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Atualizado: 2 horas 3 minutos atrás

Desenvolvimento sustentável é desafio para a Amazônia

seg, 27/08/2018 - 16:40
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Programa destina R$ 3 milhões para estimular negócios e gerar empregos

seg, 27/08/2018 - 16:38
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Biodiversidade é tema de ciclo de palestras

seg, 27/08/2018 - 16:31
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Curso Técnico Têxtil abre inscrição para 50 vagas

seg, 27/08/2018 - 16:29
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Congresso internacional de etnobiologia divulga Declaração de Belém + 30, que valoriza povos indígenas e comunidades tradicionais

seg, 27/08/2018 - 16:22
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O Ver-o-Fato lamentou muito ainda não ter estrutura jornalística suficiente para poder cobrir um evento tão importante para as populações que mais sofrem os impactos ambientais e sociais da degradação mundial. Mas, para não passar totalmente em branco, os organizadores do evento e sua assessoria enviaram para nós um resumo do que de mais significativo ocorreu durante quase uma semana corrida de palestras e debates, aí incluída a Declaração de Belém + 30, um documento que certamente terá divulgação em todo o mundo.
Na Declaração Belém +30, apresentada ontem, durante o encerramento do Congresso da Sociedade Internacional de Etnobiologia, realizado no Hangar, na capital paraense, povos e comunidades tradicionais defendem respeito a seus territórios, liberdade de gestão e autodeterminação de seus modos de vida. 

O documento aponta ainda a necessidade de consulta livre, prévia e informada; a repartição de benefícios; a implementação de programas educacionais diferenciados e adaptados às condições locais; o direcionamento de recursos de ciência e tecnologia para inciativas dos povos tradicionais; a garantia de efetiva punição para crimes ambientais e violações de direitos humanos; além do reconhecimento de saberes, culturas e inovações dos diferentes povos. 

A Declaração foi discutida ao longo dos quatro dias do evento em sessões particulares que avaliaram conquistas e desafios da Carta de Belém de 1988, a partir das perspectivas dos diferentes grupos sociais e étnicos participantes. Para a pesquisadora Regina Oliveira da Silva, do Museu Paraense Emílio Goeldi, a declaração renovada é um avanço que chama a atenção para necessidade de olhar e valorizar os diversos povos. 

“É destaque no novo documento, a inclusão dos povos tradicionais, a inclusão dos movimentos sociais, os pareceres, a realidade vivida e o que mudou em 30 anos. Não podemos achar que a pesquisa é a mesma, não é. E outra coisa, 30 anos atrás a representação era muito mais dos povos indígenas. Os povos tradicionais, quilombolas, ciganos saíram da invisibilidade no movimento de 1990 pra cá. Então essa renovação é importante porque traz outras realidades, outros povos e vão incrementar muito a pesquisa etnobiológica”, afirmou. 

Francisco Antônio Guedes, Tikuna do Alto Rio Solimões, no Amazonas, avalia como positiva a ampliação do debate. “Eu espero que através dessa carta o governo reconheça o direito dos povos indígenas, povos tradicionais de nosso país e outros países. Muitas etnias contribuíram pra fazer essa carta”. 

Já Vivian Cardoso, quilombola da comunidade do Abacatal, em Ananideua, Região Metropolitana de Belém, ressalta a conquista em participar com as demandas das populações negras no documento, que não foram representadas na Declaração anterior. 

“Como é que nós quilombolas fomos ignorados? Então nós começamos a participar, colocar nossas demandas na carta e brigamos por cada palavra porque, às vezes, o estudioso coloca uma palavra que ele entende, mas eu não entendo. Então, essa carta é um grito de socorro, é um grito pro mundo inteiro ver que nós sofremos, mas a gente não desiste, não vai desistir nunca”, declarou. 

O pensamento e as reivindicações dos povos da floresta marcaram os debates

Conquistas – A Declaração de Belém foi originalmente escrita em 1988, sendo uma referência para a pesquisa etnobiológica e inspiração para trabalhos e tratados internacionais que reconhecem os direitos de povos tradicionais e a defesa da biodiversidade. “Eu acho que a Declaração de Belém foi um importante marco histórico ao colocar cientistas e povos tradicionais juntos para pensar numa causa comum. E essa é uma das razões pela qual ela não foi esquecida ou deixada de lado como muitos documentos. Era algo para ser celebrado, algo que as pessoas podiam olhar e se inspirar para fazer mais. Agora nós sabemos que temos muitos desafios pela frente”, avalia Mark Plotkin, pesquisador da Amazon ConservationTeam, e que assinou a edição anterior da carta. 

Para o professor Flávio Barros, presidente da comissão organizadora do Belém+30, o novo documento é o principal legado do evento que também deu destaque para a diversidade de saberes e culturas, integrando os povos amazônicos com pessoas de várias partes do planeta. 

“A expectativa do Belém +30 foi superada em todos os sentidos. A gente sente que todo mundo foi contaminado por uma grande alegria, uma magia. Foi realmente um aniversário de 30 anos congratulando com as comunidades tradicionais, com a diversidade do Brasil, com a diversidade do mundo”, comemora Flávio Barros, ressaltando a grandiosidade do evento. “Foram quase 50 países aqui presentes sem contar o envolvimento das crianças na Feira de Ciência e Tecnologia. Realmente a gente vai concluindo esse movimento com o sentimento de que todo o esforço que a Universidade Federal do Pará, a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado e o Museu Paraense Emílio Goeldi cumpriram com o seu dever de ter preparado um Belém +30 inesquecível”. 

