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Atualizado: 2 horas 35 minutos atrás

Servidores da Sectet fazem capacitação para fiscalizar contratos e convênios

9 horas 27 minutos atrás
22/05/2019

Na manhã desta terça-feira (21), mais de 50 servidores da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) estiveram no Tribunal de Contas do Estado (TCE) para participar do curso “Gestão e Fiscalização de Contratos e Convênios Administrativos”, ministrado pela auditora Andréa Cavalcante. “Os esclarecimentos sobre a legislação e as orientações sobre a aplicação desse conhecimento na rotina de trabalho são muito importantes tanto para elaboração de relatórios, quanto para a prestação de contas de contratos e convênio. O curso foi muito enriquecedor”, avaliou o servidor Denilson Pinheiro, exprimindo o sentimento geral dos participantes.

A capacitação foi solicitada pela Sectet, que constantemente recorre à Escola de Contas Alberto Veloso (ECAV), do TCE, para aprimorar os conhecimentos dos servidores. “Nessa nova gestão, este foi um primeiro momento da formação contínua e continuada que vamos proporcionar aos servidores, como forma de fortalecer a gestão e o desenvolvimento da ciência e tecnologia no estado”, destacou o diretor de Administração e Finanças da Sectet, Rogério Ulisses Alves da Silva.

O conteúdo programático do curso abrangeu a legislação pertinente com ênfase no processo de designação e nas responsabilidades, competências e impedimentos de servidores nomeados como fiscais de contratos e convênios realizados pela Secretaria.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)

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Fapespa atualiza quantitativo de bolsas do programa Bolsa Pará e quem pode submeter projetos

9 horas 36 minutos atrás
22/05/2019

A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), atualizou o quantitativo de bolsas que serão atendidas pelo programa Bolsa Pará, assim como esclarecer quem poderá submeter projetos de pesquisa.

A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), atualizou o quantitativo de bolsas que serão atendidas pelo programa Bolsa Pará, assim como esclarecer quem poderá submeter projetos de pesquisa. O programa foi lançado durante a segunda audiência pública do PPA 2020-2023, no início do mês de abril, em evento no Centro de Convenções de Marabá, integrando as atividades do programa Governo Por Todo o Pará.

Bolsas

Originalmente previsto para 460 bolsas, agora são 468 que serão concedidas pelo programa. No primeiro quadrimestre de 2019 o Bolsa Pará vai conceder bolsas da seguinte maneira: 50 de Mestrado, 31 de Doutorado e 387 de iniciação científica.

O total de investimento previsto em fomento será de aproximadamente R$ 3,8 milhões, concedidos por meio da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), Universidade do Estado do Pará (Uepa), Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e Universidade Federal do Pará (UFPA).

Ademais, há previsão de liberação de valor igual e/ou superior para o segundo quadrimestre deste ano para incremento das ações de fomento, apoio, e incentivo à pesquisa científica e tecnológica.

Quem pode participar?

Universidades Públicas;
Institutos de Ciência e Tecnologia;
Escolas da Rede Pública;
Demais Instituições Governamentais e Não Governamentais sem fins lucrativos.

O Programa

O Bolsa Pará objetiva formar e fixar recursos humanos, desde a formação inicial à formação especializada, em áreas consideradas relevantes e prioritárias ao desenvolvimento local, além da criação de modalidades de bolsas que possibilitem a participação de cidadãos em projetos de pesquisa científica e tecnológica, alinhadas com as necessidades do setor produtivo e mercado de trabalho.

Desta maneira, por meio do aperfeiçoamento profissional, pretende gerar renda e combater a informalidade, traçando uma meta de desenvolvimento sustentável e equitativo de todas as mesorregiões do Estado do Pará, ganhando repercussão, de igual forma, em outra importante área de política pública: a área social.

Nesse aspecto, o objetivo é combater a exclusão social e a criminalidade, por meio do fomento de bolsas para jovens que fazem parte dos projetos de “Territórios de Paz”, estimulando suas vocações para inovação, sobretudo jovens de escolas públicas com potencial para desenvolvimento de produtos de mudança da realidade local.

Texto: Ascom/Fapespa

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Negócios Sustentáveis para uma Amazônia 4.0

seg, 20/05/2019 - 10:32
20/05/2019

A BioTec-Amazônia foi uma das 70 expositoras que participou do calendário oficial da Feira da Indústria do Pará (FIPA 2019), no período de 15 a 18 de maio no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém (PA), onde recebeu a visita de parceiros, autoridades e representantes das indústrias. A BioTec-Amazônia propõe promover o desenvolvimento sustentável com o conhecimento que está na academia, junto com conhecimento tradicional e a expertise adquirida ao longo do tempo dentro da área de mercado. Mapear as demandas e as tendências de mercado regionais, nacionais e mundiais, além de verificar como esse produtor pode potencializar os seus ganhos, é umas das estratégias da BioTec de agregar valor para essa produção aqui na região Amazônica.

Para o Diretor-Presidente da BioTec-Amazônia, Professor José Seixas Lourenço, a Feira é uma oportunidade de mostrar aos empresários o portfólio de serviços e toda nova tecnologia da BioTec, que tem capacidade de elaborar a viabilidade de projetos. Também disponibilizou, em seu estande, mostruário de produtos de empresas que já são parceiras, principalmente, na área de alimentos e biocosméticos. Estiveram presentes no estande, o presidente do Sistema Fiepa, José Conrado; o Diretor Científico do Instituto Tecnológico da Vale, José Oswaldo Siqueira; o Governador do Estado, Helder Barbalho; o titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Carlos Maneschy; o Presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), Luftala Bitar e o titular da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Hugo Suenaga.

“Foi apresentando, também, uma experiência muito inovadora que é a chamada Escola de Várzea, ou seja, a Empresa Várzea Engenharia que está instalada no Parque de Ciência e Tecnologia, que conseguiu desenvolver um modelo muito interessante de uma casa flutuante e, no momento, já foram encomendadas algumas unidades de escolas pela Secretaria de Educação com toda uma captação solar que independe de energia externa, com telhas termoacústicas e com todo um sistema hidráulico, que acompanha o movimento de subida e descida dos rios, inclusive com internet”, destaca o Diretor-Presidente da BioTec, Seixas Lourenço. 

Lourenço reforça, então, que é esse tipo de projeto que a BioTec se propôs a apresentar aos visitantes da FIPA. “Ou seja, como a gente é capaz de transformar invenções em inovações. Fundamentalmente, é isso que a gente se propõe nesse espaço aqui”. A BioTec-Amazônia foi criada como uma associação de utilidade pública mas foi qualificada através de um edital de concorrência pública como Organização Social, portanto ela tem um contrato de gestão com o Governo do Estado, por meio da Sectet.

Amazônia 4.0 - O Diretor Técnico Científico da BioTec-Amazônia, professor Artur Luiz da Silva explicou que o termo Amazônia 4.0, é uma analogia com a indústria moderna onde foi incluída a comunidade e os ecossistemas de inovação. “Antigamente nós tínhamos um tripé da inovação que tinha indústria, governo e as instituições de ciência e tecnologia. Ou seja, você não tem mais um tripé mas sim uma tétrade, que leva em consideração a comunidade como um eixo importante para o desenvolvimento da região e que antes isso não era colocado”, destacou o diretor.

