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Atualizado: 2 horas 7 minutos atrás

Início das obras do Museu de Ciência da Amazônia

sex, 06/04/2018 - 16:30
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Início das obras do Museu de Ciência da Amazônia, em Belterra.

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Inauguração do prédio do Espaço Empreendedor

sex, 06/04/2018 - 16:25
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Inauguração do Espaço Empreendedor no Parque de Ciência e Tecnologia.

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Representantes da Finep visitam o Pará a fim de viabilizar escritório regional no estado

sex, 06/04/2018 - 16:14
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O titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Alex Fiúza de Mello; a adjunta do órgão, Maria Amélia Enríquez; e os diretores das áreas técnicas, Luís Blasques e Marco Antônio Lima, reuniram-se, na manhã desta terça-feira (27), com representantes da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública brasileira de fomento à ciência, tecnologia e inovação, Ronaldo Camargo e André Godoy, que estiveram em Belém no intuito de recolher informações e realizar visitas a fim de viabilizar a instalação de um escritório regional da agência no Pará.

A Finep se define como uma agência pública de inteligência, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Ela atua com a missão de promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil, por meio do fomento público à Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas. Durante a reunião, o diretor da área financeira, de crédito e captação da Finep, Ronaldo Camargo, explicou que a agência vem atuando mais próxima aos estados de cada região do país, por meio dos escritórios regionais.

Na oportunidade, o titular da Sectet apresentou o Sistema Paraense de Inovação. Segundo ele, o sistema é a base para que a Amazônia possa realizar um avanço civilizatório, passando de uma economia extrativista para uma economia do conhecimento, mais moderna e ancorada no desenvolvimento científico, tecnológico e na inovação, com atenção particular ao uso inteligente e sustentável dos ricos recursos naturais renováveis disponíveis na região amazônica.

O secretário destacou que, para a materialização de um sistema como esse, são necessários padrões institucionais adequados, bem consolidados, os quais podem se resumir em: legislação e normas inovadoras; novas estruturas de suporte à ação coletiva; novas estratégias de gestão e governança e fontes alternativas e permanentes de financiamento.

A construção desses padrões vem norteando o trabalho desenvolvido pela Sectet, o que se consolida, por exemplo, com a Lei Estadual de Inovação; os incentivos fiscais destinados ao investimento em pesquisa e inovação; o Decreto de Subvenção Econômica; o financiamento de programas de pós-graduação; as bolsas de qualificação (iniciação científica, mestrado e doutorado); o financiamento da pesquisa; o financiamento de eventos acadêmicos; os Programas NavegaPará, Pará Profissional, TecSocial, Inova Pará e BioPará; o Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá; os ambientes de inovação; os sistemas regionais de inovação; o Observatório Paraense de Ciência e Tecnologia; o Boletim Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação; as bolsas de estímulo à inovação; dentre outras ações.

Diante do cenário apresentado, o diretor da Finep explicou a escolha do estado para abrigar o escritório regional da empresa. “Para nós, o Pará está claramente à frente, na região, nas questões que envolvem CT&I, usamos a lógica técnica para decidir”, revelou. Durante a estadia na capital paraense, já na tarde desta segunda-feira (26), os representantes da agência estiveram no PCT Guamá para conhecer as instalações do recém-inaugurado Espaço Empreendedor e avaliar a possibilidade de instalação do escritório regional naquele prédio. O processo conta com o apoio de Helenilson Pontes, ex-vice governador do Pará, e do deputado federal Joaquim Passarinho.

Por Fernanda Graim

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Governo certifica 120 de alunos do Programa Pará Profissional em Belém e Marituba

sex, 06/04/2018 - 16:00
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Alunos de três cursos promovidos pelo Programa Pará Profissional, na unidade executora do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) foram certificados pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em Belém, no dia 22. Na sexta-feira (23), 74 serão certificados, no município de Marituba.

Na capital, um total de 46 alunos foram certificados, sendo 13 concluintes do curso de “Confeiteiro”; 17 da turma de “Serviços de Garçom e Garçonete”; e 16 do curso de “Assistente de Logística Portuária”.

Um dos alunos certificados foi Ricelma Martins, que frequentou o curso de Confeiteiro. Para ela, essa foi à primeira chance de se profissionalizar. “Vi que era uma oportunidade para aprender e sair da zona de conforto. Já tinha curiosidade, aprofundei meus conhecimentos, além disso, os professores são ótimos. Agora com a conclusão do curso, tenho todo o suporte para ingressar no mercado de maneira profissional. Esse curso é uma oportunidade única. Vale a pena”, recomendou a concluinte.

Além da qualificação, o Programa Pará Profissional permite aos concluintes dos cursos, o encaminhamento para o mercado de trabalho, por meio da parceria com a Prefeitura de Belém (Secretaria Municipal de Economia - Secon e Portal do Trabalhador). Por isso, representantes desses órgãos estiveram presentes na cerimônia de certificação, juntamente com representantes do Senac

Na ocasião, o subcoordenador da Secon, Mauro Dalton ressaltou a importância da parceria com o Governo Pará, por meio da Sectet. “Hoje o mercado exige muito a qualificação profissional que não tínhamos e, agora, por intermédio do Estado, junto à Prefeitura, conseguimos profissionais qualificados para o mercado de trabalho. A vantagem desse certificado é o respaldo que o profissional tem para apresentar às empresas e os concluintes desses cursos podem oferecer isso”, concluiu.

Marituba

Na sexta-feira (23), a Sectet certificou mais 74 concluintes de três cursos do Pará Profissional realizados no município de Marituba, sendo 22 da turma de “Serviço de Garçom e Garçonete”; 21 do curso de “Assistente Administrativo”; e 14 alunos da turma de “Auxiliar de Transporte, Movimentação e Distribuição de Cargas”; que tiveram o Senac como unidade executora. Além desses, 17 concluintes do curso de “Agricultor Florestal”, executado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), também receberam os certificados.

