigo. 

As infovias podem ser construídas por rádio transmissores ou por fibra óptica. Com a fibra óptica, o sinal é transformado em luz, sua velocidade é de 300 milhões de metros por segundo. A diferença é enorme se comparada aos cabos elétricos ou outros tipos de conexão. No entanto, para sua instalação é necessário a existência de infraestrutura como estradas e/ou cabeamentos elétricos. Para viabilizar a expansão desta infraestrutura pelo território paraense entrecortado por rios e florestas, a Prodepa tem apostado em parcerias com outros órgãos, de várias esferas.
    
Ao se comparar com os rádios transmissores que tem muitos detalhes técnicos e variáveis, a fibra garante maior estabilidade pela simplicidade de conexão, além de ser menos suscetível aos fatores climáticos e garantir uma banda de dados infinitamente maior. Por sua vez, o mercado de empresas de fibra óptica vem crescendo a cada ano, tornando o preço mais viável para sua implantação no Estado.

Acesse e conheça os pontos de acesso livre em todo o Estado.

Para denunciar vandalismo ou interrupções no acesso à internet livre entre em contato com nosso atendimento 0800 020 7575 ou faça o download do Governo Digital Mobile 

Gerência de Comunicação

Divisão de Marketing

 

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Servidores do Estado se especializam em gestão de ciência e tecnologia

ter, 07/02/2017 - 10:50
06/02/2017 - 10:45

Ocorreu nesta segunda-feira (6), na Escola de Governança Pública do Pará (EGPA), a aula inaugural da pós-graduação lato sensu em Gestão de Ciência e Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica, idealizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com a EGPA. O objetivo é aperfeiçoar as habilidades dos servidores públicos do Estado para que estejam aptos a elaborar projetos, fazer a gestão de programas específicos para o setor de ciência, tecnologia e inovação e de educação profissional e tecnológica.

Ao todo, 40 vagas foram abertas na primeira oferta do curso, com inscritos do quadro de servidores da Sectet e outros órgãos do governo que atuam em áreas afins, como a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação (Prodepa), as secretarias de Educação, Turismo e Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, entre outras.

“Queremos formar gestores públicos com conteúdo, pois é isso que o atual cenário do país exige na hora de analisar e formular projetos inovadores capazes de atrair investimentos para o setor de ciência, tecnologia e inovação”, disse o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, na abertura da aula inaugural, que também teve a presença do diretor geral da EGPA, Ruy Santos Filho, do presidente da Prodepa, Theo Pires, e da secretaria adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez.

Palestra – A aula inaugural teve a presença do professor da Universidade de Brasília (UnB) Elimar Nascimento, que ministrou a palestra "Ciência, Tecnologia & Inovação: desafios para um Brasil diferente”. “Estar ligado nas tendências do mundo é o primeiro passo para quem quer trabalhar com ciência, tecnologia e educação profissional. Além disso, o gestor público tem que estar aberto a mudanças e ao trabalho em equipe, hábitos essenciais para o desenvolvimento de políticas públicas coerentes com mudanças tecnológicas atuais”, disse.

As disciplinas serão ofertadas em três módulos, que juntos somarão 360 horas de aula. Os módulos I e II serão comuns a todos os servidores; o terceiro é o momento de eleger a área pretendida para o instrumental. “O curso é totalmente direcionado ao trabalho que desenvolvemos na gestão do fomento à pesquisa, e dialoga perfeitamente com o meu anseio de melhor atender as necessidades do nosso publico, que são os pesquisadores paraenses”, afirmou a servidora da Fapespa Fernanda dos Santos. As próximas aulas serão na Sectet, com previsão de término em julho de 2018.

Tags: gestão tecnologia informação
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Prodepa amplia capacidade da rede de comunicação de dados na região do Guajará

seg, 06/02/2017 - 13:59
04/02/2017 - 14:00

A Região de Integração do Guajará congrega, além da capital, Belém, os municípios de Ananindeua, Benevides, Marituba e Santa Bárbara do Pará, que junto a outros três compõem a Região Metropolitana de Belém. Junto, os cinco concentram 26% da população e 29% do Produto Interno Bruto (PIB) paraense. Destacam-se na economia com a indústria de transformação (madeireira, alimentícia, naval, etc.) e a construção civil, além da pecuária e da produção pesqueira.

Neste cenário, a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa) trabalha na expansão da Rede de Comunicação de Dados Corporativa para prover a administração pública com conectividade, ampliando a mobilidade e acessibilidade no interior do estado. As infovias também fazem parte das ações do “Pará 2030”, programa instituído por decreto governamental em junho do ano passado e estabelece metas para o crescimento sustentável da economia regional.

