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Atualizado: 1 hora 41 minutos atrás

Divulgada a lista de pré-selecionados para o curso de Técnico em Enfermagem

qua, 16/09/2020 - 15:22
16/09/2020

Já está disponível a lista com os nomes dos candidatos pré-selecionados para o curso de Técnico em Enfermagem, ofertado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), para os moradores do programa Territórios Pela Paz (TerPaz), do Governo do Estado. Entre os mais de 4.800 inscritos, foram selecionados 200 nomes.

A próxima fase de seleção será uma entrevista feita pela equipe do Sistema Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), contratado pela Secretaria para ministrar o curso. As entrevistas terão início nesta sexta-feira (18) e o resultado final será divulgado até o dia 15 de outubro. “A procura pelo curso foi muito grande, superando todas as nossas expectativas. Por isso foi necessário estender o período de seleção e divulgação da lista final com os nomes dos 50 moradores que irão fazer o curso”, explica Edson Rodrigues, da Sectet.

Entrevista - Os pré-selecionados receberão um e-mail com as informações sobre data, horário e local de comparecimento à entrevista. Na ocasião devem ser apresentados os seguintes documentos: ficha de inscrição e termo de compromisso (anexos ao edital do curso); cópia de RG, CPF, Registro Civil (certidão de nascimento ou casamento) e certificado de Reservista (para o sexo masculino entre 18 e 45 anos); cópia autenticada de certificado ou histórico escolar de conclusão do ensino médio para o aluno que já concluiu ou declaração de matrícula no 2º ou 3º ano do Ensino Médio (original), para o aluno que ainda não concluiu; título de eleitor, com comprovação de votação da última eleição; e cópia de comprovante de residência atualizado, que indique que o candidato é morador dos Territórios pela Paz (Bengui, Cabanagem, Guamá, Jurunas, Terra Firme, em Belém; Icuí, em Ananindeua; e Nova União, em Marituba).

O curso terá carga horária total de 1.800 horas, de caráter teórico- prático, das quais 600 horas serão destinadas a estágio profissional supervisionado. Todos os alunos receberão vale transporte para poderem se deslocar até os locais de aula e estágio.

Acesse AQUI a lista dos pré-selecionados.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)

Categorias: Notícias

Representantes de 9 municípios do sudeste do estado participam de reunião sobre o Forma Pará

qua, 16/09/2020 - 12:06
16/09/2020

O titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), Carlos Maneschy, esteve em Goianésia do Pará nesta terça-feira (15) para reunião com representantes desse e mais oito municípios da região sudeste do estado: Novo Repartimento, Dom Eliseu, Piçarra, Ourilândia do Norte, Bom Jesus do Tocantins, Abel Figueiredo, Itupiranga e Jacundá. A pauta do encontro foi o fortalecimento das parcerias para a continuidade do sucesso do projeto Forma Pará.

A iniciativa foi lançada em agosto de 2019 e é um projeto que possibilita a união entre Governo, Instituições Públicas de Ensino Superior (IESs), Prefeituras e Associações Municipais no intuito de expandir a oferta de vagas dos cursos de graduação (bacharelado, licenciatura e tecnológica) nos municípios que não possuem polos de universidades públicas ou onde não haja a oferta de determinado curso.

A meta do Projeto é ofertar 80 turmas, com uma média de 50 vagas cada, distribuídas por mais de 40 municípios, o que permitirá a formação de cerca de 4 mil novos profissionais no período de quatro anos. Assim, o “Forma Pará” promove o desenvolvimento socioeconômico de diversas regiões do estado, com a ampliação da mão de obra qualificada conforme as demandas dos próprios municípios.

O Forma Pará já conta com a parceria de todas as IESs públicas: Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade do Estado do Pará (Uepa), Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), Universidade do Oeste do Pará (Ufopa) e Instituto Federal do Pará (IFPA).

O coordenador institucional do programa Forma Pará na Unifesspa, Raimundo Oliveira, presente na reunião, fez questão de destacar a importância do projeto para a região. “A Unifesspa se sente muito privilegiada desta parceria com o Governo, por meio da Sectet. Estamos com dois cursos funcionando e sete para iniciar em breve. A universidade está muito convicta de que esta é a saída para que possamos levar ensino público com pesquisa e extensão e contribuir com o desenvolvimento da nossa região, principalmente essa região que tem como mola propulsora o agronegócio”, lembrou.

Para a secretária de educação do município de Abel Figueiredo, Vilma Medeiros, é uma oportunidade única para garantir a profissionalização dos moradores da região. “Nós temos muito a agradecer. É uma ideia visionária e precisamos abraçar cordialmente, é um momento ímpar em que temos a oportunidade de oferecer cursos superiores aos nossos jovens”, concluiu.

O titular da Sectet, Carlos Maneschy, completa dizendo que esta é uma oportunidade de mudar a história de estudantes paraenses que antes precisavam se deslocar dos seus municípios para fazerem um curso superior. “O que nós estamos fazendo é dar oportunidade para que, naquele lugar, pessoas possam realizar seus sonhos e, pela experiência em uma universidade, transformar suas vidas e a própria região”, ressaltou.

Editais – No último dia 4 de setembro, foram publicados os editais com a oferta de vagas do "Forma Pará" em nove municípios paraenses: Abel Figueiredo (Administração – 50 vagas), Bom Jesus do Tocantins (Ciências Contábeis – 50 vagas), Itupiranga (Pedagogia – 50 vagas), Jacundá (Psicologia – 35 vagas), Ourilândia (Zootecnia -  40 vagas), Piçarra (Medicina Veterinária – 40 vagas),  Tailândia (Engenharia Ambiental – 50 vagas), Novo Progresso (Engenharia Sanitária e Ambiental – 50 vagas) e Rurópolis (Agronomia – 40 vagas).

Os editais foram publicados no site da Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp), responsável pela realização dos processos seletivos. O período de inscrições começou no dia 9 de setembro e vai até 22 de outubro. Mais informações estão disponíveis nos links dos processos seletivos 2020 da Unifesspa e da Ufopa, AQUI.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

Categorias: Notícias

A importância da prática de atividades físicas foi tema de live promovida pela Sectet

ter, 15/09/2020 - 14:04
15/09/2020

Nesta terça-feira (15), os servidores da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) participaram de mais um debate ao vivo pela internet. Desta vez, o tema em pauta foi “A importância do exercício físico para a saúde mental e corporal”. A atividade faz parte do Programa Amplo de Valorização do Servidor,  iniciativa do Núcleo de Acolhimento Psicossocial da Coordenação de Gestão de Pessoas (CGepes), ligada à Diretoria de Administração e Finanças (DAF) do órgão, que promove lives mensais  com convidados que esclarecem sobre diversos assuntos.

 Na ocasião, o convidado foi o educador físico, pós-graduado em fisiologia do exercício e personal trainer, Diego Farias. Ele fez questão de ressaltar que a prática de atividades físicas é de fundamental importância para manter a saúde, não só física, mas também mental das pessoas. “O fechamento das academias neste momento de pandemia foi muito difícil, pois há pessoas que utilizam a academia como uma válvula de escape do seu dia a dia”. O professor lembrou ainda que os abalos mental e físico podem gerar uma porta de entrada algumas doenças.

Diego Farias aproveitou para tirar as dúvidas dos servidores a respeito da prática de atividades físicas com o uso de máscara. Além disso, ele ainda deu dicas de como as pessoas que pararam de praticar exercícios durante o período de quarentena podem voltar a realiza-los de forma saudável. O professor também explicou que, aos poucos, as pessoas estão perdendo o medo de voltar às atividades. “As pessoas estão perdendo o medo, as academias estão com normas de limpeza e distanciamento. No início, estavam com medo de frequentar, mas viram que é importante a atividade física para o seu sistema imunológico”.

Nesse ponto, a servidora Odete Sabá questionou tanto o professor quanto a psicóloga da Sectet, Adriana Nascimento, a respeito do dilema medo versus necessidade. Diego Farias lembrou que é necessário traçar estratégias de segurança, mas parar de praticar atividades pode gerar problemas físicos e psicológicos que provocam outras doenças como ansiedade, depressão, obesidade, diabetes, artrite etc.

Adriana Nascimento complementou explicando que o medo é um fator de proteção orgânico, necessário à vida, entretanto, tantos meses de quarentena fizeram com que as pessoas, de certa forma, naturalizassem esse medo pela necessidade de voltar à rotina e à socialização. “As pessoas já não estavam mais aguentando ficar em casa e a procura por atendimento psicológico foi elevadíssima. O que precisamos ter é responsabilidade social e consciência. Isso sim deve estar mais aguçado que o medo. O organismo sempre busca um equilíbrio, emocional e físico”, concluiu a psicóloga.

