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Atualizado: 36 minutos 9 segundos atrás

CT&I para o desenvolvimento são discutidas durante Semana Estadual

seg, 01/07/2019 - 11:02
01/07/2019

“Não há país de sucesso que não tenha feito investimentos massivos em educação e em ciência e tecnologia. São esses os principais pilares do desenvolvimento”, disse, enfático, o titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Carlos Maneschy, durante a sessão especial na Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) que abriu, na última segunda-feira (24), a primeira Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento.  O Secretário ressaltou ainda a necessidade de unir os setores do governo, empresariado e instituições de ensino e pesquisa para mudar o modelo de exploração econômica do estado que precisa exportar além de matéria prima, produtos com valor agregado.

O deputado estadual Dirceu Ten Caten, autor da lei que instituiu a Semana e presidente da sessão especial, destacou que o objetivo dele ao propor o projeto foi “promover, incentivar e divulgar o conhecimento técnico-científico, ferramenta precípua do desenvolvimento social e econômico do estado”.  Desta forma, a Semana Estadual foi realizada, entre os dia 24 e 27 de junho, pela Sectet em parceria com a Rede de Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) do Estado do Pará, a Universidade do Estado do Pará (Uepa), o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), o Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae no Pará), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural no Pará (Senar/PA), a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e o gabinete do deputado Dirceu Ten Caten.

O evento dialoga com uma das diretrizes do programa de governo da gestão Helder Barbalho que se determina a “apoiar fortemente, como fator do desenvolvimento econômico, a geração de tecnologias que possam viabilizar projetos e impulsionar a geração de novos negócios, e por consequência benefícios para a população como um todo, sempre tendo em foco o aproveitamento dos nossos recursos naturais, humanos e culturais”.

Programação diversa - O segundo e o terceiro dias da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento ocorreram no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá) e foram marcados pela realização de mesas redondas, seminários, exposições e oficinas sobre os mais diversos assuntos.

No dia 25, a manhã foi preenchida pela apresentação de uma Vitrine Tecnológica em que estiveram expostas quatro tecnologias previamente selecionadas e que já possuem pedido de proteção intelectual por parte do Nitt Uepa. Paralelamente, a rodada de palestras começou com a Mesa 1, na qual foi abordado o “Marco Legal da Inovação Tecnológica: Reflexos das legislações nacional e estadual na ICTs da Amazônia Oriental”. Em seguida, A Mesa 2 destacou a “Valoração e transferência de produtos e processos protegidos na Amazônia”.

Ainda durante a manhã, ocorreu o Seminário de Segurança Pública que teve como tema “Videomonitoramento – A iconografia como prova técnica na investigação criminal”. Já no período da tarde, a programação foi preenchida pela realização da Mesa 3: “A indicação geográfica enquanto política de apoio ao desenvolvimento territorial” e um seminário sobre “Telessaúde: uma ferramenta na APS”, uma ação nacional que busca melhorar a qualidade do atendimento e da atenção básica no Sistema único de Saúde (SUS) por meio de integração de ensino e serviço com ferramentas de tecnologia da informação.

No dia 26, ainda no PCT Guamá, foi realizada a mesa redonda “Tecnologias Sociais como Política Pública para o Desenvolvimento Sustentável do Estado do Pará” com a exposição de iniciativas que tiveram o apoio da Sectet, como os “Encauchados de vegetais da Amazônia”, do Poloprobio; a “Geração e disseminação de tecnologias sociais para fortalecimento da Agricultura Familiar paraense”, desenvolvido em Paragominas e o “Fortalecimento da agricultura familiar na comunidade de Boa Vista do Acará”, ambos do IFPA; e o projeto de  “Segurança hídrica e saneamento básico descentralizado por meio de tecnologias sociais”, da Ufra, que promoveu a implantação de sistema de captação da água da chuva e do banheiro ribeirinho ecológico na ilha das Onças. Ao parabenizar a realização do evento, a servidora da Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan), Roberta Moraes, depois de ouvir atentamente os palestrantes, não teve dúvidas em afirmar que “multiplicar essas estratégias é fundamental e para isso precisamos nos unir”.

A programação do terceiro dia da Semana Estadual ainda teve uma homenagem à professora doutora Sabina da Memória Cardoso de Andrade, que recebeu das mãos do diretor de Ciência e Tecnologia da Sectet, Deméthrius Lucena, o certificado de Mulher Cientista como reconhecimento pelo trabalho desenvolvido em prol da ciência no estado e uma oficina de robótica ministrada por Marcos Gomes, da Robomind Pará.

No último dia de evento, 27, a Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento se espalhou pela cidade, ocorrendo em três lugares diferentes. No Sebrae, foi realizado o Seminário Desenvolve Pará, com debates sobre os avanços e desafios da cadeia do açaí. No auditório da Faepa, foi apresentado a parceiros e representantes de prefeitura municipais o Programa Assessores Municipais de Inovação – AMI. Por fim, na Sudam, as palestras giraram em torno dos temas inovação e empreendedorismo.

Integração - Para o Diretor de Ciência e Tecnologia da Sectet, Demethrius Lucena, a realização de momentos como esta Semana Estadual é de extrema importância para promover a integração entre academia, poder público e inciativa privada em um debate acerca da importância da educação, ciência, tecnologia e inovação (CT&I) para o desenvolvimento do estado. “A Semana foi um sucesso e um marco nessa nova fase no estado. O tempo do conhecimento perdido nas estantes e gavetas acabou. A aplicação do conhecimento é fundamental para o desenvolvimento social e nós valorizaremos todas as inciativas que venham ao encontro desse objetivo maior do governo do estado que é promover o bem comum para a nossa gente”, enfatizou.

Texto: Fernanda Graim e Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)

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Intensa programação encerra a Semana de CT&I e Desenvolvimento

seg, 01/07/2019 - 10:53
01/07/2019

A programação do quarto e último dia da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento ocorreu, na manhã desta quinta-feira, 27, concomitantemente em três lugares diferentes: na Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam); na Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa); e no Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae no Pará).

Na Sudam, as palestras abordaram os temas inovação e empreendedorismo. Como órgão cujo papel é promover o desenvolvimento regional e mudar a realidade da população local, a Superintendência viu no evento a oportunidade de estimular sociedade no sentido de discutir a importância da tríade CT&I para o setor produtivo da região amazônica.

Assessores Municipais de Inovação - Já na Faepa, houve a apresentação a parceiros e representantes de prefeituras municipais do Programa “Assessores Municipais de Inovação – AMI”. Este será um servidor da prefeitura municipal que, após qualificação específica, se tornará o agente capaz de receber as demandas diretamente dos produtores rurais e/ou empresários locais e terceiro setor e contará com apoio da Rede AMI na solução dos entraves existentes. Ou seja, os assessores municipais de inovação serão os braços da Sectet para receber, nos municípios, o que existe de demanda e entraves no setor produtivo.

Para a efetividade do Programa, as assinaturas de termos de parceria são fundamentais. Os principais parceiros envolvidos são: Federação da Agricultura do Pará (Faepa), Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas (Sebrae) no Pará, Instituições de Ciência e Tecnologia - ICTs (Rede Namor) e Prefeituras Municipais (por meio da Federação das Associações de Municípios do Pará - Famep).

O servidor Celso Botelho, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater-PA), classificou o programa como “oportuno e necessário”. Já o presidente da Faepa, Carlos Xavier, destacou que o AMI é fundamental para que o estado avance. “Precisamos de ciência, tecnologia e inovação para avançar, o Pará tem tanta força e potencialidade, temos que mudar pela produção, tudo começa no campo, não se pode ficar de braços cruzados”, frisou.

Desenvolve Pará – Para debater problemas e soluções da cadeia produtiva do açaí no estado, reuniram-se no auditório do Sebrae representantes do governo, empresas, produtores e pesquisadores, na primeira edição do programa Desenvolve Pará, promovido pela Sectet, com o tema “Avanços e desafios da cadeia do açaí”. “Este é um momento de resolver problemas da cadeia do açaí no estado e realizar negócios”, anunciou na abertura do evento o diretor de Ciência e Tecnologia (DCT) da Sectet, Demethrius Lucena.

Marília Amorim, assessora de incentivos à produção da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), falou sobre “Incentivos fiscais para o açaí”; Aurilene Aragão e Elizabeth Cabrasl, da empresa de beneficiamento de açaí Xingu Fruits, explicaram como a empresa funciona, seus produtos e as tendências do mercado atual e para o futuro; Hervé Rogez, pesquisador da Universidade Federal do Pará (UFPA) e do Parque de Ciência e Tecnologia (PCT-Guamá), mostrou a composição nutricional do açaí e os problemas de contaminação pelo barbeiro, na palestra “Normatização do padrão de identidade e qualidade da polpa e produtos derivados do açaí”.

