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Atualizado: 57 minutos 38 segundos atrás

Resolução que trata sobre Política Estadual de Tecnologias Sociais é publicada no DOE

qua, 30/08/2017 - 15:11
30/08/2017

Produtos, técnicas ou metodologias reaplicáveis para o uso comunitário a fim de promover, principalmente, a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida das pessoas por meio da transferência de conhecimento tecnológico. Essa é a definição para Tecnologias Sociais (TS) adotada na Resolução no 03, de 25 de agosto de 2017, do Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Consectet), o qual presta assessoramento superior à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). O documento foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (30).

Além dos objetivos expostos na definição do termo, a resolução pretende também promover a integração das TS às políticas de desenvolvimento local, colaborando para sua sustentabilidade; contribuir para a interação entre saber acadêmico e conhecimento popular; promover a reaplicação das técnicas, produtos e tecnologias recebidas e seus bons resultados; assim como estimular o associativismo e a criatividade, a incubação e o fortalecimento de empreendimentos cooperativos e solidários capazes de gerar tecnologias sociais inovadoras. Para tanto, o documento define os instrumentos de operacionalização da Política como os acordos, convênios, termos de cooperação e outros voltados ao desenvolvimento e aplicação das tecnologias sociais, além da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) e do Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá.

 

À Sectet compete instituir os mecanismos de fomento a tais tecnologias no sentido de viabilizar habitats de desenvolvimento de TS; divulgar e popularizar as tecnologias sociais; apoiar o estabelecimento de marco jurídico para elas e o registro de patentes; articular e/ou promover ações de integração entre governos, sociedade civil, comunidade acadêmica e empresas com focos nessas tecnologias; efetivar estratégias de atração de investimento e ampliar a captação de recursos para desenvolvimento e reaplicação de tecnologias sociais; estabelecer políticas de fomento às TS nas cadeias produtivas estratégicas; além de fomentar estudos, projetos, programas, eventos e ações visando à promoção, potencialização e fortalecimento das tecnologias sociais.

O titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, considera a aprovação e publicação da resolução um grande avanço para a sociedade paraense e destacou as diretrizes da política como os principais objetivos a serem buscados pela  Secretaria. "Por meio de editais públicos, a Sectet estimulará as instituições de pesquisa, empresas e/ou indivíduos empreendedores e criativos a concorrer ao financiamento de projetos que visem a inovar ferramentas de baixo custo que contribuam à melhoria da qualidade de vida das populações de baixa renda, seu desenvolvimento econômico e social, com transferência e controle sustentável das tecnologias às próprias comunidades. Trata-se de um dos objetivos mais relevantes a ser perseguido e apoiado pela Secretaria", explicou.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Profissionais são selecionados para atuarem como bolsistas do Programa Pará Profissional

seg, 28/08/2017 - 11:35
28/08/2017

Mais de 460 profissionais foram selecionados, por meio de edital público, para compor o banco de instrutores, coordenadores e pessoal de apoio às atividades administrativas em educação profissional e tecnológica no âmbito do Programa Pará Profissional, o qual é coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). O resultado do edital está dividido de acordo com os códigos das vagas previstas e pode ser consultado AQUI. 

Ao todo o edital recebeu mais de 1.800 inscrições e a avaliação da documentação apresentada contemplou a análise de currículo e a experiência profissional dos candidatos, sendo considerados como habilitados e credenciados os inscritos que atenderem plenamente às exigências do edital e obtiverem média mínima de cinco pontos. No caso dos instrutores, as vagas previstas no edital estavam atreladas aos seguintes eixos tecnológicos: Infraestrutura; Turismo, Hospitalidade e Lazer; Recursos Naturais; Controle e Processos Industriais; Ambiente, Saúde e Segurança; Serviços; Produção Cultural e Design; Produção Alimentícia; Informação e Comunicação.

Os credenciados poderão ser chamados a prestar serviços em todos os municípios do Pará de acordo com as demandas do Programa, o que não gera vínculo empregatício com o Governo do Estado. O credenciamento também não gera aos cadastrados direito de celebração do termo de concessão de bolsa, tendo o objetivo de criar um banco de credenciados. Quando convocados, os selecionados assinarão um termo de concessão de bolsa nos valores de R$ 60 por hora/aula (instrutores), R$ 65 por hora (coordenador) e R$ 20 por hora (pessoal de apoio).    

“O edital buscou selecionar profissionais que tivessem a experiência prática e docente na área de interesse. Com o banco formado, teremos muito mais dinamismo e flexibilidade para ofertar novos cursos de qualificação profissional, os quais estão sendo construídos a partir de demandas efetivas de cada região do Estado”, explica o diretor de educação profissional e tecnológica da Sectet, Luís Blasques. 

A vigência do credenciamento será de 24 meses a contar da publicação dos nomes dos profissionais no DOE, podendo a duração ser prorrogada por igual período, uma única vez. 

O Programa - O Pará Profissional foi instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, descrito como um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais. O Programa busca atender cidadãos de todas as regiões de integração do Pará. Entre os objetivos específicos estão a promoção de cursos profissionalizantes nas modalidades de ensino técnico subsequente e formação inicial e continuada; o estabelecimento de parcerias que potencializem, em termos técnicos e financeiros, as ações; a interiorização da educação profissional e tecnológica por meio de parcerias colaborativas com os municípios paraenses e demais atores locais e regionais; e o maior alcance de pessoas por meio do estabelecimento de um sistema eficaz de educação à distância. 

Texto: Igor de Souza - Ascom Sectet

 

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Resultados do Pará Profissional e do Inova Pará são apresentados ao Consectet

sex, 25/08/2017 - 14:24
25/08/2017

Na manhã desta sexta-feira (25), foi realizada a segunda reunião ordinária de 2017, conforme versa a lei, do Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Consectet), o qual presta assessoramento superior à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). Estiveram presentes os representantes dos seguintes órgãos e instituições: secretarias de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), de Turismo (Setur); Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa); Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa); Museu Paraense Emílio Goeldi; Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa); Universidade do Estado do Pará (Uepa); Centro de Ensino Superior do Pará (Cesupa); Instituto Federal do Pará (IFPA); Instituto Evandro Chagas; Instituto Tecnológico Vale; Banco da Amazônia; Embrapa; Sebrae; Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá); e Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober).

Na oportunidade, os conselheiros votaram favoravelmente aos textos de duas resoluções. A primeira trata da política estadual de tecnologias sociais e a outra traça as prioridades da política de inovação tecnológica a serem adotadas pelo Decreto que regulamenta o art. 25 da Lei no 8.426, de 16 de novembro de 2016, que dispõe sobre a concessão de subvenção econômica para a inovação das empresas. O texto do decreto também foi aprovado pelos membros do Conselho na mesma reunião.

