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Atualizado: 59 minutos 48 segundos atrás

Programa Inova Pará

qua, 03/05/2017 - 15:35
03/05/2017

Programa Inova Pará é apresentado a órgãos ligados ao setor produtivo no Estado

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), a partir de um convite da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), apresentou, na tarde desta terça-feira, 02, o Programa Inova Pará a diversos representantes de órgãos estaduais ligados ao setor produtivo no Pará. O Programa, coordenado pela Sectet, dispõe sobre incentivos à inovação, à pesquisa científica e tecnológica e à engenharia não rotineira, além da política estadual de incentivos fiscais.

O Inova Pará será lançado oficialmente nesta quarta-feira, 4, durante a programação da XIII Feira da Indústria do Pará (Fipa) que ocorrerá no Hangar. O Programa parte da premissa que para romper com o modelo extrativista, presente na economia paraense, é indispensável que o Estado apoie a criação de Sistemas Regionais de Inovação (SRI) a fim de que propiciem suporte necessário à agregação de valor das cadeias produtivas estratégicas.

“A equipe ligada ao setor produtivo do Governo do Estado deve conhecer previamente o Programa, pois a definição da agenda para atender as necessidades dos arranjos produtivos da região precisa ser articulada em conjunto com as instituições e projetos afins a partir de uma estratégia sistêmica”, pontuou o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello. Dentre as instituições presentes, participaram representantes da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), do Banpará, das secretarias de estado de Turismo, de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia e de Planejamento.  

A Sectet vem dialogando com os atores regionais das principais cadeias produtivas do Estado, como a cadeia do cacau e do açaí, para levantar as demandas e projetos desenvolvidos nos setores. “Essa é a primeira fase do Programa. A segunda fase diz respeito à concepção do sistema a ser implantado para alavancar as cadeias produtivas, e, para isso, o Estado deve contribuir para a criação de Sistemas Regionais de Inovação, que envolve a academia, o setor produtivo e a comunidade local trabalhando de forma integrada”, explicou a secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez. 

Além do Inova Pará, outra iniciativa da Sectet bastante discutida durante a reunião foi o Programa Pará Profissional, voltado para a promoção de cursos de qualificação profissional em diversas modalidades. “Os programas do Governo do Estado, executados por meio da Sectet, são uma quebra de paradigma no Pará. Na nossa discussão com os investidores no Estado, precisamos saber vender isso, por isso essa apresentação de hoje foi esclarecedora. Vamos, certamente, ajudar no desenvolvimento do Inova Pará”, afirmou o presidente da Codec, Olavo das Neves. 

Parcerias - Além do setor governamental, o Inova Pará tem sido apresentado para diversas empresas como forma de buscar parcerias para a operacionalização do Programa. Uma delas é a Citróleo - Indústria e Comércio Óleos Essenciais Ltda., que esteve presente na Sectet na tarde desta quarta-feira, 3. A empresa possui grande interesse em integrar as ações voltadas ao aprimoramento dos setores de cosméticos e perfumaria no Pará, a partir de políticas de sustentabilidade e com foco no desenvolvimento de produtos naturais. 

Um dos assuntos discutidos foi a implantação de um Centro de Pesquisa e Produção no Espaço Inovação, localizado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), com o objetivo de desenvolver novos processos e produtos para beneficiamento. Uma nova reunião será agendada e contará com a participação de pesquisadores dos laboratórios do Espaço Inovação para discutir a implantação do Centro. 

Texto: Igor de Souza (Ascom Sectet)

 

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Entrega de Prêmio

ter, 02/05/2017 - 11:37
02/05/2017

Vencedores do Prêmio de Inovação na Indústria Mineral serão conhecidos dia 4 

Reconhecer o mérito de iniciativas, atividades e projetos que promovam melhoria da Indústria Mineral no Pará, contribuindo para criação, disseminação e difusão de práticas inovadoras em seus amplos segmentos. Esse é o grande objetivo do 1º Prêmio Estadual de Inovação na Indústria Mineral, uma iniciativa do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral), com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Fiepa e Fundação Amazônia Paraense.

A solenidade de premiação ocorre no próximo dia 4 de maio, dentro da programação da XIII Feira da Indústria do Pará. Na solenidade de premiação, serão anunciadas todas as iniciativas finalistas e as vencedoras de cada categoria. As iniciativas finalistas e os resultados estarão disponíveis no site da Sectet: http://www.sectet.pa.gov.br/

“Nossa meta com esse Prêmio é mostrar à sociedade paraense as boas práticas existentes no setor mineral, executadas tanto pelas grandes mineradoras quanto pelas micro e pequenas empresas”, ressaltou o presidente do Simineral, José Fernando Gomes Júnior. 

Categorias – As categorias premiadas serão: Gestão de Inovação, voltada para projetos que fortaleçam um ambiente propício à inovação; Inovação de Processos; Inovação de Produtos, que diz respeito aos bens e serviços necessários à operação da planta industrial; e Inovação em Tecnologias Socioambientais, com ênfase em Responsabilidade Social Corporativa, ou seja, projetos que envolvam ações com comunidades em vista da geração de emprego e renda. 

Texto: Rosana Pinto – Ascom/Simineral

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Cooperativas visitam o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá

sex, 28/04/2017 - 13:50
28/04/2017

Entender como a tecnologia pode ser utilizada para melhorar produtos regionais e alavancar negócios. Este foi o principal objetivo da visita realizada na tarde desta quinta-feira, 27, por representantes de cooperativas do estado do Pará ao Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, em Belém. A visita integrou a programação do Seminário do Cooperativismo Agropecuário do Pará, organizado pelo Sistema OCB-Sescoop/PA e teve a intermediação da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet).

Cerca de 30 representantes de cooperativas dos municípios de Tomé Açú, Irituia, Benevides, Vigia, Santarém, Curralinho, dentre outros, conheceram as políticas públicas do Estado para o fortalecimento de diferentes cadeias produtivas, apresentadas pela secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez; o modelo de governança do parque tecnológico, apresentado pelo diretor presidente do PCT Guamá, Antônio Abelém; e a estrutura do Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia (Cvacba), do Laboratório de Óleos Vegetais e Derivados e do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, Automação e Eletrônica (Lasse), laboratórios de P&D instalados no prédio Espaço Inovação.

Segundo a secretária adjunta, “as cooperativas têm potenciais enormes e desde o Estado consiga alinhar conteúdos de ciência e tecnologia, elas têm tudo para crescer e ser elemento fundamental, uma âncora para a alavancagem dessas cadeias produtivas". Maria Amélia Enriquez destaca ainda que “normalmente quando se fala em parque tecnológico, a sociedade em geral tem uma ideia equivocada, que é um espaço elitista, voltado só para alta tecnologia. Na verdade, quando o Estado está lançando um plano de desenvolvimento e que envolve cadeias produtivas que estão relacionadas à economia tradicional, a tecnologia tem que atender a essa base da economia tradicional - agricultura familiar, cadeia do cacau, do açaí, da piscicultura, da biodiversidade, da floresta”.