Por isso, a BioTec-Amazônia apresentou, durante a FIPA, um de seus projetos estruturantes aos empresários e público visitante que é o Ecossistema de Inovação, uma forma de aproveitar os recursos da biodiversidade de uma maneira moderna aliado ao conceito de Amazônia 4.0. “A grife Amazônia tem uma força muito grande. Existe no mundo uma quantidade de dinheiro enorme que não tem um destino. Então, foi pensando nisso que nós, com base nos nossos projetos estruturantes, que são as quatro linhas de atuação: alimentos, cosméticos, fármacos e biocombustíveis, idealizamos esses projetos para serem apresentados para os family office em Mônaco. E, somente quatro projetos foram selecionados no mundo inteiro para serem apresentados e nós somos um deles”, explicou professor Artur Silva.

FIPA - O conceito de Indústria 4.0 visa interligar diferentes setores da economia mas também dar mais poder a pequenas e médias indústrias. Também busca integrar iniciativas de indústrias inteligentes em vigor ou que poderão ser desenvolvidas no país, para aumentar a competitividade da produção industrial. Essa expansão tem feito todos os setores, públicos e privados, a buscarem um trabalho em conjunto, de integração. Os desafios são grandes,  mas as oportunidades são enormes.

Por isso, a Indústria 4.0 foi o tema da XIV Feira da Indústria do Pará (FIPA), que aconteceu no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém (PA). Empresários, formadores de opinião e público em geral puderam ter contato com a chamada Quarta Revolução Industrial e suas principais inovações tecnológicas voltadas para a automação e controle nos processos industriais. A FIPA foi uma realização da Federação das Indústria do Pará com co-realização do Sebrae PA.

Texto: Sívia Leão (Ascom/Biotec-Amazônia)

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Palafita sustentável e tecnológica adaptada ao movimento dos rios

ter, 14/05/2019 - 09:36
14/05/2019

A tecnologia foi criada no ambiente do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, primeiro e único empreendimento do tipo instalado no Norte do país

Transformar o conhecimento acadêmico em tecnologias úteis e novos tipos de negócios é uma das razões da existência do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, espaço onde boas ideias se tornam soluções para empresas e a sociedade, sob a forma de tecnologias, produtos e serviços. A Várzea Engenharia, startup residente no parque tecnológico desde 2016, criou um projeto de palafita com elevação hidráulica, pensando no período de cheia dos rios.

A palafita é feita com madeira biossintética, produzida a partir da reciclagem de polietileno, um tipo de plástico usado largamente na indústria de embalagem. O material recebe um tratamento repelente, à base de andiroba, para afastar os mosquitos transmissores de doenças. 

O projeto prevê ainda a instalação de fossa séptica e biológica com sistema de filtro natural, permitindo tratamento e potabilidade da água; captação de energia fotovoltaica solar, através de placas na cobertura; e sistema de comunicação ad hoc, uma tecnologia de rede sem fio que dispensa o uso de um ponto de acesso comum aos computadores conectados a ela, de modo que todos os dispositivos da rede funcionam como se fossem um roteador, encaminhando comunitariamente informações que vêm de dispositivos vizinhos.

A ideia da startup surgiu quando José Coelho Batista cursava a graduação em engenharia civil. “No primeiro dia da aula, durante a disciplina de metodologia científica, o professor pediu que cada aluno escolhesse um objeto de estudo e deu a orientação que tivesse algo a ver com sustentabilidade. Lembro que peguei a caneta, o caderno, baixei a cabeça e escrevi todo o projeto Casa de Várzea, direto. A casa de elevação hidráulica veio naturalmente porque foi o que vivi na infância. A cada 6 meses tínhamos que abandonar a nossa casa, na região de várzea no município de Juruti. Estava ali no subconsciente”, fala o empreendedor.

Trajetória – No Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá, a startup surgiu no coworking, ambiente compartilhado de trabalho, ocupado por diferentes startups e empresas. À medida que o negócio foi se desenvolvendo, a Várzea Engenharia cresceu e ocupou sala própria no prédio Espaço Empreendedor do PCT Guamá. A startup, que começou apenas com o trabalho do idealizador, hoje conta com apoio de um sócio, o engenheiro civil Acacio Canto, e abriga uma equipe com três engenheiros civis, três doutores em diferentes áreas, um economista e mais uma equipe volante que dará apoio ao desenvolvimento dos projetos piloto das escolas de várzea.

O plano é que, em um futuro próximo, a startup construa um prédio próprio na área de parque tecnológico, para a instalação de uma unidade fabril que será responsável pela produção, em larga escala, da madeira biossintética. “Com a construção da fábrica, além de empregar mão de obra local, temos a previsão de reciclar aproximadamente 20% do volume de plástico descartado na região metropolitana de Belém. A ideia é estimular a cadeia de reciclagem desse material, tornando, inclusive, o plástico uma moeda de troca para o pagamento da casa”, informa José.

Rede – Estar inserido no ecossistema de inovação do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá possibilitou parcerias que fortaleceram e viabilizaram o projeto. Além da Fundação Guamá, gestora do parque, a startup hoje atua em parceria com a BioTec Amazônia, fundação também residente no PCT Guamá; a startup Ver-o-Fruto, responsável pela implantação de filtros de carvão ativado; a Ecoset, empresa de consultoria que trabalha na área ambiental; a Vigha, que trabalha sistema de gerenciamento de obras; a Like, responsável pelo suporte na comunicação; o Instituto My Amazon, que dará apoio no network e captação de recursos; e secretarias de governo.

Próximos passos - Segundo o empresário, a perspectiva é que ainda este ano sejam implantadas duas escolas utilizando o modelo de tecnologia da startup: uma de 500 m², situada em Abaetetuba e gerenciada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc); e uma escola técnica de pesca, cuja localidade ainda será definida, administrada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet).

Sobre o PCT Guamá - O Parque de Ciência e Tecnologia Guamá foi criado a partir da parceria entre as Universidades Federal do Pará (UFPA) e Rural da Amazônia (Ufra) , que cederam ao Governo do Pará a sua área de instalação, e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Tecnológica (Sectet), hoje a principal mantenedora do empreendimento.

A Fundação de Ciência e Tecnologia Guamá, por sua vez, foi qualificada para realizar a gestão administrativa, financeira, física e ambiental do PCT Guamá desde 2009.

Seu principal objetivo é o de estimular a pesquisa aplicada, o empreendedorismo inovador, a prestação de serviços e a transferência de tecnologia para o desenvolvimento de produtos e serviços de maior valor agregado e fortemente competitivos.

Com uma área de 72 mil metros quadrados, reúne atualmente 15 centros e laboratórios tecnológicos, 13 startups e 38 empresas, instituições de pesquisa e grupos residentes.
Situado entre a UFPA e a UFRA, apresenta espaços voltados para a instalação de pequenos e médios empreendimentos de base tecnológica, laboratórios e centros de pesquisa e desenvolvimento, assim como empreendimentos nascentes (startups) e temporários.

Texto: Juliane Frazão (Ascom/PCT Guamá)

Imagem: Porjeto Escola Várzea

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Sectet participa de comemoração pelos 31 anos de São João de Pirabas

seg, 13/05/2019 - 14:35
13/05/2019

O titular e a adjunta da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Carlos Maneschy e Edilza Fontes, participaram, na última sexta-feira (10), das comemorações pelo aniversário de 31 anos do município de São João de Pirabas, localizado na região do Salgado.

Na ocasião, o Governador Helder Barbalho assumiu alguns compromissos com os cidadãos do município, entre os quais o de levar a São João de Pirabas dois cursos de nível superior em instituições públicas, o de história e de administração, por meio do Programa Forma Pará, coordenado pela Sectet.

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BioTec-Amazônia confia na liderança do Governador para Pará manter o protagonismo amazônico

seg, 29/04/2019 - 09:54
29/04/2019

Em reunião no Palácio do Governo, em Belém (PA), a BioTec leva ao Chefe do Executivo pauta de investimentos em novas economias e projetos que beneficiam o Pará.