A resolução que trata sobre a política de tecnologias sociais, define-as como produtos, técnicas ou metodologias reaplicáveis para o uso comunitário no sentido de promover, principalmente, a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida das pessoas por meio da transferência de conhecimento tecnológico.  Para tanto, o documento define os instrumentos de operacionalização da Política – como acordos, convênios, termos de cooperação e outros, além da Fapespa e do PCT Guamá – e destaca os mecanismos de fomento às tecnologias sociais atribuídos à Sectet.

Quanto à segunda resolução, traça as prioridades da política de inovação tecnológica com base no Plano Diretor de Ciência e Tecnologia, no Plano “Pará Sustentável” e no Programa “Biopará”. Dessa forma, ela baseia o decreto que regulamenta a concessão de apoio financeiro do estado do Pará, por meio de subvenção econômica, a empresas nacionais, públicas ou privadas, voltadas às atividades de inovação tecnológica. Com a subvenção econômica pretende-se promover um aumento significativo dessas atividades, ampliar o desenvolvimento de produtos e processos inovadores, assim como incrementar a competitividade das empresas e da economia do conhecimento no Estado. O Decreto, agora aprovado pelo Consectet, aguarda parecer final da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e posterior sanção do Governador.

Pará Profissional e Inova Pará

Durante a reunião, houve ainda as apresentações dos primeiros resultados dos Programas Pará Profissional e Inova Pará. Amparados pelas Leis no. 8.426, que dispõe sobre incentivos à inovação, e no. 8.427, que cria o Programa de Educação Profissional e Tecnológica, instituídas em 16 de novembro de 2016, os dois programas, coordenados pela Sectet, são instrumentos de combate à desigualdade interregional no Estado.

De um lado o Inova Pará proporciona espaços inovadores em que o saber da academia se integra ao conhecimento popular com o objetivo de impulsionar as cadeias produtivas e melhorar a vida da população. De forma complementar, o Pará Profissional qualifica essa população de acordo com as demandas de cada município, o que facilita a contratação da comunidade local, proporcionando renda à população, o que traz benefícios à produção, ao comércio e à região como um todo, gerando um ciclo autosustentável.

Na oportunidade, o diretor de educação profissional e tecnológica da Secretaria, Luís Blasques, destacou que a meta do Pará Profissional, até o final deste ano e início de 2018, é um investimento de R$ 2,7 milhões, com aproximadamente cinco mil pessoas atendidas em 51 municípios nas 12 regiões de integração do Estado. Ele ressaltou ainda que, em 2016, quando o programa teve início, mais de 1000 pessoas foram qualificadas.

Nesse sentido, porém, o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, acrescentou que a principal preocupação do trabalho desenvolvido pela Secretaria, neste momento, é consolidar o Programa para que ele se prolongue no tempo, “estamos preocupados em consolidar as condições instrumentais, organizacionais, pois temos lei, teremos plataforma digital, um ambiente de oferta e controle de resultados, se não tivermos essa consolidação não vale a pena investir em mais vagas”, concluiu.

Dessa forma, a adjunta da Sectet, Maria Amélia Enríquez, também destacou as ações de consolidação do Programa Inova, aprovado pelo Consectet durante a primeira reunião do ano, em 15 de fevereiro. A adjunta destacou que das cinco etapas da metodologia adotada pelo programa, a primeira, que diz respeito à identificação qualificada das demandas regionais, é a principal. “É fundamental o diálogo local para a implantação de parcerias, a partir disso, criamos inclusive uma empatia local pelo projeto”, relatou. As outras etapas são a concepção do ambiente de inovação a ser implantado; a implantação de fato; a gestão desses ambiente; e o acompanhamento e avaliação dos resultados.

Dentre as iniciativas implementadas destacadas pela secretária adjunta, estão o PCT Guamá, apontado como o locus de inovação no Estado; o Centro de pesca e Piscicultura do estado do Pará, localizado em Bragança; a estruturação tecnológica na comunidade de Boa Vista do Acará e o início da “Rota do Perfume”; o Polo Científico-Tecnológico do Mar e Petróleo em Salinópolis; e a implantação de uma incubadora com atuação na região do Xingu. Maria Amélia Enríquez ainda apontou como iniciativas em fase de implementação o Centro de Excelência em Bubalinocultura no Marajó; o Parque Tecnológico do Lago de Tucuruí (Tecnolago); e o Museu de Ciências da Amazônia em Belterra.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Marituba

qua, 23/08/2017 - 11:44
23/08/2017

Município de Marituba recebe oficina do Programa Pará Profissional

Na última terça-feira (22), foi realizada uma oficina sobre educação profissional e cadeias produtivas no município de Marituba, visando captar sugestões e anseios da população local sobre os futuros cursos da Escola Municipal de Qualificação Profissional, no intuito de melhor atender às necessidades do mercado maritubense. O evento marca o início da execução do convênio celebrado entre Prefeitura Municipal de Marituba, por meio de sua Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Trabalho, Emprego e Renda (Sedeter), e Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), visando a implantação do programa Pará Profissional, que promoverá a qualificação de jovens e adultos para o mercado de trabalho. A participação da sociedade foi enorme para prestigiar a palestra da assessora técnica da Secretaria Estadual, Sônia Mendes. Amparado pela Lei no. 8.427, instituída em 16 de novembro de 2016, o Pará Profissional  é um programa do Governo do Pará, coordenado pela Sectet que visa combater a desigualdade interregional no Estado  por meio de um modelo dinâmico de capacitação, a fim de atender as demandas efetivas do mercado e acompanhar o desempenho do profissional com mais agilidade e menos burocracia.

Público durante realização da Oficina

Texto: Joana Santos – Ascom/Sedeter

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Viseu

qua, 23/08/2017 - 11:42
23/08/2017

Sectet realiza oficina do Pará Profissional no município de Viseu

No último sábado (19), foi realizada a oficina “Educação Profissional x Cadeia Produtiva: Demandas e Ofertas” no município de Viseu. O objetivo do evento, organizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceria com a prefeitura municipal, foi captar as demandas dos setores produtivos locais no sentido de planejar a oferta de cursos de qualificação profissional no município por meio do Programa Pará Profissional. Amparado pela Lei no. 8.427, instituída em 16 de novembro de 2016, o Pará Profissional é um programa do Governo do Pará, coordenado pela Sectet, que visa combater a desigualdade interregional no Estado  por meio de um modelo dinâmico de capacitação, a fim de atender as demandas efetivas do mercado e acompanhar o desempenho do profissional com mais agilidade e menos burocracia.

Na foto, representante das Secretarias Municipais de Agricultura e de Assistência; do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Viseu; da Associação Comercial e Industrial de Viseu (ACIAV) e da empresa EDECONSIL.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Startups: Pará é reduto do empreendedorismo criativo

ter, 22/08/2017 - 11:56
22/08/2017

Uma ideia inovadora, determinação e arrojo. Junte a isso criatividade e um bom plano de negócios e você pode iniciar a sua própria startup. Não imagina o que seja isso? Pois saiba que você provavelmente já usou algum serviço oferecido por esse tipo de negócio, que se torna cada vez mais comum na economia brasileira. Aquele aplicativo que ajuda a pedir a pizza do fim de semana, o site que compara rapidamente preços de um mesmo produto e um sistema para organizar as finanças de uma empresa são cases de sucesso desse nicho.

