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Atualizado: 2 horas 6 minutos atrás

Começa implantação do Museu de Ciências da Amazônia

sex, 06/04/2018 - 15:47
Informações: 

Belterra, na região do Baixo Amazonas, prepara-se para ganhar o primeiro Museu de Ciências da Amazônia (MuCA). A iniciativa é do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com a Prefeitura de Belterra, o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Organização de Desenvolvimento Cultural e Preservação Ambiental AmaBrasil.

Nesta terça-feira (13), uma solenidade que contou com a participação do titular da Sectet, Alex Fiúza de Melo; do secretário regional de Governo, Olavo das Neves; do prefeito em exercício de Belterra, Davirley Sampaio; do coordenador da AmaBrasil, Luiz Moura, além de outras autoridades políticas e da população marcou o início das obras de restauro do hospital desativado onde será erguido o museu.

De acordo com a Sectet, o Museu de Ciências da Amazônia tem a finalidade de incentivar o patrimônio histórico da região, já que ele foi construído na área da antiga Vila Americana, além de fomentar a qualificação e capacitação profissional dos próprios habitantes de Belterra, que irão de se apropriar deste equipamento.

Para o titular da Sectet, Alex Fiúza de Melo, a instalação do Museu vai impulsionar o polo turístico do Tapajós, em especial o município de Belterra, e gerar novas possibilidades, por meio do turismo científico e da educação empreendedora. "O museu tem por objetivo ser um centro de disseminação de valores da cultura científica da região. Por isso, Belterra também ganha em ações por meio do turismo e também do turismo científico", argumenta o secretário.

O coordenador da Organização de Desenvolvimento Cultural e Preservação Ambiental Ama Brasil, Luiz Moura, informou que o desenvolvimento do projeto prevê a inclusão de duas mil crianças e jovens participando de atividades de fomento à educação empreendedora.

O investimento total do Museu é de R$ 17,6 milhões, sendo R$ 10,5 milhões financiados pelo BNDES, que incluem a restauração das duas caixas d'água e do Hospital Henry Ford, que abrigará o museu, e o restante é financiado pela Sectet para a recuperação do sistema de abastecimento de água de Belterra e para a manutenção do MuCA.

O museu será composto por dois laboratórios, duas áreas expositivas, um cinema com auditório de 60 lugares, coleção natural de espécies da Amazônia e área educativa e administrativa. O Instituto Butantan, um dos parceiros do projeto, irá deslocar seu quadro de pesquisadores e técnicos para apoiar as atividades museológicas e educativas. Já a Fundação Getúlio Vargas entrará como parceiro para desenvolver a educação empreendedora com foco na bioeconomia.

Com informações de Ascom/Sectet

Por Samuel Alvarenga

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Abertas 180 vagas para curso de qualificação

sex, 06/04/2018 - 15:43
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Programa Pará Profissional certifica concluintes de cursos

qui, 05/04/2018 - 16:54
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Alunos do curso de “Técnicas de gestão de resíduos sólidos” e de “Boas práticas higiênico sanitárias dos alimentos” foram certificados pelo Programa Pará Profissional. Ao todo, 32 concluintes estiveram presentes na cerimônia, que ocorreu no auditório da Casa Civil, na quinta-feira (28).

O Programa Pará Profissional é um dos instrumentos utilizados no combate à desigualdade inter-regional no Estado, por meio da qualificação profissional da mão de obra local. Coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), o programa é amparado pela Lei 8.427, de 16 de novembro de 2016.

As ofertas de cursos são feitas de acordo com as demandas vindas dos setores produtivos de cada região do estado, mediante oficinas, reuniões e solicitações diretas das prefeituras.

Uma das alunas certificadas pelo programa é Nádia Luz, 37 anos, que faz parte do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) e integrante da Cooperativa Visão Pioneira, do distrito de Icoraci, criada há 7 anos.

Essa foi a primeira vez que Nádia participou de um curso sobre resíduos sólidos e se disse feliz pela oportunidade. “O curso foi muito bom. Nós só tínhamos a prática, mas agora aprendemos também a parte técnica e teórica. Com esse aprendizado, passamos a ter noção da importância dessa questão dos resíduos sólidos para a natureza”, disse.

No curso, ela também aprendeu o quanto seu trabalho é importante. “Pude ver que, com o que fazemos, ajudamos a natureza e ainda conseguimos ter uma renda. Hoje a nossa cooperativa conta com 70 pessoas e conseguimos ter um rendimento de cerca de R$ 150, por semana para cada integrante”, disse Nádia Luz, que também aprendeu no curso a fazer sabão, a partir de óleo usado.

A entrega dos certificados foi feita pelo Governo do Pará, por meio do Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC) e da Sectet, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Dentre os alunos certificados, 25 foram do curso de “Técnicas de gestão de resíduos sólidos” e 7 do curso “Boas práticas higiênico sanitárias dos alimentos”. Além dos certificados, eles também participaram de uma palestra promovida pelo CredCidadão, órgão do governo que garante recursos para microempreendedores iniciarem ou expandirem seus negócios. As verbas destinadas a esse investimento variam entre dois e cinco mil reais. Mais informações sobre o CredCidadão podem ser obtidas no site: www.credcidadao.pa.gov.br.

Participaram da cerimônia de certificação, a diretora geral do NAC, Daniele Khayat; o representante do Senai, José Carlos; o professor dos cursos ministrados, Thiago Tavares; além da coordenadora de qualificação profissional da Sectet, Sônia Mendes.

Colaboração: Ruan Moraes

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Governo do Pará certifica mais de 450 alunos do Pará Profissional

qui, 05/04/2018 - 16:52
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O Governo do Pará, por meio da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Tecnológica (Sectet), certificou mais de 450 concluintes de cursos realizados no âmbito do programa Pará Profissional nos municípios de Barcarena e Breves, na quinta-feira (22), e em Óbidos, nesta sexta-feira (23). Em Barcarena, os cursos tiveram Senac, Senar e Senai como unidades executoras. No caso de Breves e Óbidos, o executor foi somente o Senac local.

Instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, o Pará Profissional é um dos principais instrumentos de superação das desigualdades inter-regionais, com a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica nas diversas modalidades a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento no Estado. A coordenação do programa foi determinada à Sectet.

O Programa foi lançado oficialmente em Barcarena durante a cerimônia de certificação, firmando parceria com a Prefeitura, por intermédio da Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego (Semute). “O governo municipal resolveu fazer um trabalho intenso de capacitação de trabalhadores”, explicou o prefeito de Barcarena, Antônio Carlos Vilaça.

Para o produtor de açaí José Maria Dias, que foi aluno do Pará Profissional, o curso foi bastante proveitoso. Para ele, o programa contribuiu para que pudesse aprimorar o que já sabia em relação ao cultivo do fruto. O produtor participou do curso de Açaicultor e foi um dos agraciados com o certificado. Os cursos já realizados, no município, tiveram apoio da empresa Hydro.

Marajó - Em Breves, o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, entregou os certificados aos concluintes das turmas de Serviços de Garçom e Garçonete e Camareira – Técnicas de Limpeza e Arrumação. A cerimônia foi realizada durante a assinatura do Termo de Cooperação Técnica com a Prefeitura Municipal. O documento tem objetivo de garantir a realização de ações conjuntas para o avanço de processos inovadores e de tecnologias por meio de atividades pautadas na ciência, na tecnologia e na educação profissional no intuito de contribuir para a solução de gargalos socioeconômicos e ambientais, além de garantir recursos humanos qualificados para as atividades produtivas do município.

