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Governo do Estado do Pará

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Atualizado: 6 minutos 20 segundos atrás

Parceria entre governo e Jica dissemina boas práticas de gestão no estado

sex, 20/12/2019 - 11:43
20/12/2019

A parceria entre o Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Planejamento e Administração (Seplad), e a Japan International Cooperation Agency (Jica) tem como desdobramento a disseminação das boas práticas de gestão por meio de encontros, seminários e palestras com a participação dos servidores que passaram pelo treinamento oferecido pela agência japonesa em seu país de origem.

Na última quarta-feira (18), o diretor de Ciência e Tecnologia (DCT) da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Demethrius Lucena, ministrou palestra para concluintes do curso Empretec , promovido pelo Sebrae no Pará. Deméthrius fez o curso “Desenvolvimento industrial regional considerando recursos locais”, no Japão, no período de 31/08/2019 a 03/10/2019.

Na palestra “Empreendedorismo no serviço público”, o diretor da Sectet abordou temas que valorizam os servidores públicos assim como, estratégias de planejamento inovadoras. "Trouxemos as estratégias aprendidas durante o curso no Japão para complementar os conhecimentos dos participantes. São ferramentas que já estão sendo utilizadas na execução das ações da nossa diretoria na Sectet”, relata Demethrius. Ele destaca ainda que “investir no profissionalismo e respeito aos servidores públicos deve ser o principal pilar da gestão pública 4.0”.

Parceria – Por meio da parceria do governo do estado com a Jica, outra servidora da Sectet foi fazer treinamento no Japão. Tânia dos Santos Santana, da Diretoria de Educação Profissional e Tecnológica (Detec) participou do curso “Melhoramento da gestão de formação em instituições de educação profissional”, realizado de 28/10/2019 a 29/11/2019.

Para que pudessem participar dos treinamentos, Demethrius Lucena e Tânia Santana passaram por processos seletivos que atenderam a critérios estabelecidos pela própria Jica. A Seplad foi a encarregada de receber os documentos dos interessados pelo estado do Pará e encaminhá-los à agência japonesa, responsável pela seleção nacional dos candidatos e divulgação do resultado final.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)

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Governo lança o Startup Pará e anuncia aumento de investimento em ciência e tecnologia

qui, 19/12/2019 - 15:44
19/12/2019

Além do investimento em startups do estado, o governador anunciou a destinação de 20% dos royalties para a ciência e tecnologia em proposta que será enviada à Alepa no início do ano

Expresso em seu slogan, fazer do estado um “Destino amigável para o empreendedorismo de base tecnológica” é o fundamento norteador do Programa Startup Pará, lançado na manhã desta quinta-feira (19), no Teatro Estação Gasômetro. O instrumento de criação do programa foi assinado pelo governador do Pará, Helder Barbalho, e pelo titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Carlos Maneschy, também presidente da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), órgãos do governo que, junto com a Secretaria de Estado de Planejamento e Administração (Seplad), irão desenvolver o Startup Pará.

Em sintonia com o slogan do programa, o governador Helder Barbalho ressaltou que uma das diretrizes do seu plano de governo é promover ações, criar políticas públicas que oportunizem a transformação do talento dos paraenses em empreendimentos reais que impulsionem o desenvolvimento econômico e social do estado.

O governador destacou ainda que um dos compromissos de sua gestão é criar ferramentas para “transformar o Pará num ambiente de produção de conhecimento, ciência e inovação que se utilize da nossa biodiversidade extraordinária que nos coloca no centro do olhar do planeta”. Helder Barbalho aproveitou o momento para anunciar que em janeiro enviará à Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) uma proposta para a destinação de 20% dos royalties da mineração arrecadados pelo estado para investimentos em ciência e tecnologia.

O programa – Para uma plateia formada por secretários estaduais, representantes de órgãos do governo e de instituições de ensino e pesquisa, além de empresários e empreendedores, o secretário Carlos Maneschy apresentou as linhas gerais do Startup Pará. Ele definiu o programa como um marco na área de ciência e tecnologia não só do estado, como de toda a região.

“É um programa singular tanto na proposta de execução quanto no volume de recursos, Com certeza, inédito na região”, disse o secretário. Maneschy enfatizou que o programa visa transformar uma realidade em que o estado ainda apresenta pouca distribuição de renda, mesmo tendo imensas riquezas naturais, biodiversidade incomparável e grande potencial econômico.

“Há várias maneiras de mudar essa realidade. Com investimento em tecnologia e inovação é absolutamente possível transformar o nosso estado, inaugurando um novo tempo, com muitas venturas para todos nós”, declarou.

Modalidades – O programa prevê a seleção de inciativas empreendedoras em duas modalidades: “Novos Negócios”, projetos que ainda estejam em fase inicial, voltados à criação e implementação de soluções de base tecnológica; e “Aceleração”, startups já em funcionamento e que precisam de estímulo para se firmar no mercado.

Num primeiro momento serão selecionados 15 projetos de cada modalidade que passarão por um período de capacitação de aproximadamente um mês. Em seguida, um comitê avaliador, formado por especialistas, técnicos do mercado e gestores públicos, selecionará 10 projetos de “Novos Negócios” e outros dez em “Aceleração”. Os selecionados farão uma apresentação pública de seus projetos num evento chamado “Demoday”, previsto para acontecer no dia 23/05/2020, quando serão assinados os contratos para o investimento de até R$ 80 mil para cada projeto dos “Novos Negócios” e de até R$ 200 mil para os selecionados na modalidade “Aceleração”, totalizando um investimento de cerca de R$ 3 milhões.

Inscrições - O período de inscrição de projetos será de 02/01/2020 a 10/02/2020 no site específico do programa que está em fase de finalização. Uma intensa campanha será realizada para divulgar o site e as etapas do Startup Pará dando oportunidade para que todos os interessados possam concorrer.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)
Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

 

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Governo lança programa de incentivo a iniciativas empreendedoras e inovadoras

qua, 18/12/2019 - 12:39
18/12/2019

O governo do estado lança nesta quinta-feira (19) o Programa Startup Pará, uma estratégia estadual para o incentivo ao empreendedorismo tecnológico. O lançamento do programa será realizado no Teatro Estação Gasômetro, às 9h, com a presença do governador Helder Barbalho. O Startup Pará é desenvolvido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Secretaria de Estado de Planejamento e Administração (Seplad) e Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa).

“As startups são as grandes novidades do modelo de desenvolvimento que vivemos hoje. Partem de ideias inovadoras e empreendedoras para mudar uma realidade e promover negócios utilizando as novas tecnologias. Com este programa, o governo vai incentivar o empreendedorismo e a inovação que são caraterísticas da nossa população”, ressalta o titular da Sectet e presidente da Fapespa, Carlos Maneschy.