E é neste contexto que o PCT Guamá atua na aproximação da academia com o mercado e na democratização do acesso à tecnologia, estimulando o empreendedorismo inovador local, conforme destaca Antônio Abelém. “O parque tecnológico consegue atender a uma gama variada de negócios, com análises físico-químicas de produtos, consultorias especializas e também oferecendo espaço físico de instalação e a oportunidade de associação e prestação de serviços de inteligência competitiva”, informa.

Para o diretor presidente da Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (C.A.M.T.A.), Michinori Konagano, a visita foi pertinente ao proposto pelo seminário. “Sempre tive muita vontade de visitar o parque – a empresa já fez algumas análises técnicas em laboratórios instalados - esta visita valeu muito a pena para nos aproximarmos da universidade. Queremos expandir cada vez mais a parceria”, avaliou.

Texto: Juliane Frazão - Ascom/PCT Guamá

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Sectet realiza oficina sobre educação profissional em seis municípios paraenses

qui, 27/04/2017 - 10:48
27/04/2017

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) esteve em seis municípios paraenses entre os dias 24 e 26 de abril. O motivo foi a realização da oficina “Educação Profissional x Cadeias Produtivas: Demandas e Ofertas”, no intuito de esclarecer os participantes a respeito do programa estadual de qualificação profissional, o Pará Profissional, coordenado pela Secretaria, e captar as demandas para oferta de cursos em tais municípios.

   Alunos certificados em Bonito

  Alunos certificados em Bragança

 Alunos certificados em Augusto Correa

No dia 24, em Castanhal e Bonito; dia 25, em Bragança e Augusto Correa e, dia 26, em Tracauteua, a assessora da Sectet, Sônia Mendes, e a técnica Clarice Novaes, realizaram o evento. Na oportunidade, alunos de Bonito, Bragança e Augusto Correa, já contemplados pelo Programa, receberam os certificados de conclusão de cursos classificados na modalidade “Aperfeiçoamento Profissional”. Os cursos ofertados foram Técnicas de confecção de sacolas em tecido (ecobag n1 e ecobag n2); Técnicas em programação de CLP e Técnicas de lubrificação de máquinas industriais. No dia 26 também, o diretor de Educação Profissional da Sectet, Luís Blasques, e o assessor, Evandro Diniz, realizaram a oficina em Marabá.

 Apresentação em Marabá                                  

O Programa - O Pará Profissional foi instituído pela Lei no 8.427, de 16 de novembro de 2016, sob coordenação da Sectet, descrito como um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais, com a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica nas diversas modalidades a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento no Estado. O Programa busca atender cidadãos de todas as regiões de integração do Pará, permitindo que, após os cursos, os egressos tenham maiores possibilidades de acesso ao emprego ou de criação do próprio negócio. Entre os objetivos específicos estão a promoção de cursos profissionalizantes nas modalidades de ensino técnico subsequente e formação inicial e continuada; o estabelecimento de parcerias que potencializem, em termos técnicos e financeiros, as ações; a interiorização da educação profissional e tecnológica por meio de parcerias colaborativas com os municípios paraenses e demais atores locais e regionais; e o maior alcance de pessoas por meio do estabelecimento de um sistema eficaz de educação a distância.

Texto: Fernanda Graim - Ascom/Sectet

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Minicurso

qua, 26/04/2017 - 14:42
26/04/2017

Laboratório do Leite promove minicurso sobre processamento de queijo e requeijão

Nos dias 15 a 17 de maio de 2017, o Laboratório da Qualidade do Leite, ligado à Universidade Federal do Pará (UFPA) e instalado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), promove o minicurso “Processamento de queijo e requeijão – da prática à teoria”, com carga horária de 20h. A ação é voltada para profissionais de nível técnico ou superior da área de laticínios, pequenos produtores ou outros interessados. O investimento é de R$ 350,00 e as pré-inscrições já estão abertas e podem ser realizadas no link.

O minicurso tem o objetivo de contribuir com a formação de profissionais que buscam conhecimento acerca da tecnologia de fabricação de queijo e requeijão por meio da exposição teórica dos conceitos fundamentais e execução das etapas de processamento. Os ministrantes vão apresentar de forma teórico-prática os fundamentos do processo de fabricação de diferentes tipos de queijo e requeijão, apresentando inovações na área e contribuindo desta forma com a formação profissional dos participantes.

O minicurso será ministrado por Luiza Helena Meller da Silva, Prof. Dra. da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Federal do Pará (FEA-UFPA); Renan Campos Chisté, Prof. Dr. da FEA-UFPA; e Drª Heloisa Helena Medeiros, do Programa de Pós Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos da UFPA.

A pré-inscrição está aberta e pode ser realizada no link, a vaga será garantida após depósito bancário na conta da Fundação Guamá, OS que gerencia o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá. A turma será fechada apenas se as inscrições atingirem o número mínimo de 15 participantes. Ao todo, serão oferecidas 20 vagas.

Ementa do Curso

1. Introdução à Tecnologia de leite e derivados
1.1 Composição e classificação do leite
1.2 Obtenção do leite de qualidade
1.3 A indústria de laticínios na atualidade
2. Processamento de queijo
2.1 Conceito e classificação dos queijos
2.2 Fluxograma da elaboração de diferentes tipos de queijo e descrição de suas etapas
2.3 Ingredientes opcionais e obrigatórios
3. Processamento de requeijão
3.1 Conceito e classificação de requeijão
3.2 Fluxograma da elaboração de requeijão e descrição de suas etapas
3.3 Importância dos ingredientes usados na formulação básica
4. Legislação
5. Práticas
5.1 Elaboração de queijo tipo minas frescal com adição de condimentos
5.2 Elaboração de requeijão cremoso saborizado
5.3 Degustação dos produtos elaborados

Sobre os ministrantes

 Profª Drª. Luiza Helena Meller da Silva (FEA-UFPA);

Graduada em Química Industrial pela Universidade do Sul de Santa Catarina (1991), mestrado (1994) e doutorado (2000) em Engenharia de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas. É professora da Universidade Federal do Pará e tem experiência na área de Ciência e Tecnologia de Alimentos, com ênfase em processos de extração, Tecnologia de Óleos e Gorduras, principalmente na identificação e caracterização de vitaminas (A e E) e ácidos graxos, estabilidade oxidativa e controle de qualidade, propriedades termofísicas, desenvolvimento de processos e produtos. É coordenadora adjunta do mestrado profissional na área de Ciências de Alimentos na CAPES.