O Belém+30 reuniu o XVI Congresso da Sociedade Internacional de Etnobilogia, o XII Simpósio Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia, a IX Feira Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação e a I Feira Mundial da Sociobiodiversidade. Durante quatro dias de encontro, os povos tradicionais expuseram produtos oriundos de suas tradições, saberes e relações com a natureza, integrados com a produção científica paraense e mundial. Uma grande troca de experiencia respeitando e valorizando a cultura, o modo de vida e toda a diversidade humana. 

“Foi muito importante a vinda de todos os povos e comunidades tradicionais para esse evento. Na assembleia realizada não foi fácil para todo mundo chegar num consenso de construir as novas etapas da carta. E eu espero que ela tenha uma visibilidade mundial, global e que tudo que foi pedido dentro dessa carta possa ser respeitado porque agora o grito não é só dos povos indígenas. O grito agora é de todas as comunidades tradicionais que muito fazem pra continuar mantendo essa natureza maravilhosa que faz parte da nossa vida. Então a importância da carta é essa, porque nós queremos um mundo totalmente cheio de vida”, conclui Shirley Krenak, indígena de Minas Gerais. 

A voz e a vez das populações índigenas não poderiam faltar

Aqui, a íntegra da Declaração de Belém + 30
 
Trinta anos após o I Congresso Internacional de Etnobiologia, em 1988, membros de numerosos povos indígenas, populações tradicionais e comunidades locais, cientistas e estudantes, etnobiólogos em especial, reuniram-se no XVI Congresso Internacional de Etnobiologia, XII Simpósio Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia e Fórum Indígena 2018 para discutir preocupações comuns. Está hoje estabelecido que os povos indígenas e as comunidades locais conhecem, utilizam e gerenciam seus recursos naturais com tecnologias próprias. 
Esses conhecimentos, práticas e inovações são reconhecidos desde 1992 pela Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), Protocolo de Nagoya, a Convenção 169 da Organização Internacional de Trabalho, e outros acordos internacionais como sendo importantes, tanto por direito próprio quanto pelo que podem contribuir para a conservação e uso sustentável da biodiversidade global. Há alguns programas internacionais e nacionais destinados a incentivar a conservação da diversidade biológica e cultural. Como os avanços desde a Declaração original de Belém ficaram aquém do necessário e que no presente existem tendências que prejudicam esses avanços e buscam bloquear outros, aqui declaramos que nós continuamos alarmados com o fato de que:
•Os povos indígenas, populações tradicionais e comunidades locais em todo o mundo continuam sofrendo genocídio, etnocídio e constante expropriação de seus territórios e conhecimentos. Suas línguas estão desaparecendo e seus direitos continuam a ser violados, embora a maioria dos países seja agora signatária dos tratados acima citados que reconhecem os seus direitos;
• As florestas tropicais e outros ecossistemas frágeis estão desaparecendo, embora a maioria dos países seja agora signatária dos tratados acima citados;
• Muitas espécies, tanto plantas quanto animais, estão ameaçadas de extinção, embora a maioria dos países seja agora signatária dos tratados acima citados;
 
E dado
• Que 95% dos recursos genéticos mundiais são manejados por povos nativos;
• Que existe uma ligação inextricável entre a diversidade cultural e biológica;
• Que as condições de saúde, agrícolas e econômicas das pessoas em todo o mundo são parcial ou totalmente dependentes desses recursos;
Nós veementemente conclamamos às ações que seguem:
1) A implementação de medidas que garantam aos povos indígenas, populações tradicionais e comunidades locais o direito a seus territórios, a sua gestão, e a autodeterminação dos modos de vida;
2) O reconhecimento e a implementação de todos os demais direitos humanos tangíveis e intangíveis, incluindo a identidade cultural e linguística;
3) Assegurar o respeito ao direito de consulta prévia, livre e informada, incluindo o direito a dizer não, aos povos indígenas, populações tradicionais e comunidades locais, em relação a projetos públicos e privados, que possam afetar seus territórios, locais sagrados e modos de vida, respeitando os seus protocolos ou modos tradicionais de consulta. Deve-se assegurar que os processos de consulta sejam levados a efeito e custeados pelos Estados nacionais.
4) Que os Estados nacionais fomentem os processos de ratificação e implementação da Convenção 169 da OIT para garantir o direito de consulta previa livre e informada dos povos indígenas, populações tradicionais e comunidades locais.
5) O direcionamento de uma proporção substancial dos recursos de ciência, tecnologia e inovação para implementar inventários, conservação e manejo de recursos locais para iniciativas de povos indígenas e populações tradicionais e comunidades locais de forma autonoma ou com a participação de acadêmicos;
6) Os Estados devem assegurar a proteção e valorização da cultura e dos conhecimentos tradicionais, provendo suporte para o uso e desenvolvimento autônomo que os tomem por base. Caso o acesso e uso destes conhecimentos, incluindo recuros genéticos, seja realizado por terceiros, devem ser assegurados o consentimento prévio, livre e informado e um adequado sistema de repartição de benefícios, devendo ser coibido qualquer acesso e uso inadequado.
7) Implementar programas educacionais diferenciados e adaptados as condições locais em todos os níveis para conscientizar a comunidade global sobre o valor do conhecimento etnobiológico para o bem-viver humano e ambiental;
8) Promover e institucionalizar a filosofia do bem-viver relacionada com as práticas de cura ancestrais e tradicionais por meio da oralidade e de suas diversas manifestações, a serem preservadas,protegidas, implementadas e socializadas.
9) Pesquisadores e instituições devem garantir aos povos indígenas, comunidades tradicionais e comunidades locais, a disponibilidade e o acesso irrestrito aos dados brutos, documentação (vídeos,imagens, áudios) e informações de pesquisas realizadas em seus territórios e locais sagrados, incluindo o direito de repatriação de objetos e artefatos.
10) Os Estados devem acabar com a criminalização das práticas tradicionais, incluindo a revisão de leis e políticas ambientais contrárias a estas práticas.
11) Os Estados devem garantir a efetiva punição para os crimes ambientais e violações de direitos humanos estabelecidos nos tratados internacionais e legislação de cada país, especialmente em casos envolvendo grandes empreendimentos.
12) Os Estados nacionais devem criar políticas de apoio à produção, crédito e comercialização dos produtos da sociobiodiversidade, incluindo acesso à capacitação e tecnologias apropriadas.
“Esta carta tem as nossas mãos e nossos rostos” Vanuza Cardoso.