Editais – Está prevista para a primeira quinzena de janeiro/2020 a publicação dos editais que irão selecionar iniciativas novas e startups já consolidadas que receberão aporte financeiro, apoio técnico e acompanhamento para que se fortaleçam no mercado.

Na modalidade ‘Novos Negócios’, serão selecionados 20 projetos e na modalidade ‘Aceleração’, dez startups que já se encontrem em andamento e com possibilidade promissora no mercado. As iniciativas selecionadas terão, além do investimento financeiro, capacitação, mentoria e acompanhamento do negócio.

O Startup Pará já está desenvolvendo o ‘Ecossistema Pará’, uma base de dados que irá mapear as empresas de base tecnológica, startups e incubadoras, fomentando a circulação de informações ente elas para criar uma rede de desenvolvimento do empreendedorismo tecnológico.

Serviço
Lançamento do Programa Startup Pará
Local: Teatro Estação Gasômetro
Dia: 19/12/2019
Hora: 9h

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)

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Uepa e Ufra definem participação no projeto Forma Pará 2020

ter, 17/12/2019 - 18:18
17/12/2019

Representantes da Universidade do Estado do Pará (Uepa) e da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) participaram, na segunda-feira (16), de uma reunião com representantes de prefeituras e com a coordenação do projeto Forma Pará, desenvolvido pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet).

O encontro, realizado no auditório da Sectet, foi para definir quais cursos serão ofertados pelas instituições de ensino e como será o processo seletivo especial. Um edital com todas as informações está previsto para ser publicado no dia 10 de janeiro de 2020.

“Já estão acertados quatro cursos que serão oferecidos pela Uepa e o curso de Agronomia, pela Ufra, com turmas em quatro municípios. Teremos ainda, para 2020, cursos que serão ofertadas por outras IES (Instituições Públicas de Ensino Superior)”, anuncia a secretária adjunta da Sectet, Edilza Fontes.

Cursos e municípios – Adriana Nascimento, da coordenação do Forma Pará, informa que a Uepa vai ofertar cinco turmas em quatro cursos: Enfermagem, em Curuçá; Gastronomia, em Salinópolis e Belém (Icoaraci); Engenharia de Alimentos, em Belém (Mosqueiro); e Ciências Naturais (habilitação em Química), em Bagre.

Já a Ufra irá formar quatro turmas de Agronomia. Cada uma delas estará sob a responsabilidade de um polo da instituição, enfatizando as características agrícolas de cada região: Ulianópolis (Ufra/Paragominas), Goianésia (Ufra/Parauapebas), Ourém (Ufra/Capitão Poço) e Mocajuba (Ufra/Belém).

Avaliações – As 10 turmas regulares do Forma Pará que iniciaram as aulas em setembro deste ano estão participando de um processo de avaliação. Os estudantes respondem um questionário de avaliação sobre a estrutura física e acadêmica dos cursos.

“Todas as informações serão compiladas para que a coordenação do projeto acompanhe o processo, reforçando pontos que estão com bom desempenho e buscando soluções para os pontos com avaliação negativa”, explica Adriana Nascimento.

As 10 turmas intervalares (aulas em janeiro e julho), que foram formadas pelo processo seletivo especial de 2019, terão aulas a partir do dia 2 de janeiro de 2020. São elas: Direito/Mocajuba; Administração/Bagre; Turismo/Portel; Serviço Social/Curuçá; Serviço Social/Gurupá; História/Tucuruí; Educação Física/Gurupá; Educação Física/Benevides; Educação Física/Melgaço; e Geografia/Salinópolis.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom Sectet)
Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet) e divulgação do Forma Pará

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Estratégia Conecta Pará

ter, 17/12/2019 - 15:46
17/12/2019

Reconhecido como um direito essencial da humanidade, o acesso à internet deve ser uma meta de todos os governos. Se por um lado, governos e empresas criam serviços online, por outro, cidadãos ainda sem acesso à internet tem dificuldades em acessar estes serviços.

Um grande percentual de brasileiros não possui acesso à internet gratuita, sendo obrigados a utilizar recursos do orçamento familiar para conectividade. O Pará, por exemplo, possui mais de 400 provedores de internet cadastrados, porém não existe um monitoramento governamental estadual de qualidade deste sinal. Um outro grande problema é que os fornecedores de internet que estão presentes nos municípios compram o acesso e revendem à população a um custo elevado. No entanto, estes provedores também são responsáveis por contribuir para geração de emprego, promovendo a renda e fomentando o mercado das telecomunicações e informática. 

Nos municípios amazônicos podemos perceber a grande necessidade de conectividade em postos de saúde, o que impede o funcionamento do prontuário eletrônico único, assim como o funcionamento do Telessaúde.

Na segurança pública, a ausência de conectividade mantém povos ainda mais isolados. Além disso, delegacias que não tem conectividade não conseguem operar sistemas interligados. 

Na área da Educação, a escassez de conectividade é o impeditivo para o funcionamento de programas de educação à distância, por exemplo, além de prejudicar a utilização da internet como meio de obtenção de informações e pesquisas.

No empreendedorismo, a carência de conectividade torna inviável ou ineficiente todas as iniciativas de presença digital, comércio eletrônico, inclusive via redes sociais, mantendo milhares de empreendedores sem condições de vender o seu produto, promover a sua marca, instalar a rastreabilidade dos seus serviços e dificultando o contato com fornecedores dos seus insumos.

Além de todas as dificuldades no que diz respeito à saúde, educação, segurança e empreendedorismo, a insuficiência de conectividade afasta o cidadão do acesso às produções audiovisuais disponíveis apenas pela internet, mantendo-os reféns das redes de comunicações abertas, assim como impede a conexão entre parentes distantes.

A região Amazônica é caracterizada por dificuldades no acesso e distância entre cidades. A utilização de tecnologias de comunicação via internet é imprescindível para o desenvolvimento da Amazônia, é fundamental para a proteção da Amazônia, é essencial para novos investimentos em negócios, indústrias e verticalização de cadeias produtivas. A Iniciativa Conecta Pará é um conjunto de ações tecnológicas que buscam atender estas demandas.

O modelo Conecta Pará é uma integração entre poder público privado e o terceiro setor que pretende agregar as redes de fibra ótica existentes com a utilização de satélites e tecnologias de rádio para alcançar os objetivos, inicialmente atendendo a saúde, educação, segurança pública, empreendedorismo e desenvolvimento de cadeias produtivas. Integrando todas as redes e formas de conexão.