Prof. Dr. Renan Campos Chisté (FEA-UFPA)

Graduado em Tecnologia Agroindustrial com ênfase na Tecnologia de Alimentos pela Universidade do Estado do Pará (2007), mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Universidade Federal do Pará (2008) e doutorado em Ciência de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (2011). Possui experiência na área de processamento tecnológico de matérias-primas vegetais, assim como análises físico-químicas e fitoquímicas em produtos de origem vegetal. Atualmente desenvolve funções como membro do Conselho Editorial da Journal of Food Composition and Analysis e Food Research International (Elsevier).

Drª. Heloisa Helena Medeiros (PPGCTA-UFPA)

Graduada em Engenharia de Alimentos pela Universidade Federal do Pará (2006), mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela UFPA (2009), doutorado em Engenharia Química pela Universidade Estadual de Campinas (2014). É pós-doutoranda no Programa de Pós Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos na Universidade Federal do Pará. Tem experiência na área de Engenharia de Alimentos, atuando principalmente nos seguintes temas: adsorção, evaporação, secagem, compostos biologicamente ativos de matérias-primas de origem vegetal.

Serviço

“Processamento de queijo e requeijão – da prática à teoria”
- 15 e 16/05: 8h às 12h e 14h às 18h
- 17/05: 8h às 12h
Local: Laboratório de Ciência, Tecnologia e Engenharia de Alimentos – LCTEA (Universidade Federal do Pará – UFPA, Campus Profissional. Rua Augusto Corrêa, 01 – Bairro: Guamá – CEP: 66075-110, Belém – PA)
Número de participantes: 20
Investimento: R$350,00
Pré-inscrições: http://bit.ly/2o9e530
Dados para depósito bancário:
Banco do Brasil
Agência: 3702-8
Conta Corrente: 35174-1
Fundação de Ciência e Tecnologia Guamá
CNPJ: 11.024.200/0001-09

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Apoio

ter, 18/04/2017 - 09:17
18/04/2017

Sectet e Sebrae-Pa alinham ações de apoio a produtores e cooperativas locais

Na manhã desta segunda-feira (17), representantes da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e do Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas no Pará (Sebrae-Pa) se reuniram para alinhar ações de apoio a produtores e cooperativas locais a fim de otimizar a produção paraense e alavancar os negócios ligados às cadeias produtivas consideradas prioritárias no Plano de Governo Pará 2030.

Na oportunidade, a adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez, destacou as ações de dois dos programas de governo coordenados pela secretaria, o Pará Profissional e o Inova Pará, que incentivam, em todo o Estado, a qualificação profissional e a criação de ambientes de inovação, respectivamente. “O principal desafio da Sectet é diminuir a distância que existe entre ciência e tecnologia e as comunidades locais, é fazer as pessoas entenderem que as pesquisas, os estudos, podem ser aplicados no cotidiano”, explicou a adjunta.

Para a execução dos programas, a Secretaria conta com parceiros como o Sebrae, por isso as reuniões  de alinhamento são necessárias a fim de que não haja sobreposição de ações. “A reunião foi bastante produtiva e assertiva, vamos caminhar juntos para melhorar os produtos das comunidades, melhorar a cadeia produtiva de insumos amazônicos, vamos trabalhar as capacitações, as consultorias, o acesso ao mercado dessas comunidades gerando negócios para eles”, ressaltou a gestora do projeto de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC) do Sebrae-Pa, Georgiane Titan.

Uma das principais pautas abordadas foi o apoio à cadeia da biodiversidade, em especial a área de biocosméticos, e o incentivo à participação dos atores envolvidos em feiras nacionais e internacionais ligadas ao setor. Além disso, também houve a proposta da criação de um Fórum de Empreendedorismo composto por várias instituições. Essas e outras ideias serão alinhadas nas próximas reuniões. Dessa forma, acordou-se realizar encontros quinzenais a fim de abordar as uma cadeia produtiva diferente a cada um deles no intuito de discutir a fundo suas peculiaridades.

Também estiveram presentes na reunião o analista da unidade de projetos estratégicos do Sebrae-Pa, Marcus Tadeu, e, pela Sectet, o diretor de educação profissional e tecnológica, Luís Blasques; o diretor de ciência e tecnologia, Sérgio Oliveira; a coordenadora de apoio ao empreendedorismo e à inovação, Edilaine Menezes; e o gerente dessa coordenadoria, Wander Oliveira.

Texto: Fernanda Graim - Ascom/Sectet

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Leitura

qua, 12/04/2017 - 09:35
12/04/2017

Sectet apoia campanha do Governo do Estado de incentivo a leitura e doação de livros

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica apoia a campanha do mês de abril do Governo do Pará, lançada nesta terça-feira (11) no Teatro Margarida Schivasappa. Desta vez, a leitura é o foco da iniciativa com o tema “Ler pode mudar a sua história. Compartilhe livros”. Ao longo do mês em que se comemora o Dia Nacional do Livro Infantil (18), em homenagem ao nascimento do escritor Monteiro Lobato, várias atividades relacionadas ao incentivo à leitura estão programadas, resultado de um trabalho conjunto envolvendo toda a estrutura do governo e coordenado pelas Secretarias de Estado de Educação (Seduc), de Cultura (Secult), de Comunicação (Secom), juntamente com o NAC, Fundação Cultural do Pará (FCP) e IOE.

As informações detalhadas sobre as atividades e outras ações podem ser encontradas em http://www.agenciapara.com.br/

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Certificação em Santarém e Itaituba

sex, 07/04/2017 - 13:37

Nos dias 23 e 24 de março, representantes da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) estiveram em Santarém e Itaituba, respectivamente, para entrega de certificados de conclusão de curso aos alunos que participaram do Programa Pará Profissional nos dois municípios. Na oportunidade, aproveitaram para captar as demandas locais de novos cursos a serem ofertados em 2017. A equipe da Secretaria participou ainda da reunião mensal do Grupo de Gestão Integrada para o Desenvolvimento Regional Ambiental de Belterra, Moji dos Campos e Santarém (GGI) a fim de detalhar as ações do programa estadual de qualificação profissional. Em Santarém, receberam certificados os concluintes das turmas de Técnicas de Aplicação de Revestimento Cerâmico e Porcelanato e Técnicas de Parametrização de Inversor de Frequência. Em Itaituba, os alunos agraciados com o documento foram aqueles das turmas de mesma qualificação das duas de Santarém, além dos concluintes dos cursos de Técnicas de leitura e interpretação de Projetos da Construção Civil para mestre de obras; Técnicas de segurança na operação de trator de pneus; e Técnicas de segurança na operação de plataforma elevatória.