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Evento encerra em Belém com reivindicações de povos tradicionais

seg, 27/08/2018 - 16:10
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Universitec/UFPA participa de 9ª Feira Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação

seg, 27/08/2018 - 16:03
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Nesta quarta-feira (8), começa o Belém+30, evento internacional no qual a 9ª Feira Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) está inserida em 2018. O evento tem como tema central os direitos dos povos indígenas e populações tradicionais e a conservação da biodiversidade três décadas após a Declaração de Belém.

A feira estadual é organizada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e, todos os anos, é realizada em outubro, acompanhando a programação da Semana Nacional de CT&I. O principal objetivo é refletir sobre as conquistas e os desafios da Carta de Belém, após o primeiro encontro internacional de Etnobiologia, ocorrido na capital paraense em 1988. Acompanhando o tema, a Feira de CT&I vai procurar mostrar como tradição e ciência podem estar mais próximas do que se imagina.

Via: G1.

Estande da Universitec/UFPA reúne projetos pedagógicos

A Agência de Inovação leva à Feira o aplicativo de educação financeira voltada para as crianças da Poupadin, empresa incubada no Programa de Incubação de Empresas (PIEBT). O aplicativo pode ser baixado gratuitamente no Google Play.

Também participam representantes das Faculdades de Física, Química e Geoprocessamento da UFPA (campus Ananindeua) apresentando métodos de ensino de Física para deficientes visuais e o estudo de moléculas de forma lúdica.

Representante da Assessoria Especial de Inovação e Propriedade Intelectual da Universitec/UFPA, Emílio di Marco afirma a relevância do evento e da participação da Agência: “Eventos como a Feira de Ciência e Tecnologia são de suma importância, uma vez que fomentam o interesse pela ciência, despertam a curiosidade e estimulam o empreendedorismo. Devido a isso, a Universitec, como difusora do empreendedorismo e incentivadora da Inovação dentro da UFPA, não poderia ficar de fora, já que as crianças que estão tendo contato com a ciência e a tecnologia hoje podem ser autoras de grandes inovações no futuro.”

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Sectet sedia treinamento sobre projetos inovadores no contexto europeu

seg, 27/08/2018 - 16:01
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A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) sediou na manhã desta quarta-feira, dia 1º, o treinamento referente ao Projeto “EU-CELAC Innov-AL Platform: Promotion of decentralised inoovation policies in Brazil”, financiado pela União Europeia para a promoção de ações descentralizadas de inovação e cooperação e boas práticas de politicas regionais. O projeto é apoiado pela Direção-geral da Política Regional e Urbana da Comissão Europeia (DG REGIO).

O treinamento buscou debater temas que envolvem a política regional europeia e a aplicação das estratégias de “especialização inteligente” no contexto europeu, considerando as possibilidades de adaptações para a realidade brasileira.

A “especialização inteligente” acrescenta dois valores-chave às estratégias de inovação regional na União Europeia. O valor de estabelecer prioridades, ou seja, fazer e estabelecer escolhas inteligentes. Isso deve ser feito e atualizado através de um processo de colaboração que envolve o máximo de partes interessadas, em particular centros de investigação, empresas líderes e empresários.

O treinamento seguiu a linha desse conceito e demonstrou, por meio do consultor da Sociedade Portuguesa de Inovação (SPI), André Barbosa, as estratégias para executar a “especialização inteligente” no âmbito regional e como elas podem ser concretizadas no contexto paraense. A primeira parte do treinamento foi pautada por troca de experiências de políticas voltadas para o desenvolvimento de projetos e inovação para alavancar o desenvolvimento regional, dentro da realidade adaptada de acordo com as capacidades, oportunidades e necessidades locais.