A boa receptividade e o interesse do governador do Pará Helder Barbalho e sua equipe para a realização de projetos sustentáveis, com o tema de investimentos em novas economias e em projetos que beneficiam o Pará em particular e a Amazônia de modo geral, deixou otimista o diretor-presidente da BioTec-Amazônia, Professor José Seixas Lourenço, que participou, no dia 25, de encontro no Palácio do Governo, em Belém (PA), acompanhado da presidente do Instituto Dialog, Liane Freire, e com as presenças de titulares e representantes das secretarias estaduais de Ciência e Tecnologia – SECTET, de Educação – SEDUC, de Desenvolvimento – SEDEME e do Banco do Estado do Pará – Banpará.

O diretor-presidente José Seixas Lourenço destacou que a visão do governador é muito clara do papel que o Pará desempenha e que o governador tem exercido um papel muito grande de liderança junto aos demais governadores, em especial da Região Amazônica. Como exemplo citou uma reunião realizada em Macapá, Amapá, na qual o Pará teve um papel importante, na ocasião em que um novo encontro foi anunciado para o Estado do Tocantins.

O Governador do Pará, Helder Barbalho, na reunião com os membros da BioTec-Amazônia, defendeu o debate em propostas de investimentos para o Estado nas áreas de Bioeconomia e infraestrutura sustentáveis.

Temas como bioeconomia, economia da floresta e infraestruturas sustentáveis foram as questões em destaque na reunião. Como resultado do encontro, Helder Barbalho pediu que fosse criado um grupo, com representantes de várias secretarias, para de forma integrada, desenvolver uma proposta para que possa ser levada para um evento, marcado para junho próximo, com family offices (famílias ricas) internacionais, a fim de mostrar o quanto o Pará consegue se estruturar nessa direção e liderar um movimento, na Amazônia, para atrair esses recursos, enfatizando que o Governo terá de verificar “como podemos nos estruturar para receber tais investimentos”, disse o Chefe do Executivo no encontro.

Segundo Liane Freire, “a gente tem um esforço agora interno de estruturar, com esse objetivo mais imediato de junho, mas com um objetivo maior de longo prazo, de estabelecer parceria com os investidores nessa direção”. O diretor-presidente da BioTec informou que foi criado um consórcio da Amazônia Legal, visando ao desenvolvimento sustentável da Amazônia. A presença do governador do Pará na reunião, segundo ele, vai marcar a presença de Helder Barbalho não só como chefe do Executivo paraense, mas “como uma grande liderança junto a esse consórcio que foi recentemente formado”.

A BioTec-Amazônia busca fortalecer a sua parceria com o Governo do Estado do Pará para a captação de recursos financeiros privados e busca levantar parceria científica estratégica em nível internacional, inclusive com a participação de importante evento em Mônaco, no 9th Global Family Office Investiment Summit.

Investidores sediados no exterior – No seu papel de promover, em parceria com o Estado do Pará, o uso sustentável da biodiversidade estadual e regional, a BioTec-Amazônia trabalha com a proposta de adoção de uma estratégia para captação de recursos destinados à pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) para a região amazônica que deverá ser executada com parcerias institucionais junto a investidores sediados no exterior.

A atuação da BioTec-Amazônia se apoia na premissa de estimular e fomentar a ciência, tecnologia e inovação no Estado do Pará pautada em: apoio à criação e consolidação de ambientes de inovação nas regiões de integração do Estado; estímulo de parcerias entre as instituições de ciência e tecnologia e o setor empresarial; fomento do crescimento das cadeias produtivas; e a geração, com o apoio da academia e de suas incubadoras, de novas empresas de base tecnológica voltadas prioritariamente aos produtos da biodiversidade.

Com esse objetivo de desenvolver o seu plano de prospecção e atração de novos negócios, a BioTec-Amazônia continua fortalecendo e qualificando a sua equipe de atuação.

Texto: Sílvia Leão (Ascom/BioTec-Amazônia)

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Titular da Sectet participa de reunião com apresentação de Projeto Escola de Várzea

qui, 25/04/2019 - 12:24
25/04/2019

A Organização Social BioTec-Amazônia realizou reunião, na quarta-feira, 24, em sua sede, quando foi apresentado o projeto Escola de Várzea, abordando a concepção, o desenvolvimento e a efetivação da parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a empresa Várzea Engenharia e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica do Estado (Sectet). Estiveram presentes, à reunião, os representantes do Instituto Federal do Pará (IFPA), do Parque de Ciência e Tecnologia (PCT Guamá), da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).

Para o Diretor Presidente da Organização Social BioTec-Amazônia, professor José Seixas Lourenço, que promoveu o encontro multilateral, essa é uma oportunidade de associar as escolas tecnológicas, o desenvolvimento profissional com a produção, principalmente, na área de pescados. “Ao mesmo tempo em que você forma pessoas, você agrega valor a produção. Então é um projeto no qual nós nos associamos com muito entusiasmo, com muita satisfação. Estamos todos muito entusiasmados e depois da primeira reunião, as coisas avançaram muito inclusive com ponto de vista para trabalhar em alguns ambientes de inovação”, disse.

Para o titular da Sectet, Professor Carlos Maneschy, que participou do encontro, há um grande interesse do Governo do Estado em trabalhar o desenvolvimento do Pará a partir de novos empreendimentos, voltados à inovação de maneira especial. “Nós que falamos tanto da necessidade de mudança da base produtiva, nós não vamos fazer isso se mantivermos esse mesmo perfil de exploração”.

O Secretario da Sectet explicou, também, o interesse do Estado em apoiar empreendimentos que apontem para um novo modelo, um novo formato de exploração econômica. “Mudar isso é definir alguns projetos que nos pareçam com o perfil mais adequado para esse novo modelo que a gente gostaria de implantar no Estado. Então, essa ideia em particular, interessa muito ao Estado pelo que ela representa em termos de possibilidades de negócios”, destacou.

O Secretário, também, ressaltou no encontro o papel da BioTec-Amazônia em promover esse tipo de discussão. “A BioTec-Amazônia como Organização Social contratada pela Sectet para trabalhar na prospecção de novos negócios, é um braço que pode agilizar o Governo nesse aspecto, em particular. Essa é a função primordial da relação entre BioTec e o Estado de maneira direta”.

Também foi apresentada proposta de Projeto para o Tapajós de inovação tecnológica no rio, pela assessora técnica da BioTec-Amazônia, Patrícia Chaves. O projeto para a Região do Tapajós que a BioTec desenvolveu para a região é a de atrelar funcionalidades as escolas técnicas, as escolas de pesca que estão previstas a serem construídas pelo Governo do Estado.

“A Organização Social BioTec-Amazônia veio com algumas ações para dar funcionalidade a essa estrutura de engenharia que são as casas flutuantes. Então a proposta do Projeto Tapajós é implantar unidades produtivas com a estrutura da engenharia de várzea. E quais seriam as unidades? Mini usinas de pescado, onde, nessas mini usinas seriam produzidos alguns sub produtos, entre eles: o file de peixe, através de uma técnica conhecida como filetagem, embutidos como salsicha e linguiça de peixes; farinha de peixe para ração animal e a produção do colágeno e da gelatina a partir do pescado de ambientes inundados como as várzeas e outros ambientes na bacia do tapajós”, destacou Patricia.