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Sectet em Ação #04 - Visita técnica a Boa Vista do Acará

sex, 07/04/2017 - 08:27

Como aproveitar todo o potencial turístico, fruticultor, piscicultor e empreendedor de uma comunidade gerando renda e qualidade de vida às pessoas? Foi esse questionamento que norteou a visita de representantes de diversos órgãos do Governo do Pará, pesquisadores, empresários e voluntários à comunidade de Boa Vista do Acará em março de 2017. O encontro foi organizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), com o objetivo de ouvir a comunidade sobre as necessidades locais. 
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Filmagem e Edição: Igor de Souza
Texto e Entrevistas: Fernanda Graim
Realização: Ascom Sectet

vídeo: 
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Chamamento Público busca OS para gestão administrativa de escolas tecnológicas

seg, 03/04/2017 - 11:38
03/04/2017

No dia 30 de março, foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), o edital no 01/2017 da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), o qual realiza o chamamento público para outorga e qualificação de Organização Social (OS), cujas atividades sejam dirigidas à gestão exclusivamente administrativa das Escolas Tecnológicas do Estado do Pará.

O edital, além de representar um alinhamento com a política de educação profissional proposta pela Sectet, tem como único objetivo qualificar instituições que tenham competência para gerir administrativamente os espaços de ensino, mantendo toda a gestão pedagógica sob responsabilidade dos órgãos de Estado, em especial da Secretaria de Educação (Seduc) e da própria Sectet, que definirão o perfil de ocupação das escolas, cursos a serem ofertados e demais ações pedagógicas com base nos interesses das regiões do Pará atendidas por cada uma das escolas.

O titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, explica que “a contratação de uma Organização Social com a finalidade única e exclusiva de gerir administrativamente as escolas tecnológicas visa garantir uma gestão mais profissional desses espaços, garantindo qualidade na sua manutenção, para que os cursos possam ser ofertados em ambientes adequados. Na atividade finalística, o ensino, o resultado esperado é que se abram possibilidades de uso otimizado do espaço, com ofertas de cursos mais dinâmicos, sazonais e que dialoguem diretamente com as demandas identificadas, inclusive com possibilidades de parceiras para ampliar a oferta de cursos”.

As organizações interessadas devem apresentar requerimento de credenciamento, nos termos do anexo I do edital, até o dia 2 de maio, acompanhados de fotocópias autenticadas de documentos como estatuto registrado em cartório, ata de eleição de sua atual diretoria, inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes/Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, entre outros. As informações sobre os demais documentos necessários, requerimento, avaliação dos inscritos e outorga de qualificação estão disponíveis aqui.

Texto: Fernanda Graim - Ascom/Sectet

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QUALIFICAÇÃO DE ORGANIZAÇÕES SOCIAIS PARA A GESTÃO EXCLUSIVAMENTE ADMINISTRATIVA DE ESCOLAS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA DO ESTADO DO PARÁ

seg, 03/04/2017 - 11:08
Data do Edital: 03/04/2017

O Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica – SECTET, TORNA PÚBLICO o processo de Chamamento Público para fins de outorga e qualificação de Organização Social, cujas atividades sejam dirigidas à gestão exclusivamente administrativa das Escolas Tecnológicas do Estado do Pará, a fim de serem qualificadas como Organizações Sociais, tornando-as aptas a celebrar contratos de gestão com a Administração Estadual, nos termos da Lei Estadual nº 5.980/96, alterada pelas leis Estaduais nº 6.773/2005 e nº 7.787/2014, bem como o Decreto Estadual nº 3.876/2000 e alterações, e, no que couber, pela Lei nº 8.666/93. 

 

AnexoTamanho OS Escolas Tecnológicas1720.pdf272.56 KB
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Visita ao Acará

sex, 31/03/2017 - 16:09

Como aproveitar todo o potencial turístico, fruticultor, piscicultor e empreendedor de uma comunidade gerando renda e qualidade de vida às pessoas? Foi esse questionamento que norteou a visita de representantes de diversos órgãos do Governo do Pará, pesquisadores, empresários e voluntários à comunidade de Boa Vista do Acará no dia 30 de março de 2017. O momento foi marcado por uma reunião na Associação de Produtores Orgânicos do local, conhecida pela sigla APOBV. O encontro foi organizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) devido a uma solicitação da comunidade a partir de visitas anteriores realizadas pela equipe da diretoria de Ciência e Tecnologia do órgão.

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Governo realiza ação integrada para melhorar vida de comunidade no Acará

sex, 31/03/2017 - 10:14
31/03/2017

Como aproveitar todo o potencial turístico, fruticultor, piscicultor e empreendedor de uma comunidade gerando renda e qualidade de vida às pessoas? Foi esse questionamento que norteou a visita de representantes de diversos órgãos do Governo do Pará, pesquisadores, empresários e voluntários à comunidade de Boa Vista do Acará nesta quinta-feira (30).

O momento foi marcado por uma reunião na Associação de Produtores Orgânicos do local, conhecida pela sigla APOBV. O encontro foi organizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) devido a uma solicitação da comunidade a partir de visitas anteriores realizadas pela equipe da diretoria de Ciência e Tecnologia do órgão.

Durante a reunião, associados, moradores e trabalhadores locais e de comunidades vizinhas explicitaram a realidade do lugar diante das visitas de turistas, pesquisadores, esportistas, investidores e empresários, quando são apresentadas as atividades que desenvolvem com ervas, artesanatos, cultivo de frutos como açaí, cupuaçu e cacau e produção de farinha. Além disso, a comunidade é fornecedora de plantas como priprioca, pataqueira e captiú que servem de matérias primas para uma grande empresa nacional de cosméticos.

Por isso, os moradores sentem a necessidade de se estruturar melhor, por meio da profissionalização dos serviços e apoio na área de gestão. Diante disso, a comitiva de representantes do Governo se comprometeu em elaborar um planejamento estratégico para organizar a atuação de cada órgão em Boa Vista do Acará para desenvolver ações em conjunto com os moradores a fim de dar firmeza e sustentabilidade às atividades do lugar.

Para a moradora de Boa Vista do Acará, Débora das Chagas, a ação integrada possibilitará uma conexão entre as atividades desenvolvidas pela comunidade. “Eu acho que só vai fluir quando conectar um serviço com o outro, quem vem passear quer saber como plantamos, quer ver o que produzimos, quer comer o que comemos, quer levar a farinha, a polpa, um produto, então como é que podemos fazer para melhorar isso? Deixar de uma forma mais apresentável? A partir do momento que nos organizarmos, conseguiremos abranger outras comunidades e ajudar, porque existem várias localidades que precisam dessa ajuda também”, afirmou.