O Pará é um dos poucos estados brasileiros a criar um ambiente favorável ao surgimento de startups. No Espaço Inovação, que fica no Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá, os donos dos negócios fazem coworking, isto é, trabalham compartilhando o mesmo espaço e recursos do escritório. A convivência ajuda no surgimento de ideias e cria um ambiente propício à criação. As divisórias da velha repartição deixam de existir. No lugar delas, surgem paredes com adesivos que dizem “Aqui existe inspiração”. É a arquitetura da criatividade.

O apoio governamental no surgimento do empreendedorismo criativo ganhará força com a regulamentação da Lei Estadual de Inovação, aprovada em outubro do ano passado pela Assembleia Legislativa, cuja minuta está em fase de preparação pela Procuradoria Geral do Estado (PGE). Depois de regulamentada, a legislação permitirá ao Estado financiar, por subvenção econômica, startups. O suporte será essencial para que muitos negócios deslanchem.

“Além de tudo isso, vamos firmar convênio com a Rede Namor para fortalecer os Núcleos de Inovação Tecnológica das instituições de ensino superior do Pará, já que a maioria das startups surge no meio acadêmico”, diz o titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Alex Fiúza de Mello. Outro investimento é a abertura, até dezembro, do segundo prédio do Espaço Inovação, no PCT Guamá, dedicado exclusivamente às startups.

Solução

A preparação desse ambiente que favorece a gênese de startups tem o apoio de parceiros do governo do Estado. Um deles é o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Pará (Sebrae), que, até o fim do ano, vai abrir o Sebrae Lab, espaço de coworking onde os empreendedores criativos poderão se reunir, fazer negócios e receber orientações. Hoje o Sebrae já oferece consultoria a esse empreendedor e mantém na internet o site Sebrae Like a Boss, com conteúdos exclusivos e especializados para esse tipo de empresa.

As startups de destaque são aquelas que oferecem uma solução inovadora para o mercado e resolvem um problema que, em geral, aflige muita gente. Elas nascem de empreendedores que tiveram sacadas inusitadas e vislumbraram oportunidades em mercados pouco explorados. A maioria começa pequena, mas a possibilidade de crescer se torna grande. É tudo uma questão de ser criativo, persistir e planejar. O aplicativo americano Uber, que começou como startup, hoje é uma empresa avaliada em US$ 68 bilhões.

“Qualquer pessoa pode abrir uma startup. Basta ter uma ideia inovadora e simples, que solucione um problema coletivo, e não ter medo de sair da zona de conforto. Além disso, esse tipo de negócio precisa ser escalável, ou seja, manter níveis de crescimento, e repetível, isto é, oferecer sempre o produto ou serviço que propôs originalmente”, explica o gerente de Soluções e Inovação do Sebrae Pará, Péricles Diniz. Também é importante ter um investidor e um mentor, que podem garantir o sucesso do negócio com aporte financeiro.

As empresas iniciantes, como também são conhecidas as startups, ainda são um tipo de negócio novo no Brasil, mas, promissor e crescente, sobretudo em um momento de crise econômica, quando se usa mais a criatividade. Segundo a ABStartups, entidade que promove o ecossistema brasileiro de empresas em estágio inicial desde 2011, existem cerca de cinco mil em todo o país, nos mais diversos segmentos econômicos. "Esse empreendedor em geral é jovem, determinado e um ferrenho defensor de ideias. É alguém que vivenciou uma dificuldade e pensou numa maneira de superá-la", diz o gerente.

Entre os mercados mais explorados pelas startups brasileiras, os aplicativos são campeões, com 216 empreendimentos. Em segundo lugar está o segmento de educação, seguido pelas áreas de mídia, comércio eletrônico e entretenimento. Segundo a ABStartups, a maioria das empresas aposta em oferecer produtos e serviços para outras empresas.

Moradia

No Espaço Inovação o empreendedor José Arninton Batista, 43 anos, desenvolve um projeto que pode ser a solução para o problema das cheias de rios como Amazonas e Tocantins, que anualmente desalojam – e colocam em risco – milhares de pessoas no Pará. A ideia é simples: ele imaginou uma casa que flutue sempre que uma enchente ocorra. Um intrincado sistema faz o imóvel subir junto com o leito do rio. Resultado: as famílias que vivem em áreas sujeitas a esse fenômeno da natureza nunca mais seriam atingidas.

A Casa Várzea, como foi batizada a ideia, tem outras vantagens: será construída com madeira biossintética, fabricada a partir de garrafas pet – e com a capacidade de suportar até cinco toneladas por metro quadrado –, terá microssistemas de tratamento de água e esgoto e usará energia solar. Será dotada ainda de sensores que vão mensurar o PH (potencial hidrogênico) da água e medir, em tempo real, o nível de cheia do rio. E mais: as casas vizinhas estarão interligadas por um sinal de internet. Apesar de tanta tecnologia envolvida, o inventor garante que o projeto é altamente viável, pois cada unidade teria o custo de R$ 75 mil.

“Essa casa é um projeto de alto impacto, que vai mudar a vida das populações que hoje sofrem com as cheias dos rios no Pará”, diz José Arninton, dono da startup Várzea Engenharia. Natural de Juruti, no oeste paraense, o empreendedor cresceu com o problema. “Eu estudava seis meses e ficava outros seis parado porque a escola ia para o fundo”, lembra. Já adulto e morando em Belém, ele começou a trabalhar como cinegrafista. Um dia decidiu mudar radicalmente. Fez vestibular para Engenharia Civil, passou e começou a desenvolver o projeto que será tema do seu trabalho de conclusão de curso.

“O Espaço Inovação me dá todo o suporte necessário para que eu desenvolva meu projeto. Faço pesquisas constantes para aprimorá-lo e torná-lo viável. Aqui tenho toda a estrutura, de internet banda larga ao cafezinho, da consultoria ao ambiente criativo, de laboratórios ao networking qualificado. Sem dúvida, sem esse suporte, a Casa Várzea seria apenas uma ideia na cabeça”, reconhece José Arninton, que pretende construir o protótipo do imóvel no canal Tucunduba, em frente à Universidade Federal do Pará (UFPA).

Serviço:
O Espaço Inovação foi inaugurado pelo governo em junho de 2016. É um ambiente de estímulo ao empreendedorismo inovador, que aproxima pesquisadores, acadêmicos e empresários de diferentes setores. A ocupação dos módulos se dá por edital. Podem participar pessoas jurídicas, regularmente constituídas há no mínimo dois anos, e pessoas físicas que apresentem projetos de startups. A íntegra do edital e dos anexos está disponível no site do parque tecnológico (www.pctguama.org.br). Mais informações pelo telefone (91) 3321-8900.