A segunda parte foi mais prática, no sentido dos participantes observarem o seu local geográfico e apontar de que forma as estratégias da especialização podem ocorrer nesse espaço. Foi realizada uma dinâmica com divisões de grupos, onde cada grupo pontuou suas ideias com o objetivo de pautar através do ponto de vista dos membros e servidores, o que é possível executar no Pará com base na “especialização inteligente”.

A convergência das atividades de cada instituição em potencial de cooperação, apoio ao produtor rural não organizado, governança, produção instalada e inovação foram alguns dos pontos colocados pelos participantes. Bem como, a produção do cacau e a possibilidade de inovar com a mecanização na produção cacaueira, com o uso de máquinas e equipamentos agrícolas para otimizar e agilizar os processos.

“O Brasil é um parceiro estratégico da União Europeia. A intenção desse trabalho é repassar experiências e aumentar a cooperação, em nível regional, com os países da União. Esse Workshop já foi realizado em Pernambuco e no Paraná. No caso do Pará, há uma expectativa de que o trabalho de cooperação dentro desse projeto se dê mais diretamente com a região do Nordeste da Romênia, que cria, transfere e implementa a inovação de forma sistêmica em 5 áreas, que são: TIC, biotecnologia, agroalimentar, têxtil e turismo”, afirmou André Barbosa.

O encontro contou com as presenças de diretores e servidores da Sectet e órgãos parceiros.

Via: SECTET

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Belém+30

seg, 27/08/2018 - 15:59
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Abertas inscrições gratuitas para Curso Técnico Têxtil em Castanhal

sex, 17/08/2018 - 14:24
17/08/2018

Estão abertas as inscrições para o Curso Técnico Têxtil, ofertado por meio do Programa Pará Profissional para formar mão de obra voltada ao setor de produção têxtil na Região de Integração Guamá, em especial no município de Castanhal. O curso, de caráter teórico-prático, iniciará no dia 14 de setembro deste ano é terá carga horária total de 1.340 horas, sendo 80% dela na modalidade a distância e 20% na modalidade presencial.  

Ao todo são 50 vagas e os interessados devem possuir o Ensino Médio completo, acesso à internet e disponibilidade para participar de encontros presenciais para realizar atividades práticas e avaliativas. O curso conta com a parceria da Companhia Têxtil de Castanhal (CTC) e será executado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). 

As inscrições podem ser efetuadas até o dia 31 de agosto e podem ser realizadas pelo endereço eletrônico: cursos.sectet.pa.gov.br, ou por meio do envio da ficha de pré-inscrição para o correio eletrônico: prematricula.paraprofissional@sectet.pa.gov.br. A efetivação da matrícula se dará por meio da confirmação da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), através do envio do comprovante de pré-inscrição (somente via e-mail) e a apresentação dos selecionados, munidos de seus documentos pessoais, à Unidade de Ensino do SENAI/PA do município de Castanhal.

O edital completo, assim como os demais documentos e informações sobre o processo de inscrição, estão disponíveis AQUI.

Texto: Igor de Souza (Ascom/Sectet)

 

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9ª edição da Feira Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação bate recorde de público

sab, 11/08/2018 - 00:19
11/08/2018

Populações tradicionais, experimentos científicos, apresentações multiculturais e trocas de experiências marcaram a 9ª edição da Feira Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), evento organizado anualmente pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). A edição deste ano bateu recorde de público com 20 mil visitantes durante três dias de realização do evento, que integrou o congresso internacional “Belém +30” entre os dias 08 a 10 de agosto, no Hangar. 

O objetivo da Feira paraense é o de promover a popularização do ensino de ciência e tecnologia no Estado e mostrar como a tríade CT&I está presente em todos os momentos do nosso cotidiano. Com o “Belém +30”, a Feira expandiu seu público ao receber visitantes de mais de 45 países, além de povos tradicionais, como indígenas, quilombolas e ciganos. 

“O mais importante de tudo foi a possibilidade de demonstrar, na prática, as amplas possibilidades de integração entre o conhecimento científico e o conhecimento tradicional a partir do diálogo e o respeito mútuo para buscar um desenvolvimento inclusivo e sustentável”, opinou o diretor de ciência e tecnologia da Sectet, Marco Antônio Lima. 

Destaques - Universidades, empresas e instituições paraenses de ensino e pesquisa se distribuíram em 30 estandes, apresentando seus projetos e atividades ligados à área de CT&I. Um dos destaques na programação da Feira foi o VET KIDS, projeto de extensão da Universidade Federal Rural da Amazônia. O objetivo da iniciativa é proporcionar maior entendimento acerca do cuidado com os animais domésticos por meio da simulação de um hospital veterinário.

“Simulamos vários procedimentos de um hospital para chamar a atenção, por exemplo, sobre conceitos acerca da proteção de animais e do homem no que tange a transmissão de doenças. O projeto é voltado ao público infantil e ao participar de uma Feira como essa, conseguimos atender um número muito maior de crianças”, afirmou o coordenador do projeto, Reinaldo Viana.

Outro destaque foi a realização do projeto “Sexta com Ciência”, iniciativa da Sectet para debater sobre temas importantes que visam o desenvolvimento do Pará a partir do espírito inovador, da prática científica e do uso da tecnologia em favor da redução das desigualdades sociais. O tema discutido foi “O diálogo entre as populações tradicionais, a Ciência e a Tecnologia na Amazônia”, e contou com a apresentação de membros da Organização Social BioTec-Amazônia, do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio) e representantes de comunidades do Combú e Abacatal.