A diretora de políticas para o turismo da Secretaria de Turismo (Setur), Fátima Gonçalves, destacou que a Comunidade de Boa Vista do Acará já é um destino bastante procurado, entretanto precisa-se trabalhar na instituição de uma rota turística bem definida para o local. Segundo ela, “todos juntos trabalharão em função do desenvolvimento”.

Além de Sectet e Setur, também estiveram na comunidade representantes  da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas); Companhia de Desenvolvimento Econômico (Codec); Companhia de Portos e Hidrovias (CPH); Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater-Pa); do Programa Credcidadão; Rede Namor; Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); Prefeitura de Acará; Associação Brasileira de Agência de Viagens do Pará (ABAV); Produtora Casa4; Juruá Cosméticos; Chamma da Amazônia; Amazon Star Turismo, pesquisadores e voluntários.

Integração - A comunidade de Boa Vista do Acará fica a 105 km da sede do município ao qual pertence, Acará. O acesso à comunidade pode ocorrer via terrestre por meio da Alça Viária, entretanto o contato mais rápido e fácil à capital Belém é de barco, com a viagem durando em média 30 minutos. Por isso, muitos moradores do local optam por estudar, trabalhar e até morar em Belém. Foi o que ocorreu com o consultor de vendas e produtor rural José Gomes. Nascido em uma família com dez filhos, ele resolveu buscar recursos com a venda de diversos produtos em Belém, com muita força de vontade e ajuda de amigos e até desconhecidos, ele se qualificou realizando cursos técnicos, foi quando conseguiu emprego com carteira assinada e passou a residir permanentemente na capital. Entretanto, a vida urbana sufocou o acaraense acostumado com a liberdade e ele voltou a comunidade onde cresceu.

Hoje, José Gomes é um dos associados da APOBV, de onde já exerceu mandato de presidente e vice, totalizando quatro anos. Para ele, a comunidade tem muito a crescer, principalmente com o apoio governamental, “nos sentimos mais fortes, começamos a perceber que podemos conseguir e eu acredito que vamos, porque se percebe que tudo é uma rede, por isso vínhamos insistindo em reunir com todos os órgãos para verem a nossa necessidade, porque às vezes discutimos com um e esse depende de outro que não está, agora vendo que eles estão agregados, juntos, a possibilidade de acontecer é muito maior”, comemorou.

Texto: Fernanda Graim - Ascom/Sectet

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Qualificação de jovens

qui, 30/03/2017 - 11:31
30/03/2017

Sectet estuda parceria com ONG internacional para qualificar jovens paraenses

Na tarde desta quarta-feira, 29, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) recebeu uma comitiva da ONG Pró-Natura International, que lidera projetos sociais em mais de 42 países em desenvolvimento. A comitiva apresentou as ações da ONG aos técnicos da Sectet, com o objetivo de unir esforços para combater problemas sociais, econômicos e ambientais nas comunidades rurais paraenses.

A Pro-Natura tem como principal meta encontrar alternativas econômicas viáveis para as pessoas que lutam para viver em ambientes sob constante ameaça. Na ocasião da visita à Sectet, a ONG apresentou seu projeto “Espaço Nova Geração – Juventude construindo o desenvolvimento sustentável”, focado no desenvolvimento e transformação da mentalidade de jovens de 15 a 29 anos de comunidades rurais e urbanas. 

O projeto considera a tecnologia como a principal ferramenta de intercâmbio entre o urbano e o rural, e buscará o aprimoramento do acesso e conhecimentos em ferramentas tecnológicas disponíveis, como a internet. A sua execução visa o desenvolvimento profissional de jovens por meio de conteúdos como empreendedorismo e conhecimentos técnicos específicos de acordo com as demandas identificadas pelas próprias comunidades. 

Em 2012, dois pilotos do projeto foram executados, um na comunidade do Salgueiro, no Rio de Janeiro, e outro na cidade de Curralinho, na Ilha do Marajó. A ideia é dar continuidade à iniciativa no Marajó ainda este ano. “Esse projeto deve ser visto como um laboratório de aprendizagem, inovação e desenvolvimento humano nessa nova geração”, acrescentou o presidente da ONG no Brasil, Marcelo Andrade.

A Secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez, elogiou o projeto e afirmou que o Governo do Estado pode auxiliar por meio do Programa Pará Profissional, que possibilita promover a inclusão sócio produtiva, a melhoria de renda e a geração de oportunidades de trabalho e emprego por meio da oferta de cursos de qualificação profissional. 
“Açaí, palmito e queijo são algumas das cadeias produtivas estratégicas no Marajó. Saber quais são as necessidades científicas e tecnológicas necessárias para alavancar essas cadeias é o papel da Sectet dentro do planejamento estratégico Pará 2030. Aliar esse saber ao desenvolvimento profissional e humano dos jovens paraenses será, certamente, um caminho promissor para o Estado”, afirmou Maria Amélia Enriquez.  

A Sectet irá trabalhar em um acordo de cooperação técnica para dar apoio ao prosseguimento dos projetos da Pro-Natura no Pará, que inclui, inclusive, uma grande expedição científica para analisar pequenos ecossistemas no nordeste paraense e o papel deles no clima terrestre. 

Texto: Igor de Souza – Ascom Sectet

 

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Sectet discute qualificação e inovação para a cadeia produtiva do cacau

ter, 28/03/2017 - 16:25
28/03/2017

Qualificação e inovação tecnológica no intuito de fortalecer a cadeia produtiva do cacau no Pará foram os fatores que reuniram diversos órgãos estaduais, federais, produtores e chocolatiers, nesta terça-feira (28), no auditório do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT- Guamá). A reunião, convocada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), é a continuidade do trabalho que pretende integrar as ações voltadas a cadeia, identificada como uma das prioritárias para o estado dentro do Plano de Governo denominado Pará 2030.

Na oportunidade, o atual superintendente da Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira (Ceplac) no Estado, Fernando Mendes, destacou a alta taxa de crescimento anual da produção de cacau no Pará que é de 7%. Em 2016, por exemplo, foram produzidas aproximadamente 118 mil toneladas do fruto. A cadeia cacaueira gera 265 mil empregos, sendo 53 mil diretos e 212 mil indiretos.

Para o engenheiro químico Cesar de Mendes, diretor da empresa Chocolate De Mendes, “a cadeia produtiva do cacau está muito bem organizada, porém o que se precisa é comunicação entre os atores já que, às vezes, um está atrás de uma tecnologia que o outro já possui, mas um ponto a ser observado também seria o final da cadeia, precisa-se de um estímulo na área de comercialização”, enfatizou.