Baixo Amazonas - Já a cerimônia de entrega de certificados em Óbidos, ocorreu dentro da programação do Fórum de Desenvolvimento Municipal, organizado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Municipal (Semdes). Foram certificados alunos das turmas de Garçom e Garçonete, Camareira e Técnicas de Atendimento e Recepção. O evento contou ainda com a presença da Associação Comercial de Óbidos, com vários agentes de desenvolvimento da região local e Semdes.

Ainda nesta sexta-feira (23), serão certificados 68 concluintes de cursos de quatro turmas do Pará Profissional realizados em Santarém, tendo o também o Senac como unidade executora e apoio da Casa Brasil.

* Com informações da Ascom/Prefeitura de Barcarena

Por Fernanda Graim

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Novo Centro de Estudos Avançados da Biodiversidade - BioCentro

qui, 05/04/2018 - 16:35
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Inauguração do Centro de Estudos Avançados da Biodiversidade - BioCentro.

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Inscrições de cursos de empreendedorismo

qui, 05/04/2018 - 16:33
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Inscrições de cursos do Pará Profissional na área do comércio e empreendedorismo.

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BioTec-Amazônia vai integrar Espaço Empreendedor do PCT Guamá

qui, 05/04/2018 - 16:25
Informações: 

A Organização Social Associação BioTec-Amazônia, gerenciadora do programa paraense de incentivo ao uso sustentável da biodiversidade amazônica, o BioPará, formalizou o contrato de locação de quatro módulos do Espaço Empreendedor, um novo prédio, previsto para ser inaugurado no próximo dia 09 de março, para abrigar empresas nascentes de base tecnológica no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá - PCT Guamá, em Belém.

A formalização ocorreu após a visita de gestores e consultores da BioTec-Amazônia ao Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, na quarta-feira (21). Organizada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), a visita também contou com as presenças de técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Pela manhã, membros da Associação foram recebidos no Laboratório da Qualidade de Leite da Região Norte, pela coordenadora, Luiza Helena Meller, que apresentou detalhes das pesquisas e serviços oferecidos pelo laboratório e seu potencial para o melhoramento e a verticalização da cadeia leiteira no Estado.

Guamá Business - À tarde, a comitiva foi recepcionada no auditório do prédio Espaço Inovação pelo diretor-presidente do Parque, Antônio Abelém, que apresentou o modelo de gestão, a infraestrutura e os serviços do programa de desenvolvimento Guamá Business.

Após a assinatura do contrato, todos os presentes seguiram para o Laboratório de Óleos da Amazônia, para conferir os estudos conduzidos e os principais serviços ofertados pelos pesquisadores.

Em seguida, conheceram o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, Automação e Eletrônica (Lasse), da Universidade Federal do Pará (UFPA), e o Laboratório de Engenharia Biológica (Engebio/UFPA), além do Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA), onde viram os serviços que possibilitam o controle de qualidade e o desenvolvimento de ingredientes nutricionais e bioativos.

O CVACBA é líder nesta área, tanto no domínio das tecnologias quanto na descoberta e criação de novos produtos, e ainda no estabelecimento de padrões de qualidade para atender requisitos legais.

Para o diretor Antônio Abelém, “a articulação com a BioTec-Amazônia tem um papel estratégico na atração de empreendimentos de grande porte, na área de biodiversidade, para o Estado do Pará, em especial para o PCT Guamá”.

Competência internacional - Em sua segunda visita ao Parque de Ciência e Tecnologia, o diretor-presidente da Associação BioTec-Amazônia, professor José Seixas Lourenço, avaliou como positivo o crescimento do parque e o alto nível dos laboratórios de P&D (pesquisa e desenvolvimento). “O que vimos aqui, sem dúvida nenhuma, são laboratórios de competência nacional e internacional. O Parque e o Governo do Pará estão de parabéns pelas ações desenvolvidas e pelos recursos investidos em um ambiente tão favorável à sistematização entre pesquisa, inovação e o segmento empresarial. Ressaltamos a alegria de poder nos instalar no Espaço Empreendedor, e por essa importante parceria”, afirmou Seixas Lourenço.

O prédio Espaço Empreendedor tem aproximadamente 3.500 metros quadrados de área interna, e recebeu investimentos superiores a R$ 11 milhões. O prédio abriga 36 salas, que variam de 36 a 100 m², ideais para a instalação de pequenos e médios empreendimentos.

O prédio Espaço Empreendedor tem aproximadamente 3.500 metros quadrados de área interna, e recebeu investimentos superiores a R$ 11 milhões. O prédio abriga 36 salas, que variam de 36 a 100 m², ideais para a instalação de pequenos e médios empreendimentos.

Por Karina Martins

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Sectet participa da 1ª Mostra de Bio-Invenções da Amazônia

qui, 05/04/2018 - 16:23
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Representantes da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) participaram, na manhã desta quinta-feira (22), da 1ª Mostra de Bio-Invenções - Caminhos para a Inovação na Amazônia, realizada pela Organização Social BioTec-Amazônia. O evento reuniu ainda pesquisadores, setor produtivo e empresarial, com o objetivo de divulgar pesquisas e projetos que aplicam o uso da biodiversidade da região de forma sustentável.

“Este é um evento de grande significado para todos nós. Juntamos invenções muito interessantes que podem gerar patentes, além de se transformarem em produtos e processos”, destacou o diretor-presidente da BioTec-Amazônia, José Seixas Lourenço.

O pesquisador Carlomagno Bahia compartilha da mesma opinião. “Eventos são muito importantes para que possamos expor nossos produtos e trabalhos e acessar, efetivamente, as cadeias produtivas e as áreas de investimento. Isso é fundamental para a sobrevivência do que a gente faz atualmente na Amazônia”, ressaltou.

“Hoje em dia, só se evolui em rede, não dá pra falar que a empresa, a indústria ou a pesquisa vão trabalhar sozinhas, isoladas. Isso já não funciona. Então, esse é um contato fundamental para que sejam criadas pontes, para que sejam criados laços, e haja um diálogo entre grupos distintos para um caminho único em que todos ganham”, complementou a gerente de Pesquisa em Desenvolvimento da Agropalma, Isabel Manso.

A 1ª Mostra de Bio-Invenções faz parte da programação da reunião de alinhamento realizada pela BioTec-Amazônia que, ao longo da semana, mobilizou sua equipe, servidores da Sectet e consultores, com o objetivo de ajustar as informações a respeito do trabalho a ser desenvolvido pela organização social.

Sustentabilidade - A BioTec-Amazônia foi selecionada, no final de 2017, por meio de edital de chamamento público, para gerir o programa paraense de incentivo ao uso sustentável da biodiversidade amazônica, o BioPará. Considera-se “gestão do BioPará” um sistema inteligente de governança, voltado ao estímulo e apoio ao planejamento e desenvolvimento de uma economia dinâmica, fundada no uso sustentável da biodiversidade, com a devida e adequada base científica e tecnológica.

“Um dos objetivos e metas do plano de trabalho que nos foi apresentado era fazer com que essa organização se desenvolvesse internamente, gerando uma compreensão profunda do Programa BioPará, pelo qual a OS foi contratada pela Secretaria. Então, ela está fazendo uma imersão com sua equipe, e acordamos que alguns servidores da Sectet também viriam para que haja um entrosamento, a fim de internalizar não só os valores, como os objetivos do Programa”, explicou o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello.