“Estamos abertos ao diálogo a partir do respeito à natureza e às nossas tradições. Deve-se, por exemplo, pensar, em conjunto com a comunidade, tecnologias baratas voltadas para pequenos produtores nas comunidades ribeirinhas, pois tudo é muito manual e dificulta a verticalização das cadeias produtivas, como o cacau e o açaí, por exemplo”, pontuou a moradora da Ilha do Combú, Izete Costa, mais conhecida como Dona Nena.

Além da Feira Estadual de CT&I, o “Belém +30” também agregou o XVI Congresso Internacional de Etnobiologia, o XII Simpósio Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia e a I Feira Mundial da Sociobiodiversidade. Palestras, sessões acadêmicas, mesas de trabalho, sessão de pôsteres, minicursos e uma extensa programação artístico-cultural com apresentações de carimbó, lundu, marujada, guitarrada, capoeira, tambor de crioula, cordão de pássaros, bois, entre várias outras manifestações, marcaram o evento. 

O graduando Daniel Menezes veio do Maranhão para participar do congresso internacional e fez questão de visitar cada estande da Feira Estadual de CT&I. “É muito gratificante essa troca de experiências, tanto para quem expõe quando para quem recebe as explicações dos pesquisadores e graduandos, pois é o resultado da produção acadêmica deles se expandindo para o mundo e ganhando outras interpretações que podem auxiliar no futuro da pesquisa apresentada”, opinou o estudante. 

A Feira Estadual de CT&I contou com o patrocínio do Banco do Estado do Pará (Banpará), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), da Faculdade Ideal e do Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa).

Texto: Igor de Souza (Ascom-Sectet)

 

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9ª Feira Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação inicia no Hangar

qui, 09/08/2018 - 00:22
09/08/2018

A 9ª edição da Feira Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação iniciou na noite desta terça-feira, dia 07, na ocasião cerimônia de abertura do evento internacional “Belém+30”, o qual agrega ainda o XVI Congresso Internacional de Etnobiologia, o XII Simpósio Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia e a I Feira Mundial da Sociobiodiversidade. Mais de 1.500 participantes estiveram presentes no Hangar Centro de Convenções da Amazônia para prestigiar o debate inicial sobre o tema do evento: os direitos dos povos indígenas e populações tradicionais e a conservação da biodiversidade três décadas após a Declaração de Belém.

“A Carta de Belém foi redigida em 1988 por pesquisadores, ambientalistas e representantes indígenas de 25 países. Trinta anos depois, conseguimos reunir pessoas de mais de 40 países, tornando o ‘Belém +30’ muito mais do que um congresso. Queremos sair daqui com a Declaração de Belém revisada e renovada, contendo linhas que respeitem cada vez mais os direitos dos povos tradicionais”, afirmou o professor e presidente da organização do evento, Flávio Barros, que abriu a cerimônia.

A Feira Estadual é organizada anualmente pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), que convida as principais instituições de ensino e pesquisa do Pará, empresas e órgãos ligados ao setor para expor seus principais projetos com o objetivo de popularizar a ciência. Já o Belém +30 é organizado pela Universidade Federal do Pará (UFPA), Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp), em parceria com diversas outras instituições de ensino e pesquisa do Brasil e de vários países.

“Decidimos nos unir ao Belém+30 por ele representar uma oportunidade única ao público da Feira Estadual de interagir com diversas matrizes étnicas acerca de um tema tão importante na atualidade. Esperamos que o diálogo travado aqui entre pesquisadores, estudantes e os povos tradicionais possa ser um norte para a construção de uma nova consciência de sociedade, em que a floresta em pé possua mais valor que uma floresta derrubada, por exemplo”, declarou o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, na abertura do evento.

Compuseram, também, a mesa de abertura o reitor da UFPA, Emmanuel Tourinho, a diretora do MPEG, Ana Albernaz, o presidente da Sociedade Brasileira de Etnobiologia e Etnoecologia, Gustavo Soldati, a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Elaine Elisabetsky, e representantes dos povos tradicionais, entre eles o Cacique Raoni Metuktire e a indígena do povo Kaingang, Iracema Katej, que foi aplaudida de pé após sua fala sobre a degradação das florestas brasileiras e a proteção dos povos indígenas.  

Programação – Até o dia 10 de agosto, o público visitante da Feira de CT&I poderá conferir 30 estandes com exposições de trabalhos e experimentos que visam despertar o interesse pela Ciência e pelo espírito inovador. A Universidade Federal Rural da Amazônia, por exemplo, trouxe para a Feira a exposição de tecnologias sociais de baixo custo capazes de transformar a vida das pessoas, como o sistema de captação de água de chuva e o Banheiro Ecológico Ribeirinho (BER), alternativa de saneamento que transforma fezes e urina, vetores de doenças, em adubo orgânico.

No dia 10 de agosto, às 8h30, a Feira realizará uma edição do “Sexta com Ciência”, um projeto Sectet para debater sobre temas importantes que visam o desenvolvimento do Pará a partir do espírito inovador, da prática científica e do uso da tecnologia em favor da redução das desigualdades sociais. O tema trazido para esta edição será “O diálogo entre as populações tradicionais, a Ciência e a Tecnologia na Amazônia”, e contará com a apresentação de membros da Organização Social BioTec-Amazônia, do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio) e representantes de comunidades do Combú e Abacatal.