Dessa forma, a secretária adjunta da Sectet, Maria Amélia Enríquez, destacou que “existem muitos componentes no aspecto da produção da cadeia, mas ainda há gargalos na industrialização e na comercialização, por isso a ideia da Secretaria é aprofundar o diálogo no sentindo de um trabalho conjunto.” Para tanto, Enríquez destacou os programas Inova Pará e Pará Profissional, pelos quais a Sectet pode atuar. O primeiro possibilita a criação e fortalecimento de ambientes de inovação para dar suporte à cadeia produtiva do cacau e o outro atuaria especificamente na qualificação da mão de obra.

A partir daí, os presentes se comprometeram em intensificar a discussão e integrar as ações no sentido de cada vez mais aproximar os principais atores da cadeia a fim de garantir resultados concretos para o Estado. Por fim, o professor da Universidade Federal do Pará (UFPA), Jesus Souza, apresentou a todos o Centro de Valorização Agroalimentar de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA), localizado no PCT-Guamá, onde se realizam pesquisas em torno do cacau.

Além dos representantes da Sectet, Ceplac, De Mendes e UFPA, também compareceram à reunião representantes da Casa Civil, das Secretarias de  Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia. (Sedeme), de Desenvolvimento Agropecuário e de Pesca (Sedap), Companhia de Desenvolvimento Econômico (Codec), Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Sitema OCB/Pará, Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e Gaudens Chocolates.

Texto: Fernanda Graim – Ascom/Sectet 

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Alunos de cinco turmas recebem certificados do Pará Profissional em Itaituba

seg, 27/03/2017 - 13:33
27/03/2017

Na última sexta-feira (24), a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), por meio do seu diretor de Tecnologia e Educação profissional, Luís Blasques, realizou a entrega de certificados de qualificação para trabalhadores do distrito de Miritituba, em Itaituba, oeste do Pará. No total, cinco turmas foram agraciadas com o documento que registra a conclusão de cursos ofertados no âmbito do programa Pará Profissional.

O Programa tem a finalidade de ofertar educação profissional e tecnológica a fim de diminuir as desigualdades interregionais e fortalecer as cadeias produtivas prioritárias do Estado. Receberam os certificados os concluintes das turmas de Técnicas de aplicação de revestimento cerâmico e porcelanato; Técnicas de parametrização de inversor de frequência; Técnicas de leitura e interpretação de projetos da construção civil para mestre de obras; Técnicas de segurança na operação de trator de pneus; e Técnicas de segurança na operação de plataforma elevatória.

Durante o evento, ocorrido na Câmara de Vereadores de Itaituba, Blasques fez um resumo sobre as ações do Pará Profissional considerando o programa um grande avanço que visa suprir a ausência de escolas técnicas em diversos lugares, explicando que os cursos ofertados atenderam as necessidades imediatas das empresas instaladas em Miritituba. Diante do sucesso e dos elogios ao programa, destacou-se que já estão previstas novas turmas para a região.

O Pará Profissional é coordenado pela Sectet que, em Miritituba, realizou os cursos juntamente com a Hidrovias do Brasil em parceria com Amport  e SENAI de Santarém. A Secretaria também é a responsável em realizar, no Pará, o levantamento técnico das demandas para o Pronatec - setor produtivo e repassá-las ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que coordena essa área do Programa, o qual também tem o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica em todo o país.

Texto: Fernanda Graim – Ascom/Sectet (com informações do Blog Tribuna Tapajônica)

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Programa Pará Profissional qualifica 84 trabalhadores em Miritituba

seg, 27/03/2017 - 11:18
Informações: 

Para vencer distância e desigualdades sociais no território paraense através da Lei n. 8.427, de 16 de novembro de 2016, o governador Simão Jatene criou o Programa de Educação Profissional e Tecnológica com o sugestivo nome de "Pará Profissional", sendo considerado um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais.

Na região oeste do Pará,  Miritituba,  distrito de Itaituba palco dos grandes investimentos como corredor de exportação de grãos já foi beneficiado pelo Programa que qualificou cerca de 84 trabalhadores.

Coordenado pela Secretaria de Estado de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica- SECTET, que tem como Secretário Alex Fiuza de Melo, promoveu desde outubro o cursos profissionalizantepromovido pela Hidrovias do Brasil em parceria  com Amport  e SENAI de Santarém cursos profissionalizantes contemplando 5 turmas.

Para efetuar a entrega dos certificados, Luis Blasquesrepresentando Alex Fiuza de Melo esteve em Itaituba participando da solenidade no plenário da Câmara de vereadores, na noite desta sexta feira dia 24.

A mesa foi composta pelo vereador Luiz Fernando Sadek,  o diretor da IFPA, Lucivaldo  Cruz, Erivaldo Benit ( Etepa) Marcos Vinolio, gerente da AMPORT, 

Bruno Rolim representando o prefeito Valmir Clímaco ,   Davi Salomão vereador representando presidente da Câmara, sub prefeito de Miritituba João Pádua, Peter Hugo Casera,  diretor do SENAI, Aníbal Mauricio , Hidrovias do Brasil  entre outros.

Os oradores elogiaram a iniciativa da SECTET pela ação que minimiza a carência de mão de obra local.   Luis Blasques fez um resumo sobre a atuação do governo do estado através do projeto considerando um grande avanço que visa suprir a ausência de escolas técnicas em diversos lugares.

Os cursos ofertados foram dentro das necessidade imediatas das empresas instaladas em Miritituba, e pelo sucesso que foi assegurado pela Hidrovias, Amport, Senai e demais parceiros  que nesse ano virão mais cursos para atender a demanda no processo de qualificação para as empresas portuárias e outras empresas já existentes em Itaituba, Miritituba e imediações.  

Como o aspecto foi positivo dentro da Logística Portuária, novos cursos virão para contemplar outras cadeias produtivas além de Miritituba.

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Sectet apresenta programas de governo e entrega certificados em Santarém

sex, 24/03/2017 - 12:50
24/03/2017

Representantes da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) estiveram em Santarém nesta quinta-feira (23) para a cerimônia de entrega de certificados de conclusão de cursos profissionalizantes aos alunos do Programa Pará Profissional, coordenado pelo órgão.

Atualmente, o programa é um dos principais instrumentos de superação das desigualdades interregionais, por meio da oferta de educação profissional e tecnológica a jovens e adultos de todo o Estado a fim de consolidar, ampliar e verticalizar as cadeias produtivas aos eixos prioritários de desenvolvimento definidos no Plano “Pará 2030”. Receberam os certificados os concluintes das turmas de Técnicas de Aplicação de Revestimento Cerâmico e Porcelanato e Técnicas de Parametrização de Inversor de Frequência.