Por fim, os servidores agradeceram a participação e os esclarecimentos do convidado. A Coordenação de Gestão de Pessoas (CGepes) informou ainda que o próximo tema abordado será “A mulher no mercado de trabalho no momento da pandemia”, quando a secretária adjunta da Sectet, Edilza Fontes, vai falar sobre o assunto no dia 13 de outubro.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

Categorias: Notícias

Pará terá primeira rede móvel 5G privativa em ambiente universitário do Brasil

ter, 15/09/2020 - 13:48
15/09/2020

A rede PA5Ge será implementada no PCT Guamá e no campus Belém da UFPA

O Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, Automação e Eletrônica (Lasse), vinculado à Universidade Federal do Pará (UFPA) e instalado no Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá, lança, no dia 25 de setembro, a rede PA5Ge, a primeira rede móvel 5G privativa instalada em um ambiente universitário e de pesquisa no Brasil.

As características principais da PA5Ge são um núcleo com funções de rede virtualizadas com base em software open-source, operando em hardware de baixo-custo. A rede é uma evolução das ações da UFPA em redes comunitárias, no âmbito do projeto Celcom, financiadas pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) e realizadas com diversas parcerias. 

A rede se beneficia também do know-how acumulado ao longo de vários anos executando projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) em redes móveis com financiamento da empresa Ericsson. “A implementação da rede móvel experimental permite um grande avanço nos níveis dos resultados elaborados pelas pesquisas desenvolvidas na universidade, pois com a utilização de uma rede real e com vários usuários, os métodos e algoritmos desenvolvidos podem ser avaliados com um maior rigor e um enfoque mais prático”, afirma Aldebaro Klautau, coordenador do projeto.

“Atualmente, no Lasse, realizamos pesquisas utilizando Inteligência Artificial (IA) e processamento de sinal para a camada física das redes 5G e 6G virtualizadas, de forma a melhorar a performance e o funcionamento de redes móveis. A partir disso, é possível se implantar diversas aplicações, como por exemplo, uso de câmeras e IA para reconhecimento da quantidade de vagas disponíveis em um estacionamento, a utilização de drones para reconhecimento de atitudes suspeitas como assaltos e vigilância interna do campus”, complementa Aldebaro Klautau.

Infraestrutura
A PA5Ge vai operar em uma banda licenciada pela Anatel, para fins científicos, em uma frequência de 700 MHz, espectro considerado de baixa frequência, o que permite um maior alcance. Uma das características do projeto é a virtualização da rede, processo em que hardware (equipamentos físicos) pode ser substituído por software capaz de emular funções dos aparatos físicos, operando como máquinas virtuais (VMs).

“Isso nos permite ter uma maior flexibilidade e escalabilidade da rede. É possível, por exemplo, implementar uma estrutura geral em diferentes pontos das comunidades que já trabalhamos ou do campus da UFPA. Com a virtualização, nós podemos fazer uma distribuição das funções de rede aos computadores que estão em diferentes locais, então esse é um dos pontos que nos permite chamar a rede de 5G”, afirma Cleverson Nahum, um dos pesquisadores que integra a iniciativa.

Tecnologia de impacto
A equipe de pesquisadores envolvida na criação da PA5Ge tem vasta experiência em desenvolvimento de redes de comunicações. Os conhecimentos técnicos e teóricos de propagação de sinais, programação em diversas linguagens, familiaridade com o uso de software livres, experiência em campo e configuração de equipamentos irradiantes permitiram a implementação do Celcom, projeto de telefonia comunitária que já foi aplicado em dois locais sem conectividade na Amazônia: a comunidade quilombola de Campo Verde, próxima ao município Concórdia do Pará, e a comunidade de Boa Vista do Acará situada no município do Acará.

A rede 2G que é utilizada pelo Celcom leva, às comunidades, serviço de voz e SMS. A partir de agora, com os resultados esperados da PA5Ge e sua evolução, em uma próxima fase, a UFPA poderá continuar atuando em parceria com academia, governo e indústria, para que a tecnologia 5G seja popularizada e permita entregar também a transmissão de dados (Internet) no celular de cada morador das localidades assistidas pelo projeto.

“Antes, no Celcom, os moradores das comunidades poderiam fazer chamadas internas (dentro da própria comunidade) e trocar mensagens de texto através da rede 2G, mas a mesma não viabiliza uma aula remota com vídeo, por exemplo, devido às baixas taxas de dados. Já as tecnologias 4G e 5G passam a ser opção para conectividade na Amazônia, e favorecerem a inclusão digital. Por isso a rede de dados da PAG5e é associada a proposta de inclusão social e digital que o projeto tem”, afirma Lauro Brito, outro pesquisador do projeto.

Workshop
O lançamento da rede 5G será durante o workshop virtual “Conectividade 5G na Amazônia” (Co5GAm). Gratuito e destinado a todos os públicos, a programação será baseada em apresentações pré-gravadas de palestras e depoimentos de integrantes da academia, governo e indústria, organizadas de forma temática no site https://www.lasse.ufpa.br/co5gam.

O Workshop terá duas trilhas, uma técnica, destinada às tecnologias das redes de quinta geração (5G); e outra que trata a questão do impacto da conectividade no cotidiano e soluções que podem ser obtidas a partir da disseminação da Internet e outras redes de comunicação na Amazônia.

Texto: Juliane Frazão (Ascom/PCT Guamá)

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Online

qua, 09/09/2020 - 09:44
09/09/2020PCT Guamá fará evento online sobre tecnologia para novos produtos   Trata-se da extração supercrítica, técnica que possibilita a obtenção de produtos com características especiais e processos ecologicamente sustentáveis   Nesta quinta-feira (10), às 16h, o Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá promoverá um evento online sobre extração supercrítica, técnica considerada atrativa por ser um processo livre de resíduos e não provocar a degradação de compostos bioativos, ideal para ser utilizada nas indústrias alimentícia, cosmética, farmacêutica, química, dentre outras.

Pesquisador e coordenador do Laboratório de Tecnologia Supercrítica da Universidade Federal do Pará (Labtecs/UFPA), centro de P&D instalado no PCT Guamá, Raul Carvalho explica que o fluido utilizado no processo opera a temperaturas e pressões acima de seu ponto crítico. Sob esse estado, o material exibe propriedades físico-químicas intermediárias entre um líquido e um gás.

“Um fluido supercrítico não é um gás nem um líquido, mas uma fase única com propriedades entre os dois. Possui a densidade muito próxima a dos líquidos e a viscosidade é muito similar a dos gases. Essas características fazem com que o fluido tenha alto poder de solubilização. Para a indústria, isso é extremamente benéfico, porque a substância se torna um ótimo solvente com alta difusividade e baixa viscosidade, deixando o processo de extração rápido e eficiente”, observa o pesquisador.

A técnica permite o processamento da matéria a baixas temperaturas, evitando a degradação de compostos e garantindo a qualidade do produto final. Em uma recente pesquisa desenvolvida pelo grupo coordenado por Raul Carvalho, notou-se que após as extrações supercríticas, houve aumento das concentrações de compostos bioativos e capacidade antioxidante na polpa liofilizada de açaí e no muruci.

“No caso do Muruci (B. crassifolia), por exemplo, os extratos obtidos da polpa por fluido supercrítico apresentaram níveis elevados de luteína, substância com potencial terapêutico na prevenção e tratamento de doenças maculares relacionadas com a idade, além de ácidos graxos insaturados e alta capacidade antioxidante. Estes resultados comprovam que a extração com fluido supercrítico permite um melhor aproveitamento da matriz, reduzindo o desperdício de matéria orgânica no meio ambiente e agregando valor aos produtos da extração”, afirma Carvalho.

Outra vantagem da tecnologia é a possibilidade de fácil separação e remoção do solvente após o processo de extração. Apenas com o ajuste da pressão e/ou temperatura, é possível separá-lo do produto extraído. “Esse é normalmente um dos processos mais dispendiosos dos processos de extração convencionais. Com a extração supercrítica, a indústria não gera solventes poluidores e nem resíduos indesejáveis no produto final”, complementa o pesquisador.

“Devido às suas características, como a ausência de solventes tóxicos e a elevada concentração de compostos bioativos, os extratos têm sido empregados nas mais variadas indústrias, como a de alimentos, cosméticos, farmacêutica e química, por exemplo. Aqui no laboratório estamos preparados para oferecer diferentes tipos de serviços e este evento online tem o objetivo de nos aproximarmos do setor produtivo para que os empresários possam tomar conhecimento da tecnologia e esclarecer suas principais dúvidas”, informa Carvalho.

Serviço: Live sobre as possibilidades e aplicações industriais da extração com fluidos supercríticos, com o pesquisador Raul Carvalho, no dia 10 de setembro de 2020, às 16h, na sala virtual.