Programa

O Pará Profissional, instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, é descrito como um dos principais instrumentos de superação das desigualdades inter-regionais, com a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica nas diversas modalidades a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento no Estado.

O Programa amplia e flexibiliza a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica em todo o estado, levando em consideração as demandas sociais existentes, as vocações produtivas regionais e a necessidade de se criar maiores oportunidades de emprego e renda.

Colaboração: Maryane Brito
Por Fernanda Graim

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Ciência e Investimento

sex, 06/04/2018 - 15:56
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Concluintes de cursos do Pará Profissional são certificados em Belém

sex, 06/04/2018 - 15:53
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Na manhã desta quinta-feira (15), foram certificados 33 concluintes de dois cursos realizados em Belém, no âmbito do Programa Pará Profissional, coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), tendo o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) como unidade executora.

Durante a cerimônia, a secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enríquez, explicou o papel do Estado no sentido de garantir oportunidade de que a população se qualifique. “Nosso trabalho é fazer com que o conhecimento esteja na vida de vocês e se traduza em melhoria de renda e qualidade de vida. O programa foi criado no intuito de aproximar os trabalhadores das reais demandas do mercado”, explicou.

Os cursos foram voltados para atender as demandas de empresas que atuam no setor de distribuição de energia elétrica, as quais possuem dificuldades para encontrar profissionais com essas qualificações. Dessa forma, 16 alunos participaram do curso de “Operador de Guindaste Veicular”, com carga de 160 horas, e 17 alunos da turma de “Eletricista de Linhas Elétricas de Alta e Baixa Tensão”, com 208 horas. As turmas iniciaram em dezembro de 2017 e terminaram no final de fevereiro deste ano.

A aluna do curso de “Operador de Guindaste Veicular”, Larissa Muniz, que está desempregada, conta que aproveitou o tempo livre para se qualificar e se aperfeiçoar. Para ela, que foi uma das duas únicas mulheres da turma, o curso oferecido pelo programa Pará Profissional foi uma excelente oportunidade. “Eu já tinha interesse na operação de guindaste, devido a minha experiência na área de transporte com caminhão guincho, então a oportunidade foi excelente. A perspectiva é começar o próximo mês já com a carteira assinada”, prevê Larissa.

Além da qualificação, o Programa Pará Profissional permite que os concluintes dos dois cursos sejam encaminhados para o mercado de trabalho, já que possui uma parceria com a Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Economia e Portal do Trabalhador.

Representantes desses órgãos estiveram presentes na cerimônia de certificação, juntamente com representantes da empresa de engenharia Dínamo, outra parceira na realização dos cursos. De acordo com a gerente de recursos humanos da empresa, Maria Luíza Ribas, todos os concluintes participarão de entrevista de emprego na Dínamo e o curso do Pará Profissional é considerado um grande diferencial durante a seleção.

“É bom saber que abriremos as portas para profissionais dos quais conhecemos a formação, saber que estamos colocando, em nosso quadro, profissionais capacitados. Essa parceria nos dá uma segurança muito grande”, relatou a gerente.

O Programa

O Pará Profissional, instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, é descrito como um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais, com a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica nas diversas modalidades, a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento no Estado.

O programa oferta cursos de educação profissional e tecnológica em todo o estado, levando em consideração as demandas sociais existentes, as vocações produtivas regionais e a necessidade de se criar maiores oportunidades de emprego e renda.

A Sectet está com inscrições abertas para 180 vagas de cursos do Pará Profissional. Ao todo são três capacitações que ocorrerão nos meses de março, abril e maio deste ano, nos municípios de Belém, Acará e Anajás. Todas possuem caráter teórico-prático e são dirigidas para apoiar atividades dos setores da agricultura, da construção civil e do comércio de bens, serviços e turismo.

Em Belém, o curso ofertado é o de “Turismo religioso: aperfeiçoamento e instrutoria dos guias de turismo em manifestações católicas”; Na cidade de Acará, o curso ofertado é o de “Técnicas para boa leitura e interpretação de projetos na construção civil”; Por fim, na cidade de Anajás, a capacitação ofertada é a de “Boas práticas para o manejo da borracha nativa com técnicas de transformação do látex em artesanato – manejo e projeto de inclusão produtiva”.

Serviço: As inscrições para os novos cursos do Pará Profissional podem ser realizadas em http://cursos.sectet.pa.gov.br/.

Por Fernanda Graim

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Solenidade marca início das obras do Museu de Ciências da Amazônia, em Belterra

sex, 06/04/2018 - 15:50
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Nesta terça-feira (13), a partir das 10h30, ocorrerá a solenidade que marca o início das obras de restauração e implantação do primeiro Museu de Ciências da Amazônia (MuCA), localizado no município de Belterra. A iniciativa é do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com a Prefeitura de Belterra, com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com a Organização de Desenvolvimento Cultural e Preservação Ambiental (AmaBrasil). O objetivo do Museu é o de incentivar o patrimônio histórico da região, já que ele foi construído na área da antiga Vila Americana de Belterra, e levar a educação empreendedora e científica para a região, fomentando, assim, o turismo nessa localidade.

“Quem vive na floresta é quem mais precisa ter acesso ao conhecimento e as oportunidades que a biodiversidade tem. Levar educação empreendedora e cientifica para a Amazônia tem um significado muito transformador. Essa é a principal contribuição, depois vem as questões da economia do turismo pelo fato de estarmos recuperando uma cidade americana no meio da Amazônia”, destacou o titular da Sectet, Alex Fiuza de Melo.

O investimento total do Museu é de R$ 17,6 milhões, sendo R$ 10,5 milhões financiados pelo BNDES para contemplar a restauração das duas caixas d’agua históricas e do Hospital Henry Ford, que abrigará o Museu, e o restante financiado pela Sectet para a recuperação do sistema de abastecimento de água de Belterra e para a manutenção do MuCA.