Casa de Várzea – Sustentabilidade, tecnologia e inovação é o tripé do projeto Casa de Várzea, criado pelo engenheiro civil José Coelho, que na oportunidade apresentou como surgiu sua ideia, com as cheias do rio Amazonas e as casas submersas por um longo período. Foi com base nessa experiência de vida que o engenheiro idealizou a Casa de Várzea, durante a sua graduação no curso Engenharia Civil, e agora pretende adaptar o projeto para a criação de escolas tecnológicas para o Estado.

A empresa Várzea Engenharia, localizada no Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá (PCT Guamá), é a responsável pelo projeto Casa de Várzea que tem como objetivo, promover cidades sustentáveis por meio de casas e produtos desenvolvidos a partir de uma madeira denominada de Biossintética, a qual é produzida por qualquer tipo de polietileno, um tipo de plástico resistente que não se deforma com o calor, além da alta durabilidade.

“Esse projeto foi pensado por quem sofreu todas essas problemáticas, então a partir daí eu pensei no projeto casa de várzea. Uma casa que, quando o rio vier, ela suba junto, que não seja flutuante, balançando quando passar o barco, mas que seja adaptável à realidade do local”, explicou o engenheiro.

A Casa de Várzea é uma inovação tecnológica sustentável. É uma residência de palafita com o sistema de elevação hidráulica, que permite a subida e descida da casa quando necessário. Desenvolvida por meio da reciclagem de materiais que são transformados na madeira biossintética, diminui a poluição de resíduos plásticos, como também promove a geração de emprego e renda no Estado.

Texto e Fotos: Sílvia Leão (Ascom/BioTec-Amazônia)

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Começa visitação de lotes do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá

qua, 24/04/2019 - 09:36
24/04/2019

Belém, 18 de abril de 2019 - Começa na próxima semana a rodada de visitas por empresas interessadas em concorrer ao chamado edital de lotes do Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá, localizado em Belém (PA) na Avenida Perimetral, bairro da Terra Firme. 
Prevista para o período de 23 a 29 de abril, a agenda de visitação será destinada aos interessados em concorrer ao processo que permitirá a construção de prédios na área do Parque, primeiro e único ambiente destinado ao mesmo tempo à pesquisa, negócios e inovação a entrar em operação na região Norte. 

As chamadas são voltadas a organizações empresariais, governamentais ou da sociedade civil organizada, dedicadas a atividades científico-tecnológicas, de desenvolvimento e inovação, de base tecnológica ou de impacto socioambiental com foco, preferencialmente, nas áreas de 1) Tecnologias da Informação e Comunicação, 2) Biotecnologia, 3) Energia, 4) Tecnologia Mineral ou 5) Sustentabilidade.

"Um Parque de Ciência e Tecnologia é um ambiente de criatividade e inovação onde estão instaladas startups, empresas tecnológicas, instituições de pesquisa, laboratórios avançados de Pesquisa e Desenvolvimento e agências de fomento à inovação. É o local ideal para quem quer inovar e se destacar no mercado", destaca Rodrigo Quites Reis, diretor-presidente da Fundação Guamá, gestora do Parque.

Edital - De acordo com o edital, publicado no final de março pela Universidade Federal do Pará (UFPA), os interessados em concorrer aos terrenos devem realizar uma visita técnica, a fim de conhecer todas as informações e condições locais da área. A inspeção precisa ser marcada com antecedência mínima de 24h, por meio do telefone (91) 3321-8900.

Ao todo, são 26 lotes a serem ocupados por meio da modalidade conhecida por concessão onerosa, uma forma de utilização de área pública mediante pagamento de uma contrapartida financeira. Os terrenos têm dimensões que variam de dois a sete mil metros quadrados. 

A abertura da licitação será no dia 30 de abril de 2019, às 10h, na sala da Comissão Permanente de Licitação (CPL) da UFPA, no Campus Universitário do Guamá, em Belém. As empresas ou instituições que apresentarem maior oferta mensal de valor por metro quadrado vencerão a concorrência pública.

A íntegra do edital e seus anexos estão disponíveis no Portal de Compras do Governo Federal (www.comprasnet.gov.br), pelo link http://www.comprasnet.gov.br/acesso.asp?url=/edital-153063-3-00001-2019.

Vantagens – As empresas e as demais organizações instaladas no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá são incluídas no Programa de Criação e Desenvolvimento de Empresas, conhecido como "Guamá Business". Por meio desse programa, elas acessam serviços como mentorias (orientações prestadas por profissionais da equipe do PCT Guamá e profissionais e empreendedores credenciados), consultorias com descontos, assessoria técnica, atividades de qualificação (cursos, oficinas, palestras e treinamentos), reserva de espaços para a realização de eventos próprios. Podem também obter apoio para a criação de uma rede de parcerias, com a participação de contatos locais e nacionais.

Outra vantagem para os empreendimentos instalados no PCT Guamá diz respeito aos descontos nos serviços tecnológicos prestados por laboratórios avançados de pesquisa e desenvolvimento, em áreas como biotecnologia, alimentos e energia.

A residência em parques tecnológicos e incubadoras de empresas também confere competitividade em alguns editais nacionais e acesso a fundos de investimento.  

Sobre o PCT Guamá – Resultante da parceria entre a Universidade Federal do Pará (UFPA) e o governo do Pará, o PCT Guamá tem como principal objetivo o de estimular a pesquisa aplicada, o empreendedorismo inovador, a prestação de serviços e a transferência de tecnologia para o desenvolvimento de produtos e serviços de maior valor agregado e fortemente competitivos.

Com uma área de 72 mil metros quadrados, reúne atualmente 15 centros e laboratórios tecnológicos, 38 empresas, 13 startups, instituições de pesquisa e grupos residente.
Situado entre a UFPA e a UFRA, apresenta espaços voltados para a instalação de pequenos e médios empreendimentos de base tecnológica, laboratórios e centros de pesquisa e desenvolvimento, assim como empreendimentos nascentes (startups) e temporários.

A Fundação de Ciência e Tecnologia Guamá, por sua vez, foi qualificada para realizar a gestão administrativa, financeira, física e ambiental do PCT Guamá. Desde 2009, a Fundação é mantida pelo governo do Estado, por meio de contrato com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet).

Texto: Juliane Frazão (Ascom/PCT Guamá)

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Pará e Irlanda querem firmar parceria para fomentar a inovação tecnológica

qua, 17/04/2019 - 10:47
17/04/2019

O governador Helder Barbalho recebeu, no início da tarde desta terça-feira (16), no Palácio do Governo, em Belém, junto com o vice-governador, Lúcio Vale, o embaixador da Irlanda, Sean Hoy, que participa na capital paraense do Fórum das Assessorias de Relações Internacionais das Universidades Brasileiras (Faubai), evento que começou no último dia 13 e prossegue até esta quarta-feira (17). Os secretários de Estado de Ciência e Tecnologia, Carlos Maneschy, e de Desenvolvimento Econômico, Iran Lima, também acompanharam o encontro, em que foram tratadas possíveis parcerias entre o Pará e a Irlanda em diferentes áreas, com ênfase na educação.

Segundo Carlos Maneschy, titular da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Sectet), um dos temas abordados na reunião foi a inovação tecnológica, já que a Irlanda é uma referência no desenvolvimento e apoio às chamadas startups. Durante a conversa, foi proposta a formação de uma rede que envolva universidades irlandesas e a Universidade Federal do Pará (UFPA), além do Governo do Estado, no fomento às startups paraenses.

Também foram tratadas maneiras de incrementar as parcerias comerciais já existentes entre os dois territórios, uma vez que, hoje, a Irlanda é um grande comprador do alumínio paraense, ao passo que vende para o Estado, principalmente, medicamentos e próteses ortopédicas. “O embaixador nos relatou que há muitos brasileiros vivendo na Irlanda, inclusive envolvidos nesses processos de inovação tecnológica, e a ideia é que a gente possa abrir espaço, também, para os paraenses”, detalhou o secretário Iran Lima.