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Governo inicia curso de Enfermagem para 50 estudantes em Curuçá

qua, 09/09/2020 - 09:18
09/09/2020

"Nunca imaginamos que teria um curso desta proporção aqui no município". A afirmação é da estudante de Curuçá, município do nordeste paraense, Lia Silva que, na manhã desta terça-feira (8) participou da aula inaugural do curso de Enfermagem, oferecido por meio do Projeto Forma Pará no município, iniciativa do Governo do Estado, coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet).

Os calouros passaram por processo seletivo especial em fevereiro deste ano, a fim de preencher as 50 vagas oferecidas, das quais 39 foram ocupadas por moradores de Curuçá e as demais por pessoas residentes em municípios das proximidades. Para eles, foi uma oportunidade ímpar poder fazer um curso superior sem sair de perto da família.

"É uma oportunidade única de crescimento, tanto pra comunidade quanto para nós, que poderemos contribuir para o município", ressaltou a estudante Lia Silva. Quem concorda com ela é a colega de turma Jaqueline Santos que, durante o evento, também comemorou o fato de fazer a sua primeira graduação perto de casa. "É um sonho realizado. Pretendo continuar atuando na região para contribuir com o município, pois este curso é esperado há muitos anos", disse.

Expansão de vagas - O “Forma Pará” foi lançado em agosto de 2019. É um projeto que possibilita a união entre Governo, Instituições de Ensino Superior (IESs), Prefeituras e Associações Municipais no intuito de expandir a oferta de vagas dos cursos de graduação (bacharelado, licenciatura e tecnológica) nos municípios que não possuem polos de universidades públicas ou onde não haja a oferta de determinado curso.

A meta do Projeto é ofertar 80 turmas, com uma média de 50 vagas cada, distribuídas por mais de 40 municípios, o que permitirá a formação de cerca de 4 mil novos profissionais no período de quatro anos. Assim, o “Forma Pará” promove o desenvolvimento socioeconômico de diversas regiões do Estado, com a ampliação da mão de obra qualificada conforme as demandas dos próprios municípios.

Para o secretário Municipal de Educação, Deusdete Júnior, é uma maneira também de levar esperança à população. "Isso fortalece e começa a dar uma nova esperança para quem não tem a oportunidade de estudar fora", destacou.

Durante a cerimônia, o titular da Sectet, Carlos Maneschy, lembrou que o Pará ainda tem um déficit grande de vagas no ensino superior, o qual o governo estadual vem trabalhando para diminuir. "Claro que temos um limite. O que fazemos é pouco diante do déficit, mas é muito diante do que já foi feito", observou.

O secretário destacou ainda que o principal resultado dos cursos do Projeto Forma Pará é o fato de oferecer novas oportunidades e mudança de vida à população dos municípios em que os cursos são oferecidos. "O aspecto principal daquilo que é o simbolismo deste evento é o de permitir a jovens que eles possam transformar suas vidas e dos que estão a sua volta. Certamente, ao fazerem isso, irão promover muito mais oportunidades de desenvolvimento, justiça social, liberdade e, ao fim, felicidade pra muita gente", concluiu Carlos Maneschy.

Parcerias - O projeto já conta com a parceria de todas as IESs públicas: Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade do Estado do Pará (Uepa), Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), Universidade do Oeste do Pará (Ufopa) e Instituto Federal do Pará (IFPA). O município de Curuçá já recebeu pelo "Forma Pará" o curso de Serviço Social, oferecido pela UFPA, e agora o de Enfermagem, tendo a Uepa como executora.

Participaram da aula inaugural, na Escola Estadual Professora Maria de Nazaré Guimarães Macedo, os secretários municipais de Educação, Saúde, Administração e de Finanças; o chefe de gabinete da Prefeitura de Curuçá; a coordenadora dos cursos da UFPA e da Uepa na região; representantes da coordenação do curso de Enfermagem, da Governadoria do Estado, do Conselho Regional de Enfermagem; o prefeito de Benevides e o deputado estadual Jaques Neves.

Editais - Os editais com a oferta de vagas do "Forma Pará" em mais nove municípios foram publicados na última sexta-feira (4), no site da Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp), responsável pela realização dos processos seletivos.

O período de inscrições começa nesta quarta-feira (09). As informações sobre cursos e municípios que os receberão podem ser conferidas AQUI.

Texto e fotos: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Forma Pará: inscrições para cursos em nove municípios iniciam na quarta (9)

sab, 05/09/2020 - 10:38
05/09/2020

Iniciam na próxima quarta-feira (9) as inscrições do processo seletivo para o preenchimento de 405 vagas em cursos universitários ofertados pelo projeto Forma Pará, desenvolvido pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) em convênio com instituições públicas de ensino superior e prefeituras ou organizações sociais. Os editais com a oferta das vagas em nove municípios foram publicados na sexta-feira (4), no site da Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp), responsável pela realização dos processos seletivos.

O edital da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) oferece 315 vagas nos municípios de Abel Figueiredo (Administração – 50 vagas), Bom Jesus do Tocantins (Ciências Contábeis – 50 vagas), Itupiranga (Pedagogia – 50 vagas), Jacundá (Psicologia – 35 vagas) , Ourilândia (Zootecnia -  40 vagas), Piçarra (Medicina Veterinária – 40 vagas) e Tailândia (Engenharia Ambiental – 50 vagas). A Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) oferta 90 vagas nos municípios de Novo Progresso (Engenharia Sanitária e Ambiental – 50 vagas) e Rurópolis (Agronomia – 40 vagas).

Para os dois processos seletivos, as inscrições podem ser feitas de 9 de setembro a 22 de outubro e a taxa de inscrição é de R$ 80, sendo garantido o pedido de isenção para os candidatos de baixa renda que podem fazer a solicitação no período de 9 a 18 de setembro. A data prevista para a realização da prova é 13 de dezembro, em cada município onde o curso é ofertado.

Ambos os editais preveem reserva de vagas para cotas sociais e raciais, além de vagas para pessoas com deficiência. Confira todos os detalhes nos editais disponíveis aqui.

Texto: Jeniffer Galvão

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Alunos do Forma Pará assistem a aula inaugural em Curuçá na próxima terça-feira (8)

sex, 04/09/2020 - 11:37
04/09/2020

A próxima terça-feira (8) ficará registrada na lembrança de 50 futuros enfermeiros residentes de Curuçá no nordeste paraense. É que será realizada a aula inaugural do curso de enfermagem no município, ofertado por meio Projeto Forma Pará, do Governo do Estado, coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet).

Os alunos ingressaram no curso por meio de processo seletivo especial realizado em fevereiro deste ano. Na ocasião, 977 estudantes disputaram as 50 vagas, uma demanda de 19,54 candidatos por vaga. A prova foi composta por 35 questões objetivas de Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Física, Química e Biologia. Cada questão correta valia um ponto. Para não ser eliminado, o candidato deveria acertar pelo menos 20% das questões. O edital previa ainda bônus de 10% sobre a pontuação da prova objetiva dos candidatos que tivessem cursado pelo menos um dos anos do ensino médio no município.

Forma Pará - O Forma Pará foi lançado em agosto de 2019 e é um projeto que possibilita a união entre Governo, Instituições de Ensino Superior (IESs), Prefeituras e Associações Municipais no intuito de expandir a oferta de vagas dos cursos de graduação (bacharelado, licenciatura e tecnológica) nos municípios do estado que não possuem polos de universidades públicas ou onde não exista a oferta de determinado curso.

A meta do Projeto é ofertar 80 turmas com uma média de 50 vagas cada, distribuídas em mais de 40 municípios, o que permitirá a formação de cerca de 4.000 novos profissionais no período de quatro anos. Assim, o Forma Pará promove o desenvolvimento socioeconômico de diversas regiões do estado com a ampliação da mão de obra qualificada conforme as demandas dos próprios municípios.

A primeira fase do Forma Pará ofertou vagas em 10 turmas que iniciaram as aulas em setembro de 2019 e mais 10 que começaram em janeiro de 2020, totalizando 20 turmas. De acordo com as informações colhidas pela coordenação do projeto, a taxa de evasão das turmas iniciadas em setembro do ano passado, até o momento, é de apenas 3,64%. No último dia 25 de agosto, o Governo do Pará lançou a segunda fase do projeto que garantiu o oferecimento de mais 1200 vagas. Com o lançamento desses novos cursos, o Forma Pará já contempla 30 municípios e 2 distritos no total.

O projeto já conta com a parceria de todas as IESs públicas como parceiras, sendo elas: Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade do Estado do Pará (Uepa), Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), Universidade do Oeste do Pará (Ufopa) e Instituto Federal do Pará (IFPA). O município de Curuçá já recebeu pelo projeto Forma Pará o curso de serviço social, sendo executado pela UFPA, e agora o de enfermagem, tendo a Uepa como a executora.