Texto: Luiz Carlos Santos (Agência Pará)

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Membros do Confap conhecem instalações e projetos do PCT Guamá

seg, 21/08/2017 - 08:15
18/08/2017

Na manhã desta sexta-feira (18) o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), em Belém, recebeu a visita de membros do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), dentro da programação do Fórum Nacional Confap, realizado na capital paraense entre os dias 16 e 18 deste mês.

No parque tecnológico, a comitiva foi recepcionada por Alex Fiúza de Mello, titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), e Antônio Abelém, diretor presidente da Fundação Guamá, organização social que administra o PCT Guamá.

O grupo conheceu as instalações e os principais projetos desenvolvidos no Laboratório de Óleos Vegetais e Derivados, no Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA) e no Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, Automação e Eletrônica (Lasse), iniciativas ligadas à Universidade Federal do Pará (UFPA), instaladas no prédio Espaço Inovação.

Papel estratégico - Para a presidente do Confap, Maria Zaira Turchi, o parque tecnológico possui um papel dinâmico e estratégico para o fortalecimento da economia regional. “Quero cumprimentar o Governo do Estado do Pará por conseguir realizar e construir laboratórios com equipamentos de ponta para a pesquisa tecnológica e de inovação, estabelecendo aqui um ambiente em que as empresas podem apresentar sua demanda, além de se instalarem e conviverem com professores, estudantes e profissionais de diferentes universidades e instituições. É isso que efetivamente vai mudar a cultura dessa relação pesquisa científica e pesquisa tecnológica para, de fato, a indústria, e alcançar a inovação”, avaliou Maria Zaira Turchi.

De acordo com Eduardo Costa, presidente da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), a visita do conselho a Belém enriquece o debate sobre a melhor distribuição dos investimentos em ciência, tecnologia e inovação. “Apresentar uma experiência concreta como o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá ajuda a mostrar para o restante do Brasil que aqui se faz pesquisa com qualidade, e que temos uma massa científica já capacitada. Portanto, isso nos ajuda a construir um caminho efetivo para atrair mais investimentos para a região, que apesar de ocupar 60% do território nacional e concentrar 8% do PIB (Produto Interno Bruto), continua recebendo menos de 1% dos investimentos nacionais em ciência, tecnologia e inovação”, informou.

O Confap agrega fundações de 25 Estados, mais o Distrito Federal, e participa de todos os conselhos deliberativos ligados à política de ciência e tecnologia no Brasil, possuindo uma rede de parcerias importantes, firmadas com agências federais e organismos internacionais. Todos os anos o conselho realiza quatro fóruns de competência nacional, nos quais reúne os presidentes de todas as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, presidentes e representantes de agências nacionais de fomento, como a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoas de Nível Superior (Capes), o Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq) e a Fundação de Estudos e Projetos (Finep).

Texto: Juliane Frazão (Ascom/PCT Guamá)

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Ampliação de cooperações e parcerias são discutidas no Fórum do Confap em Belém

seg, 21/08/2017 - 08:13
18/08/2017

A pauta do segundo dia do Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) foi marcada por debates e deliberações acordadas com parceiros federais e organismos internacionais. Estiveram presentes nas mesas e discussões, com os presidentes e diretores das FAPs, representantes do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Delegação da União Europeia no Brasil e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica do Pará.

Antecedendo as discussões, foi apresentada a 1ª edição do Boletim da Ciência do Estado do Pará. Em seguida, a primeira mesa de debates foi pautada pelo tema “O Papel da Ciência e Tecnologia no Desenvolvimento da Amazônia”. A matéria foi moderada pelo presidente da Fundação Amazônia de Amparo à Pesquisa (Fapespa), Eduardo Costa, e debatida pelo secretário do MCTIC, Jailson de Andrade, pelo presidente da SBPC, Ildeu de Castro e pelo secretário Alex Fiúza. Acrescentando à pauta, o Ministério anunciou novos editais voltados aos biomas brasileiros, incluindo a Amazônia, e a expectativa de uma nova chamada voltada para um possível novo bioma situado sob a foz do Rio Amazonas e que tem, segundo ele, grande potencialidade de exploração.

Na sequência, foram debatidos acordos e convênios com parceiros das agências federais, como CNPq, Capes e Finep, e organismos internacionais, como a União Europeia. A mesa foi coordenada pela presidente do Confap, Maria Zaira Turchi, e contou com a participação do diretor de Cooperação Institucional do CNPq, José Ricardo Santana, do diretor da Finep, Wanderley de Souza, do coordenador de Programas Estratégicos da Capes, Tarcísio Teixeira, e do chefe de Ciência, Tecnologia e Inovação da Delegação da União Europeia no Brasil, Alejandro Zurita. A pauta trouxe uma revisão dos acordos já existentes e perspectivas para novas chamadas.

Na parte da tarde, foi apresentado um resumo de um novo projeto a ser desenvolvido em parceria com a Finep. Trata-se do Projeto Centelha, apresentado na reunião por Marcelo Camargo, do Departamento de Programas Descentralizados da Finep. A proposta, ainda em estudo pelas FAPs, trata do empreendedorismo inovador para ideias de negócios. Durante as discussões foram pontuadas ações prévias de fomento à inovação nos Estados, sobretudo no Espírito Santo, onde recentemente foi lançado a primeira edição do Sinapse da Inovação, com sucesso absoluto de público, conforme esclareceu o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), Jose Antonio Bof Buffon.

Ao final do dia, foram apresentados resultados das parcerias internacionais por meio de editais lançados pelo Confap, no conjunto de suas Fundações. Nessa pauta estão incluídos, além da União Europeia, as cooperações bilaterais com o Reino Unido, França e Itália.

 Texto: Comunicação Confap

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Pará Profissional

sex, 18/08/2017 - 12:07
18/08/2017

Sectet articula novos cursos do Pará Profissional em mais seis municípios 

Captar demandas para a realização de cursos de qualificação profissional de acordo com as especificidades das cadeias produtivas de cada município. Esse é o objetivo das oficinas intituladas “Educação Profissional x Cadeia Produtiva: Demandas e Ofertas”, organizadas pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com as prefeituras municipais. Nos próximos dias, representantes do órgão estarão em seis municípios paraenses para ouvir empresários, gestores, associações, produtores e trabalhadores de cada lugar.

A realização das oficinas faz parte das ações do Programa Pará Profissional, coordenado pela Secretaria. Amparado pela Lei no. 8.427, instituída em 16 de novembro de 2016, o Pará Profissional é um dos instrumentos de combate à desigualdade interregional no Estado  por meio da qualificação profissional da mão de obra local. Ele promove um novo modelo dinâmico de capacitação a fim de atender as demandas efetivas do mercado e acompanhar o desempenho do profissional com mais agilidade e menos burocracia.