Texto: Elck Oliveira (Agência Pará)

Foto: Agência Pará

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Diretores de faculdades da Unifesspa se reúnem com titular da Sectet

sex, 12/04/2019 - 11:17
12/04/2019

Os diretores de institutos e faculdades da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) se reuniram na manhã da última quinta-feira (04) com o secretário de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica do Estado (Sectet), Carlos Maneschy.

Em conversa com os diretores de faculdades, Maneschy falou da importância das universidades presentes no Pará que hoje chegam a formar cerca de 300 doutores por ano e que “é necessário aproveitar as potencialidades do Estado para transformar a realidade de quem tem fragilidade social”, pontuou.

Para Maneschy, os parques tecnológicos têm muito a contribuir nessas questões. “Hoje só temos um em Belém, mas a proposta do governo é de implantar outros parques em Santarém, Xingu e aqui em Marabá, visando trabalhar em rede junto com as universidades e as escolas tecnológicas. “Queremos ainda estimular o empreendedorismo e a produção de novos negócios com a criação de ambientes de inovação tecnológica”, argumentou.

O reitor da Unifesspa, prof. Maurílio de Abreu Monteiro, frisou que no atual contexto em que as Agências Nacionais de Fomento à Pesquisa, a exemplo da Finep, Capes e CNPq, estão com orçamentos drasticamente reduzidos, as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa assumem um papel ainda mais importante.

"Em função disso, Nós convidamos o Prof. Dr. Carlos Maneschy, presidente da Fapespa e Secretário de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica do Pará (Sectet), para que ele pudesse fazer uma exposição aos diretores das nossas faculdades sobre quais os caminhos e os encaminhamentos que podem ser dados quanto à pesquisa em nosso estado e as parcerias que podem ser implementadas com a Unifesspa. Ele aceitou e estamos muito felizes pela parceria firmada e entendemos que todos têm a ganhar com isso”. 

Também presente no evento, o reitor da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), prof. Hugo Diniz, pediu atenção especial quanto ao apoio do governo às universidades criadas recentemente e destacou que as parcerias com o estado, institutos de pesquisas e com os parlamentares têm resultado em bons frutos para o País. Ele ressaltou também que esta interação entre as universidades e os projetos institucionais é fundamental para o cumprimento dos objetivos de ambas as instituições.

Visita aos laboratórios
 


O reitor da Unifesspa Maurílio Monteiro e sua equipe acompanhou o secretário durante a visita à Unidade II do campus de Marabá, ocasião em que conheceu a equipe de professores, o Galpão de Laboratórios e toda a infraestrutura que dá suporte aos cursos da área de Exatas da Universidade.

“Nós temos vários laboratórios de Ciências Exatas e Humanas na Unifesspa. Precisamos de bolsas e aportes para maximizar o uso dessas estruturas”, ressaltou o reitor.
Já o secretário da Sectet destacou que o Programa “Bolsas Pará” terá investimento inicial de R$ 3.800.849,43. Os recursos permitirão a criação de 50 bolsas de mestrado, 30 de doutorado e cerca de 400 de iniciação científica. 

Segundo ele, as bolsas virão em forma de cotas institucionais e que serão garantidas no orçamento. Há a previsão de que essas cotas aumentem ficando 100 para doutorado, 200 para mestrado e 600 para iniciação científica.

“A pesquisa precisa criar ambientes para estimular o papel da inovação com o intuito de mudar a base produtiva do estado”, disse o secretário.

Fonte: www.unifesspa.edu.br

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Semana Estadual

sex, 12/04/2019 - 10:47
12/04/2019

Governador institui Semana de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento no Pará

Em decreto publicado no Diário Oficial de hoje, o governador Helder Barbalho instituiu a Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento no Estado do Pará, a ser realizada na segunda semana de junho.
Terá o objetivo de promover, incentivar e divulgar atividades de ciência, tecnologia e inovação, incluindo seus avanços, no âmbito do Estado através de atividades, reuniões debates, seminários e audiência pública sobre ciência, tecnologia, pesquisa, desenvolvimento e inovação.

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Parcerias

seg, 08/04/2019 - 14:42
08/04/2019

BioTec-Amazônia discute parceria com Secretário Executivo do MCTIC

O Diretor-Presidente da Organização Social BioTec-Amazônia Professor José Seixas Lourenço esteve no dia 4 de abril de 2019, em Brasília (DF), com Júlio Semeghini, Secretário Executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC). O encontro ocorreu no Gabinete do Secretário Executivo onde, na oportunidade, foi apresentado o trabalho desenvolvido pela BioTec-Amazônia de prospecção de negócios na cadeia da bioeconomia.

“Uma excelente oportunidade de mostrar as iniciativas da Organização Social BioTec-Amazônia ao Secretário Executivo que mostrou, de forma positiva, apoio às nossas atividades”, destacou o Diretor-Presidente ao final da reunião. O Diretor – Presidente esteve acompanhado, no encontro, dos consultores da BioTec-Amazônia, Luiz Antônio Barreto de Castro e Liane Freire. O apoio solicitado ao Secretário Executivo do MCTIC visa captação de recursos financeiros para alavancar parcerias científicas estratégicas, inclusive, em nível internacional.

A BioTec-Amazônia é uma associação especial de direito privado, sem fins lucrativos, de utilidade pública e de interesse social e coletivo, qualificada como Organização Social pelo Estado do Pará através de contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e desenvolve prospecção de negócios na cadeia da bioeconomia. É um modelo de parceria entre o Poder Público e a sociedade, para promover o uso sustentável da biodiversidade amazônica. Faz parte de um sistema inteligente de governança voltado ao estímulo de uma economia dinâmica com a devida e adequada base científica e tecnológica.

O Secretário Executivo do MCTIC pode conhecer o trabalho desenvolvido pela BioTec que surgiu da compreensão de que uma moderna economia do conhecimento, reforçada por investimentos estratégicos em ciência e tecnologia, com fins de inovação e inclusão social possa traduzir em inéditas cadeias de produção bioindustriais – fármacos, fitomedicamentos, cosméticos, alimentos, nutrientes, óleos e outros, alimentadas por redes de pesquisa associadas à biodiversidade, que é a maior riqueza regional, com articulação das estrutura regionais.

Texto: Sílvia Leão (Ascom/Biotec-Amazônia)

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Governo lança Programa Bolsa Pará para incentivar o ensino superior

sex, 05/04/2019 - 13:04
05/04/2019

"Não há uma cidade que não apresente na sua pauta o pedido de melhoria nas escolas. Nós temos que ir além da educação infantil, fundamental e de ensino médio. É preciso ir além, para valorizar o futuro educacional dos jovens", afirmou o governador Helder Barbalho, durante o lançamento do Programa Bolsa Pará nesta quinta-feira (4), em Marabá, na programação do “Governo Por Todo Pará”.

O programa - coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) -, vai oferecer 459 bolsas de estudo em todo o Pará, por meio da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), Universidade do Estado do Pará (Uepa), Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa).

O investimento inicial no programa é de R$ 3.800.849,43. Os recursos permitirão a criação de 50 bolsas de mestrado, 30 de doutorado e 379 de iniciação científica.
No segundo quadrimestre, a partir da criação de ações de fomento, a expectativa é de liberação de valor igual ou superior, para apoiar e incentivar a pesquisa cientifica e tecnológica nas áreas consideradas relevantes e prioritárias para implantação das políticas de desenvolvimento.