Os programas do Sebrae voltados a pequenos e microempreendedores do açaí foram informados pelo analista Mauro Pereira. Cassandra Lobato, gestora do Núcleo de Acesso ao Crédito (NAC) da Federação da Indústria do Pará (Fiepa) falou sobre a importância da informação para quem quer investir no setor e está em busca de financiamento. “Informação é poder. Quem tem informação consegue chegar mais rápido a seus objetivos. O NAC tem informações completas, precisas e coesas. Acessem o Núcleo”, convidou Lobato. À tarde foi realizada uma “Rodada de acesso ao crédito” com a participação de quatro bancos que apresentaram suas linhas de crédito para empreendedores presentes.

Texto: Ascom/Sectet

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Tecnologias sociais marcam o terceiro dia da Semana Estadual de CT&I

qui, 27/06/2019 - 08:58
27/06/2019

Ao parabenizar a realização do evento, Roberta Moraes, depois de ouvir atentamente os palestrantes, não teve dúvidas em afirmar que “multiplicar essas estratégias é fundamental e para isso precisamos nos unir”. O entusiasmo da servidora da Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan) é justificado pelas experiências relatadas por pesquisadores que trabalham com tecnologias sociais em comunidades paraenses e que foram o assunto da quinta mesa redonda da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento, promovida pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceira coma Rede de Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) do Estado do Pará, a Universidade do Estado do Pará (Uepa), o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), o Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae no Pará), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural no Pará (Senar/PA), a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e o gabinete do deputado estadual Dirceu Ten Caten, autor da lei nº 8.841, de 8 de abril de 2019, que institui a Semana.

“Tecnologias Sociais como Política Pública para o Desenvolvimento Sustentável do Estado do Pará” foi o tema da mesa redonda desta quarta-feira (26), realizada no auditório do Espaço Empreendedor do PCT Guamá com a exposição de iniciativas que tiveram o apoio da Sectet. Os participantes tiveram a oportunidade de conhecer sobre o projeto “Encauchados de vegetais da Amazônia”, apresentado por Francisco Simonek, do Poloprobio, que falou sobre a experiência da produção sustentável de borracha em seringais nativos de comunidades indígenas e tradicionais da Amazônia. “A tecnologia empregada elimina uma das etapas mais poluidoras da produção da borracha. Hoje produzimos em cooperativa artesanato, sandálias, entre outros”, informou Simonek. A segunda apresentação foi “Geração e disseminação de tecnologias sociais para fortalecimento da Agricultura Familiar paraense”, realizada pelo coordenador do projeto desenvolvido em Paragominas, Antônio Augusto Franco, professor do Instituto Federal do Pará (IFPA). Uma das preocupações do projeto é com a mulher agricultora. “As mulheres da agricultura não têm uma vida fácil. Trabalham muito, feito máquinas. E não têm renda”, ressaltou Franco. Para mudar essa realidade, o projeto incentiva a produção de ovos. “A partir da criação de galinhas para a produção dos ovos, também trabalhamos a utilização dos excrementos desses animais para a produção de adubo orgânico”, destacou o professor, mostrando a interligação da agricultura com a criação de pequenos animais que aumenta a possibilidade de renda das famílias.

O sistema de captação da água da chuva e o banheiro ribeirinho ecológico foram as tecnologias sociais mostradas pela professora da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Vânia Neu. O projeto foi desenvolvido na comunidade do Furo Grande, na Ilha das Onças, município de Barcarena. “A mulher é a provedora da água na família. É ela quem tem que dar conta de fazer comida, limpar a casa....E a água do rio não é mais apropriada”, explicou a professora. Junto com a comunidade foram instalados sistemas de captação e tratamento da água da chuva com qualidade comprovada. Já o banheiro ecológico adapta a tradicional “casinha” dos ribeirinhos com um sistema seco de coleta das fezes humanas que utiliza a serragem para inibir o odor e eliminar os insetos. “O banheiro foi adaptado por um dos moradores que fez até uma suíte na casa dele”, contou Neu, mostrando as imagens da instalação. A quarta apresentação foi da professora do IFPA, Roberta Coelho, que mostrou iniciativas de fortalecimento da agricultura familiar na comunidade de Boa Vista, no Acará. Uma das ações é orientar a melhor forma de venda dos produtos. “Foi realizado um encontro com os produtores para falar sobre as estratégias de venda direta, eliminando o atravessador. Uma das ações escolhidas por eles foi a realização de uma feira livre”, destacou Coelho. Fechando as apresentações, Diana Rodrigues, professora da Unama, falou sobre as políticas públicas voltadas para a tecnologia social. Ela informou que existem no estado cerca de 70 tecnologias sociais sendo desenvolvidas, muitas delas implantadas em mais de um município. Rodrigues identificou duas fases recentes do desenvolvimento das tecnologias sociais no estado. Entre 2011 e 2014 houve uma grande articulação social em torno dessas iniciativas, mas não havia recursos, fomento público. “Entre 2015 e 2017 houve maior esforço de fomento, mas se viu um enfraquecimento da articulação social. É preciso juntar as duas coisas, o fomento com a articulação social”, enfatizou.

Depois das apresentações, a mediadora da mesa, a professora da Universidade do Estado do Pará (Uepa), Suezilde Ribeiro, abriu o momento de debates. Entre as intervenções da plateia, a antropóloga Kátia Santos, do IFPA, ressaltou que em vários momentos os palestrantes se referiram a preocupações com as mulheres. “Fiquei muito feliz em ver essa preocupação. É impactante que essas iniciativas tenham esse olhar para a mulher como protagonista”. Outro ponto que destacado por ela foi a instalação do banheiro ribeirinho ecológico dentro do quarto de um morador da Ilha das Onças. “A casa com a suíte, para mim, fechou!”. Ainda foi feita a apresentação do projeto Casa de Várzea, da empresa Várzea Sustentabilidade, que criou um sistema que eleva a casa ribeirinha em tempos de cheia dos rios.

Homenagem – Fechando a programação da manhã desta quarta-feira, foi prestada homenagem à professora doutora Sabina da Memória Cardoso de Andrade, que recebeu das mãos do diretor de Ciência e Tecnologia da Sectet, Demethrius Lucena, o certificado de Mulher Cientista como reconhecimento pelo trabalho desenvolvido no IFPA em prol da ciência no estado. “Nesse tempo de turbulência, é muito bom ver que o governo do estado valoriza a mulher cientista e a pesquisa científica. Muito obrigada a todos e vamos continuar pesquisando!”, incentivou a homenageada.

Robótica – A programação da tarde foi marcada por uma oficina de robótica ministrada por Marcos Gomes, da Robomind Pará. A utilização da robótica para facilitar o aprendizado escolar é o objetivo principal da iniciativa, como explicou Gomes aos participantes da oficina dando alguns exemplos de como as crianças e adolescentes podem ser incentivados a construir seu próprio conhecimento. Depois de uma rápida exposição, todos puderam aprender na prática como fazer seu próprio robô.

Semana – A programação segue hoje no Sebrae, Sudam e Faepa.

 

 

 

Texto: Jeniffer Galvão

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Segundo dia da Semana de CT&I e Desenvolvimento é marcado pela diversidade de assuntos debatidos

qua, 26/06/2019 - 13:52
26/06/2019

O segundo dia da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento foi marcado pela diversidade de assuntos abordados dentro da programação que, desta vez, ocorreu no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá). O evento, que começou na última segunda-feira, 24, e vai até amanhã, 27, é realizado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceria com a Rede de Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) do Estado do Pará, a Universidade do Estado do Pará (Uepa), o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), o Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae no Pará), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural no Pará (Senar/PA), a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e o gabinete do deputado estadual Dirceu Ten Caten, autor da lei nº 8.841, de 8 de abril de 2019, que institui a Semana.

Durante a abertura do segundo dia da Semana Estadual, o Diretor de Ciência e Tecnologia da Sectet, Deméthrius Lucena, ressaltou a importância da realização de momentos como este, que promovem a integração entre academia, poder público e inciativa privada em um debate acerca da importância da educação, ciência, tecnologia e inovação (CT&I) para o desenvolvimento do estado. “Precisamos incluir a agenda de CT&I na educação desde os níveis mais básicos até a aplicação. A Secretaria também está realizando eventos específicos, como o Desenvolve Pará, que promove o encontro entre pesquisador, produtores e exportadores, por exemplo. Precisamos estar integrados para criar novos produtos e trocar conhecimento. O Pará precisa do nosso conhecimento para gerar desenvolvimento”, enfatizou.

O evento prosseguiu, pela manhã, com uma Vitrine Tecnológica em que estiveram expostas quatro tecnologias previamente selecionadas e que já possuem pedido de proteção intelectual por parte do Nitt Uepa. Paralelamente, a rodada de palestras começou com a Mesa 1, na qual foi abordado o “Marco Legal da Inovação Tecnológica: Reflexos das legislações nacional e estadual na ICTs da Amazônia Oriental”, que teve como palestrantes o vice-presidente da Comissão de Propriedade Intelectual e Inovação da OAB/PA, Alexandre de Carvalho; o assessor técnico da Sectet, Wander Oliveira; e o diretor presidente do PCT Guamá, Rodrigo Quites, que também mediou o debate.