Os municípios a serem visitados, até o final de agosto, são: Viseu (dia 19), Marituba (dia 22), Capitão Poço ( dia 25), Ourém e Cachoeira do Piriá (os dois, no dia 26), além de Santa Bárbara (dia 31). A Sectet aproveita a ida a esses municípios para também captar as demandas a serem atendidas pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) - setor produtivo, coordenado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e articulado pela Secretaria no Estado. 

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Governo do Pará investiu R$ 80 milhões em bolsas científicas nos últimos 10 anos

qui, 17/08/2017 - 10:53
17/08/2017

O Palácio dos Despachos, na capital paraense, foi o palco da abertura do Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), na noite desta quarta-feira, 16. A união de esforços, conhecimento e experiências a fim de buscar um orçamento satisfatório para as pesquisas no Brasil foi a tônica da cerimônia. O Fórum Confap, organizado pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), segue até esta sexta-feira, 18.

O evento reúne os presidentes de todas as fundações estaduais de amparo à pesquisa; presidentes e representantes de agência federais de fomento (CNPq, Capes e Finep); representantes de instituições de pesquisa; reitores de universidades; parceiros nacionais e internacionais; diretores da área de CT&I; pesquisadores; além de representantes da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Durante a cerimônia de abertura, a presidente do Confap, Maria Zaira Turchi, destacou que, durante os três dias de evento, a ciência do Brasil encontra-se concentrada em Belém e, mais amplamente, na Amazônia, por isso enfatizou a importância da integração entre os participantes do evento. “O Brasil está aqui, a ciência brasileira está representada neste fórum. Precisamos estar unidos para mostrar a relevância de ciência, tecnologia e inovação para o avanço do país”, pontuou.

O diretor de políticas e programas de desenvolvimento do ministério, Jailson Bitencourt de Andrade, partiu da mesma premissa para destacar que é necessário o uso intensivo de CT&I para garantir o desenvolvimento social. Ele lembrou que a diferença entre os países desenvolvidos e aqueles em desenvolvimento é que os primeiros consideram os dispêndios em ciência, tecnologia e inovação como investimentos.

Também presente ao evento, o chefe de Ciência, Tecnologia e Inovação da delegação da União Europeia no Brasil, Alejandro Zurita, demonstrou total apoio ao país, para tanto, ele ressaltou que é necessário identificar as prioridades, a fim de que possa ocorrer a cooperação. “A Europa acredita que o crescimento pleno precisa de um aumento do orçamento na área de CT&I”, explicou.

Fapespa: 10 anos

O presidente da Fapespa, Eduardo Costa, ressaltou que os investimentos na área científica se refletem em novos produtos, novas empresas, verticalização da produção e, consequentemente, em uma economia mais dinâmica. Costa propôs, ainda, que, ao final dos três dias de Fórum, os participantes possam apresentar uma “Carta de Belém”, em que reúnam alternativas para a garantia de investimentos em CT&I e pesquisa no país.

A noite foi ainda de comemoração pelos 10 anos da Fapespa. Durante essa década, a Fundação ofertou 6.558 bolsas (total de R$ 80 milhões investidos), contratou 985 projetos de pesquisa e apoiou 244 eventos. O presidente Eduardo Costa ainda destacou ações recentes, como a gestão do Programa Tecnova, as parcerias no polo científico-tecnológico de Salinópolis e no Laboratório da Qualidade do Leite, o apoio técnico-cientìfico ao polo de pesca e aquicultura em Bragança e o convênio com a Santa Casa do Pará.

Costa também anunciou o lançamento, até o final do mês de agosto, de um novo edital de iniciação científica, totalizando R$ 1 milhão. Além de quatro editais do Programa InterPará para as regiões do Marajó, Tocantins, Caeté, Capim e Guamá. O presidente disse, ainda, que os paraenses precisam se apropriar da Fundação para garantir o amparo à pesquisa no Estado. “A superação da condição de subdesenvolvimento da Amazônia passa, fundamentalmente, por investimentos em CT&I, por isso a Fapespa deve ser apropriada pela população, que precisa entender a importância do amparo à pesquisa”, concluiu.

O desafio nacional

O primeiro dia de fórum foi marcado também pela palestra do titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, que destacou a Amazônia como o “maior desafio nacional do século XXI”. Ele observou que os brasileiros costumam enxergar a Amazônia como uma questão local, entretanto é necessário unir esforços para superar os desafios impostos e, assim, segundo o secretário, “sobreviver” diante do atual cenário.

Fiúza de Mello pontuou que é necessário encontrar um meio de gerar o desenvolvimento de forma a garantir também a preservação ambiental, porém não há exemplos a serem seguidos nesse sentido, é necessário inventar. Para o secretário, os recursos naturais guardados pela Amazônia podem ser a salvação do Brasil, pois “o desenvolvimento humano sempre depende de dois fatores: recursos naturais disponíveis e conhecimento aplicado”, concluiu.

O Fórum Confap continua nesta quinta-feira, 17, com duas mesas redondas pela parte da manhã e, à tarde, os participantes realizam reunião fechada. Na sexta-feira, 18, eles visitam o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Saúde do Homem

qui, 10/08/2017 - 11:34
10/08/2017

Sectet apoia campanha do Governo sobre cuidados à saúde do homem

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) apoia o Governo do Pará na campanha preventiva “Saúde do Homem”, lançada no dia 8 de agosto no teatro Margarida Schivasappa. Esta é a quinta campanha promovida este ano pelo Governo do Pará. As edições anteriores tiveram como temas o “Combate à violência contra a mulher”, “Incentivo à Leitura”, “Combate à LGBTFobia” e de educação no trânsito “Todos pela Vida. Faça sua Parte”, com o envolvimento de praticamente toda a estrutura do Governo do Estado, direta ou indiretamente. Nesta edição, a coordenação ficou a cargo das Secretarias de Estado de Saúde Pública (Sespa) e de Comunicação (Secom).

Antes da abertura da campanha, no Centro de Eventos “Ismael Nery”, do Centur, foram oferecidas, gratuitamente, vacinas contra influenza, tétano e febre amarela, exames rápidos de hepatites B e C e sífilis, além da aferição de pressão arterial, avaliação nutricional e distribuição de camisinhas. O lançamento foi marcado pela palestra do repórter Clayton Conservani, do programa Planeta Extremo, que falou sobre os “Limites não tão extremos: quebrando preconceitos pela saúde do homem”.

As informações detalhadas sobre a campanha podem ser encontradas em http://www.agenciapara.com.br/

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Ciência, tecnologia e inovação são debatidas em Brasília

qui, 10/08/2017 - 11:02

Os avanços do Pará na área de Ciência, Tecnologia e Inovação foram apresentados em reunião do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em Brasília, no dia 3 de agosto.

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Alunos do Programa Pará Profissional são habilitados pelo Credcidadão

qua, 09/08/2017 - 14:42
09/08/2017

Na última terça-feira (8), parte dos concluintes do curso “Boas Práticas na Manipulação Higiênico-Sanitária de Alimentos – Açaí (Branqueamento)”  foi habilitada pelo Núcleo de Gerenciamento de Microcrédito (Credcidadão) a receber crédito para investimento em equipamentos que possibilitem a prática do que foi ensinado durante as aulas.