O Programa BioPará é uma ferramenta que norteia a elaboração de políticas públicas voltadas à agregação de valor às cadeias produtivas da biodiversidade estadual e regional, por meio de pesquisa e desenvolvimento e de prospecção de negócios inovadores no setor.

Por Fernanda Graim

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Inaugurado primeiro Centro de Estudos Avançados da Biodiversidade da Região Norte

qui, 05/04/2018 - 16:19
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O primeiro Centro de Estudos Avançados da Biodiversidade da Região Norte do País surge com o objetivo de fortalecer a infraestrutura de pesquisa relacionada ao estudo da biodiversidade, reunindo grupos de pesquisadores da Universidade Federal do Pará. Localizado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, em Belém, o empreendimento passa a funcionar, oficialmente, a partir desta quarta-feira, dia 21 de fevereiro. A cerimônia de inauguração reuniu representantes da Administração Superior da UFPA, do governo do Estado, do BNDES, bem como pesquisadores, alunos e técnicos da Universidade.

O CEABIO faz parte do Projeto Biodiversidade, coordenado pelo Instituto de Ciências Biológicas da UFPA. O empreendimento foi construído em uma área de 2 mil m², com investimentos de cerca R$ 856.000,00 da UFPA e o repasse de R$ 3.333.270,00 do Fundo Amazônia, um programa administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Além das pesquisas, o Centro prestará serviços mercadológicos nas áreas da saúde, fitoterápicos, cosméticos e dermocosméticos, bem como serviços tecnológicos para empresas que precisem ampliar suas pesquisas e colocar produtos de alto valor agregado, no mercado nacional e internacional.

“Os estudos irão contribuir para a preservação da floresta Amazônica em pé, bem como para a compreensão da diversidade biológica na Amazônia brasileira. Pretende-se ainda gerar, sistematizar e difundir conhecimento científico e tecnológico nas Ciências da Vida e áreas afins, integrando-os aos saberes tradicionais, além de fornecermos subsídios para elaboração de políticas públicas voltadas à conservação do Bioma amazônico, dentre outras ações”, explica o coordenador do CEABIO, Julio Cezar Pieczarka.

O projeto também visa viabilizar meios de garantir capacitação e formação de empreendedores biotecnólogos a fim de reforçar a geração de inovação no ambiente da Universidade e transferí-los para o mercado.

Neste sentido, o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (SECTET), Aléx Fiúza de Melo, ressalta o potencial da biodiversidade da região para a produção de princípios ativos, de banco genético, capazes de alavancar a economia. “Temos mais essa infraestrutura num Parque Tecnológico que está nascendo e que vai ter que gerar nos próprios empresários uma mentalidade inovadora, que as vezes não temos na região, e a capacidade laboratorial de massa cinzenta pra atrair investidores que não virão sem encontrar coisas como essa à disposição. Portanto, imaginamos dinamizar a nossa economia com base no conhecimento da biodiversidade que é a nossa riqueza."

O vice-reitor da UFPA, Gilmar Pereira da Silva, também reforçou o papel central da Universidade para além de todas as ações que executa, que é a de contribuir para o desenvolvimento do Estado do Pará. “Nós temos essa responsabilidade de construir essa perspectiva, inclusive convencendo os políticos sobre a dinâmica desse processo que vai além da formação acadêmica que promovemos, que é pensar a questão da biodiversidade para o desenvolvimento socioeconômico da região.”

Linhas de Pesquisa - O CEABIO desenvolve suas pesquisas nas linhas: sistemática de vertebrados, Ecologia de florestas tropicais e bioprospecção de espécies vegetais com potencial para fármacos; propagação de espécies lenhosas nativas da Amazônia; etnofarmácia; fitoquímica de derivados de espécies vegetais de uso medicinal; citogenética da biodiversidade amazônica; genética molecular da biodiversidade; cultura celular; mutagênese ambiental e testes com extratos vegetais com potencial para fármacos; estudo reprodutivo de biomarcadores; epidemiologia genética aplicada e metodologias de alerta para contaminação ecotoxicológica; mutagênese Ambiental utilizando metodologias de avaliação molecular; mutagênese ambiental utilizando teste cometa e micronúcleos; biologia aquática (plâncton); educação ambiental e Interação Patógeno-Hospedeiro.

Laboratórios - À frente dos laboratórios estão 9 professores pesquisadores com formação em áreas de ponta do estudo da biodiversidade. As técnicas em uso são as mais modernas, tendo sido treinados em grandes universidades europeias e americanas. Os laboratórios são voltados para a análise celular e molecular da biodiversidade amazônica. Entre os laboratórios podemos citar os de análise molecular, cultura celular, análise cromossômica, estudos ambientais e ecotoxicidade.

Texto: Assessoria de Comunicação da UFPA e Assessoria de Comunicação PCT Guamá
Fotos: Alexandre de Moraes

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Laboratório de Biodiversidade trabalhará a preservação e valorização da Amazônia

qui, 05/04/2018 - 16:13
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Renovar, reinventar, repensar e preservar a Amazônia e sua extensa biodiversidade serão as principais funções do Centro de Estudos Avançados da Biodiversidade (Ceabio), o primeiro da região Norte e um dos pioneiros do país. Inaugurado nesta quarta-feira (21), o laboratório faz parte do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), sediado em Belém.

A implantação do Centro vai fortalecer a infraestrutura de pesquisa relacionada ao estudo da biodiversidade, ao ampliar o espaço físico à disposição do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), reunindo grupos de pesquisa da UFPA. Tudo isso vai permitir o desenvolvimento de um volume muito maior de estudos e melhores condições de biossegurança, além de entregar para a região amazônica um ambiente equipado e adequado à utilização não predatória do seu imenso capital natural, conferindo valor econômico à floresta em pé.

De acordo com Alex Fiúza de Melo, secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), o novo laboratório se somará aos outros para criar uma retaguarda laboratorial e de serviços para atender demandas que partem dos empreendedores. “Queremos gerar e certificar novos produtos de qualidade que serão levados a mercados mais exigentes, pensando na verticalização da economia e dando retaguarda científico-tecnológica para que nossa riqueza potencial na biodiversidade seja colocada a serviço da inovação para as empresas e futuramente para as pessoas”, explicou.

Todos os laboratórios que integram o PCT Guamá são aprovados pelo seu Conselho, composto por membros do governo estadual, empresários e instituições de pesquisa. Hoje, além das atividades acadêmicas, o laboratório se coloca à disposição para trabalhar com o setor empresarial, gerando essa inovação. “Temos aqui um equipamento complexo, que irá se solidificar com a presença de cientistas de mentalidade aberta e com compromisso de servir também a quem tem interesse, gerando emprego, renda, desenvolvimento e combatendo a pobreza e desigualdade em nossa região”, complementou o titular da Sectet.

O coordenador do Centro, professor Júlio César Pieczarka, detalha a estrutura do local. “É um centro de pesquisa com laboratórios, salas para alunos e docentes, um espaço aonde estudantes da graduação e profissionais da pós-graduação irão desenvolver suas pesquisas, teses e suas aplicações, testando organismos vivos, culturas celulares, realizando análise molecular, tudo para valorizar a biodiversidade da Amazônia”.