Como parte do processo de política público-privada, pretende-se facilitar a sessão de acesso aos provedores, ampliando a área coberta e diminuindo os custos para o consumidor final, ao mesmo tempo em que todos os pontos aqui citados possuam acesso gratuito à internet para o estado e para a população, em alguns locais, como por exemplo, postos de saúde e hospitais, delegacias, praças, portos, trechos de estrada e outros. Em outras palavras, pretendemos conectar pessoas, conectar mães e filhos distantes, conectar médicos aos pacientes através do Telessaúde, conectar a informação sobre o atendimento médico de um cidadão ao seu cadastro único e geral de atendimentos médicos qualificando o serviço de saúde e os diagnósticos. Pretendemos integrar as delegacias, possibilitar a instalação de câmeras de segurança nas cidades, conectar estudantes a professores à distância, conectar agricultores locais ao mercado internacional, e finalmente permitir ao cidadão comum que acesse aos serviços do Estado que estão disponíveis online, permitir que o cidadão acesse os portais da transparência, obrigatórios para os governos e inacessíveis para a população sem conexão.

A conectividade é fundamental e a ausência de acesso à internet para nós, é uma situação de emergência. Vivemos um momento em que todos os serviços possuem fases que necessitam de conectividade. Para um processo judicial, para acessar resultados de laboratório, para ler notícias de fontes alternativas, para um simples entretenimento, a conectividade é necessária.

O programa Conecta Pará é uma estratégia que considera a realidade, as características da Amazônia, a necessidade de Desenvolvimento Social e Econômico da região e a vocação da região Amazônica como referencial Mundial. Conectar é estar presente, a qualquer hora, em qualquer lugar.

Em reuniões técnicas conseguimos traçar estratégias de desembolso de emendas parlamentares, assim como articulações com empresas de telecomunicações para ação integrada a custo zero para o Estado.

O programa de acesso Conecta Pará, que foi pensado para atender a qualquer situação análoga a região amazônica, prevê, inclusive, espaços publicitários que poderão ser explorados pelas Secretarias de Estado de Comunicação.

Precisamos integrar a Amazônia para um grande movimento, o Conecta Amazônia!.

 

 

Texto: Demethrius Lucena (SECTET)

Foto: Priscila Castro

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Sectet encerra cursos de capacitação profissional na Cabanagem e no Jurunas

seg, 16/12/2019 - 10:45
16/12/2019

“Técnicas de atendimento e recepção” foi o segundo curso ofertado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) no bairro da Cabanagem, em Belém, por meio do programa de governo Territórios pela Paz (TerPaz). No encerramento do curso, nesta sexta-feira (13), os 22 concluintes agradeceram a oportunidade de adquirir conhecimentos, fundamentais para o crescimento pessoal e profissional.

“Nós, jovens da Cabanagem, recebemos e agarramos essa oportunidade com a qual o governo veio nos presentear”, disse Daniel Silva, integrante da turma. Ele acrescentou que o bairro da Cabanagem precisa de ações como essa, para aumentar a autoestima dos moradores.

“É com grande alegria que a gente fecha esse ciclo de 13 dias de aprendizado profissional e para a vida. Fechamos esse ciclo e devemos abrir outros, para continuar a aprender e aprimorar nossos conhecimentos. Não desistam”, incentivou Ediana Santos, outra participante do curso, iniciado no último dia 2 de dezembro e ministrado por técnica do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

Aptos para o trabalho - A instrutora do curso, Carla Adriana Monteiro, ressaltou o empenho de todos nos trabalhos de conclusão, e garantiu que estão aptos para o mercado de trabalho. Ela citou ainda a parceria entre a Sectet, o Senac e a comunidade do bairro, no âmbito do TerPaz. “Juntos, a gente consegue mudar o mundo”, afirmou.

Karoline Lima, gerente da Coordenadoria de Formação Inicial e Continuada (CFIC), da Sectet, parabenizou a turma em nome do governador Helder Barbalho e do titular da Secretaria, Carlos Maneschy. “Estou muito feliz em estar aqui no encerramento deste segundo curso na Cabanagem, bairro onde começamos a concretizar o Programa TerPaz. Estou vendo que o programa está dando certo. Que venha 2020”, declarou.

Rubens Sanches, da equipe CFIC/Sectet, incentivou a turma a dar continuidade à formação, buscando cursos complementares. “Vocês, agora, têm uma qualificação e estão preparados para trabalhar em hotéis, restaurantes e outros espaços que lidam com o público. Mas não devem parar por aqui. Continuem em busca de conhecimento, que nunca é demais”, orientou.

Certificação – Nesta semana também foi encerrado o curso de “Organização de eventos e cerimonial” no bairro do Jurunas, em Belém. A capacitação foi iniciada no dia 26 de novembro e finalizada na última terça-feira (10). A turma teve como instrutora Zail Maia. “A maioria dos alunos já trabalhava na área, e ficou muito grata por ter o conhecimento teórico, melhorando o serviço profissional que oferece”, enfatizou Rubens Sanches, que acompanhou o desempenho da turma.

Todas as pessoas que participaram dos cursos ofertados pela Sectet nos bairros atendidos pelo TerPaz receberão os certificados, em uma cerimônia unificada que deve ocorrer ainda este mês.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)
Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

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Sectet adere à Rede Amazônia para promover a regularização fundiária urbana

qui, 12/12/2019 - 09:52
12/12/2019

A Secretaria de Estado de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) assinou, nesta terça-feira (10), o termo de adesão ao Programa “Rede Amazônia – morar, conviver e preservar”. A assinatura se deu durante a programação do III Encontro de Regularização Fundiária da Região Norte, que se encerra nesta quarta-feira (11). O evento é realizado pela Comissão de Regularização Fundiária da Universidade Federal do Pará (CRF-UFPA), no campus Guamá.

“O governo do Estado, por meio da Sectet, não poderia deixar de aderir um programa que se utiliza da tecnologia para promover o acesso à moradia digna, contribuindo para a prevenção de conflitos urbanos comuns ao crescimento das cidades”, ressalta a secretária adjunta da Sectet, Edilza Fontes, que representou a secretaria no lançamento da Rede Amazônia.

Agentes multiplicadores – O Programa Rede Amazônia é uma parceria entre a UFPA e o Ministério do Desenvolvimento Regional que tem como objetivo principal formar agentes multiplicadores de regularização fundiária e prevenção de conflitos socioambientais urbanos nos nove estados da Amazônia Legal.