O curso, que terminou em julho deste ano, foi promovido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), dentro do Programa Pará Profissional, e contou com a parceria da Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Economia (Secon), e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

No total, 27 batedores de açaí da Região Metropolitana de Belém foram capacitados, porém muitos não possuíam a máquina de branqueamento do açaí, a qual possibilita a eliminação de microorganismos que podem causar problemas de saúde, em especial a doença de Chagas. Para tentar viabilizar essa necessidade tecnológica, a Sectet articulou uma reunião, ocorrida no dia 1o de agosto, entre os batedores e o Núcleo de Gerenciamento de Microcrédito (Credcidadão) para apresentar as linhas de crédito disponíveis a fim de que os concluintes do curso pudessem adquirir o equipamento e garantir a qualidade do produto à sociedade paraense.

Dessa forma, parte da turma concluinte já esteve na sede do Credcidadão para ter acesso ao benefício. Na sexta-feira (11), outra parte dos alunos é aguardada no órgão. Por meio de articulações como esta, a Sectet pretende não só possibilitar a qualificação profissional como orientar os egressos a fim de que o conhecimento adquirido no curso seja transformador para a vida de cada um deles.

Pará Profissional - O programa Pará Profissional foi instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, descrito como um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais, com a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica nas diversas modalidades a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento no Estado. A coordenação do programa foi determinada à Sectet.

Texto: Fernanda Graim – Ascom/Sectet

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Sectet em Ação #07 - Pré-lançamento da VIII Feira Estadual de CT&I

ter, 08/08/2017 - 10:57

A importância de valorizar o conhecimento como a principal riqueza de uma sociedade, por meio de incentivos a ciência, tecnologia e inovação foi o que se buscou mostrar durante o pré-lançamento da VIII Feira Estadual de Ciência Tecnologia e Inovação (CT&I), realizada em junho de 2017 pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). 
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Filmagem e Edição: Igor de Souza
Texto e Entrevistas: Fernanda Graim

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Altamira recebeu seminário sobre desenvolvimento econômico do Xingu

ter, 08/08/2017 - 08:12
06/08/2017

Com palestras, debates e minicursos foi realizado nos dias 4 e 5 de agosto, no Centro de Convenções de Altamira, o seminário “Desenvolvimento Econômico do Xingu”. Foram apresentados e analisados cenários em diversas cadeias produtivas da região do Xingu, com participação de produtores, trabalhadores, investidores, técnicos e empreendedores de segmentos importantes para a sustentabilidade e economia dos municípios e do Estado, como das cadeias produtivas do cacau, da pesca e da psicultura, do turismo, da pecuária, da produção da agricultura familiar, de produtos florestais não madeireiros e da fruticultura.

Os debates sobre as áreas produtivas foram realizados em salas temáticas, após apresentações de projetos executados por meio do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX), nas Câmaras Técnicas (CT´s) 2, feita por Poliana Marcolino Corrêa, do Ministério da Integração, e da 3 feita por Marjorie Barros Neves, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME), coordenadoras das referidas CT´s.  

Nos debates realizados após as palestras e durante as Salas Temáticas, na sexta-feira à tarde, foram discutidos os principais problemas que travam o crescimento, o desenvolvimento de projetos e empreendimentos em cada uma das áreas econômicas, assim como soluções e a busca de financiamentos para garantir a sustentabilidade da economia da região do Xingu.

Para Jedielcio Oliveira, técnico da Cooperativa Central de produção Orgânica de Cacau da Transamazônica e Xingu (CEPOTX), que reúne proprietários de 80 fazendas de cacau, produz cerca de 600 toneladas de amêndoas por ano e exporta para a Áustria, o seminário foi bom, mas poderia ser mais amplo. Ele acredita que é preciso melhorar os negócios que já existem na região, com atualização de informações sobre a economia regional, assim como atrair mais instituições públicas com técnicos especialistas para traçar novas estratégias. “Interagir mais para atender melhor outros negócios e com mais informações para inovação, pelo menos para as principais cadeias produtivas, com mais tecnologia”, declarou.  

Segundo Maria Amélia Enriquez, Secretária Adjunta de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica do Pará, o seminário serve para encontrar alternativas econômicas, mas principalmente tecnológicas para desenvolver as potencialidades da região do Xingu e agregar valor à produção. A construção de uma incubadora de empresas, com instalações de laboratórios em parceria com instituições como a Universidade do Estado do Pará (UEPA), a Universidade Federal do Pará (UFPA) e o Instituto Federal de Educação Tecnológica (IFPA), juntamente com outras instituições de pesquisa para desenvolver a sustentabilidade a partir de novas tecnologias, tanto de equipamentos como do desenvolvimento, capacitação e formação de pessoas, além do melhoramento da produção, seja ele por processos ou por genética. “Precisamos potencializar, agregar valor à produção, aproveitar o potencial e a riqueza de matéria prima da região, então vamos iniciar o mais breve possível a estrutura, as adaptações físicas para uma incubadora de empresas e buscar parcerias com as instituições de pesquisa que já existem como as universidades, fazer as sensibilizações com a ajuda do Sebrae, das prefeituras e ser ousados para revolucionar a economia da região”, ressaltou.

Segundo Marjorie Barros Neves, o Seminário teve como principal objetivo debater e articular ações para fortalecer as atividades econômicas da região. “Precisamos melhorar e aumentar iniciativas tanto públicas quanto privadas para dar continuidade aos projetos, construir sustentabilidade com projetos que melhorem a socioeconomia, como no seminário, para desenvolver um plano de ação por área de produção, por atividade com conhecimento e fortalecimento das cadeias produtivas da região”, destacou.

Durante o seminário também foram realizados minicursos sobre Elaboração de Projetos de Inclusão Produtiva e de Viabilidade Econômica. Ainda foi montada uma pequena feira, com mostra de produtos resultado de projetos financiados pelo PDRSX, como sabão ecológico feito com reaproveitamento de óleo de cozinha, produzido por moradores dos RUC´s (Reassentamentos Urbanos Coletivos), que são os novos bairros de Altamira; Mel Flores do Xingu, da Associação dos Pequenos Produtores Rurais de Altamira e Região; camisetas e artesanato indígena da Associação Inkuri. 

O seminário ocorreu por meio de parceria entre Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet); Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme); Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa); Associação Comercial, Industrial e Agropastoril de Altamira (Aciapa); Secretaria de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional (SDR/MI); Associação de Municípios do Consórcio Belo Monte (ACBM), com apoio do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX) por meio de sua gestora, o Instituto Avaliação.