Ainda segundo ele, no Centro será possível criar novos produtos, formar profissionais e valorizar o ponto de vista econômico, gerando riqueza para o Estado. “Vamos suprir a dificuldade que existe na relação academia x empresariado, levando conhecimento de dentro da universidade para fora, além de garantir nosso intercâmbio com pesquisadores de outras universidades do país e do mundo, como por exemplo, com a Unesp, em São Paulo; Universidade de Cambridge, na Inglaterra; do Texas, nos Estados Unidos e da Argentina”, complementou o professor.

O empreendimento foi construído em uma área de dois mil metros quadrados, no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT-Guamá). A UFPA investiu cerca de R$ 856.000,00 e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) garantiu o repasse de R$ 3.333.270,00 do Fundo Amazônia, programa voltado à captação de recursos de doações voluntárias para o apoio não reembolsável a ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e para a promoção da conservação e do uso sustentável das florestas na Amazônia.

Pesquisa

O Centro desenvolve suas pesquisas nas linhas: sistemática de vertebrados, ecologia de florestas tropicais e bioprospecção de espécies vegetais com potencial para fármacos; propagação de espécies lenhosas nativas da Amazônia; etnofarmácia; fitoquímica de derivados de espécies vegetais de uso medicinal; citogenética da biodiversidade amazônica; genética molecular da biodiversidade; cultura celular; mutagênese ambiental e testes com extratos vegetais com potencial para fármacos; estudo reprodutivo de biomarcadores; epidemiologia genética aplicada e metodologias de alerta para contaminação ecotoxicológica; mutagênese ambiental utilizando metodologias de avaliação molecular; mutagênese ambiental utilizando teste cometa e micronúcleos; biologia aquática (plâncton); educação ambiental e interação patógeno-hospedeiro.

À frente dos laboratórios estão nove professores pesquisadores com formação em áreas de ponta do estudo da biodiversidade. As técnicas em uso são as mais modernas, tendo sido treinados em grandes universidades europeias e americanas. Os laboratórios são voltados para a análise celular e molecular da biodiversidade amazônica. Entre os laboratórios, destaque para os de análise molecular, cultura celular, análise cromossômica, estudos ambientais e ecotoxicidade.

Além das pesquisas, o Centro irá entregar serviços mercadológicos nas áreas da saúde, fitoterápicos, cosméticos e dermocosméticos e realizar serviços tecnológicos para empresas que precisem ampliar suas pesquisas e colocar produtos de alto valor agregado no mercado nacional e internacional.

“Temos uma importância estratégica essencial que trata da biodiversidade e da sua conservação em perspectiva avançada. A instituição tem papel estratégico para o desenvolvimento do Estado e da Amazônia e esse laboratório vai servir para alavancar isso”, resumiu o vice-reitor da UFPA, professor Gilmar Pereira da Silva.

Por Heloá Canali

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Prefeitura firma parceria com o "Pará Profissional"

qui, 05/04/2018 - 16:09
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A prefeitura de Barcarena será parceira do programa Pará Profissional, que será lançado oficialmente no município nesta quinta-feira, dia 22. Criado pelo governo estadual, o programa tem a finalidade de promover a qualificação para o trabalho de jovens e adultos, por meio da Educação Profissional e Tecnológica.

O produtor de açaí Aloísio Gouvêia, morador da comunidade Aicarau, região das ilhas de Barcarena, participou do curso de açaicultor, promovido por meio do programa Pará Profissional, no final do ano passado, no município. Ele e mais um grupo de produtores das ilhas das Onças e Trambioca receberam instruções sobre cultivo e manejo do fruto.

Com o curso, os produtores puderam entender a exploração dos açaizais em sistemas de produção sustentável, compreender a cadeia de produção e as políticas públicas de comercialização do açaí. “Foi bom. Deu para tirar algumas as dúvidas”, disse Aloísio, que também é presidente da Associação dos Produtores de Açaí de Barcarena.

Mas o curso que Aloísio participou em dezembro foi ofertado para poucas pessoas. As vagas eram limitadas. Com a chegada do programa Pará Profissional a Barcarena, a expectativa é de aumentar e diversificar a oferta dos cursos profissionalizantes na cidade. Em Barcarena, o Pará Profissional terá como apoio e parceria da Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego.

A secretária de Trabalho e Emprego de Barcarena, Alexcéia Ferreira, está otimista com o programa. “O que esperamos é justamente qualificar a mão de obra que não tem a certificação de nenhum curso profissionalizante e aperfeiçoar quem já tem uma profissão, quem já está no mercado há muito tempo”, disse ela.

O Programa – O Programa Pará Profissional é uma ação coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet) e está voltado ao estabelecimento de uma política consistente e eficaz de formação profissional e tecnológica em todas as regiões paraenses. Tem como principal finalidade dinamizar a oferta de cursos de Educação Profissional e Tecnológica.

 

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Programa Pará 2030: setor da pecuária anuncia a Aliança Paraense da Carne

qui, 05/04/2018 - 16:06
Informações: 

A Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), por meio de seu presidente, Fábio Lúcio, participou, na última sexta-feira (16) de uma grande reunião com um grupo de Entidades do setor pecuarista que, durante o evento, anunciou a criação da “Aliança Paraense da Carne”. Reunidos na sede da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) os representantes de diversas instituições governamentais e entidades de classe falaram dos detalhes desta iniciativa integradora, que fortalece a todos e está alinhada às ações do Programa Pará2030.

Estiveram presentes quatro entidades importantes do setor da Pecuária Paraense: A ACRIPARÁ – Associação dos Criadores de Bovinos do Pará, UNIEC- União dos Indústrias Exportadoras de Carne, SINDICARNE e ABEG- Associação de Exportadores de Gado. Na pauta, as ações do Pará 2030 na cadeia da pecuária.

Convergência de ações entre todos os segmentos envolvidos (Estado, Entidades e produtores) e tecnologia e pesquisa para aumentar a produtividade com sustentabilidade: estes são alguns dos desafios a serem enfrentados pela pecuária paraense nos próximos anos.

Também participaram da reunião várias secretarias estaduais (Sedeme, Sedap, Sefa, Semas, Sectet), além do Banpará, Codec, Adepará e Iterpa; e as entidades de classe.

Todos integram o Grupo de Trabalho Pecuária Intensiva, formado no âmbito do programa de desenvolvimento Pará 2030 para levantar os gargalos do setor e encaminhar ações integradas para as soluções.

Na abertura da reunião, o titular da Sedeme, Adnan Demchki, agradeceu a presença “de grande parte do governo do Estado e de todo o setor da pecuária” e lembrou que em 2015 reuniu também todos os atores para uma grande reunião para apresentação do Pará 2030 e de lá para cá muitos avanços ocorreram: nesses dois anos, o Estado praticamente zerou o cumprimento dos mandados judiciais de reintegração de posse.

O Secretario Adnan reforçou que o Pará 2030 foi concebido com a participação da sociedade e é marcado pela atuação conjunta dos agentes de cada uma das quatorze cadeias produtivas contempladas.

Demandas

O presidente da União Nacional da Indústria e Empresas da Carne (Uniec), Francisco Victer, fez um diagnóstico do setor da pecuária considerando a demanda mundial até 2050, a partir de dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Pelas estimativas, o Brasil terá em 2030 uma população de cerca de 230 milhões de pessoas. A demanda por proteína animal será crescente “e precisamos não apenas corresponder a ela, mas às mudanças desse consumo, que, no mundo, exige cada vez mais respeito à natureza e às formas de industrialização”.