Myrian Cardoso, coordenadora do programa, esclarece que a Rede irá utilizar recursos da tecnologia da informação e comunicação, conhecimentos técnicos e científicos para auxiliar moradores de áreas de ocupação no processo de regularização fundiária urbana.

“Conforme as novas ferramentas e visões de trabalho sobre a questão fundiária amazônica, a ideia é desconstruir estigmas e rótulos em torno das ocupações sociais e realçar traços de solidariedade, cidadania e arranjos institucionais consolidados no viver em periferias”, enfatiza a coordenadora da Rede Amazônia.

Ela informa ainda que haverá a seleção e difusão de boas práticas em regularização fundiária e prevenção de conflitos, fazendo visitas de intercâmbio entre os estados. Estão previstas capacitações em 52 municípios, grupos de pesquisa e assistência técnica multiprofissional nos nove estados, com três polos regionais de capacitação, além de 17 subpolos de ações piloto.

Serão investidos R$ 2,8 milhões de recursos públicos na implantação do programa. A próxima etapa será a articulação dos demais estados. O Pará foi o primeiro a aderir à iniciativa por meio da Sectet e da Companhia de Habitação do Estado do Pará (Cohab).

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)
Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

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Palestra promove a interação entre os servidores da Sectet

seg, 09/12/2019 - 15:34
09/12/2019

Servidores da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) participaram na manhã desta segunda-feira (9) de uma atividade de motivação pessoal e profissional, com a palestra “A construção das relações interpessoais e a humanização no trabalho”, da pedagoga Karla Ferreira, no auditório da secretaria.

“A palestra vem trazer informações importantíssimas para o crescimento pessoal e profissional dos servidores”, ressaltou o diretor de Ciência e Tecnologia da Sectet, Demethrius Lucena. A atividade teve início com uma dinâmica de grupo, onde cada um projetou características que marcam a sua personalidade, simbologia de si mesmo, em seguida entregar ao colega de trabalho, como forma de interação e integração.

Karla Ferreira incentivou o trabalho em equipe e o respeito entre os servidores para manter um ambiente de harmonia. Fazendo referências a letras de músicas e com imagens sobre o que motiva ou desmotiva as pessoas, a pedagoga frisou que autoestima elevada, controle emocional e respeito ao próximo contribuem para o bom desempenho das tarefas.

“Foi maravilhoso. Aprendemos muitas coisas interessantes e que nos ajudam a melhorar como pessoas e como profissionais”, disse Socorro Nobre, da equipe da Diretoria de Educação Profissional e Tecnológica (Detec).

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)
Fotos: Erlon Modesto (Ascom/Sectet)

 

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Concluintes de curso oferecido em área do TerPaz montam uma farmácia

seg, 09/12/2019 - 09:34
09/12/2019

Uma farmácia modelo foi criada pelos concluintes do curso de “Atendente de Farmácia”, finalizado nesta sexta-feira (06), em Marituba (Região Metropolitana de Belém). O curso foi promovido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), como uma das ações da Secretaria dentro do Programa Territórios Pela Paz (TerPaz), uma iniciativa de promoção da segurança pública e cidadania, criada e desenvolvida pelo governo do Estado.

Como trabalho de avaliação final do curso, ministrado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), os alunos criaram a Farmaterpaz. Todas as seções de uma farmácia foram montadas dentro da sala de aula, na escola Dom Calábria. O projeto contou com maquete, gôndolas, prateleiras checkout e outras peças.

“Tem ainda a seção ambiental, com local para o descarte de medicamentos vencidos, para conscientizar os clientes que medicamento jogado no lixo comum pode poluir o meio ambiente”, informou a instrutora do curso, Márcia Freitas.

Conhecimento – A Farmaterpaz ainda oferece serviços de aferição de pressão arterial, dosagem glicêmica e medição de temperatura. O marketing idealizou catálogo com as promoções e spot para rádio, além do slogan “O melhor da vida tem aqui”. “Eles idealizaram uma farmácia utilizando todo o conhecimento adquirido durante o curso. Atenderam às nossas expectativas, trabalhando a autoestima e a proatividade. Todos são vencedores”, enfatizou a instrutora.

Karoline Lima, gerente da Coordenadoria de Formação Inicial e Continuada da Sectet, parabenizou a turma e as instrutoras do curso. “O trabalho final está incrível. O conhecimento é de vocês, para vocês. Não é pelas instrutoras ou pelo governo. É para vocês. Nós oferecemos a oportunidade; o resultado depende de vocês. E estou muito feliz em ver esse resultado”, acrescentou.

“O sentimento é de dever cumprido e de gratidão. Agradeço à instrutora e aos colegas. Muitas vezes alguns pensavam em desistir, mas demos as mãos, reunimos forças e chegamos ao final”, disse Jamile Travasso, concluinte do curso.

A diretora da Escola Dom Calábria, Socorro Bandeira, participou do encerramento e elogiou a turma pelo empenho e dedicação. Respondendo aos agradecimentos dos alunos pelo espaço disponibilizado pela escola, a diretora ressaltou que o local é da comunidade. “O espaço é da comunidade, e para nós é uma satisfação poder abrir para cursos como esse, que trazem outras perspectivas para os nossos jovens”, ressaltou.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)
Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

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Moradores da Terra Firme, Guamá e Jurunas iniciam o curso de “Agente de cadastramento”

sex, 06/12/2019 - 15:13
06/12/2019

Aprender, adquirir conhecimento e utilizá-lo para a melhoria do bairro onde moram. Foi assim que a maioria dos participantes do curso “Agente de cadastramento” definiu suas expectativas em relação ao treinamento que se iniciou na quinta-feira (5), com a realização da aula inaugural no auditório do Espaço Inovação, do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá).

Os 36 participantes são moradores do Guamá, Terra Firme e Jurunas, bairros de Belém que recebem as ações do programa Territórios pela Paz, do governo do Estado. O curso é parte da implantação do projeto “Meu Endereço: lugar de paz e segurança social”, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA).

No auditório também estavam as lideranças comunitárias que fizeram o curso de “Direito à cidade e regularização fundiária” e foram receber seus certificados. Completando a lotação do espaço, estavam alunos do ensino médio da Escola Estadual Barão de Igarapé-Miri, do Guamá.

Maria Lúcia Ohana, chefe de gabinete da Sectet e representante da Secretaria no TerPaz, ressaltou a oportunidade de diálogo que o TerPaz oferece. “Fico feliz em ver esse auditório cheio de pessoas que antes ficavam quietas por falta de diálogo com o poder público. O governo quer estabelecer essa proximidade com quem mais precisa das políticas públicas”, frisou.