 

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

 

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Câmara Técnica Intersetorial apresenta plano gestor e cronograma do TerPaz

sex, 04/09/2020 - 09:40
31/08/2020

Representantes das 35 secretarias e demais órgãos que integram o programa estadual Territórios Pela Paz (TerPaz) participaram, nesta segunda-feira (31), da reunião de planejamento das políticas públicas de inclusão social promovidas pela Câmara Técnica Intersetorial da Secretaria Estratégica de Articulação da Cidadania (Seac). Durante o encontro foram apresentadas as inovações do plano de ação do Gabinete de Gestão Operacional da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Segup), assim como o plano gestor das ações gerais do TerPaz e o cronograma das atividades de setembro de 2020 a fevereiro de 2021.

“Os relatórios de atividades do TerPaz vão se tornar, agora, sistematizados. Nós elaboramos uma ferramenta que tornará os dados das ações dos órgãos e secretarias mais consistentes, para que essas informações possam se tornar fontes de pesquisa, prestação de contas, estudos e controle externo, por exemplo”, contou Julio Alejandro Quezada Jelves, coordenador da Câmara Técnica Intersetorial da Seac.

Segundo o coordenador, a estrutura básica dos projetos das secretarias seguirá os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). “Queremos dar destaque também aos projetos dentro do TerPaz com temas transversais, que agora serão com base nos 17 ODS da ONU, que abrangem questões como desenvolvimento social e econômico, incluindo pobreza, fome, saúde, educação, aquecimento global e meio ambiente, entre outros, onde cada secretaria escolheu um segmento para desenvolver seus projetos”, explicou Alejandro Jelves.

Relatório - Outro ponto importante da reunião foi a apresentação do relatório consolidado do TerPaz de 2019, que especifica as ações realizadas por cada secretaria. Um exemplo é a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), que conseguiu realizar 1.497 atendimentos nas 28 ações do ano passado, e agora já estrutura a retomada das atividades para os próximos meses.

“Nós já entramos em contato com o Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), que é um grande parceiro nosso, e vamos retornar com os cursos de formação continuada que interessam à comunidade, como o curso de Técnico em Enfermagem, que é muito procurado. Vamos lançar também uma especialização em Segurança Pública e um curso de Saúde Bucal que vai formar auxiliar de dentista, e retomar o Projeto Mapas Digitais. A partir dessa reunião nós vamos levar em consideração essas novas orientações, para que possamos, o mais rápido possível, voltar com nossas atividades presenciais ou remotamente”, disse Maria Lúcia Ohana, representante da Sectet na Câmara Técnica Intersetorial do TerPaz.

Parceria ambiental – O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio) é o novo parceiro no TerPaz, responsável por ações da área ambiental para os sete territórios. “Nós estamos dialogando com a coordenação do TerPaz desde o ano passado, e agora conseguimos incluir nossas propostas, elegemos dois projetos - o AgroVárzea, que atende às comunidades do entorno das unidades de conservação da Região Metropolitana de Belém, e Arborizar Pará, que tem vários processos, como recuperação das florestas urbanas e arborização e capacitação. Vamos encaminhar ao nosso núcleo de planejamento o orçamento necessário para iniciar, nos próximos meses, esse trabalho dentro do TerPaz”, informou Kleber Perotes, diretor de Desenvolvimento da Cadeia Florestal do Ideflor-Bio.

A equipe da Câmara Técnica Intersetorial (CTI) da Seac apresentou o novo modelo de plano de ação mensal, que também será sistematizado. “Os representantes da CTI agora irão acessar um link para preencher os dados do plano de ação de cada Secretaria, que será compartilhado nas diversas ferramentas de divulgação”, contou Alejandro Jelves.

Ao final do evento, o diretor das Usinas da Paz (espaços que estão sendo criados para ampliar as ações do TerPaz no Estado), coronel Marcos Lopes, apresentou o conceito das 10 Usinas que estão sendo construídas na Região Metropolitana de Belém (nos bairros Cabanagem, Benguí, Guamá, Terra Firme, Jurunas, Icuí-Guajará e Nova União) e no sudeste paraense (nos municípios de Parauapebas, Canaã dos Carajás e Marabá).

Texto: Paulo Garcia (Ascom/Seac)

Fotos: Nucom/Seac

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Parceria

qua, 02/09/2020 - 13:05
02/09/2020

Parceria entre Biotec-Amazônia e Banpará foca em bioeconomia

Minuta de Protocolo de Intenções foi entregue ao Presidente do Banco com o objetivo de estabelecer parceria para a viabilização de cooperação técnico-científica.

Na última terça-feira (1), o diretor-presidente da Associação Biotec-Amazônia, Professor José Seixas Lourenço e a equipe do Centro de Desenvolvimento Regional (CDR) receberam, na sede da Organização Social (OS), o presidente do Banco do Estado do Pará (Banpará), Brasilino Assunção; acompanhado da Superintendente de Desenvolvimento Econômico e Social, Cindy Ornelas; e do Superintendente de Planejamento, Adilson Dias, para tratar de projetos inovadores que atendam não só o banco como a população do estado do Pará.

O presidente do Banpará, demonstrou confiança no trabalho que é desenvolvido pela BioTec e a expertise do grupo que está à frente desse projeto. “A nossa intenção, conversando com vocês, é o Banpará estar totalmente inserido nesse contexto. Com esse trabalho estratégico em torno da bioeconomia e projetos inovadores que atendam não só o banco como produto dele, mas também que beneficie a população do estado do Pará. Trabalho em projetos de desenvolvimento econômico e social, o banco não pode ficar de fora desse movimento”, explicou Brasilino Assunção.

Na oportunidade, foi entregue uma minuta de Protocolo de Intenções a ser firmado entre a BioTec-Amazônia e o Banpará, com o objetivo de estabelecer parceria para a viabilização de cooperação técnico-científica, tendo em vista a avaliação, prospecção e execução de projetos em bioeconomia e o desenvolvimento de atividades de interesse comum, bem como a execução de projetos, estudos e pesquisas, com foco nas áreas de biodiversidade, biotecnologia e bionegócios. 

“Realmente precisamos estreitar esses relacionamentos para que possamos materializar essa parceria. A BioTec é uma organização com muita credibilidade e muito respeitável e com isso o Banpará quer realmente associar a sua marca ao trabalho de desenvolvimento que vem sendo realizado”, destacou Brasilino. 

José Seixas Lourenço explicou que o papel da BioTec é transformar invenções em inovação, em produtos, atrair empresas, trabalhar visando o mercado. “Nosso modus operandi preenche uma lacuna. No entanto, nós temos aquilo que chamamos de Inteligência Competitiva, capaz de verificar no mercado, com as empresas, quais são as suas demandas, fazer com que essa oferta case com essas demandas”. 

CDR, o primeiro da Amazônia – O diretor-presidente também lembrou que a BioTec, ao assumir a coordenação do CDR Pará, atendeu a um chamamento público. “Então, fora o contrato que nós temos com o estado do Pará, para fazer a gestão do Programa Paraense de Incentivo ao Uso Sustentável da Biodiversidade, nós temos um contrato para implantar o Centro de Desenvolvimento Regional, o primeiro da Amazônia, e escolhemos trabalhar, face à pandemia, a mesorregião metropolitana, municípios de Ananindeua, Barcarena, Belém, Benevides, Castanhal, Marituba, Santa Bárbara, Santa Izabel e Santo Antônio do Tauá”, destacou. 

O CDR Pará se constitui num projeto piloto. “Ao assinar um contrato com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos – CGEE, organização social qualificada pelo Governo Federal, e que possui acordo com vários ministérios, dá uma perspectiva muito interessante de atuarmos em todas as regiões de integração do Estado, iniciando na região Sudeste do Pará, no Xingu, no Sul do Pará”. 

Carteira de Projetos CDR – Seixas Lourenço lembrou ao Presidente do Banpará que mais de duzentos projetos foram enviados à organização social. “Isso demonstra a presença de muito potencial científico e muita confiança no trabalho que se inicia”, ressalta. As inscrições encerraram no último dia 14 de agosto quando foram definidos 180 projetos para carteira de projetos. “Passa agora por um crivo de seleção, inclusive por Brasília, pelo CGEE e suas instituições parceira, CNPq e CAPES. Mas nós já sinalizamos nessa carteira de projetos que, mesmo que todos não sejam atendidos para essa seleção do CDR, são de interesse nosso da BioTec como gestora de um programa de estado”, lembrou Lourenço.

A Carteira de Projetos foi apresentada ao titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), Carlos Maneschy, que vai, junto à Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), ajudar a BioTec nessa seleção de projetos, alguns fortemente de interesse do Governo do Estado.

Texto e fotos: Sílvia Leão (Ascom/Biotec-Amazônia)

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Inscrições abertas para curso de técnico em enfermagem para moradores dos Territórios pela Paz

qua, 02/09/2020 - 08:36
02/09/2020

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) realiza, de 2 a 9 de setembro, as inscrições para o preenchimento de 50 vagas do curso técnico em enfermagem a jovens residentes nos Territórios pela Paz (TerPaz), para que atuem como profissionais da saúde, desenvolvendo uma visão ampla e consciente sobre sua atuação profissional e capacidade de transformação da sociedade. O curso será executado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) na modalidade semipresencial.