"O Estado certamente será diferente se apostar em ciência, tecnologia e educação. O programa é um instrumento extraordinário, com papel fundamental para o desenvolvimento das instituições de pesquisa e ensino do Estado", disse Carlos Maneschy, titular da Sectet  e presidente da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisa do Pará (Fapespa).

Texto - Ronan Frias (Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade)
Fotos: Marcelo Seabra

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Divulgado novo edital de lotes do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá

seg, 01/04/2019 - 13:14
01/04/2019

Um novo edital de concorrência pública para a concessão onerosa (uma forma de utilização de área pública mediante pagamento de uma contrapartida financeira) de 26 lotes situados no Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá foi publicado nesta quarta-feira, 27, pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Os terrenos têm dimensões que variam de dois a sete mil metros quadrados. A abertura da licitação será no dia 30 de abril de 2019, às 10h, na sala da Comissão Permanente de Licitação (CPL) da UFPA, no Campus Universitário do Guamá, em Belém.

A chamada pública é destinada a instituições dedicadas à realização de atividades científico-tecnológicas, de atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação, empresas de base tecnológica ou de impacto socioambiental com foco, preferencialmente, em uma ou mais áreas de atuação do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, entre as quais estão: 1) Tecnologias da Informação e Comunicação, 2) Biotecnologia, 3) Energia, 4) Tecnologia Mineral e 5) Sustentabilidade.

“Um Parque de Ciência e Tecnologia é um ambiente de cooperação entre startups, empresas, instituições, laboratórios avançados de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e agências de fomento à inovação. É o local ideal para quem quer inovar e se destacar no mercado. O edital permite a instalação de iniciativas que não se adequam às salas que oferecemos nos prédios Espaço Inovação e Espaço Empreendedor. Além de integrar o ecossistema inovador já instalado, as empresas aliam sua marca ao primeiro e único parque tecnológico da região Norte”, destacou Rodrigo Quites Reis, diretor presidente da Fundação Guamá, gestora do Parque.

Os interessados em participar devem realizar uma visita técnica ao lote, de forma a garantir o acesso a todas as informações e condições locais da área. A visita será realizada no período de 23 a 29 de abril, mediante agendamento prévio com antecedência mínima de 24h, por meio do telefone: (91) 3321-8900.

As empresas ou instituições que apresentarem maior oferta mensal de valor por metro quadrado vencem a concorrência pública. O prazo para o início de operação não deverá ultrapassar 36 meses a partir da assinatura do contrato, que terá vigência de 18 anos, podendo ser prorrogado por períodos menores sucessivos até o limite de 18 anos.

“O prazo estabelecido para recebimento e abertura das propostas segue as disposições da Lei nº 8.666/1993. Tendo em vista o grande interesse que o edital está despertando no mercado e o prazo legal de apenas 30 dias para apresentação das propostas, os interessados devem agilizar os procedimentos para assegurar as suas ofertas, inclusive com o prévio agendamento da visita técnica. Deixar para a última hora significa um enorme risco de insucesso, desperdiçando a oportunidade de instalação na área do Parque, com todas as vantagens que essa localização apresenta” alerta Quites.

 

Os custos de instalação, edificação, salários dos empregados e encargos previstos pelas leis fiscais, comerciais, sociais e trabalhistas são de responsabilidade do licitante. A íntegra do edital e seus anexos estão disponíveis no Portal de Compras do Governo Federal (www.comprasnet.gov.br), no link.

 

Vantagens – As empresas e instituições instaladas no parque científico-tecnológico são incluídas no Programa de Criação e Desenvolvimento de Empresas, conhecido como “Guamá Business”. Podem acessar serviços como mentorias (orientações prestadas por profissionais da equipe do PCT Guamá e profissionais e empreendedores credenciados), consultorias com descontos, assessoria técnica, atividades de qualificação (cursos, oficinas, palestras e treinamentos), apoio à participação e realização de eventos, assim como a criação de networking a partir da participação na rede de contatos locais e nacionais do parque.

Os residentes do PCT Guamá têm descontos nos serviços tecnológicos prestados por laboratórios avançados de pesquisa e desenvolvimento, em áreas como biotecnologia, alimentos e energia. Além de segurança 24h, coleta de lixo e manutenção civil e elétrica das áreas comuns.

A residência em parques tecnológicos e incubadoras de empresas também confere competitividade em alguns editais nacionais e acesso a fundos de investimento.  

Sobre o PCT Guamá – Resultante da parceria entre as Universidades Federal do Pará (UFPA) e Federal Rural da Amazônia (UFRA) e o Governo do Pará, o PCT Guamá foi o primeiro e permanece como único parque tecnológico a entrar em operação na Amazônia. Ele tem como principal objetivo o de estimular a pesquisa aplicada, o empreendedorismo inovador, a prestação de serviços e a transferência de tecnologia para o desenvolvimento de produtos e serviços de maior valor agregado e fortemente competitivos.

Com uma área de 72 mil metros quadrados, reúne atualmente 15 centros e laboratórios tecnológicos, 39 empresas, 16 startups, instituições de pesquisa e grupos residentes, todos ligados às áreas estratégicas de atuação, que são Biotecnologia; Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC); Energia; Tecnologia Ambiental e Tecnologia Mineral.

Situado entre a UFPA e a UFRA, apresenta espaços voltados para a instalação de pequenos e médios empreendimentos de base tecnológica, laboratórios e centros de pesquisa e desenvolvimento, assim como de empreendimentos nascentes (startups) e temporários.

A Fundação de Ciência e Tecnologia Guamá, por sua vez, foi qualificada para realizar a gestão administrativa, financeira, física e ambiental do PCT Guamá. Desde 2009 a Fundação é mantida pelo Governo do Estado, por meio de contrato com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica – Sectet.

Texto: Juliane Frazão (Ascom/PCT Guamá)

Foto: Ascom/PCT Guamá

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Comenda entregue pelo Estado destaca o trabalho de mulheres cientistas

seg, 01/04/2019 - 10:22
01/04/2019

“A ciência é uma vocação irresistível”. A frase, proferida pela professora Paula Schneider, da Universidade Federal do Pará (UFPA), ao receber a Comenda Mulher Cientista – Comci 2019, reflete o sentimento das outras duas ganhadoras da honraria: a pesquisadora Ima Vieira, do Museu Paraense Emílio Goeldi, e a estudante Francielly Barbosa, da Escola Estadual Professora Ernestina Pereira Maia, no município de Moju, no nordeste paraense.

A solenidade de entrega da Comci 2019 foi realizada na manhã desta sexta-feira (29), no Teatro Estação Gasômetro (no Parque da Residência), com a presença de autoridades estaduais, representantes de instituições de ensino e pesquisa, professores e estudantes.

Edilza Fontes, secretária adjunta da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica, disse que a Comenda busca dar visibilidade à produção científica realizada por mulheres. “A mulher está presente na ciência, na tecnologia e na inovação. É preciso visibilizar essa produção. Foi com esse objetivo que o professor Maneschy (Carlos Maneschy, titular da Sectet) teve a ideia de criar a Comenda, no que recebeu total apoio do governador Helder Barbalho”, informou Edilza Fontes.

A cerimônia integrou a programação do governo estadual em homenagem às mulheres, promovida durante todo o mês de março. Nesta sexta-feira também foram homenageadas com Menção Honrosa as mulheres que estão à frente de secretarias e instituições do governo do Estado.