Ações estruturantes - O titular da Sectet, Carlos Maneschy, convidado para proferir a aula inaugural do curso, destacou a importância estratégica do programa TerPaz, que atua em duas frentes. A primeira é a realização de ações diretas do aparato de segurança pública para coibir atos de violência urbana. “Essas ações imediatas são importantes e reduzem os índices de insegurança, mas não se sustentam a longo prazo. Por isso, ao mesmo tempo, o governo implanta ações sociais. Ações estruturantes para dar oportunidade de transformação dessas comunidades a partir de seus moradores”, enfatizou o secretário.

Para implementar a paz social, segundo Maneschy, é fundamental garantir a igualdade de oportunidades para todos, condição que só se alcança a longo prazo, com políticas contínuas e constantes. “Todos devem ter o mesmo ponto de partida. Para garantir isso, é preciso tempo e estamos dando os primeiros passos”, disse ressaltando que o projeto ‘Meu Endereço’ é uma das ações mais estruturantes ao lidar com a questão fundiária, uma das fontes de conflitos sociais. “Para mediar os conflitos, o projeto incentiva a solidariedade, a tolerância com o outro, a prática da empatia”, declarou o secretário.

O professor da escola Barão de Igarapé-Miri, Raimundo José de Oliveira, complementou destacando que igualdade é garantir que todos tenham alimento à mesa, uma moradia digna, segurança e igual oportunidade de acesso ao conhecimento. “É essa igualdade que constrói a paz”, disse.

A coordenadora do projeto Myrian Cardoso também destacou que o projeto estimula a participação dos moradores, buscando um olhar de dentro da periferia e não sobre a periferia. “São vocês que conhecem o bairro e podem efetivamente fazer os resultados”, concluiu.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)
Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

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Governo lança Startup Pará e incentiva empresas e ideias inovadoras

qui, 05/12/2019 - 12:45
05/12/2019

No próximo dia 18/12/2019, às 10h, no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas, o Governo do Estado lançará a iniciativa Startup Pará, para selecionar empresas de bases tecnológicas e pessoas com ideias inovadoras.

O objetivo é promover geração de renda a partir de arranjos institucionais baseados em projetos das áreas de energia, mineração, piscicultura, soluções digitais, governança e outras cadeias produtivas.

As secretarias de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e de Planejamento (Seplan), e a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) estarão à frente do projeto. "A ideia é promover a aceleração de empresas e capacitação com recursos que serão concedidos aos empreendedores selecionados por meio de edital", explicou o titular da Sectet, Carlos Maneschy, adiantando que a divulgação do edital está prevista para a primeira quinzena de janeiro.

Inicialmente, a previsão é de R$ 3 milhões em investimentos no projeto, com limite máximo de R$ 80 mil por empreendedor e de R$ 200 mil por empresa. "Será um projeto voltado a quem tem ideias novas, para transformar, e para alguém que já tem empresa, mas quer ampliar, prosperar", reforçou Carlos Maneschy.

"A gente fica muito feliz porque é uma política pública voltada à inovação, envolvendo tecnologia da informação e solução de gargalos na prestação de serviços à população, com a criação de novos produtos para atender a variadas demandas", informou a titular da Seplan, Hana Gassan.

Texto: Carol Menezes (Secom)

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Curso discute a ocupação dos espaços urbanos e a função social da terra

seg, 02/12/2019 - 17:42
02/12/2019

Lideranças comunitárias da Terra Firme, em Belém, participaram na manhã deste sábado (30/11) do curso “Direito à Cidade e Regularização Fundiária”, promovido pelo projeto “Meu Endereço: lugar de paz e segurança social”. O projeto é desenvolvido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), dentro dos bairros atendidos pelo programa de governo Territórios Pela Paz (TerPaz).

“Desconstruir conceitos é um passo para reconstruir uma nova perspectiva de apropriação do direito à cidade. A formação de agentes e lideranças comunitárias caminha nesse sentido”, enfatiza Myrian Cardoso, coordenadora do “Meu Endereço”. O curso mostrou como se dá o processo de ocupação das cidades, com a especulação imobiliária empurrando para a periferia as famílias com menor poder aquisitivo.

Myrian ressalta que a posse da terra precisa cumprir uma função social. “Não é possível discutir regularização fundiária na Amazônia a partir de uma perspectiva normativa que dialoga com mercado e não com os espaços de produção social da moradia”, destaca a coordenadora.

Além de entender o processo histórico e social da ocupação das cidades, os participantes foram levados a identificar em mapas seus endereços e logradouros importantes do bairro. “Entender todo esse processo é fundamental para que as lideranças construam um debate democrático com os moradores, identificando seus principais problemas, buscando em conjunto as alternativas e cobrando do poder público condições para resolvê-los”, justifica o vice coordenador do projeto, Renato Neves.

Serviço: A próxima ação do “Meu Endereço” será no bairro do Jurunas, com a “Quinta da Cidadania” na próxima quinta-feira (5), na sede do Rancho Não Posso Me Amofiná, de 9h às 11h30.

Texto:Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)
Fotos: Kid Reis (Ascom/CRF/UFPA)

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“Meu Endereço”: curso sobre direito à cidade será realizado na Terra Firme neste sábado

qui, 28/11/2019 - 12:30
28/11/2019

O projeto “Meu Endereço: lugar de paz e segurança social” promove neste sábado (30) o curso “Direito à Cidade e Regularização Fundiária”, no bairro da Terra Firme, em Belém. O projeto é desenvolvido pela Secretaria de Estado de Ciência, tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceira com a Universidade Federal do Pará (UFPA) dentro do Programa Territórios Pela Paz (TerPaz).

O curso é aberto à participação das lideranças comunitárias do bairro e debaterá os efeitos da migração populacional do campo para a cidade, a ocupação do solo urbano e as relações das forças econômicas que constroem as cidades e determinam a evolução e a sobrevivência humana nos territórios.

Myrian Cardoso, coordenadora do projeto, explica que as relações econômicas influenciam no acesso ao universo das moradias e ao mundo do trabalho, provocando conflitos políticos, habitacionais, ambientais, alimentares, culturais, religiosos, de locomoção e de classe social. “Os mais ricos ocupam as áreas centrais e mais equipadas. Os mais pobres, a periferia sem estruturas de cidadania”, enfatiza.

Urbanização - Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) revelam que a população mundial, atualmente de 7,7 bilhões de pessoas, chegará aos 9,7 bilhões até a metade do Século XXI. Em 2050, mais de 6 bilhões de habitantes estarão residindo nas cidades, o que demandará mais políticas públicas para acolher as pessoas. 