Para se inscreverem, os candidatos devem ter idade mínima de 18 anos no momento da conclusão do curso; ter afinidade/aptidão para trabalhar na área da saúde; estar cursando, no mínimo, o 2º ano do ensino médio; e ter cursado ou estar cursando o ensino médio na rede pública ou em instituições privadas na condição de bolsista, integral ou parcial. O curso terá carga horária total de 1.800 horas, de caráter teórico- prático, das quais 600 horas serão destinadas a estágio profissional supervisionado. Todos os alunos receberão vale transporte para poderem se deslocar até os locais de aula e estágio.

A carga horária será organizada em 18 unidades curriculares a serem desenvolvidas no período de 23 meses. Àquele que concluir com aprovação as unidades curriculares de 1 a 11 será conferido o certificado de Qualificação Profissional Técnica de Auxiliar de Enfermagem, com validade nacional. E àquele que concluir com aprovação todas as unidades curriculares e comprovar a conclusão do ensino médio em estabelecimento de ensino regular legalmente reconhecido será conferido o diploma de Técnico em Enfermagem, com validade nacional.

A pré-seleção dos participantes será realizada por membros da Sectet e divulgada no site da Secretaria até o dia 16 de setembro de 2020. Os candidatos pré-selecionados serão convocados por e-mail para realização de entrevista em local e hora agendados pelo Senac, quando deverão ser apresentados os seguintes documentos: ficha de Inscrição e termo de compromisso (anexos ao edital do curso); cópia de RG, CPF, Registro Civil (certidão de nascimento ou casamento) e certificado de Reservista (para o sexo masculino entre 18 e 45 anos); cópia autenticada de certificado ou histórico escolar de conclusão do ensino médio para o aluno que já concluiu ou declaração de matrícula no 2º ou 3º ano do Ensino Médio (original), para o aluno que ainda não concluiu; título de eleitor, com comprovação de votação da última eleição; e cópia de comprovante de residência atualizado, que indique que o candidato é morador dos Territórios pela Paz (Bengui, Cabanagem, Guamá, Jurunas, Terra Firme, em Belém;  Icuí, em Ananindeua; e Nova União, em Marituba).

Leia o edital completo AQUI.

Preencha sua ficha de inscrição AQUI.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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PCT Guamá - ciclo de palestras

ter, 01/09/2020 - 16:33
01/09/2020

Eventos gratuitos iniciam dia 10/09

Com o tema “A importância do controle de qualidade para a valorização do cacau paraense”, o Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá abre um novo ciclo de conferências online, facilitadas por pesquisadores dos centros de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI) instalados no parque tecnológico. Gratuitos e voltados a empresários e estudantes de diversos setores produtivos, os eventos serão realizados às quintas-feiras, às 16h, na sala virtual do PCT Guamá.

Na próxima quinta-feira (03), o pesquisador e professor Jesus Souza, doutor em Ciência de Alimentos, e coordenador do Labsenso, um dos laboratórios que integram o Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA/UFPA) vai falar sobre os principais parâmetros da qualidade de amêndoas do cacau, a importância da qualidade sensorial para um chocolate fino e também como e onde medir a qualidade de amêndoas de cacau.

Pesquisador de compostos fenólicos (substâncias que apresentam inúmeros benefícios à saúde humana) de plantas amazônicas como o cacau, açaí, muruci, ingá, dentre outras, o cientista estuda as interações destes compostos no seu ambiente natural e suas aplicações tecnológicas, com forte atuação em inovação e colaboração com empresas públicas e privadas.

Atualmente, destaca o pesquisador e professor Jesus Souza, a cadeia do cacau é uma das principais cadeias produtivas do Pará. “Desta forma, é fundamental entender como os compostos fenólicos se comportam no decorrer do processamento, nas etapas de fermentação, secagem e torração”.

“Essas informações asseguram a qualidade das amêndoas e dos produtos derivados do cacau, como é o caso do chocolate, abrindo a possibilidade de consolidação e ampliação de toda a cadeia, levando melhorias econômicas e sociais aos atores envolvidos no processo, e garantindo que o consumidor tenha um produto amazônico de qualidade”, disse o pesquisador.

Diretor presidente do PCT Guamá, Rodrigo Quites aponta que os eventos são uma maneira de aproximar o mercado da academia. “Nós convidamos os pesquisadores dos laboratórios instalados aqui para que, além de falarem sobre os principais serviços que prestam, possam conversar e tirar as dúvidas dos empresários. Queremos que o setor produtivo entenda como a ciência produzida no PCT Guamá pode deixar os negócios deles mais competitivos”.

Pesquisa de bioativos

O Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA), laboratório da Universidade Federal do Pará (UFPA) instalado no PCT Guamá, é referência na bioprospecção de espécies com potencial de utilização como fonte de biocompostos.

O Centro oferece serviços que possibilitam o desenvolvimento de novos processos e produtos, bem como o controle de qualidade de materiais de origem vegetal para as áreas de alimentos, farmacêutica, biotecnologia e cosmética, entre outras. E ainda atua intensamente e de forma multidisciplinar nas cadeias produtivas do açaí e do cacau, produzindo conhecimento tecnológico desde o campo até o consumidor final. O CVACBA colabora com diversas unidades de referência, como universidades, centros de pesquisa, de atuação técnica e de extensão locais e nacionais.

Calendário

O novo ciclo de conferências online do PCT Guamá será realizado em setembro, nos dias 03, 10, 17 e 24; em outubro, nos dias  01 e 08, às 16h, no link https://bit.ly/webconf-pct-guama. Para participar, basta acessar a sala nos dias e horários indicados e informar nome e sobrenome.

Programação desta quinta-feira (03), às 16h – A Importância do controle de qualidade para valorização do cacau paraense, com o pesquisador Jesus Souza, coordenador do Labsenso, um dos laboratórios que integram o Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA/UFPA);

10/09, às 16h – Possibilidades e aplicações industriais da extração com fluidos supercríticos, com o pesquisador Raul Carvalho, coordenador do Laboratório de Tecnologia Supercrítica (Labtecs/UFPA);

17/09, às 16h – Biodiversidade e o conhecimento genético como diferenciais de produção na Amazônia, com o pesquisador Julio Pieczarka, coordenador do Centro de Estudos Avançados da Biodiversidade (Ceabio/UFPA);

24/09, às 16h – EngBio: bioeconomia, bioinovação e biotecnologia industrial, com o pesquisador Artur Silva, coordenador do Laboratório de Engenharia Biológica (Engbio/UFPA) e o empresário Flavio Cunha, CEO da Bioesans;

01/10, às 16h – Controle de qualidade em polpas e sucos de frutas, com o pesquisador Hervé Rogez, coordenador do Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA/UFPA);

08/10, às 16h – Como tecnologias de Telecomunicações, Automação e Eletrônica podem trazer lucro à sua empresa, com os pesquisadores Adalbery Castro e Leonardo Ramalho, do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, Automação e Eletrônica (Lasse/UFPA).

Texto: Juliane Frazão (Ascom/PCT Guamá)

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Conecta Pará ganha prêmio internacional

ter, 01/09/2020 - 14:21
01/09/2020

A estratégia “Conecta Pará”, formulada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), com participação de profissionais da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica), ganhou o Prêmio Democracia Global, da Academia de Artes e Ciências Políticas de Washington (EUA). O prêmio foi anunciado nesta sexta-feira, 28/08.

“Esse é um evento que analisa várias ações e premia iniciativas em diversas categorias relacionadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU)”, explica o diretor de Ciência e Tecnologia da Sectet, Demethrius Lucena. O diretor ressalta que na categoria Democracia Global, o “Conecta Pará” foi a única iniciativa brasileira premiada.

“O Conecta Pará é uma série de programas, projetos, iniciativas e ações efetivas que visam a promover o acesso à internet, definido pela ONU como um direito humano”, esclarece. Essas ações podem ser realizadas diretamente pelo governo, por meio de parcerias público-privadas, ou ainda por iniciativa própria das empresas que queiram aderir à estratégia. 

Dentro da iniciativa, já há projetos sendo elaborados e desenvolvidos pela Sectet. Em estágio avançado de preparação para execução está o projeto “Árvores Digitais”, que será instalado nas escolas técnicas. São árvores tecnológicas com receptores solares e sinal de wifi, entre outras tecnologias.

Outro projeto é de disponibilização de internet no celular dos estudantes dessas escolas para que possam ter a conexão necessária para o ensino EAD.

CONECTIVIDADE

Em elaboração, está a política de ampliação da conexão por meio da exigência de que todas as ações que receberão recursos do governo tenham uma cláusula de conectividade e presença digital.