A Mesa 2 destacou a “Valoração e transferência de produtos e processos protegidos na Amazônia” e contou com a presença de Laércio Gomes, do Instituto Federal do Pará (IFPA); Gonzalo Enríquez, da Agência de Inovação Tecnológica da UFPA (Universitec);  Sheila Melo, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); novamente Wander Oliveira, da Sectet; e Graça Ferraz, da Rede Namor, como mediadora. Ainda, durante toda a manhã, ocorreu o Seminário de Segurança Pública que teve como tema “Videomonitoramento – A iconografia como prova técnica na investigação criminal”.

No período da tarde, a programação foi preenchida pela realização da Mesa 3: “A indicação geográfica enquanto política de apoio ao desenvolvimento territorial”. Para debater sobre o assunto estiveram presentes o titular da Secretaria de Turismo (Setur), André Dias; a coordenadora do Fórum Técnico Estadual de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas, Márcia Tagora; o presidente da ACTA de Tomé-Açu, Yasuhiro Onishi; e Alexandre Carvalho, da OAB/PA, como mediador. Ocorreu também uma apresentação sobre “Telessaúde: uma ferramenta na APS”, a qual é uma ação nacional que busca melhorar a qualidade do atendimento e da atenção básica no Sistema único de Saúde (SUS), por meio de integração de ensino e serviço com ferramentas de tecnologia da informação.

Programação – A programação da Semana Estadual prosseguiu nesta quarta-feira, 26, ainda no PCT Guamá, com uma mesa redonda sobre tecnologias sociais, uma homenagem à Dra. Sabina da Memória e uma oficina de robótica. Já nesta quinta-feira, 27, a programação ocorre em três lugares diferentes. No Sebrae, haverá o Seminário Desenvolve Pará, com debates sobre os avanços e desafios da cadeia do açaí. No auditório da Faepa, o seminário destacará a implantação da rede de Assessores Municipais de Inovação – AMI. Por fim, na Sudam, as palestras vão girar em torno dos temas inovação e empreendedorismo.  A programação completa está disponível em: www.sectet.pa.gov.br.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Sessão especial na Alepa dá início à Semana Estadual de Ciência, Tecnologia

ter, 25/06/2019 - 13:02
25/06/2019

Uma sessão especial na Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) abriu, nesta segunda-feira (24), a primeira Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento, realizada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) em parceria com diversos órgãos e entidades governamentais e da sociedade civil. O evento, que é realizado até a próxima quinta-feira (27), vem ao encontro de uma das diretrizes do programa de governo da gestão Helder Barbalho que se determina a "apoiar fortemente, como fator do desenvolvimento econômico, a geração de tecnologias que possam viabilizar projetos e impulsionar a geração de novos negócios, e por consequência benefícios para a população como um todo, sempre tendo em foco o aproveitamento dos nossos recursos naturais, humanos e culturais", registra o documento.

O deputado Dirceu Ten Caten, autor da lei que institui a Semana e presidente da sessão especial, destacou que o propósito dele ao apresentar o projeto de lei foi "promover, incentivar e divulgar o conhecimento técnico-científico, ferramenta precípua do desenvolvimento social e econômico do Estado". O deputado anunciou que ainda neste semestre será votada a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) onde está prevista, por iniciativa dele, a aprovação de autorização do parlamento para o remanejamento de recursos de outras áreas para o investimento em ciência, tecnologia e inovação.

"Não há país de sucesso que não tenha feito investimentos massivos em educação e em ciência e tecnologia. São esses os principais pilares do desenvolvimento", disse, enfático, o titular da Sectet, Carlos Maneschy. Ele ressaltou a necessidade de unir os setores do governo, empresariado e instituições de ensino e pesquisa para mudar o modelo de exploração econômica do Estado, que precisa ir além da exportação de matéria prima e criar uma indústria voltada para produtos com maior valor agregado.

O secretário enalteceu ainda a iniciativa prevista na LDO para que o governo possa fazer uso de recursos de outras áreas na ciência e tecnologia sem a prévia aprovação do parlamento. "O insumo do desenvolvimento de maior valor é o conhecimento. Não há nenhuma possibilidade de sucesso de uma nação se a preocupação maior não for a formação da sua gente, desde a educação básica até o nível da ciência e da pesquisa. Os desafios são muitos. O tempo é hoje", enfatizou Maneschy, destacando que o governo está firme nesse propósito.

Também fizeram parte da mesa o Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Iran Lima; a secretária adjunta da Sectet, Edilza Fontes; o presidente do Parque de Ciência e Tecnologia (PCT Guamá), Rodrigo Quites; o vice-presidente da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), Nilson Azevedo; o vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa), Wilson Schubert e o representante da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), Paulo Contente. Todas essas instituições são parceiras na realização da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento que segue com programação até o dia 27. Confira a programação.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/SECTET)

Fotos: Ascom/ALEPA

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Marco Legal

seg, 24/06/2019 - 11:21
24/06/2019

Semana de Ciência: ‘Marco Legal da Inovação Tecnológica’ é tema de mesa

“Marco Legal da Inovação Tecnológica: reflexo das legislações nacional e estadual nas ICTs da Amazônia Oriental” é o tema da primeira mesa redonda da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento. A atividade será realizada no dia 25 de junho, a partir das 9h, no auditório do prédio Espaço Empreendedor, no Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá. As inscrições são gratuitas e dever ser realizadas no link http://bit.ly/inscricoes-semanaCTIeD.

Compõem a mesa o advogado e presidente da Comissão de Propriedade Intelectual e Inovação da OAB/PA, Alexandre Carvalho, o assessor técnico da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tencológica (Sectet), Wander Oliveira e o diretor presidente do PCT Guamá, Rodrigo Quites Reis, como mediador.

Regulamentado em 07 de fevereiro de 2018, por intermédio do Decreto Federal nº 9.283/18, o Novo Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, (Lei nº 13243) foi criado com o objetivo de integrar ICTs (Instituições Científicas e Tecnológicas) com o mercado produtivo, desburocratizar e dinamizar atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Ao todo nove leis foram alteradas para a criação do marco: Lei da Inovação; Lei das Fundações de Apoio; Lei de Licitações; Regime Diferenciado de Contratações Públicas; Lei do Magistério Federal; Lei do Estrangeiro; Lei de Importações de Bens para Pesquisa; Lei de Isenções de Importações; e Lei das Contratações Temporárias.

Benefícios – ICTs públicas e privadas, órgão da administração pública direta, empresas privadas, agências de fomento e serviços sociais autônomos podem ser beneficiados pela legislação que, dentre outras coisas, permite a celebração de convênios para a promoção da pesquisa pública; facilita a internacionalização de instituições científicas e tecnológicas; e permite o aumento do aporte de recursos privados em pesquisa.

Às empresas, a lei permite o abatimento do imposto de renda; a captação de recursos públicos não reembolsáveis para o investimento em pesquisa e desenvolvimento; o compartilhamento de equipamentos e recursos humanos públicos e privados; e autonomia para pesquisadores amparados por processos de inovação tecnológica.

O advogado Alexandre Carvalho destaca que “a constituição do novo marco legal da ciência, tecnologia e inovação, que alterou pontos da Lei nº 10.973/04 é fundamental em dois aspectos. Regulamenta a construção de políticas públicas que estimulem a ciência, tecnologia e Inovação enquanto estratégia de desenvolvimento econômico e social para o país. Como também promove maior segurança jurídica para os atores envolvidos no ecossistema da inovação, sejam empresas, Instituições de Ciência e Tecnologia e pesquisadores”.

A Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento é promovida pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), no período de 24 a 27 de junho de 2019, em parceria com o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, a Rede de Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) do Estado do Pará, da Universidade do Estado do Pará - Uepa, o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas – Sebrae no Pará, a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e o gabinete do deputado estadual Dirceu Ten Caten, autor da lei nº 8.841, de 8 de abril de 2019, que instituiu a Semana. Confira a programação completa.

Texto: Juliane Frazão (Ascom/PCT Guamá)

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Assessores de Inovação

ter, 18/06/2019 - 14:21
18/06/2019

Sectet apresenta Programa “AMI” durante a Semana Estadual de Ciência

Estimular a gestão tecnológica nos processos produtivos em todas as regiões de integração do estado do Pará, visando à solução de entraves que limitam o desenvolvimento e fortalecimento das cadeias produtivas locais. Este é o objetivo central do Programa “Assessores Municipais de Inovação – AMI”, da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). O Programa será apresentado oficialmente durante o seminário que ocorrerá no dia 26 de junho, de 10h às 12h, no auditório da Federação da Agricultura do Pará (Faepa), dentro da programação da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento.