O Museu irá contar com dois laboratórios, duas áreas expositivas, um cinema com auditório de 60 lugares, coleção natural de espécies da Amazônia e área educativa e administrativa. O Instituto Butantan, um parceiro no projeto, irá deslocar seu quadro de pesquisadores e técnicos para apoiar as atividades museológicas e educativas. Já a Fundação Getúlio Vargas entrará como parceiro para desenvolver a educação empreendedora com foco na bioeconomia.

Fonte: RG 15/O Impacto e Maryane Brito (Ascom/Sectet)

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Começa implantação do Museu de Ciências da Amazônia

sex, 06/04/2018 - 15:47
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Belterra, na região do Baixo Amazonas, prepara-se para ganhar o primeiro Museu de Ciências da Amazônia (MuCA). A iniciativa é do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com a Prefeitura de Belterra, o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Organização de Desenvolvimento Cultural e Preservação Ambiental AmaBrasil.

Nesta terça-feira (13), uma solenidade que contou com a participação do titular da Sectet, Alex Fiúza de Melo; do secretário regional de Governo, Olavo das Neves; do prefeito em exercício de Belterra, Davirley Sampaio; do coordenador da AmaBrasil, Luiz Moura, além de outras autoridades políticas e da população marcou o início das obras de restauro do hospital desativado onde será erguido o museu.

De acordo com a Sectet, o Museu de Ciências da Amazônia tem a finalidade de incentivar o patrimônio histórico da região, já que ele foi construído na área da antiga Vila Americana, além de fomentar a qualificação e capacitação profissional dos próprios habitantes de Belterra, que irão de se apropriar deste equipamento.

Para o titular da Sectet, Alex Fiúza de Melo, a instalação do Museu vai impulsionar o polo turístico do Tapajós, em especial o município de Belterra, e gerar novas possibilidades, por meio do turismo científico e da educação empreendedora. "O museu tem por objetivo ser um centro de disseminação de valores da cultura científica da região. Por isso, Belterra também ganha em ações por meio do turismo e também do turismo científico", argumenta o secretário.

O coordenador da Organização de Desenvolvimento Cultural e Preservação Ambiental Ama Brasil, Luiz Moura, informou que o desenvolvimento do projeto prevê a inclusão de duas mil crianças e jovens participando de atividades de fomento à educação empreendedora.

O investimento total do Museu é de R$ 17,6 milhões, sendo R$ 10,5 milhões financiados pelo BNDES, que incluem a restauração das duas caixas d'água e do Hospital Henry Ford, que abrigará o museu, e o restante é financiado pela Sectet para a recuperação do sistema de abastecimento de água de Belterra e para a manutenção do MuCA.

O museu será composto por dois laboratórios, duas áreas expositivas, um cinema com auditório de 60 lugares, coleção natural de espécies da Amazônia e área educativa e administrativa. O Instituto Butantan, um dos parceiros do projeto, irá deslocar seu quadro de pesquisadores e técnicos para apoiar as atividades museológicas e educativas. Já a Fundação Getúlio Vargas entrará como parceiro para desenvolver a educação empreendedora com foco na bioeconomia.

Com informações de Ascom/Sectet

Por Samuel Alvarenga

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Abertas 180 vagas para curso de qualificação

sex, 06/04/2018 - 15:43
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Programa Pará Profissional certifica concluintes de cursos

qui, 05/04/2018 - 16:54
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Alunos do curso de “Técnicas de gestão de resíduos sólidos” e de “Boas práticas higiênico sanitárias dos alimentos” foram certificados pelo Programa Pará Profissional. Ao todo, 32 concluintes estiveram presentes na cerimônia, que ocorreu no auditório da Casa Civil, na quinta-feira (28).

O Programa Pará Profissional é um dos instrumentos utilizados no combate à desigualdade inter-regional no Estado, por meio da qualificação profissional da mão de obra local. Coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), o programa é amparado pela Lei 8.427, de 16 de novembro de 2016.

As ofertas de cursos são feitas de acordo com as demandas vindas dos setores produtivos de cada região do estado, mediante oficinas, reuniões e solicitações diretas das prefeituras.

Uma das alunas certificadas pelo programa é Nádia Luz, 37 anos, que faz parte do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) e integrante da Cooperativa Visão Pioneira, do distrito de Icoraci, criada há 7 anos.

Essa foi a primeira vez que Nádia participou de um curso sobre resíduos sólidos e se disse feliz pela oportunidade. “O curso foi muito bom. Nós só tínhamos a prática, mas agora aprendemos também a parte técnica e teórica. Com esse aprendizado, passamos a ter noção da importância dessa questão dos resíduos sólidos para a natureza”, disse.

No curso, ela também aprendeu o quanto seu trabalho é importante. “Pude ver que, com o que fazemos, ajudamos a natureza e ainda conseguimos ter uma renda. Hoje a nossa cooperativa conta com 70 pessoas e conseguimos ter um rendimento de cerca de R$ 150, por semana para cada integrante”, disse Nádia Luz, que também aprendeu no curso a fazer sabão, a partir de óleo usado.

A entrega dos certificados foi feita pelo Governo do Pará, por meio do Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC) e da Sectet, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Dentre os alunos certificados, 25 foram do curso de “Técnicas de gestão de resíduos sólidos” e 7 do curso “Boas práticas higiênico sanitárias dos alimentos”. Além dos certificados, eles também participaram de uma palestra promovida pelo CredCidadão, órgão do governo que garante recursos para microempreendedores iniciarem ou expandirem seus negócios. As verbas destinadas a esse investimento variam entre dois e cinco mil reais. Mais informações sobre o CredCidadão podem ser obtidas no site: www.credcidadao.pa.gov.br.