Durante o curso livre, haverá dinâmicas com os participantes que terão de identificar as suas ruas e moradias na planta do bairro da Terra Firme e sugerir ações coletivas para garantir o acesso regularizado ao seu endereço, o que contribui para a superação de conflitos socioambientais no território.

“O curso estimulará o protagonismo das lideranças para construir um novo olhar sobre as ações organizadas que possam melhorar a segurança pública e a cidadania nos territórios de pacificação”, descreve Myrian. 

Serviço
Curso “Direito à Cidade e Regularização Fundiária”
Dia 30/11 (sábado)
Hora: 8h às 12h
Local: Unidade Integrada Pro Paz (UIPP) da Terra Firme, localizada na avenida Celso Malcher, s/n.
Público: aberto às lideranças comunitárias do bairro

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet) e Kid Reis (Ascom CRF/UFPA)
Fotos: Kid Reis (Ascom CRF/UFPA)

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Sectet e universidades investem em alimentos que garantem 'sustentabilidade humana'

ter, 26/11/2019 - 10:55
26/11/2019

O primeiro passo para a implementação de um conjunto de ações que irão potencializar as cadeias produtivas do oeste do Pará foi dado nesta segunda-feira (25) com a assinatura da minuta de um convênio entre a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e a Rede Nutracêutica, formada pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA).

“É um projeto pioneiro que reúne órgãos estaduais e federais no desenvolvimento de alimentos com comprovado benefício para a saúde humana, os chamados nutracêuticos”, resume o titular da Sectet, Carlos Maneschy. Ele explica que para chegar a esses alimentos serão feitos investimentos na construção de laboratórios nas Escolas de Ensino Técnico do Pará (Eetepas) e na capacitação dos servidores dessas escolas para que façam o assessoramento dos produtores da região, potencializando as cadeias produtivas da região.

Sustentabilidade - Todo esse trabalho será coordenado pela Rede Nutracêutica e gerenciado pela Fundação de Integração Amazônica (Fiam). O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Gradução da Ufopa, Domingos Diniz, acrescenta que o objetivo maior é promover desenvolvimento com a floresta em pé. “Serão estudados os alimentos da floresta que garantem, promovem a saúde das pessoas. É a sustentabilidade humana”, esclarece o professor.

A primeira ação do projeto será a capacitação dos profissionais com a construção de laboratórios de solo, microbiologia, bromatologia e qualidade de água nas escolas técnicas nos municípios de Oriximiná, Santarém, Monte Alegre e Itaituba. “A partir disso será feita a valoração dos arranjos produtivos desses municípios, onde os produtores receberão completo assessoramento técnico e tecnológico”, ressalta Igo Leite, professor da Ufopa e representante da Fiam.

Comprovação - Serão estudadas frutas, sementes e peixes da região que serão utilizados para a produção dos alimentos nutracêuticos, que concentram os potenciais nutritivos e farmacêuticos das matérias primas. Testes nos laboratórios serão feitos para comprovar os benefícios que esses alimentos trazem para a saúde das pessoas. Os primeiros resultados devem ser gerados em três anos.

Domingos Diniz frisa que com a comprovação dos potenciais nutracêuticos, os alimentos passarão pela certificação internacional ISO, sigla em inglês da Organização Internacional para Padronização. “Cada etapa da produção dos alimentos passará pela certificação: geográfica, orgânica e nutracêutica”, enfatiza Diniz.

Texto e fotos: Jemiffer Galvão (Ascom/Sectet)

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Ações da Sectet chegam ao Jurunas por meio do TerPaz

seg, 25/11/2019 - 11:29
25/11/2019

Cursos de formação profissional, mapeamento cartográfico e assessoria técnica e jurídica em processo de regularização territorial são ações da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) nos três primeiros projetos que chegaram oficialmente aos moradores do bairro do Jurunas, em Belém, neste sábado (23).

“O TerPaz é um programa estratégico para garantir cidadania à população. Para reduzir a violência urbana são necessárias ações de segurança pública; para manter a paz social são fundamentais ações que mudam a vida das pessoas”, enfatizou o titular da Sectet, Carlos Maneschy, que esteve na escola Camilo Salgado, onde se concentraram as ações do TerPaz.

O secretário ressaltou o trabalho da Sectet e demais órgãos do governo, que se faz presente com ações ostensivas de segurança pública e projetos que dão oportunidade de mudança de vida aos moradores dos sete bairros onde o TerPaz atua: Bengui, Cabanagem, Guamá, Jurunas, Terra Firme, em Belém; Icuí, em Ananindeua; e Nova União, em Marituba.

Projetos - Os projetos da Sectet implantados no Jurunas são “Meu Endereço: lugar de paz e segurança social”, que disponibiliza assistência técnica, tecnologia e jurídica em processo de regularização fundiária, realizado em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA); “Cursos de Formação Inicial e Continuada para Jovens e Adultos”, com o curso “Cerimonial e organização de eventos”, que inicia nesta terça-feira (26); e o projeto “Mapas Digitais” - também em parceria com a UFPA - que vai produzir mapas com os principais logradouros do bairro.

Nos dias 28/11 e 05/12 a equipe do “Meu Endereço” estará na sede do Rancho de 9h às 11h30, realizando a “Quinta da Cidadania”, quando recebe os moradores interessados na assessoria prestada pelo projeto. Também no dia 28/11, às 16h, na escola Camilo Salgado, será feita a apresentação do “Mapas Digitais”. Todos os moradores do Jurunas estão convidados para as ações dos dois projetos.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom sectet)
Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

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Sectet promove a formação de assistentes administrativos em Santa Bárbara

qua, 20/11/2019 - 12:19
20/11/2019

Encerraram nesta quarta-feira (20) as aulas do curso de Assistente Administrativo, no município de Santa Bárbara, na Região Metropolitana de Belém. O curso foi ofertado pelo Programa de Educação Profissional e Tecnológica, da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet)

“Parabenizamos a todos em nome do secretário Carlos Maneschy (Sectet) e do governo do estado, que proporcionou o curso aqui em Santa Bárbara. É estimulante ver que muitos de vocês aproveitaram essa oportunidade de profissionalização para cuidar dos negócios que vocês já desenvolvem”, destacou a gerente da Coordenadoria de Formação Inicial e Continuada da Sectet, Karoline Cordeiro. 

Além de aptos para o mercado de trabalho formal, os alunos estão usando os conhecimentos adquiridos para fomentar seus pequenos negócios como venda de produção agrícola e comidas típicas. Rubens Sanches, também da equipe da Sectet, desejou sucesso a todos os 24 concluintes do curso, seja em seus empreendimentos ou no mercado de trabalho. “Vocês estão preparados para os desafios e devem seguir em busca de mais conhecimentos, sempre”, incentivou.