O AMI será um servidor da prefeitura municipal que, após qualificação específica, será o agente capaz de receber as demandas diretamente dos produtores rurais e/ou empresários locais e terceiro setor e contará com apoio da Rede AMI na solução dos entraves existentes. “Os assessores municipais de inovação serão os braços da Sectet para receber, nos municípios, o que existe de demanda e entraves no setor produtivo. Por exemplo, um produtor de açaí local vai até o assessor que receberá as demandas e terá instrumentos para avaliar a situação, identificar e executar soluções, quando possível, ou repassar para a Secretaria, que tomará as providências necessárias”, explica o Técnico em Desenvolvimento de Ciência Tecnologia da Sectet, Wander Oliveira.

Para a efetividade do Programa, as assinaturas de termos de parceria são fundamentais. Os principais parceiros envolvidos são: Federação da Agricultura do Pará (Faepa), Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas (Sebrae) no Pará, Instituições de Ciência e Tecnologia - ICTs (Rede Namor) e Prefeituras Municipais (por meio da Federação das Associações de Municípios do Pará - Famep).

Semana de Ciência - A Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento é promovida pela Sectet, no período de 24 a 27 de junho de 2019. Confira a programação completa e acesse o link de inscrição AQUI.

Texto: Fernanda Graim (Ascom/Sectet)

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Cadeia do açaí será discutida na Semana Estadual de CT&I e Desenvolvimento

seg, 17/06/2019 - 11:03
17/06/2019

Promover um ambiente onde os profissionais que lidam com as diversas etapas da cadeia produtiva de um bem ou serviço possam se reunir com financiadores para debater problemas e encontrar soluções. Este é o objetivo central do programa Desenvolve Pará, da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). A primeira edição do programa será realizada no dia 27 de junho, como parte da programação da Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento.

"Para dar início ao Desenvolve Pará, vamos falar sobre a cadeia produtiva do açaí, um dos produtos de maior visibilidade do nosso Estado", declara o diretor de Ciência e Tecnologia da Sectet, Demethrius Lucena.

Os resultados serão o foco do evento, esclarece o diretor informando que após a apresentação dos que trabalham na cadeia produtiva, os financiadores públicos ou privados terão a oportunidade de apresentar seus produtos em rodadas de negócios. Dessa forma, o programa estimula o debate e promove resultados, gerando, assim, desenvolvimento. "Os problemas são urgentes, há grande demanda reprimida, exigindo ações imediatas após os debates. Nossa missão é desenvolver o Estado a partir dos holofotes da ciência, da tecnologia e da inovação", ressalta Lucena.

O Seminário "Avanços e desafios da cadeia do açaí", será realizado no Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae no Pará), de 9h às 15h, com a participação de: Marília Amorim, diretora de Políticas de Incentivo da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), que vai falar sobre "Incentivos fiscais para o açaí"; Nivaldo dos Santos, da empresa de beneficiamento de açaí Xingu Fruits, exporá sobre "Mercado atual e tendências para o futuro"; e Hervé Rogez, pesquisador da Universidade Federal do Pará (UFPA) e do Parque de Ciência e Tecnologia (PCT-Guamá), com o tema "Normatização do padrão de identidade e qualidade da polpa e produtos derivados do açaí".

No horário de 14h às 15h será realizada uma "Rodada de acesso ao crédito", sob a coordenação do Núcleo de Acesso ao Crédito, da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), contando com a participação de órgãos estaduais e federais de fomento. "Além de debater as etapas da cadeia produtiva, identificando gargalos e buscando soluções, vamos proporcionar que os empreendedores tenham contato direto com bancos e agências de fomento. Assim, alcançamos o espírito do programa que é incentivar o desenvolvimento do Pará", enfatiza o diretor Demethrius Lucena.

A Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento é promovida pela Sectet, no período de 24 a 27 de junho de 2019. Confira a programação completa AQUI.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)

Foto; Arquivo Agência Pará

 

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Governo e Faepa celebram parcerias para fortalecer o setor da Agricultura e Pecuária no Pará

qui, 13/06/2019 - 13:43
13/06/2019

O encerramento do 51º Encontro Ruralista, na quarta-feira (12), em Belém, foi palco da celebração de seis parcerias entre o Governo do Estado e a Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa), dentre eles, o que irá viabilizar a implantação do Programa "Cinturão Verde" e outras ações de fomento e desenvolvimento das cadeias produtivas. Durante a ocasião, o presidente da entidade, Carlos Xavier, recebeu das mãos do presidente da Assembleia Legislativa, Daniel Santos, a outorga da comenda regimental Qualidade de Vida Ambiental.

"Estou feliz de estar na casa do campo paraense para discutir e encontrar soluções para o tornar Estado cada vez mais protagonista de suas vocações", destacou o governador Helder Barbalho. "Festejo as parcerias do Governo com a Agricultura e tantos outros órgãos fundamentais, como o [Serviço Nacional de Aprendizagem Rural] Senar, a [Universidade Federal Rural da Amazônia] Ufra, compreendendo a grandeza do desafio que temos para construir as condições de aperfeiçoamento das atividades do campo. O mundo globalizado nos exige qualidade e competitividade, e não poderemos ter êxito de forma isolada", reconheceu.

Durante o evento, foram apresentadas as perspectivas de projetos como o Vitrine Tecnológica do Agronegócio Paraense de oferta de biodiversidade e ainda oferecida por Xavier ao Banco do Estado do Pará (Banpará) uma carta de intenções para a construção de 250 unidades indústrias processadoras de cacau para a verticalização da produção de chocolate no Estado. A presidente do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio), Karla Bengtson; o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Carlos Maneschy; o reitor da Ufra, Marcel Botelho; e o presidente do Banpará, Brasilino Assunção, participaram das assinaturas dos convênios firmados.

"Essa expansão pode garantir que sejamos o grande produtor de cacau do mundo, porque é real a necessidade de verticalização para podermos gerar emprego e renda aqui, e não lá fora. Seremos o maior Estado desse país, só depende de todos nós, esse é o sentimento", declarou o presidente da Faepa, reforçando que parte dos protocolos firmados ontem tiveram processo iniciado ainda durante as gestões de Helder enquanto ministro do Governo Federal.

Fonte: Agência Pará

 

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Sectet realiza a primeira Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento

qua, 12/06/2019 - 11:51
12/06/2019

Estão abertas as inscrições para a Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento, que será realizada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) no período de 24 a 27 de junho de 2019, em parceira com a Rede de Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) do Estado do Pará, a Universidade do Estado do Pará - UEPA, o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá – PCT Guamá, o Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE-PA, a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e o gabinete do deputado estadual Dirceu Ten Caten, autor da lei nº 8.841, de 8 de abril de 2019, que institui a Semana.

“A realização da Semana vem ao encontro de uma das diretrizes do plano de gestão do governador Helder Barbalho que é o impulsionamento da ciência e da tecnologia como forma de alavancar o desenvolvimento do estado. É a disseminação do conhecimento para promover melhores condições de vida para a população paraense”, ressalta o titular da Sectet, Carlos Maneschy.

O diretor de Ciência e Tecnologia da Secretaria (Detec), Demethrius Lucena, destaca que apesar de a lei ter sido sancionada recentemente, a Sectet está mobilizando todos os recursos materiais e humanos possíveis para a realização da primeira versão da Semana. “Para isso contamos com vários parceiros que estão construindo conosco essa programação. Além realizar discussões importantes, a Semana vai promover rodadas de negociação e possibilidade de acesso a linhas de crédito”. A programação será realizada em quatro locais diferentes, sendo a abertura na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa). As demais discussões e apresentações se darão no Parque de Ciência e Tecnologia, no Sebrae-PA e na Sudam.

Programação – Nos quatro dias do evento haverá um amplo leque de discussões que passam pela legislação e seus reflexos nos Institutos de Ciência e Tecnologia (ICT’s), valoração de produtos e processos, cadeias produtivas regionais, uso da tecnologia na segurança pública, tecnologias sociais e a implantação de uma rede de Agentes Municipais de Inovação (AMI’s). “Vamos incentivar os municípios a terem seus agentes de inovação como forma de promover iniciativas inovadoras por todo o estado, sempre levando em conta as peculiaridades de cada região”, explica Edilaine Menezes, assessora técnica da Detec. Wander Soares, também assessor técnico da diretoria, acrescenta que os agentes estarão em contanto constante com a Sectet e entre si, numa rede de interação e produção de inovação.

Também se destaca na programação da Semana a realização de um seminário de segurança pública que irá discutir a utilização do vídeo-monitoramento nos processos criminais. O evento vai enfatizar ainda as novidades da cadeia produtiva do açaí, produto paraense de grande destaque nacional e potencial de exportação. Confira a programação completa e acesse o link de inscrição em: https://bit.ly/2ItcCfw.