Participaram da cerimônia de certificação, a diretora geral do NAC, Daniele Khayat; o representante do Senai, José Carlos; o professor dos cursos ministrados, Thiago Tavares; além da coordenadora de qualificação profissional da Sectet, Sônia Mendes.

Colaboração: Ruan Moraes

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Governo do Pará certifica mais de 450 alunos do Pará Profissional

qui, 05/04/2018 - 16:52
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O Governo do Pará, por meio da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Tecnológica (Sectet), certificou mais de 450 concluintes de cursos realizados no âmbito do programa Pará Profissional nos municípios de Barcarena e Breves, na quinta-feira (22), e em Óbidos, nesta sexta-feira (23). Em Barcarena, os cursos tiveram Senac, Senar e Senai como unidades executoras. No caso de Breves e Óbidos, o executor foi somente o Senac local.

Instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, o Pará Profissional é um dos principais instrumentos de superação das desigualdades inter-regionais, com a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica nas diversas modalidades a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento no Estado. A coordenação do programa foi determinada à Sectet.

O Programa foi lançado oficialmente em Barcarena durante a cerimônia de certificação, firmando parceria com a Prefeitura, por intermédio da Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego (Semute). “O governo municipal resolveu fazer um trabalho intenso de capacitação de trabalhadores”, explicou o prefeito de Barcarena, Antônio Carlos Vilaça.

Para o produtor de açaí José Maria Dias, que foi aluno do Pará Profissional, o curso foi bastante proveitoso. Para ele, o programa contribuiu para que pudesse aprimorar o que já sabia em relação ao cultivo do fruto. O produtor participou do curso de Açaicultor e foi um dos agraciados com o certificado. Os cursos já realizados, no município, tiveram apoio da empresa Hydro.

Marajó - Em Breves, o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, entregou os certificados aos concluintes das turmas de Serviços de Garçom e Garçonete e Camareira – Técnicas de Limpeza e Arrumação. A cerimônia foi realizada durante a assinatura do Termo de Cooperação Técnica com a Prefeitura Municipal. O documento tem objetivo de garantir a realização de ações conjuntas para o avanço de processos inovadores e de tecnologias por meio de atividades pautadas na ciência, na tecnologia e na educação profissional no intuito de contribuir para a solução de gargalos socioeconômicos e ambientais, além de garantir recursos humanos qualificados para as atividades produtivas do município.

Baixo Amazonas - Já a cerimônia de entrega de certificados em Óbidos, ocorreu dentro da programação do Fórum de Desenvolvimento Municipal, organizado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Municipal (Semdes). Foram certificados alunos das turmas de Garçom e Garçonete, Camareira e Técnicas de Atendimento e Recepção. O evento contou ainda com a presença da Associação Comercial de Óbidos, com vários agentes de desenvolvimento da região local e Semdes.

Ainda nesta sexta-feira (23), serão certificados 68 concluintes de cursos de quatro turmas do Pará Profissional realizados em Santarém, tendo o também o Senac como unidade executora e apoio da Casa Brasil.

* Com informações da Ascom/Prefeitura de Barcarena

Por Fernanda Graim

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Novo Centro de Estudos Avançados da Biodiversidade - BioCentro

qui, 05/04/2018 - 16:35
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Inauguração do Centro de Estudos Avançados da Biodiversidade - BioCentro.

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Inscrições de cursos de empreendedorismo

qui, 05/04/2018 - 16:33
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Inscrições de cursos do Pará Profissional na área do comércio e empreendedorismo.

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BioTec-Amazônia vai integrar Espaço Empreendedor do PCT Guamá

qui, 05/04/2018 - 16:25
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A Organização Social Associação BioTec-Amazônia, gerenciadora do programa paraense de incentivo ao uso sustentável da biodiversidade amazônica, o BioPará, formalizou o contrato de locação de quatro módulos do Espaço Empreendedor, um novo prédio, previsto para ser inaugurado no próximo dia 09 de março, para abrigar empresas nascentes de base tecnológica no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá - PCT Guamá, em Belém.

A formalização ocorreu após a visita de gestores e consultores da BioTec-Amazônia ao Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, na quarta-feira (21). Organizada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), a visita também contou com as presenças de técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Pela manhã, membros da Associação foram recebidos no Laboratório da Qualidade de Leite da Região Norte, pela coordenadora, Luiza Helena Meller, que apresentou detalhes das pesquisas e serviços oferecidos pelo laboratório e seu potencial para o melhoramento e a verticalização da cadeia leiteira no Estado.

Guamá Business - À tarde, a comitiva foi recepcionada no auditório do prédio Espaço Inovação pelo diretor-presidente do Parque, Antônio Abelém, que apresentou o modelo de gestão, a infraestrutura e os serviços do programa de desenvolvimento Guamá Business.

Após a assinatura do contrato, todos os presentes seguiram para o Laboratório de Óleos da Amazônia, para conferir os estudos conduzidos e os principais serviços ofertados pelos pesquisadores.

Em seguida, conheceram o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, Automação e Eletrônica (Lasse), da Universidade Federal do Pará (UFPA), e o Laboratório de Engenharia Biológica (Engebio/UFPA), além do Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA), onde viram os serviços que possibilitam o controle de qualidade e o desenvolvimento de ingredientes nutricionais e bioativos.

O CVACBA é líder nesta área, tanto no domínio das tecnologias quanto na descoberta e criação de novos produtos, e ainda no estabelecimento de padrões de qualidade para atender requisitos legais.

Para o diretor Antônio Abelém, “a articulação com a BioTec-Amazônia tem um papel estratégico na atração de empreendimentos de grande porte, na área de biodiversidade, para o Estado do Pará, em especial para o PCT Guamá”.