Agradecimento - O curso foi realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), contratado pela secretaria para desenvolver os projetos de formação profissional no estado. As aulas iniciaram no dia 23 de setembro e foram ministradas pela instrutora Andréa Solon, no espaço do Projeto Social Ação Parceiros.

“Agradecemos a oportunidade e agradecemos mais ainda à professora, com quem aprendemos muita coisa, inclusive além das questões do curso”, disse Blenda Castro. Laíse Silva também agradeceu pela realização do curso em Santa Bárbara e destacou a carência do município nessa área de formação profissional.

Habilidades - Durante o curso os alunos puderam desenvolver habilidades para a gestão de seus negócios, com aulas participativas que exploravam a integração entre os estudantes. Os alunos também trabalharam na construção de um site integrador para a comunidade onde foram divulgados os negócios, assim como as habilidades e serviços que cada um pode oferecer.

Cleitiano Ferreira é dono de um balneário na região e fez o curso justamente para aprimorar a administração do seu negócio. “Foi um aprendizado que nós vamos levar pra vida. Eu espero que o governo continue se aproximando das comunidades, porque nós ainda temos muitos jovens que estão esperando por uma oportunidade como essa”, ressaltou.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)

*com a colaboração de Matheus Luz (estagiário de jornalismo da Ascom/Sectet)

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Sectet forma profissionais de decoração no Guamá

seg, 18/11/2019 - 16:15
18/11/2019

Quatro cenários temáticos demonstraram nesta segunda-feira (18) o que a turma do curso “Decoração de Festas e Eventos com Balões” aprendeu durante as duas últimas semanas. Os 22 participantes montaram decoração para casamento, chá revelação e aniversário infantil (circo e ‘Masha e o Urso’), usando as técnicas ensinadas no curso promovido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) no bairro do Guamá, dentro do Programa Territórios pela paz (TerPaz).

Para o encerramento do curso a equipe de Eduardo Silva montou uma decoração de festa de casamento, apostando no clássico: arco e colunas com balões nas cores branco e prata. “É uma decoração simples, que fica muito bem na igreja ou mesmo em casa”, definiu Eduardo, que já trabalha com decoração de festas. “Aprendi mais e agora terei um certificado”, comemorou.

O curso foi realizado na sede do ParáPaz Guamá pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), contratado pela Sectet para ofertar os cursos no TerPaz. Thainá Braga também ressaltou a importância da certificação para dar continuidade ao trabalho que ela já desenvolve. Ela foi quem falou sobre o trabalho de seu grupo. “Fizemos uma decoração de ‘chá revelação’ usando a técnica de arco em moldura”, descreveu entre balões azuis e cor-de-rosa.

Conhecimento e amizade – Ao falar sobre o cenário de festa infantil com o tema ‘Masha e o Urso’, Janny Megídio explicou que foram usados o arco descontruído e as colunas em espiral. Além das técnicas, a concluinte do curso destacou a importância de estar sempre aprendendo e fazendo amizades. “Foi gratificante, tanto pelo conhecimento, que ninguém tira da gente, como pelas amizades que fizemos. São amizades para a vida”.

O circo foi o tema da equipe de Dárcia Corrêa, que também ressaltou a união e amizade entre elas. Ela contou que tudo foi decido com muito diálogo entre as cinco componentes do grupo e que o colorido do circo veio alegrar a vida dela, que recentemente perdeu o emprego. “Agradeço ao governo por trazer essa oportunidade para as pessoas nos bairros, para os menos favorecidos. Nesse momento em que estou sem emprego o curso veio a calhar”, enfatizou. Os alunos agradeceram ainda a dedicação da instrutora Orlandina Santos.

União – Olga de Oliva, coordenadora do projeto “Formação Inicial e Continuada de Jovens e Adultos”, da Sectet, destacou que o curso oferece a oportunidade de começar um empreendimento com investimento baixo e com a possibilidade de todos se unirem para trabalharem juntos. “Vocês podem se juntar e trabalharem juntos. Assim vão se fortalecendo”, incentivou.

Daise Silva, do Senac, destacou a parceria com a Sectet e a importância de trabalhar nas comunidades. “Essa parceria leva os cursos às pessoas que mais precisam. Assim podem ter uma renda rápida e ir se aprimorando. Vocês podem se ajudar e quem sabe até montar uma empresa daqui a algum tempo”, finalizou.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)
Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

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Lideranças do Guamá participam de curso sobre direito à cidade e regularização fundiária

qui, 14/11/2019 - 14:49
14/11/2019

O projeto “Meu Endereço: lugar de paz e segurança social” promoveu na manhã desta quinta-feira (14) o curso “Direito à Cidade e Regularização Fundiária” para lideranças comunitárias do bairro do Guamá, em Belém. O projeto integra as ações da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) no Programa Territórios Pela Paz (TerPaz), do governo do estado.

Realizado em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), o “Meu Endereço” leva aos territórios todas as informações que envolvem o processo de regularização fundiária. “Muitas pessoas não têm conhecimento sobre o longo processo de regularização, que exige plantas, mapas, pareceres, dentre outros documentos. É um processo complexo e demorado”, explicou a coordenadora do projeto, Myrian Cardoso.

Para esclarecer os aspectos jurídicos, urbanísticos, estruturais e ambientais do processo de regularização, serão realizados cursos em cada bairro. O conteúdo inicia com esclarecimentos sobre o direito à cidade, garantido no artigo 182 da Constituição Federal e pelo Estatuto da Cidade.

“A cidade só é um espaço coletivo quando a gente se organiza, participa e reivindica os nossos direitos”, ressaltou Cleison Costa, mestrando em Geografia pela UFPA, que faz parte da equipe do “Meu Endereço”.

Dúvidas - Durante o curso, realizado na Seccional do Guamá, os participantes tiravam dúvidas sobre várias questões que envolvem o direito à moradia, conflitos em relação à posse de lotes em áreas ocupadas, o papel do poder público e dos moradores.

Uma dinâmica de grupo levou as lideranças a debaterem entre si os problemas do Guamá que perpassam pela necessidade de regularização fundiária, buscando com conjunto as alternativas para fazer do bairro um lugar de paz social.