Para o desenvolvimento e atualização do setor, Victer citou seis eixos básicos de ação:Condicionantes legais – regularização fundiária, regularização e licenciamento ambiental; tributos e incentivos; tecnologia e gestão – construção de laboratórios para análise de solo, de sementes e de garantia de sanidade animal; fomento (subsídios e créditos); formalização do mercado – banco de todos os fornecedores legais e também ilegais, rastreabilidade da origem da carne (constituir um pacto pela carne legal; combate ao roubo de gado, abate clandestino, sonegação fiscal); e ações de marketing e comunicação, “para a sociedade conhecer de fato o nosso setor, que é demonizado sem razão”.

Daí a necessidade de ações, destacou Victer, “como rastreabilidade, cadastros, menos burocracia e a comprovação obrigatória da origem da carne”.

Para o presidente da Uniec, a questão não se define como caça às bruxas, aos ilegais, “pelo contrário: é um convite à legalidade, com o fim de melhorar o setor como um todo”.

Victer frisou que “o Pará 2030 faz a ponte, o meio de campo, entre as ações de todos os envolvidos e, desta forma, nada é pessoal ou de classe, mas setorial: para o conjunto de toda a sociedade”.

Ao final de sua fala, Victer anunciou a instituição da Aliança Paraense da Carne, integrada por produtores, indústrias e supermercados, que deverá ser lançada proximamente com o fim de envidar esforços para a produção de carne com rastreabilidade.

Ações

Alguns produtores e exportadores de carne, presentes à reunião, destacaram outros gargalos para o desenvolvimento do setor pecuário no Pará. “O mercado precisa ser o mais livre possível, sem burocracias, sem ameaças”, defendeu o exportador Gastão Carvalho Filho.

Outros produtores foram unânimes na defesa de convergência de ações referentes ao setor.

E também quanto ao uso da tecnologia para aumentar a produtividade.

Adnan Demachki destacou que alguns dos principais gargalos apontados pelos produtores já estão sendo atacados pelo governo do Estado com ações efetivas.

Sobre a regularização ambiental, o secretário de desenvolvimento informou que foi implantado o Simples Ambiental, que simplificou a emissão de licenças a partir de três aspectos: Atividades de Baixo Impacto: a licença agora é declaratória e de emissão imediata, via internet; Atividades de Médio Impacto: licença simplificada, com emissão online em até 30 dias; Grandes Projetos: Apresentação de Estudos de Impacto Ambiental e Relatórios de Impacto Ambiental (EIA-RIMA).

Como resultado, mais de 900 Declarações de Dispensa de Licenciamento foram emitidas em 2017, sob a obrigatoriedade de que os dados declarados serão fiscalizados, garantindo a sustentabilidade dos projetos.

Como grande parte das licenças ambientais da produção rural é de competência ambiental, Demachki ressaltou que os municípios precisam fazer a adesão ao simples ambiental.

Sobre a regularização fundiária, Adnan Demachki citou a construção da nova sede do Instituto de Terras do Pará-Iterpa, com modernos sistema de tecnologia; a implantação do Cadastro Ambiental Rural Fundiário (CARF); e a Terceirização dos Serviços Georreferenciamento e a simplificação de procedimentos no processo de legalização. “Os resultados ja começam a aparecer”, garantiu o secretário: “nos últimos 10 anos, o Iterpa emitiu em média 550 títulos ao ano; no ano passado, foram emitidos 2603.”

Ciência para Inovar

A secretária-adjunta da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (Sectet), Maria Amélia Henriquez, disse que também na área da ciência e tecnologia aplicada ao setor da pecuária o governo do Estado já deu importantes passos.

“O Parque de Ciência e Tecnologia Guamá tem o Laboratório do Leite, que pode certificar produtos com validade internacional, e também laboratórios e técnicos que podem ajudar na melhoria genética de qualidades específicas da pecuária, como carne, ou leite”, informou Maria Amélia. “No total, o governo investiu mais de 80 milhões de reais em ciência e precisamos aproximar o setor produtivo dessa capacidade científica: a inovação surge justamente do encontro entre empresas e ciência, com produtos para o consumidor final.”

Adnan Demachki, encerrando a reunião, agendou a próxima reunião do GT Pecuária Intensiva para a manhã do dia 8 de março, justamente no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, aproximando o setor produtivo da pesquisa, para gerar inovação (produtos finais).

 

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Programa Pará Profissional oferece cursos

qui, 05/04/2018 - 13:58
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O Programa Pará Profissional oferta cursos nas áreas da indústria e construção civil.

ÁUDIO 

ÁUDIO 2

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Governo assina contrato para gestão sustentável da biodiversidade no Pará

qui, 05/04/2018 - 13:44
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A consolidação de um modelo de desenvolvimento sustentável, ancorado pelo conhecimento, pela produção e por novas formas de gestão e governança, é o principal desafio do Pará no intuito de superar a pobreza e a desigualdade. Para isso, na noite desta quinta-feira (14), mais um passo foi dado: o Governo do Pará, por intermédio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) assinou, no Hangar, contrato de gestão com a Associação BioTec-Amazônia, selecionada, por meio do edital de chamamento público, para gerir o programa paraense de incentivo ao uso sustentável da biodiversidade amazônica, conhecido como BioPará.

O programa é uma ferramenta norteadora à elaboração de políticas públicas que possibilitem a agregação de valor às cadeias produtivas da biodiversidade estadual e regional, por meio de pesquisa e desenvolvimento e de prospecção de negócios inovadores no setor. Considera-se “gestão do BioPará” um sistema inteligente de governança voltado ao estímulo e apoio ao planejamento e desenvolvimento de uma economia dinâmica fundada no uso sustentável da biodiversidade, com a devida e adequada base científica e tecnológica.

Em consonância, a BioTec-Amzônia foi constituída em 2016 com o objetivo de promover o uso sustentável da biodiversidade amazônica, em especial do estado do Pará, para fins de desenvolvimento econômico e social, bem como difundir o conhecimento e prestar informações e serviços nas áreas de Biodiversidade, biotecnologia e bionegócios. Essas áreas são consideradas prioritárias, mas não exclusivas, de atuação da Organização Social.

O diretor presidente da Organização Social, José Seixas Lourenço, explicou que a ideia é garantir o desenvolvimento sustentável com qualidade de vida para a população. “Queremos transformar essa imensa riqueza da nossa biodiversidade em produtos, processos, patentes, de tal maneira que se possa gerar emprego e renda a partir disso”, destacou.

Os objetivos estratégicos da BioTec-Amazônia envolvem, entre outros, a implantação de ambiente de trabalho promotor de criatividade e formação de parcerias com foco no empreendedorismo inovador, contribuindo para o fortalecimento das políticas públicas inerentes à inovação no âmbito da cadeia da biodiversidade; prospecção e atração de novos negócios relacionados à área.

Além disso, a Organização Social pretende dar suporte à criação e fortalecimento de polos de conhecimento e ambientes de inovação nas regiões de integração do Estado; apoio a órgãos estaduais da área da produção, em articulação com entidades empresariais, na implantação de políticas públicas e na promoção de um ambiente de inovação no Pará, com vistas ao adensamento e verticalização das cadeias produtivas voltadas ao aproveitamento da biodiversidade paraense, com foco na desconcentração e diversificação dos investimentos produtivos.

O titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, considera que a assinatura do contrato com a BioTec-Amzônia significa uma inovação na forma de gestão e governança de uma das mais importantes políticas públicas formuladas em favor do desenvolvimento sustentável do estado. “O Pará está iniciando uma trajetória voltada à consolidação progressiva da cadeia da biodiversidade, de uma bioeconomia que nós não temos, de forma que possamos transformar nossa flora e nossa fauna por meio de pesquisa e desenvolvimento, em produtos inovadores, como fármacos, fitoterápicos, cosméticos, entre outros, em rendimento e emprego”.

Ele ressaltou ainda as vantagens de se ter uma Organização Social gerindo o Programa. “Ao qualificarmos uma organização social de direito privado para cumprir uma função pública de um programa tão importante quanto o BioPará, que visa uma economia do conhecimento voltada para a biodiversidade, estamos colocando, no cenário paraense, uma instituição que tenha flexibilidade, expertise e a capacidade de articular todos os atores e competência de fazer prospecção de negócios”.

Para o presidente da Fiepa, José Conrado Santos, que acompanhou a cerimônia, o evento se traduziu como o acontecimento mais importante do ano. “Tenho certeza que foi uma das melhores notícias que escutamos em 2017 porque este cenário de gestão e governança é perfeito e vem integrar as nossas relações, é uma maneira que podemos mostrar ao empresariado a responsabilidade que se tem de agregar valor a nossas potencialidades”, comemorou.

Também estiveram presentes, durante a assinatura do contrato, o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisas Industriais (Embrapii), Jorge Guimarães, e o representante do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Márcio Miranda Santos, que fazem parte do Conselho Administrativo da Organização Social, além de servidores públicos, pesquisadores, empresários, representantes das universidades e de órgãos públicos.

Por Fernanda Graim

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Edital que seleciona projetos de tecnologias sociais é prorrogado

qui, 05/04/2018 - 13:37
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O edital que seleciona projetos de tecnologias sociais no Pará foi prorrogado, até o dia 30 de dezembro, pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). O chamamento público 006/2017 vai eleger propostas de organizações da sociedade civil e/ou instituições de ensino, pesquisa e extensão, com atuação no Estado, interessadas em celebrar termo de repasse de recurso com o Governo do Pará, com o objetivo de executar projetos de Tecnologias Sociais voltados à melhoria da qualidade de vida das populações vulneráveis.

Com isso, a secretaria pretende colocar em prática as ações do Programa TecSocial, o qual coordena. O Programa considera como “Tecnologias Sociais” os produtos, técnicas ou metodologias reaplicáveis voltados ao uso comunitário, com vistas a promover a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida de seus usuários.

O edital prorrogado salienta sete formas específicas dessas tecnologias: aquelas voltadas à captação, tratamento e distribuição de água para uso doméstico; tecnologias de saneamento básico; tecnologias sociais de manejo dos resíduos sólidos; tecnologias sociais voltadas à cadeia produtiva da biodiversidade; aquelas voltadas à pesca artesanal; além de softwares livres e tecnologias adequadas à gestão de pequenos empreendimentos; e outras que impulsionem o desenvolvimento socioeconômico do estado do Pará.

As propostas das organizações/instituições devem apresentar soluções efetivas aos gargalos identificados, gerando a transformação da realidade local; além de incluir os atores sociais locais na maior parte das etapas do projeto. A Tecnologia Social deve gerar, ainda, um padrão de uso que possa ser reaplicado em outras comunidades e ser social, econômica e ambientalmente sustentável.

Serão utilizados recursos do Governo do Pará, por meio da Sectet, oriundos do Tesouro Estadual, ou de outras fontes, captados em parceria, no valor global de até R$ 150 mil reais por projeto selecionado.

Os interessados devem enviar as propostas para editalts@sectet.pa.gov.br, juntamente com os documentos solicitados neste edital.

 

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Fórum de Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa do Pará assina Protocolo de Intenções com a Sectet

qui, 05/04/2018 - 13:33
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Representantes do Fórum de Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa do Pará assinaram, nesta segunda-feira, dia 11 de dezembro, o Protocolo de Intenções que propõe parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), na Coordenação de Ações para o Desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia no Estado, e da transferência de conhecimento de ponta para diversos setores da sociedade. Durante a reunião, realizada no prédio da Reitoria da UFPA, em Belém, o titular da Sectet, Alex Fiúza de Melo, também apresentou a resolução que cria a Bolsa de Estímulo à Inovação, destinada a pesquisadores que já trabalham nas instituições públicas ou privadas.

“Nós assinamos um importante instrumento, que é o Protocolo de Intenções, com o objetivo de alinhar a Sectet às instituições do Fórum para o enfrentamento do grande desafio que é o desenvolvimento sustentável do Pará, que supõe a constituição de sistemas de inovação nas várias regiões do Estado, os quais verticalizam as nossas cadeias produtivas estratégicas, gerando emprego, renda, inclusão social e melhor qualidade de vida à população”, pontuou o secretário Alex Fiúza.

O documento, que formaliza um Acordo de Cooperação com a Sectet, foi assinado pelos representantes das onze instituições de ensino e pesquisa do Pará que integram o Fórum: UFPA, UFRA, IFPA, Cesupa, Unama, UEPA, Embrapa, MPEG, IEC, UFOPA e Unifesspa. De acordo com o reitor da UFPA e vice-presidente do Fórum, Emmanuel Tourinho, o Protocolo é resultado da interação dos reitores e dirigentes das instituições de pesquisa no Pará e destes com o poder público.

“É uma iniciativa que vai gerar condições mais favoráveis ao desenvovimento da pesquisa e da inovação no nosso Estado. Vai contribuir para que as nossas instituições se aproximem daqueles setores que precisam usar o conhecimento aqui produzido para alavancar as suas atuações na sociedade”, afirmou o reitor da UFPA.

O presidente do Fórum e vice-reitor do Cesupa, Sérgio Mendes, fez um balanço positivo dos trabalhos, que se encerram com a assinatura do Protocolo de Intenções, como sendo um acordo importante para os próximos anos. Para ele, é um documento indutor, que sinaliza para o futuro as possibilidades de construção de um outro patamar de desenvolvimento para o Estado.

“Eu creio que, com a capacidade instalada nas Academias, com o vigor que têm os Institutos de Pesquisa e com o papel fundamental de orquestração do governo do Estado, por meio da Sectet, nós avançaremos muito. Não podemos mais contemplar, isso é certo e consensuado, que as nossas riquezas sejam levadas para outros lugares e lá se transformem em mais riquezas. Nós temos condições de verticalizar essa produção, temos competência instalada para fazê-la, e esta sinergia, sintetizada neste documento, nos ajudará a apontar caminhos que não conhecemos totalmente hoje, mas nos ajudará da melhor maneira”, disse o presidente do Fórum.

A próxima reunião do Fórum está agendada para o dia 26 de fevereiro, no Cesupa, às 9h30. Para o primeiro encontro do ano de 2018, será convidado o diretor presidente da Fapespa, Eduardo Costa. O objetivo será discutir propostas de apoio às ações institucionais para as áreas de ensino e de pesquisa.