 

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)

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Governo lança Territórios pela Paz na construção de uma sociedade com mais justiça social

ter, 11/06/2019 - 13:09
11/06/2019

O governador Helder Barbalho assinou, na manhã desta segunda-feira (10), o decreto que cria o programa Territórios pela Paz, uma estratégia de governo que une ações de segurança pública com ações sociais integradas, na construção de uma sociedade com mais paz e justiça social. Centenas de pessoas compareceram ao Teatro Margarida Schivasappa, onde ocorreu o lançamento.

O projeto, coordenado pela Secretaria de Estado de Articulação pela Cidadania (Seac), vai contemplar sete territórios da Região Metropolitana de Belém, sendo cinco na capital (Guamá, Jurunas, Terra Firme, Benguí e Cabanagem), um em Ananindeua (Icuí) e um em Marituba (Nova União). A Cabanagem será o primeiro a receber as ações do programa.
Durante o lançamento, o governador disse que os territórios foram escolhidos de maneira técnica, concentrando áreas com as maiores taxas de violência do Pará. Os índices desses lugares, apontados pelo governador, "destoam das médias nacional e estadual". Segundo Helder, no Brasil, morrem hoje cerca de 30 pessoas assassinadas para cada 100 mil habitantes por ano. No Pará, são 51 para cada 100 mil pessoas. Nesses territórios são 123 assassinatos para cada 100 mil habitantes.

"Por isso, a escolha dessas áreas para iniciarmos essas intervenções. São ações distintas e interligadas para oferecermos a população um ambiente de pacificação e depois de paz", disse.

Rechaçando a tese de que "bandido bom é bandido morto", o governador destacou que seu programa de governo para a segurança no Pará envolve "o pulso firme dos agentes de segurança". Mas não só isso. "Quando nos perguntaram sobre nossa proposta para a violência no Estado, dissemos que iríamos unir o pulso forte da segurança e o pulso das ações integradoras com ofertas de serviços, com foco na transformação social, e não mais apenas olhando e enfrentando os efeitos. Mas buscando discutir, enfrentar e solucionar as causas", detalhou.

Ele conclamou gestores e servidores públicos a se empenhar na construção de uma nova sociedade para o Pará. "Construir algo que é novo exige que todos nós saiamos do organograma de nossas caixinhas de governo. Que compreendam que governar é olhar além de sua responsabilidade, é dialogar com o próximo, é oferecer a parceria para que, com esta transversalidade, possamos estar presente de maneira unificada como Estado, como governo, para quem devemos a satisfação de servir", pediu.

TerPaz – O projeto Territórios pela Paz já soma 116 projetos envolvendo todas as 27 secretarias e órgãos púbicos do Estado, que trabalharão de forma conjunta. As ações específicas começam a partir do dia 12, com a entrada da segurança pública nas áreas. Haverá um incremento significativo, com a força policial e um quantitativo preparado e qualificado para a proposta.

Helder informou que a Força Nacional sairá das áreas no próximo dia 28, mas entrarão 500 homens da Polícia Militar do Estado treinados e qualificados para agir e atuar nos Territórios pela Paz, com formação específica em polícia de proximidade. "Um mês após a entrada do reforço policial, inicia-se a presença e a saturação do Estado com a oferta de diversos serviços públicos nas áreas de educação, cultura, esporte, lazer, formação profissional, qualificação e oportunidade de renda", enfatizou.

Usina da Paz – O governador explicou que o Estado quer produzir paz e um novo conceito de sociedade, por isso o nome: Usina da Paz. "Nos últimos anos, escutamos muito a criminalidade tentando produzir valores degradantes, fazendo com que, cada vez mais cedo, nossas crianças e jovens, sejam vitimados e vítimas desses ambientes. Usina da Paz busca ser uma referência de serviços públicos e práticas diferenciadas, para trazer de volta a esperança para a sociedade paraense", resumiu.

O governador destacou que ações giram em torno de R$ 500 milhões de investimentos pelos próximos quatro anos, e que o Estado buscará a parceria da iniciativa privada para construir o projeto, mas sem que haja a dependência do ente privado para sua consolidação. "Com este volume de recursos, estamos buscando parceiros, que, nos próximos dias, deverão ser anunciados, para que possam encampar conosco este projeto, nos ajudando, efetivamente, a consolidar tudo aquilo que está concebido".

"Devemos aproveitar as oportunidades, como já foi dito na música: quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Vamos fazer esta hora, vamos fazer acontecer, vamos trabalhar conjuntamente para que, efetivamente, um desejo e um direito da sociedade paraense possam ser garantidos, que é poder andar nas ruas, trafegar a qualquer hora do dia a qualquer tempo, poder ter a convicção de que seu filho saiu para estudar e que haverá de voltar, e que a sua família estará sempre sob segurança, mas acima de tudo, sob a construção da transformação social, objeto e objetivo dessas ações hoje aqui lançadas", definiu o governador.

Cidadãos criativos

O secretário de Estado de Articulação da Cidadania, Ricardo Balestreri, também falou sobre o projeto durante o lançamento e preveu que, daqui há uns anos, o Pará vai receber pessoas do mundo inteiro para conhecer essa experiência.

Ele ressaltou que os territórios foram escolhidos pelos altos índices de violência e crime, "mas também em respeito às maravilhosas redes solidárias de cidadãos criativos, de mães, de jovens, de igrejas e de centros comunitários". "O Estado quer que vocês sejam os protagonistas, os donos dos destinos de vocês e nós apoiamos esse processo de transformação", afirmou.

O presidente do Conselho Popular da Associação de Moradores do bairro do Mangueirão e Adjacências, e da Associação de Moradores da Carmelândia, Paulo Setúbal, prestigiou o lançamento do projeto e disse que o Território pela Paz começou bem, ouvindo os moradores, chamando as lideranças e fazendo um trabalho junto às escolas. "Mas tem que continuar convocando a comunidade a participar", solicitou.

Ele defendeu que a mão de obra local seja usada nas obras e projetos realizados dentro dos territórios. "Quem é da Cabanagem, por exemplo, pode trabalhar nas obras da sua área. Isso vai ajudar em muito no sucesso do projeto", disse.

Fonte: Agência Pará

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Sectet abre inscrições para a Semana Estadual de CT&I e Desenvolvimento

qui, 06/06/2019 - 13:56
06/06/2019

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) abriu, nesta quinta-feira (6), as inscrições para participação na Semana Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento que será realizada no período de 24 a 27 de junho de 2019.

Para a realização do evento, a Sectet conta com a parceria da Rede de Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) do Estado do Pará, da Universidade do Estado do Pará - UEPA, do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá – PCT Guamá, do Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE-PA e do gabinete do deputado estadual Dirceu Ten Caten, autor da lei nº 8.841, de 8 de abril de 2019, que instituiu a Semana Estadual.

 Programação – O objetivo da Semana é promover, incentivar e divulgar atividades de ciência, tecnologia e inovação, incluindo seus avanços. Nos quatro dias do evento haverá um amplo leque de discussões que passam pela legislação e seus reflexos nos ICT’s, valoração de produtos e processos, cadeias produtivas regionais, uso da tecnologia na segurança pública, tecnologias sociais e a implantação de uma rede de Agentes Municipais de Inovação (AMI’s).

Também se destaca na programação a realização de um seminário de segurança pública que irá discutir a utilização do vídeo-monitoramento nos processos criminais. O evento vai enfatizar ainda as novidades da cadeia produtiva do açaí, produto paraense de grande destaque nacional e potencial de exportação. Confira a programação completa e acesse o link de inscrição AQUI.

Texto: Ascom/Sectet

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Fapespa e UFPA assinam convênio para concessão de bolsas

ter, 28/05/2019 - 09:22
21/05/2019

O reitor da Universidade Federal do Pará, Emmanuel Tourinho, e o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet), Carlos Maneschy, assinaram convênios para a concessão de bolsas de iniciação científica, mestrado e doutorado no âmbito da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa). Na reunião, realizada no dia 14 de maio, no prédio da Reitoria, também foram apresentados projetos, planos e ações do governo do Estado para a educação superior no Pará.

A reunião contou com a participação da pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Iracilda Sampaio; da diretora de Pós-Graduação, Janice Muriel; da diretora de Pesquisa, Germana Sales; do diretor de Capacitação, Gustavo Melo; do diretor de Programas Estratégicos, Adriano Furtado; além de coordenadores de pós-graduação e de pesquisadores da UFPA.

O reitor da UFPA, Emmanuel Tourinho, abriu a reunião saudando o novo secretário de Ciência e Tecnologia e agradeceu a celeridade na liberação de recursos para as bolsas de pesquisa na UFPA. “Estamos com este ato viabilizando o trabalho de muitos grupos de pesquisa aptos a contribuir de modo importante para o desenvolvimento do Pará”, afirmou o reitor.