Os próximos territórios a receber o curso são: Terra Firme, dias 16/11 e 30/11; Cabanagem e Benguí, 03/12; Jurunas, 04/12; Icuí/Ananindeua, 07/12; e Nova União/Marituba, 14/12.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)
Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet)

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Startup residente no PCT Guamá é premiada por criar solução que melhora transporte fluvial

qua, 13/11/2019 - 11:28
13/11/2019

Startup residente do Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá, em Belém, a NavTech Solutions ganhou em primeiro lugar no HackSerpro, evento realizado na capital paraense entre os dias 8 e 10 de novembro. Promovido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), o Hackathon teve o apoio do PCT Guamá e das universidades Federal (UFPA) e do Estado do Pará (Uepa).

As 22 equipes participantes do evento enfrentaram o desafio de aplicar a ciência de dados na geração de inteligência orientada ao mercado, mas apenas três grupos finalistas receberam premiações de R$ 12 mil, R$ 8 mil e R$ 6 mil.

Com criação do Ubá View, a equipe da Navtech propôs utilizar informações produzidas por meio de pesquisas acadêmicas para gerar soluções voltadas ao monitoramento, segurança e fiscalização de embarcações na região amazônica. Inédita, a iniciativa deve complementar ao aplicativo Ubá – passagens de barco, a partir do qual é possível adquirir bilhetes de viagens fluviais.

A nova proposta consiste em uma plataforma digital, por meio da qual gestores governamentais, empresários e usuários do transporte fluvial poderão checar um amplo banco de dados sobre as embarcações ativas na região amazônica.

Segurança e qualidade - Com isso, quem viaja de barco poderá consultar, por exemplo, as rotas e os nomes das embarcações, assim como a quantidade de salva-vidas e outros equipamentos ou mecanismos de segurança que cada uma dispõe, com a opção de avaliar a qualidade do serviço e conhecer a opinião de outros clientes. A expectativa da plataforma é alcançar grande parte dos quase 10 milhões de pessoas que utilizaram essa modalidade de transporte na região somente em 2017.

Técnicos e gestores de governo também poderão acessar informações e estatísticas dos fluxos hidroviários, fiscalizando cada trecho em tempo real, a fim de se anteciparem a eventuais ocorrências, como acidentes ou roubos.

Por meio desse monitoramento em tempo real, feito com um smartphone, as empresas poderão também reduzir os custos de segurança, checando a localização de cada um dos seus barcos a qualquer momento. A iniciativa promete ainda um maior controle do uso de combustível e a garantia de um mecanismo maior de vigilância e proteção, incluindo um botão de alerta, que poderá ser usado pelos comandantes para acionar as autoridades navais, em emergências.

Primeiro lugar no HackSerpro, o time do Ubá View é composto por Walter Oliveira Neto, Rhuan Fracalossi, Adailson Cardoso, Arthur Gonsales e Giovanny Valente.

Texto e fotos: Brenda Taketa (PCT Guamá)

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'Meu Endereço' realiza aula inaugural de capacitação de agentes na Cabanagem

sex, 08/11/2019 - 09:42
08/11/2019

“O TerPaz é nosso. É de cada bairro. Passamos muito tempo distantes das políticas públicas e agora elas estão perto de nós”, afirmou a professora Ivanilda Vieira da Silva, diretora da Escola Estadual José Valente Ribeiro, localizada no bairro Cabanagem, em Belém, nesta quinta-feira (7), durante mais uma ação do Programa Territórios pela Paz (TerPaz), desenvolvido pelo Governo do Pará em sete bairros da Região Metropolitana de Belém.

A diretora recepcionou moradores da Cabanagem e do Bengui, em Belém; do Icuí, em Ananindeua, e Nova União/São Francisco, em Marituba, que foram selecionados para fazer o Curso de Capacitação de Supervisores e Agentes de Cadastramento, integrante do Projeto "Meu Endereço: lugar de paz e segurança social", realizado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com a Comissão de Regularização Fundiária da Universidade Federal do Pará (CRF/UFPA).

O professor André Montenegro, representante da UFPA no evento, disse que o Programa TerPaz é uma iniciativa inovadora. “A UFPA está honrada em participar. É uma oportunidade de agir com a sociedade, chegar às pessoas e fazer coisas concretas com e pelas pessoas. Essa é a nossa função”, destacou.

Juliana Barroso, coordenadora do TerPaz, ressaltou a importância do Projeto “Meu Endereço”, que promove a cidadania ao propiciar serviços fundamentais no processo de obtenção da titulação territorial. “É uma política pública, não apenas uma ação”, definiu Juliana Barroso.

Aprendizado - Com experiência em execução de políticas públicas em outros estados brasileiros, a coordenadora do TerPaz ressaltou que o programa veio para ficar e que muito será feito nos próximos três anos, junto com a população. Ela enfatizou que desafios serão enfrentados nesse processo, sempre de maneira transparente.

“É um programa desafiador. O Estado se acostumou a fazer ações fragmentadas. Estamos aprendendo a fazer política pública. Por isso, não esperem nada perfeito, pronto, acabado. É uma construção nossa: governo e sociedade”, reiterou.

A secretária adjunta da Sectet, Edilza Fontes, destacou que quando o governador Helder Barbalho assumiu, elegeu como uma das prioridades de gestão a segurança pública.

“Além de investir no aparelhamento das polícias, na repressão da criminalidade e construção de presídios, é preciso que haja a presença do Estado nos territórios, para que a população se sinta parte do Estado, incluída, privilegiada, atendida”, frisou Edilza Fontes.

Construção – Referindo-se ao pronunciamento de Juliana Barroso, a coordenadora do “Meu Endereço”, Myrian Cardoso, ressaltou que o projeto está sendo construído com a comunidade dos territórios, num processo dinâmico. “Mudamos sempre que é necessário. Aprendemos, fazemos, refazemos. Tudo para construir a melhor alternativa, para construir uma política pública efetiva”, disse Myrian Cardoso.

Ela agradeceu ao secretário Carlos Maneschy, titular da Sectet, pela oportunidade de levar o “Meu Endereço” aos bairros do TerPaz e pela construção do projeto coletivamente: Estado, universidade e sociedade.

Objetivos – O Curso de Capacitação de Supervisores e Agentes de Cadastramento tem seis módulos, e será realizado por seis meses. Cada território terá a participação de 15 pessoas, que receberão a capacitação com ênfase na assistência técnica para a regularização fundiária e melhoria habitacional. Serão capacitados 105 moradores.

Com a capacitação, os selecionados estarão aptos a reconhecer dimensões territoriais (limite de bairros, quadra e lote); desenvolver habilidades de abordagem, entrevista e preenchimento de formulário de informações de moradores; auxiliar atividades de medição do lote e construção e desenvolver habilidades de comunicação e liderança. Todos receberão certificados emitidos pela UFPA.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)
Fotos: Priscila Castro (Ascom/Sectet) e Kid Reis (CRF/UFPA)

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