Com o objetivo de interligar órgãos públicos em rede de alta capacidade e disponibilidade; reduzir custos da administração pública com circuitos de comunicação e acelerar a modernização da gestão pública, a Prodepa garantiu, no último ano, uma expansão de 5% das infovia em fibra ótica, aumentando a disponibilidade da rede e conectando 20 novos órgãos/entidades na região do Guajará. “Essa melhoria no desempenho da rede corporativa garante maior autonomia, ajudando a promover a inclusão social por meio do acesso digital, possibilitando a implantação de programas de governo eletrônicos e facilitando o acesso do cidadão à informação, além de fortalecer economicamente os municípios atendidos”, esclarece Leila Daher, diretora de Projetos Especiais da Prodepa.

Novas Tecnologias - Sempre buscando ampliar o acesso com o melhor custo-benefício possível, em 2016 a Prodepa implantou novas infovias utilizando equipamentos de ponta, softwares mais modernos e ajustes refinados de configuração que possibilitaram alcançar maior qualidade nos enlace dessa rede. “Atualmente, trabalhamos dentro das limitações de largura de banda e de faixa de espectro permitidas pela Anatel, e com um único enlace ‘1+0’ conseguimos alcançar 248 megabits por segundo (Mbps) em ambos os sentidos de transmissão (full-duplex). Já trabalhando com a configuração ‘2+0’ atingimos 500 Mbps em ambos os sentidos de transmissão”, explica Leila Daher.

De acordo com o titular da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico e Mineração e Energia (Sedeme) e principal articulador do programa “Pará 2030”, Adnan Demachki, desde 2015, o Pará vem investindo maciçamente na melhoria da infraestrutura modal, seja na malha rodoviária ou em vias alternativas, como o projeto de uma ferrovia. Também vem investindo em capacitação, educação e comunicação, o que, segundo ele, só será possível com o estado integrado.

“É preciso um esforço enorme para se conectar um estado como o Pará, que tem as dimensões de um país, de maneira a garantir que todas as ações sejam mais céleres, transparentes e tenham maior eficiência. Melhorar as condições da logística no Pará representa para o Estado uma oportunidade de se tornar mais competitivo, e as infovias estão inseridas nesse contexto, contempladas entre as 14 medidas do Pará 2030”, destaca.

Pará 2030 - As estratégias serão colocadas em prática ao longo dos próximos anos e contemplam todas as regiões paraenses. Para isso foram diagnosticadas vinte e três oportunidades e eleitas doze cadeias produtivas prioritárias, entre elas as do açaí, cacau, exploração mineral, turismo e gastronomia, logística, pesca e aquicultura, atividade florestal, agricultura e pecuária sustentável, entre outros. A síntese do projeto é quebrar os entraves para que os níveis de produção do Pará possam crescer.

Um dos principais mecanismos do planejamento é o incentivo à verticalização das cadeias produtivas. O plano se desdobra em 70 iniciativas, 280 ações e 1.400 marcos de implementação. Com o projeto, o governo pretende dinamizar a economia e melhorar os indicadores socioeconômicos nas diversas regiões paraenses, elevando a renda per capita (PIB) do estado em 5,3%, a cada ano, até 2030.

Uma das resoluções visa conceder incentivos para os empreendimentos que investirem em projetos de pesquisa científica, tecnológica e inovação. Também haverá repasse de recursos do Estado para investimentos em pesquisas direcionadas às cadeias econômicas do Pará. O governo assume o compromisso de repassar R$ 11 milhões à Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) para a implantação de três programas estruturantes nas áreas da ciência, tecnologia e inovação.

Confira as ações que serão implementadas pelo programa Pará 2030 na região do Guajará:

Ananindeua

Programa de Competitividade do Distrito Industrial de Ananindeua. Lançado pela Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), o Programa de Competitividade visa oferecer melhorias estruturais e segurança jurídica, tanto aos investidores já instalados nos polos, quanto aos novos empreendedores, por meio da reorganização fundiária, melhorias na sinalização, pavimentação e segurança nas áreas distritais.

Belém (Icoaraci)

O Programa de Competitividade do Distrito Industrial de Icoaraci é essencial para a atração de novos investimentos ao Estado e tem por objetivo dar condições mais favoráveis aos investidores, possibilitando a expansão dos investimentos e, consequentemente, a geração de emprego e renda.

Marituba

O município de Marituba, na região metropolitana de Belém, vai ganhar um parque industrial e um parque ambiental. O parque industrial de Marituba será construído em uma área de 136 hectares, localizada próximo à Alça Viária. Mais de 60 empresas entregaram cartas de intenção para se instalar no complexo, que será dividido por setores de confecção, logística, movelaria e produtos naturais. O governo do Estado garantiu apoio à implantação do parque industrial, cujas obras deverão ser iniciadas nos próximos meses.

Santa Bárbara

No município de Santa Bárbara, a 38 quilômetros do centro de Belém, será criado um parque temático, na PA-391, em uma área de 400 hectares, totalizando 4 milhões de metros quadrados que englobarão um múltiplo complexo turístico aquático com avançados equipamentos e estrutura imobiliária. O investimento é de R$ 100 milhões, com previsão de 400 a 2000 empregos diretos na fase de obras. Com todo o empreendimento implantado a previsão é gerar até 10 mil empregos diretos. O Estado prevê incentivos em várias frentes, da promoção de divulgação do investimento à capacitação de mão de obra local para atuação no turismo de Santa Bárbara.