Texto: Jorge Herberth (Comunicação do Instituto Avaliação)

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Sectet e ProPaz Diversidade captam demandas de público LGBT

seg, 07/08/2017 - 08:44
04/08/2017

Respeito à diversidade de gênero e aos anseios da população LGBT do Estado foram os motivos que provocaram a reunião que marcou a parceria entre Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e o Pro Paz Diversidade, realizada nesta sexta-feira (4). Além dos representantes dos dois órgãos, estiveram presentes pessoas ligados ao movimento LGBT. O intuito foi captar as demandas de qualificação profissional desse público a fim de oferecer cursos por meio do Programa Pará Profissional, além de orientá-los a respeito dos cursos que já são oferecidos por outros órgãos públicos.

A assessora técnica da Sectet, Sônia Mendes, explicou que a qualificação profissional foi uma das formas que o Governo do Estado encontrou de ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas. E o Pará Profissional, por sua característica mais flexível, pode oferecer, muitas vezes, cursos propulsores que são criados juntamente com o público que o solicita, desde que se observe que tais cursos gerem reais possibilidades de emprego e renda para os alunos.

Para a coordenadora do Pro Paz Diversidade, Beatriz de Almeida, a reunião trouxe uma perspectiva positiva para a população LGBT do Estado. “A parceria do Propaz com a Sectet é muito importante porque traz um leque de oportunidade para essa população que é tão excluída e a reunião foi muito boa no sentido de que a Sectet teve a preocupação de ouvir essa população, o que realmente vai beneficiá-la, o curso profissionalizante propício, porque não é só dar o curso. A Sectet se preocupou do retorno que o curso trará pra essa população”, comemorou.

Já para o técnico de enfermagem, Thompson Chaves, que atualmente está desempregado, a reunião se resumiu em uma palavra: esperança. Ele desabafou sobre o preconceito que sente no dia a dia e da importância de se sentir envolvido em um Programa como o Pará Profissional. “Sentimos preconceitos em qualquer lugar, no ônibus, no emprego, até dentro de casa mesmo ainda existe esse preconceito, mas, agora, finalmente nós estamos voltando a acreditar em pessoas que acreditam em nós, pessoas que estão realmente dando uma oportunidade e espero que esse programa siga em frente, é uma nova esperança”, enfatizou.

Programa - O programa Pará Profissional foi instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, descrito como um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais, com a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica nas diversas modalidades a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento no Estado. A coordenação do programa foi determinada à Sectet.

Texto: Fernanda Graim – Ascom/Sectet

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Consecti

sex, 04/08/2017 - 14:18
04/08/2017

Governo participa de encontro nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação 

Os avanços do Pará na área de Ciência, Tecnologia e Inovação foram apresentados em reunião do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em Brasília. No encontro, o representante do Pará, o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica, Alex Fiúza de Melo, declarou que um dos objetivos foi debater com membros da pasta o reduzido orçamento destinado aos Estados para custeio e manutenção de programas nesse setor, rever o método de formulação das políticas públicas nacionais para adequá-las às expectativas regionais, além de estabelecer prioridades mesmo com poucos recursos.

“Estão previstas algumas reuniões daqui para frente com o próprio Ministério para rever esse tipo de formulação das políticas nacionais em um momento de crise”, disse o secretário. “Nós temos que reinventar a forma de fazer. Se o dinheiro é pouco, reinventemos prioridades, mas reinventemos também a forma de estabelecer essas políticas para que possa atender interesses transversais do país que a gente pode chamar de interesses nacionais, mas sem se chocar com as prioridades em nível local”, completou.

Durante o encontro, o secretário entregou aos participantes exemplares da oitava edição da revista Ver-a-Ciência, publicação semestral que apresenta as ações de maior destaque na área de Ciência, Tecnologia e Inovação, desenvolvidas no Pará. Alex Fiúza apontou os trabalhos prioritários, no Estado, para o desenvolvimento do setor, como a expansão da rede de transmissão de internet de banda larga e o programa Pará Profissional, que foca na educação e formação profissional para atender às exigências do mercado de trabalho principalmente dos setores industrial, agrícola e de serviços. “Nós criamos, no Pará, um ambiente de inovação que pudesse canalizar dentro desse ambiente tudo que de institucional nós temos de importante dentro do Estado, que é o caso do parque tecnológico, onde você tem hoje laboratórios que servem setores produtivos”, disse o secretário. “Temos empresas indo para lá para conviver nesse ambiente de ciência e tecnologia para gerar uma economia do conhecimento, sem o que nós não vamos avançar para o futuro”, concluiu.

 A presidente do Consecti, Francilene Garcia,  destacou que um dos resultados mais positivos desses encontros é a troca de experiências positivas entre os Estados. Francilene também parabenizou o Pará pelas iniciativas pioneiras na área de CT&I. “Apesar de estarmos num país com várias assimetrias, as políticas públicas têm a ver com o próprio cidadão, nós estamos na mesma cultura, e as experiências como as do Pará, que vem repercutindo já há algum tempo, não são de hoje”, disse a presidente. “O estado do Pará foi um dos primeiros que mandou para a sua Assembleia Legislativa uma proposta de atualização da sua lei estadual de inovação”, disse Francilene. “Certamente que como foi um dos pioneiros , muito do que o Pará fez vai influenciar outros Estados que começaram depois”, concluiu.

Texto: Pascoal Gemaque (Agência Pará - Núcleo de Representação do Governo do Pará no DF)

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Xingu

qui, 03/08/2017 - 09:11
03/08/2017

Em Altamira, seminário discute desenvolvimento econômico da região do Xingu

Nos dias 4 e 5 de agosto, a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) realiza o “Seminário de Desenvolvimento Econômico do Xingu” no Centro de Convenções do município de Altamira. O objetivo do evento é aproximar atores do setor produtivo, especialistas técnicos e demais agentes públicos e privados, com vistas a debater e propor alternativas para dinamizar as atividades econômicas locais, bem como fortalecer parcerias e estratégias de desenvolvimento econômico na região do Xingu.

O seminário ocorre em parceria com Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme); Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa); Associação Comercial, Industrial e Agropastoril de Altamira (Aciapa); Secretaria de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional (SDR/MI); Associação de Municípios do Consórcio Belo Monte (ACBM), Coordenação Geral e Câmaras Técnicas 2,3 e 6 do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX).

Os dois dias de evento serão divididos em três momentos. Na manhã do dia 4, os organizadores irão palestrar sobre as perspectivas de desenvolvimento para a região; atividades produtivas e a infraestrutura para tal desenvolvimento; propostas de uma agenda positiva; perspectivas da instalação de um condomínio industrial, além disso serão destacadas as cadeias prioritárias para a Região do Xingu inclusas no plano estratégico do Governo do Pará, denominado Pará 2030. Ainda serão apresentados os programas Pará Profissional, Inova Pará e as estratégias de ciência e tecnologia para a região. A partir disso, será montada uma mesa redonda que discutirá a inclusão produtiva para o desenvolvimento econômico do Xingu.