O Belém+30 irá oferecer ao público palestras, sessões acadêmicas, mesas de trabalho, sessão de pôsteres, minicursos e uma extensa programação artístico-cultural com apresentações de carimbó, lundu, marujada, guitarrada, capoeira, tambor de crioula, cordão de pássaros, bois, entre várias outras manifestações.

A Feira Estadual de CT&I está aberta ao público das 9h às 19h, no Hangar, e conta com o patrocínio do Banco do Estado do Pará (Banpará), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), da Faculdade Ideal e do Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa). Mais informações sobre o evento no site: http://semanact.pa.gov.br. Confira a programação completa do Belém+30 no site: www.ise2018belem.com.

Texto: Igor de Souza - Ascom Sectet

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Programa Pará Profissional é finalista do Prêmio Excelência em Competitividade

ter, 07/08/2018 - 11:49
07/08/2018

O Programa Pará Profissional, o qual é coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), é um dos seis finalistas da terceira edição do Prêmio Excelência em Competitividade - Destaque Boas Práticas, organizado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O objetivo do prêmio é dar destaque a projetos que têm mudado o Brasil e ajudado o país na consolidação de uma nação mais próspera e competitiva.

Conforme previsto no edital do Prêmio, foram feitas duas avaliações. A primeira consistiu em verificar se as boas práticas inscritas atendiam aos pré-requisitos: serem políticas estaduais e fornecerem informações completas sobre sua execução. Já a segunda triagem foi feita sobre os critérios de potencial de institucionalização ou legado, equidade, replicabilidade e escalabilidade, inovação, competitividade e resultados. O CLP recebeu mais de 90 inscrições, das quais somente seis foram escolhidas como finalistas.

Além do Pará, com o Programa Pará Profissional, os estados de Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e o Distrito Federal também estão concorrendo ao Prêmio, com projetos voltados a melhoria da gestão pública, da gestão escolar, da ouvidoria, da segurança no trabalho e da arrecadação de impostos.

O Programa - O programa Pará Profissional foi instituído pela Lei nº 8.427, de 16 de novembro de 2016, descrito como um dos principais instrumentos de superação das desigualdades inter-regionais, com a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica nas diversas modalidades a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento no Estado.

“Creio que o Estado só avança em seu patamar de desenvolvimento quando as pessoas melhoram suas condições de vida, e não há forma mais efetiva para isso do que pela educação e pela qualificação profissional. Fico muito feliz que o Pará Profissional tenha sido reconhecido nacionalmente por meio desse Prêmio. Isso é um mérito da dedicação e engajamento de todos que trabalham em prol do Programa”, afirma a secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez.  

Dos seis projetos finalistas, três serão premiados na cerimônia de Lançamento da 7ª Edição do Ranking de Competitividade dos Estados, que será realizada no dia 14 de setembro, às 9h, em São Paulo.

Texto: Igor de Souza - Ascom Sectet

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Feira Estadual de Ciência e Tecnologia e Inovação inicia nesta quarta-feira no Hangar

seg, 06/08/2018 - 13:12
06/08/2018

A capital paraense recebe, entre os dias 7 e 10 de agosto, o Belém+30, evento internacional no qual a 9ª Feira Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) está inserida em 2018. O Belém+30 inclui ainda o XVI Congresso Internacional de Etnobiologia, o XII Simpósio Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia e a I Feira Mundial da Sociobiodiversidade.

A Feira estadual é organizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e, todos os anos, é realizada em outubro, acompanhando a programação da Semana Nacional de CT&I. Entretanto, por ocasião da sua inserção no evento internacional, a Feira Estadual foi antecipada e ocorrerá do dia 08 ao dia 10 de agosto.

O evento principal tem como tema central, os direitos dos povos indígenas e populações tradicionais e a conservação da biodiversidade três décadas após a Declaração de Belém. O principal objetivo é refletir sobre as conquistas e os desafios da Carta de Belém, após o primeiro encontro internacional de Etnobiologia, ocorrido na capital paraense em 1988. Acompanhando o tema, a Feira de CT&I vai procurar mostrar como tradição e ciência podem estar mais próximas do que se imagina. 
China, Quênia, Hungria, Tailândia, Estados Unidos, Holanda, México, Argentina, Portugal, Canadá, França, Equador, Tadjiquistão, Reino Unido, Suriname, Japão, Angola, Argentina, Nova Zelândia, Guiana Francesa, Finlândia, Chile, Peru, República Popular da China, Austrália, Paraguai, Alemanha, Polônia, Índia e República Guiana estão entre os mais de 40 países que já confirmaram presença no Belém+30.

Programação: A Programação da Feira Estadual de CT&I continua completamente gratuita e aberta ao público de todas as idades. Ao todo, 30 estandes comporão a área destinada a exposição de trabalhos e experimentos de universidades, empresas e das principais instituições paraenses de ensino e pesquisa do Pará. 