O Conecta Pará prevê que os órgãos do estado, quando forem liberar recursos para cadeias produtivas, destinem de 1% a 2% do valor do investimento para promover a presença digital e a conectividade, “uma vez que isso dá mais segurança aos negócios, pois todos os produtores hoje precisam de conexão desde a compra de insumos até a venda de sua produção”, ressalta Lucena.

O Conecta Pará inclui ainda a disponibilização de conexão pública em praças, hospitais, estradas, portos e delegacias. Essa conexão wifi pública será disponibilizada por meio da criação de uma política de parcerias público-privadas, na qual será feita a integração da rede estadual com a rede privada.

Segundo o diretor, cerca de 20% da rede estadual, operada pela Prodepa, serão destinados às mais de 400 empresas provedoras instaladas em todo o Pará.

“Essas provedoras irão gerar mais emprego e renda e poderão reduzir em 25% o valor cobrado para os usuários privados, além de disponibilizar gratuitamente o sinal de wifi nos locais públicos, provendo internet à população”.

Esses são exemplos de iniciativas previstas na estratégia Conecta Pará, que, fazendo parte das ODS da ONU, será apresentada aos órgãos do governo e da iniciativa privada.

A Sectet está fazendo o levantamento para conhecer que tipo de conexão existe em cada município do estado, para elaborar o mapa da conexão no Pará, “que vai mostrar onde nós estamos e qual o custo para nós colocarmos internet onde não há, utilizando todas as tecnologias disponíveis como satélites, fibra ótica, rádio e conexão no celular”, finaliza o diretor. 

Texto: Jeniffer Galvão

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Curso “Conceitos e Metodologia de Projeto de Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede Elétrica”.

ter, 01/09/2020 - 12:05
01/09/2020

   

Estão abertas as inscrições para o curso “Conceitos e Metodologia de Projeto de Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede Elétrica”, promovido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), por intermédio da Diretoria de Educação Técnica e Tecnológica, com o objetivo de qualificar profissionais e estudantes interessados em aprofundarem conhecimentos, tanto no âmbito local/regional, quanto no nacional, na área das energias renováveis, mais especificamente a energia solar fotovoltaica.

O Curso está organizado de modo a oferecer um ensino de qualidade, com um processo educativo por meio do qual se possa gerar e adaptar soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais, promovendo um diálogo entre as necessidades e o desenvolvimento energético da região. O curso é gratuito com carga horária de 60h e será ofertado na modalidade a distância, em ambiente virtual de aprendizagem (Plataforma Moodle), com flexibilidade e comodidade para acessar a qualquer hora. Os candidatos deverão possuir nível médio completo. Serão ofertadas 200 vagas e o curso oferecerá oportunidade de certificação para os concluintes.

Serviço: As inscrições estão abertas e deverão ser realizadas no período de 01 a 14 de setembro de 2020, no endereço: http://ead.sectet.pa.gov.br ou https://forms.gle/VxLxVyssEymDnH558. Mais informações: www.sectet.pa.gov.br e https://www.aedi.ufpa.br/ ou no e-mail: coeadsectet@gmail.com, ou pelo telefone (91) 4009-2540.

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TerPaz certifica moradores como Agentes de Cadastramento do projeto Meu Endereço

sex, 28/08/2020 - 17:03
28/08/2020

Foram entregues, na manhã desta sexta-feira (28), os certificados de conclusão do curso de Agente de Cadastramento do projeto “Meu Endereço: lugar de paz e segurança social”, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceria com a Comissão de Regularização Fundiária da Universidade Federal do Pará (CRF/UFPA) nos bairros atendidos pelo Programa Territórios Pela Paz (TerPaz), do governo do estado. A cerimônia foi realizada no auditório da Escola de Governança Pública do Pará (EGPA).

A turma de concluintes do curso é formada por 17 mulheres e dois homens, moradores dos bairros Guamá, Terra Firme, Jurunas, Cabanagem e Benguí, em Belém; Nova União, em Marituba e Icuí Guajará, em Ananindeua. O vice-coordenador do projeto, Renato Neves, lembrou emocionado que o curso foi marcado por um ambiente rico em aprendizagem para todos. “Essa é uma turma plural, representando realidades diferentes. Um aprendizado que vem da rua para a sala de aula”, disse.

Inclusão – A representante do Núcleo de Articulação da Cidadania (NAC) da Secretaria de Estado de Articulação da Cidadania (Seac), Delma Braga, destacou que um dos objetivos do TerPaz é inserir a população nas políticas públicas e elogiou a dedicação dos moradores que fizeram o curso. “É com orgulho que vejo agora os agentes de cadastramento recebendo seus certificados para atuar nesse projeto que é fundamental para os sete territórios do Terpaz”, frisou.

O titular da Sectet, Carlos Maneschy, ressaltou que, com o TerPaz, o governo do estado visa a redução da violência urbana levando até os moradores a possibilidade de inclusão social e cidadania. “A moradia digna é um direito fundamental. Para muitas pessoas é difícil responder à simples pergunta: onde você mora? Muitos não têm essa resposta e o projeto Meu Endereço vem ao encontro dessa necessidade, permitindo que possam ter clareza do espaço que ocupam na cidade”, esclareceu o secretário.

A importância de ter o próprio endereço foi destacada pela coordenadora do projeto, Myrian Cardoso. “Sem endereço certo não é possível fazer a regularização fundiária, sem endereço certo os serviços públicos não chegam”, enfatizou. O secretário adjunto da Seac, Raimundo Santos Júnior, ressaltou que são muitos os conflitos por questões fundiárias e o Meu Endereço busca tornar realidade o direito fundamental à moradia. “Nossos principais objetivos são trazer transformação social, diminuir os índices da violência e promover a inclusão social. O projeto Meu Endereço caiu como uma luva no Programa TerPaz, veio trazer para a realidade esse direito tão importante que é o direito à moradia”, evidenciou.

Kits Meu Endereço – Durante a cerimônia também foram entregues os primeiros Kits Meu Endereço, um conjunto de documentos essenciais para que as famílias tenham acesso a políticas públicas como a regularização fundiária e auxílios para melhorias habitacionais. Dilma Marcelino Nunes, da Terra Firme, e Andréa Rodrigues Campelo, da Cabanagem, receberam seus kits, expressando a satisfação em saber seus endereços certos. 

“A palavra de ordem é gratidão. É um projeto que começou no TerPaz lá na Cabanagem. Nós moradores nem acreditamos que está realmente acontecendo. Eu me sinto privilegiada em ser uma das primeiras moradoras a receber esses documentos e descobri que não moro na Cabanagem, moro no Coqueiro”, disse sorrindo Andréa.

Os Kits são compostos pelas plantas de localização do imóvel, de limite de lote, de condições socioambientais da moradia, de avaliação dos imóveis e as guias de encaminhamentos para a solução das demandas das famílias junto ao Governo do Pará. Até o final do ano devem ser entregues 500 kits a moradores dos sete bairros do TerPaz.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)
Fotos: Erlon Modesto (estagiário Ascom/Sectet)

 

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TerPaz/Sectet entrega certificados de agente de cadastramento e os primeiros Kits Meu Endereço

qui, 27/08/2020 - 14:29
27/08/2020

Os 19 supervisores e assistentes do Projeto “Meu Endereço: lugar de paz e segurança social” recebem, na manhã desta sexta-feira (28), os certificados de conclusão do curso de agente de cadastramento. Na cerimônia serão entregues também os primeiros Kits Meu Endereço. O projeto é desenvolvido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceria com a Comissão de Regularização Fundiária da Universidade Federal do Pará (CRF-UFPA) e atua nos sete bairros atendidos pelo programa Territórios pela Paz (TerPaz), do Governo do Pará.

O evento marca também início da ação de assistência técnica multiprofissional, com ênfase em regularização, prevenção de conflitos e melhoras habitacionais nas comunidades nos territórios do Icuí-Guajará, em Ananindeua; bairro Nova União/São Francisco, em Marituba; Cabanagem, Guamá, Benguí, Terra Firme e Jurunas, em Belém. De acordo com a coordenadora do Projeto Meu Endereço, Myrian Cardoso, em um ano de trabalho foram feitos os levantamentos das medidas dos lotes, das moradias e identificados os riscos estruturantes e de insalubridade existentes nas inúmeras casas dos territórios inscritas no projeto.

Com a sistematização dos dados, foram identificadas as demandas das famílias voltadas para melhorias habitacionais, reivindicações de direitos para garantir o acesso à cidade, solicitações de acesso a recursos, benefícios urbanos e a regularização administrativa do endereço certo, além de mediações de conflitos de vizinhanças nos sete territórios. Praticamente 90% dos casos de conflitos têm origem na disputa entre os moradores sobre o limite de lote e a realização de obras, que provocam rachaduras nas paredes dos vizinhos e contribuem para a instabilidade estrutural da moradia, além das questões sanitárias e fundiárias.