A Secretaria também é a responsável em realizar, no Pará, o levantamento técnico das demandas para o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) - setor produtivo e repassá-las ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que coordena essa área do Programa, o qual também tem o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica em todo o país.

Desta forma, a adjunta da Secretaria, Maria Amélia Enríquez, e o Diretor de Educação Profissional e Tecnológica do órgão, Luís Blasques, participaram também da reunião mensal do Grupo de Gestão Integrada para o Desenvolvimento Regional Ambiental de Belterra, Moji dos Campos e Santarém (GGI) a fim de detalhar as ações do Pará Profissional e captar as demandas da região tanto para o programa estadual como o federal.

Além disso, os presentes puderam conhecer melhor outro programa coordenado pela Sectet, o Inova Pará, o qual busca incentivar a criação e o fortalecimento de ambientes de inovação pelas diversas Regiões de Integração do Estado, por meio do conceito de Sistema Regional de Inovação. O desafio é transformar empresários, pesquisadores, entre outros, em empreendedores inovadores que trabalhem conjuntamente e em sinergia, gerando assim um potencial competitivo. Realizando ações nesse sentido, a Sectet acredita que pode transformar os investimentos na área de ciência, tecnologia e qualificação profissional em retorno concreto a fim de promover o bem estar da população do Estado.

Texto: Fernanda Graim - Ascom/Sectet

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Sectet discute oferta de cursos de qualificação para cadeia do cacau

sex, 24/03/2017 - 11:53
Informações: 

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) fez na sexta-feira (3) reunião com representantes da cadeia produtiva do cacau no Pará. O objetivo foi discutir ações para melhorar e impulsionar o setor no Estado, que se destaca como o segundo maior produtor de cacau do país, segundo a Federação da Agricultura e Pecuária (Faepa).

Além de representantes da Faepa, esteve presente na reunião o engenheiro químico Cesar de Mendes, diretor da empresa Chocolate De Mendes, que faz expedições em busca de cacau nativo e outras especiarias da floresta amazônica que tenham uso tradicional, a partir de indicativos de comunidades de populações tradicionais. No encontro foram expostas as atividades desenvolvidas e as demandas do setor.

“O Pará tem o melhor cenário do mundo para alavancar a cadeia produtiva do cacau. O que falta é uma formação adequada de mão de obra nesse setor”, disse Cesar de Mendes. O representante do Faepa, Fabricio de Paula, ressaltou a importância de expandir o mercado no Estado. “Precisamos enxergar o chocolate não somente como mera sobremesa, mas como alimento. Uma vez feito isso, novos mercados se abrirão para expandir a economia paraense”, frisou.

A secretaria adjunta da Sectet, Maria Amélia Enriquez, apresentou o Programa Pará Profissional e o Inova Pará, executados em conjunto para atender às metas presentes no Programa Pará 2030, planejamento estratégico para o desenvolvimento econômico e social do estado que tem como base a sustentabilidade.

“Após levantar as demandas, a etapa seguinte de trabalho é aumentar a produtividade da cadeia a partir de uma mão de obra qualificada, e isso podemos fazer por meio da oferta de cursos no âmbito do Pará Profissional, como cursos técnicos para formar chocolatiers, ou cursos de formação inicial nos municípios onde a cadeia está mais presente, como as cidades de Medicilândia e Tucumã. Outra etapa é aprimorar o aproveitamento integral do cacau por meio de pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias de manipulação do fruto”, explicou a secretária adjunta.

Outra reunião já está agendada para o dia 13 de março, com representantes governamentais e do setor produtivo paraense ligados à cadeia do cacau, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e a empresa paraense Cacauway. A ideia é alinhar as propostas e futuras parcerias para viabilizar a oferta de cursos ainda no primeiro semestre deste ano.

Por Igor de Souza - Ascom/Sectet

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Centro de Piscicultura incrementará economia regional em R$ 4 milhões ao ano

sex, 24/03/2017 - 11:00
Informações: 

Um grande passo foi dado nesta segunda-feira (20), em Bragança, no nordeste do Estado, para que a região possa em breve deter e disseminar tecnologia que poderá representar a criação de 510 mil novos alevinos (filhotes) de surubim e piaus geneticamente melhorados com a ajuda de laboratórios, ao ano.

O impacto imediato disso será um acréscimo de 150 toneladas na produção anual de surubins, além de outras 300 toneladas a mais na produção de piaus, em toda a região bragantina – o que significa uma previsão de R$ 4 milhões a mais injetados na economia da piscicultura e aquicultura da região a cada vez que esse ciclo produtivo possa ser repetido.

Esse é o resultado inicial estimado pela assinatura do convênio 3/2017, celebrado na manhã desta segunda entre o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (Fapespa) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica do Pará (Sectet).

O convênio, assinado no campus de Bragança do IFPA, garantirá apoio do Governo do Estado às atividades do Centro de Piscicultura do IFPA (Cepis), que fortalece o Polo Científico e Tecnológico de Bragança. O acordo é parte integrante do Protocolo de Intenções do Polo de Pesca e Aquicultura do Pará.

Os investimentos somam R$ 1,8 milhão para a implantação do Centro de Piscicultura do IFPA (Cepis) em Bragança. O centro favorecerá a geração de conhecimento e a transferência de tecnologia relacionados à aquicultura na região e também promoverá formação de profissionais na área.

Desse total, R$ 900 mil é a contrapartida do IFPA no convênio, que inclui na sua agenda a construção do Laboratório de Biologia Molecular da instituição, além da instalação de 12 mil metros cúbicos de lâmina d’água em viveiros para alevinos. As etapas da implantação do Cepis também incluem a aquisição de um aparelho sequenciador genético. Além disso, o acordo firmado resultará em mais R$ 1,5 milhão destinado pela Fapespa em novos editais ao fomento à pesquisa dirigidos especificamente ao Polo Científico e Tecnológico de Bragança.

Quando essa estrutura estiver instalada, serão produzidos 400 mil alevinos de piau ao ano, além de outros 110 mil alevinos de surubim, com garantia de melhoria da qualidade genética do pescado produzido na região. Estima-se ainda que, após a assinatura desse convênio entre IFPA, Fapespa e Sectet, até R$ 1,4 milhão poderá ser movimentado na economia local bragantina nos próximos quatro anos.

Caminho

O convênio assinado esta segunda pela Fapespa e Sectec com o IFPA complementa outro, já assinado em janeiro passado, com a Universidade Federal do Pará (UFPA), pelo programa Inova Pará. Nele, R$ 3,4 milhões foram destinados à implantação do Centro de Pesquisas em Aquicultura (Ceanpa) de Bragança, beneficiando também a formação de profissionais pelos cursos de Engenharia da Pesca e as pós-graduações em Biologia Ambiental e em Aquicultura e Pesca.