Competência internacional - Em sua segunda visita ao Parque de Ciência e Tecnologia, o diretor-presidente da Associação BioTec-Amazônia, professor José Seixas Lourenço, avaliou como positivo o crescimento do parque e o alto nível dos laboratórios de P&D (pesquisa e desenvolvimento). “O que vimos aqui, sem dúvida nenhuma, são laboratórios de competência nacional e internacional. O Parque e o Governo do Pará estão de parabéns pelas ações desenvolvidas e pelos recursos investidos em um ambiente tão favorável à sistematização entre pesquisa, inovação e o segmento empresarial. Ressaltamos a alegria de poder nos instalar no Espaço Empreendedor, e por essa importante parceria”, afirmou Seixas Lourenço.

O prédio Espaço Empreendedor tem aproximadamente 3.500 metros quadrados de área interna, e recebeu investimentos superiores a R$ 11 milhões. O prédio abriga 36 salas, que variam de 36 a 100 m², ideais para a instalação de pequenos e médios empreendimentos.

O prédio Espaço Empreendedor tem aproximadamente 3.500 metros quadrados de área interna, e recebeu investimentos superiores a R$ 11 milhões. O prédio abriga 36 salas, que variam de 36 a 100 m², ideais para a instalação de pequenos e médios empreendimentos.

Por Karina Martins

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Sectet participa da 1ª Mostra de Bio-Invenções da Amazônia

qui, 05/04/2018 - 16:23
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Representantes da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) participaram, na manhã desta quinta-feira (22), da 1ª Mostra de Bio-Invenções - Caminhos para a Inovação na Amazônia, realizada pela Organização Social BioTec-Amazônia. O evento reuniu ainda pesquisadores, setor produtivo e empresarial, com o objetivo de divulgar pesquisas e projetos que aplicam o uso da biodiversidade da região de forma sustentável.

“Este é um evento de grande significado para todos nós. Juntamos invenções muito interessantes que podem gerar patentes, além de se transformarem em produtos e processos”, destacou o diretor-presidente da BioTec-Amazônia, José Seixas Lourenço.

O pesquisador Carlomagno Bahia compartilha da mesma opinião. “Eventos são muito importantes para que possamos expor nossos produtos e trabalhos e acessar, efetivamente, as cadeias produtivas e as áreas de investimento. Isso é fundamental para a sobrevivência do que a gente faz atualmente na Amazônia”, ressaltou.

“Hoje em dia, só se evolui em rede, não dá pra falar que a empresa, a indústria ou a pesquisa vão trabalhar sozinhas, isoladas. Isso já não funciona. Então, esse é um contato fundamental para que sejam criadas pontes, para que sejam criados laços, e haja um diálogo entre grupos distintos para um caminho único em que todos ganham”, complementou a gerente de Pesquisa em Desenvolvimento da Agropalma, Isabel Manso.

A 1ª Mostra de Bio-Invenções faz parte da programação da reunião de alinhamento realizada pela BioTec-Amazônia que, ao longo da semana, mobilizou sua equipe, servidores da Sectet e consultores, com o objetivo de ajustar as informações a respeito do trabalho a ser desenvolvido pela organização social.

Sustentabilidade - A BioTec-Amazônia foi selecionada, no final de 2017, por meio de edital de chamamento público, para gerir o programa paraense de incentivo ao uso sustentável da biodiversidade amazônica, o BioPará. Considera-se “gestão do BioPará” um sistema inteligente de governança, voltado ao estímulo e apoio ao planejamento e desenvolvimento de uma economia dinâmica, fundada no uso sustentável da biodiversidade, com a devida e adequada base científica e tecnológica.

“Um dos objetivos e metas do plano de trabalho que nos foi apresentado era fazer com que essa organização se desenvolvesse internamente, gerando uma compreensão profunda do Programa BioPará, pelo qual a OS foi contratada pela Secretaria. Então, ela está fazendo uma imersão com sua equipe, e acordamos que alguns servidores da Sectet também viriam para que haja um entrosamento, a fim de internalizar não só os valores, como os objetivos do Programa”, explicou o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello.

O Programa BioPará é uma ferramenta que norteia a elaboração de políticas públicas voltadas à agregação de valor às cadeias produtivas da biodiversidade estadual e regional, por meio de pesquisa e desenvolvimento e de prospecção de negócios inovadores no setor.

Por Fernanda Graim

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Inaugurado primeiro Centro de Estudos Avançados da Biodiversidade da Região Norte

qui, 05/04/2018 - 16:19
Informações: 

O primeiro Centro de Estudos Avançados da Biodiversidade da Região Norte do País surge com o objetivo de fortalecer a infraestrutura de pesquisa relacionada ao estudo da biodiversidade, reunindo grupos de pesquisadores da Universidade Federal do Pará. Localizado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, em Belém, o empreendimento passa a funcionar, oficialmente, a partir desta quarta-feira, dia 21 de fevereiro. A cerimônia de inauguração reuniu representantes da Administração Superior da UFPA, do governo do Estado, do BNDES, bem como pesquisadores, alunos e técnicos da Universidade.

O CEABIO faz parte do Projeto Biodiversidade, coordenado pelo Instituto de Ciências Biológicas da UFPA. O empreendimento foi construído em uma área de 2 mil m², com investimentos de cerca R$ 856.000,00 da UFPA e o repasse de R$ 3.333.270,00 do Fundo Amazônia, um programa administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Além das pesquisas, o Centro prestará serviços mercadológicos nas áreas da saúde, fitoterápicos, cosméticos e dermocosméticos, bem como serviços tecnológicos para empresas que precisem ampliar suas pesquisas e colocar produtos de alto valor agregado, no mercado nacional e internacional.

“Os estudos irão contribuir para a preservação da floresta Amazônica em pé, bem como para a compreensão da diversidade biológica na Amazônia brasileira. Pretende-se ainda gerar, sistematizar e difundir conhecimento científico e tecnológico nas Ciências da Vida e áreas afins, integrando-os aos saberes tradicionais, além de fornecermos subsídios para elaboração de políticas públicas voltadas à conservação do Bioma amazônico, dentre outras ações”, explica o coordenador do CEABIO, Julio Cezar Pieczarka.