Para os convênios assinados este ano com a UFPA, o montante de recursos disponibilizados é de R$ 2 milhões em bolsas de pós-graduação e iniciação científica. Carlos Maneschy disse, ainda, que a expectativa é dobrar o número de bolsas nos próximos anos. Para isso, estão previstas ações como o lançamento de novos editais e de acordos de cooperação internacional para a captação de recursos.

O secretário iniciou a sua apresentação com uma breve contextualização da administração da Sectet e da Fapespa. Ele destacou que os projetos prioritários do governo na área de ciência, fomento à pesquisa e pós-graduação e formação de pessoal estão interligados às vocações econômicas do Estado, como mineração, turismo, pesca, agricultura familiar, mas sem excluir investimentos em outras áreas.

Também falou da reestruturação da Fapespa em relação à concessão e à garantia da sustentabilidade das bolsas, que, em anos anteriores, eram interrompidas por questões burocráticas. “O governo do Estado instituiu um programa chamado Bolsa Pará, que faz parte do Plano Plurianual do Governo, para o período de 2019-2023, tendo consignado no orçamento todos os recursos para que essas bolsas possam ter a continuidade devida, garantindo que a Universidade receba os recursos na sua integralidade”, frisou.

Carlos Maneschy também falou da meta institucional de aumentar o número de concessões de bolsas da Fapespa, que, segundo ele, atualmente não chegam a 30 para o doutorado. “O Estado tem suas limitações orçamentárias, mas nós vamos trabalhar para que, em dois ou três anos, possamos atingir 70 bolsas de doutorado, 100 de mestrado e 550 de iniciação científica. Essa é a nossa expectativa”, disse.

O reitor Emmanuel Tourinho agradeceu a rápida liberação dos recursos para as novas bolsas e destacou três mudanças positivas na atuação na Fapespa já nestes primeiros meses de governo. “Primeiro, temos uma alteração para melhor na curva de investimentos, com o crescimento do orçamento já em 2019 e a perspectiva de dobrá-lo em quatro anos. Segundo, o estabelecimento de um compromisso com a regularidade das ações da agência, tornando possível planejar, com a certeza de que os compromissos serão sempre cumpridos. E, terceiro, um diálogo mais próximo com as instituições, de modo que as políticas da Fapespa também contribuam para o fortalecimento das políticas institucionais”. Concluindo, o reitor colocou a UFPA à disposição para também colaborar com a Fapespa em suas ações. “Queremos ser parceiros e construir juntos um melhor cenário para o desenvolvimento da ciência em nosso Estado”, afirmou o reitor.

Texto: Ericka Pinto – Assessoria de Comunicação da UFPA
Foto: Alexandre Moraes

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Servidores da Sectet fazem capacitação para fiscalizar contratos e convênios

qua, 22/05/2019 - 12:51
22/05/2019

Na manhã desta terça-feira (21), mais de 50 servidores da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) estiveram no Tribunal de Contas do Estado (TCE) para participar do curso “Gestão e Fiscalização de Contratos e Convênios Administrativos”, ministrado pela auditora Andréa Cavalcante. “Os esclarecimentos sobre a legislação e as orientações sobre a aplicação desse conhecimento na rotina de trabalho são muito importantes tanto para elaboração de relatórios, quanto para a prestação de contas de contratos e convênio. O curso foi muito enriquecedor”, avaliou o servidor Denilson Pinheiro, exprimindo o sentimento geral dos participantes.

A capacitação foi solicitada pela Sectet, que constantemente recorre à Escola de Contas Alberto Veloso (ECAV), do TCE, para aprimorar os conhecimentos dos servidores. “Nessa nova gestão, este foi um primeiro momento da formação contínua e continuada que vamos proporcionar aos servidores, como forma de fortalecer a gestão e o desenvolvimento da ciência e tecnologia no estado”, destacou o diretor de Administração e Finanças da Sectet, Rogério Ulisses Alves da Silva.

O conteúdo programático do curso abrangeu a legislação pertinente com ênfase no processo de designação e nas responsabilidades, competências e impedimentos de servidores nomeados como fiscais de contratos e convênios realizados pela Secretaria.

Texto: Jeniffer Galvão (Ascom/Sectet)

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Fapespa atualiza quantitativo de bolsas do programa Bolsa Pará e quem pode submeter projetos

qua, 22/05/2019 - 12:43
22/05/2019

A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), atualizou o quantitativo de bolsas que serão atendidas pelo programa Bolsa Pará, assim como esclarecer quem poderá submeter projetos de pesquisa.

A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), atualizou o quantitativo de bolsas que serão atendidas pelo programa Bolsa Pará, assim como esclarecer quem poderá submeter projetos de pesquisa. O programa foi lançado durante a segunda audiência pública do PPA 2020-2023, no início do mês de abril, em evento no Centro de Convenções de Marabá, integrando as atividades do programa Governo Por Todo o Pará.

Bolsas

Originalmente previsto para 460 bolsas, agora são 468 que serão concedidas pelo programa. No primeiro quadrimestre de 2019 o Bolsa Pará vai conceder bolsas da seguinte maneira: 50 de Mestrado, 31 de Doutorado e 387 de iniciação científica.

O total de investimento previsto em fomento será de aproximadamente R$ 3,8 milhões, concedidos por meio da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), Universidade do Estado do Pará (Uepa), Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e Universidade Federal do Pará (UFPA).

Ademais, há previsão de liberação de valor igual e/ou superior para o segundo quadrimestre deste ano para incremento das ações de fomento, apoio, e incentivo à pesquisa científica e tecnológica.

Quem pode participar?

Universidades Públicas;
Institutos de Ciência e Tecnologia;
Escolas da Rede Pública;
Demais Instituições Governamentais e Não Governamentais sem fins lucrativos.

O Programa

O Bolsa Pará objetiva formar e fixar recursos humanos, desde a formação inicial à formação especializada, em áreas consideradas relevantes e prioritárias ao desenvolvimento local, além da criação de modalidades de bolsas que possibilitem a participação de cidadãos em projetos de pesquisa científica e tecnológica, alinhadas com as necessidades do setor produtivo e mercado de trabalho.

Desta maneira, por meio do aperfeiçoamento profissional, pretende gerar renda e combater a informalidade, traçando uma meta de desenvolvimento sustentável e equitativo de todas as mesorregiões do Estado do Pará, ganhando repercussão, de igual forma, em outra importante área de política pública: a área social.

Nesse aspecto, o objetivo é combater a exclusão social e a criminalidade, por meio do fomento de bolsas para jovens que fazem parte dos projetos de “Territórios de Paz”, estimulando suas vocações para inovação, sobretudo jovens de escolas públicas com potencial para desenvolvimento de produtos de mudança da realidade local.

Texto: Ascom/Fapespa

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Negócios Sustentáveis para uma Amazônia 4.0

seg, 20/05/2019 - 10:32
20/05/2019

A BioTec-Amazônia foi uma das 70 expositoras que participou do calendário oficial da Feira da Indústria do Pará (FIPA 2019), no período de 15 a 18 de maio no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém (PA), onde recebeu a visita de parceiros, autoridades e representantes das indústrias. A BioTec-Amazônia propõe promover o desenvolvimento sustentável com o conhecimento que está na academia, junto com conhecimento tradicional e a expertise adquirida ao longo do tempo dentro da área de mercado. Mapear as demandas e as tendências de mercado regionais, nacionais e mundiais, além de verificar como esse produtor pode potencializar os seus ganhos, é umas das estratégias da BioTec de agregar valor para essa produção aqui na região Amazônica.

Para o Diretor-Presidente da BioTec-Amazônia, Professor José Seixas Lourenço, a Feira é uma oportunidade de mostrar aos empresários o portfólio de serviços e toda nova tecnologia da BioTec, que tem capacidade de elaborar a viabilidade de projetos. Também disponibilizou, em seu estande, mostruário de produtos de empresas que já são parceiras, principalmente, na área de alimentos e biocosméticos. Estiveram presentes no estande, o presidente do Sistema Fiepa, José Conrado; o Diretor Científico do Instituto Tecnológico da Vale, José Oswaldo Siqueira; o Governador do Estado, Helder Barbalho; o titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Carlos Maneschy; o Presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), Luftala Bitar e o titular da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Hugo Suenaga.

“Foi apresentando, também, uma experiência muito inovadora que é a chamada Escola de Várzea, ou seja, a Empresa Várzea Engenharia que está instalada no Parque de Ciência e Tecnologia, que conseguiu desenvolver um modelo muito interessante de uma casa flutuante e, no momento, já foram encomendadas algumas unidades de escolas pela Secretaria de Educação com toda uma captação solar que independe de energia externa, com telhas termoacústicas e com todo um sistema hidráulico, que acompanha o movimento de subida e descida dos rios, inclusive com internet”, destaca o Diretor-Presidente da BioTec, Seixas Lourenço. 