Comendadoras da ciência - Ima Vieira e Paula Schneider receberam a Comci 2019 na categoria Cientista Master, enquanto a estudante Francielly Barbosa, representada pela professora Danielle Pereira, foi a ganhadora na categoria Jovem Talento. As três foram escolhidas em um processo que teve duas etapas. Na primeira, uma campanha nas redes sociais da Sectet, no período de 8 a 19 de março, incentivou a participação dos internautas na indicação de cientistas, seus projetos e pesquisas. Em seguida, todas as indicadas tiveram seus currículos, pesquisas e projetos analisados pela Comissão Científica de Avaliação da Comci 2019, composta pelas professoras doutoras Alessandra Ferraiolo, da Embrapa Amazônia Oriental; Edna Castro, da Universidade Federal do Pará, e Yvelyne Santos, da Universidade do Estado do Pará (Uepa).

Doutora em Ecologia, Ima Vieira tem um trabalho reconhecido no Museu Paraense Emílio Goeldi. A pesquisadora falou rapidamente sobre sua trajetória acadêmica e os inúmeros projetos de pesquisa dos quais participou, sempre voltados para a diversidade da ecologia amazônica e os impactos humanos nesse sistema.

Hoje, ela coordena grupos de ciências ambientais que fazem pesquisas interdisciplinares. “Incentivo a todas as meninas a formarem grupos de ciência. É prazeroso e gratificante quando vemos nosso trabalho refletido em políticas públicas, por exemplo”, destacou Ima Vieira.

Paula Schneider é doutora em Genética e Biologia Molecular e desenvolve estudos na Rede do Projeto Genoma Brasileiro. Integrante do grupo pioneiro em pesquisas genéticas no Pará, ela lembrou sua história profissional e agradeceu a todos que participaram dessa trajetória, assim como aos que a acompanham hoje. “Caminhamos todos juntos, nossos mestres, nossos alunos, nossa família”, finalizou Paula Schneider.

Francielly Barbosa foi representada na solenidade pela sua professora e orientadora, Danielle Pereira, que externou seu orgulho pelo trabalho desenvolvido pela jovem de 17 anos, que já ganhou 15 prêmios no Brasil e no exterior. Francielly não compareceu à solenidade porque está em São Paulo (SP) participando de mais um evento ligado à ciência.

Mais investimentos - Pela internet, a estudante mandou mensagem para a coordenação da Comci 2019, agradecendo a honraria. “Eu fiquei muito feliz, especialmente pelo fato de ser um evento estadual. Já ganhei muitos prêmios fora de meu Estado, mas ser reconhecida aqui, com certeza, dá uma força a mais”, declarou.

Ela também ressaltou a necessidade de investimentos nos clubes de ciência espalhados pelo Pará. “Espero que as mulheres e meninas de nosso Estado possam se interessar cada vez mais pelo lado científico. Talvez elas não consigam mudar o mundo todo, mas podem mudar o mundo de muitas pessoas”, frisou.

A secretária adjunta Edilza Fontes encerrou a solenidade lembrando a força das mulheres e a luta pelo reconhecimento na sociedade, informando que a Comenda será um evento anual. “A Comci será uma referência para as mulheres que fazem ciência no Estado, e um incentivo para que mais mulheres trilhem esse caminho. O lugar da mulher é onde ela quiser, inclusive na ciência”, acentuou.

A solenidade teve a participação especial da cantora Andréa Pinheiro, acompanhada por Paulinho Moura, ao violão, com um repertório especialmente escolhido para o evento.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)

Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

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“A Comci é uma forma de reconhecer e incentivar a participação da mulher na ciência”

qui, 28/03/2019 - 17:13
28/03/2019

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) criou a Comenda Mulher Cientista (Comci) como forma de reconhecimento do trabalho científico realizado por mulheres do estado, sejam pesquisas acadêmicas sejam projetos de inovação tecnológica. Sobre a Comci 2019, que será entregue nesta sexta-feira, às 9h30, a jornalista Jeniffer Galvão entrevistou a secretária adjunta da Sectet, Edilza Fontes.

Pergunta: O que motivou a criação da Comenda Mulher Cientista?

Resposta: A Comenda foi idealizada pelo secretário Carlos Maneschy, titular da Sectet, preocupado em dar visibilidade à produção feminina na área da ciência e tecnologia do estado. O mundo da ciência ainda é visualmente dominado pelos homens. São eles os que mais recebem prêmios ou bolsas de estudo de instituições oficiais. Basta ver a questão do Prêmio Nobel, a mais famosa distinção no ramo do conhecimento em todo o mundo. Apenas 5,7% dos prêmios foram entregues a mulheres. Se considerarmos as ciências exatas e naturais, a situação é mais crítica, pois esse percentual fica na casa do 1%. Então a Comci vem como forma de reconhecer e ao mesmo tempo incentivar a participação das mulheres na ciência. Reconhecer as que já estão há anos fazendo pesquisas e as estudantes que se dedicam a projetos de inovação que mudam a realidade do estado, promovendo desenvolvimento. Assim, temos duas categorias, Cientista Master e Jovem Talento.

P - Como foi o processo de seleção e escolha das cientistas que irão receber a honraria?

R - A nossa ideia foi envolver a sociedade nessa escolha. Por isso, lançamos nas redes sociais da Secretaria uma campanha para que os internautas indicassem mulheres que se destacavam na ciência e em inovação tecnológica, informando qual era a pesquisa científica ou o projeto por elas desenvolvido. A campanha foi realizada no período de 8 a 19 de março e tivemos 21 indicações. Ressalto que houve nomes com indicações de várias pessoas.  Ao mesmo tempo, enviamos às instituições de ensino e pesquisa do estado convite para que indicassem uma representante para formar uma comissão especial para analisar as sugestões enviadas pelos internautas. A Comissão Científica de Avaliação da Comci 2019 foi composta pelas professoras doutoras Alessandra Ferraiolo, da Embrapa Amazônia Oriental, Edna Castro, da Universidade Federal do Pará e Yvelyne Santos, da Universidade do Estado  (Uepa). Elas analisaram minuciosamente os currículos, as pesquisas e projetos das indicadas e decidiram quais serão homenageadas. Aproveito para agradecer a disponibilidade das professoras, que muito contribuíram para a concretização da Comci.

P - E quem são essas mulheres que irão receber a Comenda?

R - Na categoria Jovem Talento a escolhida foi Francielly Barbosa, estudante da cidade do Moju, que criou um tijolo ecológico a partir do caroço de açaí, normalmente jogado no lixo. Essa menina de 17 anos têm recebido prêmios pelo país e até fora do Brasil. Agora vai receber a nossa homenagem e agradecimento por levar o nome do Pará tão longe e por contribuir para a melhoria de vida da população do Moju, o que é ainda mais importante.
Na categoria Cientista Master, a Comissão elegeu duas grandes pesquisadoras paraenses: Paula Schneider e Ima Vieira. Paula Schneider é doutora em genética e biologia molecular e desenvolve estudos dentro da Rede do Projeto Genoma Brasileiro, que tem uma importância inestimável para o desenvolvimento da pesquisa genética no mundo. A Ima Vieira é renomada pesquisadora do Museu Emílio Goeldi, com doutorado em ecologia, desenvolvendo pesquisas relevantes sobre a biodiversidade da Amazônia.

P - Por que duas cientistas na categoria Master? A Comci foi pensada assim?

R - Na realidade, não. A Comci foi criada para destacar uma mulher em cada categoria. Mas, diante da importância das duas pesquisadoras, a Comissão decidiu conceder a Comenda para essas duas grandes cientistas do Pará. Nós, da Sectet, não interferimos na decisão da Comissão, que tem autonomia na escolha das homenageadas. Eu entendo bem os motivos que levaram a Comissão a tomar essa decisão. São realmente mulheres de importância incomensurável para a ciência não só do Pará, como da nossa região e do mundo todo.