No dia 10 de agosto, às 8h30, a Feira realizará uma edição do “Sexta com Ciência”, um projeto Sectet para debater sobre temas importantes que visam o desenvolvimento do Pará a partir do espírito inovador, da prática científica e do uso da tecnologia em favor da redução das desigualdades sociais. O tema trazido para esta edição será “O diálogo entre as populações tradicionais, a Ciência e a Tecnologia na Amazônia”, e contará com a apresentação de membros da Organização Social BioTec-Amazônia, do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio) e representantes de comunidades do Combú e Abacatal.

Durante os quatro dias oficiais do evento, na capital paraense, o Belém+30 também vai oferecer ao público palestras, sessões acadêmicas, mesas de trabalho, sessão de pôsteres, minicursos e uma extensa programação artístico-cultural com apresentações de carimbó, lundu, marujada, guitarrada, capoeira, tambor de crioula, cordão de pássaros, bois, entre várias outras manifestações. O objetivo é proporcionar o intercâmbio e o fortalecimento da identidade cultural, a partir da diversidade dos grupos étnicos de várias partes do planeta. 

O Belém+30 é promovido pela Sociedade Internacional de Etnobiologia (ISE) e a Sociedade Brasileira de Etnobiologia e Etnoecologia (SBEE). Em Belém, a organização é da Universidade Federal do Pará (UFPA), Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp), em parceria com diversas outras instituições de ensino e pesquisa da região, incluindo a Sectet, a Universidade Estadual do Pará (UEPA) e a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). A Feira Estadual de CT&I conta com o patrocínio do Banco do Estado do Pará (Banpará), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), da Faculdade Ideal (Faci) e do Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa). 

Serviço: A Feira Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação ocorrerá no período de 8 a 10 de agosto, no Hangar Centro de Convenções da Amazônia, em Belém, das 9h às 19h. A visitação é gratuita. Mais informações no site da Feira (http://semanact.pa.gov.br/) e no site do Belém +30 (www.ise2018belem.com). 

Texto: Ascom/Sectet com informações da Ascom/Belém+30

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Sectet sedia treinamento sobre projetos inovadores no contexto europeu

qui, 02/08/2018 - 14:58
02/08/2018

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) sediou na manhã desta quarta-feira, dia 1º, o treinamento referente ao Projeto “EU-CELAC Innov-AL Platform: Promotion of decentralised inoovation policies in Brazil”, financiado pela União Europeia para a promoção de ações descentralizadas de inovação e cooperação e boas práticas de politicas regionais. O projeto é apoiado pela Direção-geral da Política Regional e Urbana da Comissão Europeia (DG REGIO).

O treinamento buscou debater temas que envolvem a política regional europeia e a aplicação das estratégias de “especialização inteligente” no contexto europeu, considerando as possibilidades de adaptações para a realidade brasileira.

A “especialização inteligente” acrescenta dois valores-chave às estratégias de inovação regional na União Europeia. O valor de estabelecer prioridades, ou seja, fazer e estabelecer escolhas inteligentes. Isso deve ser feito e atualizado através de um processo de colaboração que envolve o máximo de partes interessadas, em particular centros de investigação, empresas líderes e empresários.

O treinamento seguiu a linha desse conceito e demonstrou, por meio do consultor da Sociedade Portuguesa de Inovação (SPI), André Barbosa, as estratégias para executar a “especialização inteligente” no âmbito regional e como elas podem ser concretizadas no contexto paraense. A primeira parte do treinamento foi pautada por troca de experiências de políticas voltadas para o desenvolvimento de projetos e inovação para alavancar o desenvolvimento regional, dentro da realidade adaptada de acordo com as capacidades, oportunidades e necessidades locais. 

A segunda parte foi mais prática, no sentido dos participantes observarem o seu local geográfico e apontar de que forma as estratégias da especialização podem ocorrer nesse espaço. Foi realizada uma dinâmica com divisões de grupos, onde cada grupo pontuou suas ideias com o objetivo de pautar através do ponto de vista dos membros e servidores, o que é possível executar no Pará com base na “especialização inteligente”.

A convergência das atividades de cada instituição em potencial de cooperação, apoio ao produtor rural não organizado, governança, produção instalada e inovação foram alguns dos pontos colocados pelos participantes. Bem como, a produção do cacau e a possibilidade de inovar com a mecanização na produção cacaueira, com o uso de máquinas e equipamentos agrícolas para otimizar e agilizar os processos.

“O Brasil é um parceiro estratégico da União Europeia. A intenção desse trabalho é repassar experiências e aumentar a cooperação, em nível regional, com os países da União. Esse Workshop já foi realizado em Pernambuco e no Paraná. No caso do Pará, há uma expectativa de que o trabalho de cooperação dentro desse projeto se dê mais diretamente com a região do Nordeste da Romênia, que cria, transfere e implementa a inovação de forma sistêmica em 5 áreas, que são: TIC, biotecnologia, agroalimentar, têxtil e turismo”, afirmou
André Barbosa.

O encontro contou com as presenças de diretores e servidores da Sectet e órgãos parceiros.

Texto: Maryane Brito – ASCOM SECTET

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Fundação Pro Paz e Sectet ofertam cursos de qualificação profissional para jovens de 17 a 29 anos

qui, 02/08/2018 - 11:31
02/08/2018

 

A Fundação Pro Paz, em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), oferece 280 vagas em 14 cursos de qualificação profissional de formação inicial, na modalidade presencial, destinadas a jovens de 17 a 29 anos. O objetivo é fomentar ações para geração de emprego, renda e promoção da cidadania em 12 municípios paraenses, afim de capacitar os jovens locais e inseri-los no mercado de trabalho.