Lourenço reforça, então, que é esse tipo de projeto que a BioTec se propôs a apresentar aos visitantes da FIPA. “Ou seja, como a gente é capaz de transformar invenções em inovações. Fundamentalmente, é isso que a gente se propõe nesse espaço aqui”. A BioTec-Amazônia foi criada como uma associação de utilidade pública mas foi qualificada através de um edital de concorrência pública como Organização Social, portanto ela tem um contrato de gestão com o Governo do Estado, por meio da Sectet.

Amazônia 4.0 - O Diretor Técnico Científico da BioTec-Amazônia, professor Artur Luiz da Silva explicou que o termo Amazônia 4.0, é uma analogia com a indústria moderna onde foi incluída a comunidade e os ecossistemas de inovação. “Antigamente nós tínhamos um tripé da inovação que tinha indústria, governo e as instituições de ciência e tecnologia. Ou seja, você não tem mais um tripé mas sim uma tétrade, que leva em consideração a comunidade como um eixo importante para o desenvolvimento da região e que antes isso não era colocado”, destacou o diretor.

Por isso, a BioTec-Amazônia apresentou, durante a FIPA, um de seus projetos estruturantes aos empresários e público visitante que é o Ecossistema de Inovação, uma forma de aproveitar os recursos da biodiversidade de uma maneira moderna aliado ao conceito de Amazônia 4.0. “A grife Amazônia tem uma força muito grande. Existe no mundo uma quantidade de dinheiro enorme que não tem um destino. Então, foi pensando nisso que nós, com base nos nossos projetos estruturantes, que são as quatro linhas de atuação: alimentos, cosméticos, fármacos e biocombustíveis, idealizamos esses projetos para serem apresentados para os family office em Mônaco. E, somente quatro projetos foram selecionados no mundo inteiro para serem apresentados e nós somos um deles”, explicou professor Artur Silva.

FIPA - O conceito de Indústria 4.0 visa interligar diferentes setores da economia mas também dar mais poder a pequenas e médias indústrias. Também busca integrar iniciativas de indústrias inteligentes em vigor ou que poderão ser desenvolvidas no país, para aumentar a competitividade da produção industrial. Essa expansão tem feito todos os setores, públicos e privados, a buscarem um trabalho em conjunto, de integração. Os desafios são grandes,  mas as oportunidades são enormes.

Por isso, a Indústria 4.0 foi o tema da XIV Feira da Indústria do Pará (FIPA), que aconteceu no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém (PA). Empresários, formadores de opinião e público em geral puderam ter contato com a chamada Quarta Revolução Industrial e suas principais inovações tecnológicas voltadas para a automação e controle nos processos industriais. A FIPA foi uma realização da Federação das Indústria do Pará com co-realização do Sebrae PA.

Texto: Sívia Leão (Ascom/Biotec-Amazônia)

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Palafita sustentável e tecnológica adaptada ao movimento dos rios

ter, 14/05/2019 - 09:36
14/05/2019

A tecnologia foi criada no ambiente do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, primeiro e único empreendimento do tipo instalado no Norte do país

Transformar o conhecimento acadêmico em tecnologias úteis e novos tipos de negócios é uma das razões da existência do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, espaço onde boas ideias se tornam soluções para empresas e a sociedade, sob a forma de tecnologias, produtos e serviços. A Várzea Engenharia, startup residente no parque tecnológico desde 2016, criou um projeto de palafita com elevação hidráulica, pensando no período de cheia dos rios.

A palafita é feita com madeira biossintética, produzida a partir da reciclagem de polietileno, um tipo de plástico usado largamente na indústria de embalagem. O material recebe um tratamento repelente, à base de andiroba, para afastar os mosquitos transmissores de doenças. 

O projeto prevê ainda a instalação de fossa séptica e biológica com sistema de filtro natural, permitindo tratamento e potabilidade da água; captação de energia fotovoltaica solar, através de placas na cobertura; e sistema de comunicação ad hoc, uma tecnologia de rede sem fio que dispensa o uso de um ponto de acesso comum aos computadores conectados a ela, de modo que todos os dispositivos da rede funcionam como se fossem um roteador, encaminhando comunitariamente informações que vêm de dispositivos vizinhos.

A ideia da startup surgiu quando José Coelho Batista cursava a graduação em engenharia civil. “No primeiro dia da aula, durante a disciplina de metodologia científica, o professor pediu que cada aluno escolhesse um objeto de estudo e deu a orientação que tivesse algo a ver com sustentabilidade. Lembro que peguei a caneta, o caderno, baixei a cabeça e escrevi todo o projeto Casa de Várzea, direto. A casa de elevação hidráulica veio naturalmente porque foi o que vivi na infância. A cada 6 meses tínhamos que abandonar a nossa casa, na região de várzea no município de Juruti. Estava ali no subconsciente”, fala o empreendedor.

Trajetória – No Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá, a startup surgiu no coworking, ambiente compartilhado de trabalho, ocupado por diferentes startups e empresas. À medida que o negócio foi se desenvolvendo, a Várzea Engenharia cresceu e ocupou sala própria no prédio Espaço Empreendedor do PCT Guamá. A startup, que começou apenas com o trabalho do idealizador, hoje conta com apoio de um sócio, o engenheiro civil Acacio Canto, e abriga uma equipe com três engenheiros civis, três doutores em diferentes áreas, um economista e mais uma equipe volante que dará apoio ao desenvolvimento dos projetos piloto das escolas de várzea.

O plano é que, em um futuro próximo, a startup construa um prédio próprio na área de parque tecnológico, para a instalação de uma unidade fabril que será responsável pela produção, em larga escala, da madeira biossintética. “Com a construção da fábrica, além de empregar mão de obra local, temos a previsão de reciclar aproximadamente 20% do volume de plástico descartado na região metropolitana de Belém. A ideia é estimular a cadeia de reciclagem desse material, tornando, inclusive, o plástico uma moeda de troca para o pagamento da casa”, informa José.

Rede – Estar inserido no ecossistema de inovação do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá possibilitou parcerias que fortaleceram e viabilizaram o projeto. Além da Fundação Guamá, gestora do parque, a startup hoje atua em parceria com a BioTec Amazônia, fundação também residente no PCT Guamá; a startup Ver-o-Fruto, responsável pela implantação de filtros de carvão ativado; a Ecoset, empresa de consultoria que trabalha na área ambiental; a Vigha, que trabalha sistema de gerenciamento de obras; a Like, responsável pelo suporte na comunicação; o Instituto My Amazon, que dará apoio no network e captação de recursos; e secretarias de governo.

Próximos passos - Segundo o empresário, a perspectiva é que ainda este ano sejam implantadas duas escolas utilizando o modelo de tecnologia da startup: uma de 500 m², situada em Abaetetuba e gerenciada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc); e uma escola técnica de pesca, cuja localidade ainda será definida, administrada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet).

Sobre o PCT Guamá - O Parque de Ciência e Tecnologia Guamá foi criado a partir da parceria entre as Universidades Federal do Pará (UFPA) e Rural da Amazônia (Ufra) , que cederam ao Governo do Pará a sua área de instalação, e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Tecnológica (Sectet), hoje a principal mantenedora do empreendimento.

A Fundação de Ciência e Tecnologia Guamá, por sua vez, foi qualificada para realizar a gestão administrativa, financeira, física e ambiental do PCT Guamá desde 2009.

Seu principal objetivo é o de estimular a pesquisa aplicada, o empreendedorismo inovador, a prestação de serviços e a transferência de tecnologia para o desenvolvimento de produtos e serviços de maior valor agregado e fortemente competitivos.

Com uma área de 72 mil metros quadrados, reúne atualmente 15 centros e laboratórios tecnológicos, 13 startups e 38 empresas, instituições de pesquisa e grupos residentes.
Situado entre a UFPA e a UFRA, apresenta espaços voltados para a instalação de pequenos e médios empreendimentos de base tecnológica, laboratórios e centros de pesquisa e desenvolvimento, assim como empreendimentos nascentes (startups) e temporários.

Texto: Juliane Frazão (Ascom/PCT Guamá)

Imagem: Porjeto Escola Várzea

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Sectet participa de comemoração pelos 31 anos de São João de Pirabas

seg, 13/05/2019 - 14:35
13/05/2019

O titular e a adjunta da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), Carlos Maneschy e Edilza Fontes, participaram, na última sexta-feira (10), das comemorações pelo aniversário de 31 anos do município de São João de Pirabas, localizado na região do Salgado.

Na ocasião, o Governador Helder Barbalho assumiu alguns compromissos com os cidadãos do município, entre os quais o de levar a São João de Pirabas dois cursos de nível superior em instituições públicas, o de história e de administração, por meio do Programa Forma Pará, coordenado pela Sectet.

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BioTec-Amazônia confia na liderança do Governador para Pará manter o protagonismo amazônico

seg, 29/04/2019 - 09:54
29/04/2019

Em reunião no Palácio do Governo, em Belém (PA), a BioTec leva ao Chefe do Executivo pauta de investimentos em novas economias e projetos que beneficiam o Pará.