A aquicultura e a pesca estão entre as 12 cadeias produtivas consideradas estratégicas para o programa Pará 2030, que fomenta a verticalização da produção e a geração de renda no Estado. Em Bragança, são 17 os piscicultores e aquicultores cadastrados pelo município, além de outros 50 mapeados na região. “Serão quase R$ 7 milhões investidos na região do Caeté. Isso mudará a feição da pesquisa e inovação na região”, avaliou, durante a assinatura do convênio em Bragança, Eduardo Costa, presidente da Fapespa.

A apresentação do convênio no IFPA contou ainda com a participação do prefeito em exercício de Bragança, Mário Ribeiro; de Maria Amélia Rodrigues da Silva Enriquez, secretária adjunta da Sectec; do reitor do IFPA, professor doutor Cláudio Alex Rocha; e do professor e mestre Danilo Cunha, diretor geral do Campus do IFPA em Bragança; além do professor doutor Mauro Damasceno de Melo, coordenador de pesquisa e pós-graduação do IFPA; e do professor e mestre Cassio Eduardo Flexa, coordenador do convênio firmado.

“Este é um projeto que impactará não apenas a região de Bragança, mas todo o Pará. Nosso desafio é vencer o paradoxo de nossa economia: bons indicadores, mas ainda com grande parte da população em vulnerabilidade social. Esse é o objetivo do Pará 2030. Verticalizar a economia e investir em ciência e tecnologia é crucial”, ressaltou Eduardo Costa, citando ainda a descentralização dos investimentos rumo ao interior priorizada nos últimos anos pela Fapespa - com aplicação de editais regionalizados e incentivos ao fortalecimento das redes de pesquisa nas regiões de integração. “Hoje é essa pesquisa que apoiamos: a que debate o desenvolvimento social de nossa população”.

O volume de recursos aplicados também dobrou. Em 2015, foram R$ 10 milhões investidos pela Fapespa em editais de fomento à pesquisa. Em 2016, foram R$ 18 milhões, com 1.300 bolsas de doutorado e mestrado beneficiadas. Em 2017, mais de R$ 20 milhões estão previstos em novos editais de fomento.

Polo piscicultor

“Esse convênio beneficiará na verdade todos os cursos ligados à cadeia produtiva em todo o Pará. Resultará em capacitação para alunos e produtores, tendo o Governo do Pará como grande parceiro”, afirmou Cassio Eduardo Flexa, coordenador do convênio, citando pesquisas em melhorias genéticas e a inclusão de novas espécies para o mercado regional como alguns dos desdobramentos.

Já Mauro André Damasceno de Melo, coordenador de pesquisa e pós-graduação do IFPA, explica o impacto dessa produção com material genético melhorado: “O uso de sequenciador para melhoria genética de espécies no Laboratório de Biologia Molecular é a atual fronteira tecnológica. Até sequenciamento de genomas será possível”, comemora. Com isso, identificação de genes de interesse permitirão que espécies sejam produzidas com maior controle de características, como o peso. “São trabalhos e mais trabalhos de dissertação possíveis. Isso tudo vai muito além do que se possa imaginar”, garante Melo.

“Isso será uma contribuição significativa para a economia da região e do Estado. Esse projeto é um pulso à nossa cadeia de produtores, enxertando espécimes de peixes de qualidade e fortalecendo a cadeia da piscicultura na região”, ressaltou Danilo Silveira da Cunha, diretor-geral do campus do IFPA em Bragança.

Piscicultores começarão a produção com um milhão de alevinos em fazenda

“Estamos prontos para finalmente começar”, suspiram, em tom pragmático, o casal formado pelo produtor Yuri Morais, 44, e pela doutora em veterinária Rita Sampaio, 46. Há 30 anos a família dos piscicultores mantém a fazenda Tataueira, em Igarapé-Açu, acessada pelo ramal do igarapé Urubuquara.

Yuri e Rita estão instalados a 75 quilômetros da sede do campus, onde foi assinado o novo convênio entre IFPA, Fapespa e Sectet, em Bragança. Há quatro anos eles decidiram apostar na piscicultura, completando um ciclo de 10 anos de preparo próprio e interação com outros produtores da região e com pesquisadores.

Dois anos foram necessários só para ajustes de manejo de tanques e peixes, para aplicarem a tecnologia de reprodução do tambaqui. Outros passos ainda serão necessários para o manejo do pirarucu. Em uma área equivalente a sete campos de futebol apenas para as lâminas d’água formadas por uma nascente, além dos tanques construídos para manejo e reprodução, eles já lidam com um potencial de produção inicial de um milhão de alevinos comercializados por ano. Imaginam que podem chegar ao dobro disso em alguns anos. 

É o resumo da história de um caminho longo, vivido por muitos outros produtores, mas que pode ser encurtado ainda mais com o esforço iniciado agora pelo Pará, após a assinatura do convênio entre Fapespa, IFPA e Sectet, em Bragança. “Não há como o produtor viver sem pesquisa, assim como não há como o pesquisador fazer algo que não esteja ligado ao que precisa o produtor”, assevera a veterinária Rita Sampaio.

“Pesquisa é fundamental para alavancar o Pará na economia da piscicultura. O Estado hoje não entra nem no ranking da produção nacional, embora tenha maior número de produtores. Ainda é um panorama de baixa produção e atividade predominantemente amadora”, diz Yuri Morais.

“Com esse convênio assinado, damos um passo gigantesco, embora muitos passos importantes já tenham sido dados lá atrás para isso. Sem tecnologia não vamos a lugar algum. Precisamos aproximar cada vez mais pesquisadores e produtores. Isso é fundamental”, pondera o piscicultor.

Mudanças

“É muito importante essa união de esforços institucionais em tempos difíceis. Isso é hoje fundamental para o desenvolvimento do nosso polo tecnológico, da pesquisa e da produção da região”, avaliou o reitor do IFPA, Cláudio Alex Rocha, durante a assinatura do convênio desta segunda-feira.

“Apesar dos caminhos desses estudos serem complexos, a finalidade desses avanços é muito simples: melhorar as condições de vida da população de Bragança e da região. Além disso, esses estudos beneficiarão também cursos em nossos 18 campi, com know how que pode espalhar benefícios por todo o Estado”, resumiu o reitor do IFPA.

Para Maria Amélia Rodrigues, secretária-adjunta da Sectet, Bragança é um terreno muito fértil para políticas públicas voltadas para a região. “É um resgate histórico para com essa região que contribuiu tanto para o crescimento do Pará no passado. A inovação é um elemento estruturante do desenvolvimento e isso não se faz sem investimento em educação e geração de conhecimento”.

Por Lázaro Magalhães - Agência Pará

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