P - Como será a solenidade desta sexta-feira?

R - Faremos uma solenidade no Teatro Estação Gasômetro, onde autoridades do governo do estado entregarão a Comci às cientistas, como parte da programação de encerramento das ações realizadas durante todo o mês de março em homenagem às mulheres. A Sectet também entregará às mulheres que estão à frente de secretarias e órgãos da administração um certificado de Menção Honrosa como reconhecimento pelo desempenho de suas atividades em prol do desenvolvimento do Pará. Depois teremos um coquetel de encerramento com música ao vivo que contará com a participação de Andréa Pinheiro e Paulinho Moura. A programação começa às 9h30 e é aberta ao público. Todos estão convidados a participar.

 

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Sectet entrega Comenda Mulher Cientista nesta sexta-feira (29)

qui, 28/03/2019 - 13:44
28/03/2019

A Comenda Mulher Cientista - Comci 2019 será entregue na próxima sexta-feira, 29, em solenidade realizada no Teatro Estação Gasômetro, a partir das 9h30. A Comci é uma distinção criada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) para homenagear mulheres que tenham contribuído com suas pesquisas e inovações tecnológicas para o desenvolvimento da ciência do estado do Pará. “Além disso, criamos a Comci para incentivar as mulheres a participarem mais do mundo da ciência e inovação, espaço ainda dominado pelos homens”, destaca o titular da Sectet, Carlos Maneschy.

Receberão a Comci mulheres que foram escolhidas em duas etapas. A primeira foi realizada por meio das redes sociais da Secretaria, onde os internautas puderam indicar as cientistas e suas pesquisas ou projetos inovadores. As sugestões foram enviadas no período de 8 a 19 de março divididas nas duas categorias: Jovem Talento e Cientista Master. Depois de catalogadas, as 21 indicações foram analisadas pela Comissão Científica de Avaliação da Comci, formada por mulheres cientistas, representantes de instituições de ensino e pesquisa do Pará. Compõem a Comissão este ano a professora Edna Castro, representante da Universidade Federal do Pará (UFPA), a professora Yvelyne Santos, da Universidade do Estado do Pará (Uepa) e a pesquisadora Alessandra Ferraiolo, da Embrapa Amazônia Oriental.

A entrega da Comenda faz parte da programação em homenagem às mulheres realizada pelos órgãos do Governo do Pará. Na solenidade, também serão entregues certificados de Menção Honrosa às mulheres que estão à frente de Secretarias e instituições do estado. “O nosso principal objetivo é demonstrar com exemplos que as mulheres podem e devem estar em todos os espaços sociais onde elas queiram estar, da ciência à política”, enfatiza a adjunta da Sectet, Edilza Fontes.

Texto: Jeniffer Galvão

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Sectet homenageia servidores por serviços prestados à sociedade

qui, 28/03/2019 - 13:21
28/03/2019

Um legado de seriedade, ética e profissionalismo. Essa é a herança deixada pelos servidores da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Artur Mascarenhas e Telma Martins, que receberam merecida homenagem de seus colegas de trabalho, na manhã desta quinta-feira (28), por estarem a dias de encerrar suas atividades no órgão.

Com a aposentadoria, os dois afirmaram que pretendem aproveitar mais o convívio com os familiares que, ao longo dos anos, foi substituído por uma imensa dedicação ao trabalho. Porém, eles pretendem continuar contribuindo com o trabalho desenvolvido na Sectet sempre que for necessário, com muito conhecimento e experiência.

“O trabalho que desenvolvemos não é para nós, é para o público. Agora, assumimos o compromisso de ajudar os que ficam. Vamos nutri-los de conhecimento para desenvolverem o trabalho da melhor forma possível. Todos têm capacidade para melhorar o estado, basta usarem os conhecimentos técnicos”, ponderou Mascarenhas, destacando a importância dos servidores trabalharem sempre acreditando e buscando o melhor para a população.

Ao final da cerimônia, Telma e Artur receberam das mãos de seus familiares o certificado de honra ao mérito em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à sociedade, contribuindo para o desenvolvimento e progresso do estado do Pará.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

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Comenda Mulher Cientista 2019

qui, 21/03/2019 - 14:29
21/03/2019

O prazo para as indicações, em nossas redes sociais, à Comenda Mulher Cientista (Comci) 2019 se encerrou à meia noite desta terça-feira (19). Agradecemos a participação de todos que deram sugestões! Na próxima semana, o comitê formado pelas mulheres representantes das instituições de ensino e pesquisa do estado se reunirá para definir a vencedora de cada categoria. A entrega da Comenda ocorrerá no próximo dia 29 de março. Em breve, mais detalhes sobre o evento!

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Projeções e perspectivas para a economia do Brasil e do Pará são apresentadas em seminário

sex, 15/03/2019 - 16:08
15/03/2019

O Grupo Interinstitucional de Estudos e Análise Conjuntural (Geac), coordenado pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), com apoio da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo no Estado do Pará (Fecomércio PA), realizou, na manhã desta sexta-feira (15), o seminário “Projeções e perspectivas para a economia brasileira e paraense em 2019”, no Sesc Boulevard. O Geac é um grupo interinstitucional criado em 2015 com o objetivo de gerar e manter um ambiente de debate a fim de acompanhar a conjuntura socioeconômica nacional e estadual.

Durante a abertura do evento, o presidente da Fecomércio PA, Sebastião Campos, destacou que “o seminário é uma grande oportunidade de as entidades agregarem informações e, assim, ter base para suas sugestões à composição do plano de governo para os próximos anos (o Plano Plurianual – PPA)”.

O presidente da Fapespa e titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica, Carlos Maneschy, compartilha da mesma opinião. Ele ressaltou que, em momentos de crise, como os que o Brasil passou nos últimos anos, é necessário ter criatividade para solucionar os problemas e enfatizou a importância do bom uso do conhecimento gerado.

“Neste momento, é importante abrir os horizontes para que ciência, tecnologia e inovação sejam o insumo estratégico, como são em outros lugares do mundo, a fim de que sejamos um estado que possa garantir o bem social. Para que o estado do Pará não seja somente potencialmente rico, mas para que seja rico de fato, favorecendo sua população”

Ainda durante a abertura do evento, o Secretário Adjunto de Planejamento e Orçamento, Adler Silveira, lembrou que, nos próximos dias, o Governo do Pará inicia o projeto de governo itinerante, realizando audiências públicas nas diversas regiões do estado, no sentido de produzir o PPA 2020-2023. Para tanto, enfatizou que as informações e os diagnósticos como os apresentados no seminário são de fundamental importância para embasar o planejamento que será desenvolvido.

Projeções e Perspectivas

Dessa forma, o economista Fábio Bentes, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apontou como o setor do comércio está se comportando, nos últimos anos, diante de um novo ciclo de consumo no Brasil e no Pará. De acordo com os dados apresentados pelo economista, nos anos de 2017 e 2018, pode-se observar uma recuperação, porém lenta, do setor em variáveis como volume de vendas e saldo de postos de trabalho formais. Ele apontou, entretanto, que o Pará apontou uma recuperação mais rápido do que o Brasil.

Nesse sentido, o diretor de análises e pesquisas socioeconômicas e análise conjuntural da Fapespa, Márcio Ponte, mostrou algumas projeções para a economia paraense, expectativas e fatores de impacto. Ele ainda reforçou a ideia de que não há como tomar decisões sem o diagnóstico preciso da realidade do estado. O público, composto por integrantes do Geac, representantes de outras Secretarias e estudiosos da área, também participou com perguntas e sugestões ao final das explanações.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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