Entre os formandos, 17 são mulheres e dois são homens e todos interagiram com aproximadamente 1.300 famílias nos territórios. O trabalho deles articulou conhecimento interdisciplinar sobre as atividades de assistência técnica, inovação tecnológica e inclusão social para reduzir estes índices de conflitos socioambientais urbanos nos sete bairros da Região Metropolitana de Belém (RMB), realidade que demonstrou a importância de agregar participação da comunidade para pensar a dimensão espacial e o planejamento da ocupação geográfica solo urbano, enfatiza Myrian Cardoso.

Kits Meu endereço - Até o final deste ano será entregue um total de 500 kits. Eles são compostos pelas plantas de localização do imóvel, de limite de lote, de condições socioambientais da moradia, de avaliação dos imóveis e as guias de encaminhamentos para a solução das demandas das famílias junto ao Governo do Pará.

Com a entrega destas peças técnicas, afirma o administrador do Projeto Meu Endereço, Thiago Miranda, a UFPA e a Sectet consolidam mais um passo na construção de uma metodologia que democratiza e supera os conflitos socioambientais com a participação dos supervisores e assistentes, além da presença do Governo do Pará e da CRF-UFPA junto às comunidades nos sete territórios. “Estamos construindo uma política pública centrada num suporte tecnológico, na assistência técnica e na inclusão social para reduzir os conflitos socioambientais nos territórios. Experiência a ser estendida para outras regiões paraenses e amazônicas”, afirma.

Serviço: O evento será transmitido ao vivo na página do projeto “Meu Endereço” no Facebook,  a partir das 9h.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet) com colaboração de Kid Reis (Ascom/CRF-UFPA)

Fotos: Kid Reis

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Rede Nutracêutica

qui, 27/08/2020 - 12:35
27/08/2020

Rede Nutracêutica da UFOPA é apresentada na BioTec-Amazônia

A articulação busca recursos e parcerias para projeto integrado que envolve escolas técnicas, universidades e arranjos produtivos na região Oeste do Pará.

O Reitor da UFOPA, Professor Hugo Alex Diniz, foi recebido, no dia 26 de agosto de 2020, pelo Diretor-Presidente da BioTec-Amazônia, Professor José Seixas Lourenço, na sede da OS, para apresentar o Projeto Rede Nutracêutica, uma articulação da Universidade Federal do Oeste do Pará – UFOPA, com órgãos estaduais e outras instituições. O encontro contou, também, com a presença do Reitor da UFRA, Professor Marcel Botelho; Cauan Araújo, professor da UFOPA; Artur Silva, Diretor Técnico-Científico e Sérgio Alves, Diretor de Articulação Público-Privado.

Essa articulação da UFOPA busca recursos e parcerias para projeto integrado que envolve escolas técnicas (Etepas), universidade e arranjos produtivos do açaí, do mel, do pescado e de tubérculos na região Oeste do Pará. Nessa primeira fase, o projeto abrange municípios de Santarém, Monte Alegre, Oriximiná e Itaituba, e pode se expandir nas fases posteriores.

“O que nos trouxe aqui na BioTec é, primeiro, por saber que esse projeto é o mais importante da Ufopa nos próximos quatro anos e segundo porque sabemos da capacidade da BioTec em captação de recursos e articulação com os parceiros. A BioTec tem muito que contribuir e criar essas conexões”, explicou o reitor Hugo Diniz.

As pesquisas serão desenvolvidas em rede nos municípios de Santarém, Alenquer, Itaituba, Juruti, Monte Alegre, Óbidos e Oriximiná. Laboratórios de solo, microbiologia, bromatologia e qualidade de água serão instalados nas escolas técnicas pelo governo do estado. Uma rede de computadores conectará os campi da Ufopa e as Etepas para formar um banco de dados que contenha diversas frentes de investigação, interligar sistemas de sensores e coleta de dados, além de dar apoio à formação em ciência e tecnologia.

Parceria – A Organização Social BioTec-Amazônia é parceira da UFOPA desde maio de 2018, quando assinou Termo de Cooperação Técnica, durante a Reunião do Fórum das Instituições de Ciência e Tecnologia, que aconteceu na Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), em Belém. O Termo de Cooperação Técnica estabeleceu, entre as partes, apoio na criação e no fortalecimento de ambientes de inovação nas regiões de integração do Estado do Pará. Enquanto espaços destinados a dar suporte científico-tecnológico necessário às cadeias produtivas, consideradas estratégicas, as entidades parceiras da BioTec-Amazônia serão estratégicas nos setores de alimentos, nutracêuticos, fitofármacos, cosméticos, produtos florestais e agrícolas, pesca e aquicultura.

Parque de Ciência e Tecnologia do Oeste do Pará – A Rede Nutracêutica faz parte do Parque de Ciência e Tecnologia do Oeste do Pará, desenvolvido a partir de uma estratégia descentralizada. Tem como base a Universidade, com a Central Analítica da Ufopa implantada no Núcleo Tecnológico de Bioativos (NTB), fazendo parte do projeto da Cidade Universitária na Unidade Tapajós.

Nesse projeto, a Central Analítica da Ufopa fará a certificação dos produtos que contiverem substâncias nutracêuticas, inclusive atendendo a empresas do ramo alimentício que hoje precisam enviar amostras para laboratórios em Belém, Manaus ou São Paulo. A Rede também vai utilizar os laboratórios das Etepas e dos Campi da Ufopa para dar suporte aos empreendimentos da região, principalmente, os ligados à agricultura familiar.

 

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Governo do Pará leva mais oportunidades a jovens de todo o estado com a oferta de novas vagas de curso superior

qua, 26/08/2020 - 10:42
26/08/2020

A manhã desta terça-feira (25) marcou o início de mais uma ação importante do Governo do Pará em prol da educação superior de qualidade no estado. Foi lançada, em cerimônia no Palácio dos Despachos, a segunda etapa do projeto Forma Pará, coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet). Nesta fase, serão oferecidas 1.200 novas vagas de curso superior, distribuídas em 21 turmas em 20 municípios paraenses.

A iniciativa, lançada em agosto de 2019, possibilita a união entre Governo, Instituições de Ensino Superior (IESs), Prefeituras e Associações Municipais no intuito de expandir a oferta de vagas dos cursos de graduação (bacharelado, licenciatura e tecnológica) nos municípios do estado que não possuem polos de universidades públicas ou onde não exista a oferta de determinado curso.

Para o titular da Sectet, Carlos Maneschy, o projeto proporciona mudança de perspectiva na vida dos moradores desses municípios. “Esta é uma oportunidade para que esses jovens sejam protagonistas de suas próprias vidas e para que consigam seguir em frente mesmo que o destino lhes imponha dificuldades. É uma oportunidade para que possam exercer sua cidadania da forma mais ampla e significativa possível”, conclui.

Durante a cerimônia, o governador Helder Barbalho destacou que a medida tem como objetivo interiorizar o acesso ao ensino superior considerando as características socioeconômicas de cada região e que busca mudar não só a vida dos alunos dos cursos e de seus familiares, mas de todo o entorno. “A intenção é que esta mão de obra formada possa ter um desdobramento extraordinário, não apenas na vida daqueles que estarão cursando e se formando, e de seus familiares, mas uma repercussão coletiva na transformação do ambiente municipal e regional”, explicou.

A meta do Projeto é ofertar 80 turmas com uma média de 50 vagas cada, distribuídas em até 40 municípios, o que permitirá a formação de cerca de 4.000 novos profissionais no período de quatro anos. Assim, o Forma Pará promove o desenvolvimento socioeconômico de diversas regiões do estado com a ampliação da mão de obra qualificada conforme as demandas dos próprios municípios.

Na cerimônia, o Governador do Pará, Hélder Barbalho, e o secretário Carlos Maneschy assinaram um protocolo de intenções com os reitores das IESs que realizarão os cursos nesta segunda etapa: Universidade do Estado do Pará (Uepa), Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), Universidade do Oeste do Pará (Ufopa) e Instituto Federal do Pará (IFPA).

O reitor do IFPA, Cláudio Alex da Rocha, observou que levar os cursos aos rincões do estado é uma grande responsabilidade. “Além disso, é muito importante lembrar que estamos em um momento de pandemia, o que fez se elevarem os níveis de desigualdade já existentes e não há outra saída para mitigar este problema que não seja pela educação”, pontuou.