O projeto também visa viabilizar meios de garantir capacitação e formação de empreendedores biotecnólogos a fim de reforçar a geração de inovação no ambiente da Universidade e transferí-los para o mercado.

Neste sentido, o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (SECTET), Aléx Fiúza de Melo, ressalta o potencial da biodiversidade da região para a produção de princípios ativos, de banco genético, capazes de alavancar a economia. “Temos mais essa infraestrutura num Parque Tecnológico que está nascendo e que vai ter que gerar nos próprios empresários uma mentalidade inovadora, que as vezes não temos na região, e a capacidade laboratorial de massa cinzenta pra atrair investidores que não virão sem encontrar coisas como essa à disposição. Portanto, imaginamos dinamizar a nossa economia com base no conhecimento da biodiversidade que é a nossa riqueza."

O vice-reitor da UFPA, Gilmar Pereira da Silva, também reforçou o papel central da Universidade para além de todas as ações que executa, que é a de contribuir para o desenvolvimento do Estado do Pará. “Nós temos essa responsabilidade de construir essa perspectiva, inclusive convencendo os políticos sobre a dinâmica desse processo que vai além da formação acadêmica que promovemos, que é pensar a questão da biodiversidade para o desenvolvimento socioeconômico da região.”

Linhas de Pesquisa - O CEABIO desenvolve suas pesquisas nas linhas: sistemática de vertebrados, Ecologia de florestas tropicais e bioprospecção de espécies vegetais com potencial para fármacos; propagação de espécies lenhosas nativas da Amazônia; etnofarmácia; fitoquímica de derivados de espécies vegetais de uso medicinal; citogenética da biodiversidade amazônica; genética molecular da biodiversidade; cultura celular; mutagênese ambiental e testes com extratos vegetais com potencial para fármacos; estudo reprodutivo de biomarcadores; epidemiologia genética aplicada e metodologias de alerta para contaminação ecotoxicológica; mutagênese Ambiental utilizando metodologias de avaliação molecular; mutagênese ambiental utilizando teste cometa e micronúcleos; biologia aquática (plâncton); educação ambiental e Interação Patógeno-Hospedeiro.

Laboratórios - À frente dos laboratórios estão 9 professores pesquisadores com formação em áreas de ponta do estudo da biodiversidade. As técnicas em uso são as mais modernas, tendo sido treinados em grandes universidades europeias e americanas. Os laboratórios são voltados para a análise celular e molecular da biodiversidade amazônica. Entre os laboratórios podemos citar os de análise molecular, cultura celular, análise cromossômica, estudos ambientais e ecotoxicidade.

Texto: Assessoria de Comunicação da UFPA e Assessoria de Comunicação PCT Guamá
Fotos: Alexandre de Moraes

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Laboratório de Biodiversidade trabalhará a preservação e valorização da Amazônia

qui, 05/04/2018 - 16:13
Informações: 

Renovar, reinventar, repensar e preservar a Amazônia e sua extensa biodiversidade serão as principais funções do Centro de Estudos Avançados da Biodiversidade (Ceabio), o primeiro da região Norte e um dos pioneiros do país. Inaugurado nesta quarta-feira (21), o laboratório faz parte do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), sediado em Belém.

A implantação do Centro vai fortalecer a infraestrutura de pesquisa relacionada ao estudo da biodiversidade, ao ampliar o espaço físico à disposição do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), reunindo grupos de pesquisa da UFPA. Tudo isso vai permitir o desenvolvimento de um volume muito maior de estudos e melhores condições de biossegurança, além de entregar para a região amazônica um ambiente equipado e adequado à utilização não predatória do seu imenso capital natural, conferindo valor econômico à floresta em pé.

De acordo com Alex Fiúza de Melo, secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), o novo laboratório se somará aos outros para criar uma retaguarda laboratorial e de serviços para atender demandas que partem dos empreendedores. “Queremos gerar e certificar novos produtos de qualidade que serão levados a mercados mais exigentes, pensando na verticalização da economia e dando retaguarda científico-tecnológica para que nossa riqueza potencial na biodiversidade seja colocada a serviço da inovação para as empresas e futuramente para as pessoas”, explicou.

Todos os laboratórios que integram o PCT Guamá são aprovados pelo seu Conselho, composto por membros do governo estadual, empresários e instituições de pesquisa. Hoje, além das atividades acadêmicas, o laboratório se coloca à disposição para trabalhar com o setor empresarial, gerando essa inovação. “Temos aqui um equipamento complexo, que irá se solidificar com a presença de cientistas de mentalidade aberta e com compromisso de servir também a quem tem interesse, gerando emprego, renda, desenvolvimento e combatendo a pobreza e desigualdade em nossa região”, complementou o titular da Sectet.

O coordenador do Centro, professor Júlio César Pieczarka, detalha a estrutura do local. “É um centro de pesquisa com laboratórios, salas para alunos e docentes, um espaço aonde estudantes da graduação e profissionais da pós-graduação irão desenvolver suas pesquisas, teses e suas aplicações, testando organismos vivos, culturas celulares, realizando análise molecular, tudo para valorizar a biodiversidade da Amazônia”.

Ainda segundo ele, no Centro será possível criar novos produtos, formar profissionais e valorizar o ponto de vista econômico, gerando riqueza para o Estado. “Vamos suprir a dificuldade que existe na relação academia x empresariado, levando conhecimento de dentro da universidade para fora, além de garantir nosso intercâmbio com pesquisadores de outras universidades do país e do mundo, como por exemplo, com a Unesp, em São Paulo; Universidade de Cambridge, na Inglaterra; do Texas, nos Estados Unidos e da Argentina”, complementou o professor.