Em um segundo momento, pela parte da tarde, os participantes estarão divididos em salas temáticas para debater as estratégias de desenvolvimento das seguintes cadeias produtivas: pecuária de corte e leite; aquicultura e piscicultura; cacau; produtos florestais não madeireiros; turismo; indústria e logística; e fruticultura. No último momento, já no dia 5, serão realizados dois minicursos sobre elaboração de projetos: um focado na inclusão produtiva e o outro, na viabilidade econômica.

Texto: Fernanda Graim – Ascom/Sectet

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Credcidadão une-se à Sectet e à Prefeitura de Belém para qualificar batedores de açaí no Estado

qua, 02/08/2017 - 11:25
02/08/2017

Há quatro anos, Marcos Davi, de 42 anos, sustenta sua família por meio de um ponto de venda de açaí, no bairro do Barreiro em Belém. O negócio começou pequeno, com apenas uma despolpadeira, mas, hoje, Marcos já conta com duas que conseguem “bater” cerca de 20 baldes do fruto por dia, e gerencia quatro funcionários em seu estabelecimento. Essa expansão fez com que ele buscasse qualificação para garantir a qualidade do produto vendido, por isso ingressou na turma piloto do curso “Boas Práticas para Manipulação e Higienização do Açaí”. 

O curso, que terminou em julho deste ano, foi promovido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), dentro do Programa Pará Profissional, e contou com a parceria da Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Economia (Secon), e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). “Abri o negócio sem ter qualificação alguma para exercer a função de batedor de açaí. Quando soube da capacitação, fiz com que a minha família toda participasse do curso, e ele foi o ponto forte na nossa vida, pois aprendemos as práticas adequadas para a manipulação do fruto, inclusive a técnica do branqueamento”, relata Marcos Davi. 

Ao todo, 27 batedores da região metropolitana de Belém participaram da capacitação, porém, muitos deles não possuem a máquina de branqueamento do açaí, a qual possibilita a eliminação de microorganismos que causam doenças, em especial a doença de Chagas. Para tentar viabilizar essa necessidade tecnológica, a Sectet convidou o Núcleo de Gerenciamento de Microcrédito (Credcidadão) para apresentar as linhas de crédito disponíveis para que os concluintes do curso possam adquirir o equipamento e garantir a qualidade do produto à sociedade paraense. 

A apresentação ocorreu na tarde dessa terça-feira, dia 1º de agosto, na sede da Sectet, e contou com a participação do secretário municipal de Economia, Mário Freiras; da diretora geral do Credcidadão, Maria Alves dos Santos; além dos concluintes do curso. “Para dar prosseguimento ao Pará Profissional, precisamos de boas parcerias e união de políticas de Estado. Casar o Credcidadão a um curso de formação profissionalizante traz um resultado muito maior do ponto de vista social e econômico, pois os egressos podem tirar real vantagem dos cursos ofertados”, pontuou o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello. 

Oportunidades - A diretora geral do Credcidadão, Maria Alves dos Santos, explicou que a instituição possui uma linha especial para atender batedores de açaí do Estado, a qual disponibiliza até 8 mil reais para aquisição de equipamentos e insumos. O empreendedor tem até 30 meses para pagar o crédito cedido e a taxa de juros é de 0,5% ao mês. Para requisitar o crédito, o empreendedor precisa estar vinculado a uma entidade/associação representativa da categoria e o plano de negócios do empreendedor é discutido e elaborado junto com o Credcidadão. 

“Não podemos correr riscos em uma cadeia produtiva tão importante para o Estado. Parabenizo a Sectet e a Prefeitura de Belém pela iniciativa de promover esse curso e por estimular a busca por qualidade em nossos insumos. Certamente é uma iniciativa para se tornar exemplo à expansão e ao melhoramento de outras cadeias produtivas estratégicas”, afirmou Maria Alves dos Santos.

O Credcidadão se prontificou a recepcionar o pleito dos egressos do curso à linha de crédito, os quais irão à sede do Núcleo no dia 08 deste mês para iniciar as proposições. “O Pará Profissional é um instrumento de transformação que abre portas para muita gente que estava à margem do progresso da atividade econômica. Estamos muito felizes em fazer parte do Programa e felizes pelo auxílio do Credcidadão, que só fez engrandecer essa iniciativa”, concluiu o secretário municipal de Economia, Mário Freiras. 

Pará Profissional - O programa Pará Profissional foi instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, descrito como um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais, com a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica nas diversas modalidades a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento no Estado. A coordenação do programa foi determinada à Sectet.

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet

 

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Anprotec e Samsung promovem evento de divulgação do Programa de Promoção da Economia Criativa

seg, 31/07/2017 - 10:24
31/07/2017

No próximo dia 4 de agosto, das 9h30 às 11h30, o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá recebe o Anprotec e Samsung Road Show, evento de esclarecimento sobre a terceira rodada do Programa de Promoção da Economia Criativa, realizado pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), Samsung e Centro Coreano de Economia Criativa e Inovação (CCEI). A entrada é livre, com lotação máxima de 70 lugares.

O programa tem a finalidade de estimular e apoiar o desenvolvimento e a aceleração de empreendimentos de base tecnológica que atuem nas seguintes áreas de interesse: 1) saúde digital, bem-estar e fitness; 2) segurança, privacidade & furto; 3) soluções de convergência e conectividade; 4) fintech (finanças digitais); 5) gestão de baterias e dados; 6) agricultura digital; 7) inteligência artificial; 8) educação digital; 9) novas experiências com redes sociais; 10) operadoras de telefonia móvel e consumidores.

O edital irá selecionar até 10 projetos com protótipos/provas de conceito (PoC) sinérgicos aos setores de interesse do programa, os quais receberão apoio financeiro e um pacote de serviços que visem ao aprimoramento tecnológico e mercadológico dos seus protótipos/PoC, no âmbito do Programa de Promoção da Economia Criativa. As atividades de apoio terão duração de até seis (6) meses.

Desenvolvido a partir da demanda da Samsung e da referência ao Modelo de Promoção da Economia Criativa Sul-Coreana, o Programa de Promoção da Economia Criativa consiste em um conjunto de atividades relacionado à identificação, seleção e suporte de projetos da Economia Criativa. Tais projetos serão apoiados por Samsung, Anprotec e incubadoras de empresas participantes, visando à geração e ao desenvolvimento de empreendimentos de base tecnológica de sucesso. O programa está na terceira edição, na qual incubadoras de empresas credenciadas junto ao Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia (CAPDA/MDIC), foram pré-selecionadas para executarem as atividades previstas.

O prazo final para apresentação de candidaturas será encerrado no dia 20 de agosto de 2017. A íntegra do edital está disponível no link: http://anprotec.org.br/moc/Chamada_projetos_Amazonia_Batch3_v8.pdf

Serviço: Anprotec e Samsung Road Show, dia 4 de agosto de 2017, das 9h30 às 11h30, no auditório do prédio Espaço Inovação do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá – Av. Perimetral, km 01, S/N, entre o campus da UFRA e da UFPa. Contatos: (91) 3321-8900. E-mail: ascom@fundacaoguama.org.br

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