A boa receptividade e o interesse do governador do Pará Helder Barbalho e sua equipe para a realização de projetos sustentáveis, com o tema de investimentos em novas economias e em projetos que beneficiam o Pará em particular e a Amazônia de modo geral, deixou otimista o diretor-presidente da BioTec-Amazônia, Professor José Seixas Lourenço, que participou, no dia 25, de encontro no Palácio do Governo, em Belém (PA), acompanhado da presidente do Instituto Dialog, Liane Freire, e com as presenças de titulares e representantes das secretarias estaduais de Ciência e Tecnologia – SECTET, de Educação – SEDUC, de Desenvolvimento – SEDEME e do Banco do Estado do Pará – Banpará.

O diretor-presidente José Seixas Lourenço destacou que a visão do governador é muito clara do papel que o Pará desempenha e que o governador tem exercido um papel muito grande de liderança junto aos demais governadores, em especial da Região Amazônica. Como exemplo citou uma reunião realizada em Macapá, Amapá, na qual o Pará teve um papel importante, na ocasião em que um novo encontro foi anunciado para o Estado do Tocantins.

O Governador do Pará, Helder Barbalho, na reunião com os membros da BioTec-Amazônia, defendeu o debate em propostas de investimentos para o Estado nas áreas de Bioeconomia e infraestrutura sustentáveis.

Temas como bioeconomia, economia da floresta e infraestruturas sustentáveis foram as questões em destaque na reunião. Como resultado do encontro, Helder Barbalho pediu que fosse criado um grupo, com representantes de várias secretarias, para de forma integrada, desenvolver uma proposta para que possa ser levada para um evento, marcado para junho próximo, com family offices (famílias ricas) internacionais, a fim de mostrar o quanto o Pará consegue se estruturar nessa direção e liderar um movimento, na Amazônia, para atrair esses recursos, enfatizando que o Governo terá de verificar “como podemos nos estruturar para receber tais investimentos”, disse o Chefe do Executivo no encontro.

Segundo Liane Freire, “a gente tem um esforço agora interno de estruturar, com esse objetivo mais imediato de junho, mas com um objetivo maior de longo prazo, de estabelecer parceria com os investidores nessa direção”. O diretor-presidente da BioTec informou que foi criado um consórcio da Amazônia Legal, visando ao desenvolvimento sustentável da Amazônia. A presença do governador do Pará na reunião, segundo ele, vai marcar a presença de Helder Barbalho não só como chefe do Executivo paraense, mas “como uma grande liderança junto a esse consórcio que foi recentemente formado”.

A BioTec-Amazônia busca fortalecer a sua parceria com o Governo do Estado do Pará para a captação de recursos financeiros privados e busca levantar parceria científica estratégica em nível internacional, inclusive com a participação de importante evento em Mônaco, no 9th Global Family Office Investiment Summit.

Investidores sediados no exterior – No seu papel de promover, em parceria com o Estado do Pará, o uso sustentável da biodiversidade estadual e regional, a BioTec-Amazônia trabalha com a proposta de adoção de uma estratégia para captação de recursos destinados à pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) para a região amazônica que deverá ser executada com parcerias institucionais junto a investidores sediados no exterior.

A atuação da BioTec-Amazônia se apoia na premissa de estimular e fomentar a ciência, tecnologia e inovação no Estado do Pará pautada em: apoio à criação e consolidação de ambientes de inovação nas regiões de integração do Estado; estímulo de parcerias entre as instituições de ciência e tecnologia e o setor empresarial; fomento do crescimento das cadeias produtivas; e a geração, com o apoio da academia e de suas incubadoras, de novas empresas de base tecnológica voltadas prioritariamente aos produtos da biodiversidade.

Com esse objetivo de desenvolver o seu plano de prospecção e atração de novos negócios, a BioTec-Amazônia continua fortalecendo e qualificando a sua equipe de atuação.

Texto: Sílvia Leão (Ascom/BioTec-Amazônia)

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Titular da Sectet participa de reunião com apresentação de Projeto Escola de Várzea

qui, 25/04/2019 - 12:24
25/04/2019

A Organização Social BioTec-Amazônia realizou reunião, na quarta-feira, 24, em sua sede, quando foi apresentado o projeto Escola de Várzea, abordando a concepção, o desenvolvimento e a efetivação da parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a empresa Várzea Engenharia e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica do Estado (Sectet). Estiveram presentes, à reunião, os representantes do Instituto Federal do Pará (IFPA), do Parque de Ciência e Tecnologia (PCT Guamá), da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).

Para o Diretor Presidente da Organização Social BioTec-Amazônia, professor José Seixas Lourenço, que promoveu o encontro multilateral, essa é uma oportunidade de associar as escolas tecnológicas, o desenvolvimento profissional com a produção, principalmente, na área de pescados. “Ao mesmo tempo em que você forma pessoas, você agrega valor a produção. Então é um projeto no qual nós nos associamos com muito entusiasmo, com muita satisfação. Estamos todos muito entusiasmados e depois da primeira reunião, as coisas avançaram muito inclusive com ponto de vista para trabalhar em alguns ambientes de inovação”, disse.

Para o titular da Sectet, Professor Carlos Maneschy, que participou do encontro, há um grande interesse do Governo do Estado em trabalhar o desenvolvimento do Pará a partir de novos empreendimentos, voltados à inovação de maneira especial. “Nós que falamos tanto da necessidade de mudança da base produtiva, nós não vamos fazer isso se mantivermos esse mesmo perfil de exploração”.

O Secretario da Sectet explicou, também, o interesse do Estado em apoiar empreendimentos que apontem para um novo modelo, um novo formato de exploração econômica. “Mudar isso é definir alguns projetos que nos pareçam com o perfil mais adequado para esse novo modelo que a gente gostaria de implantar no Estado. Então, essa ideia em particular, interessa muito ao Estado pelo que ela representa em termos de possibilidades de negócios”, destacou.

O Secretário, também, ressaltou no encontro o papel da BioTec-Amazônia em promover esse tipo de discussão. “A BioTec-Amazônia como Organização Social contratada pela Sectet para trabalhar na prospecção de novos negócios, é um braço que pode agilizar o Governo nesse aspecto, em particular. Essa é a função primordial da relação entre BioTec e o Estado de maneira direta”.

Também foi apresentada proposta de Projeto para o Tapajós de inovação tecnológica no rio, pela assessora técnica da BioTec-Amazônia, Patrícia Chaves. O projeto para a Região do Tapajós que a BioTec desenvolveu para a região é a de atrelar funcionalidades as escolas técnicas, as escolas de pesca que estão previstas a serem construídas pelo Governo do Estado.

“A Organização Social BioTec-Amazônia veio com algumas ações para dar funcionalidade a essa estrutura de engenharia que são as casas flutuantes. Então a proposta do Projeto Tapajós é implantar unidades produtivas com a estrutura da engenharia de várzea. E quais seriam as unidades? Mini usinas de pescado, onde, nessas mini usinas seriam produzidos alguns sub produtos, entre eles: o file de peixe, através de uma técnica conhecida como filetagem, embutidos como salsicha e linguiça de peixes; farinha de peixe para ração animal e a produção do colágeno e da gelatina a partir do pescado de ambientes inundados como as várzeas e outros ambientes na bacia do tapajós”, destacou Patricia.

Casa de Várzea – Sustentabilidade, tecnologia e inovação é o tripé do projeto Casa de Várzea, criado pelo engenheiro civil José Coelho, que na oportunidade apresentou como surgiu sua ideia, com as cheias do rio Amazonas e as casas submersas por um longo período. Foi com base nessa experiência de vida que o engenheiro idealizou a Casa de Várzea, durante a sua graduação no curso Engenharia Civil, e agora pretende adaptar o projeto para a criação de escolas tecnológicas para o Estado.

A empresa Várzea Engenharia, localizada no Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá (PCT Guamá), é a responsável pelo projeto Casa de Várzea que tem como objetivo, promover cidades sustentáveis por meio de casas e produtos desenvolvidos a partir de uma madeira denominada de Biossintética, a qual é produzida por qualquer tipo de polietileno, um tipo de plástico resistente que não se deforma com o calor, além da alta durabilidade.

“Esse projeto foi pensado por quem sofreu todas essas problemáticas, então a partir daí eu pensei no projeto casa de várzea. Uma casa que, quando o rio vier, ela suba junto, que não seja flutuante, balançando quando passar o barco, mas que seja adaptável à realidade do local”, explicou o engenheiro.

A Casa de Várzea é uma inovação tecnológica sustentável. É uma residência de palafita com o sistema de elevação hidráulica, que permite a subida e descida da casa quando necessário. Desenvolvida por meio da reciclagem de materiais que são transformados na madeira biossintética, diminui a poluição de resíduos plásticos, como também promove a geração de emprego e renda no Estado.

Texto e Fotos: Sílvia Leão (Ascom/BioTec-Amazônia)

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