O empreendimento foi construído em uma área de dois mil metros quadrados, no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT-Guamá). A UFPA investiu cerca de R$ 856.000,00 e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) garantiu o repasse de R$ 3.333.270,00 do Fundo Amazônia, programa voltado à captação de recursos de doações voluntárias para o apoio não reembolsável a ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e para a promoção da conservação e do uso sustentável das florestas na Amazônia.

Pesquisa

O Centro desenvolve suas pesquisas nas linhas: sistemática de vertebrados, ecologia de florestas tropicais e bioprospecção de espécies vegetais com potencial para fármacos; propagação de espécies lenhosas nativas da Amazônia; etnofarmácia; fitoquímica de derivados de espécies vegetais de uso medicinal; citogenética da biodiversidade amazônica; genética molecular da biodiversidade; cultura celular; mutagênese ambiental e testes com extratos vegetais com potencial para fármacos; estudo reprodutivo de biomarcadores; epidemiologia genética aplicada e metodologias de alerta para contaminação ecotoxicológica; mutagênese ambiental utilizando metodologias de avaliação molecular; mutagênese ambiental utilizando teste cometa e micronúcleos; biologia aquática (plâncton); educação ambiental e interação patógeno-hospedeiro.

À frente dos laboratórios estão nove professores pesquisadores com formação em áreas de ponta do estudo da biodiversidade. As técnicas em uso são as mais modernas, tendo sido treinados em grandes universidades europeias e americanas. Os laboratórios são voltados para a análise celular e molecular da biodiversidade amazônica. Entre os laboratórios, destaque para os de análise molecular, cultura celular, análise cromossômica, estudos ambientais e ecotoxicidade.

Além das pesquisas, o Centro irá entregar serviços mercadológicos nas áreas da saúde, fitoterápicos, cosméticos e dermocosméticos e realizar serviços tecnológicos para empresas que precisem ampliar suas pesquisas e colocar produtos de alto valor agregado no mercado nacional e internacional.

“Temos uma importância estratégica essencial que trata da biodiversidade e da sua conservação em perspectiva avançada. A instituição tem papel estratégico para o desenvolvimento do Estado e da Amazônia e esse laboratório vai servir para alavancar isso”, resumiu o vice-reitor da UFPA, professor Gilmar Pereira da Silva.

Por Heloá Canali

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Prefeitura firma parceria com o "Pará Profissional"

qui, 05/04/2018 - 16:09
Informações: 

A prefeitura de Barcarena será parceira do programa Pará Profissional, que será lançado oficialmente no município nesta quinta-feira, dia 22. Criado pelo governo estadual, o programa tem a finalidade de promover a qualificação para o trabalho de jovens e adultos, por meio da Educação Profissional e Tecnológica.

O produtor de açaí Aloísio Gouvêia, morador da comunidade Aicarau, região das ilhas de Barcarena, participou do curso de açaicultor, promovido por meio do programa Pará Profissional, no final do ano passado, no município. Ele e mais um grupo de produtores das ilhas das Onças e Trambioca receberam instruções sobre cultivo e manejo do fruto.

Com o curso, os produtores puderam entender a exploração dos açaizais em sistemas de produção sustentável, compreender a cadeia de produção e as políticas públicas de comercialização do açaí. “Foi bom. Deu para tirar algumas as dúvidas”, disse Aloísio, que também é presidente da Associação dos Produtores de Açaí de Barcarena.

Mas o curso que Aloísio participou em dezembro foi ofertado para poucas pessoas. As vagas eram limitadas. Com a chegada do programa Pará Profissional a Barcarena, a expectativa é de aumentar e diversificar a oferta dos cursos profissionalizantes na cidade. Em Barcarena, o Pará Profissional terá como apoio e parceria da Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego.

A secretária de Trabalho e Emprego de Barcarena, Alexcéia Ferreira, está otimista com o programa. “O que esperamos é justamente qualificar a mão de obra que não tem a certificação de nenhum curso profissionalizante e aperfeiçoar quem já tem uma profissão, quem já está no mercado há muito tempo”, disse ela.

O Programa – O Programa Pará Profissional é uma ação coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet) e está voltado ao estabelecimento de uma política consistente e eficaz de formação profissional e tecnológica em todas as regiões paraenses. Tem como principal finalidade dinamizar a oferta de cursos de Educação Profissional e Tecnológica.

 

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Programa Pará 2030: setor da pecuária anuncia a Aliança Paraense da Carne

qui, 05/04/2018 - 16:06
Informações: 

A Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), por meio de seu presidente, Fábio Lúcio, participou, na última sexta-feira (16) de uma grande reunião com um grupo de Entidades do setor pecuarista que, durante o evento, anunciou a criação da “Aliança Paraense da Carne”. Reunidos na sede da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) os representantes de diversas instituições governamentais e entidades de classe falaram dos detalhes desta iniciativa integradora, que fortalece a todos e está alinhada às ações do Programa Pará2030.

Estiveram presentes quatro entidades importantes do setor da Pecuária Paraense: A ACRIPARÁ – Associação dos Criadores de Bovinos do Pará, UNIEC- União dos Indústrias Exportadoras de Carne, SINDICARNE e ABEG- Associação de Exportadores de Gado. Na pauta, as ações do Pará 2030 na cadeia da pecuária.

Convergência de ações entre todos os segmentos envolvidos (Estado, Entidades e produtores) e tecnologia e pesquisa para aumentar a produtividade com sustentabilidade: estes são alguns dos desafios a serem enfrentados pela pecuária paraense nos próximos anos.

Também participaram da reunião várias secretarias estaduais (Sedeme, Sedap, Sefa, Semas, Sectet), além do Banpará, Codec, Adepará e Iterpa; e as entidades de classe.