Nesta fase serão ofertados os seguintes cursos: Gastronomia, em Icoaraci (Belém) e Salinas; Agronomia, em Goianésia do Pará, Mocajuba, Ourém, Ulianópolis, Rurópolis e Cachoeira do Piriá; Licenciatura da Computação em Mosqueiro; Licenciatura em Física em Muaná, Licenciatura em História em Marituba; Rede de Computadores em Dom Eliseu; Licenciatura em Ciências Biológicas em Novo Repartimento; Ciências Contábeis em Bom Jesus do Tocantins; Engenharia Florestal em Tailândia; Administração em Abel Figueiredo; Pedagogia em Itupiranga; Medicina Veterinária em Piçarra; Psicologia em Jacundá; Zootecnia em Ourilândia do Norte; e Engenharia Sanitária e Ambiental em Novo Progresso.

A primeira fase do Forma Pará ofertou vagas em 10 turmas que iniciaram as aulas em setembro de 2019 e mais 10 que começaram em janeiro de 2020, totalizando 20 turmas. De acordo com as informações colhidas pela coordenação do Forma Pará, a taxa de evasão das turmas iniciadas em setembro do ano passado, até o momento, é de apenas 3,64%. Nessa primeira etapa, participam como parceiras a Universidade Federal do Pará (UFPA), além de Uepa e Unifesspa.

Com o lançamento dos novos cursos, o Forma Pará já contempla 30 municípios e 2 distritos no total. Os editais dos processos seletivos dos novos cursos serão lançados em setembro pela Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp) e ficarão disponíveis também no site da Sectet.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Live

ter, 25/08/2020 - 15:48
25/08/2020

O papel das terapias corporais durante a pandemia foi tema de live

Na manhã desta terça-feira (25), servidores da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) se reuniram em uma videoconferência com o tema “Como aliviar tensões durante a crise: o papel das terapias corporais”, conduzida pelo fisioterapeuta e mestre em saúde coletiva, Thiago Rodrigues.

O encontro virtual foi mais uma das lives quinzenais previstas no cronograma de atividades do Programa Amplo de Valorização do Servidor, iniciativa do Núcleo de Acolhimento Psicossocial da Coordenação de Gestão de Pessoas (CGepes), ligada à Diretoria de Administração e Finanças (DAF) da Sectet.

Thiago Rodrigues iniciou sua participação apresentando uma contextualização histórica sobre a origem das práticas de isolamento social e a quarentena que foram implementadas durante a atual pandemia provocada pelo novo coronavírus. O mestre em saúde coletiva ainda explanou sobre os aspectos sociais que a pandemia evidenciou, sendo além de uma crise de saúde, uma crise sanitária, econômica e ética.

O fisioterapeuta também evidenciou os impactos pessoais físicos e psicológicos que podem surgir durante períodos como esse. Thiago explica que a tensão em um momento de crise global é decorrente de nossos costumes educacionais que não nos prepara para lidar com as adversidades.

Desse modo, cuidar da mente por meio das terapias corporais é essencial para evitar o desenvolvimento ou agravamento de problemas de saúde. Em sua apresentação, Thiago elencou algumas das principais terapias utilizadas para aliviar a tensão: acupuntura, tai chi chuan, yoga, cromoterapia, aromaterapia, meditação, fitoterapia (chás, xaropes e cápsulas), o banho de ofurô (típico do Japão) e a massagem. Além desses métodos, o fisioterapeuta também evidenciou a medicina indígena, uma das mais conhecidas em nossa região, a exemplo dos banhos e dos chás de raízes, cascas de tronco e folhas.

No encerramento da live, Thiago conversou com alguns dos servidores da Sectet sobre a importância das medidas de isolamento ao mesmo tempo em que chamou atenção para o olhar mais atento aos cuidados que devemos ter conosco não somente durante os períodos de crise, como a pandemia.

Adriana Nascimento, psicóloga da Sectet, agradeceu a participação de todos os servidores e dos alunos do fisioterapeuta que estavam presentes. Para ela, esse momento de compartilhamento de informações e de acolhimento é muito importante não somente para o aprendizado, mas para uma aproximação humana durante a pandemia.

A próxima live está marcada para o dia 15 de setembro, quando será discutida a importância do exercício físico para a saúde mental e corporal.

Texto: Matheus Luz (Estagiário de Jornalismo da Ascom/Sectet)

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Estado prioriza investimentos em formação superior e tecnológica

ter, 25/08/2020 - 13:47
25/08/2020

Nos últimos 600 dias, o Governo do Pará investiu em um conjunto de ações voltadas à formação superior e tecnológica. A Universidade do Estado do Pará (Uepa) é um dos alvos desse investimento, e vem desenvolvendo um projeto de saúde pública essencial: a pesquisa epidemiológica que traça o perfil de prevalência e infecção pelo novo coronavírus entre os paraenses. São 227 profissionais, entre acadêmicos de Enfermagem e profissionais da Biossegurança da Universidade, atuando na pesquisa que envolve 52 municípios, em oito regiões.

As equipes responsáveis pelo estudo, que está na sua segunda etapa, realizam o teste rápido em voluntários, escolhidos de forma aleatória, em conformidade com os setores censitários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A terceira e última fase deve ser iniciada em setembro. A meta é fazer 27 mil testes.

Já foram concluídas 8.587 entrevistas em todas as regiões de regulação do Estado. Os resultados apontaram que no Pará, um em cada cinco habitantes testou positivo para a Covid-19. O número equivale a cerca de 1,3 milhão de pessoas que já possuem anticorpos para a doença ocasionada pelo novo coronavírus, o que representa uma positividade global de 21%, e garante que grande parcela da população já foi infectada pela doença.

Estímulo - Para a Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA), a ênfase do trabalho é a inovação. Desde o início de 2019, a diretriz é ser exemplo e incentivar, em todos os setores de governo, o desenvolvimento de competências e habilidades dos servidores públicos por meio de cursos de qualificação livres e pós-graduação, ou por ações de valorização do servidores públicos, como o 1º Prêmio Inova Servidor, lançado neste ano.

“Dentro da nossa missão de formação, a inovação sempre precisou estar presente, e agora, mais do que nunca, tivemos a necessidade de nos reinventarmos”, destaca a diretora-geral da EGPA, Evanilza Marinho. Foi esse propósito que colaborou para que apenas no primeiro semestre de 2020 a EGPA formasse mais de 23 mil servidores públicos, mesmo em meio à pandemia, utilizando ferramentas digitais para a realização de oficinas e cursos a distância.

Cursos de graduação – Paralelamente, a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) lançou oficialmente o Programa Forma Pará, ainda em 2019. A iniciativa possibilita a união do Estado, instituições de Ensino Superior (IESs), prefeituras e associações municipais com o objetivo de expandir a oferta de vagas dos cursos de graduação (bacharelado, licenciatura e área tecnológica) nos municípios que não possuem polos das universidades ou sem a oferta de determinado curso. A meta é ofertar 80 turmas com uma média de 50 vagas cada, distribuídas por até 40 municípios - permitindo a formação de até 4 mil novos profissionais até 2023. 

“Sabemos que as desigualdades são imensas e históricas. Uma das que mais me incomodam é a assimetria na Educação. Pode parecer pouco diante da demanda, mas com certeza é muito mais do que foi feito antes”, ressalta o titular da Sectet, Carlos Maneschy.

Atualmente, estão em andamento 21 turmas, e uma terá sua aula inaugural no próximo dia 8 de setembro, totalizando 999 alunos matriculados. Nessa primeira fase do Programa participam como parceiras a Universidade Federal do Pará (UFPA), a Uepa e a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa). Nesta terça-feira (25), o “Forma Pará” entra na segunda fase, com a assinatura dos termos de compromisso entre o Governo do Estado, por meio da Sectet, e novamente a Uepa e a Unifesspa, além da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA) e Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), a fim de que sejam ofertadas mais 21 turmas, totalizando 955 vagas. Assim, serão 30 municípios e dois distritos contemplados.

Bioeconomia - Única organização social na Amazônia voltada à bioeconomia, a BioTec-Amazônia representa o empenho do Governo do Pará em estruturar uma organização que aplica a ciência e a tecnologia na busca de soluções em Biotecnologia e Genômica, na prospecção e uso de ativos a partir da biodiversidade, atraindo novos investimentos para o Estado, sobretudo em empresas de base tecnológica. 

Em parceria com a Sectet, a BioTec-Amazônia também articula projetos estruturantes, nas principais cadeias produtivas do Estado ligadas à bioeconomia, com outras secretarias de Governo, como a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme). Acordos de parceria e de confidencialidade foram firmados para atração de duas empresas para o Estado e para o desenvolvimento de um novo negócio de base tecnológica no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, em Belém.

Apesar do pouco tempo de existência da BioTec-Amazônia, os avanços são significativos, tanto em fazer do Estado uma porta de entrada para investimentos de empresas em biotecnologia na Amazônia, como no estabelecimento de parcerias estratégicas para o desenvolvimento de novos projetos com empresa locais, visando à verticalização de ativos da biodiversidade regional.

Texto: Carol Menezes (Agência Pará)

Fotos: Agência Pará

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