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O e-protocolo evoluiu. Agora é Processo Administrativo Eletrônico.

seg, 19/12/2016 - 11:52
19/12/2016 - 11:30

O e-Protocolo, sistema de gerenciamento de protocolo, que atende os órgãos do Governo do Estado do Pará agora faz parte do PAE - Processo Administrativo Eletrônico. Para acessá-lo basta clicar no ícone PAE na página do Governo Digital. Lá dentro, na barra de menu na lateral esquerda, está o e-protocolo, com todas as suas funcionalidades.

O PAE é a nova ferramenta de criação, gerenciamento e tramitação de documentos eletrônicos que atende os órgãos do governo do Estado do Pará. Este sistema foi totalmente pensado em harmonia com o futuro, sem a necessidade de utilização de papel ou outros insumos. Todos os seus processos funcionam de forma digital, segura, rápida e eficiente.

Tags: PAE processo eletrônico
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Prodepa realiza 13ª edição do Natal Solidário

qua, 14/12/2016 - 14:53
14/12/2016 - 14:45

Na manhã desta quarta-feira, 14, os funcionários da Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa) realizaram mais uma edição do Natal Solidário. O evento, realizado todo mês de dezembro, arrecada doações, que são destinadas às crianças da Escola Ayrton Senna, que fica localizada na comunidade do Tocantins, próxima à Prodepa.

A criançada foi recepcionada pelo palhaço Tio Joca, que animou os estudantes com brincadeiras. O Coral da Prodepa, em ritmo natalino, também contribuiu com a festa. Em seguida, o auditório foi transformado em sala de cinema, onde os pequenos assistiram a filmes infantis da Turma da Mônica.

Chegando ao salão da Associação de Funcionários da Prodepa (AFCPD), a meninada recebeu lanche como cachorro-quente, pipoca, e refrigerante. Alunos da escola Ayrton Senna e filhos de servidores extravasaram toda a energia no parquinho montado especialmente para eles. A programação foi encerrada com a chegada do Papai e Mamãe Noel, que distribuíram brinquedos de presente às crianças.

Os brinquedos e lanches foram comprados por meio de doações feitas nas últimas semanas, pelos próprios servidores da Prodepa, que sempre apoiam a ação voluntária, coordenada por Helena Costa, do setor de Desenvolvimento de Pessoas da instituição.

Tags: Natal solidário Ayrton Senna
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Empresas estaduais de tecnologia da informação se reúnem em Belém

sex, 09/12/2016 - 10:59
09/12/2016 - 11:00

 

Com a participação de representantes de 19 Estados, ocorreu nesta quinta-feira (8), no hotel Grand Mercure, em Belém, a abertura das reuniões da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia de Informação e Comunicação (Abep-TIC). Participam do evento diretores e gerentes técnicos, além de diretores administrativos e financeiros das entidades estaduais de tecnologia e informação. Os fóruns e debates seguem até sexta-feira (9), das 9h às 17h.

As reuniões ocorrem três vezes ao ano, em diversos Estados. Pela terceira vez, Belém recebe o evento, a partir de articulação da Empresa de Tecnologia de Informação e Comunicação do Pará (Prodepa). Os debates têm o intuito de fomentar projetos de tecnologia colaborativos, com a troca de sistemas e a aquisição de serviços por um preço muito mais baixo. As principais pautas da programação são o acordo de cooperação técnica para a troca de sistemas, o acordo de projetos para a criação e ampliação das redes de infovia digitais e os processos de gestão ligados à tecnologia de informação pública.

“No momento em que fazemos esses acordos de cooperação, diminuímos o tempo da criação de um projeto, por exemplo, de uma infovia digital, e com a força de todas as empresas de tecnologia do Brasil, reduzimos os valores dos serviços junto aos fornecedores. O benefício direto, então, é conseguir fazer mais com menos”, disse o diretor de Sistemas da Prodepa, Lourenço Monteiro.

A última reunião da Abep-TIC ocorreu no último mês de julho, em Aracaju (SE). “O encontro é importante independentemente de onde ocorre, e quando ele vem para uma cidade do Norte-Nordeste, fica ainda mais importante, porque tudo da nossa área é polarizado no eixo Sul-Sudeste. Aqui também temos muitos profissionais de valor, com muitas coisas a acrescentar”, defendeu a diretora da Agência de Tecnologia do Estado de Pernambuco, Ana Breda.

“Esse é um encontro muito importante porque reúne todos os diretores técnicos das empresas associadas, e isso nos traz muitos resultados, na troca de informações, sistemas e soluções. Toda vez que fazemos um encontro desse, é sempre muito produtivo. Além de tudo, é sempre muito bom estar aqui, no Pará, onde venho pela terceira vez”, frisou a diretora da Prodest, do Espírito Santo, Silvia Abaurre.

Por Syanne Neno

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