Todos integram o Grupo de Trabalho Pecuária Intensiva, formado no âmbito do programa de desenvolvimento Pará 2030 para levantar os gargalos do setor e encaminhar ações integradas para as soluções.

Na abertura da reunião, o titular da Sedeme, Adnan Demchki, agradeceu a presença “de grande parte do governo do Estado e de todo o setor da pecuária” e lembrou que em 2015 reuniu também todos os atores para uma grande reunião para apresentação do Pará 2030 e de lá para cá muitos avanços ocorreram: nesses dois anos, o Estado praticamente zerou o cumprimento dos mandados judiciais de reintegração de posse.

O Secretario Adnan reforçou que o Pará 2030 foi concebido com a participação da sociedade e é marcado pela atuação conjunta dos agentes de cada uma das quatorze cadeias produtivas contempladas.

Demandas

O presidente da União Nacional da Indústria e Empresas da Carne (Uniec), Francisco Victer, fez um diagnóstico do setor da pecuária considerando a demanda mundial até 2050, a partir de dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Pelas estimativas, o Brasil terá em 2030 uma população de cerca de 230 milhões de pessoas. A demanda por proteína animal será crescente “e precisamos não apenas corresponder a ela, mas às mudanças desse consumo, que, no mundo, exige cada vez mais respeito à natureza e às formas de industrialização”.

Para o desenvolvimento e atualização do setor, Victer citou seis eixos básicos de ação:Condicionantes legais – regularização fundiária, regularização e licenciamento ambiental; tributos e incentivos; tecnologia e gestão – construção de laboratórios para análise de solo, de sementes e de garantia de sanidade animal; fomento (subsídios e créditos); formalização do mercado – banco de todos os fornecedores legais e também ilegais, rastreabilidade da origem da carne (constituir um pacto pela carne legal; combate ao roubo de gado, abate clandestino, sonegação fiscal); e ações de marketing e comunicação, “para a sociedade conhecer de fato o nosso setor, que é demonizado sem razão”.

Daí a necessidade de ações, destacou Victer, “como rastreabilidade, cadastros, menos burocracia e a comprovação obrigatória da origem da carne”.

Para o presidente da Uniec, a questão não se define como caça às bruxas, aos ilegais, “pelo contrário: é um convite à legalidade, com o fim de melhorar o setor como um todo”.

Victer frisou que “o Pará 2030 faz a ponte, o meio de campo, entre as ações de todos os envolvidos e, desta forma, nada é pessoal ou de classe, mas setorial: para o conjunto de toda a sociedade”.

Ao final de sua fala, Victer anunciou a instituição da Aliança Paraense da Carne, integrada por produtores, indústrias e supermercados, que deverá ser lançada proximamente com o fim de envidar esforços para a produção de carne com rastreabilidade.

Ações

Alguns produtores e exportadores de carne, presentes à reunião, destacaram outros gargalos para o desenvolvimento do setor pecuário no Pará. “O mercado precisa ser o mais livre possível, sem burocracias, sem ameaças”, defendeu o exportador Gastão Carvalho Filho.

Outros produtores foram unânimes na defesa de convergência de ações referentes ao setor.

E também quanto ao uso da tecnologia para aumentar a produtividade.

Adnan Demachki destacou que alguns dos principais gargalos apontados pelos produtores já estão sendo atacados pelo governo do Estado com ações efetivas.

Sobre a regularização ambiental, o secretário de desenvolvimento informou que foi implantado o Simples Ambiental, que simplificou a emissão de licenças a partir de três aspectos: Atividades de Baixo Impacto: a licença agora é declaratória e de emissão imediata, via internet; Atividades de Médio Impacto: licença simplificada, com emissão online em até 30 dias; Grandes Projetos: Apresentação de Estudos de Impacto Ambiental e Relatórios de Impacto Ambiental (EIA-RIMA).

Como resultado, mais de 900 Declarações de Dispensa de Licenciamento foram emitidas em 2017, sob a obrigatoriedade de que os dados declarados serão fiscalizados, garantindo a sustentabilidade dos projetos.

Como grande parte das licenças ambientais da produção rural é de competência ambiental, Demachki ressaltou que os municípios precisam fazer a adesão ao simples ambiental.

Sobre a regularização fundiária, Adnan Demachki citou a construção da nova sede do Instituto de Terras do Pará-Iterpa, com modernos sistema de tecnologia; a implantação do Cadastro Ambiental Rural Fundiário (CARF); e a Terceirização dos Serviços Georreferenciamento e a simplificação de procedimentos no processo de legalização. “Os resultados ja começam a aparecer”, garantiu o secretário: “nos últimos 10 anos, o Iterpa emitiu em média 550 títulos ao ano; no ano passado, foram emitidos 2603.”

Ciência para Inovar

A secretária-adjunta da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (Sectet), Maria Amélia Henriquez, disse que também na área da ciência e tecnologia aplicada ao setor da pecuária o governo do Estado já deu importantes passos.

“O Parque de Ciência e Tecnologia Guamá tem o Laboratório do Leite, que pode certificar produtos com validade internacional, e também laboratórios e técnicos que podem ajudar na melhoria genética de qualidades específicas da pecuária, como carne, ou leite”, informou Maria Amélia. “No total, o governo investiu mais de 80 milhões de reais em ciência e precisamos aproximar o setor produtivo dessa capacidade científica: a inovação surge justamente do encontro entre empresas e ciência, com produtos para o consumidor final.”

Adnan Demachki, encerrando a reunião, agendou a próxima reunião do GT Pecuária Intensiva para a manhã do dia 8 de março, justamente no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, aproximando o setor produtivo da pesquisa, para gerar inovação (produtos finais).

 

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Programa Pará Profissional oferece cursos

qui, 05/04/2018 - 13:58
Informações: 

O Programa Pará Profissional oferta cursos nas áreas da indústria e construção civil.

ÁUDIO 

ÁUDIO 2

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