Texto: Ericka Pinto – Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Alexandre de Moraes

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Governo assina protocolo de intenções com instituições de ensino e pesquisa

qui, 05/04/2018 - 13:31
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Na manhã desta segunda-feira (11), o titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Alex Fiúza de Mello, esteve presente em mais uma reunião do Fórum das Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa do Pará, realizada na reitoria da Universidade Federal do Pará (UFPA). Na oportunidade, foi assinado um protocolo de intenções entre o Governo do Pará, por meio da Sectet, e as instituições que participam do Fórum, no intuito de facilitar a cooperação e formalização de associação interinstitucional, visando estimular e apoiar, por meio do uso do conhecimento científico e tecnológico, o desenvolvimento das cadeias produtivas consideradas estratégicas ao desenvolvimento do estado do Pará.

Fiúza de Mello explicou que a ideia é materializar uma política de ciência e tecnologia que dê uma resposta à Lei de apoio à Inovação, instituída em novembro de 2016, a qual se traduz como base institucional para a realização do Programa Inova Pará, coordenado pela Sectet. O secretário ressaltou que a assinatura do documento compromete, por princípio, as instituições e enfatizou a importância da continuidade das ações. “A ideia é criar políticas de Estado e não de Governo, pois o

primeiro passa e o outro fica. "As ações de política e tecnologia são de longo prazo, precisam permanecer”.

O titular da Sectet acredita que a assinatura do protocolo de intenções facilita as ações do Inova Pará, contribuindo, assim, para a minimização das assimetrias regionais, o fortalecimento da capacitação de recursos humanos, a melhor certificação dos principais produtos gerados pela economia local/regional e o estabelecimento de uma economia baseada na inovação. “Não podemos verticalizar a economia, nem inovar, se não tivermos base científica e tecnológica para isso”, concluiu.

Dessa forma, caberá às instituições envolvidas incentivar e implementar ações conjuntas, convergindo esforços e mobilizando suas unidades, agentes e serviços, bem como outras entidades parceiras que assim o desejarem, sejam elas públicas ou privadas, com vistas à consecução do Protocolo. O documento tem a vigência de cinco anos e não contempla repasse de recursos financeiros entre os partícipes.

Para o atual presidente do Fórum e vice-reitor do Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa), Sérgio Mendes, a assinatura do protocolo é um acontecimento histórico. Recorrendo à Teoria dos Sistemas, no campo das Ciências Sociais, Mendes falou da expectativa provocada pelo momento. “Diferentes sistemas que compõem a sociedade (político, econômico e educacional) estão presentes aqui, por isso o nosso desafio é que tais sistemas interajam de forma virtuosa, gerando bons resultados”, explicou.

Além do Cesupa, ainda fazem parte do Fórum das Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa do Pará: a Universidade Federal do Pará (UFPA), a Universidade do Estado do Pará (Uepa), a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária/Centro de Pesquisa Agroflorestal da Amazônia Oriental (Embrapa/CPATU), o Instituto Evandro Chagas (IEC) e a Universidade da Amazônia (Unama). Também estiveram presentes à assinatura, servidores da Sectet, representantes da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá) e da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa).

Bolsa de Estímulo à Inovação

Durante a reunião, o titular da Sectet ainda assinou a Resolução que regulamenta a concessão e a gestão da Bolsa de Estímulo à Inovação (BEI), prevista no inciso I, do artigo 12, da Lei nº 8.426 (Lei de apoio à Inovação. A resolução foi aprovada, por unanimidade, em reunião extraordinária no dia 1 de dezembro, pelo Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Consectet).

A Bolsa de Estímulo à Inovação (BEI) se destina a projetos e/ou ações voltados ao fomento e desenvolvimento de ambientes de inovação, em afinidade com os planos de verticalização das cadeias produtivas estratégicas paraenses, no tocante ao que versa o Programa Inova Pará. A BEI se mostra como um instrumento de gestão novo e flexível. Dessa forma, a bolsa será concedida ao pesquisador público ou prestador de serviço de Instituição Científica e Tecnológica (ICT), sediada no Pará, que tenha qualificação e disponibilidade compatíveis às atividades previstas como objeto da referida bolsa.

Por Fernanda Graim

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Concluintes de cursos do Pará Profissional recebem certificação em Belém

qua, 04/04/2018 - 16:43
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“Eu ajudava a minha avó, que cultiva e vende plantas por um valor simbólico, então resolvi fazer o curso para conhecer mais sobre a parte técnica. Agora eu vou produzir plantas melhores, em uma escala maior, e pretendo trabalhar com paisagismo”. O depoimento e os planos são do técnico em Administração Gleysson Rodrigues, que como muitos precisou enfrentar o desemprego em tempos de crise. Após a conclusão do curso de “Produção de flores de corte, flores de vaso e plantas ornamentais”, ele já planeja se juntar a alguns colegas de sala e montar o próprio negócio. Além da turma de Gleysson, os alunos dos cursos de “Agricultura orgânica” e “Processamento de frutas” também receberam os certificados de conclusão de curso na manhã desta quarta-feira (6), no auditório da Casa Civil, em Belém.

Os cursos de qualificação foram realizados pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e pelo Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC), por meio do Programa Pará Profissional, executado em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural no Pará (Emater) e Fundo Ver-o-Sol, da Prefeitura de Belém.

Ao todo, 64 pessoas foram certificadas. Na ocasião, a continuidade da parceria foi garantida pela assinatura, entre Sectet e NAC, do Termo de Execução Descentralizada, tendo como objeto a transferência de crédito orçamentário para viabilizar a oferta de cursos de qualificação profissional e tecnológica em nível de formação inicial, no sentido promover ações de qualificação de trabalhadores de Organizações da Sociedade Civil (OSC) para inserção no mercado de trabalho.

Na oportunidade, o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, explicou que, dessa forma, o Programa Pará Profissional consegue atender às diretrizes da política de geração de emprego e renda do Estado, para o combate à pobreza. “O NAC é um núcleo voltado para a inclusão social e cidadania daquela parcela da população considerada mais vulnerável, e o Pará Profissional veio para atender as necessidades de um dos principais programas do governo, o Pará Social e, no âmbito do setor produtivo, ele cobre todas as demandas de formação. Por isso é importante que ele seja assimilado não como um programa da Sectet, mas como um instrumento de que os outros órgãos podem se utilizar, assim como a própria sociedade”, enfatizou.

A diretora geral do NAC, Daniele Khayat, comemorou a continuidade da parceria e destacou a vantagem que a flexibilidade na contratação de instrutores, possibilitada pelo Pará Profissional e instituída na Lei que rege o Programa, oferece. “Podemos atender melhor as necessidades do mercado paraense. O NAC tem uma responsabilidade de articulação nos três setores e a criação do Pará Profissional nos ajudou a melhorar a relação com a sociedade e com esses três setores. Conseguimos alcançar, por meio do Programa, muito mais pessoas por causa da flexibilidade na contratação de instrutores específicos para qualificação de mão de obra."

Outra novidade divulgada foi a de que os concluintes dos cursos passam a fezer parte do banco de cadastro do Portal do Trabalhador da Prefeitura de Belém. “Estamos com uma expectativa muito grande, porque as empresas reclamam da falta de mão de obra qualificada, e essa parceria vai aumentar o banco de cadastro com candidatos que já possuem essa qualificação profissional que o mercado está exigindo”, comemorou o representante do portal, Carlos Magno Filho.