As inscrições gratuitas iniciam nesta quinta-feira (02) e seguem até o próximo dia 10 de agosto. Os interessados podem se inscrever pelo site http://cursos.sectet.pa.gov.br ou enviar a ficha de inscrição disponibilizada no site da Sectet (área de “Editais”) para o e -mail: prematricula.paraprofissional@sectet.pa.gov.br.

Após a inscrição no site ou envio do e-mail, os candidatos aptos a vaga, receberão comprovante de pré-inscrição e deverão apresentar a documentação nos locais indicados no edital. Os documentos necessários para confirmação da inscrição são: Ficha de pré-matrícula, disponível no edital (Anexo II), Declaração de disponibilidade para participar do curso (anexo III), Auto declaração de conhecimento e/ou experiência, caso necessário (Anexo IV), Cópia do RG; Cópia do CPF; Cópia do comprovante de escolaridade conforme requisito de cada curso (Anexo I), Cópia do comprovante de residência e Comprovante de pré-inscrição junto a Sectet.

Cursos – Os cursos ofertados são “Mecânico de automóveis leves”, “mecânico de motocicleta”, “mecânico de motores a diesel”, “costureiro industrial do vestuário” e  “eletricista de redes de distribuição de energia elétrica”. As aulas iniciarão no dia 13 de agosto e destinam-se prioritariamente a trabalhadores com ou sem vínculo empregatício, estando ou não no exercício de suas ocupações, estudantes da rede pública de ensino (incluindo educação para jovens e adultos ou bolsistas de entidades educacionais privadas), beneficiários de programas sociais, bem como aqueles que estão cumprindo medida socioeducativas. 

Após o preenchimento total das vagas ofertadas em cada curso, os demais candidatos formarão um banco de reserva, havendo desistência ou novas vagas, poderão ser chamados. Para conferir o edital completo e os documentos necessários para inscrição, clique AQUI

Texto: Ascom Sectet e Ascom Propaz

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EDITAL Nº 001/2018 - PROPAZ: Abertura das Inscrições em Cursos Presenciais de Educação Profissional e Tecnológica, nas Modalidades de Formação Inicial, Aperfeiçoamento e Qualificação Profissional

qui, 02/08/2018 - 09:40
Data do Edital: 02/08/2018

A FUNDAÇÃO PROPAZ, no uso de suas atribuições legais, torna pública a abertura das inscrições para Cursos de Educação Profissional e Tecnológica, nas modalidades de Formação Inicial, Aperfeiçoamento e Qualificação Profissional, de caráter teórico-prático, presenciais, dirigidos para fomentar ações para geração de emprego, renda e promoção da cidadania para o adolescente, o jovem e também à mulher em situação de violência, às pessoas em situação de vulnerabilidade, na faixa etária de 17 a 29 anos, em conformidade com a Lei Estadual nº 8427/2016 e a Lei Federal nº 8666/1990, através do Programa Pará Profissional, em doze municípios, pertencentes a sete Regiões de Integração do Estado do Pará, nos termos do Anexo I deste Edital.

AnexoTamanho EDITAL547.91 KB ANEXO 01580.18 KB ANEXO 0263.5 KB ANEXO 0340 KB ANEXO 0439.5 KB
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Inscrições abertas para mais de 2.500 vagas de cursos de qualificação profissional

qua, 01/08/2018 - 11:32
01/08/2018

Estão abertas as inscrições para o preenchimento de 2.570 vagas, distribuídas em 126 cursos gratuitos de qualificação profissional, ofertadas por meio do Programa Pará Profissional, o qual é coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). As aulas ocorrerão em cinquenta cidades paraenses, pertencentes às doze regiões de integração do Estado. Os cursos são presenciais, de caráter teórico-prático, e objetivam apoiar as atividades dos setores industriais dos municípios.

Jovens, com idade mínima de 18 anos, e adultos podem se inscrever nos cursos, os quais serão executados por Unidades de Ensino do Serviço Social de Aprendizagem Industrial - SENAI - Regional Pará. As aulas terão início, variando entre cada curso, entre os meses de agosto a ­­­novembro deste ano.

Cursos – “Mecânico de Ar Condicionado Automotivo”, “Padeiro”, “Operador de Retroescavadeira”, “Mecânico de Automóveis Leves”, “Modelista” e “Eletricista Industrial” são alguns dos cursos ofertados. "O processo de definição dos cursos seguiu metodologia semelhante a outros cursos já ofertados pelo Pará Profissional, com escuta ativa de todos os setores dos 50 municípios contemplados, desde os demandantes de vagas à própria população local”, explica do diretor de educação profissional e tecnológica da Sectet, Luis Blasques.

As pré-inscrições serão realizadas por meio do site: http://cursos.sectet.pa.gov.br, ou por meio do envio, via e-mail, da ficha de pré-inscrição, conforme Anexo II, para: prematricula.paraprofissional@sectet.pa.gov.br. Os documentos referentes ao edital podem ser encontrados AQUI. A efetivação da matrícula se dará com apresentação dos documentos do candidato nos locais descritos, conforme disposto no edital.

Texto: Igor de Souza (Ascom/Sectet)

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