Pará Profissional - O Programa, amparado pela Lei no. 8.427, de 16 de novembro de 2016, é um dos instrumentos de combate à desigualdade por meio da qualificação profissional da mão de obra local. Ele é executado de maneira a atender as demandas condizentes com as necessidades das cadeias produtivas de cada município ou região, o que o torna mais eficaz no sentido da geração de emprego e renda à população. Os resultados do Programa Pará Profissional, do final de 2016 até o presente momento, apontam para a certificação de cerca de 1.500 pessoas.

Por Fernanda Graim

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Sectet leva estudantes e professores à fábrica de chocolate

qua, 04/04/2018 - 16:41
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Um grupo de estudantes e professores dos cursos de Engenharia Agronômica, do campus de Altamira da Universidade Federal do Pará (UFPA), e do curso técnico em Administração do Instituto Federal do Pará (IFPA) visitaram nesta quarta-feira (06) a fábrica de chocolate da empresa Cacauway, localizada no município de Medicilândia, no oeste paraense. A atividade integra a “Semana do empreendedorismo inovador para a cadeia produtiva do cacau”, uma iniciativa da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) para disseminar a cultura do empreendedorismo, da tecnologia e da inovação na Região de Integração do Xingu.

A Cacauway surgiu em 2010, a partir da união de agricultores familiares, e hoje desponta como uma das mais importantes fábricas de chocolate da Região Norte. A empresa utiliza dos frutos às folhas do cacaueiro, produzindo amêndoa torrada “in natura”, chocolate em pó, barras, trufas, licores, geleias e peças artesanais. Os visitantes conheceram as etapas da linha de fabricação e participaram da degustação de produtos da empresa.

“É a primeira vez que venho à fábrica e fiquei muito feliz em saber os detalhes da fabricação dos chocolates. É gratificante saber que, na nossa região, temos produtos de boa qualidade, com grande potencial para ganhar mercados internacionais”, disse a estudante Mauricéia Medeiros, da UFPA.

Incubadora - A “Semana do empreendedorismo inovador” celebra o início da implantação da Incubadora de Empresas do Xingu, que será instalada no campus de Altamira da UFPA. “Os estudantes que hoje visitaram a fábrica são fundamentais no projeto da incubadora, pois serão os bolsistas das empresas incubadas e os futuros empresários da região”, afirmou o professor Rainério da Silva, do curso de Engenharia Agronômica.

À tarde, o evento continuou com a oficina sobre os processos para incubar uma empresa, ministrada pelo especialista e técnico da Sectet Wander Oliveira, seguida por depoimentos dos parceiros e participantes da semana sobre a futura incubadora do Xingu. “Sempre houve um sonho de industrializar o cacau aqui na região. A incubadora é um mecanismo interessante na concretização desse anseio, pois fará com que pequenos produtores produzam produtos diferenciados no mercado”, informou Alino Bis, assessor técnico da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac).

Resultados - A secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enríquez, avaliou de forma positiva os resultados obtidos no evento para a implantação da incubadora. “O sucesso de uma incubadora está nas parcerias e no trabalho em rede. Esse evento é fundamental para dar início a tudo isso. A incubadora será um importante mecanismo para agregar a cultura da inovação à cadeia produtiva do cacau, que já possui iniciativas brilhantes, mas sem apoio técnico, científico e governamental para alavancar esses projetos e melhorar o cenário da indústria cacaueira na região”, ressaltou a secretária.

O evento contou com o patrocínio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PA) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), e o apoio do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRS-X), do Sindicato dos Produtores Rurais de Altamira (Siralta); da Ceplac; da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater); da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap); da Agência de Inovação Tecnológica da Universidade Federal do Pará (Universitec-UFPA).

Por Igor de Souza

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Seminário celebra início da implantação da Incubadora de Empresas do Xingu

qua, 04/04/2018 - 16:38
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Mais de 94% da produção de cacau no Pará está localizada na região do Xingu. Os municípios de Medicilândia, Uruará, Placas e Altamira são os maiores produtores. Porém, a região ainda concentra seus esforços apenas na produção e exportação das amêndoas do cacau, com pouco estímulo à agregação de valor e à inovação na cadeia produtiva. Para tentar mudar esse cenário, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) organizou a “Semana do empreendedorismo inovador para a cadeia produtiva do cacau”, que ocorre até amanhã, 6, na sede do Sindicato dos Produtores Rurais de Altamira (Siralta).

O evento, que reúne estudantes, empresários, agricultores e gestores públicos, celebra o início da implantação da Incubadora de Empresas do Xingu, que será instalada no Campus de Altamira da Universidade Federal do Pará (UFPA). O projeto é uma idealização da Sectet e conta com a parceria do Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará (Funcacau), da UFPA e do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX).

“Queremos sensibilizar a sociedade sobre a importância do empreendedorismo inovador e da Incubadora, que tem o objetivo de alavancar ideias inovadoras e contribuir, substancialmente, para alavancar a cadeia produtiva regional, particularmente a do cacau. A sua implantação vai ao encontro da criação de ambientes regionais de inovação pelo Pará, que é a principal meta do Programa Inova Pará, da Sectet, para estimular a agregação de valor nas cadeias produtivas estratégicas do Estado”, explica a secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enríquez.

A ideia de uma incubadora é a de estimular a criação e o desenvolvimento de micro e pequenas empresas industriais ou de prestação de serviços por meio da formação complementar do empreendedor em seus aspectos técnicos e gerenciais, além de facilitar e agilizar o processo de inovação tecnológica.

A Incubadora do Xingu terá seis módulos voltados para empresas residentes, que serão selecionadas via chamada pública. Outras empresas não residentes podem usufruir dos espaços compartilhados da Incubadora e ter acesso à capacitação sobre aspectos administrativos, financeiros e jurídicos do mundo empresarial e acesso a laboratórios e bibliotecas.

Programação - O evento iniciou com a apresentação sobre o cenário da cadeia produtiva do cacau na região do Xingu, feita pelo coordenador regional da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Paulo Henrique Fernandes dos Santos. “A indústria cacaueira é uma atividade bastante rentável no estado e possui valores de sustentabilidade muito grande, porém, os produtores ainda estão usando esse apelo a seu favor”, afirma o coordenador.

Um dos participantes do evento, o empresário Hélido Trevisan, de 68 anos, iniciou suas atividades agrícolas aos 18 anos, quando não havia a preocupação com práticas sustentáveis como hoje. “Fiz o reflorestamento do meu sítio para ser bem visto no mercado, que exige esse tipo de iniciativa. Acredito que a implantação da Incubadora fará com que busquemos sempre o melhor para o mercado e para o consumidor, e ela certamente ajudará a sustentar ideias que se perdem pelo caminho pela falta de conhecimento dos empresários”, espera Hélido.

A programação do evento no primeiro dia contou, ainda, com palestras sobre certificação UTZ, sobre as linhas de crédito para agricultores, apresentadas pelo superintendente regional do Banco da Amazônia, Edson Ribeiro, sobre casos de empresas incubadas, além de oficinas sobre empreendedorismo de impacto e processo de formação de startups.

Nesta quarta-feira, 6, a programação continua com uma visita à fábrica da Cacauway e com uma oficina sobre os processos de incubação de empresas. O evento conta com o patrocínio do Sebrae-Pa e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar); e com o apoio do PDRSX, do Siralta, da Ceplac, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater-Pará), da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) e da Agência de Inovação Tecnológica da UFPA (Universitec-UFPA). Para conferir a programação completa do evento, acesse: www.sectet.pa.gov.br.

Por Igor de Souza

 

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